Mixtape: Garota forma banda de rock em trailer de comédia adolescente
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Mixtape”, comédia dramática passada nos anos 1990 que mostra como uma adolescente tímida e ignorada descobre uma mixtape antiga de seus pais falecidos e se transforma em integrante de uma banda de rock com dois coques no cabelo, maquiagem gliter exagerada e se achando a maior grunge do mundo. A trama segue a menina após ela acidentalmente destruir uma mixtape que pertencia à sua mãe e decidir encontrar cada música obscura listada na fita k7. A jornada a leva se aproximar da garota rebelde da escola, que a convence que não basta ouvir as músicas, é preciso viver o que elas pregam. Logo, elas formam uma banda. É uma história adolescente divertida, que tipicamente erra todas as referências de época como costumava acontecer nos filmes da própria época. Para deixar clara a confusão, a trilha que toca no trailer vai do hair metal de Blues Saraceno ao punk quase indie de Girls at Our Best, o que revela que os pais da garota tinham gosto eclético ou que os produtores são jovens demais para lembrar que as duas tribos musicais não se suportavam. A atriz Gemma Brooke Allen, que viveu a versão criança de Mary Elizabeth Winstead em “Kate”, tem o papel principal. O elenco também destaca Julie Bowen (“Moderna Family”) como sua vó incrivelmente jovem, Audrey Hsieh (“Here Today”) como sua melhor amiga, a estreante Olga Petsa como a rebelde da escola e Nick Thune (“Love Life”) como um vendedor de loja de discos. A nostalgia de “Mixtape” chega ao streaming em 3 de dezembro.
A Mão de Deus: Filme premiado de Paolo Sorrentino ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer completo de “A Mão de Deus”, novo filme do cineasta italiano Paolo Sorrentino, que venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional por “A Grande Beleza” (2013). A produção se passa em Nápoles, na Itália, e reflete o período da juventude do diretor, mais especificamente o ano de 1986, quando Diego Maradona eletrizou a cidade como jogador do Napoli e se tornou campeão mundial pela seleção argentina. Foi durante a Copa do Mundo de 1986 que o craque do time local marcou o gol que batiza o longa, usando a “mão de deus” (dele próprio, o deus Maradona) para vencer a Inglaterra. Numa entrevista à Variety em 2015, Sorrentino revelou que ser fã de Maradona salvou sua vida naquele ano. Literalmente. “Perdi os meus pais quando tinha 16 anos num acidente com o sistema de aquecimento numa casa nas montanhas onde sempre costumávamos ir. Naquele fim de semana, não fui porque queria assistir a Maradona num jogo do Nápoli com o Empoli. E essa decisão salvou minha vida. ” A sinopse oficial diz que o filme segue Fabietto Schisa, um adolescente italiano cuja vida e família excêntrica são subitamente perturbadas – primeiro pela chegada eletrizante da lenda do futebol Diego Maradona e depois por um acidente chocante do qual Maradona inadvertidamente salva Fabietto, impulsionando seu futuro. “Sorrentino retorna à sua cidade natal para contar sua história mais pessoal, uma história de destino e família, esportes e cinema, amor e perda”, conclui o texto. O elenco de “A Mão de Deus” destaca Filippo Scotti (“Luna Nera”) como o jovem protagonista e o grande parceiro dos filmes de Sorrentino, o veterano Toni Servillo (“A Grande Beleza”) como seu pai, sem esquecer de Renato Carpentieri (“Rosa e Momo”), Luisa Ranieri (“Cartas para Julieta”), Teresa Saponangelo (“O que Mais Posso Querer”), Marlon Joubert (“Romulus”), Massimiliano Gallo (“Pinóquio”) e Alessandro Bressanello (“007 Contra Spectre”). O filme teve première mundial no Festival de Veneza, onde venceu o Grande Prêmio do Júri e mais três troféus paralelos, além de estar indicado em três categorias do European Film Awards (o Oscar europeu). O lançamento em streaming está marcado para 15 de dezembro.
Veja primeira foto do elenco de “How I Met Your Father”
A plataforma americana de streaming Hulu divulgou a primeira imagem oficial do elenco de “How I Met Your Father”, série derivada de “How I Met Your Mother”, atualmente em produção. Trazendo Hilary Duff (“Younger”) ao centro, a foto também mostra Chris Lowell (“Bela Vingança”), Francia Raísa (“Grown-Ish”), Tom Ainsley (“Safe Inside”), Tien Tran (“A Lenda de Candyman”) e Suraj Sharma (“As Aventuras de Pi”) sobre a ponte do Brooklyn, um dos cartões postais de Nova York. Com uma estrutura similar a “How I Met Your Mother”, a série vai mostrar Sophie (a personagem de Duff) contando aos filhos como conheceu o pai deles em 2021, quando a ideia de romance era marcada por “aplicativos de encontros e opções ilimitadas”. É basicamente o que fez Ted Mosby (Josh Radnor) na atração anterior sobre a mãe de seus filhos. A explicação de Mosby/Radnor durou 9 temporadas e, ao fim, frustrou todo o público que acompanhou a série desde 2014. A versão de Duff tem ao menos dez capítulos garantidos em sua 1ª temporada. Desta vez, os criadores da série original, Craig Thomas e Carter Bays, terão apenas o papel de produtores, deixando os roteiros da “continuação espiritual” nas mãos de Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, roteiristas do filme “Com Amor, Simon” e criadores da série derivada, “Com Amor, Victor”. Eles também escreveram e produziram a série “This Is Us”, fenômeno dramático da rede americana NBC. “How I Met Your Father” ainda não tem previsão de estreia, mas deve chegar rápido no Brasil graças ao lançamento da Star+, espécie de Hulu brasileira. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Variety (@variety)
Gilberto Gil é eleito novo imortal da Academia Brasileira de Letras
O músico Gilberto Gil foi eleito nesta quinta (11/11) como novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ele vai se juntar à atriz Fernanda Montenegro, eleita na semana passada, num processo de renovação entre os septuagenários da casa. O cantor e compositor de 79 anos ocupará a cadeira 20, que tem como patrono o médico e jornalista Joaquim Manuel de Macedo. Ele substitui o jornalista Murilo Melo Filho, morto em maio de 2020. Gil disputava a posição com o poeta e compositor Salgado Maranhão (7 votos) e com o escritor Ricardo Daudt (nenhum voto). Sua eleição também dobra a “diversidade” da ABL, que agora tem agora dois membros negros – além de Gil, o acadêmico Domício Proença Filho. Além da vasta carreira musical, Gilberto Gil é embaixador da ONU para agricultura e alimentação desde 2001, além de ter atuado como ministro da Cultura do Brasil, entre 2003 e 2008, durante os dois mandatos do ex-presidente Lula. “Muito feliz em ser eleito para a cadeira 20 da Academia Brasileira de Letras. Obrigado a todos pela torcida e obrigado aos agora colegas de Academia pela escolha”, escreveu Gil em seu Instagram após a confirmação do resultado. Gilberto Gil e Fernanda Montenegro devem assumir suas cadeiras apenas em março de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gilberto Gil (@gilbertogil)
Lizzy Caplan vai estrelar série baseada em “Atração Fatal”
A plataforma Paramount+ anunciou a produção de uma série baseada no filme “Atração Fatal”, suspense clássico dos anos 1980, que será estrelada por Lizzy Caplan, indicada ao Emmy por “Masters of Sex”. A série é descrita como uma releitura do filme que explorará os temas de casamento e infidelidade com uma abordagem moderna. Caplan vai interpretar Alex, uma mulher que fica obcecada por seu amante após um breve caso. É o mesmo papel que rendeu uma indicação ao Oscar para Glenn Close. A escalação marca a segunda vez consecutiva que a atriz é chamada para recriar uma personagem famosa do cinema. Em seu papel anterior, na série “Castle Rock”, ela viveu Annie Wilkes, personagem do filme “Louca Obsessão” (1990) que rendeu o Oscar para Kathy Bates. Outra coincidência é que tanto Annie quanto Alex são mulheres perturbadas. Para quem não lembra do longa dirigido por Adrian Lyne em 1987, a história era uma fábula moderna sobre as consequências extremas da infidelidade conjugal. A trama girava em torno de Dan Gallagher (papel de Michael Douglas), um rico advogado de Manhattan que tem um caso com a lunática Alex Forrest (Glenn Close) enquanto sua boa esposa, Beth (Anne Archer), está viajando. Quando resolve encerrar o relacionamento, ele passa a ser assediado e ameaçado fisicamente, levando o público a refletir sobre os perigos da traição – a moral da história. Há três anos, Glenn Close procurou a Paramount com a ideia de produzir uma refilmagem de “Atração Fatal” sob um ponto de vista feminino e mudando a narrativa para centrar-se em Alex. “Nós abordamos a Paramount sobre essa ideia”, disse a atriz para o site Deadline. “Eles disseram que tinham algumas coisas em desenvolvimento com ‘Atração Fatal’. Eu acho que seria interessante contar a mesma história do ponto de vista dela. Acho que ela se transformaria em uma figura trágica, ao invés de uma vilã”. “É muito fácil transformar pessoas que tem distúrbios mentais em vilãs, sugerir que elas são más. Isso só aumenta o estigma. Eu acho que ‘Atração Fatal’ seria um filme muito perturbador do ponto de vista de Alex”, completou. A nova versão está sendo escrita por Alexandra Cunningham (criadora de “Dirty John”) e ainda não tem previsão de estreia. Lembre abaixo o trailer do filme original.
Gal Gadot diz que roteiro está pronto e vai estrelar “Cleópatra”
A atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) confirmou que a produção em que vai viver Cleópatra ainda está de pé. Em entrevista ao site Collider, ela revelou que o roteiro se encontra pronto para ser filmado. “Cleópatra definitivamente ainda está acontecendo. Temos um roteiro incrível e mal posso esperar para comemorar e levar sua história para a tela grande”, declarou. Quando foi feito no ano passado, o anúncio do novo filme sobre rainha do Egito, estrelado por uma atriz não só branca, mas israelense, gerou uma onda de protestos nas redes sociais. Para começar, houve a acusação de “whitewashing”, prática cultivada por Hollywood durante décadas para representar pessoas de diferentes etnias com intérpretes brancos. Os filmes mais recentes sobre o Egito antigo, “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) e “Deuses do Egito” (2016), enfrentaram a mesma denúncia, mas desde então as campanhas se tornaram cada vez mais fortes para que a prática seja encerrada, sob a ameaça de boicote e fracasso nas bilheterias. Mas o problema seria amplificado com a escalação específica de Gadot, uma atriz israelense, país que há 50 anos travou guerra contra o Egito. Opiniões mais radicais consideraram a escolha uma afronta, com usuários muçulmanos das redes sociais lembrando o serviço militar cumprido por Gadot nas forças armadas de Israel. Em meio à polêmica, a intérprete de “Mulher-Maravilha” (2017) limitou-se a destacar no Twitter que o filme contaria a “história pela primeira vez através dos olhos das mulheres, tanto atrás quanto na frente das câmeras”. Escrito por Laeta Kalogridis (criadora de “Altered Carbon”), o novo filme será dirigido por Patty Jenkins, que trabalhou com Gadot em “Mulher-Maravilha”. Laeta Kalogridis, por sinal, assumiu a briga nas redes sociais ao afirmar que Cleópatra não era negra nem, no limite, “africana”. Ela se manifestou após o escritor sul-africano James Hall, um branco que escreveu sete livros sobre a África, lamentar o suposto racismo da escalação de Gadot. “Hollywood sempre escala atrizes americanas brancas como a Rainha do Nilo. Pelo menos uma vez, eles não conseguem encontrar uma atriz africana?”, tuitou o autor, que não pesquisou a origem da intérprete da produção, chamando-a de americana. A roteirista retrucou os comentários dizendo apenas: “Incrivelmente animada para ter a chance de contar a história de Cleópatra, minha faraó ptolemaica favorita e indiscutivelmente a mulher greco-macedônia mais famosa da história”, ela escreveu. E a postagem foi retuitada por Gadot, sem acrescentar comentários sobre o tema. De descendência grega, Kalogridis aprendeu na escola que a governante egípcia do século 1 a.C. era descendente de Ptolomeu, general macedônico do Imperador Alexandre, o Grande. Por sinal, Kalogridis também foi roteirista do filme “Alexandre”, dirigido por Oliver Stone em 2004. Ela alega que os homens da dinastia ptolomaica eram obcecados pela Grécia e só se casavam com mulheres gregas, o que garantiu uma herança genética branca para Cleópatra, rainha que reinava em uma das maiores cidades helenistas do mundo antigo, Alexandria, fundada no Egito por Alexandre, e que abrigou a maior biblioteca, o maior farol e a maior comunidade urbana judaica de sua época. Judeus, gregos e egípcios conviveram simultaneamente no Egito antes e depois de Cleópatra, até a invasão Persa, que só aconteceu cerca de 600 anos após a morte da rainha. A propósito, assim que começaram os argumentos sobre Cleópatra ser grega, as redes sociais também reagiram, reclamando que, então, uma atriz grega devia interpretá-la. Não há outros detalhes de elenco, produção, ou previsão de filmagens. Mas a Disney recentemente tirou de seu calendário “Star Wars: Rogue Squadron”, o filme que Jenkins faria a seguir, A produção do filme de Cleópatra está a cargo da Paramount.
Atriz mirim de “De Repente 30” completa 30 anos
A atriz Christa Allen, que viveu a versão adolescente de Jennifer Garner na comédia “De Repente 30”, finalmente chegou na idade do filme de 2004. Ela completou 30 anos nesta sexta-feira (11/11). Para quem não lembra, a personagem Jenna era uma garota que, ao sofrer bullying durante sua festa de 13 anos, deseja virar adulta. Seu sonho se torna realidade e ela acorda com 30 anos, como uma poderosa editora de revista de moda em Nova York. Mas logo se decepciona com o tipo de mulher que se tornou e tenta recuperar seu crush de adolescência, vivido por Mark Ruffalo, antes que ele se case com outra. “De Repente 30” foi o primeiro trabalho da atriz nascida em 1991. Ela seguiu carreira e depois disso ainda voltou a interpretar a versão adolescente de Garner no filme “Minhas Adoráveis Ex-Namoradas”, em 2009. Allen também se destacou na série “Revenge” (2011-2015) e tem feito vários telefilmes desde então. O mais recente, “The Fight That Never Ends”, estreou em outubro no canal pago americano Lifetime. Ela guardou o vestido da première de “De Repente 30” e recentemente fez um post no Instagram mostrando que ele ainda serve! Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por 𝙲𝚑𝚛𝚒𝚜𝚝𝚊 𝙰𝚕𝚕𝚎𝚗 (@christaallen)
Bola de “Náufrago” é vendida por R$ 1,6 milhão em leilão
Um dos coadjuvantes mais famosos do cinema foi vendido por US$ 307 mil – o equivalente a R$ 1,6 milhão – numa casa de leilões do Reino Unido. Trata-se de Wilson, a bola de vôlei do filme “Náufrago”, estrelado por Tom Hanks no ano 2000. No filme, Hanks vive o personagem do título, um sobrevivente solitário em uma ilha deserta, que resolve batizar uma bola e transformá-la em seu companheiro para ter com quem falar durante o isolamento. De acordo com a casa de leilões Prop Store, a bola da marca esportiva Wilson foi originalmente feita para parecer suja. A descrição do item observa que ela está “muito desgastada e com tinta aplicada para criar uma aparência ainda mais gasta e suja”. Além disso, tem uma “face marrom-escura e vermelha na frente” e “a parte superior está rasgada e uma série de hastes de tabaco são inseridas para replicar a aparência do cabelo”. Recentemente, Hanks elegeu “O Náufrago” como um de seus filmes favoritos, porque lhe permitiu levar a família de férias para o Tahiti, onde foi filmado. Por sua performance no longa de Robert Zemeckis, Hanks também recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator.
Série de Ms. Marvel só deve ser lançada no final de 2022
A série da Ms. Marvel vai atrasar e só deve estrear na segunda metade de 2022. Inicialmente, a série tinha previsão de chegar à plataforma de streaming ainda neste ano, mas o CEO da Disney, Bob Chapek, afirmou, em comentários para investidores, que o lançamento acontecerá no quarto quadrante do ano que vem – ou seja, entre setembro e dezembro. Segundo a revista Variety, a decisão teria relação com o excesso de produções do Marvel Studios em 2021, ano marcado pelas estreias de “Viúva Negra”, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” e “Eternos” nos cinemas, além de “WandaVision”, “Falcão e O Soldado Invernal”, “Loki”, “What If…?” e “Gavião Arqueiro” em streaming. Entretanto, o relatório trimestral da Disney comprovou que, quando não há lançamento de série live-ation da Marvel, a plataforma Disney+ patina e deixa de atrair novos assinantes. Do ponto de vista financeiro, o melhor para a empresa, portanto, seria lançar “Ms. Marvel” o quanto antes. Mas há outra questão relacionada às produções da Marvel. Como são todas conectadas, o que acontece numa série pode ter relação com um filme. No caso de “Ms. Marvel”, a trama vai remeter a “The Marvels”, o novo filme da Capitã Marvel, que só tem previsão de estreia para fevereiro de 2023. Por isso, faria mais sentido lançar a série no final de 2022. “Ms. Marvel” vai marcar a estreia de Iman Vellani como atriz, no papel da heroína do título. A jovem de 18 anos foi selecionada entre várias candidatas, seguindo um critério de representatividade. O estúdio queria alguém que fosse o mais similar possível à personagem, que será a primeira heroína muçulmana do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), mesmo que isso significasse uma intérprete desconhecida do público. Nos quadrinhos, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana que, ao ganhar superpoderes, inspira-se na Capitã Marvel para assumir sua nova identidade. A série também dará destaque ao personagem de Matt Lintz (o Henry de “The Walking Dead”), Bruno Carrelli, que é o único amigo de Kamala que sabe que ela é a Ms. Marvel. Desenvolvida pela roteirista Bisha K. Ali (“Sex Education”), a produção contará com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (diretores do blockbuster “Bad Boys Para Sempre” e do vindouro filme da “Batgirl”), da paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois prêmios Oscar de Melhor Documentário em Curta-metragem) e Meera Menon (de “Farah Goes Bang” e que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”).
Sem se vacinar, Leticia Wright pode atrasar “Pantera Negra 2”
As filmagens de “Pantera Negra: Wakanda Forever” encontram-se paralisadas após a atriz Letitia Wright sofrer uma lesão no set e a expectativa é que as filmagens sejam retomadas em janeiro. No entanto, de acordo com o site The Hollywood Reporter, a produção pode enfrentar outro problema com a intérprete de Shuri. Aparentemente, Wright, que está se recuperando em Londres, é contra vacinas. E desde segunda-feira (8/11), os EUA passaram a exigir que visitantes estrangeiros comprovem ter o completado o ciclo de vacinação contra a covid-19 para entrar no país. Isto pode impedi-la de voltar ao set em Atlanta, nos EUA, no início de 2022. No mínimo, vai gerar uma pressão da Disney, que também passou a exigir que todos os integrantes de suas produções se vacinem. Vale apontar que o Hollywood Reporter já tinha feito uma reportagem que foi desmentida por Wright, alegando que ela fazia campanha contra vacinação no set. O que não são boatos é que Letitia Wright realmente adotou uma postura antivax (antivacina) em dezembro do ano passado, quando publicou nas redes sociais um vídeo de um guru negacionista que questionava a eficácia dos imunizantes contra a covid-19, tudo à base de achismos. Inundada por comentários negativos, até o ator Don Cheadle, astro de “Vingadores: Ultimato”, se manifestou, chamando o vídeo linkado de “lixo” e dizendo que iria contatar a atriz em particular. Ela apagou a publicação e parou de se posicionar sobre o assunto, mas, segundo o THR, nos bastidores sua opinião continuaria igual. As filmagens da sequência de “Pantera Negra” começaram no final de junho sob direção de Coogler, que retomou a função após o sucesso do primeiro longa. Além de Wright, a produção traz de volta vários atores do elenco original, à exceção notável de Boseman, que interpretou o Pantera Negra no blockbuster de 2018 e faleceu no ano passado de câncer. Os detalhes da trama da sequência estão sendo mantidos em segredo, mas nos quadrinhos a Princesa Shuri, irmã de T’Challa, já herdou o manto do herói. Apesar dos atrasos nas filmagens, a estreia de “Pantera Negra: Wakanda Forever” segue marcada para novembro de 2022.
Coronji Calhoun (1991-2021)
Coronji Calhoun, que interpretou o filho de Halle Berry no filme “A Última Ceia”, morreu de insuficiência cardíaca congestiva e problemas pulmonares em 13 de outubro, aos 30 anos. O falecimento foi confirmado por sua mãe na noite de quinta (10/11). O único crédito de atuação de Calhoun foi no filme de 2001, aos 10 anos de idade, quando deu vida a Tyrell Musgrove, o filho constantemente repreendido da personagem de Berry. Ele garantiu o papel em um teste de elenco na Louisiana. “A Última Ceia” rendeu a Berry o Oscar de Melhor Atriz, transformando-a na primeira mulher negra premiada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA na categoria principal de interpretação. O cineasta Lee Daniels, que produziu o filme, fez doações para o enterro de Calhoun na página do GoFundMe criada pela mãe do ator. “Estamos maravilhados com a demonstração de amor que a comunidade e a família adotiva de Coronji demonstraram durante nosso processo de luto”, escreveu Theresa C. Bailey, na página do GoFundMe. “Ao encerrarmos este capítulo, pedimos que, em sua lembrança dele, você se lembre de amar seu próximo como a si mesmo, porque foi isso que Coronji fez por toda a sua comunidade”, acrescentou a mãe do rapaz. Ele deixa um filho de 10 anos e um enteado de 13 anos.
Filmes de “Bob Cuspe” e “Pixinguinha” chegam aos cinemas
Filmes brasileiros são a salvação da programação de cinema desta quinta (11/11). Mas terão pouco espaço para receber a atenção que merecem. Não bastasse o monopólio de blockbusters, o circuito deve priorizar o musical “Querido Evan Hansen”, destruído pela crítica nos EUA (30% no Rotten Tomatoes), e o filme de ação “A Profissional” (61%), produção genérica ao estilo da Netflix. Principal título, “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente” é uma adaptação dos quadrinhos de Angeli que foi premiada nos festivais internacionais de animação de Ottawa, no Canadá, e de Annecy, na França (o “Cannes da animação”). Primeiro longa-metragem de Cesar Cabral, foi filmado com bonecos ao longo de cinco anos, utilizando a técnica de stop motion (na qual objetos são fotografados quadro a quadro para passar a ilusão de movimento). O próprio Angeli aparece na trama, mas em versão animada, disposto a dar a Bob Cuspe o mesmo fim da Rê Bordosa. Mas o punk não aceita a extinção (afinal, “punk’s not dead!”) e parte para um acerto de contas. Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) dá voz ao famoso punk da periferia dos quadrinhos. “Pixinguinha – Um Homem Carinhoso” chega aos cinemas uma semana depois de “Marighella”, embora tenha sido filmado um ano antes. Este paradoxo deixa duas cinebiografias estreladas por Seu Jorge em cartaz simultaneamente. Desta vez, além de atuar, ele toca os instrumentos de verdade, o que aumenta a credibilidade da representação do maestro. Mas a ambição de condensar 75 anos de vida em 100 minutos ofusca a tentativa de explorar o importante aspecto musical da história. Chama atenção a cinebiografia de um dos artistas mais importantes da música brasileira não ter entrado em nenhum festival importante. Mas a opção pela abordagem episódica, que simplifica personalidade, época e trajetória do compositor de “Carinhoso”, “Lamentos” e “Benguelê”, torna “Pixinguinha” quase uma versão compacta de minissérie. Ela é assinada pela roteirista Manuela Dias e dirigida pela dupla Denise Saraceni e Allan Fiterman, conhecidos pela realização de novelas e séries da Globo. A seleção nacional também inclui o drama “Curral”, que foi premiado no festival espanhol de Huelva. O primeiro longa de ficção de Marcelo Brennand compartilha a temática de seu documentário “Porta a Porta” (2010), abordando as campanhas políticas do Nordeste. Na trama, um político que se apresenta como renovação repete os mesmos métodos que denuncia como ultrapassados. O elenco traz Thomas Aquino (“Bacurau”), José Dumont (“Onde Nascem os Fortes”) e Rodrigo García (“Onde Está Meu Coração”). Sem maiores destaques, as outras opções da semana podem ser conferidas abaixo, na lista das estreias, com seus respectivos trailers. Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente | Brasil | Animação Pixinguinha – Um Homem Carinhoso | Brasil | Drama Curral | Brasil | Drama Querido Evan Hansen | EUA | Musical A Profissional | EUA | Ação O Ninho | Itália | Terror Charuto de Mel | França | Drama Deus Não Está Morto – O Próximo Capítulo | EUA | Religião Lutar, Lutar, Lutar | Brasil | Documentário
“Selena + Chef” é renovada para 4ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação do programa de culinária de Selena Gomez para mais uma temporada. “Selena + Chef” vai voltar para seu quarto ano de produção em 2022. O anúncio coincide com a disponibilização dos quatro episódios finais da 3ª temporada, que chegam ao streaming na quinta-feira (11/10) com a participação dos chefs Jamie Oliver, Sophia Roe, Esther Choi e Gabe Kennedy. A 4ª temporada terá uma mudança de locação. Selena vai cozinhar em uma casa de praia, onde continuará a aprender a fazer pratos refinados com chefs renomados, evitando colocar fogo na residência. “Estou ansioso para outra temporada e estar na cozinha com alguns dos melhores chefs do mundo”, disse Selena em comunicado. “Espero que minhas habilidades tenham melhorado. Mais importante, conseguimos arrecadar dinheiro para incríveis organizações de caridade”. A citação das organizações de caridade se deve ao fato de a atração ter um perfil filantrópico, que arrecada fundos para projetos beneficentes. “Estamos entusiasmados em continuar esta deliciosa série para a 4ª temporada e ainda mais entusiasmados por levá-la a um novo cenário”, acrescentou Jennifer O’Connell, vice-presidente executiva das produções de Não Ficção da HBO Max. “As vibrações da praia irão certamente levá-lo para o próximo nível e mal podemos esperar para ver quais receitas Selena e os chefs vão preparar a seguir!” Vale lembrar que a atração vai ganhar uma versão brasileira comandada pela cantora Sandy. Por sinal, “Sandy + Chef” também estreia nesta quinta na HBO Max.












