With Love: Conheça a nova série da criadora de “One Day at a Time”
A Amazon Prime Video divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “With Love”, nova série de comédia sobre família latina criada por Gloria Calderón Kellett – responsável pelo revival de “One Day at a Time” (ou “Um Dia de Cada Vez”) na Netflix Com cinco episódios, a 1ª temporada vai acompanhar as aventuras amorosas dos irmãos Lily e Jorge Diaz, que precisam lidar com a vida de solteiros em meio às pressões de sua família intrusiva, enquanto buscam um propósito na vida – ou apenas um namorado (para ele também). Emeraude Toubia (“Caçadores de Sombras”) e Mark Indelicato (que era um menino em “Ugly Betty”) vivem os protagonistas, e o elenco ainda inclui Rome Flynn (“Criando Dion”), Desmond Chiam (“Falcão e o Soldado Invernal”), Vincent Rodriguez (“Crazy Ex-Girlfriend”), Benito Martinez (“Sons of Anarchy”), Constance Marie (“Switched at Birth”), Isis King (“The L Word: Generation Q”) e Todd Grinnell (“One Day at a Time”). A estreia está marcada para o dia 17 de dezembro.
Novo teaser de “Maravilhosa Sra. Maisel” destaca o Sr. Maisel
A Amazon Prime Video divulgou o terceiro teaser da 4ª temporada de “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), desta vez focado nas aventuras amorosas do agora divorciado Sr. Maisel (Michael Zegan). Sua história parece tão divertida quanto a de sua ex (Rachel Brosnahan) na nova temporada. A série conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up da cidade. Antes do estouro da atração, sua criadora, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade do começo dos anos 2000, estrelado por Lauren Graham e Alexis Bledel, que, entretanto, nunca foi reconhecido com prêmios. Um contraste com a série “Maravilhosa”, vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA Awards, um WGA Award e um Peabody Award. Fora do ar há dois anos, os novos capítulos chegarão em 18 de fevereiro com novidades no elenco, incluindo Milo Ventimiglia, astro de “This Is Us”.
Leandro Hassum se desculpa sem entender problema de “Amor sem Medida”
O ator Leandro Hassum sentiu os comentários negativos de Juliana Paes sobre sua nova comédia, “Amor sem Medida”, lançada pela Netflix há duas semanas. Ele emitiu um comunicado com um pedido de desculpas, dizendo não ter sido sua intenção causar dor. A iniciativa, porém, também deixou claro que ele não entendeu porque deveria se desculpar, mostrando sua ignorância em relação aos problemas do filme. “Sinto muito de verdade, pois jamais quero, através dos meus filmes e arte, causar dor. Ao contrário, meu propósito sempre será divertir, entreter, pois acredito no humor agregador para a família toda”, ele se manifestou em comunicado. Em seguida, porém, passou a enaltecer a “mensagem” de “Amor sem Medida”: “O filme conta uma história de amor, de pertencimento e de inclusão, valorizando as capacidades de seus personagens e repudiando qualquer preconceito, de qualquer espécie”. Por isso, o filme seria uma lição de moral: “Vivemos num mundo ainda distante do ideal, mas que vem caminhando no sentido de não dar espaço a nenhum tipo de preconceito, segregação ou exclusão. Esta foi a intenção, por meio da leveza do humor, abordar a importância de vivermos num mundo com mais amor e respeito, onde ser aceito e amado independe de características físicas”. Por considerar tudo isso, disse que ficou “com o coração doído por, de algum modo, não ter transmitido isso a Juliana Caldas”. E concluiu, em tom paternalista: “Estou mais que aberto a acolhê-la com meu total carinho e respeito”. Na verdade, Hassum resumiu tudo o que há de errado no filme, já que “Amor sem Medida”, um romance entre um anão e uma mulher estilo Juliana Paes (a própria Julia Paes), faz exatamente o contrário do que o comediante prega. Se ele não percebe é porque o capacitismo é um problema tão estrutural quanto o racismo na sociedade brasileira. Afirmar ter feito “Amor Sem Medida” com boas intenções não muda o que realmente está na tela: uma ator normal interpretando um anão. Esta é a “black face” do capacitismo. Juliana Caldas, que tem nanismo e ficou conhecida pelo papel de Estela Montserrat na novela “O Outro Lado do Paraíso” (2017), apontou o elefante na sala, lamentando a forma como o protagonista com deficiência foi retratado no filme, desde a falta de representatividade na escolha de Hassum até a enxurrada de piadas preconceituosas da produção, tudo em nome do que o comediante chama de “leveza do humor”. “Eu não me senti em momento nenhum do filme representada. Primeiro, porque a pessoa que faz o personagem que tem nanismo… O ator não tem nanismo, que é o próprio Leandro Hassum. Eles fizeram computação gráfica, diminuíram (o Hassum) em computação gráfica, essas coisas, para mostrar que ele tem baixa estatura. E, depois disso, a maior parte do filme tem piadas totalmente capacitistas, totalmente preconceituosas e que, cara… Não dá para aceitar hoje em dia!”, apontou. Segundo ela, o público não costuma questionar o humor capacitista, o que não acontece quando se trata de conteúdos racistas, homofóbicos ou gordofóbicos. “Quando a gente fala sobre o nanismo, a maior parte das vezes é nessa forma de piada. O nanismo é considerado uma deficiência. Não dá mais para aceitar rir disso hoje”, explicou a atriz. “Ele [Hassum] tenta fazer rir, mas eu não ri em nenhum momento. É cansativo ter que explicar o óbvio, o simples, explicar que, a partir do momento em que uma piada ou frase fere o outro, não é legal”, finalizou Juliana, cobrando mais empatia dos produtores e do público. Com seu comunicado, Hassum tentou encerrar o assunto com a desculpa das boas intenções, conseguindo esse resultado em 90% das publicações que reproduziram seu comunicado sem questionar ou entrar no contexto originalmente apontado por Caldas. A forma fria como o assunto foi tratado também reflete uma imprensa incapaz de sentir empatia, que se torna parte do problema por sua incapacidade de percebê-lo. É importante ressaltar ainda que a opção de utilizar efeito visual para diminuir Hassum reflete outro problema da “black face” do nanismo. Ela representa exclusão e capacitismo no mercado de trabalho, já que impede a clara e rara possiblidade de escalar um ator à altura real do papel. Vale repetir tantas vezes quanto for necessário que Gigante Léo estrelou história parecida em “Altas Expectativas”, comédia romântica que tratava de “amor sem medida” em 2017, portanto nem seria algo inédito no país. “Amor sem Medida” é um remake do filme argentino “Coração de Leão – O Amor Não Tem Tamanho” (2013), que há oito anos usou o mesmo truque de encolhimento por computador com o ator Guillermo Francella. A adaptação brasileira foi dirigida por Ale McHaddo, que já tinha trabalhado com Hassum em “O Amor Dá Trabalho” (2019) e na série animada “Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma” (2013-2015).
Ariana Grande revela música da trilha de “Não Olhe Para Cima”
“Não Olhe Para Cima” (Don’t Look Up) não tem gente famosa só na tela. A trilha da produção de fim de ano da Netflix destaca ninguém menos que Ariana Grande, que neste fim de semana divulgou em sua página do YouTube a música “Just Look Up”, gravada em parceria com Kid Cudi para o filme. O detalhe é que, além de cantarem a balada musical, Ariana e Kid Cudi também fazem participações especiais diante das câmeras, juntando-se ao elenco estelar. O filme traz Leonardo DiCaprio (vencedor do Oscar por “O Regresso”) e Jennifer Lawrence (vencedora do Oscar por “O Lado Bom da Vida”) no papel de cientistas que tentam alertar o mundo sobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Seus avisos, porém, são recebidos com desdém pela presidente Meryl Streep (vencedora do Oscar por “A Dama de Ferro” e outros) e pela imprensa. Afinal, esta é a premissa de uma dúzia de filmes e só pode ser piada que ainda pensem nisso. A comédia também inclui em seu elenco grandioso Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Ron Perlman (o “Hellboy” original), Matthew Perry (“Friends”), Rob Morgan (“A Fotografia”), Himesh Patel (“Yesterday”), Tyler Perry (“Um Funeral em Família”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”), Michael Chiklis (“Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”) e Tomer Sisley (“Messiah”). Roteiro e direção são de Adam McKay, vencedor do Oscar por “A Grande Aposta” (2015) e indicado por “Vice” (2018), e a estreia vai acontecer na véspera do Natal, exatamente no dia 24 de dezembro. Felizmente, o amor verdadeiro supera até ao apocalipse, de acordo com a letra de “Just Look Up”, que pode ser ouvida abaixo.
Marc Beauchamps (1959-2021)
O produtor Marc Beauchamps, fundador da distribuidora Lumière e responsável pelo lançamento de vários filmes da chamada retomada do cinema brasileiro, morreu neste sábado (4/12) em um hospital do Rio de Janeiro, poucos dias antes de completar 62 anos. Ele lutava contra o câncer há sete anos, teve um AVC e não resistiu. Nascido na França, o produtor chegou ao Brasil aos 19 anos e dirigiu o primeiro documentário sobre Serra Pelada, em parceria com Gustavo Hadba, que se tornou um dos maiores fotógrafos do cinema brasileiro. Em seguida, criou a empresa Inicial Brasileira, que exportava filmes nacionais para a França. Em 1989, ele fundou a Lumière com Bruno Wainer, com a ideia de trazer filmes franceses ao Brasil. Só que acabou criando aquela que, durante anos, foi a maior distribuidora de filmes no Brasil. A empresa também representou a Miramax, trazendo “Delicatessen”, “Pulp Fiction” e mais de 100 clássicos modernos ao país. Ao longo de 20 anos, a Lumière também impulsionou a combalida indústria cinematográfica nacional, que tinha sofrido com Collor o mesmo que padece agora com Bolsonaro, colocando nos cinemas alguns dos maiores marcos do renascimento da produção local – filmes como “Central do Brasil” (1998), “Pequeno Dicionário Amoroso” (1997), “Cidade de Deus” (2002), “Madame Satã” (2002) e “Olga” (2004). Todos estes, mesmos “Central do Brasil”, que ele apenas distribuiu, ainda trazem seu nome nos créditos como produtor. De fato, a participação da empresa de Beauchamps na produção de “Cidade de Deus” foi que possibilitou os contratos de distribuição internacional do filme de Fernando Meirelles com a Miramax e a Wild Bunch nos EUA e França, e essa parceria também culminou na estratégia vitoriosa de marketing que levou o longa a ser indicado a quatro Oscars. Na vida particular, porém, o vício em drogas cobrou um preço elevado na vida do produtor Em 2013, ele foi preso pela Interpol no Rio, acusado de tráfico internacional e levado à França, onde foi condenado à pena de três anos de prisão pela prática dos crimes de transporte, posse, aquisição e exportação de entorpecentes. A prisão chocou o meio cultural brasileiro e, em 2016, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou sua extradição. Ela acabou absolvido ao chegar ao país, mas seus negócios nunca se recuperaram. Sócio de Beauchamps na Lumière, Bruno Wainer acabou fundando a Downtown Filmes, que hoje é a maior produtora do cinema brasileiro. Marc Beauchamps era casado com a fotógrafa Fernanda Vasconcelos e deixa três filhos. Bruno Beauchamps, por sinal, seguiu a carreira do pai e fundou sua própria distribuidora, a Pagu Filmes.
Críticos de Nova York elegem filme japonês como melhor do ano
O drama japonês “Drive My Car”, de Ryusuke Hamaguchi, foi eleito o Melhor Filme de 2021 pelo Círculo de Críticos de Cinema de Nova York (NYFCC, na sigla em inglês) na noite de sexta-feira (3/12). Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro do Festival de Cannes deste ano e indicado pelo Japão a disputar uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional, o longa acompanha um diretor viúvo que, ao ser convidado a comandar uma peça em Hiroshima, passa a contar com os serviços de uma motorista estoica, com quem começa a dividir histórias e segredos. Os críticos de Nova York também votaram em Lady Gaga (por “Casa Gucci”) e Benedict Cumberbatch (por “Ataque dos Cães”) como melhores atores do ano. Título mais premiado da lista, “Ataque dos Cães” ainda rendeu citações a Jane Campion pela Melhor Direção e a Kodi Smit-McPhee como Melhor Ator Coadjuvante. Kathryn Hunter foi eleita Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação em “The Tragedy of Macbeth”. A lista ainda incluiu os vencedores de outras duas votações desta semana. “Licorice Pizza” (Melhor Filme da votação do National Board of Review, na quinta) como Melhor Roteiro e “A Filha Perdida” (Melhor Filme do Gotham Awards, na segunda) como Melhor Direção de Estreia – premiando, respectivamente, os cineastas Paul Thomas Anderson e Maggie Gyllenhaal. O musical “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, levou o prêmio de Melhor Fotografia, “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” foi a Melhor Animação, o dinamarquês “Flee”, de Jonas Poher Rasmussen, foi eleito Melhor Documentário, e o norueguês “The Worst Person in the World”, de Joachim Trier, destacou-se como Melhor Filme Estrangeiro. Fundado em 1935, o NYFCC inclui críticos de jornais, revistas e blogs especializados, mas não integrantes da crítica televisiva, por isso tende a favorecer uma produção mais independente. No ano passado, o vencedor de sua votação foi o drama indie “First Cow”, de Kelly Reichardt, que nem sequer foi indicado ao Oscar. Veja abaixo o trailer de “Drive My Car”, que ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
CCXP começa segunda edição virtual e gratuita
A Comic Con Experience (CCXP) começa sua edição 2021 neste sábado (4/12), que acontece de forma virtual pelo segundo ano consecutivo devido a pandemia de covid-19. Por conta disso, o evento chega ao público de forma gratuita – mas há um passe especial no valor de R$ 50 que garante conteúdos exclusivos. A experiência do ano passado aconteceu antes que estúdios como Disney, Netflix e Warner percebessem as vantagens de fazer suas próprias versões de Comic Con virtual por conta própria, sem pagar pedágio para terceiros. E era esperado que esse desenvolvimento afetasse a CCXP. Ela está menor que o costume – com um dia a menos – , sem investimento de Disney e com a seleta participação da Netflix completamente desconhecida até a hora H. Este detalhe da Netflix reflete como o aspecto virtual também tirou o controle do evento das mãos dos organizadores. Na véspera da estreia, eles ainda informavam a realização de painéis dos quais não tinham informações para passar, deixando subentendido que todas as iniciativas – desde pauta, escalação de convidados e produção – corriam por conta de quem “comprou” o espaço para participar. Apesar de dividir sua programação em seis palcos virtuais diferentes, para os fãs de filmes e séries a ação se concentra no chamado Thunder Stage/Arena – todos as denominações são, por motivo inexplicado, em inglês. As atrações deste palco foram divididas por marcas. No sábado estão confirmadas Netflix, Globoplay, Crunchyroll, HBO Max, Sony e Paramount. No domingo, MSP (Mauricio de Sousa Produções), Globo Filmes, Amazon Prime Video e Warner. Entre as participações artísticas mais aguardadas estão as de Keanu Reeves e outros integrantes de “Matrix Ressurections”, a presença de Patrick Stewart para falar da série “Star Trek: Picard”, Karl Urban por conta de “The Boys”, o cineasta Francis Ford Coppola para comemorar 50 anos de “O Poderoso Chefão”, Mauricio de Sousa revelando novos projetos, John Cena no clima da série “Peacemaker” (Pacificador) e, segundo comunicado da HBO Max, “uma surpresinha de ‘House of Dragons'”, o spin-off de “Game of Thrones”. Também estão previstos lançamentos e apresentações de projetos das editoras Marvel e DC, comércio de brinquedos e acessórios geeks, conversas sobre games e e-sports, concurso de cosplay, sorteio de brindes, além de bate-papos e workshops com artistas de quadrinhos – entre eles, o veterano Jim Davis, criador de “Garfield”. Por sinal, a cartunista Laerte é a grande homenageada da edição, fazendo sua participação neste sábado às 15h07, no palco Artists’ Valley. Para este ano, ainda há uma promessa de melhoria na parte tecnológica do evento. A plataforma de acesso foi modificada para favorecer a acessibilidade – um problema na edição de 2020. Com isso, os organizadores esperam poder comemorar um crescimento no número de acessos em comparação ao ano passado – que teve um público total de 1,5 milhão de pessoas. A transmissão será feita pela plataforma Twitch por meio de 11 canais, que exibirão o que acontece nos diferentes painéis. Mas não haverá acesso gratuito fora do streaming oficial. Quem quiser conferir mais tarde, só tem a opção do ingresso Digital Experience (R$ 50), que, entre outras coisas, dá acesso posterior aos vídeos dos painéis – disponíveis até o dia 5 de janeiro.
Netflix revela “Máfia dos Tigres 3” com Doc Antle
Netflix vai lançar um terceiro projeto da (agora) franquia “A Máfia dos Tigres” (Tiger King). E já na próxima semana, como revela o pôster e o trailer recém-liberados da nova produção. Intitulado “A Máfia dos Tigres: A História de Doc Antle”, o novo documentário é centrado num dos donos de zoológico apresentados no primeiro “A Máfia dos Tigres”: Bhagavan “Doc” Antle. Antle possuía um zoológico particular na Carolina do Sul chamado Myrtle Beach Safari, e foi indiciado em 2020 por tráfico de vida selvagem e acusações de crueldade contra animais após uma investigação do procurador-geral da Virgínia. Mas não é só isso. Seu modo de vida com muitas esposas, que lembra uma seita, também chamou atenção no programa original. Diz a sinopse oficial: “Um showman profissional, Doc Antle construiu suas várias carreiras com teatralidade, atraindo uma série de admiradores ao longo do caminho. Mas por baixo da fachada excêntrica e amante dos animais encontra-se um predador muito mais perigoso do que seus amados felinos e um homem mais sombrio do que qualquer um dos integrantes da Máfia dos Tigres. Ao longo de três episódios, ‘Tiger King: The Doc Antle Story’ desvenda a verdade sobre Doc, enquanto testemunhas se apresentam para compartilhar suas histórias preocupantes de abuso e intimidação que o colocaram no topo da cadeia alimentar.” A minissérie documental tem direção e produção de Rebecca Chaiklin e Eric Goode, responsáveis pela franquia, e a estreia está marcada para a próxima sexta-feira (10/12) em streaming.
Dave Grohl é possuído em trailer de terror da banda Foo Fighters
A banda Foo Fighters divulgou em seu canal do YouTube o trailer de seu primeiro filme, o terror “Studio 666”. A prévia mostra a banda gravando o disco “Medicine at Midnight”, quando de repente os olhos do cantor Dave Grohl ficam totalmente negros. Logo, ele começa a voar. Mas possessão não é nada perto dos fantasmas, demônios e criaturas sombrias que surgem em seguida. Na trama que mistura terror e comédia, os músicos são assombrados após transformarem uma mansão antiga e cheia de história em estúdio para gravar seu 10º álbum, sem saber que as forças ocultas do local ameaçariam os trabalhos — e suas vidas. A história foi concebida por Grohl e virou um roteiro escrito por Jeff Buhler, o autor do remake de “Cemitério Maldito”, em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”). Já a direção é assinada por BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”. O elenco inclui Grohl e seus companheiros de banda, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee, além de Whitney Cummings (“Whitney”), Leslie Grossman (“American Horror Story”), Will Forte (“Last Man on Earth”), Jenna Ortega (“Pânico 5”) e Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”). A estreia está marcada para fevereiro de 2022 nos EUA, exatamente um ano após o lançamento de “Medicine at Midnight”, com distribuição nos cinemas a cargo da Open Road Films. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.
Sobreviventes de “Pânico” estampam cartazes da nova continuação
A Paramount divulgou três pôsteres com os sobreviventes da franquia “Pânico” (Scream), que chega a seu quinto filme no começo de 2022. Apesar de ser uma continuação dos anteriores, o longa não foi numerado, como “Pânico 2”, “Pânico 3” e “Pânico 4”, talvez por ser o primeiro que não traz a assinatura do diretor Wes Craven, falecido em 2015. Mas o criador da franquia, o roteirista Kevin Williamson, está a bordo como produtor, assim como os sobreviventes originais: Neve Campbell como a “final girl” Sidney Prescott, além de Courteney Cox e David Arquette, que retomam seus papéis como Gale e Dewey Riley. Eles voltam a se reencontrar quando um novo assassino mascarado começa a matar adolescentes em sua cidadezinha. E logo percebem que as vítimas tem relação com os personagens do primeiro filme. Para acompanhar o trio que apareceu em todos os longas, a produção conta ainda com Marley Shelton, que viveu uma policial em “Pânico 4”, e os novatos Melissa Barrera (“Vida”), Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), Jack Quaid (“The Boys”), Dylan Minnette (“13 Reasons Why”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”), Mikey Madison (“Better Things”), Mason Gooding (“Fora de Série”) e Jasmin Savoy Brown (“The Leftovers”). Os responsáveis por substituir o falecido Wes Craven na direção são a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que dirigiram o bom terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), lançado diretamente em VOD no Brasil. Eles integram um coletivo de criadores chamado Radio Silence, do qual também faz parte um dos roteiristas do filme, Guy Busick (que coescreveu “Casamento Sangrento”). A história também foi trabalhada pelo veterano roteirista James Vanderbilt (de “O Espetacular Homem-Aranha”). A estreia está marcada para 13 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Personagens de “La Casa de Papel” ilustram últimos pôsteres da série
A Netflix divulgou a última coleção de pôsteres de personagens e um vídeo de “tchau bella” para marcar o final de “La Casa de Papel”. Sem dar spoiler, alguns personagens que aparecem nas imagens não sobreviveram ao cerco policial, durante o desfecho apresentado nos cinco episódios tensos que encerram a trama – um encerramento que precisou ser reescrito nada menos que 33 vezes para chegar à conclusão considerada ideal pelo criador da série, Álex Pina. A despedida do fenômeno espanhol que conquistou o mundo entrou nesta sexta (3/12) no catálogo da plataforma de streaming. Pode dar play e #TCHAUBELLA. A última parte de La Casa de Papel já tá no meu site! pic.twitter.com/npgFPkqJHO — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 3, 2021
Novos pôsteres de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” destacam vilões
A Sony divulgou novos pôsteres de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” que destacam três dos vilões da trama: Electro (Jamie Foxx), visto pela primeira vez em “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014), Doutor Octopus (Alfred Molina), de “Homem-Aranha 2” (2004), e Duende Verde (Willem Dafoe), do primeiríssimo “Homem-Aranha” (2002). Além deles, o herói vivido por Tom Holland também enfrenta no novo filme o Lagarto de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e um pó voador que corresponde ao Homem-Areia de “Homem-Aranha 3” (2007), mas ambos só tem aparecido como efeitos visuais no material de divulgação. Os vilões entram na trama graças à participação do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), que acidentalmente abre as dimensões alternativas ao atender um pedido de Peter Parker, desesperado para que as pessoas esqueçam que ele é o Homem-Aranha. O elenco confirmado também conta com Marisa Tomei (Tia May), Tony Revolori (Flash Thompson), Angourie Rice (Betty Brant), J.K. Simmons (J.J. Jameson) e Jon Favreau (Happy Hogan). E a abertura do multiverso faz os fãs sonharem ainda com as presenças de Tobey Maguire e Andrew Garfield, repetindo seus papéis como Homens-Aranhas de outras dimensões – fato que Tom Holland e Andrew Garfield têm negado repetidamente. Novamente dirigido por Jon Watts, o fecho da nova trilogia do herói aracnídeo tem lançamento previsto para 16 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Documentário “5 Casas” vence festival Cine Ceará
A 31ª edição do Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema premiou na noite desta sexta-feira (3/12) o documentário “5 Casas”, de Bruno Gularte Barreto, com o Troféu Mucuripe de Melhor Filme. Com cinco personagens principais muito diferentes uns dos outros, o filme é uma viagem pela memória da infância do diretor em Dom Pedrito, interior do Rio Grande do Sul, lembrando da professora ao amigo gay, em meio a perdas sentidas. O trabalho, que já tinha chamado atenção no circuito internacional, também recebeu os prêmios de Melhor Roteiro (Bruno Gularte Barreto e Vicente Moreno) e Som (Emil Klotzsh). O prêmio de Melhor Direção foi para Alicia Cano Menoni por “Bosco”, filme que também conquistou três troféus – incluindo Montagem (Guillermo Madeiro) eTrilha Sonora Original (Giorgio Ferrero e Rodolfo Mong). Já os vencedores das categorias de interpretação foram dois atores do mesmo longa: Clebia Sousa e Vanderlei Bernardino de “Fortaleza Hotel”, novo filme de Armando Praça – que em 2019 venceu o Cine Ceará com “Greta”. Para completar, “A Praia do Fim do Mundo” rendeu ao cineasta Petrus Cariry o troféu de Melhor Fotografia, além de levar o Prêmio da Crítica e de Direção de Arte (Sergio Silveira). Em 2011, o diretor foi o grande vencedor do festival pelo longa-metragem “Mãe e Filha”. A cerimônia de premiação aconteceu no Cineteatro São Luiz e prestou homenagem ao governador do Ceará, Camilo Santana (PT), que recebeu o troféu Eusélio Oliveira como reconhecimento por seu trabalho em prol da Cultura no Estado, em especial no setor audiovisual cearense, em meio à pandemia de covid-19. Após a premiação ainda houve uma sessão especial de “O Marinheiro das Montanhas”, documentário de Karim Aïnouz que teve première mundial no último Festival de Cannes e ainda é inédito em circuito comercial no Brasil. Confira abaixo a lista completa dos premiados. MOSTRA COMPETITIVA IBERO-AMERICANA DE LONGA-METRAGEM Melhor Longa-metragem “5 Casas”, de Bruno Gularte Barreto Melhor Direção Alicia Cano Menoni, por “Bosco” Melhor Atuação Feminina Clebia Sousa, por “Fortaleza Hotel” Melhor Atuação Masculina Vanderlei Bernardino, por “Fortaleza Hotel” Melhor Roteiro Bruno Gularte Barreto e Vicente Moreno, por “5 Casas” Melhor Fotografia Petrus Cariry, por “A Praia no Fim do Mundo” Melhor Montagem Guillermo Madeiro, por “Bosco” Melhor Trilha Sonora Original Giorgio Ferrero e Rodolfo Mong, por “Bosco” Melhor Som Emil Klotzsh, por “5 Casas” Melhor Direção de Arte Sergio Silveira, por “A Praia do Fim do Mundo” Prêmio da Crítica – Abraccine “A Praia do Fim do Mundo”, de Petrus Cariry MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE CURTA-METRAGEM Melhor Curta-metragem “Chão de Fábrica”, de Nina Kopko Melhor Direção Pedro Gonçalves, por “O Resto” Melhor Roteiro Carlos Segundo, por “Sideral” Prêmio da Crítica – Abraccine “O Durião Proibido”, de Txai Ferraz Prêmio Canal Brasil de Curtas “Chão de Fábrica”, de Nina Kopko Troféu Samburá Melhor Curta “Sideral”, de Carlos Segundo Troféu Samburá Melhor Direção Júlia Fávero e Victoria Negreiros, por “Como Respirar Fora d’Água” MOSTRA OLHAR DO CEARÁ Melhor Longa-metragem “Minas Urbanas”, de Natália Gondim Melhor Curta-metragem “Sebastiana”, de Cláudio Martins Prêmio Unifor de Audiovisual “Sebastiana”, de Cláudio Martins PRÊMIO ÁGUA E RESISTÊNCIA Júri Olhar Universitário “Jeanstopia”, de Gabriel Viggo E Murilo Da Paz MOSTRA PONTES CRIATIVAS Melhores Curtas-metragens “Eu Sou as Cores, Você É a Praça”, de Paulo Ribeiro e Anio Tales Carin “Eu Não Sou Daqui”, de Leandro Olímpio












