“Segundas Intenções” pode virar série de streaming
O filme “Segundas Intenções”, que foi sucesso em 1999, voltou a animar os produtores de séries nos EUA. Após planos abortados de uma continuação televisiva há cinco anos, o projeto renasceu na plataforma gratuita IMDb TV, de propriedade da Amazon. A nova versão está sendo escrita e produzida por Phoebe Fisher e Sara Goodman. Por coincidência, a dupla trabalha atualmente em outra adaptação de filme dos anos 1990 para a Amazon, a série baseada em “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Ano Passado” (1997). Tanto “Segundas Intenções” quanto “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Ano Passado” foram estrelados por Sarah Michelle Gellar, que em 2016 chegou a acertar sua volta no piloto da série baseada no drama de 1999. Naquela versão do projeto, a trama acompanharia o filho de Sebastian Valmont (Ryan Phillippe no filme) e Annette Hargrove (Reese Witherspoon), quando ele descobre o diário antigo do pai e viaja para São Francisco para descobrir mais segredos da família, apenas para encontrar a terrível Kathryn Merteuil (Gellar). O estúdio responsável pela adaptação é o mesmo, Sony Television, e a produção continua a incluir o produtor do filme original, Neal H. Moritz. Mas não há informações sobre os rumos tomados pela nova encarnação da história. De todo modo, vale lembrar que “Segundas Intenções” era uma versão teen do romance clássico “Ligações Perigosas”, publicado por Choderlos de Laclos em 1782. A obra original teve diversas adaptações cinematográficas, sendo a mais bem-sucedida a versão dirigida por Stephen Frears em 1988, estrelada por Glenn Close, John Malkovich e Michelle Pfeiffer, que venceu três Oscars. Recentemente, a produção ganhou até uma versão brasileira, exibida como minissérie na Rede Globo. Veja abaixo o trailer produzido em 2019 para o 20º aniversário de “Segundas Intenções”.
Trailer da série “Chucky” apresenta origem do Brinquedo Assassino
O canal pago americano SyFy divulgou o trailer completo da série “Chucky”, trazendo pela primeira vez detalhes da origem do psicopata que habita o Brinquedo Assassino. A prévia também faz várias conexões com a franquia cinematográfica, com direito à volta de personagens conhecidos dos fãs dos filmes. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. Na trama, o personagem-título encontra suas novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. Inesperadamente, Chucky demonstra empatia pela situação do jovem, mas da forma mais sangrenta possível. O elenco também inclui Christine Elise (“Barrados no Baile”), Carina Battrick (“Impulse”), Jana Peck (“A Teacher”), Teo Briones (“Ratched”), Alyvia Alyn Lind (“Daybreak”) e Bjorgvin Arnarson (“O Sétimo Dia”), além de Alex Vincent, que viveu o menino original do filme de 1988, e Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”. Além disso, a série vai manter a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). O filme de 2019 foi a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” vai estrear no mês do Halloween, em 12 de outubro nos EUA, e será lançado no Brasil pela nova plataforma de streaming da Disney, a Star+, que ainda não confirmou a data no país.
Estudo afirma que Disney+ superará assinantes da Netflix em 2025
Pioneira e líder do mercado de streaming, a Netflix é a plataforma a ser superada pela concorrência. E, segundo um novo estudo publicado nesta nesta sexta-feira (1) pela Digital TV Research, a Disney+ será a primeira a conseguir realizar a façanha, ultrapassando o número de assinantes da Netflix no ano de 2025. Segundo análise da respeitada empresa de pesquisas de mídia, a Disney+ chegará a 284 milhões de assinantes em quatro anos, contra 271 milhões da Netflix. A avaliação levou em conta o fato de a Netflix já ter atingido o pico na maioria dos mercados, enquanto o serviço rival ainda está sendo implantado em muitos países. A diferença na velocidade de crescimento dos dois serviços pode ser atestada pelos relatórios trimestrais deste ano. A plataforma de streaming da Disney alcançou 103,6 milhões de clientes em todo o mundo no dia 3 de abril, adicionando 8,7 milhões de assinantes no primeiro trimestre de 2021, enquanto a Netflix conquistou apenas 3,98 milhões de assinantes novos no mesmo período, chegando a 208 milhões. O estudo também prevê que a Amazon Prime Video será a 3ª colocada em 2025, com 243 milhões de assinantes. Além disso, a Digital TV Research aponta que as empresas citadas serão responsáveis por 50% de todo o mercado mundial de streaming. Para completar, a pesquisa afirma que o consumo nos EUA chegará a seu limite com 450 milhões de assinaturas, distribuídas por todas as plataformas, enquanto o mercado chegará a 1,64 bilhão de contas em todo o mundo.
Karol Conká celebra fim da rejeição no clipe de “Subida”
Karol Conká já superou o “BBB 21”. No clipe de sua nova música, “Subida”, ela dança e canta a superação da rejeição recorde que sofreu no reality show. “Vem ver como eu tô bem aceita que, tô bem/Que eu vou lá, tô pronta pra decolar/Tô na subida/E ainda vou subir mais”, celebra o refrão da música, que ainda menciona os likes e os deslikes das redes sociais. De fato, Karol Conká deixou de ser a vilã mais odiada dos reality shows brasileiros, abrindo vaga para Nego do Borel, expulso da atual edição de “A Fazenda” e sujeito a investigação criminal por estupro de vulnerável. “Subida” foi feita para a trilha sonora do jogo “Fifa 2022”, mostrando que não é só a autoestima de Karol Conká que está em ascensão, mas também os bons contratos comerciais.
Will Smith diz que seu melhor e pior filme têm o mesmo diretor
O astro Will Smith revelou os filmes que representariam o melhor e o pior de sua filmografia. Em entrevista para a revista GQ, ele não teve dificuldades em nomear seus favoritos e também tinha seu grande equívoco na ponta da língua. Ele considerou um empate para definir os dois melhores exemplos de sua carreira. Mas ao selecionar o pior, criou uma coincidência curiosa. A lista tem obras dirigidas por Barry Sonnenfeld como exemplos positivo e negativo. “Para melhor, acho que é um empate entre o primeiro ‘MIB: Homens de Preto’ e ‘À Procura da Felicidade’”, disse Smith. “Por razões diferentes, esses dois filmes são quase perfeitos”. “Homens de Preto” foi um enorme sucesso de bilheteria de 1997 que originou uma franquia. Já o drama “À Procura da Felicidade”, que também foi um sucesso, teve impacto mais importante, dando a Smith uma indicação ao Oscar em 2007. Quanto ao título que ele considera seu pior filme, o escolhido foi “As Loucas Aventuras de James West”. Adaptação de uma série televisiva dos anos 1960, o western fantasioso foi a segunda parceria do astro com Barry Sonnenfeld, justamente após o impacto do blockbuster “Homens de Preto”. Mas o filme de 1999 foi destruído pela crítica, fracassou nas bilheterias e ainda venceu cinco troféus Framboesa de Ouro, entregue aos piores do ano. Apesar do mal-estar causado pelo western, Smith e Sonnenfeld ainda voltaram a trabalhar juntos em “MIB: Homens de Preto 2” e “MIB: Homens de Preto 3”, projetos que foram bem-sucedidos.
Esforço de diversificação do Globo de Ouro resulta só em seis membros negros
A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) anunciou nesta sexta-feira (1/10) que acrescentou 21 membros novos como parte de seus esforços para diversificar a organização que concede os prêmios de cinema e televisão do Globo de Ouro. Entre os novos integrantes, quase metade são mulheres e seis são negros, de acordo com o comunicado da entidade. A lista inclui uma brasileira: a jornalista Miriam Spritzer (da L’Officiel Brazil). A iniciativa visa recuperar o prestígio do Globo de Ouro, que não terá edição televisada em 2022 devido à denúncia de que o grupo não tinha negros até o ano passado, o que trouxe à tona também um histórico sexista e a falta de ética de integrantes da HFPA, que teria influenciado resultados de suas premiações. Com os novos associados, a entidade chega a 105 integrantes. Ou seja, a HFPA agora é 5,7% mais racialmente diversa que no ano passado. Prevendo que o “esforço” da associação geraria esse resultado, vários boicotes foram antecipados contra a HFPA e o Globo de Ouro, mas nem a indicação de que o prêmio poderia terminar por falta de apoio de Hollywood resultou em diversificação mais expressiva.
Jorge Cerruti (1944-2021)
O ator, diretor e dublador Jorge Cerruti morreu nesta sexta (1/10), aos 77 anos. A informação veio à público por meio de uma nota publicada nas redes sociais de sua sobrinha, que não revelou a causa da morte. Jorge Cerruti iniciou sua carreira como pianista em peças de teatro e em seguida passou para atuação, estreando na televisão na década de 1970 na TV Cultura. Ele chegou ao cinema em 1978, com “Wilsinho Galiléia”, de João Batista de Andrade, e ainda participou do cultuado “Os Imorais” (1979), de Geraldo Vietri, antes de priorizar o teatro, voltando apenas recentemente às telas. Seu papel de retorno foi como o homem de olho de vidro de “O Cheiro do Ralo” (2006). Também participou de “A Casa de Alice” (2007), “Zoom” (2015), “O Roubo da Taça” (2016) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017). Na TV, teve destaque na novela “Cama de Gato” (2009), da Globo, como o personagem Domenico, e apareceu em várias séries, incluindo “9mm: São Paulo” (2008), “Força-Tarefa” (2009), “Como Aproveitar o Fim do Mundo” (2012), “Passionais” (2013), “Psi” (2014), “O Caçador” (2014) e “Amigo de Aluguel” (2018). Seu último trabalho foi na série “As Five”, cuja 2ª temporada ainda não tem data para chegar ao Globoplay.
25 séries novas para maratonar no fim de semana
Os lançamentos de séries desta semana incluem muitas novidades, mas também atrações clássicas como “Seinfeld” e “The Office” (versões britânica e americana), que chegam completas ao streaming. Embora possa passar batida à primeira vista, o grande destaque é a minissérie dramática “Maid”, que deve colocar Margaret Qualley (“The Leftovers”) no Emmy 2022 por um desempenho de cortar o coração. Inspirada pela autobiografia best-seller de Stephanie Land, “Superação: Trabalho Duro, Salário Baixo e o Dever de Uma Mãe Solo”, a trama gira em torno de uma mãe solteira (Qualley) que, ao fugir do marido agressor com a filha pequena, precisa aprender a se virar sem teto ou dinheiro, trabalhando como faxineira. São quatro episódios que parecem um filme, dirigidos pelo cineasta John Wells (“Álbum de Família”) e coproduzidos pela atriz Margot Robbie – que trabalhou com Qualley em “Era uma Vez… em Hollywood”. Fãs de produções americanas ainda tem a mais recente temporada de “Grey’s Anatomy” para maratonar. E correm risco de se viciar em “Solar Opposites”, série animada divertidíssima do cocriador de “Rick & Morty”, Justin Roiland, sobre uma família alienígena que escapou da explosão de seu mundo e vive refugiada nos subúrbios dos EUA. Mas o que realmente chama atenção entre os diversos títulos é a iniciativa da HBO Max para ocupar um espaço até então exclusivo da Netflix, com muitas ofertas de produções de língua não inglesa. Há, claro, a minissérie brasileira “O Hóspede Americano”, com direção de Bruno Barreto (“O que É Isso, Companheiro”), sobre a expedição do ex-presidente dos EUA Theodore Roosevelt (Aidan Quinn, de “Elementary”) pela região amazônica no início do século 20, ao lado do militar explorador Cândido Rondon (Chico Diaz, de “Homem Onça”), mas também o tenso thriller francês “Laëtitia”, a minissérie barra-pesada alemã “Nós, Os Filhos da Estação Zoo”, que é baseada no cultuado livro “Christiane F”, o terrir mexicano “Los Espookys” e até um passeio romântico pela moda italiana dos anos 1980, “Made in Italy”, entre outras produções. São, ao todo, 25 indicações de estreias para assistir nas plataformas digitais neste fim de semana. Confira abaixo as sugestões (com trailers). Maid | EUA | 1 Temporada (Netflix) O Hóspede Americano | Brasil | 1 Temporada (HBO Max) Laëtitia | França | 1 Temporada (HBO Max) O Homem das Castanhas | Dinamarca | 1 Temporada (Netflix) Colônia Dignidade: Uma Seita Nazista no Chile | Alemanha, Chile | 1 Temporada (Netflix) Nós, Os Filhos da Estação Zoo | Alemanha | 1 Temporada (HBO Max) Para – We Are King | Alemanha | 1ª Temporada (HBO Max) Made in Italy | Itália | 1ª Temporada (HBO Max) Desjuntados | Brasil | 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Los Espookys | México | 1ª Temporada (HBO Max) Oats Studios | Canadá | 1ª Temporada (Netflix) Polar Opposites | EUA | 1ª Temporada (Star+) Love 101 | Turquia | 2ª Temporada (Netflix) Por que as Mulheres Matam | EUA | 2ª Temporada (Globoplay) Mayans MC | EUA | 3ª Temporada (Star+) Black Monday | EUA | 3ª Temporada (Paramount+) In the Long Run | Reino Unido | 3ª Temporada (Globoplay) Veronica Mars | EUA | 4ª Temporada (HBO Max) Grey’s Anatomy | EUA | 17ª Temporada (Amazon Prime Video) A Saída | Noruega | 2 Temporadas (HBO Max) The Affair | EUA | 5 Temporadas (HBO Max) The Office | Reino Unido | 2 Temporadas (HBO Max) The Office | EUA | 9 Temporadas (HBO Max) Seinfeld | EUA | 9 Temporadas (Netflix) Modern Family | EUA | 11 Temporadas (Star+)
“G.I. Joe Origens: Snake Eyes” e 20 filmes pra ver online
Após ter a distribuição nos cinemas cancelada na véspera da estreia em agosto, “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” finalmente chega ao Brasil via PVOD (sessão digital com preço “premium”). O lançamento digital mais comercial da semana é um filme de ação que conta a origem do antagonismo entre o personagem-título (vivido por Henry Golding, de “Podres de Ricos”) e seu rival Storm Shadow (Andrew Koji, da série “Warrior”), personagens da franquia de brinquedos, desenhos animados e quadrinhos “G.I. Joe”. Não foi o único filme que trocou as exibições cinematográficas por estreia online no país. “Na Mente do Demônio”, primeiro terror de Neill Blomkamp, diretor conhecido por ficções científicas como “Distrito 9” e “Elysium”, também faz parte da programação de estreias digitais. Os dois lançamentos pularam os cinemas brasileiros após fracassarem nas bilheterias e obterem críticas muito negativas nos EUA – detalhe importante. Por sinal, a quantidade de lançamentos de terror chama atenção. Com o início do mês do Halloween, a tendência é contar com cada vez mais opções do gênero. As melhores alternativas são os dois títulos da 2ª “temporada” de “Welcome to the Blumhouse”, pareceria entre a produtora Blumhouse e a Amazon para lançar novos talentos no gênero. A mexicana Gigi Saul Guerrero (“El Gigante”) dirige Adriana Barraza (indicada ao Oscar por “Babel”) em luta contra uma força maligna que tomou conta do salão de bingo local em “Bingo Hell”, enquanto Maritte Lee Go (da antologia “Phobias”) faz sua estreia em longas-metragens em “Black as Night”, reunindo adolescentes para enfrentar vampiros que aterrorizam Nova Orleans. A lista também destaca thrillers e suspenses tensos, incluindo o brasileiro “O Silêncio da Chuva”, lançado nos cinemas na semana passada. É neste filão que se encontra a melhor estreia da semana, “Você Nunca Esteve Realmente Aqui”, em que Joaquin Phoenix (o “Coringa”) tenta resgatar a filha adolescente de um político das garras de traficantes de mulheres. Foi premiado no Festival de Cannes com os troféus de Melhor Ator e Roteiro (da diretora Lynne Ramsay, de “Precisamos Falar sobre o Kevin”), e tem trilha sonora composta pelo guitarrista do Radiohead Jonny Greenwood (“Sangue Negro”). Os cinéfilos ainda dispõem de muitas outras opções dramáticas, incluindo os impactantes “Nossas Crianças” e “3000 Noites”, que abordam o futuro das crianças em meio à polarização violenta do mundo atual. São, ao todo, 20 indicações de estreias para assistir nas plataformas digitais neste fim de semana, incluindo o primeiro curta de animação produzido pela Apple. Confira abaixo todas as sugestões (com trailers). G.I. Joe Origens: Snake Eyes | EUA | Ação (Apple TV, Google Play, Microsoft Store, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Bingo Hell | EUA | Terror (Amazon Prime Video) Black as Night | EUA | Terror (Amazon Prime Video) Ninguém Sai Vivo | EUA | Terror (Netflix) Na Mente do Demônio | EUA | Terror (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes) Você Nunca Esteve Realmente Aqui | Reino Unido | Thriller (Supo Mungam Plus) O Culpado | EUA | Suspense (Netflix) O Silêncio da Chuva | Brasil | Suspense (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, PingPlay, Vivo Play, YouTube Filmes) 438 Dias | Suécia | Thriller (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Ficaremos Bem | Noruega, Suécia | Drama (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Nossas Crianças | Noruega, Suécia | Drama (Supo Mungam Plus) Um Lugar | EUA | Drama (Apple TV, Google Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Four Good Days | EUA | Drama (Apple TV, Google Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Anne at 13,000 Ft. | Canadá | Drama (MUBI) Cemitério de Esplendor | Tailândia | Drama (MUBI) 3000 Noites | Palestina | Drama (Supo Mungam Plus) Hava, Maryam, Ayesha | Afeganistão | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Encarcerados | Brasil | Documentário (NOW, Vivo Play) As Aventuras do Avião Vermelho | Brasil | Animação (Netflix) Blush | EUA | Animação (Apple TV+)
Scarlett Johansson encerra processo em acordo com a Disney por “Viúva Negra”
Scarlett Johansson e a Disney entraram em acordo, encerrando o processo aberto em julho passado pela atriz, que alegou quebra de contrato pelo lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e em streaming. “Estou feliz por ter resolvido as diferenças com a Disney”, disse Johansson em um comunicado divulgado na noite de quinta-feira (30/9). “Estou incrivelmente orgulhosa do trabalho que fizemos juntos ao longo dos anos e apreciei muito meu relacionamento criativo com a equipe”, ela continuou, completando: “Estou ansiosa para continuar nossa colaboração nos próximos anos.” A Disney também se manifestou no mesmo tom. “Estou muito satisfeito por termos chegado a um acordo mútuo com Scarlett Johansson em relação a ‘Viúva Negra'”, disse Alan Bergman, presidente do conselho de conteúdo do Disney Studios. “Agradecemos suas contribuições para o Universo Cinematográfico da Marvel e esperamos trabalhar juntos em uma série de projetos futuros, incluindo ‘A Torre do Terror’ da Disney”, finalizou, referindo-se a um projeto encomendado na véspera da disputa judicial. Nenhum dos lados deu qualquer indicação de quem abriu mão da disputa, mas o site Deadline apurou que o negócio teria rendido mais de US$ 40 milhões para Johansson, que interpretou Natasha Romanoff em nove filmes do MCU. A atriz poderia ganhar até mais, caso vencesse o processo na Justiça, mas o valor representa o dobro do que ela recebeu para atuar no filme – o cachê de US$ 20 milhões foi divulgada pela própria Disney. Além desses montantes, Johansson tem direito a uma percentagem da arrecadação global como produtora do filme. Por sinal, foi isso que motivou o processo. A atriz alegou que tinha um acordo com a Disney para que “Viúva Negra” tivesse um lançamento exclusivo nos cinemas. A estreia chegou a ser adiada várias vezes devido à pandemia, até que a Disney decidiu distribuir o longa simultaneamente em streaming, na sessão Premier Access (paga) da Disney+. Como o cachê da atriz era vinculado aos resultados de bilheteria, ela se sentiu prejudicada pela ação e foi à Justiça por seus direitos. A reação inicial da Disney foi adotar uma postura antagônica, que acabou sendo prejudicial à sua imagem em Hollywood. Os advogados do estúdio reagiram afirmando que “não havia mérito” no processo, porque o lançamento online “aumentou significativamente sua capacidade (de Johansson) de ganhar uma remuneração adicional”. Sugeriram que a atriz era insensível à situação da pandemia e de quebra revelaram o cachê que ela recebeu. A reação desagradou colegas, integrantes da Marvel e organizações de Hollywood, levando a causa de Johansson a receber apoio até do Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-Aftra. Ao mesmo tempo, a Disney foi acusada de sexismo pela organização Time’s Up, criada para garantir os direitos femininos em ambientes de trabalhos machistas. Muitos na indústria acreditam que Scarlett tinha razão: “Viúva Negra” poderia ter feito mais como lançamento exclusivo de cinema. Ao todo, o longa faturou US$ 378,8 milhões nos cinemas de todo o mundo, mais US$ 125 milhões em streaming na Disney+. Seja como for, a Disney já anunciou que não pretende repetir a experiência. E o sucesso de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que na semana passada superou “Viúva Negra” como o filme de maior bilheteria na América do Norte em 2021, reforçou a decisão.
Versão do diretor de “Rocky IV” ganha trailer de 3 minutos
A MGM divulgou o pôster oficial e um trailer de 3 minutos da versão do diretor de “Rocky IV”. Escrito e dirigido por Sylvester Stallone, o filme será relançado com o título de “Rocky IV: Rocky vs. Drago – The Ultimate Director’s Cut” no mercado de streaming. A produção original foi um fenômeno em 1985, faturando US$ 300 milhões, a maior bilheteria da franquia inteira, mas também teve a trama mais fraca de todas, apesar de trazer a morte de Apollo Creed (Carl Weathers) e introduzir um dos maiores rivais de Rocky, Ivan Drago, interpretado por Dolph Lundgren. O confronto dos dois personagens marcou tanto que eles voltaram a se encontrar novamente em “Creed II”, lançado em 2018. Apesar do sucesso, o próprio Stallone nunca escondeu certo descontentamento com o resultado final de “Rocky IV”. Por isso, insistiu com a MGM para ter uma oportunidade de revisitar os negativos, preparando uma nova edição com cenas inéditas e uma nova montagem para dar mais ritmo e aumentar o impacto da produção. A nova versão chegará ao streaming em 12 de novembro nos Estados Unidos, mas o lançamento no Brasil ainda não foi anunciado.
Jameela Jamil revela visual de Titânia na série da Mulher-Hulk
A atriz inglesa Jameela Jamil, que ficou conhecida como a Tahani da série “The Good Place”, deu uma mostra de sua transformação em ruiva fatal para seu próximo projeto. Ela interpretará Titânia, vilã clássica – e ruiva – da Marvel, na série da Mulher-Hulk, atualmente em desenvolvimento para a Disney+. Personagem criada por Jim Shooter e Mike Zeck na célebre minissérie “Guerras Secretas”, de 1984, Titânia era originalmente Mary MacPherran, uma garota pequena e fraca que acaba transportada acidentalmente para o Mundo de Batalha das Guerras Secretas. Ao chegar lá, ela se alia ao Doutor Destino para ganhar poderes e se transforma em Titânia. Vale lembrar que ela chega no planeta com sua melhor amiga, Marsha Rosenberg, que também vira uma vilã: Vulcana. Desde a introdução na minissérie épica, Titânia se tornou uma personagem recorrente dos quadrinhos, enfrentando o Homem-Aranha, o Quarteto Fantástico, a Capitã Marvel (quando ainda era Ms. Marvel), a Poderosa Thor e principalmente a Mulher-Hulk, com quem desenvolveu grande rivalidade. Apesar do tuíte, a escalação de Jameela Jamil como Titânia até agora não foi oficializada pela Marvel, que também não explicou como a personagem ganhará seus poderes na série, já que a trama obviamente não adaptará “Guerras Secretas”. “She-Hulk”, o título original da série da Mulher-Hulk, está sendo escrita por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”. O elenco destaca Tatiana Maslany (“Orphan Black”) no papel-título, além de Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”), intérprete do Hulk, e Tim Roth, que vai voltar a viver o monstro Abominável, após “O Incrível Hulk”, de 2008, e a recente aparição em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. A trama vai mostrar como a advogada Jennifer Walters se transforma numa versão feminina do Hulk ao receber uma transfusão de sangue de seu primo mais famoso, Bruce Banner (o Hulk). Última personagem importante criada por Stan Lee na Marvel, no ano de 1980, a heroína acabou se tornando bastante popular e até virou membro dos Vingadores como o primo. Ok Boomer pic.twitter.com/FBuz5S7rFb — Jameela Jamil 🌈 (@jameelajamil) September 30, 2021
Atriz de “Velozes e Furiosos 9” protagonizará remake de “Shogun”
A atriz e cantora Anna Sawai, integrante do grupo de J-Pop feminino FAKY, que teve uma pequena mas marcante participação em “Velozes e Furiosos 9”, foi escalada no papel de protagonista do remake de “Shogun”. Ela viverá Lady Mariko, uma samurai destemida, que tem muito a provar por vir de uma família desonrada. Baseada no romance homônimo de James Clavell, publicado em 1975 e transformado numa minissérie famosa de 1980, “Shogun” é uma história de ação e romance passada no Japão feudal. O nome Shogun refere-se a um antigo título militar, conferido pelo Imperador do Japão aos comandantes de seus exércitos, mas que acabou se tornando uma reverência dada aos governantes de algumas regiões, com poderes de ditadores militares. Na trama, um marinheiro britânico chamado John Blackthorne sobrevive a um naufrágio na costa do Japão no século 17, enfrenta provações para se tornar um samurai e se envolve na complexa teia política do país, virando confidente do Lord Toronaga, um poderoso aristocrata que pretende ascender ao shogunato. Seu status, porém, é abalado pela presença de Lady Mariko, que faz Blackthorne balançar e reconsiderar suas prioridades, tendo que escolher entre o coração, a ambição, a coragem e a honra. Os atores Hiroyuki Sanada (de “Mortal Kombat”) e Cosmo Jarvis (“Peaky Blinders”) tem os outros dois papéis principais. Jarvis viverá Blackthorne, que em 1980 foi interpretado por Richard Chamberlain (“Os Pássaros Feridos”), e Sanada será Toranaga, anteriormente vivido pelo icônico ator japonês Toshirô Mifune (“Os Sete Samurais”). Já Lady Mariko foi vivida por Yôko Shimada (“Marcada para Morrer”) em 1980. A atual adaptação está a cargo dos roteiristas Justin Marks (“Mogli – O Menino Lobo”) e a estreante Rachel Kondo, que também atuam como produtores. Eles terão a missão de superar a atração original, vencedora do Emmy de Melhor Minissérie, e adequar o texto de Clavell, cheio de anacronismos e uma visão colonialista de homem branco sobre o Japão, para as sensibilidades mais exigentes dos dias de hoje. Com dez episódios, o novo “Shogun” ainda não tem data de estreia, mas a expectativa é que vá ao ar em 2022. Veja abaixo o trailer da primeira adaptação.












