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Música

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7 de novembro de 2026
  • Filme

    Festival de Toronto vai exibir novos filmes de Spielberg, Sam Mendes e Rian Johnson

    28 de julho de 2022 /

    O Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira (28/7) sua programação de 2022. Como de praxe, a 47ª edição do evento canadense servirá de lançamento norte-americano para vários filmes com aspiração ao Oscar, além de trazer aguardadas estreias em exibições fora da competição. O evento será aberto pela projeção de “The Swimmers”, drama da diretora britânica Sally El Hosaini (“My Brother the Devil”), que relata a história real das irmãs nadadoras Yusra e Sarah Mardini, que fugiram como refugiadas da Síria devastada pela guerra para participar das Olimpíadas do Rio de 2016. Três títulos se destacam entre as principais estreias exclusivas – isto é, não anunciadas até agora em outros festivais: “The Fabelmans”, ficção inspirada em lembranças da juventude de Steven Spielberg, “Empire of Light”, uma ode ao cinema de Sam Mendes, e “Glass Onion: Um Mistério Entre Facas e Segredos”, continuação de “Entre Facas e Segredos”, dirigido por Rian Johnson em 2018. “Glass Onion” reúne um elenco grandioso, encabeçado por Daniel Craig, mas não vão faltar estrelas no tapete vermelho do festival, que também vai projetar “Causeway”, estrelado por Jennifer Lawrence, “The Menu”, com Anya Taylor-Joy, “My Policeman”, com Harry Styles, e “A Mulher Rei”, que traz Viola Davis como guerreira do Reino de Daomé, na África. O Festival de Toronto acontece entre os dias 8 e 18 de setembro. Veja abaixo a lista completa dos filmes confirmados no evento. Abertura “The Swimmers”, de Sally El Hosaini Apresentações de Gala “Alice, Darling”, de Mary Nighy “Black Ice”, de Hubert Davis “Butcher’s Crossing”, de Gabe Polsky “The Greatest Beer Run Ever”, de Peter Farrelly “The Hummingbird”, de Francesca Archibugi “Hunt”, de Lee Jung-jae “A Jazzman’s Blues”, de Tyler Perry “Kacchey Limbu”, de Shubham Yogi “Moving On”, de Paul Weitz “Paris Memories”, de Alice Winocour “Prisoner’s Daughter”, de Catherine Hardwicke “Raymond & Ray”, de Rodrigo García “Roost”, de Amy Redford “Sidney”, de Reginald Hudlin “The Son”, de Florian Zeller “The Swimmers”, de Sally El Hosaini “What’s Love Got To Do With It?”, de Shekhar Kapur ”A Mulher Rei”, de Gina Prince-Bythewood Apresentações Especiais “Allelujah”, de Sir Richard Eyre “All Quiet on the Western Front”, de Edward Berger “The Banshees Of Inisherin”, de Martin McDonagh “Blueback”, de Robert Connolly “The Blue Caftan”, de Maryam Touzani “Broker”, de Hirokazu Kore-eda “Brother”, de Clement Virgo “Bros”, de Nicholas Stoller ”Catherine Called Birdy”, de Lena Dunham “Causeway”, de Lila Neugebauer “Chevalier”, de Stephen Williams “Corsage”, de Marie Kreutzer “Decision to Leave”, de Park Chan-wook “Devotion”, de JD Dillard “Driving Madeleine”, de Christian Carion “El Suplente”, de Diego Lerman “Empire of Light”, de Sam Mendes “The Eternal Daughter”, de Joanna Hogg ”The Fabelmans”, de Steven Spielberg ”Glass Onion: Um Mistério Entre Facas e Segredos”, de Rian Johnson “Good Night Oppy”, de Ryan White “The Good Nurse”, de Tobias Lindholm “Holy Spider”, de Ali Abbasi “Joyland”, de Saim Sadiq “The King’s Horseman”, de Biyi Bandele “The Lost King”, de Stephen Frears “A Man of Reason”, de Jung Woo-sung “The Menu”, de Mark Mylod “On the Come Up”, de Sanaa Lathan “One Fine Morning”, de Mia Hansen-Løve “Other People’s Children”, de Rebecca Zlotowski “Moonage Daydream”, de Brett Morgen ”My Policeman”, de Michael Grandage “Nanny”, de Nikyatu Jusu “No Bears”, de Jafar Panahi “The Return of Tanya Tucker: Featuring Brandi Carlile”, de Kathlyn Horan “Saint Omer”, de Alice Diop “Sanctuary”, de Zachary Wigon “Stories Not to be Told”, de Cesc Gay “Triangle of Sadness”, de Ruben Östlund “Walk Up”, de Hong Sang-soo “Wendell & Wild”, de Henry Selick “The Whale”, de Darren Aronofsky “Women Talking”, de Sarah Polley “The Wonder”, de Sebastián Lelio

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  • Série

    Astro de “No Ritmo do Coração” vai estrelar série sobre time de jogadores surdos

    28 de julho de 2022 /

    A Disney+ está desenvolvendo uma série baseada no time de futebol americano da Escola Riverside para Surdos da Califórnia (CSDR, na sigla em inglês), que será estrelada por Troy Kotsur, vencedor do Oscar 2022 de Melhor Ator Coadjuvante por “No Ritmo do Coração”. Ele interpretará o treinador da equipe esportiva. A produtora ABC Signature fez uma parceria com o CSDR e o Departamento de Educação da Califórnia para desenvolver a série, que ainda não tem título definido. A trama será baseada na história real da temporada do time em 2021, quando ficou invicto e se qualificou ao Campeonato Estadual da Califórnia. A série vai retratar os alunos, professores e suas famílias. A equipe de redação e produção, tanto na frente quanto atrás das câmeras, também incluirá artistas da comunidade surda. Além de estrelar, Kotsur será produtor executivo e vai se reunir nos bastidores com sua esposa de “No Ritmo do Coração”, a atriz Marlee Matlin, também produtora da atração. O projeto foi desenvolvido pelo cineasta Ron Shelton, conhecido por comédias esportivas como “Sorte no Amor” (1988), “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” (1992) e “O Jogo da Paixão” (1996), e ainda não tem previsão de estreia.

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  • Reality,  TV

    SBT negocia versão brasileira do reality “Hotel de los Famosos”

    28 de julho de 2022 /

    O SBT negocia a produção da versão brasileira do reality show “Hotel de los Famosos”, um grande sucesso da TV argentina lançado em março passado, que mistura elementos do “BBB” e “A Fazenda”. Reality de confinamento com jogos e funções rotativas, o programa original acompanhou 16 famosos trancados num hotel de luxo sem serviços, que a cada semana disputam provas para definir quem assume os papéis de hóspedes e quem serão os funcionários, com uma eliminação por semana. Os hóspedes ficam em quartos espaçosos e têm direito à piscina, spa e bar, além de buffet de café da manhã e outras refeições. Já os funcionários precisam ficar numa área de serviço com pouco conforto e realizar várias tarefas de manutenção e serviço ao hóspede, como lavar roupa, preparar o café e outras refeições, cuidar dos espaços verdes e da piscina, reparação e manutenção geral das instalações, sob ordens de gerentes da produção. Os direitos são de Diego Guebel, conhecido no Brasil como criador do “CQC” (2008-2015) e por ter sido diretor da Band na década passada. Caso o contrato seja fechado, a versão brasileira já vai estrear em 2023. A informação foi publicada inicialmente pelo colunista Flávio Ricco e confirmada por várias fontes. Silvio Santos já deu a aprovação. Na Argentina, o reality elevou a audiência do canal El Trece, que chegou a atingir 15 pontos, um número bastante elevado para os padrões locais. Veja abaixo o trailer da atração original.

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  • Filme

    Drago: Vilão de “Rocky IV” vai ganhar filme

    28 de julho de 2022 /

    O estúdio MGM está desenvolvendo um novo derivado da franquia “Rocky”, intitulado “Drago”. O roteiro está sendo escrito por Robert Lawton (“Crave”) e vai se focar na relação entre o boxeador russo Ivan Drago, personagem vivido por Dolph Lundgren em “Rocky IV” (1985), e seu filho Viktor Drago (Florian Munteanu), que enfrentou Michael B. Jordan em “Creed 2” (2018). Rumores sobre o derivado circulavam desde o ano passado, quando Lundgren mencionou um projeto em desenvolvimento sobre seu personagem, mas na época o filme era visto como uma possibilidade remota. Desde então, a MGM se impressionou com o roteiro de Lawton para o vindouro filme “Becoming Rocky”, a história dos bastidores do primeiro “Rocky” (1976). E embora essa produção ainda não tenha previsão de filmagem, Lawton convenceu o estúdio e ganhou aval para desenvolver a história de Drago. Enquanto isso, a MGM se prepara para retomar esse universo em “Creed III”, que trará novamente Michael B. Jordan como Adonis Creed, o filho do primeiro adversário e amigo de Rocky (Sylvester Stallone), Apollo Creed (Carl Weathers). Além de estrelar, Jordan fará sua estreia como diretor na nova sequência, que teve sua estreia definida nesta quinta (28/7) para o dia 3 de março de 2023 nos EUA. Por enquanto, ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    Krysten Ritter vai estrelar spin-off de “Orphan Black”

    28 de julho de 2022 /

    A atriz Krysten Ritter, estrela da série “Jessica Jones”, vai estrelar “Orphan Black: Echoes”, spin-off da premiada série de clones “Orphan Black”, com estreia prevista para 2023 no canal pago americano AMC. Exibida de 2013 a 2017, “Orphan Black” girava em torno de um grupo de mulheres que descobria ser clones da mesma pessoa, após serem separadas e criadas em diferentes localidades, em meio a uma conspiração envolvendo grupos rivais numa guerra pelo controle da experiência. A continuação não deve trazer de volta as “sisters” originais do “clone club” – ou “sestras” como dizia a clone russa – que foram interpretadas, de forma impressionante, pela mesma atriz: a canadense Tatiana Maslany, em uma dezena de papéis diferentes. Em vez disso, a nova série contará outra história passada no mesmo universo. “Orphan Black: Echoes” vai seguir um novo grupo de mulheres interpretadas por Ritter, enquanto elas entram na vida umas das outras e embarcam em uma jornada para desvendar o mistério de sua identidade. A AMC está em busca de um novo sucesso, diante do fim de “The Walking Dead”, que exibirá seus últimos episódios no final do ano, por isso faz uma aposta alta no resgate da franquia consagrada pelo Emmy – que rendeu o troféu de Melhor Atriz para Maslany. O roteiro da nova versão está a cargo de Anna Fishko (roteirista de “Fear the Walking Dead”), que também vai dividir a produção da série com John Fawcett, o co-criador da série original, e com a atriz Krysten Ritter.

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  • Etc,  Filme

    Mary Alice: Oráculo de “Matrix” morre aos 85 anos

    28 de julho de 2022 /

    A atriz Mary Alice, que interpretou Oráculo na franquia “Matrix”, morreu na quarta-feira (27/7) em Nova York, aos 85 anos de idade, de causa não revelada. Mary Alice Smith nasceu em 3 de dezembro de 1936, em Indianola, Mississippi, e foi criada em Chicago numa família de operários. Ela trabalhou no serviço público e foi professora do ensino fundamental antes de ingressar em um grupo de teatro comunitário. Após chamar atenção de Douglas Turner Ward, co-fundador da Negro Ensemble Company, mudou-se para Nova York em 1967, onde sua carreira floresceu em várias peças do circuito off-Broadway. A estreia no cinema aconteceu em 1974, em “A Educação de Sonny Carson”, e logo em seguida ela iniciou uma longa e prolífica rotina de aparições em séries TV – só em 1975, apareceu em episódios de “Sanford & Son”, “Good Times” e “Police Woman”. Em 1976, Mary Alice teve seu primeiro papel de destaque no cinema em “Sparkle”, como a mãe de três filhas que formam um grupo musical ao estilo das Supremes. Produzido cinco anos antes de “Dreamgirls”, musical da Broadway com tema semelhante, o filme lançou as carreiras de Irene Cara (“Fama”) e Lonette McKee (“Malcom X”) e ganhou um remake em 2012, em que Whitney Houston assumiu o papel da mãe. Sua consagração acabou vindo pelo teatro e a TV. Ela venceu o Tony em 1987 por sua atuação como Rose Maxson na peça da Broadway “Fences” – cuja adaptação de cinema, batizada no Brasil como “Um Limite Entre Nós” (2016), rendeu o Oscar para Viola Davis. Em 1993, veio o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama por “I’ll Fly Away”, em sua segunda indicação pelo desempenho na atração sobre segregação racial dos anos 1950. Ela também ganhou reconhecimento pelo filme “Não Durma Nervoso” (1990), de Charles Burnett, pelo qual foi indicada ao troféu de Melhor Atriz no Spirit Awards (o Oscar do cinema independente). E essa sequência de prêmios lhe rendeu convites para muitos trabalhos, acrescentando várias séries e filmes em seu currículo. Entre os destaques, estão os longas “Tempo de Despertar” (1990), de Penny Marshall, “A Fogueira das Vaidades” (1990), de Brian De Palma, “Malcolm X” (1992), de Spike Lee, “Um Mundo Perfeito” (1993), de Clint Eastwood, “Ressurreição” (1998), de Maya Angelou, “A Terra do Sol” (2002), de John Sayles, e “Matrix Revolutions” (2003), das irmãs Wachowski. O papel de Oráculo no desfecho da trilogia original de “Matrix” foi seu último trabalho no cinema. Ela se aposentou da atuação logo após viver novamente a personagem nos videogames “Enter the Matrix” (2003) e “The Matrix Online” (2005). Em homenagem à intérprete original de Rose, a atriz Viola Davis escreveu nesta quinta: “Você foi uma das maiores atrizes de todos os tempos!! Obrigada pelo trabalho, inspiração e obrigada pela Rose. Vá com Deus, Rainha.”

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  • Série

    Locke & Key: Trailer revela ameaças finais da série

    28 de julho de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª e última temporada de “Locke & Key”. A prévia apresenta uma nova chave capaz de abrir portas em outras épocas, confirma a grande ameaça da temporada e inclui a volta da vilã Dodge, após ter sido derrotada no final do segundo ano. Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) desenhados por Gabriel Rodriguez, a série acompanha uma mãe e seus três filhos, após se mudarem para a antiga casa da família, onde são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Uma das chaves abre um buraco para o inferno, de onde um demônio poderoso escapou para aterrorizar os protagonistas nos episódios finais. O elenco destaca Emilia Jones (do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”), Connor Jessup (“Falling Skies”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie de “It: A Coisa”) como os jovens irmãos protagonistas, Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) no papel da mãe, Aaron Ashmore (“Killjoys”) como um tio da família e Laisla de Oliveira (“The Gifted”), atriz canadense de pais brasileiros, como a forma principal de Dodge. Desenvolvida por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), a retorna para se despedir no dia 10 de agosto.

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  • Etc,  Série

    Bernard Cribbins: Ator de “Doctor Who” morre aos 93 anos

    28 de julho de 2022 /

    O ator Bernard Cribbins, que participou de “Doctor Who” e estrelou o clássico infantil “Quando o Coração Bate Mais Forte” (The Railway Children), morreu nesta quinta (28/7) na Inglaterra aos 93 anos. A notícia foi dada por sua agência, sem revelar a causa da morte. “Sua carreira durou sete décadas com trabalhos tão diversos que começam em filmes como ‘Quando o Coração Bate Mais Forte’ e as comédias ‘Carry On’”, disse a Gavin Barker Associates em comunicado. “Ele trabalhou bem até os 90 anos, aparecendo recentemente em ‘Doctor Who’ e na série ‘Old Jack’s Boat’. Ele perdeu sua esposa de 66 anos, Gill, no ano passado”. A declaração completa: “A contribuição de Bernard para o entretenimento britânico é inquestionável. Ele era único, tipificando o melhor de sua geração, e fará muita falta a todos que tiveram o prazer de conhecê-lo e trabalhar com ele.” Nascido em Oldham em 29 de dezembro de 1928, o ator fez sua estreia nas telas na minissérie da BBC “David Copperfield”, de 1956, e após uma longa carreira na TV ganhou sua própria atração batizada com seu nome: “Cribbins”, exibida por duas temporadas na ITV, de 1969 a 1970. Paralelamente, começou a se destacar em várias comédias do cinema britânico, como “O Braço Esquerdo da Lei” (1963), com Peter Sellers, e “Um Golpe das Arábias” (1968), com Jerry Lewis, além da sátira de 007 “Cassino Royale” (1968) e de diversos filmes da franquia “Carry On”, desde “Com Jeito Vai… Marujo” (1964) até “Com Jeito Vai… Colombo” (1992). Sua filmografia também inclui a fantasia “A Deusa da Cidade Perdida” (1964), que trazia Ursula Andress como uma deusa imortal, e o suspense clássico “Frenesi” (1972), de Alfred Hitchcock. Mas ele é mais lembrado por sua participação como o funcionário da estação de trem do icônico filme infantil “Quando o Coração Bate Mais Forte” (1970), sobre crianças que vigiavam os trilhos para evitar acidentes e descobrir pistas do desaparecimento de seu pai. A identificação com o público infantil se estendeu à várias séries, como “The Wombles” (1973-1975) e “Jackanory” (1966-1995), nas quais atuou como narrador, além da recente “Old Jack’s Boat” (2012-2015), produção do canal pago infantil Cbeebies que ganhou até spin-off estrelado por Cribbins, “Old Jack’s Boat: Rockpool Tales” (2015). Nos últimos tempos, ele também apareceu em diversos episódios de “Doctor Who” (entre 2007 e 2010) como Wilfred Mott, o avô de Donna Noble (Catherine Tate), uma das companheiras do Doutor vivido por David Tennant. A participação não foi a primeira relação de Cribbins com a franquia. Ele entrou no universo de “Doctor Who” ainda nos anos 1960, com uma participação no filme “Ano 2150: A Invasão da Terra” (1966). E seu último trabalho foi um podcast sobre aquele filme, “Dr. Who & The Daleks: The Official Story of the Films”, lançado em maio passado. Em 2011, ele foi premiado com uma OBE (Ordem do Império Britânico) por seus serviços prestados às artes. O showrunner de “Doctor Who”, Russell T. Davies, postou uma homenagem ao ator em sua conta do Instagram, declarando que “amava este homem” e lembrando o quanto “ele adorava fazer Doctor Who”. “Bernard nos dizia, com um sorriso no rosto, que crianças na rua o chamavam de ‘vovô'”, escreveu o responsável pela série. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Russell T Davies (@russelltdavies63)

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  • Etc

    Ian Somerhalder chega ao Brasil para a UCCONX

    28 de julho de 2022 /

    O ator Ian Somerhalder veio mesmo ao Brasil para participar da UCCONX. Sua presença chegou a ser questionada nas redes sociais por ele ter sido confirmado em outro evento no domingo (31/7), nos EUA, mas o astro de “The Vampire Diaries” desembarcou na manhã desta quinta (28/7) em São Paulo. Somerhalder chega após os cancelamentos de Millie Bobby Brown, protagonista de “Stranger Things”, e George Takei, do elenco original de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), e de muitas reclamações do público e denúncias de ex-funcionários na abertura da UcconX. O evento começou na quarta (27/7) no Complexo do Anhembi com falta de estrutura, poucas atrações e público pequeno. No primeiro dia de atrações, apenas Sandro Dias, atleta do skate, o desenhista Colonel Luiz H e cosplayers compartilharam conteúdos produzidos no Anhembi. Anunciado como “o maior festival de cultura pop da América Latina”, o evento se apresentou como um grande espaço vazio, com atrações esparsas e pontuais. ELE CHEGOU 😍! Ian no Brasil e em algumas horas estará conhecendo seus fãs no UCCONX! pic.twitter.com/1V2L30m46Z — UCCONX OFICIAL (@ucconx) July 28, 2022

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  • Série

    Série sobre assassinato de Daniella Perez vira maior audiência da HBO Max no Brasil

    28 de julho de 2022 /

    A HBO Max anunciou que “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” virou a série original mais assistida da plataforma no Brasil e América Latina em seus primeiros dias de exibição, superando estreias bem sucedidas de títulos nacionais e internacionais. Apesar da afirmação, não foram revelados números de audiência – a Netflix é a única empresa de streaming que oferece dados para comparação de métricas. Em vez disso, trouxe como parâmetro a avaliação do público no IMDb, site americano aberto à votação e críticas de espectadores. Lá, a avaliação do primeiro episódio chega a 9,1 (a nota máxima é 10). Já a média de aprovação da série no site é 8,9. Os últimos três episódios foram disponibilizados na plataforma nesta quinta (28/7). Com direção de Tatiana Issa (“Dzi Croquettes”) e Guto Barra (“Yves Saint-Laurent: My Marrakesh”), que também assina o roteiro, o projeto foi idealizado por Issa, que começou a carreira como atriz e era próxima de Daniella Perez. Em 1992, ano do assassinato, ela atuava na novela “Deus nos Acuda” com o marido da vítima, Raul Gazolla. São ao todo cinco episódios documentais sobre o assassinato Daniella em 1992, com depoimentos doloridos da mãe da atriz, a autora Gloria Perez, de Gazolla, amigos – até Roberto Carlos! – e especialistas que estiveram envolvidos nas investigações. A morte brutal da estrela da Globo foi um dos crimes mais célebres do Brasil e em mais de um sentido, já que os envolvidos eram celebridades conhecidas. Maior estrela da telenovela “De Corpo e Alma”, escrita por sua mãe, Daniella foi assassinada por Guilherme de Pádua, ator com quem fazia par romântico na trama, e por Paula Thomaz, esposa de Guilherme na época. Seu corpo foi encontrado num matagal, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, perfurado com dezoito golpes fatais de arma branca. Segundo o processo, a motivação do crime foi o fato de Guilherme acreditar que seu papel na novela estava diminuindo por culpa da atriz. Gloria Perez gravou mais de 20 horas de depoimento para a série documental e, segundo relatos, a equipe de bastidores chorou durante as gravações.

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  • Filme

    Blonde: Ana de Armas vive Marilyn Monroe em trailer dramático

    28 de julho de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Blonde”, que traz a atriz cubana Ana de Armas (“007 – Sem Tempo para Morrer”) como Marilyn Monroe. A prévia apresenta várias cenas icônicas da carreira da atriz, contrapostas a cenas de desespero para apresentar seu conflito interno, que pode ser resumido numa frase dita por Armas: “Marilyn Monroe só existe na tela”. Produzido pela Plan B, produtora de Brad Pitt, “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade e ficção para contar a história da lendária estrela de cinema. Direção e roteiro são de Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”), que aparentemente vai fundo nos momentos mais polêmicos da vida da estrela, do assédio de produtores de cinema a surtos nervosos, mas principalmente a síndrome do impostor. Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn. “Blonde” vai disputar o Leão de Ouro no Festival de Veneza, antes de chegar em streaming no final de setembro.

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  • Filme

    Leandro Hassum surta com Maurício Manfrini no trailer de “Vizinhos”

    28 de julho de 2022 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer da nova comédia de Leandro Hassum. Após estrelar “Tudo Bem no Natal que Vem” e “Amor Sem Medida”, ele volta à plataforma em “Vizinhos”, acompanhado por Maurício Manfrini (“No Gogó do Paulinho”). Na história, o personagem de Hassum descobre, após um colapso nervoso, que corre risco de morte caso escute barulhos muito altos. Por orientação médica, ele abandona o Rio de Janeiro e busca o sossego em uma cidade pequena, cercada de paz e natureza. Porém, os planos de relaxamento vão por água abaixo por causa de seu novo vizinho (Manfrini), que é mestre de bateria de uma escola de samba. Além da dupla de humoristas, o elenco da produção inclui Júlia Rabello, Marlei Cevada, Julia Foti, Lucas Leto, Vilma Melo, Nando Cunha, Dja Marthins, Hélio de la Peña, Sophia Guedes e Yves Miguel. Direção e roteiro são de Roberto Santucci e Paulo Cursino, parceiros de longa data de Hassum, que assinaram as franquias de sucesso “Até Que a Sorte nos Separe” e “O Candidato Honesto”. A estreia está marcada para 1º de setembro.

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  • Filme

    Animação dos Superpets é principal estreia nos cinemas

    28 de julho de 2022 /

    A maior estreia de cinema da semana é a animação “DC Liga dos Superpets”, uma espécie de “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” com super-heróis dos quadrinhos da DC Comics. O filme vai chegar no final das férias escolares num circuito congestionado e disputar espaço com o atual líder das bilheterias, “Minions 2: A Origem de Gru”. Ao todo, os cinemas recebem nove títulos. Entre os lançamentos limitados, o destaque é “Um Herói”, novo filme premiado do iraniano Asghar Farhadi, que tem dois Oscars no currículo e que se envolveu numa polêmica após o lançamento da produção. A lista também inclui um relançamento comemorativo de “Eu, Chistiane F., 13 Anos, Drogada e Restituída”, em celebração aos 40 anos do clássico alemão, e produções nacionais. Veja abaixo mais detalhes.   | DC LIGA DOS SUPERPETS |   A animação focada em Krypto, o supercão, mostra como pets ganham superpoderes e se juntam para salvar o mundo, enquanto Superman está em apuros. A história conta uma origem bem diferente para a maioria dos personagens, mas pouco importa, porque o tom é de comédia escrachada, que faz graça até com a seriedade de Batman – dublado por Keanu Reeves (“Matrix”) em inglês. A maioria das pessoas vai ver as cópias dubladas, mas vale saber que o elenco de vozes originais é espetacular, com destaque para Dwayne “The Rock” Johnson (da franquia “Jumanji”) como a voz de Krypto, John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) como Superman, Marc Maron (“GLOW”) como o vilão Lex Luthor, Olivia Wilde (“Tron: O Legado”) como Lois Lane e Kevin Hart (também de “Jumanji”) como a voz de Ace, o cachorro que nos quadrinhos dos anos 1950 foi o bat-cão de Batman. Roteiro e direção são de Jared Stern (roteirista de “Lego Batman: O Filme”) e Sam Levine (da série animada “Penn Zero: Quase Herói”).   | UM HERÓI |   O novo drama de Asghar Farhadi, vencedor de dois Oscars de Melhor Filme Internacional por “A Separação” (2011) e “O Apartamento” (2016), também conquistou 11 prêmios internacionais, entre eles o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes do ano passado, e foi selecionado para representar o Irã no Oscar 2022. A trama acompanha um homem chamado Rahim que, após ser libertado da prisão por dívidas, devolve uma bolsa perdida cheia de moedas de ouro – um ato que parece torná-lo um bom samaritano. No entanto, a história acaba sendo mais complicada. A complicação também se estendeu para os bastidores. A jovem Azadeh Masihzadeh, que foi aluna de Farhadi, afirma que o roteiro de seu documentário “Todos Ganham, Todos Perdem”, sobre um homem que encontra uma sacola de ouro e decide devolvê-la ao dono, serviu de base para “Um Herói”. Pior: “Todos Ganham, Todos Perdem” foi desenvolvido como trabalho de classe num curso do diretor. A briga foi parar na Justiça – e no Irã isso pode render prisão e chibatadas.   | BOA SORTE, LEO GRANDE |   A atriz inglesa Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”) vive uma viúva que resolve contratar o Leo Grande do título, um garoto de programa vivido por Daryl McCormack (“A Roda do Tempo”) que, além de lhe proporcionar seu primeiro orgasmo, também vira seu confidente. A narrativa praticamente teatral (um ambiente, dois atores, muitos diálogos) tem direção da australiana Sophie Hyde (“Animals”).   | AOS NOSSOS FILHOS |   O filme dirigido pela portuguesa Maria Medeiros (atriz de “Pulp Fiction”) estreia no circuito comercial quase três anos após sua première no Festival do Rio. Baseada na peça de Laura Castro, acompanha uma ex-prisioneira política (Marieta Severo), que decide se divorciar (de José de Abreu) e não aceita o desejo da filha lésbica (a própria Laura Castro) de ter um filho com a esposa. A notícia da gravidez gera um embate intenso, em que mãe e filha discordam completamente em suas opiniões sobre família. Paralelamente, há um contraponto com crianças doentes à espera de ação. O roteiro foi premiado no Festival de Cinema LGBTQIAP+ de Milão.   | FADO TROPICAL |   No filme independente de Cavi Borges (“Um Filme Francês”), dois irmãos (Patricia Niedermeier e Jorge Caetano) se reencontram em Lisboa para jogar as cinzas do seu pai em três lugares de Portugal. Essa viagem gera questões afetivas, mas serve basicamente de registro turístico.   | POETAS DO CÉU |   Um documentário sobre o mundo da pirotecnia (show de fogos), que mostra alguns dos criadores mais relevantes dessa arte, seu processo criativo e emotivo, e apresenta os principais festivais ligados a essa arte. Dirigido pelo mexicano Emilio Maillé, venceu o troféu de Melhor Documentário no Festival de Amiens, na França.   | VIRAR MAR |   Viajando sem fronteiras entre o sertão nordestino e os pântanos do norte da Alemanha, entre a seca e a abundância, o documentarista brasileiro Danilo Carvalho (“Torquato Imagem da Incompletude”) e o alemão Philipp Hartmann (“O Tempo Passa como um Leão que Ruge”) registram a complexa e fundamental relação do ser humano com a água.   | BRASIL ÁFRICA – UM ELO NATURAL |   O documentário de Dener Giovanini (“Amores Santos”) parte da noção de que Brasil e África formavam um só continente no passado distante, o Gonduana, para traçar paralelos entre histórias de determinação, empreendedorismo e superação dos principais desafios africanos e brasileiros.   | EU, CHRISTIANE F., 13 ANOS, DROGADA E PROSTITUÍDA – EDIÇÃO 40 ANOS |   O filme de Uli Edel deu muito o que falar há 40 anos. Baseado num famoso livro de memórias, mostra como a adolescente alemã do título vai ao inferno nos anos 1970 ao se viciar em heroína. Tudo em sua vida lentamente começa a girar em torno das drogas, incluindo os novos amigos viciados e o namorado michê, que a inspiram a se prostituir aos 13 anos para sustentar o vício. Além de cenas chocantes, que incluem compartilhamento de seringas sujas em banheiros imundos da Estação Zoo do metrô de Berlim, o filme também registra cenas de um show de David Bowie na melhor fase de sua carreira. A propósito, esta história foi refilmada recentemente na minissérie “Nós, Os Filhos da Estação Zoo” (2021), disponível na HBO Max.

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