Trailer de “A Última Carta de Amor” resume o novo romance da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “A Última Carta de Amor”, que basicamente resume o filme inteiro em seus 2h37 minutos de duração. A prévia revela detalhes, reviravoltas e até uma expectativa de final para a história romântica apresentada, eliminando as surpresas que possam existir na história. O filme é baseado no romance de mesmo nome de Jojo Moyes, escritora conhecida do público de cinema como a autora do livro que virou “Como Eu Era Antes de Você” (2016). A história é apresentada pela perspectiva de uma jornalista que encontra uma coleção de antigas cartas secretas, descrevendo um caso de amor proibido na década de 1960. Nas cartas, ela descobre que um colega de profissão se apaixonou pela esposa de um homem que ele deveria entrevistar, gerando um affair que acabou em tragédia. Obcecada com a história, ela tenta descobrir o que aconteceu com o casal, procurando-o nos dias de hoje. O elenco destaca Felicity Jones (“Rogue One”) como a jornalista, Shailene Woodley (“Divergente”) e Callum Turner (“Emma.”) como o par romântico, Joe Alwyn (“A Favorita”) como o marido traído, Nabhaan Rizwan (“Informer”) como o parceiro da jornalista, e Ben Cross (“Star Trek”), falecido em 2020, em seu último papel como a versão mais velha do personagem de Turner. “A Última Carta de Amor” é o segundo longa dirigido pela atriz Augustine Frizzell, que estreou com a comédia indie “Never Goin’ Back”, indicada ao Spirit Awards em 2019, e também dirigiu o piloto da série “Euphoria”. A estreia está marcada para 23 de julho em streaming.
Britney Spears chama documentários sobre sua vida de hipócritas
A cantora Britney Spears se manifestou no Instagram a respeito dos documentários que abordam sua vida pessoal. Depois do sucesso de “Framing Britney Spears: A Vida de Uma Estrela”, centrado na batalha que trava contra seu pai, Jamie Spears, nos tribunais dos Estados Unidos contra a tutela a que está submetida desde 2008, vários outros projetos estão em desenvolvimento. “2021 é definitivamente muito melhor do que 2020, mas eu nunca soube que seria assim. Tantos documentários sobre mim este ano com opiniões de outras pessoas sobre minha vida, o que posso dizer… Estou profundamente lisonjeada! Esses documentários são tão hipócritas: eles criticam a mídia e depois fazem a mesma coisa”, escreveu a cantora no Instagram. Ela prosseguiu: “Droga… Eu não conheço vocês, mas fico emocionada em lembrá-los de que, embora tenha passado alguns momentos muito difíceis na minha vida, eu tive muito mais momentos incríveis na minha vida e, infelizmente, meus amigos, acho que o mundo está mais interessado no negativo”. “Quer dizer, isso não deveria ser um negócio e uma sociedade sobre o futuro? Por que destacar os momentos mais negativos e traumatizantes da minha vida desde sempre?”, reclamou a artista, na sequência, onde também compartilhou seus desejos para 2021: viajar e montar um lago de carpas em sua casa, na Califórnia. No final do texto, Britney ainda declara que é ela mesma quem administra sua conta no Instagram, destacando que não conversa mais com seu ex-maquiador Billy Brasfield, conhecido como Billy B – que trabalhou com a cantora no “The X Factor” de 2012 a 2013. Em março, ele disse que a cantora lhe revelou que outra pessoa escreve os textos que acompanham suas fotos e vídeos nas redes sociais. “Eu realmente não falo com Billy B, então estou honestamente muito confusa. Este é o meu Instagram”, declarou Britney – ou a pessoa que escreve os textos de Britney no Instagram. A mensagem é acompanhada por um vídeo em que ela aparece dançando. Britney raramente registra sua opinião para as câmeras, mas, curiosamente, há três semanas fugiu da regra para declarar em vídeo ter sido vacinada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears)
Série de luta livre com astros de “Arrow” e “Vikings” ganha primeiro teaser
O canal pago Starz divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Heels”, série de luta livre (wrestling) estrelada por Stephen Amell, o protagonista de “Arrow”, e Alexander Ludwig, astro de “Vikings”. Eles vivem irmãos que nutrem uma longa rivalidade no ringue e fora dele. A disputa acontece em Duffy, uma pequena comunidade da Georgia que viveu dias de glória quando o ginásio de lutas local era mantido pelo pai dos dois. Agora, o que resta é a briga dos irmãos pelo controle do legado familiar. O personagem de Amell é Jack Spade. Descrito como um “vilão carismático” nos espetáculos de luta, ele também é um marido e trabalhador, que luta para realizar seus sonhos. Seu maior objetivo de vida é fazer da Associação de Luta Livre de Duffy (DWA, na abreviatura em inglês) um império da categoria. Mas ele pode arriscar seu casamento e a relação com o irmão em busca desse sonho. Ludwig interpreta Ace Spade, o “herói dos ringues”, que vence todas as lutas e é adorado pelo público. Mas as coisas são mais difíceis no mundo real, onde sua luta é para conciliar o status de ídolo com suas inseguranças e demônios. Ele é impetuoso, convencido e autodestrutivo – mas tão charmoso que todos costumam perdoá-lo. Criada por Michael Waldron, roteirista da vindoura série do supervilão “Loki”, a série é dirigida pelo cineasta Peter Segal (“Como se Fosse a Primeira Vez”, “Aprendiz de Espiã”) e também inclui em seu elenco Kelli Berglund (“Now Apocalypse”), Alison Luff (“Hospital New Amsterdam”), David James Elliott (“Impulse”), Erica Pappas (“Katty Keene”), Robby Ramos (“Plantados”) e Duke Davis Roberts (“The Son”). A 1ª temporada de oito episódios tem estreia marcada para 15 de agosto. O lançamento no Brasil vai acontecer pela plataforma Starzplay.
Billie Hayes (1924-2021)
A atriz Billie Hayes, que interpretou a bruxa maléfica Wilhelmina W. Witchiepoo na série clássica infantil “A Flauta Mágica”, morreu na quinta-feira (29/4) de causas naturais no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles. Ela tinha 96 anos. Hayes foi cantora de big band, excursionando com a orquestra de Vince Genovese durante sua época de faculdade, nos anos 1940. Depois de se mudar para Nova York, fez um teste para a lenda do teatro JJ Shubert e acabou conquistando os papéis principais em três operetas modernas: “O Príncipe Estudante”, “A Viúva Alegre” e “Blossom Time”. Aos poucos, começou a se destacar no teatro musical. Sua estreia no cinema foi uma reprise de um desempenho teatral. Ela viveu Mammy Yokum, a mãe caipira e enfezada de “As Aventuras de Ferdinando”, de 1959. Hayes tinha interpretado o papel nos palcos da Broadway. Apesar do filme ser baseado nos quadrinhos originais de Ferdinando (chamado de Li’l Abner nos EUA), criados por Al Capp e publicado em tiras diárias de jornais desde 1934, a adaptação era realmente inspirada pelo sucesso do espetáculo, com apenas duas integrantes do elenco teatral ausentes da versão cinematográfica. A atriz acabou identificada com o papel e ainda voltou a viver a mãe de Ferdinando num telefilme da rede ABC de 1971. Preferindo continuar nos palcos, ela não deu sequência à carreira nas telas, reaparecendo apenas em 1967 num episódio de “Os Monkees”, dois anos antes de assumir seu papel mais conhecido. Hayes foi a grande antagonista dos heróis da série psicodélica infantil “A Flauta Mágica” (HR Pufnstuf), criada por Sid e Marty Krofft em 1969. A trama acompanhava um menino náufrago chamado Jimmy (Jack Wild), que era convencido a viajar com uma flauta falante chamada Freddy em um misterioso barco, com a promessa de viver aventuras na maluca Ilha Viva, lar de árvores falantes e sapos cantantes. Só que o barco era possuído e controlado pela bruxa malvada Wilhelmina W. Witchiepoo, que pretendia aprisionar Jimmy e usar Freddy para seus propósitos malignos. A série durou apenas 17 episódios, mas foi reprisada à exaustão e até ganhou um filme em 1971. As reprises se tornaram tão populares que a atriz ainda apareceu como Witchiepoo num especial de TV da banda The Bay City Rollers em 1978. Sua parceria com os irmãos Krofft continuou em outros projetos, principalmente com um papel em “Lidsville” (1971), mais um programa infantil psicodélico, sobre um garoto que vai parar num mundo mágico de chapéus falantes. Desta vez, ela viveu uma aliada do protagonista, Weenie, uma gênia incompetente. Para completar, ainda apareceu num episódio de “Se meu Buggy Falasse” (Wonderbug) em 1976. Mas a fama de bruxa nunca a abandonou. Seu sucesso como Witchiepoo rendeu convites para interpretar outras feiticeiras malvadas, a começar pela vilã da fábula de João e Maria (Hansel e Gretel) num capítulo da série “A Feiticeira”, exibido em 1971. A Disney também a convocou para dublar a gananciosa bruxa Orgoch em “O Caldeirão Mágico”, e a participação no desenho de 1986 lhe abriu as portas para uma carreira bem-sucedida na animação. Ela também dublou bruxas no cultuado “O Estranho Mundo de Jack” (1993) e no sucesso “Shrek para Sempre” (2010), além de inúmeros personagens em séries animadas da Disney, Nickelodeon, Discovery Kids e DC/Warner. As quatro temporadas de “Transformers: Rescue Bots” (2011–2016) foram seus últimos trabalhos.
Elizabeth Olsen vai estrelar minissérie sobre assassina dos anos 1980
A atriz Elizabeth Olsen, estrela de “WandaVision”, vai trocar a plataforma Disney+ pela rival HBO Max em sua próxima minissérie. Ela será protagonista de “Love and Death”, sobre um famoso assassinato acontecido no Texas em 1980. Produção da Lionsgate Television, a atração é baseado no livro “Evidence of Love: A True Story of Passion and Death in the Suburbs”, de John Bloom e Jim Atkinson. Na trama, Olsen interpretará Candy Montgomery, que foi condenada pelo assassinato de sua vizinha e amiga Betty Gore com um machado. A adaptação da tragédia será produzida por David E. Kelley e Nicole Kidman, que retomam a parceria bem-sucedida das séries “Big Little Lies” e “The Undoing”, ambas lançadas pela HBO. Para o novo projeto, eles ainda se associam à diretora Lesli Linka Glatter, indicada cinco vezes ao Emmy pela série “Homeland”. “Esta é uma história emocionante sobre as frustrações e desejos de duas mulheres em uma cidade pequena, que culmina em um terrível ato de violência”, disse a diretora de conteúdo original da HBO Max, Sarah Aubrey. “Estamos entusiasmados com a parceria com David, Lesli, Nicole e Per [Saari, sócia de Kidman] e incrivelmente afortunados por ter Elizabeth no centro de nossa história para trazer à tona todas as camadas de Candy que tornam esta história tão inesquecível.” “Não podíamos imaginar um artista mais perfeita para desempenhar o papel principal de Candy do que Elizabeth Olsen”, disse o presidente do Lionsgate TV Group, Kevin Beggs. “Seu talento, carisma e energia conseguem enfeitiçar o público como nenhuma outra. Estamos orgulhosos de colaborar com uma equipe criativa de classe mundial de Lesli, David e Nicole nesta série emocionante e intrigante e em trazer outra propriedade premium empolgante para nossos parceiros na HBO Max.” “Love and Death” é o segundo projeto sobre o caso Montgomery-Gore em desenvolvimento. A atriz Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) está à frente de “Candy”, outra minissérie que está a cargo do Universal Studio Group, com produção de Robin Veith e Nick Antosca, ambos de “The Act”. Nenhuma das duas atrações revelou cronograma de produção ou previsão de estreia.
Danilo Gentili revela diagnóstico de covid-19 e pede orações
O comediante e apresentador de TV Danilo Gentili revelou no Twitter que recebeu diagnóstico de covid-19. Em mensagem postada na noite de segunda (3/5), ele diz que tomou todas as precauções recomendadas pelas autoridades e só saía de casa para trabalhar. Apesar disso, foi infectado. “Eu me cuido. Sem ser o trabalho, não saio para lugar nenhum, até mesmo por preocupação com a minha mãe. Mesmo assim testei positivo para covid hoje.” Ele pediu orações aos fãs: “Praticamente não posso tomar nenhum medicamento, e por isso conto com as orações de vocês nesses próximos dias. Obrigado, pessoal”. O programa apresentado por ele no SBT, “The Noite com Danilo Gentili”, continuará no ar com episódios inéditos, que já tinham sido gravados. O deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) e o perfil do Movimento Brasil Livre (MBL) manifestaram seu apoio após a postagem de Gentili: “Melhoras, meu Presidente!” O humorista, que foi cotado pelo MBL para se candidatar na próxima eleição, respondeu com bom humor, usando um slogan esquerdista: “A luta continua, companheiro”. Preparamos uma frente de programas e mesmo com o meu afastamento, o The Noite segue inédito pelos próximos dias. Conto com a audiência de vocês. Obrigado 🙂 pic.twitter.com/pIAxFVfW7C — Danilo Gentili (@DaniloGentili) May 3, 2021
FX renova “Mayans MC” para 4ª temporada
O canal pago FX anunciou a renovação de “Mayans MC” para sua 4ª temporada. Os novos episódios do spin-off de “Sons of Anarchy” foram encomendados uma semana antes do final da 3ª temporada do programa, que vai ao ar em 11 de maio nos EUA. A atual temporada foi a primeira gravada sem a participação do produtor-roteirista Kurt Sutter, criador tanto de “Sons of Anarchy” quanto do derivado, que foi demitido pelo canal por conta de “múltiplas denúncias” de comportamento agressivo no set. O produtor reconheceu suas ações em carta aberta ao elenco e produção, descrevendo-se como “um babaca esquentado”. O desenvolvimento do spin-off foi realizado em parceria entre Sutter e Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e ele também escreveu o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Com o cocriador à frente da produção, o programa permaneceu entre os mais assistidos do FX em sua 3ª temporada. “Elgin James, seus colaboradores criativos, este incrível elenco e equipe entregaram outra temporada épica de Mayans MC”, disse Nick Grad, presidente da programação original da FX Entertainment. “Ao longo de três temporadas, os Mayans contaram histórias que ecoam muito além da fronteira, onde o clube de motociclistas prospera e sobrevive, convidando os fãs para dentro de seu mundo e dando-lhes um lugar à mesa.” O showrunner acrescentou: “Estou profundamente grato a todos na FX e na 20th Century TV por nos permitirem continuar a contar as histórias dos personagens que Kurt e eu criamos e que nosso elenco e equipe levaram a novos patamares na 3ª temporada. Para a 4ª temporada, estamos ansiosos em mergulhar mais fundo nas verdades de cada personagem, explorando o perigo do mundo combustível em que habitam, assim como cada escritor, membro do elenco e equipe, anseia marcar nosso espaço como contadores de histórias. ” A trama da série se passa após os eventos do final de “Sons of Anarchy”, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico. O protagonista é o jovem EZ Reyes (JD Pardo, da série “Revolution”), cuja vida se dividiu entre um passado promissor e um presente sem rumo, após passar um tempo na prisão. Tentando encontrar sua nova identidade após sair da cadeia, ele se junta os motoqueiros de Santo Padre, responsáveis pelo narcotráfico na fronteira da Califórnia com o México. Além de JD Pardo, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”), Maurice Compte (“Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Antonio Jaramillo (“Shades of Blue”), Raoul Max Trujillo (“Sicario: Terra de Ninguém”), Edward James Olmos (“Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”.
“The Good Doctor” é renovada para 5ª temporada
A rede americana ABC anunciou a renovação de “The Good Doctor” para sua 5ª temporada. A atração estrelada por Freddie Highmore (de “Bates Motel”), atualmente na reta final de sua 4ª temporada nos EUA, é uma das séries dramáticas mais assistida da ABC – só perde para “Grey’s Anatomy” – e, repetindo o feito do ano passado, é a primeira série renovada pelo canal em 2021. A audiência, porém, desabou pela metade. No ano passado, contabilizando todas as plataformas, chegava à média de 15,6 milhões de espectadores. Neste ano, está com 8,4 milhões – 100 mil a menos que “Grey’s Anatomy”. Desenvolvida por David Shore (o criador de “House”), a série traz Freddie Highmore como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Além do protagonista, “The Good Doctor” traz em seu elenco Richard Schiff, Antonia Thomas, Hill Harper, Christina Chang, Fiona Gubelmann, Will Yun Lee e Paige Spara. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.
Ben Affleck grava vídeo para provar que não é fake em app de namoro
Depois de ter um match desfeito num aplicativo de namoro, por uma mulher que acreditava estar falando com um fake, o ator Ben Affleck resolveu gravar um vídeo para provar que ele é mesmo usuário do serviço. A jovem Nivine Jay recebeu a mensagem em seu Instagram e caiu para trás. Como é TikToker, tratou de viralizar o vídeo em que o astro de Hollywood reclama: “Nivine, por que você desfez o match comigo? Sou eu”. Na legenda, escreveu: “Desculpa, Ben”. Affleck é usuário do Raya, o “Tinder dos famosos”. O aplicativo, que só está disponível nos Estados Unidos, exige uma mensalidade e permite apenas ingresso de pessoas indicadas por outros membros. Apesar do contratempo atual, o ator é conhecido no aplicativo. De acordo com a revista US Weekly, ele encontrou uma namorada no Raya em 2019. Mas a fama de fake tem atrapalhado os planos de namoro de outras estrelas, como Sharon Stone e até Anitta. As duas já declararam que ninguém acredita que são elas mesmas nos aplicativos. @nivinejay Sorry Ben 🥺🥱 ##raya ##benaffleck ##dating ##fyp ♬ original sound – Amir Yass
Doutor Estranho deveria aparecer no final de “WandaVision”
O Doutor Estranho quase apareceu no final de “WandaVision”. A informação foi confirmada por Kevin Feige, chefe de conteúdo da Marvel Studios, em entrevista à revista Rolling Stone. A decisão de cortar a participação aconteceu durante a fase de desenvolvimento da série da Disney+. “Algumas pessoas podem dizer ‘Ah, teria sido tão legal ver Doutor Estranho’. Mas isso afastaria a atenção de Wanda. Não queríamos que o fim da série fosse uma acomodação para irmos para o próximo filme. Lá está o cara branco [dizendo] ‘Deixe-me mostrar como os poderes funcionam’…”. O corte, porém, aconteceu em fase avançada do projeto, porque Feige acabou contando que os falsos comerciais da série, que não parecem ter sentido no contexto da produção, seriam na verdade mensagens de Wanda (Elizabeth Olsen) para o Mago Supremo (Benedict Cumberbatch). O “próximo filme” mencionado por Kevin Feige é “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que contará com a participação de Wanda Maximoff, agora transformada na Feiticeira Escarlate. A estreia está marcada para março de 2022.
Alexander Skarsgård entra na série “Succession”
O ator Alexander Skarsgård está de volta à HBO, onde fez sucesso como o vampiro Eric de “True Blood” e venceu o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante como o marido abusivo de “Big Little Lies”. Ele se juntou ao elenco da 3ª temporada de “Succession”, série consagrada com o Emmy de 2020. Skarsgård vai interpretar Lukas Matsson, um empresário bem-sucedido e valentão da área de tecnologia. Ele se junta a Sanaa Lathan (“The Affair”), Linda Emond (“Lodge 49”) e Jihae (“Máquinas Mortais”) entre as novidades do terceiro ano da produção, que está atrasado devido às paralisações da pandemia. Focada num império de mídia controlado pela rica e poderosa família Roy, “Succession” explora os aspectos profissionais de uma empresa familiar e o relacionamento bastante complicado entre os sócios-parentes. A 3ª temporada vai trazer o protagonista Logan Roy (o veterano Brian Cox) em uma posição perigosa, após ser emboscado por seu filho rebelde Kendall (Jeremy Strong) no final da 2ª temporada. Lutando para garantir alianças familiares, políticas e financeiras, ele se prepara para uma amarga batalha corporativa, que deve se transformar em uma guerra civil em sua própria família. Criada pelo inglês Jesse Armstrong (de “Fresh Meat” e “Quatro Leões”) e produzida pelo cineasta Adam McKay (de “A Grande Aposta” e “Vice”), a série tem suas duas primeiras temporadas disponíveis na HBO Go.
Vídeo apresenta versão mirim de Cruella
A Disney divulgou um novo comercial de “Cruella”, filme de origem da vilã de “101 Dálmatas” estrelado por Emma Stone (“A Favorita”). A prévia apresenta pela primeira vez a versão mirim da personagem, vivida pela menina Tipper Seifert-Cleveland (“Krypton”) com visual estiloso, mas sofrendo bullying na escola. Concebido como um prólogo, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também faz parte da equipe, como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio.
1899: Nova série de terror dos criadores de “Dark” ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “1899”, nova série dos criadores de “Dark”. A prévia apresenta um navio à distância, no meio do oceano sombrio, enquanto várias vozes soam aflitas. “Não pode ser real” é a última frase ouvida. Desenvolvida pelos produtores e roteiristas alemães Baran Bo Odar e Jantje Friese, que causaram frenesi mundial com a trama de “Dark”, “1899” vai girar em torno de um navio a vapor que vai de Londres a Nova York. Quando os passageiros descobrem outro barco à deriva, sua jornada se transforma em um pesadelo horrível. Odar e Friese foram os primeiros criadores europeus a fechar um contrato de desenvolvimento geral com a Netflix em 2018. Sobre “1899”, Odar chegou a dizer: “O que realmente nos conectou a essa ideia foi o conceito de ter uma série verdadeiramente europeia com um elenco misto de países diferentes. Em seu cerne, está a questão do que nos une e do que nos divide. E como o medo pode ser um gatilho para o último”. A atração será estrelada pelos britânicos Emily Beecham (Melhor Atriz em Cannes pelo terror biológico “Little Joe”), Aneurin Barnard (“Dunkirk”) e Rosalie Craig (“Truth Seekers”), o português José Pimentão (da série da Amazon “Filhas da Lei”), o franco-camaronês Yann Gael (“Loro”), a francesa Mathilde Ollivier (“Operação Overlord”) e vários astros de produções europeias da Netflix, como o alemão Andreas Pietschmann (de “Dark”), o espanhol Miguel Bernardeau (“Elite”), o polonês Maciej Musial (“The Witcher”) e os dinamarqueses Lucas Lynggaard Tønnesen, Clara Rosager (ambos de “The Rain”) e Maria Erwolter (“O Ritual”). A primeira imagem do elenco caracterizado, ao lado dos dois criadores (na extrema esquerda), pode ser vista acima. A data de estreia ainda não foi marcada.












