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  • Etc,  Filme

    Kambuzia Partovi (1956 – 2020)

    24 de novembro de 2020 /

    O cineasta Kambuzia Partovi, roteirista do único filme iraniano premiado com um Leão de Ouro no Festival de Veneza, morreu nesta terça (24/11) aos 65 anos de covid-19, anunciou o órgão de cinema do Irã. Chamado de um dos “cineastas mais influentes do cinema infantil iraniano”, ele morreu no hospital Dey de Teerã aos 64 anos, disse a fundação Farabi em uma mensagem de condolências em seu site. Nascido em Rasht, no norte do Irã, Partovi começou sua carreira como diretor na década de 1987 com o média-metragem “Eynak”, que foi seguido um ano depois por seu primeiro longa, “Mahi” (“O Peixe”), premiado com um troféu especial da UNICEF no Festival de Berlim. Ele rapidamente se tornou uma figura importante do cinema iraniano, mas não se limitou ao gênero infantil do começo da sua carreira. Ao todo, dirigiu 10 filmes, mas também se projetou como roteirista, ao trabalhar com vários cineastas iranianos de renome, como Abbas Kiarostami, Jafar Panahi e Majid Majidi. Uma de suas parcerias mais celebradas foi “Cortinas Fechadas” (2013), que ele codirigiu com Panahi. No filme premiado no Festival de Berlim, Partovi também atuou como protagonista, vivendo praticamente a si mesmo: um roteirista se esconde do mundo em uma casa de praia, tendo apenas seu cachorro clandestino (proibido de morar no local) como companhia. A tranquilidade é quebrada abruptamente pela chegada de uma jovem que se diz em fuga das autoridades. Ela se recusa a sair e faz muitas perguntas sobre a vida do escritor, despertando-lhe a paranoia. Além de filmes de arte, consagrados pela crítica, ele também escreveu o roteiro do filme épico “Muhammad”, de 2015, que foi o mais caro da história do cinema iraniano. Apesar de realizado com a chancela do governo islâmico do país, este filme biográfico, que retrata a infância do profeta Maomé, foi criticado como um “ato hostil” e uma “distorção do islã” pelo clérigo máximo da Arábia Saudita, rival regional do Irã. Seu roteiro de maior projeção também criou polêmica entre conservadores islâmicos, ao abordar as dificuldades enfrentadas pelas mulheres iranianas. Lançado em 2000, “O Círculo”, dirigido por Jafar Panahi, foi consagrado pela crítica mundial e se tornou o único filme iraniano a ganhar o Leão de Ouro de Melhor Filme no prestigioso festival de cinema de Veneza – além de mais cinco troféus, incluindo o Prêmio da Crítica. Seu último trabalho foi “Kamion”, que ele escreveu e dirigiu há dois anos, sobre uma mulher e seus filhos em fuga do Estado do Islã. O longa também lhe rendeu seu último prêmio, como Melhor Roteiro no Festival Fajr. Foi a quarta vez que seus roteiros ganharam reconhecimento no festival de Teerã, o que tornou Partovi o maior vencedor da categoria entre seus pares.

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  • Filme,  Música

    Música-tema do inédito 007 – Sem Tempo para Morrer é indicada ao Grammy

    24 de novembro de 2020 /

    A música “No Time to Die”, de Billie Eilish, tema de “007 – Sem Tempo para Morrer”, recebeu uma indicação ao Emmy 2021, apesar do filme ter sido adiado para abril de 2021 devido à pandemia de coronavírus. O filme, que marca a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond, foi originalmente planejado para chegar aos cinemas na Páscoa passada, mas acabou adiado para novembro. Um mês antes da data prevista, Billie Eilish liberou a música e o clipe em streaming. Mas dias depois o longa sofreu um segundo adiamento, passando para o ano que vem. Com isso, a música, lançada em 1º de outubro, tornou-se elegível para o Grammy, logo depois de dominar a premiação de 2020, que aconteceu em janeiro, quando conquistou cinco vitórias, incluindo Melhor Álbum, Música, Gravação e Arista Nova. A gravação de “No Time to Die” foi produzida pelo irmão de Eilish, Finneas, ao lado de Stephen Lipson, com arranjos orquestrais de Hans Zimmer e Matt Dunkley, e participação instrumental do guitarrista Johnny Marr (ex-The Smiths). Com 18 anos de idade, Eilish é a artista mais jovem da história a compor e gravar uma música-tema dos filmes de James Bond. A indicação para “No Time to Die” foi na categoria Melhor Canção Escrita para Mídia Visual, onde competirá com “Beautiful Ghosts”, cantada por Taylor Swift no musical “Cats”, “Carried Me With You”, cantada por Brandi Carlile na trilha da animação “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, “Stand Up”, entoada por Cynthia Erivo no filme “Harriet”, e o sucesso “Into the Unknown”, cantado por Idina Menzel e Aurora no desenho “Frozen 2”. O vencedor será anunciado em 31 de janeiro de 2021, em cerimônia que será exibida no Brasil pelo canal pago TNT.

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  • Filme

    Run: Suspense de Sarah Paulson bate recorde de audiência na Hulu

    24 de novembro de 2020 /

    A plataforma americana Hulu informou que “Run”, suspense estrelado por Sarah Paulson (a “Ratched”), tornou-se o longa-metragem mais assistido do serviço em seu fim de semana de estreia. Além disso, o lançamento foi classificado como o filme original da Hulu mais comentado no Twitter em todos os tempos e atingiu 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Lançado na sexta (20/11), “Run” (que deve levar o título de “Mamãe” no Brasil) superou não só as produções originais da Hulu, mas também títulos licenciados de outros estúdios. Até então, o filme mais visto do streaming adulto da Disney era a comédia “Palm Springs”, estrelada por Andy Samberg e Cristin Milioti. Apesar dessas informações, é impossível dizer qual foi a diferença de público entre os dois filmes, muito menos citar os números de audiência de qualquer programa da Hulu. Mais sigilosa que a Netflix, que solta dados aleatórios e inflados sempre que quer comemorar algum feito, a Hulu nunca citou sua audiência em público, e esta vez não foi exceção. Neste quesito, a plataforma da Disney se parece com a Amazon, que para comemorar a audiência recorde de “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, durante seu fim de semana de estreia em outubro, disse que o filme tinha sido visto por “dezenas de milhões”, sem nem explicar se fazia referência a pessoas ou lares. A Hulu adquiriu os direitos domésticos de “Run” em agosto, mas o estúdio Lionsgate manteve o controle sobre a distribuição internacional, por isso o filme ainda pode ser exibido no Brasil nos cinemas. O filme traz Sarah Paulson como uma mãe amorosa, que se dedica a cuidar da filha adolescente confinada numa cadeira de rodas, enquanto garante que isso não é fardo algum. Mas as aparências são enganosas, como sua filha começa a descobrir, ao perceber pistas de que pode ser prisioneira de uma mãe psicopata. Escrito e dirigido por Aneesh Chaganty, responsável pelo inovador suspense “Buscando…” (2018), a produção também destaca a estreante Kiera Allen no papel da filha. Apesar do sucesso, o recorde de “Run” pode não durar muito. Nesta quarta (25/11), a Hulu lança “Happiest Season”, comédia romântica de Natal, que traz Kristen Stewart e Mackenzie Davis como um casal lésbico forçado a entrar no armário durante um fim de semana com a família conservadora de uma delas. Também recebido por críticas extremamente elogiosas (91% no Rotten Tomatoes), o filme deve se tornar muito popular no serviço de streaming.

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  • Etc

    Glenn Close diz que foi injustiça Fernanda Montenegro não ganhar um Oscar

    24 de novembro de 2020 /

    A atriz Glenn Close disse nesta terça (24/11) que Fernanda Montenegro deveria ter vencido o Oscar de Melhor Atriz em 1999. O assunto surgiu numa entrevista para o tradicional programa “Good Morning America”, da emissora ABC News. Enquanto promovia seu novo filme, “Era uma Vez um Sonho” (Hillbilly Elegy), dirigido por Ron Howard, ela expressou a sua revolta com as injustiças do Oscar, lembrando a derrota de Fernanda Montenegro, quando foi indicada pelo filme “Central do Brasil”, de Walter Salles. “Eu me lembro do ano que em que a Gwyneth Paltrow ganhou daquela atriz incrível de ‘Central do Brasil’. Eu pensei: ‘O quê? Isso não faz sentido’”, comentou a estrela americana. Após a exibição da entrevista, o nome de Fernanda Montenegro foi parar entre os assuntos mais comentados do Twitter. Internautas celebraram o fato de a atriz americana se lembrar do episódio e concordaram com a sua revolta.

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  • Música

    Taylor Swift lança documentário musical de surpresa no Disney+ (Disney Plus)

    24 de novembro de 2020 /

    A cantora Taylor Swift anunciou em suas redes sociais nesta terça-feira (24/11) que vai lançar um documentário com o repertório do disco “Folklore” na plataforma Disney+ (Disney Plus). Detalhe: o filme estreia amanhã, dia 25 de novembro. Swift deu a notícia parafraseando uma das letras de “Exile”, que rapidamente se tornou uma das favoritas dos fãs. “Você não viu esse filme antes”, ela brincou. Um trailer também foi disponibilizado no canal da cantora no YouTube. Veja abaixo. Intitulado “Folklore: The Long Pond Studio Sessions”, o filme-surpresa foi dirigido em segredo pela própria Taylor em setembro, no interior do estado de Nova York, e a acompanha, junto a seus colaboradores Jack Antonoff (das bandas Bleachers e Fun), Aaron Dessner (The National) e Justin Vernon (Bon Iver), interpretando o repertório e compartilhando as histórias por trás das canções do disco, que foram gravadas à distância, com os músicos separados por quilômetros, durante a quarentena. Os artistas tocarão todas as músicas de “Folklore” na ordem em que são apresentadas no álbum e contarão os bastidores que envolveram a criação e gravação de cada faixa. O projeto dá a Taylor e aos músicos uma chance de se encontrar e tocar o repertório juntos, ao vivo, em um ano praticamente sem shows. As apresentações da cantora foram cancelados em todo o mundo por causa da nova pandemia de coronavírus. Este é o segundo filme de Taylor Swift disponibilizado pela Disney+ (Disney Plus) em 2020. No início deste ano, ela lançou um documentário centrado em seu álbum “Lover”, gravado durante um show surpresa em Paris, no outono de 2019. O filme foi ao ar na rede ABC e mais tarde na Disney+ (Disney Plus) e na Hulu, todas empresas de propriedade da Disney. Veja abaixo o trailer do novo filme.

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  • Etc

    Zezé Polessa e Miguel Falabella pegam covid-19 em teatro

    24 de novembro de 2020 /

    Os atores Zezé Polessa e Miguel Falabella pegaram covid-19 ao participarem da peça “A Mentira”, durante o Festival Cortinas Abertas, no último dia 13, em São Paulo. Polessa contou que estava recolhida desde março, mas voltou à atividade justamente para a peça. Ela sentiu os primeiros sintomas pouco tempo depois das apresentações e atualmente faz quarentena em sua casa, no Rio. A atriz gravou um vídeo em seu Instagram, reproduzindo o apelo de uma médica do Hospital das Clínicas, que chama atenção para o fato de os hospitais terem voltado a lotar em São Paulo. Ela reforça o pedido para que as pessoas usem máscaras, mantenham distanciamento e evitem aglomerações, saindo o menos possível. Curiosamente, Zezé não fez menção ao fato de que contraiu o coronavírus. Já Falabella abordou o teste positivo em vídeo também publicado no Instagram. Ele disse que se recupera bem, no apartamento que mantem em São Paulo, e se descreveu “assintomático”. “Tive um leve mal-estar”, relatou. “Estou bem, em quarentena e esperando essa onda passar, ansioso pelo retorno da vida [normal] como todos”. A equipe da peça, bastante compacta, usou máscaras enquanto se preparava e fez testes rápidos antes das apresentações, comprovando que não estavam contaminados na ocasião. Ninguém viajou no mesmo avião, o que, segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, levou à conclusão de que contraíram o vírus no Teatro Santander, que tem capacidade para 800 pessoas e tinha metade disso na plateia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zeze Polessa (@zezepolessa)

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  • Série

    Amazon renova The Expanse para 6ª e última temporada

    24 de novembro de 2020 /

    A Amazon Studios anunciou nesta terça (24/11) que renovou a série “The Expanse” para sua 6ª e última temporada. O anúncio foi feito três semanas antes da estreia do 5º ano da produção, que chegará à plataforma Amazon Prime Video em 16 de dezembro. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” adapta a saga literária inaugurada por “Leviatã Desperta”, de James S.A. Corey (pseudônimo de Daniel Abraham e Ty Franck), que se passa daqui a 200 anos no futuro, acompanhando uma nave de rebeldes durante uma crise política da Terra com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. A série é caríssima e foi resgatada pela Amazon após ter sido cancelada pelo canal pago SyFy ao final de sua 3ª temporada. Com o novo e agora definitivo cancelamento, a Amazon iguala a quantidade de episódios produzidos no Syfy, mas dá aos criadores a oportunidade de escolher como terminar a história. “Desde o momento em que nos comprometemos a dar vida a esta série até a temporada final, trabalhamos incansavelmente para honrar a visão dos escritores”, disseram em comunicado os executivos Andrew Kosove e Broderick Johnson, CEOs e Fundadores do Alcon Television Group, produtora de “The Expanse”. “Temos o orgulho de ter um dos mais diversos elencos da televisão e de dar espaço para histórias que importam. Um agradecimento especial a Daniel Abraham e Ty Franck, os escritores dos livros e da série, e a Naren Shankar, showrunner e produtor executivo da série. Continua sendo uma honra e privilégio trabalhar com essa equipe. Também gostaríamos de agradecer à Amazon pelo apoio contínuo em nos ajudar a contar essa história em sua totalidade e por levar ‘The Expanse’ para um público global”. Apesar da menção à totalidade da história, até a 4ª temporada, a produção vinha adaptando um livro por ano. Assim, se seguir essa tendência nos próximos capítulos, a série chegará ao fim bem antes da trama literária, cujo 9º volume tem seu lançamento programado para 2021. A 5ª e a 6ª temporadas terão 10 episódios cada. Mas enquanto o último ano ainda não entrou em produção, os fãs da atração poderão retomar a história em dezembro com o lançamento de três capítulos de uma vez. Os demais chegarão semanalmente ao streaming da Amazon. O elenco da atração inclui Steven Strait (“O Despertar”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (“Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Cara Gee (“Strange Empire”), Chad Coleman (“The Walking Dead”) e Keon Alexander (“Tyrant”).

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  • Filme,  Música

    Morre o pai de Zezé Di Camargo e Luciano, que inspirou o filme 2 Filhos de Francisco

    24 de novembro de 2020 /

    O pai de Zezé Di Camargo e Luciano, Francisco José de Camargo, morreu na noite de segunda (23/11), em um hospital de Goiânia, aos 83 anos. Seu Francisco foi o grande incentivador da dupla e previu o sucesso dos filhos, esforçando-se para isso acontecer, apesar das condições humildes. Essa história inspiradora acabou virando o filme “2 Filhos de Francisco”, um dos maiores sucessos do cinema brasileiro em todos os tempos. O filme dramático de Breno Silveira também tornou conhecida a história trágica da família, contando como Francisco deu a Zezé uma sanfona quando ele ainda era menino e o encorajou a cantar com o irmão mais novo, Emival. Os dois filhos de Francisco formaram a dupla Camargo e Camarguinho, mas Emival morreu de forma precoce, em um acidente de carro, levando Zezé a parar de tocar a sanfona que ganhou do pai. O sucesso acabou vindo ao lado de outro irmão, Welson, que o grande público conhece como Luciano. Mas para que esse sucesso acontecesse, Francisco, que trabalhava com construção civil, gastou todo o dinheiro que tinha em fichas telefônicas, para ligar para a rádio da sua cidade para pedir a música “É o Amor”, primeiro hit da dupla Zezé Di Camargo e Luciano. Com o lançamento de “2 Filhos de Francisco”, Seu Francisco, que foi interpretado pelo ator Ângelo Antônio, brincou que estava fazendo tanto sucesso quanto os filhos mais famosos. Em entrevista ao UOL, Ângelo disse que Francisco demorou a entender que ia virar filme. “A primeira vez que a gente se encontrou, ele questionou o Luciano: ‘Esse rapaz é um repórter? Ele pergunta tanto’. Demorou um pouco para cair a ficha que ele seria personagem do filme”. O ator contou que passou uma semana na casa da família em Goiânia e pode conhecer melhor Francisco. “A força da alegria dele era contagiante, a coragem e persistência, o Brasil inteiro viu como ele era e como ensinou os filhos a ser”, descreveu. “Foi um momento especial, um encontro histórico que marcou para sempre por conta de muito carinho da parte dele. Desejo que ele esteja em um lugar de muita luz e muita força para a família toda”, concluiu. Nos últimos anos, Seu Francisco vinha enfrentando problemas de saúde, como um enfisema pulmonar, chegando a ficar internado. Ao deixar o hospital, no início do ano, em uma cadeira de rodas, passeou pela fazenda da família que Zezé havia acabado de reformar. Só uma coisa o deixava triste: as brigas entre os filhos. Numa entrevista para o programa “Conexão Repórter”, da Globo, ele chegou a proibir que Zezé e Luciano se separassem. “Eles têm que esperar eu morrer para depois se separarem. A coisa mais gostosa é escutar o disco deles dentro do meu carro. Não escuto disco de ninguém. Só dos meus filhos”, disse o pai orgulhoso. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zezé Di Camargo (@zezedicamargo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luciano Camargo (@camargoluciano)

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  • Filme

    As Agentes 355: Filme com Lupita Nyong’o, Jessica Chastain e Penélope Cruz é adiado pra 2022

    24 de novembro de 2020 /

    Bastou a Diamond Films divulgar o primeiro trailer nacional de “As Agentes 355” (The 355) para seu estúdio original, a Universal, decidir adiar o lançamento da produção. A estreia estava marcada para 14 janeiro no Brasil, um dia antes da data originalmente prevista para o lançamento nos EUA, mas agora o thriller de ação só vai chegar aos cinemas americanos em 12 de janeiro. A data não está errada. Não foi antecipação de um par de dias, mas o adiamento de um ano completo, para janeiro de 2022. Era óbvio que isso ia acontecer. Os governos estaduais dos EUA estão aumentando as restrições, sugerindo a retomada do isolamento social e limitando os horários de funcionamento do comércio, devido ao aumento exponencial do contágio de coronavírus, que está batendo recordes no país. Ao mesmo tempo, os estúdios, depois de abandonar o calendário de estreias de 2020, já começaram a adiar seus filmes do primeiro trimestre de 2022, jogando as estreias para bem depois da metade do ano que vem. A tendência só estende o desespero dos exibidores, que não têm títulos atrativos para programar e convencer o público a voltar aos cinemas. “As Agentes 355” é um filme de ação que reúne um grande elenco feminino, formado pela americana Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), a alemã Diane Kruger (“Em Pedaços”), a mexicana/queniana Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”), a espanhola Penélope Cruz (“Dor e Glória”) e a chinesa Fan Bingbing (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). As estrelas são o grande atrativo do projeto, que ainda conta com Sebastian Stan (“Vingadores: Ultimato”) e Edgar Ramirez (“Wasp Network”), mas vale observar que a francesa Marion Cotillard (“Assassin’s Creed”) chegou a ser cotada e preferiu fazer algo melhor. Na trama, espiãs de diferentes agências internacionais resolvem se aliar para enfrentar um “inimigo invisível” em comum. Na teoria, a premissa promete uma aventura mundial, com cinco atrizes de primeira linha representando espiãs de agências internacionais rivais, que se unem e superam suspeitas e conflitos enquanto lutam para impedir que uma organização global lance o mundo ao caos. Ao longo da jornada, as ex-rivais tornam-se companheiras e uma nova irmandade de espionagem, de codinome 355, é formada. Já na prática, o roteiro foi escrito por Theresa Rebeck (do infame “Mulher-Gato”) e a direção ficou a cargo de Simon Kinberg em seu segundo trabalho oficial na função, após o abissal “X-Men: Fênix Negra”. Para completar, os dois resolveram fazer um filme de tom seríssimo, mas não faltou quem achasse palhaçada escalar Penélope Cruz novamente como colombiana. Houve protestos contra a tendência de Hollywood de dar a europeus papéis de latino-americanos. Ficou curioso? Veja o trailer legendado abaixo e arranje um bom lugar na sombra para esperar sentado pela estreia nos cinemas.

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  • Filme

    Trailer traz John Boyega como policial em novo filme de Steve McQueen

    24 de novembro de 2020 /

    A Amazon divulgou um novo trailer da antologia “Small Axe”, uma coleção de cinco filmes dirigidos por Steve McQueen, o cineasta de “12 Anos de Escravidão”. O vídeo representa o terceiro longa do projeto, “Red, White and Blue”, que destaca John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”) como um policial que precisa enfrentar o racismo dentro da polícia. Todos os cinco filmes são escritos e dirigidos por McQueen e reproduzem a luta pela igualdade racial no Reino Unido, abordando pessoas e fatos reais que aconteceram entre os anos 1960 e 1980, muitas vezes contando com os mesmos personagens. O primeiro lançamento foi “Mangrove”, sobre protestos antirracistas que uniram comunidades oprimidas em Londres em agosto de 1970, e o segundo foi “Lovers Rock”, sobre uma festa que descambou em violência nos anos 1980. Embora tenham estreado neste mês no exterior, nenhum dos dois ainda foi disponibilizado na versão brasileira da Amazon Prime Video. A expressão que batiza o projeto é derivada de um provérbio africano usado em todo o Caribe, e que ficou famoso ao ser cantado por Bob Marley em 1973: “Se você é a árvore grande, nós somos o machado pequeno” (small axe). “Red, White and Blue” será lançado no dia 4 de dezembro em streaming nos EUA e no Reino Unido.

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  • Filme

    Russell Crowe e Nicole Kidman assumem presidência da Academia Australiana de Cinema

    24 de novembro de 2020 /

    Os astros Russell Crowe e Nicole Kidman, que trabalharam juntos recentemente em “Boy Erased”, foram eleitos para comandar os rumos da Academia Australiana de Cinema e Televisão (AACTA) pelos próximos anos. A dupla está assumindo os cargos de presidente (Crowe) e vice-presidente (Kidman) da AACTA, organização que ajudou a promover suas carreiras ao reconhecê-los com seus primeiros prêmios – em 1991 e 1987, respectivamente. Crowe e Kidman também são vencedores do Oscar e usarão seus cargos para cultivar talentos na Austrália, bem como continuar a expandir a AACTA no mercado internacional e promover os negócios australianos no exterior. “O apoio de Russell Crowe e Nicole Kidman foi essencial para o crescimento da AACTA na última década, ajudando-nos a atingir o mesmo alcance e importância da indústria fonográfica para a cultura da Austrália internacionalmente”, disse o CEO da AACTA, Damian Trewhella, listando atividades da Academia que tiveram envolvimento ativo dos dois atores nos últimos anos, tanto na Austrália quanto nos EUA e até na China. “É uma honra incrível ser convidado para servir como presidente da AACTA”, acrescentou Crowe. “Quero redirecionar nossos políticos, de todas as convicções, para aumentar a força e o alcance de nossa indústria local nas telas. Estarei trabalhando para incentivar o governo a dar aos produtores australianos as ferramentas fiscais de que precisam para serem competitivos globalmente, ao mesmo tempo em que pretendo incentivar o talento local e galvanizar a indústria para atrair produções internacionais.” “Precisamos aumentar o número de associados em todas as áreas da indústria e incentivar as pessoas que trabalham no cinema e na televisão e as pessoas que amam o cinema e a televisão a se envolverem com sua Academia. Estou duplamente honrado por Nicole estar comigo. Acho que vamos formar uma boa equipe. É muito difícil dizer não para ela”, completou o ator. Kidman acrescentou: “Sempre tive muito orgulho da indústria australiana de cinema e do que ela continua conquistando globalmente. Estou ansiosa para desempenhar um papel na definição de um tom e uma plataforma para seu sucesso contínuo e futuro”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Russell Crowe (@russellcrowe)

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  • Mark Ruffalo
    Filme

    Mark Ruffalo será pai de Ryan Reynolds na Netflix

    24 de novembro de 2020 /

    O ator Mark Ruffalo (o Hulk da Marvel) vai se juntar a Ryan Reynolds (o Deadpool da Marvel) e Zoe Saldana (a Gamora da Marvel) num filme que não é da Marvel. Ruffalo será o pai de Reynolds (e sogro de Saldana) em “The Adam Project”. Se você ficou se perguntando como um homem de 53 anos pode ser pai de outro de 44, a resposta é simples: viagem no tempo. Produção da Netflix, “The Adam Project” mostrará Reynolds viajando ao passado para ajudar uma versão adolescente dele mesmo. No presente, ele é casado com Saldana, e no passado terá a curiosa oportunidade de chamar Ruffalo e Jennifer Garner (“Clube de Compras Dallas”) de seus pais. O personagem de Ruffalo também será um cientista brilhante (não chamado de Bruce Banner), que tem uma tecnologia poderosa roubada pela vilã da história, vivida por Catherine Keener (“Corra!”). “The Adam Project” será o segundo longa seguido de Reynolds com direção de Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Os dois também fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que deveria estrear em dezembro, mas saiu do calendário de lançamentos da Disney devido à pandemia de coronavírus. A premissa, que lembra “De Volta ao Futuro” (1985), é de um antigo projeto abandonado, chamado “Our Name Is Adam”, que foi escrito por T.S. Nowlin (roteirista da trilogia “Maze Runner”) e quase virou filme em 2012, com Tom Cruise no papel principal. O roteiro atual foi refeito por Jonathan Tropper (criador da violenta série “Banshee”) e a produção está a cargo dos estúdios Skydance e Paramount, que reforçam suas parcerias com a Netflix após o sucesso de “The Old Guard”. Reynolds também vem de vários projetos com a Netflix, como “Esquadrão 6” e o vindouro “Red Notice”, assim como as duas atrizes principais da produção. Garner acaba de rodar a comédia “Yes Day” e Saldana vai estrelar a minissérie “From Scratch” na plataforma.

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  • Série

    Encontrando Forrester: Filme de Sean Connery pode virar série

    24 de novembro de 2020 /

    A rede americana NBC encomendou o projeto de uma série baseada no filme “Encontrando Forrester” (2000). Apresentado pela Sony Pictures TV, o projeto vem dos escritores TJ Brady e Rasheed Newson (“The Chi”) e contará com um piloto assinado pelo cineasta Tim Story (“Quarteto Fantástico”, “Shaft”). Além destes, caso seja aprovada, a série terá entre seus produtores o astro da NBA Stephen Curry. O filme original, dirigido por Gus Van Sant e escrito por Mike Rich, trazia Rob Brown como um astro de basquete do ensino médio e escritor prodígio, que encontra um mentor em um escritor solitário, interpretado por Sean Connery. A nova adaptação vai alterar a raça e o sexo dos protagonistas e será centrada em duas personagens negras: uma órfã sem-teto de 16 anos, cujas habilidades no basquete abrem as portas para um colégio interno de elite, e uma autora lésbica cuja carreira foi arruinada por um escândalo. Apesar de poucos pontos em comum com o filme, a série em potencial pretende refletir as mesmas ideias, analisando os custos de sucesso e oferecendo redenção por meio do vínculo entre as duas personagens. A Sony lançou o filme de 2000, que arrecadou US$ 80 milhões em todo o mundo (e também gerou um meme na Internet do personagem de Connery apresentando a frase “You the man now, dawg!”) O projeto se junta a uma lista de desenvolvimento da NBC que inclui outra adaptação de filme dramático antigo, “Tomates Verdes Fritos”, produzida pelo veterano Norman Lear e estrelada por Reba McEntire. Veja abaixo o trailer original do drama cinematográfico.

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