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  • Etc

    Boneca de “Round 6” aparece na Avenida Paulista

    1 de novembro de 2021 /

    A série sul-coreana “Round 6” já bateu todos os recordes de audiência desde que foi lançada em 18 de setembro, mas a Netflix continua investindo em sua divulgação. Neste feriadão, a boneca do primeiro jogo da trama apareceu simplesmente na Avenida Paulista, numa encenação com atores que parou o trânsito e envolveu transeuntes da região, uma das mais movimentadas de São Paulo. Para a ação, a boneca “aprendeu” português, dizendo com algum sotaque a frase coreana que repetia na série: “Batatinha, 1, 2, 3”. Veja abaixo. Fenômeno mundial, “Round 6” tinha sido vista por 142 milhões de assinantes da Netflix em seu primeiro mês. O número, divulgado em 19 de outubro, deve ter crescido muito mais desde então. Em termos de comparação, essa audiência é quase o dobro do 2º colocado, o sucesso de “Bridgerton”, até agosto passado a série mais assistida da Netflix com 82 milhões de visualizações. O volume de tráfego gerado pela produção foi tão grande que uma das maiores empresas provedoras de internet da Coreia do Sul resolveu processar a plataforma por monopolizar seus serviços. A SK Broadband está cobrando na justiça os custos de manutenção e a quantidade de banda larga utilizados por seus usuários para ver “Round 6”. O lado mais sombrio do fenômeno é que a série está sendo vista por muitas crianças, que tentam recriar os jogos com colegas. O apelo encontra-se no fato de os desafios mortais serem baseados em brincadeiras infantis. Mas por conter muita violência a produção é imprópria para menores de 16 anos. O sucesso se reflete ainda na popularidade repentina dos atores da série. A estreante Jung Ho-yeon, que interpreta a jogadora 067, tornou-se a atriz sul-coreana mais seguida do Instagram praticamente da noite para o dia. Até então modelo, ela viu seu número de seguidores saltar de 400 mil para o nível Juliette de mais de 23 milhões em um mês. Embora a Netflix ainda não tenho anunciado a continuação, o criador e diretor da série, Hwang Dong-hyuk, já está trabalhando em ideias para os próximos capítulos. Limites? Não temos! Em vídeos divulgados nas redes sociais, mostram uma boneca (a mesma de Round 6), nas ruas de São Paulo, mais especificamente, na Avenida Paulista. Com direito aos efeitos sonoros do kdrama (batatinha frita 1,2,3) e pessoas se divertindo no local. Iriam? 🗣 pic.twitter.com/bcMnogYDr3 — Round 6 Brasil (@Round6Brasil) November 1, 2021 Gente, que?????? Boneca da “batatinha 1,2,3”do Round 6 na Paulista pic.twitter.com/sllnjDvDbM — Laís Amaral (@lalamaral) October 30, 2021

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  • Filme

    Brian Cox critica Johnny Depp “superestimado” e Tarantino “superficial” em autobiografia

    1 de novembro de 2021 /

    Brian Cox incorporou a acidez de Logan Roy, seu personagem em “Succession”, para escrever sua autobiografia, cheia de críticas a seus colegas de Hollywood. Intitulado em inglês “Putting the Rabbit in the Hat”, o livro só sai em janeiro, mas os jornais USA Today e Big Issue anteciparam trechos da obra, em que Cox alfineta estrelas como Johnny Depp, Quentin Tarantino e Steven Seagal. O ator lembra que recusou um papel na franquia “Piratas do Caribe” porque a considerava “um show solo de Johnny Depp como Jack Sparrow” e ele não suportava o colega, a quem definiu como “muito exagerado e muito superestimado”. “Veja-se ‘Edward Mãos de Tesoura’. Vamos ser sinceros: se você chega no set com aquelas próteses nas mãos, e a maquiagem cheia de cicatrizes no rosto, não precisa fazer mais nada. E ele não fez. Subsequentemente, fez menos ainda”, escreveu Cox. “Mesmo assim, as pessoas o amam. Ou costumavam amá-lo”. Sobre Tarantino, disse que considera os filmes do diretor superficiais. “É tudo superfície. Ele usa mecânicas de plot como substitutas para profundidade. Fui embora de ‘Pulp Fiction’ no meio da minha sessão”, contou. Apesar disso, admitiu que participaria de um filme do diretor “se o telefone tocasse com uma proposta”. E explica o motivo: “‘Era Uma Vez em Hollywood’, o último filme dele, não foi tão ruim quanto eu esperava, mas também não foi bom o bastante para me converter totalmente”, disse. Para completar, mirou Steven Seagal, com quem trabalhou no filme “Glimmer Man: O Homem das Sombras” (1996). “Ele sofre daquela síndrome de Donald Trump, de achar que é mais capaz e talentoso do que realmente é, e parece não notar o exército de pessoas que é necessário para que essa ilusão seja mantida”, escreveu o ator escocês. Menos feroz, ele ainda cita o falecido David Bowie, com quem contracenou na série “Redcap” dos anos 1960: “Um garoto magro e um ator particularmente fraco. Ele foi uma estrela pop muito melhor, disso eu tenho certeza”. Alfinetou ainda o lendário ator Michael Caine: “Eu não descreveria Michael como meu favorito, mas ele é Michael Caine. Uma instituição. E ser uma instituição sempre será melhor do que ter talento”. E disse o seguinte de seu colega de “A Última Noite”, Edward Norton: “Um bom rapaz, mas um pouco chato porque se imagina como um escritor-diretor”. Em contrapartida, o trecho do livro revelado tem também elogios. Ele descreveu Spike Lee como “simplesmente um dos melhores diretores com quem já trabalhei”, e o falecido ator Alan Rickman como “um dos homens mais doces, gentis, legais e inteligentes que já conheci”. Justificando o tom ácido do livro ao jornal The Scotsman, Cox disse que não fazer média “foi catártico, e necessário”. “Cheguei em uma idade na qual queria olhar para as coisas sob a luz da experiência, e ser o mais honesto possível”, declarou.

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  • Série

    Prévia confirma especial de Natal de “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”

    1 de novembro de 2021 /

    A plataforma Roku divulgou a primeira prévia do especial de Natal que voltará a juntar o elenco da série “Zoey e a Sua Fantástica Playlist” (Zoey’s Extraordinary Playlist), cancelada em junho passado após duas temporadas pela rede NBC. A prévia mostra que Zoey terá um fim de ano difícil, tendo que suportar todos ao seu redor entrarem em clima de musical natalino. Para quem não conhece, a série gira em torno da personagem-título, vivida por Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), uma jovem inteligente, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor. O detalhe é que esses pensamentos se manifestam de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Em suma, todos passam a cantar e dançar à sua volta, expressando o que realmente estão pensando. “Zoey e a Sua Fantástica Playlist” tinha uma média de 1,8 milhão de telespectadores ao vivo, mas aumentava seu público nas plataformas digitais – atingindo até 3,6 milhões – e era bem cotada, com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por isso, a Lionsgate alimentava a expectativa de retomar a série em streaming após o cancelamento. Por enquanto, apenas o especial de Natal está sendo produzido, com direção a cargo de Richard Shepard, que assinou o piloto da série. Criada por Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013), e produzida pelo cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018), a série também inclui em seu elenco central Lauren Graham (“Gilmore Girls”), Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”), Alex Newell (“Glee”), John Clarence Stewart (“Luke Cage”), Peter Gallagher (“Covert Affairs”) e Mary Steenburgen (“The Last Man on Earth”/”O Último Cara da Terra”). A estreia está marcada para 1 de dezembro nos EUA. No Brasil, as duas temporadas da série foram disponibilizadas pela Globoplay.

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  • Série

    Série de Boba Fett ganha primeiro trailer da Disney+

    1 de novembro de 2021 /

    A Disney+ divulgou o pôster e o primeiro trailer de “O Livro de Boba Fett” (The Book of Boba Fett), nova série baseada no universo “Star Wars”. O trailer confirma que a série continua a trama da 2ª temporada de “The Mandalorian”, após Boba Fett (Temuera Morrison) e Fennec Shand (Ming-Na Wen) tomarem o castelo de Jabba, o Hutt, em Tatooine. Agora, a dupla tenta um acordo com os criminosos subordinados ao vilão. A prévia também revela que a atriz Jennifer Beals (“The L Word”) faz parte do elenco da atração, mas detalhes de sua personagem, além do fato dela ser da raça Twi’lek, estão sendo mantidos em sigilo. “O Livro de Boba Fett” será comandada pelo criador e o showrunner de “The Mandalorian”, respectivamente o cineasta Jon Favreau e o produtor-roteirista Dave Filoni, além do diretor Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), que entrou na equipe após dirigir um episódio daquela série. O trio deu liga durante as filmagens do episódio “The Tragedy”, da 2ª temporada de “The Mandalorian”, que foi justamente o capítulo responsável por reintroduzir Boba Fett. A estreia está marcada para o dia 29 de dezembro.

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  • Filme

    “Venom – Tempo de Carnificina” é o filme mais visto do Brasil pela quarta semana seguida

    1 de novembro de 2021 /

    O feriadão diminuiu o público de cinema no Brasil, mobilizando 737,6 mil pessoas para uma arrecadação total de R$ 13,8 milhões em bilheteria no fim de semana, segundo dados da consultoria Comscore. Os números representam uma queda de 13,8% em relação à semana passada, que já representava tendência de queda em relação à anterior. O que não mudou foi a popularidade de “Venom – Tempo de Carnificina”, que se manteve como o filme mais visto do país pela quarta semana, com 238,3 mil espectadores e arrecadação de R$ 4,2 milhões em ingressos vendidos. Ao todo, a adaptação de quadrinhos da Sony já foi vista por 3,4 milhões de espectadores e rendeu mais de R$ 56 milhões por aqui. O 2º lugar também é o mesmo da semana passada. “Duna” arrecadou R$ 3,56 milhões em seu segundo fim de semana, acumulando R$ 10,2 milhões até agora. Maior estreia de quinta passada (28/10), “A Família Addams 2” ficou na 3ª posição com R$ 2,8 milhões. Confira abaixo o Top 10 completo do Brasil, segundo apuração da Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 28 -31/101. Venom 2. Duna3. Familia Adams 2: Pé na Estrada4. 0075. Espiritos Obscuros6. Hallloween Kills: O Terror Continua7. Ron Bugado8. A Mensageira9. O Ultimo Duelo10. De Volta a Italia — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 1, 2021

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  • Música

    Playlist: Grunge retorna em 10 clipes da nova geração do barulho

    31 de outubro de 2021 /

    A nostalgia dos anos 1990 bate forte no playlist indie da semana, com o revival grunge levado adiante por bandas de quatro continentes diferentes. Algumas já tem certa rodagem, mas há também a sensação do momento, Kills Birds, a banda mais falada de Los Angeles em 2021, avalizada por ninguém menos que Kim Gordon, do Sonic Youth, e Dave Grohl, do Foo Fighters. O rock do trio da foto se destaca pelo vocal possuído de Nina Ljeti, uma imigrante bósnia que veio com a família para o Canadá justamente na época em que o Nirvana era a sensação do momento. Ela se mudou para a Califórnia na metade da década passada para fazer cinema, e chegou a dirigir meia dúzia de curtas e dois longas-metragens, entre eles “Memória” (2015) estrelado por James Franco. O ator retribuiu escalando Ljeti como Patti Smith em seu filme “Zeroville – A Vida em Hollywood” (2019). Chame de premonição, porque à frente do Kills Bills ela entrega um performance punk de dar orgulho à pioneira do gênero. Outra banda com conexão hollywoodiana e aval grunge, The Pretty Reckless é liderado por Taylor Momsen (a Jenny da “Gossip Girl” original), que em seu novo clipe é acompanhada por uma dupla de cabelos brancos ainda capaz de inspirar mosh: o baterista Matt Cameron e o guitarrista Kim Thayil do Soundgarden. A música “Only Love Can Save Me Now” foi inspirada pelo suicídio de Chris Cornell, cantor do Soundgarden, e pela morte de Kato Khandwala, produtor do Pretty Reckless, num acidente de moto. Vale lembrar ainda que The Pretty Reckless foi a banda de abertura da turnê de 2017 do Soundgarden, a última de Chris Cornell. Como sempre, os vídeos estão alinhados como se fossem uma discotecagem/show contínua. É só dar play abaixo e se jogar do palco imaginário, como o público dos clipes finais de Psychedelic Porn Crumpets e Skating Polly, no melhor estilo dos shows de décadas atrás. October Drift | Inglaterra | Seether | África do Sul | 1000mods | Grécia | Quicksand | EUA | Milk Teeth | Inglaterra | Fangclub | Irlanda | The Pretty Reckless | EUA | Kills Birds | EUA | Psychedelic Porn Crumpets | Austrália | Skating Polly | EUA |

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  • Série

    Leandra Leal vai estrelar, produzir e dirigir nova série da Globoplay

    31 de outubro de 2021 /

    A atriz Leandra Leal vai se multiplicar na frente e atrás das câmeras em “A Vida pela Frente”, nova série que irá ao ar na plataforma Globoplay e no canal pago GNT. Ela é uma das criadoras e produtoras da atração, desenvolvida por sua empresa, Daza Filmes, e ainda vai dirigir episódios e ter um papel importante, como mãe de um dos adolescentes protagonistas. A produção vai abordar um tema polêmico, a saúde mental de adolescentes, e atualmente busca intérpretes para os seis papéis principais. A equipe quer lançar talentos. As gravações terão início no ano que vem e, segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, já há previsão de uma 2ª temporada. Os primeiros 10 episódios vão mostrar os jovens se preparando para o vestibular, no fim dos anos 1990, quando uma das meninas do grupo comete suicídio. A ideia é que, na continuação, os amigos já estejam na universidade, lidando com o luto – e o monstro Pennywise (brincadeira sobre a estrutura de duas partes, similar a “It – A Coisa”). Além de Leandra, a série terá direção de Bruno Safadi (que trabalha com a atriz em “Aruanas”) e roteiro a cargo de Lucas Paraizo (de “Sob Pressão”).

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  • Filme

    Atores de “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” vão voltar a filmar juntos

    31 de outubro de 2021 /

    Os atores Christopher Walken e Sam Rockwell vão voltar a se juntar em novo filme do diretor Martin McDonagh, após contracenarem na comédia criminal “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” de 2014. O novo longa ainda não teve título nem sinopse divulgados, mas já está completando o elenco, que também inclui Oscar Isaac (“Duna”). As filmagens vão começar assim que McDonagh terminar de rodar “The Banshees of Inisherin”, filme estrelado por outro ator de “Sete Psicopatas e um Shih Tzu”, Colin Farrell. “The Banshees of Inisherin” será o primeiro filme do diretor após ser indicado ao Oscar por “Três Anúncios de um Crime” (2017), que acabou premiando Sam Rockwell como Melhor Ator Coadjuvante. Ainda não há previsão de lançamento para nenhum dos dois filmes.

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  • Filme

    Jake Gyllenhaal vai estrelar filme de guerra de Guy Ritchie

    31 de outubro de 2021 /

    O ator Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) fechou contrato para estrelar “The Interpreter”, próximo thriller de ação do diretor britânico Guy Ritchie (“Infiltrado”). Produção da STXfilms, o filme vai trazer Gyllenhaal como um soldado que retorna a uma zona de guerra para pagar uma dívida com seu intérprete. Seu personagem é o sargento John Kinley, que em sua última missão no Afeganistão se juntou a um intérprete local chamado Ahmed para fazer um levantamento da região. Quando sua unidade é emboscada durante uma patrulha, Kinley e Ahmed são os únicos sobreviventes. Com combatentes inimigos em perseguição, Ahmed arrisca a própria vida para carregar Kinley ferido, por quilômetros de terreno extenuante, até a segurança. Sentindo uma dívida de vida, o militar pretende enviar passagens para Ahmed e sua família escaparem do talibã. Mas ao voltar aos EUA, descobre que o tradutor não recebeu o salvo conduto que lhe foi prometido. Determinado a proteger seu amigo e pagar sua dívida, Kinley retorna à zona de guerra para resgatar Ahmed e sua família antes que as milícias locais os alcancem primeiro. Ritchie encontrou inspiração para a história após conversar com soldados que combateram no Afeganistão e no Iraque, comovendo-se com suas relações com os intérpretes que arriscaram suas vidas para ajudá-los nas regiões de conflitos. Além de dirigir, ele assina o roteiro em parceria com Ivan Atkinson e Marn Davies, com quem fez seus três últimos filmes, “Magnatas do Crime”, “Infiltrado” e o vindouro “Operation Fortune: Ruse de Guerre”, previsto para estrear em janeiro. As filmagens de “The Interpreter” também estão programadas para começar em janeiro, em locações na Espanha.

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    Dwayne Johnson fará novo filme do diretor de “Jumanji”

    31 de outubro de 2021 /

    Depois de trabalhar com a Netflix, Dwayne Johnson vai lançar seu próximo longa pela Amazon Prime Video. Os títulos são até parecidos, sai o “Red Alert” (Alerta Vermelho) e entra o “Red One”. E ambos levam à mesma conclusão: que as plataformas estão pagando mais que os estúdios para filmar astros campeões de bilheteria. Em “Red One”, Johnson ainda vai voltar a trabalhar com o diretor Jake Kasdan após sucesso global dos dois filmes de “Jumanji”, que renderam mais de US$ 1,7 bilhão para a Sony. O roteiro final é de Chris Morgan, outro produtor e roteirista de blockbuster, responsável pelos filmes mais bem-sucedidos da franquia “Velozes e Furiosos” – inclusive o derivado “Hobbs & Shaw”, estrelado por Johnson. O projeto foi concebido por Hiram Garcia, sócio de Johnson na produtora Seven Bucks. Em comunicado, ele afirmou que “queria contar essa história há anos”. Sem dar detalhes da trama, acrescentou que “Red One” é “um épico filme de ação e aventura que pega o adorável conceito dos feriados e vira de cabeça para baixo”. Com essa equipe, a ideia é que “Red One” vire uma franquia. A produção será filmada em 2022 e tem previsão de estreia para o final de 2023. Enquanto isso, Johnson lança “Alerta Vermelho” (o título nacional de “Red Notice”) pela Netflix em 12 de novembro, acompanhado por Gal Gadot e Ryan Reynolds.

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    Jo-Carroll Dennison (1923–2021)

    31 de outubro de 2021 /

    A atriz Jo-Carroll Dennison, que transformou sua coroa de Miss América numa carreira em Hollywood, morreu em 18 de outubro em sua casa em Idyllwild, Califórnia, aos 97 anos, revelou neste fim de semana o jornal New York Times. Dennison nasceu em 16 de dezembro de 1923 num dos locais mais inusitados possíveis: uma prisão masculina em Florence, Arizona. Sua mãe deu a luz enquanto viajava com seu pai de carro do Texas para a Califórnia. Sua carreira também foi levada pelas circunstâncias aos destinos mais improváveis. Ela participou do programa de medicina itinerante de seus pais e pretendia se formar em negócios (economia e finanças) em Tyler, no Texas, quando um homem impressionado por sua beleza a parou na rua, mudando sua vida. Era um banqueiro que queria que ela representasse seu banco no concurso de beleza da cidade. Ela venceu aquele concurso, foi parar numa disputa regional, virou Miss Texas e acabou escolhida como Miss América em 1942. Com a faixa de Miss, foi entreter as tropas americanas no começo da 2ª Guerra Mundial e conseguiu um contrato com a 20th Century Fox, que a escalou como figurante de clássicos como “Canção de Bernadette” e “Entre a Loura e a Morena” em 1943. Ela também figurou no musical “Alegria, Rapazes!” (1944), onde conheceu seu futuro marido, o ator Phil Silvers, e conquistou seu primeiro papel creditado no romance “Encontro nos Céus” (1945). Mas a expectativa de sucesso cinematográfico não se concretizou, encerrando-se após vestir um maiô de peles no trash “Mulheres Pré-Históricas” (1950) e virar femme fatale no noir barato “Eco do Pecado” (1951). Paralelamente, Dennison ainda tentou carreira televisiva, emplacando pelo menos um papel marcante, como a estonteante e perigosa Breathless Mahoney na série de “Dick Tracy” (1950). A personagem foi vivida por ninguém menos que Madonna no filme de 1990. Nesta época, ela iniciou seu segundo casamento, desta vez com o diretor-produtor de TV Russell Stoneham (de “Barnaby Jones” e “São Francisco Urgente”), despedindo-se das telas logo em seguida, com um episódio de 1953 da série “The Abbott and Costello Show”. Jo-Carroll Dennison teve dois filhos do segundo casamento, encerrado em 1981, e lançou um livro autobiográfico, “Finding My Little Red Hat”, no mês passado.

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  • Etc

    “007 – Sem Tempo para Morrer” supera US$ 600 milhões mundiais

    31 de outubro de 2021 /

    O filme “007 – Sem Tempo para Morrer” chegou a US$ 605 milhões de bilheteria mundial nesta domingo (31/10), somando quase US$ 100 milhões a mais em uma semana. A maior parte deste valor vem da China, onde a produção estreou neste fim de semana, faturando US$ 28,2 milhões nos últimos três dias. Ao todo, o longa arrecadou US$ 133 milhões na América do Norte e US$ 472 milhões no exterior, atingindo um faturamento raro em plena pandemia. Trata-se da segunda maior arrecadação de Hollywood desde o começo do surto de covid-19, ficando atrás apenas dos US$ 716,5 milhões de “Velozes e Furiosos 9”. Ambos os filmes são da Universal Pictures, mas o longa de 007 é uma coprodução com a MGM. Além da China, a última aventura de Daniel Craig como James Bond continua a ter um desempenho notável no Reino Unido, onde se tornou o 6º filme de maior bilheteria de todos os tempos, com pandemia e tudo, ultrapassando os blockbusters “Titanic” e “Star Wars: O Último Jedi”. O total do Reino Unido está agora em US$ 116,4 milhões. Outros países que puxam a arrecadação são a Alemanha, onde a produção fez US$ 62 milhões até o momento, a França com US$ 26,1 milhões e a pequena Holanda, onde “007 – Sem Tempo para Morrer” se tornou o maior lançamento da Universal de todos os tempos, com US$ 18,4 milhões. Graças a esse sucesso, o filme superou expectativas. Mesmo com as limitações de público ocasionadas pela pandemia, já deixou de ser o título de menor bilheteria da fase de Daniel Craig na franquia, deixando para trás “007 – Quantum of Solace”, que faturou US$ 589,5 milhões mundiais em 2008. Além disso, nos próximos dias vai ultrapassar os US$ 616,5 milhões arrecadados por “007 – Cassino Royale” em 2006. Embora tenha entrado em cartaz há cinco semanas, o longa ainda não chegou na Austrália, onde terá lançamento em 11 de novembro, possibilitando um novo impulso em sua bilheteria.

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  • Filme

    “Duna” mantém liderança das bilheterias nos EUA

    31 de outubro de 2021 /

    “Duna” venceu a programação temática de Halloween para superar vários títulos de terror e se manter em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana de exibição. A sci-fi dirigida por Denis Villeneuve arrecadou US$ 15,5 milhões de sexta a domingo (31/10), elevando seu total nos EUA e Canadá para US$ 69,4 milhões. Apesar de ficar no topo, o filme enfrentou uma queda brusca de 62% no faturamento em relação à semana anterior. Mas vale reparar que outros títulos da Warner Bros. distribuídos simultaneamente em streaming na HBO Max americana, como “Mortal Kombat”, “O Esquadrão Suicida” e “Space Jam: Um Novo Legado”, chegaram a cair até 70% em consequência da opção online. A diferença significa que o marketing de “Duna” funcionou. O estúdio reforçou em sua campanha que se tratava de um filme para ser visto em tela grande. A sci-fi também foi lançada na China neste fim de semana, onde abriu com US$ 28 milhões, apesar de 10% do parque exibidor do país estar fechado devido a um novo surto de covid-19. Com isso, “Duna” chega a uma receita internacional de US$ 222 milhões e se aproxima de uma bilheteria de US$ 300 milhões mundiais. Não por acaso, teve sua sequência oficializada. No clima da data festiva, “Halloween Kills” voltou a atrair público, garantindo o 2º lugar em seu terceiro fim de semana com US$ 8,5 milhões. Mesmo destruído pela crítica, o novo filme do psicopata Michael Myers segue com um desempenho razoável, somando US$ 85,6 milhões no mercado norte-americano. Outros dois títulos de terror estrearam no fim de semana, mas não conseguiram atrair muito público. “Espíritos Obscuros”, de Scott Cooper, e “Noite Passada em Soho”, de Edgar Wright, nem sequer entraram no Top 5, disputando o 6º lugar com uma arrecadação similar, em torno dos US$ 4,2 milhões no fim de semana. “Noite Passada em Soho” teve uma distribuição um pouco maior, chegando em 3.016 telas, enquanto “Espíritos Obscuros” está sendo projetado em 2.800 locais. Crítica e público gostaram mais do trabalho de Edgar Wright, que teve 74% de aprovação no Rotten Tomatos contra 60% do filme de Scott Cooper, e nota B+ no CinemaScore contra C+, o que não é um bom presságio para “Espíritos Obscuros”. O que mais chama atenção é que ambos perderam para uma produção estrangeira, “My Hero Academia: World Heroes’ Mission”, terceiro longa derivado da popular série de anime “My Hero Academia”. O desempenho foi surpreendente, porque o desenho japonês teve uma distribuição muito menor, arrecadando US$ 6,4 milhões em 1.602 telas, o suficiente para o 4º lugar. O resto do Top 5 norte-americano inclui os blockbusters “007 – Sem Tempo para Morrer”, com US$ 7,8 milhões em 3º lugar, e “Venom: Tempo de Carnificina”, com US$ 5,7 milhões em 5º lugar. Até agora, a última aventura de Daniel Craig como 007 arrecadou US$ 133 milhões na América do Norte e US$ 472 milhões no exterior, atingindo US$ 605 milhões de faturamento mundial, um número robusto para tempos de pandemia. Por sua vez, “Venom: Tempo de Carnificina” chegou a US$ 190 milhões em vendas de ingressos domésticos, estabelecendo-se como o segundo filme de maior bilheteria doméstica do ano, atrás apenas de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que fez US$ 221 milhões nos EUA e Canadá. Em todo o mundo, o segundo longa de Venom está a um passo de superar os US$ 400 milhões, com US$ 395,8 milhões até este domingo. Veja abaixo o resumo da estimativa de bilheteria para os sete principais filmes deste fim de semana na América do Norte. “Duna” – US$ 15,5 milhões “Halloween Kills” – US$ 8,5 milhões “007 – Sem Tempo para Morrer” – US$ 7,8 milhões “My Hero Academia: World Heroes ‘Mission” – US$ 6,4 milhões “Venom: Tempo de Carnificina” – US$ 5,7 milhões “A Última Noite em Soho” – US$ 4,2 milhões “Espíritos Obscuros” – US$ 4,2 milhões

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