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Filme, Série

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  • Série

    Ator é demitido de série de striptease masculino por “conduta imprópria”

    2 de julho de 2022 /

    O ator Hugo Speer não vai mais repetir seu papel de “Ou Tudo ou Nada” (The Full Monty) na série baseada no filme de 1997. Ele foi demitido da produção da Disney+ após acusações de “conduta imprópria”. O ator inglês de 53 anos havia sido contratado para reprisar o papel de Guy — ao lado de outros ex-colegas de elenco, incluindo Robert Carlyle como Gaz e Lesley Sharp como Jean — na minissérie que retomaria a trama 25 anos após o lançamento da famosa comédia. A Disney+ soltou uma nota, informando que ele foi afastado após uma investigação interna. “Recentemente, fomos informados de alegações de conduta inadequada de Hugo Speer no set de uma produção encomendada. Como é a política, uma investigação foi iniciada. Após sua conclusão, foi tomada a decisão de rescindir seu contrato, com efeito imediato.” Segundo o jornal britânico The Sun, durante as gravações, ele teria convidado uma mulher da produção para entrar no seu trailer enquanto estava nu. Um porta-voz do ator se pronunciou dizendo que “Hugo nega todas as alegações e está desafiando todas elas”. A produção da série começou no final de março e, por conta disso, Speer deve ter gravado alguns episódios. A trama vai reencontrar os personagens originais, que ao ficaram desempregados em Sheffield, na Inglaterra, em 1997, conseguiram ganhar dinheiro com um show de striptease masculino. A trama deve acomodar os veteranos ao lado de uma nova geração, vítima do impacto econômico do coronavírus. A série é uma criação do roteirista Simon Beaufoy, que foi indicado ao Oscar pelo filme original, e também contará com participação do produtor do filme, Uberto Pasolini. Ainda sem previsão de estreia, “The Full Monty” (título original) será exibida pela Star+ no Brasil e no restante da América Latina. Nos demais países, a atração irá ao ar pela Disney+, exceto nos EUA, onde fará parte da programação da Hulu. Veja o trailer abaixo para lembrar o filme original.

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  • Filme

    Taron Egerton revela negociações para viver Wolverine

    2 de julho de 2022 /

    O ator Taron Egerton, que viveu Elton John no filme “Rocketman”, revelou que está conversando com Kevin Feige e outros executivos do Marvel Studios sobre assumir o papel de Wolverine em novos filmes do X-Men. Ele confirmou as negociações em entrevista ao jornal The New York Times, admitindo que está interessado, mas sabendo que será difícil substituir Hugh Jackman como o herói mutante. “Eu não acho que seria errado dizer isso: eu ficaria animado, mas também apreensivo, porque Hugh está tão associado ao papel que eu me pergunto se seria muito difícil para outra pessoa fazê-lo. Mas espero que, se acontecer, eles me deem uma chance.” Egerton já co-estrelou com Jackman na comédia “Voando Alto” de 2016. Os próximos trabalhos do ator britânico são duas produções da Apple TV+: a série criminal “Black Bird”, que estreia na sexta-feira (8/7), e o filme “Tetris”, sobre os bastidores do game, previsto para o fim do ano.

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  • Etc,  Filme

    Joe Turkel: Ator de “O Iluminado” e “Blade Runner” morre aos 94 anos

    2 de julho de 2022 /

    O ator Joe Turkel, lembrado por participações marcantes nos filmes “O Iluminado” (1980) e “Blade Runner” (1982), morreu aos 94 anos durante a última segunda-feira (27/6) na Califórnia. A notícia foi revelada na noite de sexta (1/7) por um representante do artista em nota à imprensa. A causa da morte não foi revelada, mas o ator estava internado no Hospital St. John em Santa Monica. Ele participou de mais de 100 filmes e séries, numa carreira iniciada no auge do ciclo do cinema noir no final da década de 1940, quase sempre no papel de capanga secundário. Foi num noir que Turkel iniciou sua parceria com Stanley Kubrick, vivendo um atirador no tiroteio climático de “O Grande Golpe” (1956). Seu desempenho no pequeno papel agradou e ele foi convocado a ter uma participação maior no drama de guerra “Glória Feita de Sangue” (1957), como um soldado enviado para o pelotão de fuzilamento. Este foi o trabalho favorito de Turkell, que considerava a obra de Kubrick o melhor filme de sua carreira. O magricela nascido em 1927 no Brooklyn, Nova York, continuou fazendo filmes noir até o gênero sair de moda e daí foi viver gângsteres na televisão. Interpretou cinco capangas diferentes só na série “Os Intocáveis”, entre 1960 e 1963. E então foi lembrado por Roger Corman para ser um dos mafiosos de “O Massacre de Chicago” (1967). Outro diretor famoso com quem trabalhou foi Robert Wise, que o escalou em “O Canhoneiro do Yang-Tsé” (1965), ao lado de Steve McQueen, e no filme de desastre “O Dirigível Hindenburg” (1975). Kubrick voltou a chamá-lo em 1980 para viver o papel do barman fantasma de “O Iluminado” (1980), que servia bebidas imaginárias para o alucinado personagem de Jack Nicholson. Com essa participação, Turkel se tornou um dos poucos atores a trabalhar três vezes com o celebrado diretor. Turkel participou apenas de duas cenas de “O Iluminado”, mas disse 96 palavras e ficou semanas trabalhando na produção, às vezes mais de 13 horas por dia. No livro “Science Fiction Film Directors” (2000), de Dennis Fischer, ele contou que perguntou a Kubrick por que ele pediu uma 17ª tomada de um ator simplesmente andando por um corredor. “Eu trabalhei quatro anos preparando este filme, eu quero que seja perfeito pra caral*o”, foi a resposta. O impacto de “O Iluminado” nos cinemas convenceu Ridley Scott que Turkel seria o ator perfeito para viver o gênio da cibernética Eldon Tyrell, fundador da Tyrell Corporation e responsável pela criação dos replicantes na sci-fi “Blade Runner” (1982). Foi novamente uma participação breve, mas muito mais emblemática, com frases marcantes e uma morte memorável, esmagado após um beijo pelo replicante Roy Batty (Rutger Hauer). Ele voltou ao papel no videogame de “Blade Runner”, lançado em 1997. A dublagem de Tyrell no jogo foi seu último trabalho como ator.

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  • Série

    “The Boys” coloca Billy Joel pra tocar contra ameaça de “Stranger Things”

    1 de julho de 2022 /

    O perfil oficial de “The Boys” no Twitter brincou com a inevitável concorrência com “Stranger Things” nesta sexta-feira (1/4). Como as duas séries divulgaram episódios novos, o site Rotten Tomatoes resolveu perguntar a seus seguidores: “O que vocês vão assistir primeiro nesta noite: ‘The Boys’ ou ‘Stranger Things?'” E o Twitter de “The Boys” respondeu. “Estamos com ‘Piano Man’ engatado no nosso walkman, caso haja necessidade”, zoou o perfil. A referência à música de Billy Joel tem vários sentidos. Não só responde a dúvida sobre qual música salvaria os personagens de “The Boys” de um ataque do monstro Vecna, como lembra a preferência musical de Hughie (Jack Quaid), que muitos podem ter esquecido. A 1ª temporada de “The Boys” revelou que Hughie Campbell tem uma paixão profunda pelas músicas do cantor. E isso vai além de seu gosto musical. Acontece que a mãe de Hughie deixou sua família quando ele tinha seis anos e uma das melhores lembranças que ele guardou dela foram as músicas de Billy Joel que dançavam juntos, conectando o artista à sua memória afetiva em um nível profundamente pessoal. Aproveite e ouça abaixo a música que salvaria Hughie de Vecna. We've got Piano Man cued on the walkman, just in case https://t.co/WckzISziyv — THE BOYS (@TheBoysTV) July 1, 2022

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  • Série

    2ª temporada de “Young Royals” ganha previsão de estreia e primeiras fotos

    1 de julho de 2022 /

    A plataforma da Netflix anunciou nesta-sexta (1/7) que a 2ª temporada de “Young Royals” chegará em novembro de 2022 – ainda sem data definida. Além disso, as primeiras imagens da novos episódios foram reveladas nas redes sociais. Nelas, os olhares se voltam principalmente à Wilhelm (Edvin Ryding) e Simon (Omar Rudberg). Espera-se que a nova história sobre o colégio real seja recheada de “segredos, vinganças” e até “ameaças à monarquia”, conforme descreve a Netflix na postagem. O drama sueco foi renovado no ano passado, cerca de dois meses após a estreia oficial no streaming. Mas, na época, o que chamou a atenção foi um vídeo do elenco agradecendo aos fãs brasileiros pelo carinho. A série que os adolescentes amaram conta a história de um jovem príncipe, que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon, um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. A 1ª temporada teve seis episódios de 40 minutos cada, escritos por Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman, e a história vai continuar com mais seis capítulos. Young Royals Season 2. November 2022. pic.twitter.com/DT5GBjtvQb — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) July 1, 2022 Tava com saudade deles ❤️ pic.twitter.com/MzzjgA6dwo — netflixbrasil (@NetflixBrasil) June 30, 2022

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  • Série

    Criadora de “Friends” se envergonha por falta de diversidade da série

    1 de julho de 2022 /

    A série “Friends” faz parte do imaginário de uma geração fanática pela cultura pop. No entanto, o legado do programa também chama a atenção, em retrospecto, por sua falta de diversidade racial. Segundo a cocriadora Marta Kauffman, as críticas ouvidas ao longo dos anos não foram poucas e só resta “admitir e aceitar a culpa” sobre as falhas da série televisiva. “Aprendi muito nos últimos 20 anos. É doloroso se olhar no espelho. Estou envergonhada por não entender melhor [sobre o assunto] há 25 anos atrás”, ela disse em entrevista na quarta-feira (29/6). À princípio, Kauffman rejeitou as críticas, mas garante que a sua mentalidade acerca do assunto mudou em 2020, após o assassinato brutal de George Floyd pelas mãos da polícia americana – o caso repercutiu e gerou manifestações calorosas na época, espalhando o protesto Black Lives Matter (vidas negras importam) para todo o mundo. Por isso, como forma de se redimir, ela decidiu fazer uma doação para uma universidade de Boston. Com um valor de US$ 4 milhões para a Brandeis University, Kauffman espera estabelecer uma cátedra no departamento de estudos afro-americanos na universidade em que estudou. Kauffman declarou ainda que está examinando as maneiras pelas quais participou de um “racismo sistêmico” e afirma que nunca percebeu tal comportamento antes. Ela se compromete a contratar pessoas negras em projetos futuros. Sobre esse assunto, o ator David Schwimmer revelou em 2020 que tentou pressionar por mais diversidade no set da série. O produtor Kevin Bright também se posicionou e disse que se a série fosse refeita, não teria um elenco todo branco.

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  • Série

    Candice Patton explica ausência em episódios de “The Flash”

    1 de julho de 2022 /

    A 8ª temporada de “The Flash” finalizou nesta quarta-feira (29/6) nos Estados Unidos, mas uma pergunta que não quer calar paira no ar: Por que Candice Patton esteve ausente em quatro episódios consecutivos? Em termos de narrativa, a ausência da personagem Iris não fez o menor sentido – principalmente durante as tentativas da equipe em rastreá-la de forma ineficaz. Tampouco fica claro como se dá seu retorno inesperado ao lado do marido, Barry/Flash (Grant Gustin). Na noite da quinta-feira (30/6), Patton finalmente explicou o que aconteceu por meio do Instagram. Ela publicou um texto em que revela que seu contrato da temporada foi projetado para protege-la, caso as fronteiras entre o Canadá e os Estados Unidos fechassem devido à pandemia. A atriz disse que a série do “Arrowverso” estaria sofrendo com as restrições impostas durante a pandemia global de Covid-19, “tornando extremamente difícil – se não impossível – retornar para casa”. Patton também disse que ela e sua equipe deixaram claro que, se a situação da pandemia “continuasse otimista”, ela “ficaria feliz em aparecer em todos os episódios”. As fronteiras não foram fechadas, mas os produtores decidiram manter a presença dela reduzida. “E respeitamos essa decisão”, ela acrescentou. Em entrevista ao site TVLine, o showrunner Eric Wallace confirmou as alegações de Patton sobre a culpa da pandemia na decisão de ter menos Iris na temporada. Ele também reconheceu a frustração do público gerada pela ausência de Candice em quatro capítulos seguidos. Recentemente, Candice fechou um novo acordo para participar integralmente da 9ª temporada de “The Flash”, que pode ser a última da série.

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  • Música,  Série

    Kate Bush elogia final de “Stranger Things 4”: “Espetacular”

    1 de julho de 2022 /

    Não foram só os reles mortais que correram para ver os episódios finais da 4ª temporada de “Stranger Things”. A cantora Kate Bush acordou cedo nesta sexta-feira (1/7) para assistir e comentar a Parte 2 da série. “Eu acabei de assistir os últimos capítulos de ‘Stranger Things’ e eles são incríveis. Sem spoilers aqui, eu prometo”, ela escreveu em seu site pessoal. “Antes, eu só tinha visto as cenas que envolviam o uso da minha música, então não sabia como a história se desenvolveria”, continuou. A música referida é, claro, “Running Up That Hill (A Deal With God)”, que foi catapultada ao topo das paradas de sucesso, 37 anos após seu lançamento original, graças a seu uso na série, como a canção capaz de salvar a personagem Max (vivida por Sadie Sink) da possessão do monstro Vecna. Por sinal, ela comemorou o sucesso contínuo da canção nas últimas semanas. “Eu simplesmente não posso acreditar – Nº 1 para a terceira semana… Na verdade, tudo está começando a parecer um pouco surreal”, comentou. “Já tinha ficado muito feliz quando os irmãos Duffer resolveram usar ‘Running Up That Hil’ como o tótem de Max, mas agora, tendo visto a temporada toda, me sinto profundamente honrada que a minha canção tenha se tornado parte da jornada de montanha-russa dos personagens”, ela acrescentou. Por fim, Kate disse que “mal consigo imaginar a quantidade de trabalho envolvida em fazer algo dessa escala. Estou impressionada. Eles fizeram algo realmente espetacular”.

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  • Etc

    Sigourney Weaver retorna em “Avatar 2” como adolescente

    1 de julho de 2022 /

    Confirmada em “Avatar: O Caminho da Água” há algum tempo, a atriz Sigourney Weaver teve seu personagem finalmente revelado na manhã desta sexta-feira (1/7). Em um papel totalmente reformulado, Sigourney dá adeus à póstuma Dra. Grace Augustine para viver a adolescente Kiri, que é a filha adotiva de Jake (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldana) na continuação do longa de 2009. Por mais estranho que possa parecer, a atriz de 72 anos estará interpretando uma jovem. Mas isso acontece graças à tecnologia de ponta utilizada pelo diretor James Cameron para criar os efeitos visuais do filme. A primeira imagem de Kiri foi revelada em maio pelo 20th Century Studios, mas sem identificar Weaver. Agora, uma foto similar virou capa da nova edição da revista Empire, lançada nesta sexta no Reino Unido, confirmando a interpretação. Em entrevista exclusiva à revista britânica, Sigourney disse se lembrar muito bem de como se sentia quando adolescente e usou isso como parâmetro para sua atuação. “Achei que seria apropriado que Kiri se sentiria estranha a maior parte do tempo. Ela está tentando se encontrar”, disse. Para o diretor, o desafio da atuação era grande, mas a atriz tirou de letra. “Ela parecia mais jovem, tinha mais energia e nunca saiu de Kiri durante todo o nosso período de captura de performance. Ela tinha um brilho no rosto e leveza em seus passos”, acrescentou. No filme original, Sigourney Weaver interpretou uma cientista determinada a preservar os habitantes nativos da lua de Pandora, os Na’vi, o que a fez ser assassinada pelo vilão da história, o Coronel Quaritch, vivido por Stephen Lang. Por isso, seu retorno se dá como uma nova personagem. Lançado em 2009, o primeiro “Avatar” é a maior bilheteria de todos os tempos, acumulando – graças a vários relançamentos – um total de US$ 2,8 bilhões. A continuação “Avatar: O Caminho da Água” tem estreia marcada para 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Clint Eastwood ganha 2º processo contra empresa fraudulenta

    1 de julho de 2022 /

    O ator Clint Eastwood recebeu US$ 2 milhões pelo processo contra fabricantes do remédio canabidiol (CDB*) que violaram a sua marca registrada. As ações foram movidas em 2020, após as empresas usarem sua imagem de forma indevida para relacioná-lo à droga. Este já é o segundo veredito a favor de Eastwood em um par de processos que ele abriu contra os falsos endossos. A condenação emitida no último domingo (24/06) descreve que a indenização “é uma representação razoável do valor justo de mercado pelos serviços do Sr. Eastwood ao emprestar seu nome influente e conhecido a uma campanha”. Além disso, a decisão alega que Norok Innovation perpetuou um golpe online e se apropriou da fama do ator para direcionar o tráfego para um site de produtos varejistas. A primeira vitória de Eastwood ocorreu em outubro de 2021, quando o astro recebeu cerca de US$ 6,1 milhões em indenização contra a Mediatonas UAB – uma empresa lituana que publicou uma entrevista falsa para endossar os produtos. Na ação, Eastwood deixou claro que, apesar de não ser contra “essa indústria legítima”, não tem negócios nem nunca conversou com nenhuma das empresas envolvidas na fraude, e que não endossava os produtos “sob nenhuma circunstância”. Ao longo de sua carreira, Eastwood travou inúmeras batalhas legais para proteger sua imagem fora dos filmes de Hollywood. A mesma situação ocorreu com Sandra Bullock e Ellen DeGeneres. *O CBD é um composto não-psicoativo da cannabis e também é derivado da planta de cânhamo. Legalizado nos EUA em 2018, é usado para tratar condições como dor, insônia e ansiedade.

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  • Série

    “A Mulher do Viajante no Tempo” é cancelada após uma temporada

    1 de julho de 2022 /

    A HBO anunciou o cancelamento de “A Mulher do Viajante no Tempo” após o final de sua única temporada, concluindo a história de amor de seus personagens após seis episódios. “Embora a HBO não esteja avançando com uma 2ª temporada, foi nosso privilégio fazer parceria com os mestres contadores de histórias Steven Moffat e David Nutter”, disse a HBO em comunicado. “Somos muito gratos por sua paixão, trabalho duro e cuidado para adaptar este livro amado. Também agradecemos a Theo e Rose, e ao resto do nosso elenco brilhante por suas performances sinceras, que cativaram completamente o público.” Adaptação do romance homônimo de Audrey Niffenegger, a série foi desenvolvida pelo produtor-roteirista britânico Steven Moffat (ex-showrunner de “Doctor Who” e criador de “Sherlock”), dirigida por David Nutter (“Game of Thrones”) e estrelada por Rose Leslie (a Ygritte de “Game of Thrones”) e Theo James (o Four de “Divergente”) como um casal com problemas de tempo em seu casamento. Lançada em maio, a atração acompanhava a história de Clare (Leslie), que durante a maior parte de sua vida guardou um segredo. Desde os seis anos de idade, ela via um amigo que considerava imaginário: um homem gentil e engraçado, às vezes velho, às vezes jovem, que aparecia na floresta atrás de sua casa para lhe contar histórias do futuro. Mas conforme os anos passaram e ela se tornou uma mulher adulta, Clare começou a perceber que seu amigo não era imaginário, mas um viajante do tempo vindo do futuro. E não apenas de um futuro qualquer, mas de seu próprio futuro, já que seu destino era se tornar a esposa do viajante no tempo. “Havia conteúdo suficiente no livro para mais do que apenas uma temporada”, disse Moffat ao site TVLine na época do lançamento. “Mas, ao mesmo tempo, eu ainda chamaria de série limitada porque não pode durar para sempre. Tem que acabar. Já sabemos um pouco sobre como termina. No episódio 3, você sabe que ele vai levar um tiro em uma floresta. Você sabe que ele vai perder (spoiler) em algum momento. Então é uma história de destino, eu acho. O fim está embutido no começo.” A série da HBO não foi a primeira adaptação dessa história para as telas. “A Mulher do Viajante no Tempo” já tinha virado filme em 2009, com Eric Bana e Rachel McAdams nos papéis principais – a maior dificuldade para lembrar disso é que o longa foi batizado de “Te Amarei para Sempre” no Brasil. Veja abaixo o trailer nacional da produção.

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  • Série

    “Stranger Things 4” quebra recorde de audiência nos EUA

    1 de julho de 2022 /

    A série “Stranger Things” registrou mais um recorde em sua conta, ao acumular 7,2 bilhões de minutos de visualizações nos Estados Unidos. O desempenho impressionante foi divulgado em relatório da Nielsen Media Research nesta sexta (1/7). A atração da Netflix atingiu essa contagem na semana de 30 de maio à 5 de junho, quando registrou o maior total semanal já visto para qualquer título de streaming no país. Antes disso, a estreia do primeiro volume registrou 5,14 bilhões de minutos de visualização na medição da Nielsen, o que fez o total da série, em duas semanas, atingir cerca de 12,34 bilhões. Conforme os dados anteriores da consultoria, nenhum programa de streaming havia chegado à marca de 6 bilhões de minutos em uma única semana. O registro mais próximo foi de “Tiger King” e “Ozark”, que haviam superado 5 bilhões de minutos durante os períodos de quarentena da pandemia de covid-19, em 2020. Transformado em horas, padrão utilizado pela Netflix, o total dá 205,6 bilhões. O número respalda as medições da Netflix, que apontam “Stranger Things” como a série em inglês mais assistida de todos os tempos na plataforma, com 930 milhões de horas em todo o mundo. O volume 2 da 4ª temporada chegou nesta sexta-feira (01/07) causando panes no streaming, devido a corrida dos fãs para conferir as aventuras. Espera-se que a franquia continue atingindo novos recordes de visualizações antes da chegada da 5ª temporada.

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  • Série

    Estreia do final de “Stranger Things 4” derruba Netflix

    1 de julho de 2022 /

    A plataforma de streaming da Netflix saiu do ar nas primeiras horas desta sexta-feira (01/07), após a estreia do tão aguardado volume 2 de “Stranger Things 4”. Os usuários, que correram para conferir e fugir dos temidos spoilers, descreveram por meio das redes sociais que o serviço apresentava instabilidade e erros de reprodução. Dentre as queixas, problemas técnicos com o áudio da série foram apontados. De acordo com o site de monitoramento Downdetector, os relatos se intensificaram por volta das 3 horas da manhã nos Estados Unidos – logo após o lançamento dos dois episódios finais. Além disso, o portal registrou cerca de 13 mil reclamações, antes da Netflix solucionar o problema. No Brasil, a estreia esperada para as 4 horas chegou, por conta dos fusos horários nacionais, entre as 3h e 6 horas da manhã. Mas poucos relatos de dificuldade no acesso foram pontuados no Twitter por fãs ansiosos. “Stranger Things” é considerada a maior franquia do catálogo da plataforma desde 2016, sendo eleita como a série número 1º de língua inglesa nas quatro primeiras semanas após o lançamento, conforme os dados do streaming. Com os problemas de estabilidade já contornados, o volume 2 da 4ª temporada pode ser conferido sem empecilhos, basta se programar: o primeiro episódio contem 1h25min, enquanto o segundo tem 2h30. No entanto, vale recordar que os co-criadores Irmãos Duffer alertam que as aventuras não possuem um final feliz. A 5ª temporada está confirmada e promete reviravoltas.

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