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  • Série

    Ark: The Animated Series ganha trailer com Vin Diesel, Russel Crowe e Gerard Butler

    12 de dezembro de 2020 /

    Uma nova série animada, inspirada no videogame de ação de sobrevivência “Ark: Survival Evolved”, de 2015, divulgou seu pôster e um trailer com um elenco de dubladores de peso. Os astros confirmados são ninguém menos que Vin Diesel (“Velozes & Furiosos”), Russel Crowe (“Noé”), Gerard Butler (“Invasão ao Serviço Secreto”), Karl Urban (“The Boys”), Malcom McDowell (“O Escândalo”), Elliot Page (“Umbrella Academy”), David Tennant (“Doctor Who”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e Jeffrey Wright (“Westworld”), entre outros. O videogame original do Studio Wildcard segue os jogadores enquanto eles buscam sobreviver em uma ilha isolada habitada por dinossauros e outros animais pré-históricos, perigos naturais e outros humanos perigosos. Já o trailer da nova série mostra uma sobrevivente montada em um dinossauro enquanto luta contra outro ser humano nas selvas pré-históricas da ilha isolada. O Studio Wildcard também anunciou que Diesel ingressou na empresa como Presidente da Convergência Criativa e atuará como produtor executivo de “Ark II” e “Ark: The Animated Series”, além de dublar o personagem de Santiago na série. Além dos nomes famosos citados na abertura, o elenco também conta com Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”), Madeline Madden (“Tidelands”), Juliet Mills (“Nanny”), Zahn McClarnon (“Doutor Sono”), Devery Jacobs (“A Ordem”), Ragga Ragnars (“Vikings”), Ron Yuon (“Mulan”) e Debora Mailman (“Cleverman”). “Ark The Animated Series” está programada para estrear em 2022. Veja o trailer estendido e o anúncio do elenco abaixo.

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  • Etc,  Filme

    WarnerMedia conclui investigação sobre bastidores tóxicos de Liga da Justiça

    12 de dezembro de 2020 /

    Cinco meses depois que o ator Ray Fisher, o Ciborgue da “Liga da Justiça”, mencionou publicamente uma alegada má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, a WarnerMedia concluiu uma investigação sobre o que teria acontecido nos bastidores da produção. Mas não vai compartilhar suas conclusões. “A investigação da WarnerMedia sobre o filme da ‘Liga da Justiça’ foi concluída e medidas corretivas foram tomadas”, disse resumidamente a WarnerMedia em um comunicado na noite de sexta-feira (11/12). A declaração, assinada pela chefe de comunicações globais da empresa, Christy Haubegger, é tudo o que a WarnerMedia tem a dizer sobre o assunto. A empresa não deu mais detalhes sobre quais medidas foram tomadas nem contra quem. O site Deadline teria apurado que executivos de alto escalão do departamento cinematográfico da Warner Bros foram surpreendidos pelo anúncio desta noite, também sem saber quem especificamente estava recebendo punição nesta situação. Por outro lado, Ray Fisher, o homem que exigiu a investigação sobre a conduta do diretor substituto Joss Whedon no set e os produtores do filme, aparentou estar claramente de bom humor. Pouco depois de a declaração da WarnerMedia ter sido divulgada, Fisher compartilhou um texto oficial que recebeu da WarnerMedia com um agradecimento pela “coragem de se apresentar e ajudar a empresa a criar um ambiente de trabalho inclusivo e mais igualitário para seus funcionários e parceiros”. Ele acrescentou sua própria declaração no Twitter: “Ainda há conversas que precisam acontecer e resoluções que precisam ser encontradas. Obrigado a todos por seu apoio e incentivo nesta jornada. Estamos à caminho.” Fisher ainda informou que a investigação “levou a uma ação corretiva”, explicamos que parte disso “já vimos”, mas outros desdobramentos “ainda estão por vir”. A especulação é que ele se refere a Whedon, que há duas semanas abandonou a produção da fantasia “The Nevers”, que ele criou para a HBO, citando exaustão e acontecimentos sem precedentes de 2020 que afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”. Em julho, Fisher acusou Whedon no Twitter de tratar atores e outros membros da equipe de “Liga da Justiça” de maneira “nojenta, abusiva, não profissional e inaceitável” durante as filmagens. E alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, contratado para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. O ator manteve comportamento litigioso desde que fez a denúncia, envolvendo também outros figurões da Warner, como o próprio chefão do estúdio, Toby Emmerich, e o presidente da DC Films, Walter Hamada, e voltou ao Twitter, logo após o anúncio da saída de Whedon, para afirmar que as mudanças de bastidores em “The Nevers” eram consequências da investigação sobre “Liga da Justiça”, e que a “versão oficial” de exaustão seria uma forma encontrada pela Warner para não queimar o cineasta. Ou, na visão do ator, acobertar o comportamento do cineasta. “Não tenho intenção nenhuma de deixar Joss Whedon usar a velha tática hollywoodiana de ‘sair’, ‘deixar’ ou ‘se afastar’ para acobertar seu comportamento horrível. A investigação da WarnerMedia sobre ‘Liga da Justiça’ está a todo vapor há três semanas. Isso é sem dúvida um resultado disso”, escreveu o ator. Em outubro, ele foi além, chegando a insinuar que as decisões tomadas nas refilmagens de “Liga da Justiça” tiveram motivações racistas. “O apagamento de pessoas de cor da versão cinematográfica de 2017 de ‘Liga da Justiça’ não foi um acidente nem uma coincidência”, afirmou Fisher. “Antes do processo de refilmagem, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto escalão da Warner Bros. Pictures”, ele acusou. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich”, nomeou. Embora não se saiba que consequências a investigação trará para a Warner, a polêmica não impediu Fisher de participar de refilmagens de “Liga da Justiça” sob o comando do diretor original, Zach Snyder, para lançamento como uma minissérie de quatro horas na HBO Max em 2021. Na verdade, Snyder prometeu que sua versão terá muito mais participação do Ciborgue que no filme refeito por Whedon. The following was relayed to me on behalf of @WarnerMedia at 5pm EST today: – The investigation of Justice League is now complete. – It has lead to remedial action. (Some we’ve seen, and some that is still to come.) 1/3 — Ray Fisher (@ray8fisher) December 12, 2020 There are still conversations that need to be had and resolutions that need to be found. Thank you all for your support and encouragement on this journey. We are on our way. More soon. A>E 3/3 — Ray Fisher (@ray8fisher) December 12, 2020

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  • Série

    Michael Douglas e Christoph Waltz vão estrelar minissérie Reagan & Gorbachev

    12 de dezembro de 2020 /

    A Paramount Television Studios contratou Michael Douglas (“Homem-Formiga”) e Christoph Waltz (“Django Livre”) para viverem os papéis principais de “Reagan & Gorbachev”, minissérie sobre o fim da Guerra Fria, que será dirigida por James Foley (“Cinquenta Tons Mais Escuros”). Douglas interpretará o presidente americano Ronald Reagan e Waltz viverá o soviético Mikhail Gorbachev. A produção é baseada no livro “Reagan at Reykjavik: Forty-Eight Hours That Ended the Cold War”, de Ken Adelman, que era o diretor de controle de armas de Reagan, e vai contar os bastidores da histórica cúpula Reagan-Gorbachev de 1986 na Islândia, durante o final de semana que foi o ponto de virada fundamental para encerrar a Guerra Fria. Os líderes dos EUA e da URSS se reuniram para uma cúpula de 48 horas em Reykjavik. Planejada como uma reunião curta e inconsequente para delinear futuras negociações, a reunião rapidamente se voltou para as principais questões internacionais, incluindo a Iniciativa de Defesa Estratégica e a possibilidade de eliminar todas as armas nucleares. Essas negociações estabeleceram as bases para o acordo de armas mais abrangente da História no ano seguinte. Foi um fim de semana que mudou o mundo, e a série pretende oferecer um retrato honesto do que realmente aconteceu, segundo seus criadores. O projeto está atualmente sendo oferecido ao mercado, atraindo ofertas de várias canais e plataformas de streaming.

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  • Música

    Willow: Taylor Swift faz continuação de Cardigan em novo clipe místico

    12 de dezembro de 2020 /

    Ao anunciar seu novo álbum-surpresa, “Evermore”, Taylor Swift o descreveu como continuação de seu outro álbum-surpresa de 2020, “Folklore”. E o clipe de “Willow”, primeiro single do novo trabalho, é exatamente isso: uma sequência direta do vídeo de “Cardigan”. Ele começa do ponto em que o anterior terminou. Dirigido pela própria cantora, com fotografia do cinematógrafo mexicano Rodrigo Prieto (“O Irlandês”), três vezes indicado ao Oscar, “Willow” volta a acompanhar Taylor num mergulho ao interior de seu piano mágico. Ao entrar no instrumento, ela viaja a terras místicas, onde dança, diverte-se e encontra o amor. Com um visual que combina paganismo e conto de fadas, embalado por um som misto de folk e música pop (composto em parceria com Aaron Dessner, da banda The National), o clipe chega a lembrar, curiosamente, a carreira de Kate Bush.

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  • Série

    House of the Dragon: Matt Smith e Olivia Cooke vão estrelar prólogo de Game of Thrones

    12 de dezembro de 2020 /

    A HBO divulgou novos nomes do elenco “House of the Dragon”. Prólogo de “Game of Thrones” centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys, a série foi reforçada por Olivia Cooke (“Bates Motel”), Matt Smith (“Doctor Who”) e Emma D’Arcy (“Truth Seekers”). Eles se juntam a Paddy Considine (“Peaky Blinders”), anteriormente confirmado no papel do Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente. D’Arcy e Smith serão, respectivamente, a princesa Rhaenyra Targaryen (filha do rei) e o príncipe Daemon Targaryen (irmão do rei), enquanto Cooke viverá Alicent Hightower, a filha do Mão do Rei – a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos, perdendo apenas para o próprio rei em autoridade e responsabilidade. A série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e o escritor George R.R. Martin, autor da saga literária que inspirou “Game of Thrones”. A trama, por sinal, baseia-se num livro de Martin, “Fogo & Sangue”. A produção também contará com o retorno de um diretor veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos”, que dirigirá o piloto e capítulos adicionais. Martin, Condal e Sapochnik são os produtores executivos da atração, que ainda contará com os diretores Clare Kilner (“Expresso do Amanhã”), Geeta V. Patel (“The Magicians”) e Greg Yaitanes (“Banshee”) no comando dos episódios. As gravações estão marcadas para o começo de 2021, mas a HBO ainda não fez previsão para sua estreia.

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  • Filme

    Ana De Armas vai estrelar thriller de ação dos diretores de Vingadores: Ultimato

    12 de dezembro de 2020 /

    A atriz cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”) será a protagonista feminina do thriller de ação “The Gray Man”, dos diretores Joe e Anthony Russo (“Vingadores: Ultimato”), que promete ser o filme mais caro já produzido pela Netflix. Ela é o terceiro nome confirmado no elenco, após o anúncio do projeto com os atores Ryan Gosling (“La La Land”) e Chris Evans (também de “Vingadores: Ultimato”) nos papéis principais. “The Gray Man” será o segundo filme dirigido pelos Russo após quebrarem todos os recordes de arrecadação com “Vingadores: Ultimato”, no ano passado. Antes da pandemia de covid-19, eles voltaram a se reunir com Tom Holland, o Homem-Aranha, no drama criminal “Cherry”, que está atualmente em pós-produção. O novo projeto vai custar mais de US$ 200 milhões, maior orçamento já gasto pela Netflix num único filme. Segundo o Deadline, a aposta é alta para transformar a produção no começo de uma franquia “no nível de James Bond”. A presença de Ana De Armas até ajuda a empurrar nesta direção, já que ela será a nova Bond girl de “007 – Sem Tempo para Morrer”. Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, “The Gray Man” vai trazer Gosling como um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). Desde a publicação de “The Gray Man”, o matador já apareceu em outras quatro aventuras literárias. A mais recente, “One Minute Out”, foi publicada em fevereiro deste ano nos EUA.

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  • Etc

    FKA Twigs processa Shia LaBeouf por abuso sexual e agressão

    11 de dezembro de 2020 /

    O ator Shia LaBeouf está sendo processado pela cantora FKA Twigs, com quem atuou no filme “O Preço do Talento” (Honey Boy), por abuso sexual e agressão. Eles namoraram por alguns meses entre 2018 e 2019 e foi nesse período que Shia teria agredido, aterrorizado e transmitido uma doença sexual de forma “consciente” para ela, como especificado no processo, entre outras acusações. “Esta ação foi movida não para ganho pessoal, mas para esclarecer as coisas e ajudar a garantir que nenhuma mulher precise sofrer o abuso que Shia LaBeouf inflige a suas parceiras românticas”, diz a ação registrada nesta sexta (11/12) no Tribunal Superior de Los Angeles. “Os dias em que LaBeouf podia maltratar e prejudicar as mulheres impunemente acabaram”, acrescenta o documento, citando um ciclo de “abusos implacáveis” por parte do ator. FKA Twigs abriu o processo sob seu nome real, Tahliah Barnett, e a ação também cita comportamento violento similar de LaBeouf contra Karolyn Pho. Como Twigs, a estilista Pho também foi uma ex-parceira romântica de LaBeouf. “Por muito tempo, LaBeouf procurou desculpar suas ações repreensíveis como as excentricidades de um ‘artista’ de pensamento livre”, declara o processo. “Shia LaBeouf machuca as mulheres”, continua o processo. “Ele as usa. Ele as abusa, tanto física quanto mentalmente. Ele é perigoso. ” O ponto central da denúncia foi uma agressão sofrida por FKA, que quis terminar tudo quando Shia dirigia de “maneira imprudente, removendo o cinto de segurança e ameaçando bater se ela não declarasse seu amor por ele”. Quando ela saiu do carro, “LaBeouf a seguiu, agrediu e jogou-a contra o carro enquanto gritava com ela. Depois, obrigou-a a entrar novamente no automóvel.” Em outra agressão atribuída ao ator, Twigs narra que um dia acordou sendo enforcada por ele. Ela ainda relata que temeu por sua própria vida, pois ele a colocava em risco diversas vezes. Além disso, conta que o ator frequentemente deixava hematomas em seu braço e pulso pela maneira como a segurava e puxava durante discussões. Representantes de LaBeouf não comentaram o processo. LaBeouf conheceu FKA Twigs nas filmagens de “O Preço do Talento”, longa biográfico, que ele próprio escreveu, inspirando-se em sua vida real. Antes desse relacionamento, ele teve um namoro conturbado com Mia Goth, que também conheceu num set, durante a produção de “Ninfomaníaca”. Várias discussões e brigas do casal foram flagradas em vídeos e distribuídas pela internet. Devido a seu assumido alcoolismo, o ator já foi parar anteriormente em tribunais. Em 2008, ele foi pego dirigindo bêbado em Los Angeles, o que é considerado um crime grave. Depois, em 2014, saiu algemado de uma apresentação do espetáculo musical “Cabaré”, em Nova York, que ele interrompeu com conduta desordeira. Em 2015, foi preso nas ruas de Austin, no Texas, por comportamento enebriado. E em 2017, acabou numa delegacia de Savannah, na Geórgia, num intervalo das filmagens de “The Peanut Butter Falcon”, após ser detido por desordem e embriaguez pública. Vídeos desta ocasião trazem o ator xingando sem parar os policiais que o detiveram, inclusive com ofensas racistas contra os policias negros. Até então, o comportamento de LaBeouf resultou em penas de liberdade condicional e multas. Após o processo se tornar público, FKA Twigs usou seu Instagram para comentar a situação. “Pode ser surpreendente para vocês saberem que eu estava em um relacionamento emocional e fisicamente abusivo. Também foi difícil para mim processar, durante e depois, pois nunca pensei que algo assim fosse acontecer comigo. É por isso que decidi que é importante falar sobre isso e tentar ajudar as pessoas a entenderem que, quando você está sob o controle coercivo de um agressor ou em um relacionamento violento com um parceiro íntimo, sair não parece uma opção segura ou alcançável. Espero que, ao compartilhar minha experiência, possa realmente ajudar os outros a sentirem que não estão sozinhos”. Ela acrescentou: “Meu segundo pior pesadelo é ser forçado a compartilhar com o mundo que sou uma sobrevivente de violência doméstica. Meu primeiro pior pesadelo é não contar a ninguém e saber que eu poderia ter ajudado pelo menos uma pessoa compartilhando minha história”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por FKA twigs (@fkatwigs)

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  • Filme

    Amazon vai lançar comédia com Jennifer Lopez

    11 de dezembro de 2020 /

    A Amazon adquiriu os direitos internacionais de “Shotgun Wedding”, comédia romântica que vai juntar a cantora Jennifer Lopez (“As Golpistas”) com Armie Hammer (“Rebecca, a Mulher Inesquecível”). Mistura de comédia e ação, “Shotgun Wedding” vai acompanhar os personagens de Lopez e Hammer no dia de seu casamento. Enquanto reúnem suas famílias adoráveis, mas cheias de opiniões, para viajar até o local da cerimônia, os dois começam a discutir e colocar em xeque o matrimônio. E no momento em que o casamento balança, todos acabam virando reféns de criminosos. O projeto vem do estúdio Lionsgate, tem roteiro de Liz Meriwether (a criadora de “New Girl”) e Mark Hammer (“Apenas Duas Noites”), direção de Jason Moore (“A Escolha Perfeita) e ainda inclui o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”) em sua equipe de produção. É que ele estava originalmente negociando estrelar o filme, mas acabou acertando apenas como produtor. A Lionsgate permaneceu com os direitos de exibição nos EUA, onde tentará lançar o filme nos cinemas. As filmagens vão começar no começo de 2021, mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Amazon vai produzir filme biográfico de Fred Astaire e Ginger Rogers

    11 de dezembro de 2020 /

    A Amazon encomendou a produção de “Fred & Ginger”, um filme biográfico sobre a parceria icônica de Fred Astaire e Ginger Rogers, o casal mais famoso dos musicais clássicos de Hollywood. O longa pretende revelar detalhes da vida do casal, incluindo a história de amor entre as duas lendas, dentro e fora das telas, enquanto celebra a magia criativa de sua parceria artística. Os intérpretes já foram escolhidos. Os atores Jamie Bell (“Rocketman”) e Margaret Qualley (“Era uma Vez em… Hollywood”) vão desempenhar os papéis principais, retratando os famosos dançarinos de “O Picolino” (1935), “Ritmo Louco” (1936), “Nas Águas da Esquadra” (1936), “Vamos Dançar?” (1937), “Dance Comigo” (1938) e “A História de Irene e Vernon Castle” (1939) em sua juventude. O roteiro foi escrito por Arash Amel (“Grace de Mônaco”) e a direção está a cargo de Jonathan Entwistle (criador da série “I Am Not Okay with This”). Vale lembrar que Jamie Bell foi revelado aos 14 anos como ator-dançarino, no papel-título do célebre musical “Billy Elliot” (2000), enquanto Qualley mostrou suas habilidades de dança na minissérie “Fosse/Verdon”, do canal pago FX. Além de atuarem, os dois também serão produtores do filme, que ainda conta com Max Minghella (o Nick de “The Handmaid’s Tale”) em sua produção.

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  • Série

    Batwoman: Heroína tem nova intérprete no trailer da 2ª temporada

    11 de dezembro de 2020 /

    A rede americana The CW divulgou o primeiro trailer completo da 2ª temporada de “Batwoman”, que mostram Javicia Leslie com substituta de Ruby Rose no papel principal. Javicia interpreta uma nova personagem, Ryan Wilder, criada pela showrunner Caroline Dries especialmente para a série (mas que vai aparecer primeiro nos quadrinhos). Ela será introduzida no primeiro capítulo da 2ª temporada, como uma fã das ações da vigilante de Gotham City que o destino acaba colocando no lugar da heroína. A prévia revela que Ryan encontra o uniforme abandonado da heroína, que teria desaparecido misteriosamente, deixando seus amigos desesperados. Apesar da mudança, a produção ainda não deu pistas de como vai lidar com o sumiço de Katy Kane, a personagem de Ruby Rose, que em maio anunciou que não voltaria na 2ª temporada. A temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição, mas Caroline Dries já disse que não pretende matar Kate na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando a série voltar ao ar em 17 de janeiro nos EUA. “Batwoman” é exibida no Brasil pelo canal pago HBO.

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  • Etc

    The Last of Us: Part 2 é eleito Jogo do Ano no Game Awards

    11 de dezembro de 2020 /

    “The Last of Us: Part 2” foi eleito o Jogo do Ano no Game Awards 2020. O evento, que aconteceu de forma digital na noite de quinta-feira (10/12), rendeu mais seis troféus ao game: Melhor Direção, Melhor Narrativa, Melhor Design de Áudio, Melhor Atuação (Laura Bailey como Abby), Melhor Inovação em Acessibilidade e Melhor Jogo de Ação/Aventura. A consagração é um tapa na cara no grupo extremista homofóbico que tentou organizar um boicote malsucedido, bombardeando sites como Metacritic e IMDb com preconceito e notas baixas para tentar impedir o sucesso do jogo – tudo porque sua protagonista é uma jovem lésbica. Com mais de 100 mil comentários (a maioria negativos), “The Last of Us: Part 2” virou o produto mais comentado do Metacritic em todos os tempos. Entretanto, a quantidade esmagadora de comentários negativos não tem a menor relação com a opinião do público em geral. Além da consagração da crítica e das premiações, “The Last of Us: Part 2” é o maior sucesso de vendas de 2020. Em menos de um mês, o jogo vendeu mais cópias do que todos os outros títulos do top 10 (dos mais vendidos do ano)… somados. A consagração é tamanha que o segundo game mais premiado da noite de quinta, “Hades” venceu apenas duas categorias, como Melhor Jogo Independente e Melhor Jogo de Ação. “The Last of Us” também vai virar série na HBO, que será escrita por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Mazin será coprodutor-executivo da série ao lado de Carolyn Strauss, sua parceira na produção de “Chernobyl” (e também produtora de “Game of Thrones”), e de Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a atual sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. Veja o trailer do game abaixo.

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  • Etc,  Filme

    Victoria Racimo (1943 – 2020)

    11 de dezembro de 2020 /

    A atriz Victoria Racimo, que apareceu em vários filmes e séries dos anos 1970 e 1980, morreu em 29 de novembro em Williamsburg, Virgínia (EUA), aos 69 anos. Apesar do tempo transcorrido, a causa de sua morte não foi anunciada. Nascida em Nova York, mas descendente de Filipinos, ela geralmente era escalada em papéis “étnicos”. Na TV, gravou episódios de “Mod Squad”, “Mannix”, “Kung Fu”, “Havaí 5-0”, “Fuga das Estrelas” (Logan’s Run) e “Ilha da Fantasia”, entre outras séries, além de ter um arco importante durante a 3ª temporada do popular drama novelesco “Falcon Crest”. No cinema, foram menos papéis, incluindo pequenas participações no thriller “O Dia do Golfinho” (1973), de Mike Nichols, e no terror “A Semente do Diabo” (1979), de John Frankenheimer. Mas se destacou na aventura “Os Homens da Montanha” (1980), no papel de uma índia resgatada por Charlton Heston, que motivava uma luta por sua “posse”. Seu último filme foi outra incursão a “terras selvagens”, “Caninos Brancos 2: A Lenda do Lobo Branco” (1994). Após desistir de atuar nos anos 1990, Racimo passou a dirigir, escrever e produzir. Ela foi produtora executiva da comédia “Casi Casi” (2006) e escreveu e dirigiu o documentário “One Day”, sobre uma reserva para cavalos de corrida puro-sangue e éguas reprodutoras. Uma forte defensora do bem-estar e direitos dos equinos, ela também escreveu em 2017 um livro sobre “A Vida Equestre de Elvis Presley”.

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  • Filme

    Kim Ki-duk (1960 – 2020)

    11 de dezembro de 2020 /

    O polêmico cineasta sul-coreano Kim Ki-duk morreu de complicações decorrentes de covid-19 na madrugada desta sexta (11/12), num hospital da Letônia, aos 59 anos. Ele teria viajado para o país báltico com a intenção de comprar uma casa e obter uma autorização de residência. A notícia foi confirmada por Vitaly Mansky, o documentarista russo que mora na Letônia e dirige o ArtDocFest local, e o Ministério de Relações Exteriores da Coreia do Sul foi citado como tendo confirmado a morte do diretor em reportagens da mídia coreana. Nascido em 20 de dezembro de 1960, em Bonghwa, Coreia do Sul, Kim se estabeleceu como autor de cinema de arte premiado, com filmes de temas sombrios e polêmicos, sempre em evidência no circuito dos festivais internacionais. Mas nos últimos anos vivia um ostracismo forçado, após ser acusado de má conduta sexual por atrizes com quem trabalhou, durante a mudança sísmica da indústria cinematográfica, decorrente do movimento #MeToo. Ele sempre foi queridinho dos festivais europeus, fazendo premières no continente desde sua estreia cinematográfica de 1996. Seu debut de baixo orçamento, “Crocodile”, foi lançado no Festival Karlovy Vary, na Reública Tcheca, assim como os dois longas seguintes, “Animais Selvagens” (1997) e “Paran Daemun” (1998). Sua consagração veio com o quarto lançamento, “A Ilha” (2000), premiado nos festivais de Veneza, Bruxelas e Fantasporto. “A Ilha” também ganhou notoriedade por suas cenas terríveis de violência, inclusive contra animais – supostamente reais – , e conteúdo abertamente indigesto, um padrão que se tornaria marca do diretor. Reza a lenda que, durante a exibição em Veneza, o público abandonou as sessões entre surtos de vômitos e desmaios. O longa nunca foi exibido no Reino Unido, onde teve a projeção proibida. Também recebeu críticas extremamente negativas da imprensa sul-coreana, que o considerou de péssimo gosto. Mas os elogios europeus acabaram prevalecendo e a controvérsia ajudou a projetar seu nome. “Endereço Desconhecido” (2001) levou-o de volta a Veneza, “Bad Guy” (2001) inaugurou sua relação com o Festival de Berlim e “The Coast Guard” (2002) lhe rendeu três troféus em Karlovy Vary. Mas o filme que realmente o popularizou entre os cinéfilos acabou não tendo nada a ver com os caminhos que ele vinha trilhando. “Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera” (2003) abordava um mosteiro budista que flutuava num lago em meio a uma floresta intocada, e representava uma suavidade inédita em sua carreira. Venceu o Leopardo de Ouro e mais quatro troféus no Festival de Locarno, além do Prêmio do Público no Festival de San Sebástian, e graças à repercussão amplamente positiva – sem nenhum resquício de polêmica – conseguiu distribuição internacional da Sony. Só que seu lançamento seguinte voltou a mergulhar no horror. “Samaritana” (2004) acompanhava um prostituta amadora numa história de amor, morte e desespero, apontando um guinada sexual para o sadismo do diretor. Foi o começo de uma radicalização, que, no entanto, não se deu de uma hora para outra. Kim Ki-duk seguiu alimentando sua fama com a conquista do Leão de Prata de Melhor Diretor por “Casa Vazia” (2004), no Festival de Veneza. Ele ainda adentrou o Festival de Cannes com “O Arco” (2005), antes de retomar o cinema extremo com “Time – O Amor Contra a Passagem do Tempo” (2006), sobre uma mulher que decide sofrer cirurgia plástica extensa para salvar seu relacionamento. Este filme passou e foi premiado apenas em festivais de terror, como Fantasporto e Sitges. Após um par de dramas românticos incomuns, ele realizou seu primeiro documentário, “Arirang” (2011), refletindo sobre sua própria carreira. A obra autocongratulatória venceu a mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes. Só que o sangue voltou a rolar logo em seguida, no impressionante “Pieta” (2012). O filme venceu o Leão de Ouro, mas causou muita controvérsia devido a uma cena forte de estupro. Alguns espectadores abandonaram a première em Veneza, diante dos desdobramentos da relação entre um violento cobrador de dívidas, que fere devedores de forma brutal, e uma mulher que afirma ser sua mãe. Kim Ki-duk disse que as cenas polêmicas eram uma metáfora do capitalismo. A premiação de “Pieta” serviu de incentivo para o diretor explorar ainda mais seu sadismo cinematográfico. O lançamento seguinte, “Moebius”, foi recusado nos cinemas sul-coreanos, pelo conteúdo com incesto, castração e outras formas de situações “impróprias”, segundo a Korea Media Rating Board (KMRB), responsável pela classificação etária dos filmes no país. A trama apresentava uma família destrutiva, questionando os seus desejos sexuais básicos. “One On One” (2014) buscou mais violência, com o assassinato em série de suspeitos da morte de uma jovem estudante. Dividido entre o desejo dos fãs por filmes cada vez mais radicais e a falta de interesse dos festivais na brutalidade gratuita, a carreira de Ki-duk acabou à deriva, como o protagonista de seu filme “A Rede” (2016), encontrado perdido entre as Coreias do Norte e do Sul. Uma reviravolta marcou o lançamento de “Humano, Espaço, Tempo e Humano” (2018) no Festival de Berlim, que foi marcado por protestos – não por imagens terríveis, mas pelo homem atrás das câmeras. Kim deixou de ser um cineasta de cenas sádicas para virar um cineasta sádico, ao ser condenado por agressão contra uma atriz durante as filmagens de “Moebius” (2013). A vítima, cuja identidade foi mantida em sigilo, acusou Kim em 2017 de lhe dar três tapas e forçá-la a realizar cenas sexuais sem roupa, que não estavam no roteiro, nos bastidores da produção. A acusadora afirmou que Kim forçou-a a pegar o pênis de um ator, apesar de uma garantia anterior de que uma prótese seria usada. Devido a seus protestos, ela foi substituída por outra atriz no filme. O que a levou a entrar na justiça. Um tribunal sul-coreano multou Kim em US$ 4,6 mil por agressão, mas os promotores não consideraram as acusações de abuso sexual citando a falta de provas. Foi uma quantia irrisória. Mas custou sua carreira. Kim tentou aproveitar o palco oferecido pelo Festival de Berlim para se defender, afirmando que os tapas foram dados como instruções para atuação. Mas, logo em seguida, mais duas atrizes denunciaram abusos ainda piores cometidos pelo diretor. Uma delas disse que Kim exigiu vê-la nua durante um processo “humilhante” de seleção, enquanto a outra contou que Kim e seu ator favorito, Cho Jae-hyeon, a estupraram após convocá-la para um encontro num hotel para “discutir detalhes de um roteiro”. O diretor ainda conseguiu exibir seu último filme, “Din” (2019), no Festival de Cannes, mas não houve interessados para lançá-lo comercialmente. Inconformado, ele tentou processar as atrizes denunciantes. Fracassou. As últimas notícias afirmavam que ele tinha entrado em depressão profunda e não tinha nenhum trabalho em desenvolvimento.

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