Pai de “Os Goldebergs” é morto pelos roteiristas após demissão do ator Jeff Garlin
A série “Os Goldbergs” vai passar por um novo luto. O patriarca da família, Murray Goldberg, foi morto pelos roteiristas, após a demissão de Jeff Garlin do elenco O ator foi acusado de comportamento inadequado e virou alvo de investigações do RH da rede ABC. Em uma entrevista recente, o showrunner Alex Barnow disse à revista Entertainment Weekly que o Murray Goldberg morreu fora da trama, entre as temporadas, e estará morto por vários meses quando a série retornar à televisão. “Esta será uma família que não reconciliou o fato de que seu pai se foi, mas meio que seguiu em frente e lidou com isso”, disse ele. “Estamos começando com otimismo sobre a chegada do bebê [de Erica] e ansiosos pelo futuro. É uma oportunidade para criar essa base emocional interessante sobre a maneira como as pessoas se comportam.” Com mais de 200 episódios produzidos, a série é a atração de comédia live-action mais duradoura da atual programação da TV aberta dos EUA. Apesar das marcas históricas, a saída de Garlin acontece após a perda de outro membro importante de seu elenco central: o veterano George Segal, que morreu em março de 2021 de complicações de uma cirurgia de ponte de safena. Exibida no Brasil pelo canal Comedy Central, “The Goldbergs” é baseada na infância do criador Adam F. Goldberg nos anos 1980, e segue a mesma linha de comédias nostálgicas de época consagrada por “Anos Incríveis”. A 10ª temporada tem estreia prevista para 21 de setembro, com seu elenco original agora resumido a Wendi McLendon-Covey como a mãe da família e o trio Sean Giambrone, Troy Gentile e Hayley Orrantia como seus filhos.
“Inventando Anna” rende processo de difamação contra Netflix
A Netflix está envolvida em um processo de difamação por causa da sua minissérie “Inventando Anna”. O processo foi movido por Rachel Williams, que aparece como uma personagem na série, retratada como uma aproveitadora que traiu a melhor amiga em benefício próprio. Segundo Williams, a Netflix deturpou a sua representação. “Inventando Anna” foi criada por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e narra a história real da vigarista Anna Delvey (também conhecida como Anna Sorokin). Na série, a protagonista consegue se infiltrar na alta sociedade de Nova York afirmando ser uma herdeira alemã e comete fraudes milionárias como forma de financiar o seu estilo de vida. A atração se define da seguinte maneira: “Esta história é completamente verdadeira. Exceto pelas partes que são totalmente inventadas”. E, aparentemente, a personagem de Williams entrou na lista dessas invenções. Williams trabalhou como editora de fotos na revista Vanity Fair e publicou um artigo sobre o tempo que passou com Sorokin. Mas ela alega que sua representação na minissérie se difere da realidade. Alexander Rufus-Isaacs, advogado de Williams, aponta uma entrevista de Shonda Rhimes, na qual ela supostamente admite aquilo que o processo está afirmando. “Queríamos saber o que estávamos inventando”, disse Rhimes na entrevista. “Nós não queríamos inventar coisas só por inventar. Queríamos intencionalmente ficcionalizar momentos em vez de apenas acidentalmente ficcionalizá-los”. Em outra entrevista ao The Hollywood Reporter, Rhimes admitiu que “houve coisas que inventamos porque precisavam ser inventadas para fazer a história realmente engrenar e ser o que deveria ser.” A atriz Katie Lowes, que interpreta Williams na minissérie, também disse durante uma entrevista que sua personagem quer agradar as outras pessoas. “Ela é jovem, ingênua e teve uma vida privilegiada. Não acho que isso seja necessariamente verdade para a Rachel Williams da vida real; eu acho que isso é verdade para a personagem que Shonda escreveu e para o que Shonda precisava que a personagem fosse na série.” O advogado de Williams afirma que declarações como estas constituem uma admissão. Para ele, a Netflix sabia que as ações da personagem eram falsas, mas ainda assim optou por retratá-la como a vilã da história, inclusive usando o nome de Williams. Entretanto, o processo não cita nem Rhimes nem a produtora Shondaland. O alvo é a própria Netflix. “Esta ação vai mostrar que a Netflix tomou uma decisão deliberada para fins dramáticos ao mostrar Williams fazendo ou dizendo coisas na série que a retratam como uma pessoa gananciosa, esnobe, desleal, desonesta, covarde, manipuladora e oportunista”, afirma a queixa, apresentada no tribunal federal de Delaware. Na minissérie, Williams aceita os presentes e as viagens de Sorokin, mas trai a sua amiga, entregando-a às autoridades assim que descobre que ela mentiu sobre sua fortuna. Na ação, Williams cita momentos específicos da minissérie, como as cenas em que um advogado força a personagem baseada nela a admitir que Sorokin sempre pagava a conta quando as duas saíam juntas. A intenção dessa cena é mostrá-la como uma aproveitadora. Mas Williams afirma que, na verdade, ela pagou a conta várias vezes e em outras ocasiões as duas dividiram. Em outro momento, Williams é mostrada abandonando Sorokin no Marrocos depois que o cartão de crédito de Sorokin foi recusado em um resort de luxo. Segundo Williams, ela havia dito a Sorokin antes da viagem que ela teria que voltar numa data específica porque já tinha agendado uma viagem de trabalho para França. “Williams não deixou de ser amiga de Sorokin porque Sorokin estava tendo problemas no Marrocos, mas porque ela posteriormente descobriu em seu retorno a Nova York que Sorokin era uma mentirosa e uma vigarista cujas declarações e promessas falsas haviam induzido Williams a incorrer em passivos de cerca de US$ 62 mil em nome de Sorokin, e ela só a reembolsou em US$ 5 mil, apesar das inúmeras promessas de reembolsar seus US$ 70 mil para compensar a dívida total e quaisquer taxas atrasadas”, afirma o processo. Williams terá uma longa batalha pela frente, já que, para que um processo de difamação seja bem sucedido, é preciso comprovar que as declarações difamatórias foram feitas com real intenção de malícia. Ou seja, é preciso que haja o conhecimento prévio de que as alegações feitas são falsas e de que houve a intenção de prejudicar a pessoa retratada. “A Netflix usou propositalmente meu nome real e aspectos reais da minha vida para criar uma caracterização totalmente falsa e difamatória de mim”, disse Williams em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “A verdade importa e retratar pessoas reais requer uma responsabilidade real. Estou entrando com este processo para responsabilizar a Netflix por sua imprudência deliberada.” O advogado de Williams vai ainda mais longe, afirmando que a motivação de Netflix deve-se, em parte, ao fato de Williams ter vendido os direitos da sua matéria escrita para a Vanity Fair e do seu livro ainda não publicado para a HBO. “A razão pela qual tivemos que entrar com esse processo é porque a Netflix usou o nome real de Rachel e detalhes biográficos, e a fez parecer uma pessoa horrível, o que ela não é. O dano devastador à reputação dela poderia ter sido evitado se a Netflix tivesse usado um nome fictício e detalhes diferentes. Por que eles não fizeram isso por ela, quando fizeram por tantos outros personagens da série? Talvez o motivo tenha sido que ela escolheu jogar no outro time, ou seja, HBO.” Assista abaixo ao trailer de “Inventando Anna”.
Eugênio Derbez, do vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração”, passa por cirurgia após acidente
O ator mexicano Eugenio Derbez, do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”, será submetido a uma cirurgia complicada após sofrer um acidente. A informação foi divulgada pela esposa do ator, a atriz e cantora Alessandra Rosado, em um comunicado publicado na noite de segunda (29/8) em seu Instagram. Sem entrar em detalhes a respeito do acidente, Rosado afirmou que Derbez está bem, mas que as “lesões que ele sofreu são delicadas e exigirão que ele seja submetido a uma cirurgia complicada nas próximas horas”. Segundo ela, a recuperação será “longa e difícil” e exigirá “muitas semanas de descanso e reabilitação”. Rosado também agradeceu aos fãs pelo apoio e disse que sente que “todas as boas energias que estão nos enviando, com a ajuda de Deus, vão ajudar o Eugénio a recuperar em breve”. Derbez será visto em breve em “Acapulco”, série da Apple TV+ que ele produz e estrela. A 2ª temporada já foi inteiramente gravada e estreia em 21 de outubro. Ele também filmou “Aristotle and Dante Discover the Secrets of the Universe”, que terá a sua première no Festival de Toronto. Devido à sua recuperação, Derbez não deve participar dos eventos de promoção dessas atrações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alessandra Rosaldo (@alexrosaldo)
Charlbi Dean, atriz do filme vencedor da Palma de Ouro 2022, morre aos 32 anos
A atriz e modelo sul-africana Charlbi Dean, estrela do filme “Triangle of Sadness”, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, morreu na segunda-feira (29/8), vítima de um mal súbito. Ela tinha 32 anos. Nascida em 5 de janeiro de 1990, na Cidade do Cabo, Dean começou a sua carreira como modelo, aparecendo nas revista GQ (em dezembro de 2008) e Elle (em julho de 2010). Sua estreia no cinema aconteceu em 2010, com uma participação na comédia “Spud”, sobre um garoto enviado para uma escola de elite na África do Sul da década de 1990, mesma época em que Nelson Mandela foi solto da prisão. Nos anos seguinte, ela fez participações em filmes feitos direto para o mercado de home vídeo, séries e até na continuação de “Spud”, lançada em 2013 com o título de “Spud 2: The Madness Continues”. Ela também participou do terror “Don’t Sleep” (2017) e do filme religioso “Entrevista com Deus” (2018). Seu nome ficou mais conhecido quando ela interpretou a vilã Syonide na série “Raio Negro” (Black Lightning). Porém, seu papel de maior destaque foi mesmo o derradeiro. Dirigido por Ruben Östlund (“The Square: A Arte da Discórdia”), “Triangle of Sadness” é uma sátira à futilidade dos super-ricos e acompanha modelos, influenciadores e oligarcas de todo o mundo à bordo de um cruzeiro de luxo que acaba naufragando. No filme, Dean interpreta a modelo Yaya, uma dos convidadas desse cruzeiro, contracenando com o americano Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”), o inglês Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”), a filipina Dolly De Leon (“A Interrupção”), a luxemburguesa Sunnyi Melles (“Fassbinder: Ascensão e Queda de um Gênio”) e a escocesa Amanda Walker (“A Viagem”). “Triangle of Sadness” ainda será exibido no Festival de Toronto e no Festival de Nova York e ainda não tem previsão de estreia no Brasil. Assista ao trailer de “Triangle of Sadness”.
Conheça os filmes que disputam a vaga do Brasil no Oscar 2023
A Academia Brasileira de Cinema inovou neste ano na definição do candidato que vai representar o Brasil na busca por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar. O comitê responsável pela seleção anunciou nesta terça (30/8) uma lista com seis candidatos pré-selecionados, após uma primeira avaliação dos filmes inscritos. Um deles será o representante brasileiro no Oscar. Os escolhidos foram “A Mãe”, de Cristiano Burlan, “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodansky, “Carvão”, de Carolina Markowicz, “Marte Um”, de Gabriel Martins, “Pacificado”, de Paxton Winters, e “Paloma”, de Marcelo Gomes. Apenas dois destes longas tiveram lançamento comercial: “Marte Um” e “Pacificado”, que é dirigido por um americano. “A Viagem de Pedro” estreia já nesta quinta (1/9). Mas os demais ainda não tem previsão. “Carvão” e “Paloma”, inclusive, terão première no Festival do Rio. Curiosamente, a lista não incluiu “Regra 34”, de Júlia Murat, vencedor do Leopardo de Ouro do Festival de Locarno, na Suíça, nem “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira, premiado no Festival de San Sebastián, na Espanha, e vencedor do Festival do Rio do ano passado. “A Mãe” vendeu o Prêmio do Júri do Festival de Gramado, realizado no início do mês, enquanto “Marte Um” levou o Prêmio do Júri Popular no festival gaúcho. Exibido no Festival de Sundance, nos EUA, “Marte Um” também encantou a crítica dos EUA, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Viagem de Pedro”, em que Cauã Reymond vive Dom Pedro I, rendeu o prêmio de Melhor Direção para Laís Bodanzky no Festival do Rio do ano passado. “Carvão” foi selecionado para exibição no Festival de Toronto, importante vitrine para o Oscar. “Paloma” está na seleção internacional do Festival de Munique. E “Pacificado” é uma coprodução dos EUA, que traz o cineasta Darren Aronofsky como produtor e venceu a Concha de Ouro do Festival de San Sebastián. A comissão que irá definir o representante nacional é formada por 25 profissionais do mercado audiovisual nacional, dentre cineastas, atores, produtores e críticos. Os integrantes são Aly Muritiba (diretor), André Pellenz (diretor), Ariadne Mazzetti (produtora), Barbara Cariry (produtora), Cavi Borges (diretor), Cibele Amaral (diretora), David França Mendes (diretor), Eduardo Ades (diretor), Guilherme Fiuza (produtor), Hsu Chein (diretor), Irina Neves (produtora), Jeferson De (diretor), João Daniel Tikhomiroff (diretor), João Federici (curador), José Geraldo Couto (crítico), Juliana Sakae (documentarista), Marcelo Serrado (ator), Marcio Fraccaroli (executivo), Maria Ceiça (atriz), Patricia Pillar (atriz), Petra Costa (diretora), Renata Almeida (produtora de eventos), Talize Sayegh (diretora), Waldemar Dalenogare Neto (pesquisador) e Zelito Viana (diretor). O filme selecionado será revelado na próxima segunda-feira (5/9). Depois disso, o escolhido vai disputar uma nova peneira numa comissão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. Os 15 títulos pré-selecionados, entre candidatos de todo o mundo para a categoria de Melhor Filme Internacional, serão divulgados em 21 de dezembro. Esta relação sofrerá um novo corte para chegar aos cinco indicados finais em 24 de janeiro de 2023. Finalmente, o vencedor será conhecido em 12 de março de 2023, no palco do Dolby Theatre, em Los Angeles.
Festival do Rio anuncia seleção nacional de 2022
A organização do Festival do Rio anunciou os filmes da Première Brasil, a seleção nacional de sua edição de 2022, que inclui a mostra competitiva do evento. O festival que mais exibe filmes nacionais vai trazer 70 produções, entre longas e curtas-metragens, que estarão distribuídos por cinco mostras: Competição Nacional, Novos Rumos, Hors Concours, Retratos e O Estado das Coisas. A lista foi resultado de uma seleção que analisou mais de 450 curtas e 200 longas inscritos. Entre os trabalhos selecionados, destacam-se “Regra 34”, filme de Julia Murat que venceu o Leopardo de Ouro do Festival de Locarno, na Suíça, e “Pirlimps”, a nova animação de Alê Abreu, indicado ao Oscar por “O Menino e o Mundo”, além de novas obras de cineastas consagrados como Marcelo Gomes (premiado em Cannes por “Cinema, Aspirinas e Urubus”), Adirley Queirós (premiado no IndieLisboa por “Mato Seco em Chamas”), Carolina Jabor (premiada no próprio Festival do Rio por “A Teus Olhos”), Fellipe Barbosa (premiado em Cannes por “Gabriel e a Montanha”), Iberê Carvalho (premiado em Gramado por “O Último Cine Drive-In”), José Eduardo Belmonte (vencedor do Festival do Rio por “Se Nada Mais Der Certo”), filmes dirigidos pelos atores Murilo Benício e Johnny Massaro, e muitos outros. O principal palco do evento, que acontece entre os dias 6 e 16 de outubro, será novamente o tradicional Cine Odeon, sala localizada na Cinelândia, que irá abrigar as sessões de gala internacionais, além das nacionais Hors Concours. Confira abaixo os filmes selecionados para a Première Brasil. COMPETIÇÃO NACIONAL Longas de Ficção “Bem-Vinda, Violeta”, de Fernando Fraiha “Bocaina”, de Ana Flávia Cavalcanti e Fellipe Barbosa “Carvão”, de Carolina Markowiczs “Fogaréu”, de Flávia Neves “Mato Seco Em Chamas”, de Adirley Queirós e Joana Pimenta “Paloma”, de Marcelo Gomes “Paterno”, de Marcelo Lordello “Perlimps”, de Alê Abreu “Propriedade”, de Daniel Bandeira “Regra 34”, de Julia Murat “Transe”, de Carolina Jabor e Anne Pinheiro Guimarães Longas de Documentário “7 Cortes de Cabelo no Congo”, de Luciana Bezerra, Gustavo Melo e Pedro Rossi “A Assembleia – Brasil”, de Beatriz Sayad, Heloisa Passos e Juliana Jardim “Diálogos com Ruth de Souza”, de Juliana Vicente “Exu e o Universo”, de Thiago Zanato “Fausto Fawcett Na Cabeça”, de Victor Lopes “Kobra Auto Retrato”, de Lina Chamie “Não É a Primeira Vez Que Lutamos Pelo Nosso Amor”, de Luis Carlos de Alencar “Nossa Pátria Está Onde Somos Amados”, de Felipe Hirsch “Sociedade do Medo”, de Adriana Dutra Curtas “Abscesso”, de Bianca Iatallese “Big Bang”, de Carlos Segundo “Cinema Vivo”, de Chris MN “Contando Aviões”, de Fabio Rodrigo “Escasso”, de Gabriela Gaia Meirelles “Garotos Ingleses”, de Marcus Curvelo “Kokoro – De Coração a Coração”, de André Hayato Saito “Mulheres Árvore”, de Wara “Peixes Não Se Afogam”, de Anna Azevedo “O Senhor do Trem”, de Aída Queiroz e Cesar Coelho “Último Domingo”, de Joana Claude e Renan Barbosa Brandão “Selfie”, de Alex Sernambi “Solmatalua”, de Rodrigo Ribeiro-Andrade “Tiro de Misericórdia”, de Augusto Barros NOVOS RUMOS Longas “A Cozinha”, de Johnny Massaro “A Filha do Caos”, de Juan Posada “Canção ao Longe”, de Clarissa Campolina “Maputo Nakuzandza”, de Ariadine Zaumpaulo “O Acidente”, de Bruno Carboni “Três Tigres Tristes”, de Gustavo Vinagre “Lilith”, de Bruno Safadi “Ciclo”, de Ian SBF Curtas “Aluísio, o Silêncio e o Mar”, de Luiz Carlos Vasconcellos “Caminhos Afrodiaspóricos do Recôncavo da Guanabara”, de Wagner Novais “Curupira e a Máquina do Destino”, de Janaína Wagner “E Nada Mais Disse”, de Júlia Menna Barreto “Entre a Colônia e As Estrelas”, de Lorran Dias “Êra Punk”, de Flávio Galvão “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli “Iceberg”, de Will Domingos HORS CONCOURS “Abestalhados 2”, de Marcos Jorge, Marcelo Botta “Andança – Os Encontros e As Memórias de Beth Carvalho”, de Pedro Bronz “A Praga, de José Mojica Marins + a Última Praga de Mojica”, de Cédric Fanti e Eugenio Puppo “Matheus Sundfeld”, Pedro Junqueira “Derrapada”, de Pedro Amorim “Down Quixote”, de Leonardo Cortez “Miucha, a Voz da Bossa Nova”, de Daniel Zarvos e Liliane Mutti “O Pastor e o Guerrilheiro”, de José Eduardo Belmonte “Pérola”, de Murilo Benício HORS CONCOURS / NOVOS RUMOS “Domingo à Noite”, de André Bushatsky O ESTADO DAS COISAS Longas “Boicote”, de Julia Bacha “Corpolítica”, de Pedro Henrique França “Direito de Sonhar”, de Theresa Jessouroun “Fio do Afeto”, de Bianca Lenti “Palco de Luta”, de Iberê Carvalho “Regenerar: Caminhos Possíveis Em Um Planeta Machucado”, de Maria Clara Parente “Um Tiro no Escuro”, de Paulo Ferreira Curtas “Romão”, de Clementino Júnior “Socorro”, de Susanna Lira “Sinfonia da Vacina”, de Guilherme Coelho e Julia de Simoni “Tekoha”, de Carlos Adriano RETRATOS “Belchior – Apenas Um Coração Selvagem”, de Natália Dias e Camilo Cavalcanti “Daniel Senise – Nem Tudo Tem Que Ser Sobre Alguma Coisa”, de Bernardo Pinheiro “De Você Fiz Meu Samba”, de Isabel Nascimento Silva “Elis & Tom, Só Tinha de Ser com Você”, de Roberto de Oliveira “Elton Medeiros: o Sol Nascerá”, de Pedro Murad “Luzes Mulheres Ação”, de Eunice Gutman “Otto: De Trás P/ Diante”, de Helena Lara Resende e Marcos Ribeiro “Quando a Coisa Vira Outra”, de Marcio de Andrade ESPECIAL CLÁSSICOS “Assalto ao Trem Pagador” (1962), de Roberto Farias “O Pagador de Promessas” (1962), de Anselmo Duarte MIDNIGHT “O País da Pornochanchada”, de Adolfo Lachtermacher
Patricia Pillar vai processar quem usar seu nome em fake news política
A atriz Patricia Pillar virou assunto no Twitter após Jair Bolsonaro citar seu nome para atacar Ciro Gomes no debate entre candidatos à presidente realizado na noite de domingo (28/8) e exibido na Band. Aproveitando a deixa, vários apoiadores do político de direita resolveram espalhar que ela sofreu violência do ex-marido. Mas quando o vereador sorocabano Vinicius Aith escreveu “Eu não esqueci das pancadas em Patricia Pillar”, recebeu uma invertida da atriz. “Você tem advogado? É bom arranjar um porque vai precisar”, escreveu Patricia. Aith imediatamente deletou o post, mas seguidores da atriz trataram de encaminhar para ela um print do tuite para uma ação de difamação. Os seguidores também apontaram outros políticos que decidiram alimentar a fake news de violência contra ela. Patricia também se manifestou contra os boatos em suas redes sociais, além de afirmar já ter “desculpado” Ciro por uma frase infeliz dita em 2002 e declarar seu voto no político pedetista nas eleições presidenciais de 2022. Bolsonaro explorou a antiga frase ao rebater Ciro no tema de machismo que pautou o debate. “Você falou que a missão mais importante de tua esposa era dormir contigo. Pelo amor de Deus, Ciro. Peço que você peça desculpas também aí”, disse o atual presidente. Em uma série de postagens, a atriz condenou a ação coordenada de bolsonaristas para aumentar a história e espalhar fake news. “Há 20 anos, Ciro Gomes, meu ex-marido, disse uma frase infeliz em entrevista e imediatamente me pediu desculpas, que foram aceitas já naquela época”, ela escreveu. “A partir dessa entrevista, adversários sem caráter criaram uma mentira sórdida sobre uma agressão que NUNCA ACONTECEU. Quem insistir em disseminar essa fake news perversa, sofrerá as devidas medidas judiciais”, ameaçou. A atriz ainda afirmou que quem tentar distorcer os fatos, sem levar em consideração o que ela mesma diz sobre o caso, estará “desrespeitando todas as mulheres”. Ela também aproveitou para prestar solidariedade à jornalista Vera Magalhães, que foi alvo de grosserias de Bolsonaro durante o debate. “Por fim, minha solidariedade a todas as outras mulheres já desrespeitadas por Bolsonaro, como a jornalista Vera Magalhaes no debate na Band”. Portanto, Ciro não me deve absolutamente nada, e até hoje tenho por ele grande admiração e respeito. E por acreditar em seu projeto para o futuro do Brasil, terá meu voto. — Patricia Pillar (@patriciapillar) August 29, 2022 3. Quem tenta obter vantagens a partir da história pessoal de uma mulher, desconsiderando o que ela mesma diz, está desrespeitando TODAS AS MULHERES. — Patricia Pillar (@patriciapillar) August 29, 2022 4. Por fim, minha solidariedade a todas as outras mulheres já derespeitadas por Bolsonaro, como a jornalista @veramagalhaes no debate na Band. — Patricia Pillar (@patriciapillar) August 29, 2022 Vc tem advogado? É bom arranjar um pq vai precisar. https://t.co/lRjIi3J6fd — Patricia Pillar (@patriciapillar) August 30, 2022
Pluto e Paramount+ vão exibir show-tributo ao baterista do Foo Fighters
A banda Foo Fighters vai realizar uma homenagem ao baterista Taylor Hawkins, falecido em março passado, reunindo várias estrelas do rock para um show de celebração à sua carreira. Intitulado “The Taylor Hawkins Tribute Concert”, o show será exibido ao vivo pela plataforma gratuita de streaming Pluto TV no sábado (3/9), direto do Estádio de Wembley, em Londres. Entre os convidados, estão confirmadas integrantes de bandas clássicas tão diferentes quanto Led Zeppelin, Queen, Metallica, Oasis, Blink-182, The Police, Chic, Nirvana, Pretenders, Rush, Queens of Stone Age e Supergrass, além de Ke$ha e Wolfgang Van Halen, entre muitos outros. Os fãs brasileiros poderão assistir à transmissão a partir de 12h30 (horário de Brasília) na Pluto TV. A apresentação também ficará disponível no serviço de streaming Paramount+ a partir de domingo (4/9). No mesmo dia, a MTV e o canal pago Paramount Network exibirão os melhores momentos e alguns conteúdos especiais, às 20h. Taylor Hawkins faleceu aos 50 anos, em Bogotá, na Colômbia, durante a turnê do Foo Fighters na América do Sul. A causa da morte foi uma overdose, segundo as autoridades policiais do país. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pluto TV Brasil (@plutotvbr) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Foo Fighters (@foofighters)
Joseph Gordon-Levitt entra na sequência de “Um Tira da Pesada”
A continuação de “Um Tira da Pesada” ganhou título oficial e acrescentou dois atores ao seu elenco: Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) e Taylour Paige (“Zola”). O quarto filme vai se chamar “Um Tira da Pesada: Axel Foley” (Beverly Hills Cop: Alex Foley). Eddie Murphy vai voltar ao papel de Alex Foley, o policial de Detroit que, até aqui, viajou três vezes a Los Angeles para resolver casos ao longo da franquia. Os papeis dos novos atores não foram divulgados. O projeto faz parte de um acordo firmado em 2019 entre a Netflix e a Paramount, e só chegou ao streaming depois que tentativas anteriores de relançar a franquia foram frustradas – desde o piloto de uma série rejeitada até um filme que seria dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Bad Boys para Sempre”) em 2016. “Um Tira da Pesada: Axel Foley” vai retomar a história interrompida há 28 anos. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. A continuação foi escrita por Will Beall (“Aquaman”) e tem direção de Mark Molloy, que assina seu primeiro longa-metragem após ganhar vários prêmios por seu trabalho em publicidade. Já a produção continua a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. O projeto foi acelerado após Eddie Murphy estrelar com sucesso outra sequência de filme dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que virou um dos filmes mais vistos da Amazon Prime Video, mas ainda não tem previsão de estreia.
Diretora de “Aves de Rapina” desenvolve série baseada no anime “Paprika”
O anime “Paprika” vai virar série live-action com produção e direção de Cathy Yan, a diretora de “Aves de Rapina”. Lançado em 2006, o longa animado foi o quarto e último trabalho do visionário diretor Satoshi Kon (“Padrinhos de Tóquio”) antes de sua morte prematura por câncer em 2010, aos 46 anos, e chamou atenção pela beleza e riqueza de detalhes, chegando a vencer seis prêmios internacionais. Embora o desenhos sejam inevitavelmente a principal lembrança de “Paprika”, a trama original foi publicada num romance de 1993 de Yasutaka Tsutsui (autor também de “A Garota que Conquistou o Tempo”). A história gira em de um dispositivo futurista usado por terapeutas para entrar nos sonhos de seus clientes, com o objetivo de tratar suas doenças psicológicas. Mas a tecnologia é roubada por um criminoso desconhecido, que passa a usar o dispositivo para controlar mentes. Uma terapeuta e sua equipe correm contra o tempo para identificar o ladrão e impedir uma tragédia. A produção está sendo desenvolvida para a Prime Video, plataforma de streaming de Amazon, e ainda não tem previsão de estreia. Confira abaixo o trailer do anime.
Jennifer Connelly vai estrelar nova série sci-fi
Jennifer Connelly vai continuar na ficção científica após o final da série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer). Ela fechou contrato para estrelar “Dark Matter”, uma trama de multiverso que será lançada em nove capítulos na plataforma de streaming Apple TV+. A produção é uma adaptação do livro homônimo de Blake Crouch, o autor de “Wayward Pines”, que está assinando o roteiro da nova série. A trama gira em torno de Jason Dessen, um físico, professor e pai de família que, enquanto caminha para casa nas ruas de Chicago, é sequestrado por uma versão alternativa de si mesmo. Quando tenta retornar à sua vida, ele se vê jogado num multiverso de realidades alternativas. Perdido num labirinto de dimensões alucinantes, ele faz de tudo para encontrar sua verdadeira família e salvá-la do inimigo mais aterrorizante e imbatível que consegue imaginar: ele mesmo. Dressen será vivido pelo ator Joel Edgerton (“Treze Vidas: O Resgate”) e Connelly vai interpretar sua esposa, Daniela. A atriz, que atualmente pode ser vista nos cinemas e em VOD no blockbuster “Top Gun: Marverick”, está encerrando seu trabalho em “Expresso do Amanhã”, que vai terminar em sua vindoura 4ª temporada – prevista para estrear em 2023.
Sérgio Mallandro filma comédia sobre sua vida
O humorista Sérgio Mallandro começou a filmar o longa “Mallandro: O Errado que Deu Certo”, uma comédia que satiriza sua vida. A produção teve início na semana passada, no Rio de Janeiro, e nesta segunda (29/8) Mallandro publicou um vídeo dos bastidores em seu Instagram, revelando a participação de Xuxa na produção. O filme vai encontrar Mallandro numa fase de completo ostracismo profissional. Sem dinheiro, ele decide trabalhar como motorista de aplicativo, mas não consegue ser levado a sério, porque, mesmo disfarçado, sempre acaba sendo reconhecido pelos passageiros, que se recusam a fazer a viagem achando que se trata de uma pegadinha. A piada é boa, mas é só o ponto de partida da história, que via mostrar Mallandro tendo uma nova oportunidade de voltar à televisão, apresentando um programa de auditório numa emissora pequena. Só que o projeto fica comprometido quando o humorista acaba perdendo seus “poderes”: não consegue mais dizer nenhum de seus famosos bordões. Com isso, precisará se reinventar para conseguir uma última chance na carreira artística. Além de Xuxa, o filme vai contar com participações especiais de Zico, Lucio Mauro Filho, Fernando Caruso, Zéu Brito e Nanny People, além de reunir André Mattos, Marianna Alexandre, Gui Garcia e Léo Castro no elenco central. “Mallandro: O Errado que Deu Certo” tem direção de Marco Antônio Carvalho (assistente de “Cinderela Pop” e “Diários de Intercâmbio”) e sua estreia está prevista para 2023, com distribuição da Downtown Filmes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por 𝗦ᗴ́ᖇᘜIO ᗰᗩᒪᒪᗩᑎᗪᖇO (@serginhomallandro)
Audiência de “A Casa do Dragão” cresce no segundo episódio
A audiência recorde de “A Casa do Dragão” cresceu ainda mais no segundo capítulo da série. No último domingo (29/8), o prólogo de “Game of Thrones” mobilizou 10,2 milhões de espectadores em todas as plataformas, de acordo com uma combinação de dados internos da Nielsen e da HBO. Isso representa um aumento de 2% em relação à estreia da série em 21 de agosto, que chegou a pouco menos de 10 milhões. A HBO também diz que o primeiro capítulo da série cresceu para quase 25 milhões de espectadores em todas as plataformas após uma semana da estreia. Trata-se da maior audiência já registrada para um episódio inaugural entre todas as séries estreantes do canal. Com isso, “A Casa do Dragão” atinge números só vistos na HBO na época de “Game of Thrones”. As três temporadas finais da série anterior tiveram uma média de 25,7 milhões, 32,8 milhões e 44,2 milhões de espectadores em todas as plataformas. Diante do desempenho, o canal pago renovou rapidamente “A Casa do Dragão” para sua 2ª temporada – antes mesmo da exibição do segundo episódio.












