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17 de setembro de 2026
  • Série

    “The Walking Dead” terá mais uma série derivada

    12 de outubro de 2021 /

    A série “The Walking Dead” ganhará mais uma atração derivada. Anteriormente mencionada como possibilidade, “Tales of the Walking Dead” foi oficializada pelo canal pago americano AMC. A nova série será uma antologia, que contará histórias completas a cada episódio. A produção alternará histórias com personagens novos e com outros conhecidos da franquia, sem obedecer sequência cronológica. Isto significa que personagens que já morreram na trama principal podem voltar a aparecer na nova atração numa história passada antes de sua morte. O produtor e roteirista Channing Powell (de “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”) servirá como showrunner da nova série. A previsão é que “Tales of the Walking Dead” comece suas gravações no início do ano que vem para uma estreia no segundo semestre de 2022, provavelmente junto dos capítulos finais de “The Walking Dead”. A série principal, que encerrou a primeira parte de sua 11ª e última temporada no domingo (10/10), volta em fevereiro para mais oito episódios, mas terá uma nova pausa antes da reta final, com os derradeiros capítulos previstos apenas para o outono norte-americano (nossa primavera) de 2022. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pela plataforma de streaming Star+.

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  • Filme

    Assassino mascarado volta a atacar no trailer do quinto “Pânico”

    12 de outubro de 2021 /

    A Paramount divulgou o pôster nacional, as fotos e o aguardado trailer legendado de “Pânico” (Scream), quinto filme da franquia de terror que revolucionou o gênero slasher em 1996. Apesar de ser uma continuação dos anteriores, o longa não ganhou número como “Pânico 2”, “Pânico 3” e “Pânico 4”, talvez por ser o primeiro que não traz a assinatura do diretor Wes Craven, falecido em 2015. Mas o criador da franquia, o roteirista Kevin Williamson, está a bordo como produtor, assim como os sobreviventes originais: Neve Campbell como a “final girl” Sidney Prescott, Courteney Cox e David Arquette, que retomam seus papéis como Gale e Dewey Riley. Eles voltam a se reencontrar quando um novo assassino mascarado começa a matar adolescentes em sua cidadezinha. E logo percebem que as vítimas tem relação com os personagens do primeiro filme. Além do trio que apareceu em todos os longas, a produção conta ainda com Marley Shelton, que viveu uma policial em “Pânico 4”, e os novatos Melissa Barrera (“Vida”), Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), Jack Quaid (“The Boys”), Dylan Minnette (“13 Reasons Why”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”), Mikey Madison (“Better Things”), Mason Gooding (“Fora de Série”) e Jasmin Savoy Brown (“The Leftovers”). Os responsáveis por substituir o falecido Wes Craven na direção são a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que dirigiram o bom terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), lançado diretamente em VOD no Brasil. Eles integram um coletivo de criadores chamado Radio Silence, do qual também faz parte um dos roteiristas do filme, Guy Busick (que coescreveu “Casamento Sangrento”), que trabalhou na história com o veterano roteirista James Vanderbilt (de “O Espetacular Homem-Aranha”). A estreia está marcada para 13 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Mark Harmon se despede da série “NCIS”

    12 de outubro de 2021 /

    A longeva série “NCIS” se despediu de seu ator principal. O episódio exibido na noite de segunda-feira (11/10) foi o último de Mark Harmon como protagonista, após 18 anos interpretando Leroy Jethro Gibbs – desde a introdução do personagem em “JAG” no ano de 2003. Especulações sobre a saída de Harmon começaram há vários meses. Ele assinou um acordo para continuar em “NCIS” (da qual também é produtor executivo) na 19ª temporada, mas o acordo garantia apenas sua participação em uma capacidade limitada. O episódio de segunda-feira, o quarto da 19ª temporada, terminou com Gibbs optando por não retornar ao seu trabalho na equipe de NCIS. “Não vou voltar, Tim”, disse Gibbs ao Agente Especial Timothy McGee (Sean Murray). “Eu não vou voltar para casa”. Em vez disso, Gibbs optou por permanecer no Alasca, onde ele e McGee rastrearam um assassino contratado por uma empresa de mineração. A decisão do personagem levou em conta o fato dele quase ter morrido na explosão de um barco no final da temporada anterior. Mas embora Gibbs tenha saído da série mais antiga e mais assistida da rede CBS, seu intérprete vai continuar creditado como produtor executivo. Por conta disso, o showrunner Steven D. Binder deixa a porta aberta para que Harmon possa retornar em algum momento no futuro. “Como produtor executivo e querido amigo, Mark continua a ser uma parte integrante da série”, disse Binder em comunicado. “Nossa estrela guia sempre foi fiel aos nossos personagens, e essa verdade sempre norteou as histórias que contamos e para onde os personagens rumam. Então, em relação ao futuro de Gibbs, como os fãs de longa data da série devem ter notado ao longo dos anos… nunca desconsidere Leroy Jethro Gibbs. ” Para compensar a despedida, “NCIS” adicionou os atores Katrina Law (“Arrow”) e Gary Cole (“Veep”) como reforço no elenco da 19ª temporada. Eles passam a estrelar a série ao lado dos membros de longa data Sean Murray, Brian Dietzen, Rocky Carroll e David McCallum, além de Wilmer Valderrama e Diona Reasonover, que se juntaram à série nas temporadas de número 14 e 15, respectivamente. No Brasil, “NCIS” faz parte da programação do canal pago AXN.

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  • Etc

    Netflix fica mal com comunidade LGBTQIAP+ por especial de humor

    11 de outubro de 2021 /

    A Netflix se envolveu numa grande polêmica com a comunidade LGBTQIAP+ por conta de um especial de humor. Sem saber como reagir às críticas, seus executivos disseram frases e tomaram decisões que pioraram muito a situação, transformando algo que poderia ser solucionado com um simples pedido de desculpas num pesadelo de relações públicas. O problema começou com o lançamento de um novo especial de comédia de Dave Chappelle na semana passada. O humorista já havia criado mal-estar quando uma mulher transexual citada em seu especial anterior, “Stick and Stones” (2019), suicidou-se dois meses após a disponibilização do programa em streaming. Mesmo com esse antecedente, seu novo especial, “Encerramento” (The Closer), voltou a fazer piadas às custas das pessoas trans. Polemista politicamente incorreto, Chappelle costuma achar engraçado defender outros ofensores. Em 2019, ele atacou os criadores dos documentários que denunciaram os cantores Michael Jackson e R. Kelly por abusos. Agora, agrediu a comunidade trans para defender J.K. Rowling, criadora da franquia “Harry Potter” e também transfóbica assumida. “Cancelaram J. K. Rowling, Meu Deus. Efetivamente, ela disse que gênero era um fato. A comunidade trans ficou furiosa e começou a chamá-la de TERF [sigla em inglês para feminista radical trans-excludente]. Eu sou time TERF. Concordo. Gênero é um fato”. Em seu monólogo, o comediante faz diversas outras afirmações consideradas transfóbicas, além de reafirmar estereótipos de gêneros e fazer outras declarações problemáticas. Imediatamente após o especial chegar no catálogo da Netflix, Jaclyn Moore, a showrunner da série “Cara Gente Branca” (Dear White People), encerrada em 22 de setembro, anunciou no Twitter que nunca mais trabalharia com a Netflix devido aos “comentários transfóbicos e perigosos” de Dave Chappelle em seu especial. Além dela, outros funcionários da Netflix e organizações de direitos LGBTQIAP+ e da comunidade negra protestaram nas redes sociais. A organização não governamental GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) foi taxativa, afirmando que “a marca de Dave Chappelle se tornou sinônimo de ridicularizar pessoas trans e outras comunidades marginalizadas”. “As várias críticas negativas e a condenação ruidosa de seu último especial é uma mensagem para a indústria de como o público não apoia mais injúrias anti-LGBTQIA+.” David Johns, diretor executivo da National Black Justice Coalition (NBJC), também criticou Chappelle e pediu para a Netflix remover o especial de seu catálogo. “É profundamente decepcionante como a Netflix permite que a transfobia e homofobia preguiçosa e hostil de Dave Chappelle vá ao ar”, declarou em comunicado. “Com 2021 a caminho de ser o ano mais mortal para pessoas trans nos EUA – cuja maioria é formada por transgêneros negros – a plataforma deveria saber melhor. Perpetuar transfobia perpetua violência.” Encurralada por várias críticas, a Netflix começou a reagir nesta segunda (11/10). E foi a pior reação possível. A empresa afastou uma funcionária transexual e mais dois que protestaram contra os comentários transfóbicos de Chappelle. A engenheira Tara Fied criou uma thread no Twitter que se tornou viral, sobre a forma como o comediante ataca pessoas trans e o próprio significado do que é ser transexual. No especial, Chappelle também diz que a comunidade LGBTQIAP+ se tornou “sensível demais”. Ao viralizar, a thread provocou um debate sobre os limites da liberdade de expressão e a cultura do cancelamento. Fied quis levar a discussão para a empresa e acabou suspensa, após tentar comparecer a uma reunião para a qual não tinha sido convidada com mais dois funcionários. Diante disso, outro funcionário trans teria se demitido em solidariedade. A situação começou a sair de controle, levando a empresa a se manifestar. Um comunicado explicou que a suspensão não foi por causa dos tuítes, mas pela tentativa de invasão da reunião agendada entre os principais executivos da plataforma. “Nossos empregados são encorajados a manifestarem abertamente qualquer contrariedade, e nós apoiamos o seu direito de fazê-lo”, garantiu o texto. O detalhe é que a decisão de Fied foi reação a um memorando assinado pelo chefão da empresa, Ted Sarandos, obtido pelo site The Hollywood Reporter, que alertou a equipe sênior de que “alguns talentos podem se juntar a terceiros para nos pedir para remover o especial nos próximos dias, o que não faremos”. O memorando também defendeu o comediante. “Chappelle é um dos comediantes de stand-up mais populares da atualidade e temos um contrato de longa data com ele… Assim como acontece com nossos outros talentos, trabalhamos muito para apoiar sua liberdade criativa – mesmo que isso signifique que sempre haverá conteúdo na Netflix que algumas pessoas acreditam ser prejudicial, como ‘Mignonnes’, ‘365 Dias’, ’13 Reasons Why’ ou ‘Nada Ortodoxa”, escreveu Sarandos. O texto segue, ainda mais polêmico. “Vários de vocês também perguntaram onde traçamos o limite do ódio. Não permitimos títulos na Netflix destinados a incitar o ódio ou a violência e não acreditamos que ‘Encerramento’ ultrapasse essa linha. Reconheço, no entanto, que distinguir entre comentário e dano é difícil, especialmente com a comédia stand-up, que existe para ultrapassar os limites. Algumas pessoas acham que a arte do stand-up é mesquinha, mas nossos membros gostam dela, e é uma parte importante de nossa oferta de conteúdo. ” Sarandos continua, falando que o compromisso da Netflix com a inclusão pode ser aferido por algumas das séries disponíveis em seu catálogo, como a popular “Sex Education”, e o documentário “Disclosure”, que retrata o impacto da indústria do entretenimento na imagem das pessoas trans. Só que, ao ver sua obra citada no contexto do especial, o diretor de “Disclosure” deixou claro que a Netflix nunca investiu para produzir seu documentário como fez com Chapelle e ainda pagou barato para exibi-lo. A GLAAD também voltou a se manifestar após a suspensão de funcionários e do memorando controverso. “A Netflix tem uma política de que conteúdo ‘projetado para incitar ódio ou violência’ não é permitido na plataforma, mas todos nós sabemos que conteúdo anti-LGBTQ faz exatamente isso. Embora a Netflix seja o lar de histórias LGBTQ inovadoras, agora é a hora de seus executivos ouvirem os funcionários LGBTQ, líderes do setor e o público e se comprometerem a seguir seus próprios padrões.” Os especiais de comédia de Dave Chappelle continuam disponíveis no catálogo da Netflix.

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  • Filme

    Will Poulter será herói Adam Warlock em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”

    11 de outubro de 2021 /

    O ator Will Poulter, que estrelou a franquia “Maze Runner” e o terror “Midsommar”, foi escalado como o super-herói Adam Warlock em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. A informação foi dada em primeira mão pelo site Deadline e confirmada por outras publicações importantes de Hollywood. O diretor James Gunn brincou com o vazamento no Twitter: “Como vocês sabem, eu sempre derrubo rumores falsos, portanto, hmm… Bem-vindo à família dos Guardiões, Will Poulter. Ele é um ator incrível e um cara maravilhoso. Nos veremos daqui a algumas semanas”. O personagem apareceu nas cenas pós-crédito de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, mas dentro de um casulo, e desde então havia expectativas dos fãs para vê-lo “nascer” na continuação. Os detalhes do roteiro, porém, ainda são sigilosos. Nos quadrinhos, a história de Warlock é interligada com a de Ayesha, vivida por Elizabeth Debicki em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Na cena pós-créditos, ela aparece criando o personagem. O detalhe é que, nas publicações da Marvel, Warlock foi quem surgiu primeiro (em 1967) e, embora Ayesha fosse obcecada por encontrá-lo para originar uma raça de seres perfeitos, ela teve seu objetivo frustrado pela morte do herói numa luta contra Thanos. Claro que Warlock “melhora” depois disso, chegando a ser um dos responsáveis por criar uma nova versão dos Guardiões da Galáxia. E como Ayesha arranjou outro parceiro diante de sua aparente morte, ele fica livre para namorar ninguém menos que Gamora. James Gunn tinha planos de desenvolver vários personagens do universo sci-fi da Marvel antes de ser demitido pela Disney por tuítes insensíveis de décadas atrás. Com isso, foi contratado pela DC para fazer “O Esquadrão Suicida”, o que fez a Disney reconsiderar sua demissão, considerá-lo redimido e trazê-lo de volta para retomar “Os Guardiões da Galáxia” no cinema. “Guardiões da Galáxia Vol. 3” tem estreia prevista apenas para maio de 2023. As you guys know I often strike down false rumors, so… um… Welcome to the Guardians family, Will Poulter. He’s an amazing actor and wonderful guy. See you in a couple weeks. #AdamWarlock #GotGVol3 https://t.co/RaNeGDIC0E — James Gunn (@JamesGunn) October 11, 2021

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  • Série

    Criador de “Round 6” adianta detalhes da 2ª temporada

    11 de outubro de 2021 /

    A continuação de “Round 6” já começa a ganhar forma. Embora tenha dito inicialmente que não saberia como continuar a história, indicando que a série não teria sequência, o roteirista, diretor e produtor Hwang Dong-hyuk revelou que novos capítulos se tornaram inevitáveis e de tanto pensar nisso já sabe que rumo tomar. Em entrevistas recentes para diferentes países, após a série se tornar um fenômeno mundial, ele deixou claro que a trama já se formou em sua cabeça. Falando ao canal de notícias CNN na sexta-feira (8/10), ele disse: “Deixei algumas coisas em aberto para aprofundar na 2ª temporada, se ela acontecer”. Em outra conversa com o jornal britânico The Times, Dong-hyuk revelou que, com o esboço de história estabelecido, também sabe exatamente quem trazer de volta, como o Frontman, o supervisor mascarado do jogo. O personagem era irmão do policial que se infiltrou nos bastidores do jogo, mas sua motivação para virar líder dos mascarados não foi explicada na série. O diretor aprofundou essa abordagem falando ao site Indiewire. “Ainda resta explorar a história do Frontman e sua relação com o irmão, o policial. E as pessoas também estão curiosas sobre o rumo de Gi-hun após o final. Acho que tenho a obrigação de contar aos fãs”. Nesta segunda (11/10), em entrevista ao jornal brasileiro O Globo, ele acrescentou outros personagens à relação dos que devem voltar em novos episódios. Um deles é o aliciador dos jogadores, que atrai Gi-hun no metrô, e que ao ser visto novamente no final da série faz o protagonista abandonar um voo para os EUA, assumindo a missão de desvendar a origem dos jogos. Além disso, Dong-hyuk deixou no ar a possibilidade de o policial, baleado na reta final da série, ainda estar vivo. “Se fizer, a 2ª temporada seria em cima da tentativa de Gi-hun (Lee Jung-jae) em achar as pessoas que fazem parte do jogo, como o homem com quem ele jogou no metrô. Acho que ele tentaria encontrá-lo”, disse. “Há também a história do policial, se ele está vivo ou não.” Nas conversas com a imprensa internacional, Dong-hyuk ressaltou que a 2ª temporada ainda não foi confirmada, “mas tantas pessoas estão entusiasmadas que estou realmente pensando em fazer isso.” A Netflix não disfarça o interesse em realizar a produção, que estaria quebrando recordes de audiência da plataforma. Mas segue em compasso de espera pela decisão do diretor. A responsável pelo conteúdo de séries estrangeiras da plataforma, Bela Bajaria, disse ao site Vulture que “ele tem um filme e outras coisas em que está trabalhando”, que planejava iniciar após a estreia de “Round 6”.

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  • Filme

    Anthony Hopkins vai retomar parceria com diretor de “Meu Pai”

    11 de outubro de 2021 /

    Anthony Hopkins vai retomar sua parceria com o diretor francês Florian Zeller após vencer o Oscar por “Meu Pai” (em inglês, “The Father”). Ele se juntará à Hugh Jackman (“Logan”), Laura Dern (“Jurassic Park”) e Vanessa Kirby (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) num filme de nome similar: “The Son”, que assim como o anterior será baseado numa peça de Zeller, escrita pelo próprio cineasta em parceria com Christopher Hampton (“Ligações Perigosas”). Após lidar com a demência na Terceira Idade, “The Son” explorará a depressão na adolescência. A trama gira em torno de Peter (Jackman), quando sua vida agitada com a nova parceira Emma (Kirby) e seu bebê é abalada pela chegada da ex-esposa (Dern) com seu filho adolescente, Nicholas (o novato Zen McGrath). O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. “The Father” forma com “The Son” uma trilogia escrita por Zeller para o teatro. O terceiro título se chama “The Mother”, que ainda não tem adaptação cinematográfica prevista. Em comunicado, Zeller, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Meu Pai”, revelou ter criado um personagem especialmente para Hopkins, que não existia na versão para o palco, apenas para contar com o ator em seu novo trabalho. “Depois de nossa jornada em ‘Meu Pai’, eu não poderia fazer outro filme sem Anthony”, disse o diretor em um comunicado. “Ele foi o primeiro a ler o roteiro de ‘The Son’, já que um dos personagens foi escrito especialmente para ele. Tê-lo ao nosso lado para contar esta nova história é uma honra, uma grande alegria e também muito emocionante. ” “The Son” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Emma Corrin será detetive em série dos criadores de “The OA”

    11 de outubro de 2021 /

    Após a aclamação em “The Crown”, a atriz Emma Corrin, que interpretou a Princesa Diana na 4ª temporada da série da Netflix, vai estrelar uma nova atração. Ela será a protagonista de “Retreat”, minissérie do canal pago FX criada por Brit Marling e Zal Batmanglij, a dupla responsável por “The OA”. A trama de “Retreat” (retiro, em inglês) acompanha Darby Hart, uma detetive amadora da Geração Z que tenta resolver um assassinato em um retiro isolado. Corrin viverá a personagem. Ao melhor estilo dos mistérios de Agatha Christie, a ação se passa num lugar remoto e traz uma dúzia de suspeitos, todos convidados por um bilionário recluso a passar um fim de semana num hotel de luxo com vista deslumbrante, mas bastante isolado. O detalhe é que a trama pode não ter apenas um assassinato, mas 12 – a quantidade de pessoas no local. Sim, é basicamente o enredo do livro “Não Sobrou Nenhum” (antigamente conhecido como “O Caso dos Dez Negrinhos”), de Agatha Christie. Assim como aconteceu em “The OA”, Marling também vai atuar na nova atração. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Sylvester Stallone mostra imagens dos bastidores de “Os Mercenários 4”

    11 de outubro de 2021 /

    O astro Sylvester Stallone publicou novas imagens de bastidores de “Os Mercenários 4”, em que aparece numa moto e em momentos de descontração com Jason Statham e Dolph Lundgren, seus parceiros na franquia. Os detalhes da nova trama que vai juntar o grupo de mercenários estão sendo mantidos em sigilo, mas fontes da revista The Hollywood Reporter apontam que, desta vez, Statham terá mais destaque que Stallone. O elenco também conta com Randy Couture, que apareceu nos três longas anteriores, e os novatos Curtis “50 Cent” Jackson (“Power”), Megan Fox (“Tartarugas Ninja”) e Tony Jaa (“Monster Hunter”). A história foi escrita por Spenser Cohen (“Extinção”) e revisada por Max Adams (da série “Six”) e John Joseph Connolly, enquanto a direção está a cargo de Scott Waugh (“Need for Speed: O Filme”), um dublê que virou diretor de filmes de ação. Ainda não há previsão para a estreia. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone)

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  • Filme

    Chloe Zhao revela que “Eternos” terá duas cenas pós-créditos importantes

    11 de outubro de 2021 /

    A diretora Chloe Zhao revelou que o final de “Eternos” terá duas cenas pós-créditos, e ambas terão “surpresas” importantes para o futuro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Não fique apenas para a primeira [cena pós-créditos] – fique também para a segunda. Elas são igualmente importantes em peso e ambos trazem grandes surpresas para vocês”, revelou a cineasta vencedora do Oscar 2021 por “Nomadland” ao site Fandango. Um vídeo publicado pela Marvel nesta segunda (11/10) já tinha criado ao expectativa ao trazer Kevin Feige, o chefão do estúdio, prometendo que o longa “será a redefinição do MCU por completo”. Para quem não conhece – e é muita gente, porque os quadrinhos originais estão entre os trabalhos mais obscuros de Jack Kirby – , “Eternos” são alienígenas antigos que vivem em segredo na Terra por milhares de anos. Segundo a sinopse oficial, após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, uma tragédia inesperada faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes. A produção é estrelada por Richard Madden (‘Game of Thrones’), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Kit Harrington (“Game of Thrones”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Lia McHugh (“American Woman”), Don Lee (“Invasão Zumbi”), Barry Keoghan (“Dunkirk”), Dan Stevens (“Legion”) e Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”). A estreia está marcada para 4 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Vídeo e pôsteres trazem John Cena como “Pacificador”

    11 de outubro de 2021 /

    A DC Entertainment divulgou dois pôsteres da série “Pacificador” (Peacemaker, em inglês) e um vídeo de bastidores inédito de “O Esquadrão Suicida” focado no personagem vivido por John Cena. Embora não traga cenas inéditas da nova atração, o vídeo contém observações do diretor James Gunn sobre o projeto, além de mostrar o envolvimento de Cena com o papel. A série também vai trazer de volta Jennifer Holland e Steve Agee (ambos de “Brightburn: Filho das Trevas”), agentes da ARGUS (a SHIELD da DC) de “O Esquadrão Suicida”, que precisarão lidar com o vilão dedicado em suas novas missões, em que ele formará parceria com outro anti-herói, o Vigilante, que será vivido por Freddie Stroma (“Bridgerton”). O elenco ainda conta com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”) e Annie Chang (“Shades of Blue”). A estreia vai acontecer em janeiro de 2022.

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  • Filme

    Diretora de “Segunda Chamada” fará filme sobre estupro que sofreu na vida real

    11 de outubro de 2021 /

    A diretora Joana Jabace, que comanda a série “Segunda Chamada”, da Globo, vai transformar em filme um estupro que ela sofreu em 2014. A história foi contada no livro “Vista Chinesa”, escrito por sua amiga Tatiana Salem Levy, e agora ganhará as telas sob sua própria direção. Jabace, que é casada com o ator Bruno Mazzeo, com quem ela tem dois filhos gêmeos, foi violentada em 2014, enquanto se exercitava em um trajeto que liga o Horto à Vista Chinesa, no Rio de Janeiro. No final do Muro do Alívio (que tem esse nome por ser quando a estrada deixa de ser tão íngreme), um homem a abordou com uma arma e a levou para o interior da floresta, onde aconteceu a violência sexual. Em entrevista ao jornal O Globo, ela explicou que filmar sua experiência traumática faz parte de “um movimento de libertação” e “uma mensagem que mando para mim mesma de que a vida vence”. Segundo a diretora, quando o livro “Vista Chinesa” foi publicado, ela recebeu diversas mensagens de pessoas destacando sua coragem por falar sobre o assunto. No entanto, passou a se questionar sobre o porquê de ser “corajosa” por denunciar a violência sofrida, e afirma que “enquanto a gente não falar sobre esse assunto, ele continuará subterrâneo”. “Quando o trauma é só um fantasma solitário, ele tem um determinado tamanho. Ao transformar esse fantasma em algo concreto, essa atitude, de alguma maneira, traz força. Sofri esse trauma e vou transformá-lo em arte. Por mais difícil que seja, estou vencendo, é uma pulsão de vida. Vivo despedaçada, mas vivo. Essa é também uma história de violência ancestral contra a mulher”, acrescentou. Ela acrescentou que se trata também de “uma questão de sororidade”. “Recebi inúmeras mensagens de mulheres que passaram pelo mesmo. Quero mostrar que dá para seguir adiante”, explicou, ressaltando que dirigir o filme autobiográfico “será mais um movimento de libertação” ao pegar sua “maior força”, que é o trabalho, e colocar em seu “maior trauma”, que foi o estupro. “Quero fazer um filme que tenha a ver com isso, que transmita a mensagem de que a vida vence. Não sou a Joana de antes, mas estou aqui”, concluiu. Além de comandar “Segunda Chamada”, Joana Jabece também concebeu com o marido a série “Diário de um Confinado”. Filmada em sua própria casa, a atração está concorrendo ao Emmy Internacional 2021, que vai revelar os vencedores em 22 de novembro, durante cerimônia de premiação em Nova York.

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    “Venom: Tempo de Carnificina” é maior estreia do ano no Brasil

    11 de outubro de 2021 /

    A estreia de “Venom: Tempo de Carnificina” foi vista por quase 900 mil espectadores e registrou a maior bilheteria de 2021 no Brasil: mais de R$ 16 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição. A produção também ajudou a lotar os cinemas brasileiros, que atingiram seu maior público do ano. Ao todo, 1,18 milhão de pessoas gastaram R$ 21,3 milhões em ingressos de cinema entre quinta e domingo (10/10) no país, segundo levantamento da consultoria Comscore. Antes disso, apenas a estreia de “Viúva Negra” tinha atraído mais de 1 milhão de espectadores. No fim de semana de seu lançamento, em julho passado, 1,17 milhão de pessoas compraram ingressos. O segundo filme mais assistido do fim de semana foi o novo “007”, que teve público muito inferior. Apenas 171 mil pessoas acompanharam a segunda semana de exibição de “007 – Sem Tempo para Morrer”, que rendeu R$ 3,7 milhões nas bilheterias. Veja abaixo o Top 10 das bilheterias nacionais, de acordo com a Comscore, e a confirmação do recorde de “Venom: Tempo de Carnificina”. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 7-10/10:1. Venom 2. 007 3. Patrulha Canina4. Shang Chi 5. Ainbo – A Guerreira da Amazônia6. Poderoso Chefinho 27. A Casa Sombria8. Fátima – A História de Um Milagre9. Croods 210. Pedro Coelho 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 11, 2021 #venom "Venom – Tempo de Carnificina" distribuído pela @SonyPicturesBr bateu recorde de #bilheteria neste final de semana no Brasil. O #filme foi exibido exclusivamente nos #cinemas e já arrecadou +R$ 16 milhões, colocando o título como Top 1 entre as maiores estréias deste ano — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 11, 2021

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