Continuação de “Sex and the City” começa com morte impactante
Os fãs estavam tão ansiosos em saber o destino de Samantha em “And Just Like That”, a aguardada continuação de “Sex and the City”, que não imaginaram que outro personagem poderia morrer. Pois a estreia da série nesta quinta-feira (9/12) na HBO Max, mostrou a conclusão chocante do arco de um personagem da série original. Spoiler, spoiler, spoiler. Trata-se da morte do Mr. Big (Chris Noth), grande amor da vida de Carrie (Sarah Jessica Parker), que sofre um ataque cardíaco depois de fazer aulas de spinning em casa, em uma referência aos problemas cardíacos que ele enfrentou ao longo da série. Ele morre nos braços da esposa, que o encontra no banheiro, logo após voltar de um recital de Lily, a filha de Charlotte (Kristin Davis), e o episódio seguinte encontra Carrie mergulhada em seu luto e no velório. Samantha, por outro lado, não morreu. A explicação para sua ausência da série foi uma briga com Carrie, seguida por uma mudança para Londres, refletindo o conflito de sua intérprete, Kim Cattrall, que se recusa a trabalhar novamente com Sarah Jessica Parker. Na trama, porém, a morte de Big faz com que as duas voltem a se contatar, mesmo permanecendo distantes. Ainda serão lançados oito episódios de “And Just Like That”, que ainda deverão lidar com uma morte real: Willie Garson, intérprete de Stanford, o espirituoso e estiloso melhor amigo de Carrie, faleceu inesperadamente em setembro, em meio às gravações.
Ator de “Empire” é considerado culpado por forjar agressão e mentir à polícia
O ator Jussie Smollett foi considerado culpado de forjar um ataque contra si mesmo e mentir para a polícia sobre ser vítima de ódio racial e homofóbico em 2019. O veredito foi revelado nesta quinta-feira (9/12), num julgamento que durou mais de nove horas. O júri, formado por seis homens e seis mulheres, considerou o ator culpado de cinco das seis acusações da promotoria. Cada uma das acusações foi relativa às diferentes vezes que ele teria mentido para a polícia sobre o ataque. Em janeiro de 2019, Smollett alegou ter sido vítima de um ataque de apoiadores do presidente americano Donald Trump, em Chicago. O ator, que é negro e gay, contou que eles gritavam ofensas racistas e homofóbicas. O caso foi marcado por contradições e, no curso da investigação, a polícia local transformou o registro de crime de preconceito em suspeita contra o próprio ator. Problemas em relação ao tratamento público da investigação chegou a fazer a promotora original desistir do processo, mas o juiz do caso, Michael Toomin, resolveu nomear um novo promotor, que retomou as investigações e, após a conclusão do levantamento de provas e testemunhos, indiciou Smollett em seis acusações relacionadas a relatos falsos à polícia. Em meio à polêmica, o ator foi demitido da série “Empire”, em que tinha um dos papéis principais. A principal descoberta da investigação foi a participação dos irmãos Ola e Avel Osundairo na agressão. Personal trainers de descendência nigeriana, eles já haviam aparecido como figurantes em “Empire” e testemunharam que o ator lhes pagou para que o atacassem, depois que a polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, chegou a apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Os advogados de Smollett também argumentaram que os irmãos atacaram o ator porque eles são homofóbicos e não gostam de “quem ele é” e que inventaram a história de que foi tudo encenado para escapar de condenação e também para chantagear o ator, dizendo não testemunhariam se Smollett pagasse US$ 1 milhão a cada um. O promotor Dan Webb disse ao júri que Smollett fez a polícia de Chicago gastar enormes recursos investigando o que se provou um crime falso: “Além de ser contra a lei, é simplesmente errado abusar de algo tão sério como um crime de ódio real”. A pena para sua condenação será anunciada em breve. O máximo previsto são três anos de prisão, mas Smollett provavelmente será colocado em liberdade condicional e condenado a prestar serviços comunitários. Sua carreira como ator e cantor, porém, pode ser considerada encerrada.
“Cowboy Bebop” é cancelada pela Netflix
Badaladíssima pela Netflix, com uma campanha de divulgação ostensiva, a série “Cowboy Bebop” foi cancelada menos de três semanas após sua estreia em streaming. Mesmo sem revelar números – a Netflix esconde seus fracassos – a falta de destaque da série nos rankings semanais da plataforma, despencando 59% da primeira para a segunda semana, já apontava desinteresse pela produção. Para completar, ela foi considerada medíocre – alguns chamaram de ridícula – pela crítica (46% no Rotten Tomatoes), por tentar copiar em detalhes os desenhos animados em que se baseia. A ironia é que mesmo beirando a imitação, foi acusada pelos fãs do anime clássico de escalar mal o elenco, com atores muito diferentes dos traços originais. Com o cancelamento, “Cowboy Bebop” se torna mais uma série da Netflix sem final. O último capítulo deixou alguns ganchos para uma planejada continuação, que não vai mais acontecer. Baseada no anime cultuadíssimo de Shinichirō Watanabe, que estreou no Japão em 1998 – e está disponível (completo!) na Netflix – , a adaptação desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) girava em torno das aventuras de um grupo de caçadores de recompensa e sua nave espacial em busca de criminosos perigosos. O elenco trazia John Cho (“Procurando…”) como o protagonista Spike Spiegel, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como a femme fatale Faye Valentine e Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet.
Alec Baldwin divulga carta da equipe de “Rust” negando relatos de set caótico
O ator Alec Baldwin compartilhou uma carta assinada por integrantes da equipe de “Rust” em defesa da produção do filme, sob escrutínio desde a morte trágica da diretora de fotografia Halyna Hutchins. Na carta postada no Instagram do ator nesta quinta-feira (9/12), profissionais envolvidos com a produção rebatem a acusação feita por outros membros da equipe de que “Rust” teria um set caótico e inseguro. Em vez disso, eles disseram que as filmagens foram feitas com a moral em alta e em condições de trabalho adequadas. “As descrições de ‘Rust’ como um local de trabalho caótico, perigoso e explorador são falsas e distraem do que mais importa: a memória de Halyna Hutchins, e a necessidade de encontrar alternativas modernas para práticas atrasadas de segurança com armas de fogo”, diz a carta, que foi assinada por 25 membros do elenco e da equipe de produção. Hutchins foi morta após o disparo acidental de uma arma manipulada por Baldwin no set das filmagens em Santa Fé, no Estado do Novo México. O revólver continha munição de verdade, que também atingiu o diretor Joel Souza no ombro. Os signatários reconheceram que “alguns membros da equipe” deixaram a produção após o tiro acidental, alterando o cronograma dos fatos. O IATSE, sindicato dos funcionários de produção, revelou que membros sindicalizados deixaram a produção cerca de seis horas antes da morte de Halyna, alegando falta de segurança nas filmagens. Os membros do IATSE observaram desde o começo que havia falhas em seguir os protocolos contra a covid-19 e pouca segurança na manipulação das armas. O jornal Los Angeles Times apurou que pelo menos um dos operadores de câmera reclamou com um gerente de produção sobre a falta de segurança em relação às armas no set. Ele fez isso após um dublê de Alec Baldwin disparar acidentalmente dois tiros com balas reais ao ser informado de que a arma estava “fria” – jargão para definir uma arma sem munição. Isto aconteceu poucos dias antes de Baldwin ouvir o mesmo sobre a arma que matou Huchins. Dois membros da equipe já abriram processos acusando Baldwin, os produtores e integrantes da equipe por negligência em relação aos protocolos de segurança no set. Já a carta divulgada pelo ator diz que “os desapontados não representam as opiniões de todos nós”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta)
Festivais do Rio e Brasília acontecem simultaneamente
O Festival do Rio, que começa nesta quinta (9/12) e vai até 19 de dezembro, acontece pela primeira vez simultaneamente ao Festival de Brasília, que começou na terça (7/12) e vai até o dia 14. A coincidência é resultado da “diminuição” do calendário devido à pandemia de covid-19, e da precarização dos eventos. Enquanto o Festival de Brasília virou programação do Canal Brasil, ocupando a faixa das 23h30 da emissora, o Festival do Rio tenta se manter como evento físico, apesar da crise financeira aberta desde que o desgoverno atual retirou patrocínios importantes da organização. A abertura do festival carioca acontece com “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar, que rendeu o prêmio de Melhor Atriz à Penélope Cruz no Festival de Veneza. Nos próximos dias, são esperados os filmes novos de Woody Allen (“Festival do Amor”), Paul Verhoeven (“Benedetta”), Apichatpong Weerasethakul (“Memoria”), Celine Sciamma (“Pequena Mamãe”) e Guillermo del Toro (“O Beco do Pesadelo”), que encerra o evento no dia 19. A programação completa soma 90 longas e 20 curtas, incluindo uma retrospectiva de cinco filmes do chinês Wong Kar-Wai e uma seção de clássicos franceses dedicada à revista Cahiers du Cinéma. Além disso, há muitos títulos nacionais. São 16 longas em competição na mostra Premiére Brasil, além de mais 7 da mostra paralela Novos Rumos e 17 exibições especiais. A lista da mostra competitiva inclui “Medida Provisória”, estreia de Lázaro Ramos na direção que vem enfrentando “dificuldades” junto à Ancine para conseguir lançamento comercial, o premiado “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira, eleito Melhor Filme Latino-Americano no último festival de San Sebastián, e a volta de Laís Bodanzky com “A Viagem de Pedro”. Fora de competição, ainda serão exibidos os aguardados “Eduardo e Monica”, de René Sampaio, baseado na música do Legião Urbana, “Turma da Mônica: Lições”, de Daniel Rezende, “Alemão 2”, de José Eduardo Belmonte, e o documentário “Marinheiro das Montanhas”, de Karim Aïnouz, entre outros. Trata-se de uma relação bastante expressiva, que deixa nas sombras o Festival de Brasília e sua lista enxuta de documentaristas e/ou cineastas iniciantes. Veja abaixo a programação de filmes brasileiros de ambos os eventos. Festival do Rio Première Brasil – competição Longa ficção A viagem de Pedro, de Laís Bodanzky Casa Vazia, de Giovani Borba Cora, de Gustavo Rosa de Moura e Matias Mariani Medusa, de Anita Rocha da Silveira Medida Provisória, de Lázaro Ramos Meu Tio José, de Ducca Rios Mundo Novo, de Alvaro Campos O pai da Rita, de Joel Zito Araújo O livro dos prazeres, de Marcela Lordy Sol, de Lô Politi Première Brasil – competição Longa documentário BR Trans, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez Cafí, de Lírio Ferreira e Natara Ney Manguebit, de Jura Capela O melhor lugar do mundo é agora, de Caco Ciocler Rolê – Histórias de Rolezinhos, de Vladimir Seixas Uma baía, de Murilo Salles Première Brasil – NOVOS RUMOS competição Longas Barragem, de Eduardo Ades Diário de Viagem, de Paula Kim Os Grandes Vulcões, de Fernando Kinas e Thiago B. Mendonça Os Dragões, de Gustavo Spolidoro Os Primeiros Soldados, de Rodrigo de Oliveira O Dia da Posse, de Allan Ribeiro Rio Doce, de Fellipe Fernandes Première Brasil – competição curtas Colmeia, de Maurício Chades (GO) Da janela vejo o mundo, de Ana Catarina Lugarini (PR) Depois quando, de Johnny Massaro (RJ) Fim do dia, de Rafael Raposo (RJ) Jamary, de Begê Muniz (AM) Masar – caminhos à mesa, de Amina Nogueira e Ana Sanz (RJ) Modelo vídeo, de Leonardo Lacca (PE) O Nascimento de Helena, de Rodrigo Almeida (RN) Quando o tempo de lembrar bastou, de Felipe Quadra (RJ) Solitude, de Tami Martins e Aron Miranda (AP) Tecido, sigilo de Lucílio Jota (RJ) Tereza Joséfa de Jesus, de Samuel Costa (RJ) VIVXS!, de Claudia Schapira, Roberta Estrela D’Alva e Tatiana Lohmann (SP) Première Brasil NOVOS RUMOS – competição curtas Centelha, de Renato Vallone (RJ) Chão de fábrica, de Nina Kopko (SP) Ibeji Ibeji, de Victor Rodrigues (RJ) Lina, de Melise Fremiot (RJ) O fundo dos nossos corações, de Letícia Leão (RJ) Okofá, de Daniela Caprine, Mariana Bispo, Pedro Henrique Martins, Rafael Rodrigues e Thamires Case (SP) Meu coração já não aguenta mais, de Fabrício Brambatti (SP) Uma paciência selvagem me trouxe até aqui, de Érika Sarmet (RJ) Première Brasil HORS CONCOURS longas Alemão 2, de José Eduardo Belmonte A suspeita, de Pedro Peregrino Capitu e o capítulo, de Júlio Bressane Eduardo e Mônica, René Sampaio Ela e eu, de Gustavo Rosa de Moura Marinheiro das Montanhas, de Karim Aïnouz Meu álbum de amores, de Rafael Gomes O Circo voltou, de Paulo Caldas Papai é Pop, de Caíto Ortiz Turma da Mônica 2: lições, de Daniel Rezende Première Brasil HORS CONCOURS curtas Ato, de Bárbara Paz Romance, de Karine Telles Première Brasil ESPECIAL Dona Flor e seus dois maridos, de Bruno Barreto Chico Mario – A Melodia da Liberdade, de Silvio Tendler Já que ninguém me tira para dançar, de Ana Maria Magalhães Nelson filma o Rio, de Luiz Carlos Lacerda Tempo Ruy, de Adilson Mendes Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas Ziraldo – Era Uma Vez um Menino…, de Fabrizia Pinto Première Brasil – O ESTADO DAS COISAS American Thief, Miguel Silveira Antígona 442 A.C, de Maurício Farias Nuhu Mu Yõg Hãm, Essa Terra é Nossa, de Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Canguçu e Roberto Romero Saudade do futuro, de Anna Azevedo Segredos do Putumayo, de Aurélio Michiles The Last Election and Other Love Stories, de Miguel Silveira Você não sabia de mim, de Alan Minas Festival de Brasília Mostra Competitiva de longas Acaso, de Luis Jungmann Girafa Alice dos Anjos, de Daniel Leite Almeida De onde viemos, para onde vamos, de Rochane Torres Ela e eu, de Gustavo Rosa de Moura Lavra, de Lucas Bambozzi Saudade do Futuro, de Anna Azevedo Mostra Competitiva de curtas Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima Cantareira, de Rodrigo Ribeyro Chão de Fábrica, de Nika Kopko Como respirar fora d’água, de Júlia Fávero e Victoria Negreiros Da boca da noite à barra do dia, de Tiago Delácio Deus me Livre, de Carlos Henrique de Oliveira e Luis Ansorena Era uma vez… uma princesa, de Lisiane Cohen Filhos da Periferia, de Arthur Gonzaga N.F. Trade, de Thiago Foresti Ocupagem, de Joel Pizzini Sayonara, de Chris Tex Terra Nova, de Diego Bauer Mostra Brasília de longas Acaso, de Luis Jungmann Girafa (selecionado também para a mostra nacional) Advento de Maria, de Vinícius Machado Mestre de Cena, de João Inácio Noctiluzes, de Jimi Figueiredo e Sérgio Sartório Mostra Brasília de curtas A Casa do Caminho, de Renan Montenegro Benevolentes, de Thiago Nunes Cavalo Marinho, de Gustavo Serrate Ele tem saudade, de João Campos Filhos da Periferia, de Arthur Gonzaga (selecionado também para a Mostra Nacional) Tempo de Derruba, de Gabriela Daldegan Tinhosa, de Rafael Cardim Bernardes Vírus, de Larissa Mauro e Joy Ballard
Olivia Rodrigo confirma presença na 3ª temporada de “High School Musical”
O sucesso de Olivia Rodrigo no mundo pop, com o lançamento de vários hits e do álbum “Sour”, não vai impedir sua participação na 3ª temporada de “High School Musical: A Série: O Musical”. Um perfil publicado nesta quinta (9/12) pela revista Time, que a elegeu Estrela do Entretimento do ano, revelou que ela continuará interpretando Nini na série. Apesar disso, Olivia admitiu que seu foco atual é outro. “Escrever canções é o que levo mais a sério na vida”, ela explicou. As gravações dos novos episódios deverão começar em janeiro, em Los Angeles, e encontrarão a turma do East High de férias em um acampamento de verão, como já informou o criador da série, Tim Federle. Embora Rodrigo não tenha dado detalhes sobre sua participação, ela deve aparecer em menos episódios. A 3ª temporada deve estrear no final de 2022 na Disney+.
Florence Pugh vira alvo de “fãs” por suposto spoiler de “Gavião Arqueiro”
A atriz Florence Pugh não via a hora de comemorar sua participação em “Gavião Arqueiro”, revelada há um ano – mais exatamente em 3 de dezembro de 2020. Por isso, dez horas após a estreia do quarto episódio que conta com sua participação, ela publicou fotos no Instagram e vídeos em seu Stories em tom de celebração. Só que muitos não gostaram. Acharam que era spoiler, apesar do esperado confronto entre Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) e Yelena Belova (a personagem de Pugh) ser assunto há meses na imprensa especializada. Estes infelizes buscaram impedir que ela postasse novos comentários nas redes sociais. E, aparentemente, conseguiram o que queriam. Num texto nos Stories, a atriz revelou que foi bloqueada por postar sobre a série. Ela não entrou em detalhes, mas afirmou que a medida foi tomada depois de reclamações de seguidores sobre as postagens anteriores. “Nunca achei que postar o meu amor por uma série na qual eu apareço faria isso acontecer… mas aqui estamos nós”, ela escreveu. “Alguém por aqui reclamou, então fui bloqueada de postar sobre minha aparição em uma série na qual eu estou. Isso é mais do que ridículo.” Um dos vídeos postados mostrava sua participação integral no episódio liberado na quarta (8/12), gravada diretamente de sua TV e acompanhada por sua “narração” – uma mistura de torcida e onomatopeias das lutas. Divertidíssimo, o vídeo viralizou entre os fãs não repressores. Detalhe: a própria Marvel publicou um vídeo, pouco depois de Pugh, que dá um close no rosto da atriz em sua participação no episódio. Ainda não se tem notícia da reação dos “fãs” ao novo “spoiler”. Veja tudo abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Florence Pugh (@florencepugh) a florence narrando a luta do episódio de ontem KKKKKKK pic.twitter.com/OghwNc7VXQ — lana (@caroldrnvrs) December 9, 2021 A whole lot of enemies wasn’t exactly what Hawkeye had in mind for his holiday wish list. Episode four of Marvel Studios’ @HawkeyeOfficial is now streaming on @DisneyPlus. pic.twitter.com/UchooI0ZoD — Marvel Studios (@MarvelStudios) December 9, 2021
Destino de Samantha é revelado na continuação de “Sex and the City”
O lançamento dos dois primeiros episódios de “And Just Like That”, continuação de “Sex and the City”, que chegaram nesta quinta (9/12) na HBO Max, revelou o destino de Samantha Jones, personagem que ficou de fora do revival. Havia até casas de apostas aceitando lances sobre como a produção explicaria a ausência da personagem de Kim Cattrall. E a explicação encontrada tem um fundo de verdade. Cattrall nunca escondeu sua desavença com Sarah Jessica Parker, a intérprete de Carrie, e Samantha saiu de cena após uma briga com a ex-amiga. A série explica o que aconteceu logo na primeira cena, que traz Carrie comentando o rompimento para Miranda (Cynthia Nixon). Segundo a versão apresentada, Samantha brigou com Carrie após ser dispensada como sua assessora de imprensa, já que a protagonista não precisava mais desses serviços ao deixar o meio editorial. Samantha levou a demissão para o lado pessoal e rompeu a amizade, afastando-se também de Miranda e Charlotte (Kristin Davis), porque elas continuaram amigas de Carrie. Depois, ainda aceitou um trabalho em Londres, na Inglaterra, e deixou Nova York, ficando longe também fisicamente. Nos primeiros episódios, o trio deixa claro que tentou manter contato com Samantha, por meio de ligações e mensagens, mas ela nunca respondeu. No entanto, quando um fato trágico aconteceu na vida de Carrie (spoiler aqui), a ex-amiga faz questão de se mostrar presente, mesmo estando longe. Mais detalhes devem aparecer nos próximos capítulos. Ainda serão lançados oito episódios de “And Just Like That”, que ainda podem lidar com a morte de Willie Garson, intérprete de Stanford, o espirituoso e estiloso melhor amigo de Carrie, que faleceu inesperadamente em setembro, em meio às gravações.
Trailer de “Cobra Kai” mostra aliança de ex-rivais
A Netflix divulgou o primeiro trailer completo da 4ª temporada de “Cobra Kai”, que mostram Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) se unindo contra John Kreese (Martin Kove), o antigo sensei de Johnny que assumiu o controle do dojo Cobra Kai e, consequentemente, obrigou os dois antigos rivais a selarem a paz. Apesar dessa nova dinâmica, os dois continuam com metodologias contrastantes para ensinar seus aprendizes, o que mantém o clima de disputa entre eles. A nova temporada também traz de volta outro vilão clássico da franquia “Karatê Kid”, o sinistro instrutor de caratê Terry Silver (Thomas Ian Griffith), visto pela última vez em “Karatê Kid 3: O Desafio Final” (1989). Criação dos roteiristas Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”), a 4ª temporada estreia no dia 31 de dezembro e a série já se encontra renovada para o 5º ano de produção.
Justiça francesa arquiva acusação de estupro contra o cineasta Luc Besson
A Justiça francesa arquivou o processo de abuso sexual contra o cineasta Luc Besson, acusado de estupro pela atriz Sand Van Roy. Uma juíza de instrução de um tribunal de Paris seguiu a opinião do Ministério Público, que desde 2019 pede o fim da investigação por falta de provas. “Após um processo que durou três anos e meio (…), a juíza de instrução acaba de arquivar o caso, o que isenta Luc Besson das acusações”, disse o advogado do diretor, Thierry Marembert, em comunicado. Questionando a decisão da Justiça francesa, a atriz belga-holandesa que acusou o diretor também se manifestou à imprensa, dizendo que sua vida está “destruída”. “Lamento ter denunciado. Este país não protege as vítimas de pessoas famosas”, ela afirmou em um documentário no canal France 2 divulgado em novembro. Nesta quinta-feira (9/12), ela denunciou no Twitter que juíza nem a ouviu antes de arquivar o caso. Sand Van Roy trabalhou com Besson em “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (2017), onde fez uma pequena figuração. Ela também participou de “Anna”, novamente dirigida por Besson, mas seu papel foi cortado após a denúncia. O diretor sempre se disse inocente. A investigação revelou detalhes incongruentes, como o fato de Van Roy ter mantido um relacionamento de dois anos com Besson e mesmo assim acusar o diretor de tê-la drogado para estuprá-la. Exames de sangue realizados a pedido da polícia não encontraram evidências toxicológicas no organismo da atriz que corroborassem sua alegação. A atriz apresentou uma primeira denúncia por estupro em maio de 2018 contra o produtor e diretor francês, um dia depois de ter se encontrado com ele em um hotel de luxo da capital francesa. Dois meses depois, acrescentou na denúncia outros estupros e agressões sexuais cometidas pelo diretor de “O Quinto Elemento” durante dois anos. O Ministério Público arquivou essas denúncias em 25 de fevereiro de 2019, considerando que não pôde “verificar a infração denunciada”. Inconformada, a atriz apresentou nova denúncia em âmbito civil, que gerou a abertura do atual processo, agora também arquivado. O portal Mediapart foi atrás de outras denúncias e colheu depoimento de oito mulheres não identificadas, que também apresentaram acusações de assédio, basicamente por gestos considerados inadequados. Todas as acusações estariam prescritas.
Lina Wertmüller (1928-2021)
A cineasta italiana Lina Wertmüller, primeira mulher indicada ao Oscar de Melhor Direção, morreu na manhã desta quinta-feira (9/12) em Roma, aos 93 anos. “A Itália lamenta a partida de Lina Wertmüller, uma diretora que com sua classe e estilo incomparáveis deixou uma marca permanente em nossa cinematografia e em todo o mundo”, manifestou-se o ministro italiano da Cultura, Dario Franceschini. Agitadora desde a juventude, ela conseguiu a façanha de ser expulsa de 15 escolas católicas diferentes, antes de encontrar um meio de expressão nas artes, decidindo ainda jovem trabalhar no cinema e no teatro. Ela deu seus primeiros passos para virar cineasta com 25 anos de idade, ao conseguir o cargo de assistente de direção no musical “…e Napoli Canta!” (1953). Destacando-se na função, ela chegou a trabalhar como assistente do mestre Federico Fellini no clássico “8 1/2” (1963). No mesmo ano, escreveu e dirigiu seu primeiro longa, o drama “The Basilisks”, concebido na tradição do neorrealismo italiano. Fez depois mais duas comédias, incluindo “Não Brinque com o Mosquito” com a cantora Rita Pavone, que inaugurou sua longa e bem-sucedida parceria com o ator Giancarlo Giannini, e até um western spaghetti (“A Pistoleira de Virginia”) antes de se tornar reconhecida por suas obras iconoclastas na década de 1970. O filme da virada foi “Mimi, o Metalúrgico” (1972), que rendeu o David di Donatello (o Oscar italiano) a Giancarlo Giannini pelo papel-título, um operário comunista em fuga da máfia e em meio a um caso extraconjugal. A partir daí, Wertmüller se especializou em obras satíricas, que combinavam política, humor e sexo. Seu filme seguinte, “Amor e Anarquia” (1973), acompanhava uma conspiração de bordel contra o fascismo e rendeu outro prêmio para Giannini, desta vez no Festival de Cannes. Em 1974, ela lançou um de seus trabalhos mais populares: “Por um Destino Insólito”, em que uma socialite naufraga numa ilha com um marinheiro comunista (obviamente Giannini) e, em pouco tempo, a luta de classe se transforma em guerra de sexos. A comédia fez tanto sucesso que inspirou um remake dirigido por Guy Richie e estrelado por sua então esposa Madonna em 2002. Sua obra-prima, porém, foi “Pasqualino Sete Belezas”. O filme de 1975 acompanhava um homem comum (sim, Giannini) que opta sempre pelo caminho mais fácil, tomando decisões que o levam a situações cada vez piores em plena 2ª Guerra Mundial, até se ver submetido às vontades de uma mulher obesa no comando de um campo de concentração nazista. O filme sobre desgraças em série lhe rendeu consagração mundial e foi indicado a nada menos que quatro Oscars: Melhor Filme Estrangeiro, Ator (Giancarlo Giannini), Roteiro Original e Direção para Wertmüller. Foi a primeira vez que uma mulher disputou o Oscar de Direção, feito que só voltou a acontecer duas décadas mais tarde, quando a neozelandesa Jane Campion foi indicada por “O Piano” em 1993. Após a indicação, Wertmüller assinou um contrato com a Warner Bros para fazer quatro filmes em inglês, resultando em sua estreia na língua de Hollywood, “Dois Perdidos numa Noite de Chuva” – que apesar da mudança de idioma, continuou a trazer Giannini como ator principal, agora ao lado de Candice Bergen. Só que o filme foi um fracasso tão grande que fez a Warner romper o contrato. Ela se vingou de Hollywood juntando dois dos atores mais famosos da Itália em seu lançamento seguinte, “Amor e Ciúme” (1978), estrelado por Sophia Loren e Marcello Mastroianni. Giannini continuou a bordo como coadjuvante, mas o “rebaixamento” resultou no fim da longa parceria. Um detalhe curioso é que o título original de “Amor e Ciúme” entrou no Guinness como o mais longo da História do Cinema – em italiano, o filme foi chamado de “Un fatto di sangue nel comune di Siculiana fra due uomini per causa di una vedova. Si sospettano moventi politici. Amore-Morte-Shimmy. Lugano belle. Tarantelle. Tarallucci e vino”. Os lançamentos continuaram com “Camorra” (1985), premiado no Festival de Berlim, e “Em Noite de Lua Cheia” (1989), exibido no Festival de Veneza, que ainda mobilizaram a crítica nos anos 1980, mas “Sábado, Domingo e Segunda” (1990), com Sophia Loren, “Ninfeta Italiana” (1996), com Stefania Sandrelli, e “Ferdinando e Carolina” (1999) já não causaram o mesmo impacto. Seu último longa de ficção foi “A Casa dos Gerânios” em 2004, embora tenha continuado a realizar telefilmes e documentários, antes de se voltar exclusivamente ao teatro na última década, onde desenvolveu trabalhos até sua morte. Em 2019, ela recebeu um Oscar honorário por suas realizações, bem como uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
Luísa Sonza dança com cobra gigante em novo clipe
A cantora Luísa Sonza lançou o clipe de “Anaconda *o* ~~~”, que não é uma regravação do famoso hit de Nicki Minaj, mas uma parceria inédita com a americana Mariah Angeliq. Curiosamente, a “Anaconda” de Minaj é citada na letra, numa referência que explicita a metáfora sexual original, mas a gravação brasileira não tem o mesmo batidão. Ao contrário, inclui uma passagem de esvaziar a pista, quando a batida submerge para dar espaço a um climão da convidada de Miami. Codirigido pela própria Sonza em sua sexta parceria com Jacques Dequeker, o vídeo mostra a artista seduzindo, dançando com uma cobra gigante e explodindo carros, numa pegada sombria meio Marilyn Manson. Ela também aparece mais platinada que o costume, numa possível homenagem aleatória a Pamela Anderson.
Farofa da Gkay vai ganhar documentário
A YouTuber, humorista e “influencer” Gkay (Gessica Kayane) vai lançar um documentário de sua festa-festival recente, a Farofa da Gkay. Repleto de celebridades, o babado com placo e plateia durou três dias em Fortaleza, Ceará, e deu o que falar nas redes sociais. O lançamento do documentário solidificará uma impressão gerada pela repercussão do evento, que teria sido a primeira festa reality show do mundo. O anúncio foi feito na manhã desta quinta (9/12) de forma teatral, com Gkay chorando no Instagram, após compartilhar vídeos em que Tatá Werneck fala sobre a Farofa durante o Prêmio Multishow. “Teve esse negócio do Prêmio Multishow. A Tatá é minha referência na vida. Meu sonho é ir no programa dela, estar perto dela. Eu acho ela f*** em todos os sentidos da palavra. E ela falando lá de mim de uma forma tão orgânica e espontânea”, introduziu, em meio a lágrimas. Gkay disse que deu “tudo certo” e foi “tudo lindo” na Farofa. “A gente preparou um documentário lindo para vocês que vai sair em breve contando tudo. Eu estou muito feliz. Queria agradecer cada artista que foi f*** comigo.” Ela aproveitou para tentar definir a Farofa como mais que “só uma festa”. “É um projeto, é conseguir reunir pessoas, artistas, fãs, amigos de infância, fãs-clubes, minha mãe, meu irmão, cantores, tiktokers, tudo junto num lugar só. Todo mundo dançando, se divertindo, só vendo e sendo feliz. É lindo demais”, declarou. Na verdade, porém, a Farofa foi uma festa de aniversário de Gkay, que decidiu celebrar seus 29 anos com um grande evento. Entre outros presentes, ela ganhou 1,5 milhão de seguidores no Instagram desde o fim de semana passado, quando a ferveção aconteceu. A humorista não informou qual plataforma irá exibir o documentário, mas um vídeo em seu Instagram faz “propaganda” viral do evento com comentários de dois apresentadores da Globo (veja abaixo), sugerindo de forma pouco sutil a Globoplay. Além disso, teve o citado comentário no Multishow. O vídeo da reality-festa ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por GKAY (@gessicakayane)











