Viola Davis revela que um diretor a chamava pelo nome da empregada
Presente no Festival de Cannes para receber uma homenagem, o prêmio Women in Motion, Viola Davis lembrou o preconceito que sofreu ao longo de sua carreira, contando nesta quinta (19/5) que um diretor a chamava pelo nome de sua empregada enquanto filmavam. “Tinha um diretor que me chamava de Louise. Depois descobri que ele me chamava assim porque Louise era o nome de sua empregada. Eu o conhecia há 10 anos”, recordou a atriz durante um painel do evento francês. “Eu tinha uns 30 anos na época, então foi há algum tempo. Mas o que você precisa perceber é que essas microagressões acontecem o tempo todo.” Mesmo com um Oscar no currículo, por “Um Limite entre Nós” (Fences, 2016), a atriz também compartilhou que os papéis que recebe ainda são limitados. “Se eu quisesse interpretar uma mãe cuja família mora em um bairro de baixa renda e meu filho é membro de uma gangue que morreu em um carro, eu poderia fazer isso”, disse. “Mas se eu quisesse interpretar uma mulher a procura de se reinventar, voando para Nice e dormindo com cinco homens, aos 56 anos, teria dificuldades de conseguir o projeto, mesmo sendo Viola Davis.” Ela diz que foi muito rejeitada ao tentar para papéis no passado, preterida por causa de sua raça ou porque o diretor não a achava “bonita o suficiente”. A última razão “realmente me dá nos nervos”, disse Davis. “Isso parte meu coração e me deixa com raiva.” “Muito disso é baseado na raça. Realmente é”, acrescentou Davis sobre ser rejeitada. “Sejamos honestos. Se eu tivesse as mesmas características e fosse cinco tons mais claro, seria um pouco diferente. E se eu tivesse cabelos loiros, olhos azuis e até nariz largo, seria um pouco diferente. Poderíamos falar sobre colorismo, poderíamos falar sobre raça. Isso me irrita e partiu meu coração – em vários projetos, que não vou citar.” Davis está sendo homenageada no Festival de Cannes por sua carreira no cinema e por seu compromisso com os direitos das mulheres e minorias. “Seu talento, trabalho duro, escolha de papéis e a maneira como ela os interpreta lhe renderam os mais altos reconhecimentos da indústria cinematográfica”, explica um trecho do comunicado, lembrando que ela “é uma das poucas personalidades de Hollywood que ganhou um Globo de Ouro, um BAFTA, quatro SAG Awards, dois Tony Awards, um Oscar e um Emmy”. Pierre Lescure e Thierry Frambux, presidente e diretor-executivo do Festival de Cannes, respectivamente, devem entregar o prêmio Women in Motion à atriz com François-Henri Pinault, CEO de da Kering, durante um jantar em Cannes, marcado para 22 de maio.
Com destaque para “Pureza”, cinemas exibem 10 estreias na semana
Os cinemas brasileiros recebem 10 filmes novos nesta quinta (19/5). E como se não fosse bastante, “Top Gun: Maverick” tem “pré-estreias” em sessões concorridas no sábado e no domingo (22/5). Os dois lançamentos americanos da programação oficial têm distribuição mais ampla, mas é um drama brasileiro que desperta maior atenção. “Pureza” rendeu até matéria no “Fantástico” no domingo passado (15/5), relembrando a história real que o inspirou. Continue lendo abaixo para saber mais sobre esta e as demais estreias da semana. | PUREZA | Inspirado na história real de uma mãe, “Pureza” é um filme-denúncia sobre a situação de trabalho escravo que ainda persiste no Brasil. Dira Paes (“Pantanal”) interpreta a personagem do título, Dona Pureza, uma mulher sem notícias do filho, que foi para um garimpo na Amazônia e sumiu. Ao partir em sua busca, ela acaba testemunhando o aliciamento e cárcere privado de trabalhadores rurais, que, após serem enganados com ofertas de emprego, são forçados a trabalhar como escravos numa fazenda sob a mira de armas. Dona Pureza vira cozinheira dessa gente e, enquanto recolhe provas dos crimes, descobre que o filho foi vítima do mesmo esquema, preso em outra fazenda do grupo de criminosos. O que acontece a seguir é spoiler do desfecho, mas foi fundamental para a história de combate ao trabalho análogo à escravidão no território brasileiro. Em 1997, a Dona Pureza, que inspirou o filme, recebeu em Londres o prêmio anti-escravidão da mais antiga organização de combate a esse tipo de exploração no mundo. “Pureza” é o segundo longa de ficção de Renato Barbieri, especializada em documentários sobre o Brasil profundo, que em 2019 fez um registro documental da escravidão atual na Amazônia, no filme “Servidão”. Mas se o tema arrancou elogios unânimes, a realização dividiu a crítica. Foi chamado de “filme de Oscar” e também de narrativa convencional. | DOG – A AVENTURA DE UMA VIDA | Primeiro filme dirigido por Channing Tatum (“Kingsman: O Círculo Dourado”), a comédia “Dog” traz o ator contracenando com um cachorro. O aspecto mais curioso é que os dois interpretam veteranos de guerra, em viagem para o funeral de um colega soldado. O projeto foi concebido pela entourage do ator. A história partiu de Brett Rodriguez, um assistente, dublê e consultor militar dos filmes de Tatum. E o roteiro final foi assinado por Reid Carolin (produtor-roteirista de “Magic Mike”), que é sócio e parceiro do astro há mais de uma década, e também dividiu a direção do filme com o amigão. O enredo é de um road movie rumo à superação, com um soldado que reluta em aceitar a vida civil e um cachorro que não aceita nenhum substituto para seu dono querido – o militar morto cujo funeral eles pretendem atender. Embora previsível como todo filme de jornada, gera empatia e conquistou a crítica americana – 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. | CHAMAS DA VINGANÇA | O livro “A Incendiária” (1980) de Stephen King, é uma das principais influências de “Stranger Things” e foi filmado pela primeira vez em 1984 com ninguém menos que Drew Barrymore, então com 9 anos de idade, no papel principal. A protagonista é uma garotinha superpoderosa, capaz de incendiar objetos – e pessoas! – com a força do pensamento, que passa a ser perseguida por uma agência governamental secreta com o objetivo de transformar seu dom numa arma. Inspiração clara para a personagem Eleven, a menina é agora interpretada por Ryan Kiera Armstrong, de 11 anos – que coadjuvou na série infantil “Anne with an E” e na sci-fi “A Guerra do Amanhã”. E o elenco ainda inclui Zac Efron (“Vizinhos”) como seu pai e Sydney Lemmon (“Helstrom”) como sua mãe, além de Gloria Reuben (“Mr. Robot”) como a vilã principal. Vale apontar que o público americano ignorou o remake (abriu em 4º lugar na semana passada nos EUA), e a crítica lamentou ter precisado vê-lo – míseros 12% de aprovação no Rotten Tomatoes. | A MEDIUM | Longe de ser um terror hollywoodiano, “A Médium” é uma história assustadora baseada na espiritualidade tailandesa. O diretor Banjong Pisanthanakun é especialista no gênero, responsável pelo sucesso “Espíritos” (2004), que virou franquia, e vários outros horrores made in Thailand. Sua abordagem segue de perto a escola “found footage” (mais “Holocausto Canibal” que “A Bruxa de Blair”), com equipe de (falsos) documentaristas mobilizada para acompanhar um exorcismo com rituais muito diferentes dos apresentados nos terrores católicos. Na trama, Nim, uma importante médium que mora ao norte da Tailândia, percebe comportamentos cada vez mais sinistros em sua jovem sobrinha Mink, indicando que talvez ela esteja sendo possuída por uma entidade maligna ancestral. A médium logo descobre que a jovem é vítima de algo que aconteceu em sua família, muitos anos atrás. E a câmera tremida deixa tudo muito mais realista e arrepiante. | O PAI DA RITA | Este é apenas o segundo longa de ficção de Joel Zito Araújo, o diretor do premiado “Filhas do Vento”, vencedor de nada menos que oito kikitos no Festival de Gramado de 2005. Desde então, ele fez alguns curtas e documentários, mas a demora em retornar ao cinema autoral não deixa de ser significativa para ilustrar as dificuldades que enfrentam os cineastas negros no Brasil, especialmente quando decidem filmar histórias negras com atores negros. “O Pai da Rita” é uma comédia, de premissa até bem comercial, não muito diferente do novo sucesso de Maisa na Netflix, “Pai em Dobro”, mas com um ponto de vista inverso e tendo como pano de fundo a celebração do samba. Ailton Graça (“Galeria Futuro”) e Wilson Rabelo (“Dom”) vivem dois compositores da velha guarda da Vai-Vai, que compartilham uma kitnet, décadas de amizade, o amor por sua escola de samba e uma dúvida do passado: o que aconteceu com a passista Rita, paixão de ambos. O surgimento da Ritinha (Jéssica Barbosa, de “Mormaço”), filha da passista, traz uma nova dúvida e ameaça desmoronar essa grande amizade. O detalhe é que há um terceiro possível pai nesta história: o cantor e compositor Chico Buarque, que compôs uma música sobre sua paixão por Rita no começo da carreira. A música existe mesmo: “A Rita”. E este é apenas um dos muitos elementos que enriquecem a produção, que ainda comenta a situação do samba, a crise econômica, a especulação imobiliária e muito mais. | QUATRO AMIGAS NUMA FRIA | A nova comédia de Roberto Santucci, diretor dos blockbusters “De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte nos Separe”, é um filme de turismo passado em Barriloche. Maria Flor (“Irmãos Freitas”), Fernanda Paes Leme (“Cinderela Pop”), Micheli Machado (“Auto Posto”) e Priscila Assum (“Reality Z”) são as quatro amigas do título, brasileiras que resolvem passar as férias no sul da Argentina e sentem o choque térmico – e cultural. Achando que vão se dar bem, começam a se dar cada vez mais mal. Mas só até a reviravolta romântica, é claro. | A FELICIDADE DAS COISAS | A coisa que a protagonista (Patrícia Saravy, de “Tentei”) do drama nacional imagina que possa lhe trazer felicidade é uma piscina, que ela sonha em construir para os filhos na modesta casa de praia em que mora com a mãe. Ela está grávida do terceiro filho e os problemas financeiros tornam cada vez mais difícil ser feliz, mas ela insiste, lutando por seu objeto de desejo, contra tudo e todos, com um símbolo de resistência por suas crianças. A diretora Thais Fujinaga (“A Cidade onde Envelheço”) se inspirou em sua infância para conceber seu segundo longa, que foi filmado na região em que passava os verões na adolescência. Os críticos de carteirinha gostaram. “A Felicidade das Coisas” venceu o prêmio de Melhor Estreia Brasileira, entregue pela Abraccine na Mostra de São Paulo do ano passado. | MENTES EXTRAORDINÁRIAS | A comédia dramática francesa escrita, dirigida e estrelada por Bernard Campan (“Les Trois Frères”) mostra como um encontro fortuito com um rapaz com deficiência física e intelectual muda a vida de um agente funerário. Após quase atropelar o deficiente rejeitado, o personagem de Campan tenta ajudá-lo. Mas logo cria um vínculo e acaba levando-o numa viagem rumo a um funeral, dando início a uma amizade inesperada. | MISS FRANÇA | A comédia francesa de Ruben Alves (“A Gaiola Dourada”) trata de identidade de gênero. Alexandre Wetter (visto em “Emily in Paris”) é um jovem que, desde a infância sonha virar Miss França. E quando começa a assumir cada vez mais características femininas, resolve se inscrever no disputado concurso beleza, surpreendendo muitos ao conseguir ser aprovado. Apoiado por sua excêntrica família, Alex vai enfrentando as fases do concurso e descobrindo um mundo de beleza, exigência e sofisticação, no qual o maior prêmio será a felicidade de ser ele mesmo – mesmo que esta sinopse, baseada no roteiro, insista em lhe chamar pelo pronome errado. | TWENTY ONE PILOTS CINEMA EXPERIENCE | O documentário musical acompanha uma apresentação em estúdio do Twenty One Pilots, feita durante a pandemia, em celebração ao lançamento do álbum “Scaled and Icy”, de 2021. A produção traz áudio e imagem remasterizados para a tela grande, acompanhado por conteúdo inédito para os fãs da dupla.
Tragédia marca primeiro trailer do reboot de “Queer as Folk”
A plataforma americana Peacock divulgou o trailer do reboot de “Queer as Folk”, produção que retoma o título da série pioneira da abordagem do universo gay na televisão. O novo “Queer as Folk” acompanha um grupo diversificado de amigos da cena LGBTQIAP+ de Nova Orleans, cujas vidas são transformadas após uma tragédia. A prévia sugere um massacre promovido por um atirador homofóbico num clube gay, com direito a mortos e feridos. A cena contrasta com o clima alegre e descontraído que a antecede, e realmente marca uma mudança de tom na trama. Será a segunda vez que a série britânica de 1999, criada por Russel T. Davies (também responsável pelo revival de “Doctor Who”), ganhará uma adaptação para o público dos Estados Unidos. Um ano após a estreia da atração original, Ron Cowen e Daniel Lipman fizeram uma versão ambientada em Pittsburgh para o canal pago Showtime, que pegou as histórias passadas na Inglaterra e as expandiu ao longo de cinco temporadas, entre 2000 e 2005. O remake acabou se tornando o primeiro drama da TV americana protagonizado por homens gays, o que ajudou a inaugurar uma nova era de programação, abrindo caminho para inúmeras séries LGBTQIA+. A nova versão começou a ser desenvolvida por Stephen Dunn (“Little America”) no final de 2018, quando as negociações visavam um lançamento no canal pago Bravo, que faz parte do mesmo conglomerado. Mas como a prioridade da NBCUniversal – assim como de todas as empresas de Hollywood – agora é o streaming, a série chega em 9 de junho na Peacock nos EUA. Com oito episódios produzidos para a 1ª temporada, a trama vai reunir um grande elenco, formado por Jesse James Keitel (“Big Sky”), Johnny Sibilly (“Hacks”), Fin Argus (“Agents of SHIELD”), Devin Way (“Grey’s Anatomy”), Ryan O’Connell (“Special”), Lukas Gage (“The White Lotus”), Chris Renfro (“Two Dollar Therapy”), Armand Fields (“Work in Progress”), Megan Stalter (“Hacks”) e os veteranos Juliette Lewis (“Yellowjackets”), Kim Cattrall (“Sex and the City”) e Ed Begley Jr. (“Young Sheldon”).
Wong vai aparecer na série da Mulher-Hulk
A Marvel revelou que Benedict Wong, interprete do atual Mago Supremo no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), vai aparecer na série da Mulher-Hulk. Nenhum detalhe sobre sua presença foi adiantado, mas Wong foi visto brevemente em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” ao lado do vilão Abominável, relação que pode ser o gancho de sua participação – o Abominável é um dos personagens da série. “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada de pessoas superpoderosas, que acaba se tornando a super-heroína chamada de Mulher-Hulk. A série foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me), “It’s Always Sunny in Philadelphia” e “The Mick”. Além de Tatiana Maslany como a personagem-título, o elenco também traz Mark Ruffalo como Hulk e Tim Roth, que viveu o vilão Abominável em “O Incrível Hulk” (2008), novamente no papel do vilão. Já entre as novidades, o destaque é de Jameela Jamil (“The Good Place”) como a vilã Titânia. A série estreia em 17 de agosto na Disney+.
4ª temporada de “Stranger Things” terá episódios maiores que filmes
Os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores e roteiristas de “Stranger Things”, revelaram que a aguardada 4ª temporada da série terá episódios com mais de duas horas de duração. “Os episódios sete e nove em particular são filmes. E o nove é um filme longo”, disse Matt Duffer ao site The Wrap. Ele explicou que o motivo por trás da longa duração foi a divisão dos personagens em três tramas paralelas. “A decisão teve muito a ver com o fato de que temos personagens espalhados por três locações diferentes e uma trama muito maior. Deve ser quatro vezes mais história do que tínhamos na 3ª temporada”, explicou. “A 3ª foi a nossa temporada divertida, arrasa-quarteirões, mas agora estamos próximos do fim e precisamos começar a revelar bastante coisa”, acrescentou Anteriormente, os irmãos Duffer já tinham dito que todos os episódios teriam mais de uma hora, em franco contraste com as temporadas anteriores. Vale lembrar que a 1ª temporada chegou a ter capítulos de 35 minutos. Segundo os produtores, o tamanho dos episódios foi um dos motivos pelo qual a temporada demorou tanto para ficar pronta. “Tem um sentimento meio épico em tudo isso. Com certeza, é diferente”, disse Matt Duffer. Aproveitando a longa duração dos capítulos, a Netflix vai lançar a 4ª temporada em duas partes. A primeira chega na próxima semana, no dia 27 de maio, com a segunda guardada para o dia 1º de julho.
Jornal diz que Dua Lipa está no elenco de “Barbie”
A cantora Dua Lipa vai participar do filme live-action da “Barbie”, que será estrelado por Margot Robbie. Pelo menos, é o que afirma o jornal britânico The Sun. O longo está sendo filmado no Reino Unido e ainda não tem data de estreia confirmada. Caso confirmada, a participação marcará o segundo filme de Dua Lipa, que fez sua estreia com o thriller de espionagem “Argylle”, de Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), filmado em 2021, mas ainda inédito nos cinemas A fonte do Sun garante que a cantora impressionou Hollywood. “Ela realmente impressionou em ‘Argylle’ e a notícia se espalhou por Hollywood sobre o quão boa ela era. Agora, ela se juntou ao elenco de ‘Barbie’ ao lado de grandes nomes como Margot, Ryan Gosling, Will Ferrell e Saoirse Ronan. Embora Argylle seja um grande filme por si só, ‘Barbie’ será um papel inovador para Dua porque há muito hype em torno dele”, declarou o amigo oculto. O elenco é grande e repleto de celebridades, mas apesar da declaração da garganta profunda do jornal The Sun, Saoirse Ronan (“Ammonite”) não faz parte dos nomes até agora revelados na produção. “Barbie” tem direção de Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”), que também assinou o roteiro junto a seu parceiro de longa data Noah Baumbach (“História de um Casamento”).
Jennifer Lopez ganha documentário da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Halftime”, documentário que apresenta os altos e baixo da carreira de Jennifer Lopez. O filme é centrado nos bastidores da apresentação de J-Lo no intervalo do Super Bowl 2020 (daí o título, equivalente no Brasil ao final do primeiro tempo), mas a prévia também revela um balanço na carreira da cantora e atriz, mostrando toda a pressão e machismo que ela enfrentou desde sempre, além de sua frustração por não obter a indicação ao Oscar por sua atuação elogiada em “As Golpistas”. A produção teve grande acesso à intimidade da artista, revelando inclusive cenas de sua filha, além de depoimentos das pessoas de sua vida, como o noivo Ben Affleck. A estreia está marcada para 14 de junho.
Bros: Trailer ousado apresenta primeira comédia romântica gay de Hollywood
A Universal Pictures divulgou o pôster e o trailer ousado de “Bros”, que deve dar o que falar quando chegar aos cinemas. A produção é a primeira comédia romântica gay assumida de um grande estúdio de Hollywood, e a prévia deixa claro que não faz concessões. As piadas – e as cenas – são adultas e fazem questão de demonstrar que o mundo do romance gay difere muito do heterossexual. O filme é escrito e estrelado por Billy Eichner (“American Horror Story”), que fica ultrajado com a proposta do estúdio de fazer uma comédia romântica gay para toda a família. O vídeo mostra que, na verdade, ele fica facilmente ultrajado por muitas coisas. Mas mesmo assim começa a se relacionar com um homem bonito, interpretado por Luke Macfarlane (“Killjoys”). A direção é de Nicholas Stoller (“Vizinhos”), que também trabalhou no roteiro com Eichner, e o elenco ainda inclui TS Madison (“Zola”), Miss Lawrence (“Star”), Symone (“RuPaul’s Drag Race”), Guillermo Diaz (“Scandal”), Guy Branum, Monica Raymund (“Hightown”), Jim Rash (“Community”), Peter Kim (“After Forever”), Bowen Yang (“Awkwafina Is Nora from Queens”), Amanda Bearse (“Um Amor de Família”), Dot-Marie Jones (“Glee”) e Jai Rodriguez (“Not Looking”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, quase dois meses após o lançamento nos EUA.
Velma: Série derivada de “Scooby-Doo” revela imagem sangrenta
A HBO divulgou a primeira imagem da nova série animada do universo de “Scooby-Doo”. A atração é centrada em Velma, a nerd da turma, e pela imagem é possível verificar que a produção será adulta e sangrenta. A foto disponibilizada nesta quarta (18/5) nas redes sociais também inclui a criadora da atração, a atriz e produtora Mindy Kaling, e foi registrada no palco dos upfronts da Warner Bros. Discovery – a apresentação dos novos programas da empresa para o mercado de televisão dos EUA. Além de produzir, Kaling também fará a voz da protagonista Velma Dinkley. A ex-integrante da sitcom “The Office”, que criou “Projeto Mindy” e “Eu Nunca… “, também tem experiência como dubladora de animação. Ela fez a voz de Desgosto no premiado longa “Divertida Mente”. A participação de Kaling no projeto também mudou a etnia da personagem. “Espero que vocês tenham notado que minha Velma é do sul da Ásia”, declarou Kaling à multidão presente no painel da Warner Bros. Discovery. “Se as pessoas se incomodam com isso, eu não me importo”, completou. Pelo que foi apresentado no evento, a animação deve seguir uma linha similar à “Harley Quinn”, com uma abordagem nada indicada para crianças. Ainda não há previsão para estreia. First look at the adult animated series "VELMA," which reimagines the beloved Scooby-Doo character, presented onstage at the #WBDUpfront by creator Mindy Kaling 📷: @Beet_TV pic.twitter.com/g9itGMyilx — Animation on HBO Max (@AnimationOnMax) May 18, 2022
Filme dos Super Gêmeos é cancelado
O filme dos Super Gêmeos, que estava em desenvolvimento na HBO Max, teve sua produção cancelada. De acordo com a Variety, vários projetos estão sendo revistos após a fusão entre a Warner Bros. e a Discovery. A adaptação dos personagens da DC Comics seria estrelada por KJ Apa (o Archie de “Riverdale”) e Isabel May (a Elsa de “1883”). O filme contaria a história de Zan e Jayna, personagens da popular série “Superamigos” – versão da Liga da Justiça produzida para a TV nos anos 1970. Apesar de aparecerem ao lado de Batman, Superman e outros heróis da DC, os Super Gêmeos na verdade foram criados pela produtora de desenhos animados Hanna-Barbera como alívio cômico da segunda configuração dos “Superamigos”. Sua estreia aconteceu em 1977 para substituir outros coadjuvantes dos desenhos, os adolescentes sem poderes Wendy e Marvin e seu cachorro. E também ganharam um pet como companhia: Gleek, um macaco azul trapalhão. Jayna tem a habilidade de se transformar em qualquer animal (terrestre, alienígena, extinto ou mitológico), enquanto Zan pode virar água na forma sólida, líquida ou gasosa. O detalhe é que eles só podem mudar de forma após suas mãos entrarem em contato, quando gritam seu famoso bordão: “Super Gêmeos, ativar!”. Foi só após fazer a estreia no desenho que os gêmeos ganharam suas primeiras revistas em quadrinhos. Também participaram de outras produções animadas da DC, como “Jovens Titãs em Ação”, e estrearam em live-action em um episódio de “Smallville”. Além disso, o final do crossover televisivo “Crise nas Infinitas Terras”, que introduziu a Sala da Justiça e a versão dos Superamigos do Arrowverso, fez uma referência a Gleek. As filmagens dos Super Gêmeos marcaria a estreia do roteirista Adam Sztykiel como diretor. Ele já escreveu o roteiro de uma adaptação da Hanna Barbera, a animação “Scooby: O Filme” (2020), e assina o vindouro longa da DC Comics “Adão Negro”, que estreia em outubro nos cinemas. Lembre abaixo como eram os personagens na antiga série animada, com a dublagem nacional original.
Novo clipe de Juliette é melhor resposta pra Samantha Schmütz
“O mundo acabando e você me julgando/ Me bota na caixa, quer me rotular”, diz “Cansar de Dançar”, nova música de Juliette, que ganhou clipe nesta semana. E a letra parece feita sob medida para servir de resposta à recente polêmica envolvendo a vencedora do “BBB 21”. Samantha Schmütz causou na segunda (16/5) ao questionar a profissão de Juliette em suas redes sociais: “Ela é artista?”. A provocação saiu do controle e virou discussão acalorada no Twitter e até na imprensa. Enquanto isso, “o mundo acabando”… O timing do lançamento do clipe dirigido por Phill Mendonça não poderia ter sido melhor planejado. Parece até que as duas combinaram. Ao lançar o clipe, Juliette disse que ele era “uma analogia com a minha história”. Ela se referia ao figurino, as roupas que usava quando trabalhava em escritórios e os looks que marcaram sua trajetória. Acabou que a combinação de música e vídeo se tornou maior que isso. “Você vai falando e eu vou rebolando/ Eu vou te mostrar onde é meu lugar”, segue a letra da canção. “Entender quem sou/ Qual é meu valor/ Aonde eu quero ir/ Vou me libertar…” A comediante do “Vai que Cola” viu que não colou e nesta quarta (18/5) pediu desculpas pelo comentário “superinfeliz”, “totalmente desnecessário, descabido”, etc. “Eu aprendi, pode ter certeza, com isso”, disse em seu Instagram. A letra é fácil de decorar. Aprenda também com o vídeo abaixo.
“Mulher-Hulk” é comparada a “Shrek” nas redes sociais
O trailer da “Mulher-Hulk”, divulgado na quarta (17/5), virou tópico do Twitter, mas por motivos que não devem ter agrado a Marvel. Os efeitos digitais, que mostram a transformação da atriz Tatiana Maslany na personagem-título da vindoura série da Disney+, acabaram gerando memes pela baixa qualidade. Vale apontar que o vídeo pode ter sido produzido antes da finalização dos efeitos, mas sua disponibilização levou muita gente a comparar a Mulher-Hulk com a Fionna da franquia animada “Shrek”. Até a plataforma rival HBO Max zoou, juntando o título original em inglês de “She-Hulk” com a palavra “Shrek”. Entre os brasileiros, também houve quem notasse a semelhança entre a heroína e a Lu, personagem digital do Magazine Luiza. A final, muitos assumiram que preferiam uma abordagem mais ao estilo da Gamorra, do “Guardiões da Galáxia”, com pintura verde e apenas a musculatura criada digitalmente. “Mulher-Hulk” tem estreia prevista para 17 de agosto na Disney+. Veja alguns exemplos da repercussão abaixo. mano pq a she hulk tá parecendo o shrek versão feminina? Marvel Studios por favor muda isso tá horrível pic.twitter.com/OEbfeQHWnb — swfthiddle// doctor strange lover (@swfthiddle_) May 17, 2022 cant believe they made a shrek spin-off to fit in the MCU pic.twitter.com/0LLFv1KhLj — Owl Enjoyer 🦉 (@FreyaSenshi) May 17, 2022 mulher hulk pic.twitter.com/p0xZ9kQBUm — cris (@abcriss_) May 17, 2022 I'm laughing at the fact that the #SheHulk cgi is sk incomplete, she easily fits in a shrek movie pic.twitter.com/kKzP9o2cdN — gutz (@zyvorh) May 18, 2022 She hulk? More like she shrek pic.twitter.com/HmEScvifta — Itami (@HusseinHollow) May 18, 2022 She-rek pic.twitter.com/SOxGEblOn8 — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) May 18, 2022 cgi de she hulk é a coisa mais horripilante q já vim em toda minha vida pode fechar as portas marvel — filho do dono (@vitaoaktrovao) May 18, 2022 Gente!!! Mais uma artista Brasileira 🇧🇷 que é reconhecida no exterior!! Obrigada @magazineluiza 🛐 por aceitar esse grande papel que é fazer a própria Mulher Hulk💚(Jennifer Walters), em sua própria série #SheHulk 🥰 pic.twitter.com/ghQSXImeoK — Amy C4me11o (@c4me11o) May 18, 2022 Eu vi o trailer da She Hulk agora e…. Eu não sabia que a Magalu tava patrocinando a série. E pq pintaram a Lu de verde? pic.twitter.com/NPEEvx4i4h — Gabriel Tuller (@gabrieltuller) May 18, 2022 É sério mesmo que vocês acharam She Hulk parecida comigo? 🌿👀🌿 pic.twitter.com/HefPTC1u8a — Lu do Magalu 💙 (@magazineluiza) May 18, 2022 Namoral, eu acho q seria mil vezes melhor se eles fizessem a caracterização da she hulk com maquiagem tipo a gamora, e aumentasse os músculos e altura dela em cgi, ficaria menos estranho doq essa coisa aí pic.twitter.com/geyRNR6951 — LuisMD | COMISSÕES ABERTAS no FIX📌 (@LuisGangMD) May 18, 2022 A prova de quando a Marvel queria fazer algo bonito e descente ela fazia. Não é pq ela é verde é falta de vontade pic.twitter.com/qpM8Y69jvg — Tyler Durden (@PaoloAntony304) May 18, 2022 A Gamora indo substituir a She Hulk na própria série dela #SheHulk #mulherhulk pic.twitter.com/muhhYFIIPP — Lu (@lucas_ssim) May 17, 2022
Trailer de “Pluft – O Fantasminha” mostra volta de Arthur Aguiar às telas
A Downtown Filmes divulgou o pôster e o trailer da nova adaptação de “Pluft – O Fantasminha”, adaptação da famosa peça infantil de Maria Clara Machado. A prévia resume a premissa e revela a participação de Arthur Aguiar, vencedor do “BBB 22”. As filmagens aconteceram bem antes do reality show, em 2020. No filme, o ex-“Rebelde” vive o marinheiro Sebastião, um dos três amigos de Maribel. O elenco também destaca as crianças Nicolas Cruz e Lola Belli (“Onde Está Meu Coração”), Fabiula Nascimento (“Segundo Sol”), Juliano Cazarré (“Pantanal”), Lucas Salles (“Detetive Madeinusa”) e Hugo Germano (“Desenrola”). A trama clássica mostra como Pluft (Cruz), uma criança fantasma com medo de gente, inicia uma amizade com Maribel (Belli), uma menina com medo de fantasma, que foi raptada pelo terrível pirata Perna-de-Pau (Cazarré). Como os únicos em busca de Maribel são três marinheiros atrapalhados, Pluft se vê impelido a virar o herói da história. Primeiro filme live-action infantil brasileiro produzido para exibição em 3D, o longa dirigido por Rosane Svartman (“Tainá, a Origem”) vai chegar às telas 60 anos depois da primeira adaptação cinematográfica de “Pluft”, que contou com participação de Tom Jobim e Dorival Caymmi. A estreia está marcada para 21 de julho, durante as férias escolares.












