Reunião de “Friends” ganha teaser e data de estreia
O especial de reencontro do elenco de “Friends” ganhou seu primeiro teaser, que apresenta o título oficial e a data de estreia. Chamado de “Friends: The Reunion”, o especial vai chegar em duas semanas na HBO Max, no dia 27 de maio. Bom para os fãs americanos da série clássica, mas os brasileiros terão que esperar a plataforma da WarnerMedia estrear por aqui, o que deve demorar ainda mais um mês. A menos que haja surpresas – a HBO Max fará um anuncio no Brasil… em 26 de maio! Apesar de divulgar o título e a data, o vídeo economiza detalhes, sem nem sequer mostrar os protagonistas de frente. Eles aparecem de costas, andando abraçados pelas ruas cenográficas do estúdio da Warner Bros. localizado em Burbank, na Califórnia – cena que evoca imagens da série clássica (veja acima). David Schwimmer, Jennifer Aniston, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Courteney Cox e Matt LeBlanc avançam em câmera lenta por 20 segundos, até um letreiro surgir para anunciar “The One Where They Get Back Together” (Aquele em que eles se reencontram), adotando a nomenclatura original dos títulos da série. Maiores informações vieram via comunicado da WarnerMedia, que revelou vários convidados especiais. Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, o elenco negociou em conjunto para que todos os integrantes recebessem o mesmo para participar do especial, num valor entre US$ 2,5 milhões e US$ 3 milhões de cachê para cada um. A direção está a cargo de Ben Winston (“The Late Late Show with James Corden”), que também assina a produção ao lado dos criadores de “Friends”, David Crane e Marta Kauffman, e todos os seis astros.
Bela Vingança, Demons Slayer e Mundo em Caos estreiam nos cinemas
A programação de cinema retoma, aos poucos, o ritmo normal com vários lançamentos de apelo e circuitos distintos – amplo e limitado. O grande destaque é a estreia tardia de “Bela Vingança”, último filme do Oscar 2021 a ganhar exibição no país. Vencedor na categoria de Melhor Roteiro Original, o suspense de humor ácido também é um dos filmes mais criativos e inesperados dos últimos tempos. Na trama, a personagem de Carey Mulligan (“Mudbound”) resolve se vingar dos homens, após sua melhor amiga ser estuprada na faculdade, sofrer depressão e se suicidar enquanto sua denúncia era desconsiderada pela instituição. Transformando-se numa justiceira, a protagonista passa a se fingir de vítima fácil para aterrorizar machistas abusados, principalmente os responsáveis pelo destino da amiga. O filme marcou a estreia na direção da atriz (de “The Crown”) e roteirista (de “Killing Eve”) Emerald Fennell, e tem produção da estrela Margot Robbie (“Aves de Rapina”). Fenômeno mundial, “Demon Slayer: Mugen Train – O Filme” chega ao Brasil após se tornar a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos. A produção também bateu “Mortal Kombat” para liderar as bilheterias dos EUA no fim de semana passado. Baseada em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge desde 2016, “Demon Slayer” também já tinha sido adaptado num anime em 2019, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto na Netflix. Por sinal, o filme é uma continuação direta da 1ª temporada do anime e tem o mesmo diretor da série, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A história acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Além de perder todos seus familiares, Tanjiro viu sua irmã ser possuída. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, o menino vira o “demon slayer” (matador de demônios) do título. O circuito amplo ainda inclui o frustrante “Mundo em Caos”, sci-fi cara de Doug Liman (diretor do ótimo “No Limite do Amanhã”), que mesmo juntando Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”) implodiu nas bilheterias e atingiu míseros 23% de aprovação entre a crítica norte-americana. O enredo cheio de furos e ainda assim previsível se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta aquela civilização, supostamente exterminando as mulheres e fazendo com que os pensamentos de todos os homens possam ser ouvidos sem controle, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) tomar o poder. É neste cenário distópico que a astronauta vivida por Daisy Ridley vai parar, após sua nave apresentar problemas. “Mundo em Caos” também é o único lançamento abaixo da crítica da semana. Todos os demais títulos internacionais atingiram mais de 90% no Rotten Tomatoes, inclusive “Mães de Verdade”, da premiada cineasta japonesa Naomi Kawase, e “Um Divã na Tunísia”, da francesa estreante Manele Labidi, que chegam no circuito “de arte”. A lista de estreias ainda se completa com dois documentários brasileiros, “Libelu – Abaixo a Ditadura”, sobre o movimento estudantil dos anos 1970 e 1980, e “Boa Noite”, focado no ex-apresentador do “Jornal Nacional” Cid Moreira. Confira abaixo os trailers de todas as opções. Bela Vingança | EUA | 2020 Demon Slayer: Mugen Train – O Filme | Japão | 2020 Mundo em Caos | EUA | 2021 Mães de Verdade | Japão | 2020 Um Divã na Tunísia | França, Tunísia | 2019 Libelu – Abaixo a Ditadura | Brasil | 2021 Boa Noite | Brasil | 2019
Novo pôster de “Loki” traz pistas sobre a trama
A Disney+ divulgou o novo pôster nacional da série “Loki”, que traz a nova data de estreia e várias pistas sobre a trama da atração. A arte que destaca personagens também inclui três figuras sombrias e adota o tema da passagem do tempo, simbolizado por elementos visuais que incluem até um reloginho de desenho animado. O reloginho, por sinal, foi batizado de Miss Minutes e já é um sucesso nas redes sociais, após aparecer brevemente no trailer da série. Na trama, Miss Minutes representará a mascote da TVA (não confundir com a extinta empresa de TV paga!). Embora muitos detalhes do enredo continuem sendo mantidos em segredo, a série mostrará Loki capturado e forçado a trabalhar para a TVA da Marvel, sigla em inglês da Autoridade da Variação do Tempo, após roubar o Cubo Cósmico (também conhecido como Tesseract) e dar início a uma nova linha temporal. Convencido pelo agente vivido por Owen Wilson a ajudá-lo a consertar o estrago, ele passa a integrar missões para reparar a História, enquanto traça seus próprios planos de fuga. Desenvolvida por Michael Waldron (“Rick and Morty”), a série tem direção de Kate Herron (“Sex Education”) e também inclui Gugu Mbatha-Raw (“The Morning Show”), Richard E. Grant (“Poderia Me Perdoar?”), Sasha Lane (“Utopia”), Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”), Sophia Di Martino (“Flowers”) e Erika Coleman (“Stranger Things”) no elenco. O terceiro lançamento do Marvel Studios para a Disney+, após o sucesso de “WandaVision” e a recém-lançada “Falcão e o Soldado Invernal”, tem estreia marcada para 9 de junho.
Franquia “Uma Noite de Crime” vai acabar. Veja o trailer do último filme
A Universal divulgou duas versões do pôster e o trailer legendado de “Uma Noite de Crime: A Fronteira” (The Forever Purge), filme anunciado como o fim da franquia “The Purge”. A prévia mostra a anarquia inevitável, quando o toque do fim da Noite do Expurgo é ignorado por um grupo de mascarados, que continua cometendo crimes e violência sem parar. A trama do novo filme mostrará uma milícia que não se contenta com uma única noite em que todos os crimes são legalizados e decide tocar o terror para além do limite tolerado. O estúdio garante que este será o último filme da franquia produzida pela Blumhouse nos cinemas. Desde que o primeiro filme escrito e dirigido por James DeMonaco foi lançado em 2013, a premissa rendeu mais quatro longas e uma série de TV com duas temporadas. DeMonaco é novamente responsável pela história de “Uma Noite de Crime: A Fronteira”, mas desta vez a direção está a cargo de Everardo Gout, que só fez séries – como “Banshee”, “Marte” e “Expresso do Amanhã”. O elenco, por sua vez, destaca Josh Lucas (“O Segredo: Ouse Sonhar”), Ana de la Reguera (“Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”), Cassidy Freeman (“Longmire”), Will Patton (“Minari”) e Leven Rambin (“Jogos Vorazes”). A estreia está marcada para 2 de julho nos Estados Unidos e 19 de agosto no Brasil.
Ellen DeGeneres anuncia o final de seu programa de televisão
A apresentadora Ellen DeGeneres anunciou que seu talk show, “The Ellen DeGeneres Show”, um dos mais populares dos EUA, vai acabar no ano que vem, na 19ª temporada. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter na quarta-feira (12/5), ela justificou a decisão dizendo que quer continuar sendo desafiada em sua carreira. “Quando você é uma pessoa criativa, você precisa ser constantemente desafiado – e por mais que o show seja incrível e divertido, não é mais desafiador”. DeGeneres deu a notícia para a equipe um dia antes de revelar o destino do programa para o público. Ela também contou que vai discutir o encerramento com Oprah Winfrey na edição desta quinta (13/5). Segundo a apresentadora, a atração deveria ter acabado na 16ª temporada, mas ela aceitou assinar contrato para mais três anos, já imaginando que seriam os últimos. “Esse foi o plano o tempo todo”, jurou. Entretanto, planos podem não ter nada a ver com o destino do programa, que foi colocado em cheque no ano passado, após uma reportagem do site BuzzFeed trazer à tona denúncias de abusos e maus tratos à funcionários em seus bastidores. A situação chegou a ponto do estúdio Warner, responsável pela produção, iniciar uma investigação interna, com promessas de mudanças e justificativas da própria DeGeneres. Mas isso apenas serviu de desculpa para artistas famosos falarem mal da apresentadora. O comediante Brad Garrett (“Single Parents”), que apareceu seis vezes no “Ellen DeGeneres Show”, tuitou que era de “conhecimento comum” que a equipe era “tratada horrivelmente” pela própria DeGeneres. Ele afirmou: “Conheço mais de uma [pessoa] que foi tratada horrivelmente por ela”, acrescentando que os problemas denunciados vinham “do topo”. A acusação foi reforçada pela atriz Lea Thompson (“Sierra Burgess É uma Loser”), que replicou a denúncia com uma mensagem afirmando que se tratava de “História verdadeira”. Outros dois convidados, que não quiseram revelar a identidade, disseram ao site Page Six que os produtores exigiam que as pessoas bajulassem DeGeneres ao vivo. “Elogie Ellen, diga a ela que grande fã você é”, lembrou uma das fontes. Um dos entrevistados, que esteve na atração há três anos, revelou ter ficado desconfortável ao receber aquelas orientações. As declarações pintaram DeGeneres como hipócrita, já que ela costuma dizer “seja gentil” com frequência, quase como um slogan, enquanto seus funcionários eram maltratados pelos chefes de sua equipe. Depois disso, notas sobre um suposto cancelamento e até mesmo da vontade de DeGeneres de desistir do programa, no ar desde 2003 na TV americana, começaram a aparecer em publicações especializadas em fofoca. Se era suposição ou simples desejo, o fato é que o fim já tem previsão para acontecer. Na entrevista ao THR, DeGeneres garantiu que as denúncias não foram o motivo do encerramento. “Se eu fosse sair do show por causa disso, eu não teria voltado para essa temporada”, afirmou. Ela também revelou que sente vontade de voltar a fazer cinema e TV: “Uma sitcom parece um ‘passeio no parque’ comparado com um talk show de 180 episódios por ano. Não sei se é isso o que quero fazer em seguida, mas filmes com certeza. Se aparecer um grande papel, vou conseguir fazer, algo que eu não consigo agora”. No Brasil, “The Ellen DeGeneres Show” já foi exibido nos canais pagos Warner e GNT.
OAB processa governo Bolsonaro por desmonte da Cultura no país
O Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) propôs Ação Civil Pública contra o desmonte da Cultura no país, dando entrada num processo contra o governo Bolsonaro na Justiça Federal, em Brasília. O documento de 36 páginas argumenta que “atos de autoridades vinculadas à União Federal têm acarretado danos ao patrimônio público e social, violando as garantias fundamentais de direito à cultura.” A ação foi motivada pela clara tática do governo de praticamente congelar o incentivo a cultura no Brasil. Isto tem gerado paralisação ou diminuição drástica de projetos aprovados pela Lei Rouanet, alvo da ação, bem como pela Ancine, que já rendeu um processo à parte do Ministério Público Federal. Na semana passada, o secretário da Cultura Mario Frias assumiu a falta de interesse do governo na aprovação de projetos culturais com uma fala singela: “O governo federal não tem obrigação de bancar marmanjo”. Já governos federais de países como EUA, França, Coreia do Sul e Dinamarca, entre dezenas de outros (centenas?) entendem Cultura como soft power e a incentivam para alavancar sua influência pelo mundo. Os dois últimos vencedores do Oscar de Melhor Filme, “Parasita” e “Druk – Mais uma Rodada” foram produções de marmanjos incentivadas pelo equivalente ao que costumava ser o Ministério da Cultura, implodido pelo atual desgoverno de Bolsonaro. Além de questionar diretamente as medidas – ou falta de medidas – do governo federal, a OAB aponta como contexto a “notória guerra contra a cultura” travada pelo presidente Jair Bolsonaro. A entidade ressalta que, desde a campanha, Bolsonaro já atacava a lei Rouanet. A destruição cultural praticada em nome da ideologia bolsonarista também impacta a atividade econômica e o nível de desemprego no Brasil. O Painel de Dados do Observatório Itaú Cultural, responsável por monitorar a evolução econômica da indústria criativa no Brasil e os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua registram que um em cada dois profissionais da cultura perdeu trabalho no país no ano passado.
Eden: Anime sobre a última menina do mundo ganha trailer dublado
A Netflix divulgou o trailer dublado em português de “Eden”, sci-fi animada que se passa após a extinção da humanidade. A trama do anime se passa num mundo habitado somente por robôs, porque os humanos foram extintos há muito tempo. A maioria dos robôs de Eden 3 sequer acredita que humanos existiram algum dia e os consideram um mito. Até que, num dia aparentemente comum, dois robôs agrícolas esbarram em uma câmara criogênica que contém uma garotinha. Em um mundo que não está pronto para se reintegrar com humanos, os dois decidem criar a jovem Sara em segredo. Mas conforme a última menina se transforma na última adolescente, sua existência vem à tona e outros robôs passam a considerá-la uma ameaça que precisa ser eliminada. Com produção da Qubic Pictures, “Eden” foi criada pelo americano Justin Leach (“Star Wars: A Guerra dos Clones”) e tem direção de Yasuhiro Irie (“Fullmetal Alchemist: Brotherhood”). A estreia está marcada para 27 de maio de 2021. Confira abaixo duas versões do trailer. A segunda traz a voz de Ruby Rose Turner (a Cami da série da Disney “Coop e Cami”) como a voz de Eden, na dublagem original em inglês.
Justiça considera ilegal investigar Felipe Neto por chamar Bolsonaro de genocida
A ação aberta pela Polícia Civil do Rio contra o youtuber Felipe Neto, por chamar o presidente Jair Bolsonaro de “genocida”, tornou-se oficialmente ilegal nesta quarta (12/5). A juíza Gisele Guida de Faria, da 38ª Vara Criminal do TJ do Rio, mandou arquivar a investigação pelo entendimento de sua flagrante ilegalidade. A decisão atendeu ao pedido feito pelos advogados de Felipe, que já haviam conquistado a suspensão do procedimento em caráter liminar. O cancelamento agora é definitivo. Em sua decisão, a magistrada listou diversas questões para considerar o procedimento ilegal. Reforçou que não caberia ao delegado da Polícia Civil do Rio, Pablo Dacosta Sartori, a responsabilidade pelo caso, assim como não poderia o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, ser responsável pelo pedido de abertura do inquérito. O delegado à frente da investigação era o mesmo que, em 2020, abriu na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) inquérito contra o influenciador digital por “corrupção de menores”, que não deu em nada. Desta vez, o suposto caso de enquadramento de Felipe na Lei de Segurança Nacional só poderia ser feito pela polícia federal. Outro problema de “flagrante ilegalidade” foi o delegado aceitar denúncia de Carlos Bolsonaro, porque elenão integra o Ministério Público, não é militar responsável pela segurança interna, nem é Ministro da Justiça, portanto não poderia exigir investigação em nome do presidente da República. Além disso, Gisele Guida de Faria também reconheceu que a manifestação de Felipe está de acordo com a liberdade de expressão e manifestação, como forma de externar a sua revolta diante do número de mortos pela Covid-19 no país. “Não se vislumbra a necessária motivação e objetivos políticos, destinados a vulnerar as instituições e o próprio Estado, no fato de o paciente, um conhecido influenciador digital, ter adjetivado o Presidente da República de ‘genocida’, ao manifestar sua indignação com as milhares de mortes decorrentes da Covid-19 no Brasil e seu profundo descontentamento com a forma com que o Chefe do Executivo Federal vem tratando as questões relativas à pandemia”, argumentou a juíza, que atendeu a manifestação do MP do Rio. O promotor responsável pelo caso já tinha se manifestando afirmando se tratar de uma investigação ilegal, que deveria ser arquivada. A decisão também é um reconhecido judicial do autoritarismo da família Bolsonaro, flagrada numa iniciativa para se colocar acima das leis e das “quatro linhas” da Constituição para constranger, perseguir e buscar censurar aqueles que considera inimigos. “A decisão proferida hoje pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro restabelece, ainda que depois de muito desgaste, a verdade e a justiça. Desde o início ficou claro que o objetivo era apenas me intimidar, me silenciar. É um escândalo que esse absurdo esteja acontecendo no Brasil. O Poder Judiciário felizmente vem agindo contra a perseguição político-ideológica que muitas pessoas estão sofrendo”, disse Felipe Neto, em comunicado. Vale lembrar que, além de Felipe Neto, Carlos Bolsonaro também anunciou que processaria Bruna Marquezine pelo mesmo motivo, num tuíte de mau-gosto em que publicou uma foto da atriz nua. Apesar da iniciativa de Carlos Bolsonaro ter como alvo duas ocasiões em que o presidente Jair Bolsonaro foi chamado de genocida na internet, só o Google registra mais de 1,2 milhão de resultados para a pesquisa “Bolsonaro genocida” nesta quarta-feira (12/5). VITÓRIA OFICIAL!!! ACABOU! Justiça arquiva investigação contra mim por ter chamado o presidente de genocida. Gostaria de dedicar essa vitória ao Carluxo (@CarlosBolsonaro), pois não teria sido possível sem ele. Um grande beijo.https://t.co/9p5CCmVksE — Felipe Neto (@felipeneto) May 12, 2021
“Oxigênio” estreia na Netflix com aprovação maior que filmes do Oscar 2021
O suspense francês “Oxigênio” estreou nesta quarta-feira (12/5) na Netflix com elogios rasgados da crítica internacional. A produção atingiu 95% de aprovação na análise do site Rotten Tomatoes, que considerou 41 críticas publicadas nos Estados Unidos. A nota é maior que as dos dois títulos da plataforma indicados para disputar o Oscar 2021 na categoria de Melhor Filme do ano: “Os Sete de Chicago” (89%) e “Mank” (83%). “‘Oxigênio’ não vai deixá-lo sem fôlego, mas deve deixá-lo pensando – e surpreso. Para esse tipo de filme, este talvez seja o combustível mais precioso de todos”, diz o trecho destacado da crítica da rede CNN. Dirigido pelo cineasta francês Alexandre Aja (“Predadores Assassinos”), o filme traz Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”) presa em local desconhecido e lutando para sobreviver com oxigênio limitado. Ela acorda isolada em uma cápsula de criogenia, sem memórias e aos poucos percebe que o segredo para sua sobrevivência pode estar na descoberta de sua própria identidade. Apesar da história se concentrar na experiência claustrofóbica da estrela francesa, o elenco também inclui Mathieu Amalric (“O Som do Silêncio!”) e Marc Saez (“Borgia”). Veja o trailer abaixo.
Adam Sandler encontra atendente de lanchonete de vídeo viral, após não ser reconhecido
Já virou lugar comum dizer que Adam Sandler é realmente um dos atores mais bacanas de Hollywood. Sempre solícito, ele não se cansa de surpreender. E o “Sandman”, como é conhecido pelos fãs, voltou a atacar nesta semana. Há alguns dias, o astro apareceu num vídeo que viralizou nas redes sociais, porque uma atendente de lanchonete não o reconheceu, dizendo que a fila de espera para fazer o pedido era de 30 minutos. Em vez de dizer o típico “você sabe quem eu sou”, ele simplesmente foi embora, frustrado. Depois que o vídeo, gravado por uma câmera de segurança, foi compartilhado, tornando-se viral, Sandler brincou que só tinha desistido porque a promoção “coma tudo o que puder” não valia para milkshakes. A rede de lanchonetes aproveitou a piada para organizar uma “segunda-feira do milk-shake”, prometendo doar US$ 1 por unidade vendida para a organização beneficente Comedy Gives Back, dedicada a apoiar comediantes em necessidade. Assim como o vídeo viral, a ação também ganhou repercussão nas redes sociais. E Adam Sandler, claro, resolveu comparecer pessoalmente ao evento, aproveitando um passeio com um de seus buldogues. Aparentemente, ele é vizinho da lanchonete. A jovem atendente desta vez o reconheceu e os dois posaram juntos para um registro no TikTok. “Não poderia ter ficado mais animada! Obrigado, Adam Sandler!”, escreveu Dayanna Rodas ao publicar uma série de cliques ao lado do ator de “O Paizão” e outros sucessos. Ele agradeceu de volta pelos milkshakes com uma foto de seu buldogue no Twitter. Veja abaixo o resumo disso tudo nas redes sociais. @dayanna.rodas Pleaseee come back ##comedy ##fyp ##foryou ##viral ##adamsandler ♬ Be A Clown – ָ࣪ ۰♥︎ Osuna ࣪𖥔꒷ For the record, I only left the IHOP because the nice woman told me the all-you-can-eat deal didn’t apply to the milkshakes. — Adam Sandler (@AdamSandler) May 4, 2021 @dayanna.rodas Couldn’t have been more excited!! Thank you Adam Sandler! #fyp #ihop #milkshakemonday #adamsandler #awesome #viral ♬ Best Day Of My Life – American Authors Thank u IHOP for Milkshake Monday pic.twitter.com/SsTEK0W0XK — Adam Sandler (@AdamSandler) May 11, 2021
Cacatua de Iggy Pop vira sucesso no Instagram e ajuda hospital veterinário
Biggy Pop, a cacatua de Iggy Pop, virou um sucesso no Instagram com seus posts de reação à músicas. Tanto que as próprias bandas estão postando os vídeos em que Iggy Pop registra o pássaro dançando ao som das mais diferentes gravações. O post mais recente do ilustre emplumado foi publicado diretamente pela banda inglesa Sleaford Mods com exclusividade, desfalcando a lista de “reacts” do perfil oficial do bicho. Iggy adotou Biggy há 12 anos, ao encontrá-lo à venda numa estrada da Flórida. Ele não estava saudável. A dedicação que ajudou a curar a ave fez nascer uma nova paixão do cantor pela defesa dos animais silvestres. Graças a isso, Biggy foi convidado a virar patrono do Hospital de Vida Selvagem de Byron Bay, na Austrália, lar original das cacatuas. Desde o ano passado, seu Instagram também tem ajudado a divulgar os esforços dos veterinários, que graças à doações conseguiram montar uma clínica móvel, que funciona num caminhão gigante em viagens pelas estradas australianas para ajudar, tratar e salvar animais ameaçados. Detalhe: a clínica móvel traz um desenho de Biggy Pop em suas portas traseiras. Veja abaixo este e outros vídeos com a cacatua mais roqueira do mundo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sleaford Mods (@sleaford_mods) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop)
Chris Hemsworth comemora 10 anos de Thor com foto de quando era “desconhecido”
O astro Chris Hemsworth lembrou de comemorar (tardiamente) os 10 anos de lançamento do primeiro “Thor”. Para marcar o aniversário, que na verdade aconteceu no mês passado, Chris Hemsworth compartilhou uma foto com Tom Hiddleston diante do roteiro do filme, quando foram confirmados como protagonistas da superprodução em 2009. “Este ano marca o 10º aniversário de Thor, quando dois rapazes desconhecidos receberam as chaves do reino”, ele comentou ao lado da imagem. “Tem sido uma viagem e tanto e claramente não envelhecemos um dia”, completou, brincando. Tanto ele quanto Hiddleston estão muito diferentes hoje em dia. Ao lado da imagem, ele também compartilhou um artigo do Vulture, blog do jornal New York Post, que o tempo e as redes sociais trataram de transformar em piada por chamar os dois de “no-names” (desconhecidos). “Dois virtuais desconhecidos receberam as chaves da franquia da Marvel”, diz a publicação. O texto, inclusive, lembra que devemos agradecer a Hiddleston por evitar que Shia LaBeouf assumisse o papel de Loki. “Vamos esperar que eles sigam a dica de J.J. Abrams e invistam o dinheiro que economizaram no casting direto nos efeitos especiais”, completou a publicação. Chris Hemsworth está atualmente filmando o quarto longa da franquia, “Thor: Love and Thunder”, enquanto Tom Hiddleston se prepara para estrelar a primeira série de seu personagem, “Loki”, que chega na Disney+ em 9 de junho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth)
Janelle Monae entra na continuação de “Entre Facas e Segredos”
Mais um dia, mais um anúncio de casting na continuação de “Entre Facas e Segredos” (Knives Out). A cantora e (cada vez mais) atriz Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”) tornou-se o mais novo nome ligado ao projeto nesta quarta (12/5), após Edward Norton (“O Incrível Hulk”) na terça e Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) na segunda-feira. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas a continuação terá outro mistério repleto de astros famosos, que será investigado pelo detetive Benoit Blanc, vivido por Daniel Craig, até aqui o único ator com retorno confirmado do primeiro filme. A produção da sequência era considerada garantida desde que o primeiro “Entre Facas e Segredos” estourou as bilheterias em 2019, surpreendendo com uma arrecadação de US$ 311 milhões para um orçamento inicial de US$ 40 milhões. Relatos de que o cineasta Rian Johnson trabalhava no roteiro da continuação começaram antes mesmo da pandemia, mas o diretor do primeiro filme aproveitou o tempo de isolamento social para finalizar não apenas um, mas dois roteiros da franquia e fechar um acordo milionário com a Netflix para filmá-los. Relatos (não desmentidos) da imprensa americana apontam que Johnson, o produtor Ram Bergman e o astro Daniel Craig devem ganhar US$ 100 milhões cada um pelas produções. A primeira sequência tem previsão de começar a ser rodada na Grécia durante o verão europeu (nosso inverno). Até agora, a Netflix não comentou o orçamento ou o elenco dos novos longas, que serão novamente dirigidos por Johnson.












