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Etc

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TV

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  • Série

    Michelle Yeoh é Deusa da Compaixão em vídeo da série “American Born Chinese”

    13 de setembro de 2022 /

    O serviço de streaming Disney+ divulgou um vídeo promocional da sua nova série, “American Born Chinese”, estrelada por Michelle Yeoh (“Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”). O vídeo mistura cenas de bastidores com depoimentos das pessoas envolvidas e apresenta o visual da atração, que deve combinar ação, mitologia e humor. Baseada na história em quadrinhos “O Chinês Americano”, criada por Gene Luen Yang, a atração vai contar a história de Jin Wang (Ben Wang, de “Good Egg”), um adolescente comum que tenta equilibrar a sua rotina no ensino médio com o mundo fantástico. É que, após conhecer um novo aluno da escola, Jin se vê envolvido em uma batalha entre deuses mitológicos chineses. Yeoh interpreta a personagem Guanyin, uma entidade venerada pelos budistas da Ásia Oriental, normalmente associada à compaixão e misericórdia. O elenco ainda conta com Ke Huy Quan (também de “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”), Daniel Wu (“Into the Badlands”) e Chin Han (“Marco Polo”). “American Born Chinese” foi escrita por Charles Yu (“Westworld”) e Kelvin Yu (“Bob’s Burgers”), que também vai atuar como produtor executivo e showrunner da atração. O cineasta Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) é um dos produtores e também dirige alguns episódios, junto com Peng Zhang (coordenador de lutas em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e a atriz Lucy Liu (“Elementary”) “American Born Chinese” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Hollywood vira “Babilônia” em trailer de cair o queixo com Brad Pitt e Margot Robbie

    13 de setembro de 2022 /

    A Paramount divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de cair o queixo de “Babilônia”, que volta a reunir os astros Brad Pitt e Margot Robbie, após “Era uma Vez em… Hollywood”, numa nova história da velha Hollywood. Só que a produção é ainda mais aloprada que a obra anterior, com excessos impressionantes de sexo, drogas e… jazz! O clima é “F*, yeah!”, como diz Brad Pitt para uma Robbie alucinada, após ela perguntar: “Quem quer me ver lutar contra com uma cobra?”. E exalta uma época em que os astros de cinema não tinham limites. Sabe as lendas das festas com groupies do Led Zeppelin e Mötley Crüe? Contos da Carochinha perto do que viveram os primeiros astros de Hollywood. A maioria dos personagens do filme é fictícia, mas inspirada em pessoas reais. Depois de viver Sharon Tate no filme de Quentin Tarantino, Robbie interpreta uma versão cocainômana de Clara Bow, símbolo sexual da era de ouro do cinema americana, conhecida como a “It girl” durante a transição do cinema mudo para o falado, enquanto Pitt é outra estrela do cinema mudo, baseado no ator real John Gilbert, que tem dificuldades de se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. A trama toma liberdades para acompanhar a ascensão e queda de seus personagens, fictícios e históricos, durante a era do jazz do final dos anos 1920, marcada pela Lei Seca e também por todo o tipo de decadência e excessos. O elenco grandioso ainda inclui Tobey Maguire (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Olivia Wilde (“O Caso Richard Jewell”), Jovan Adepo (“Watchmen”), Li Jun Li (“Evil”), Jean Smart (“Hacks”), P.J. Byrne (“The Boys”), Lukas Haas (“O Regresso”), Olivia Hamilton (“La La Land”), Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”), Rory Scovel (“Physical”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Eric Roberts (“Vício Inerente”), Ethan Suplee (“Dog – A Aventura de Uma Vida”), Phoebe Tonkin (“The Originals”), Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”) e o baixista Flea (“Queen & Slim”), da banda Red Hot Chili Peppers. O filme tem roteiro e direção de Damien Chazelle, diretor dos premiados “Whiplash” e “La La Land”, e o lançamento nos EUA está marcado para o Natal deste ano, visando abocanhar indicações ao Oscar 2023. No Brasil, porém, a estreia só vai acontecer em 19 de janeiro.

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  • Etc,  Filme

    Godard recorreu a suicídio assistido na Suíça

    13 de setembro de 2022 /

    O cineasta Jean-Luc Godard recorreu ao suicídio assistido na Suíça, onde nasceu e vivia desde os anos 1970, para dar fim à sua vida nesta terça (13/9). Mas “ele não estava doente, estava simplesmente exausto”. A informação foi revelada pelo jornal francês Libération, que citou fontes próximas ao diretor. Godard faleceu em sua casa em Rolle, às margens do lago Léman, na região de língua francesa da Suíça. “Essa foi a sua decisão, e era importante para ele que ela fosse conhecida”, afirmou a fonte do Libération. A Suíça é um dos poucos países que permite a prática do suicídio assistido. Ela consiste em causar morte por vontade própria, geralmente por meio da ingestão de medicamentos letais, com acompanhamento médico. Autor de dezenas de filmes ao longo de quase sete décadas de carreira, Godard era um diretores mais influentes do cinema francês e mundial. E mesmo avesso a entrevistas, chegou a revelar publicamente qual era a sua opção para encerrar a vida. “Não estou ansioso de prosseguir a qualquer preço. Se estiver doente demais, não tenho vontade alguma de ficar sendo arrastado em um carrinho de mão”, disse ele em uma entrevista em 2014. Recentemente, o ator Alain Delon, contemporâneo de Godard e que trabalhou com o cineasta no filme “Nouvelle Vague”, de 1990, afirmou que também pretendia usar o recurso do suicídio assistido. Alain sofreu um duplo AVC em 2019 e vem se recuperando aos poucos desde então. Embora seu estado de saúde seja considerado bom, recentemente, ele pediu para seu filho, Anthony, 57 anos, organizar todo o processo e acompanhá-lo em seus últimos momentos. O suicídio assistido é permitido na Suíça desde 1942 com uma grande exceção: que os motivos não sejam egoístas. No Brasil e na maioria dos demais países, o ato é considerado crime. Mas a repercussão da morte de Godard pode mudar isso na França. O presidente francês Emmanuel Macron anunciou nesta terça-feira, que fará uma consulta popular sobre o “fim da vida”, considerando uma possível legalização do suicídio assistido no país. Macron, que se declara “pessoalmente” favorável à medida, quer iniciar a discussão para ter uma lei pronta no fim de 2023. Mas ele reconheceu nesta terça que “este é tudo menos um assunto fácil e simples”.

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  • Filme

    Bairro paulista de Alphaville foi inspirado por filme de Godard

    13 de setembro de 2022 /

    Jean-Luc Godard, que morreu nesta terça-feira (13/9), aos 91 anos, influenciou inúmeros diretores com suas obras revolucionárias, mas também empreendedores do mercado imobiliário de luxo no Brasil. O bairro nobre de Alphaville – quase uma cidade – em Santana do Paranaíba, no estado de São Paulo, foi batizado com o nome de um famoso filme do cineasta francês. Moradia de famosos como Luan Santana, Wanessa Camargo, Fábio Júnior, Rodrigo Faro, Deolane Bezerra, Celso Portiolli e muitos outros, Alphaville foi concebido em 1973 pelos engenheiros Renato Albuquerque e Yojiro Takaoka com inspiração no filme “Alphaville”, dirigido por Jean-Luc Godard em 1965. A sugestão do nome foi de José Almeida Pinto, sócio de um dos arquitetos que trabalharam no projeto urbanístico do local. Ironicamente, o filme de Godard é uma distopia sobre uma cidade futurista, chamada de Alphaville, que usa sua arquitetura modernista – ênfase em escadarias de concreto e prédios quadrados – e organização informatizada (pelo computador Alpha 60) para que seus habitantes não tenham sentimentos. Mas um detetive (vivido por Eddie Constantine) tenta forçar o cientista criador do computador a destruir a máquina, buscando ajuda da filha dele (Anna Karina). É fácil entender a inspiração. Embora a arquitetura não seja o que mais chama atenção no longa-metragem, o título também aludia a uma “cidade do futuro” – uma denominação que estava na moda por conta da ainda recente fundação de Brasília. Mesmo assim, também é possível interpretar a Alphaville paulista como um lugar de pessoas sem sentimentos, em que os habitantes viveriam alheios ao resto do mundo, fechados em condomínios luxuosos, sem a necessidade de se socializar ou se importar com os de fora. Em 2022, 50 anos depois de sua criação, Alphaville foi considerado o maior reduto de condomínios do Brasil, com uma região dividida entre 13 residenciais e subdistrito empresarial. E com um detalhe: o preço médio de uma casa na região é de R$ 5 milhões. Veja abaixo o trailer de “Alphaville”.

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    Filme de Godard foi última vítima da censura nos cinemas do Brasil

    13 de setembro de 2022 /

    O Brasil já tinha encerrado a ditadura militar quando “Eu Vos Saúdo, Maria” se tornou o último filme censurado nos cinemas do país. Premiado no Festival de Berlim, o longa-metragem de Jean-Luc Godard, falecido nesta terça (13/9), teve sua exibição proibida pelo então presidente José Sarney. A censura foi resultado de pressão da Igreja católica, “para assegurar o direito de respeito à fé da maioria da população brasileira”. No filme, Godard contava a história de uma mulher chamada Maria, estudante que trabalhava num posto de gasolina e namorava um taxista chamado José. Mas um estranho chamado Tio Gabriel revela que ela ficará grávida, mesmo sendo virgem. Além da trama, as cenas de sexo de Maria também revoltaram católicos na época, que viram a intenção de Godard de subverter a história da Virgem Maria. Lançado em 1985 na França, o filme chegaria ao Brasil no ano seguinte. Mas Sarney proibiu seu lançamento, justificando a censura dizendo que ela tinha “base na Constituição”. Como a imposição de censura ocorreu antes da promulgação de Constituição de 1988, Sarney usou a legislação da ditadura para proibir o filme. O presidente afirmou ainda que levou em consideração as orientações do Papa João Paulo II e da CNBB, que já tinham condenado o filme por afrontar “temas fundamentais da fé cristã, deturpando e vilipendiando a figura sagrada da Virgem Maria”. Bispos e cardeais proeminentes, como dom Ivo Lorscheiter e dom Eugênio Salles, aplaudiram. Roberto Carlos fez questão de cumprimentar Sarney, dizendo que o filme não era “obra de arte ou expressão cultural”. Mas até o próprio ministro da Justiça, Fernando Lyra, e o diretor do ainda existente departamento de Censura, Coriolano de Loiola de Cabral Fagundes, foram contra a proibição. Na ocasião, a cineasta Tizuka Yamazaki disse ao jornal O Globo achar “um absurdo que a Censura, declarada extinta pelo ministro da Justiça, tenha se manifestado mais uma vez contra uma obra que não tem apelo popular” e seria, segundo ela, “assistida por meia dúzia de intelectuais”. De fato, quando finalmente foi liberado, dois anos depois, o filme atraiu cerca de 100 pessoas em sua estreia, em quatro cinemas do Rio. Veja abaixo o trailer de “Eu Vos Saúdo, Maria”.

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    Jean-Luc Godard, ícone da nouvelle vague, morre aos 91 anos

    13 de setembro de 2022 /

    O cineasta Jean-Luc Godard, maior nome da nouvelle vague e lenda do cinema francês, morreu nessa terça (13/9) aos 91 anos por suicídio assistido. Dono de uma carreira longeva e repleta de experimentações, Godard dirigiu mais de 130 obras, incluindo longas-metragens, curtas, séries de TV e documentários. Seus títulos mais conhecidos são também aqueles que ajudaram a revolucionar o cinema francês, como “Acossado” (1960), “Viver a Vida” (1962) e “O Demônio das Onze Horas” (1965). Nascido em Paris em 1930, Godard era filho de pais protestantes que viviam entre a França e a Suíça. Após terminar o ensino médio, ele se matriculou na universidade Sorbonne, em Paris, mas logo abandonou as aulas para frequentar os cinemas e cineclubes – onde encontrou outros colegas cinéfilos, como François Truffaut e Jacques Rivette. Os três, junto com Claude Chabrol e Maurice Scherer (mais conhecido como Eric Rohmer) começaram a escrever críticas e, em 1952, Godard publicou os seus primeiros artigos na revista Cahiers du Cinéma, fundada no ano anterior. Godard acabou expulso da revista depois de roubar o dinheiro do caixa e fugir para a Suíça, onde com a verba dirigiu o curta-documentário “Operação Beton” (1955). O roubo, de todo modo, não foi um caso isolado. Godard era conhecido por ser cleptomaníaco. Ele voltou para Paris em 1956, depois de trabalhar na TV suíça e passar um tempo em um hospital psiquiátrico. Ele começou a trabalhar como publicitário, escrevendo materiais promocionais para o estúdio 20th Century Fox, e conseguiu até voltar a escrever para a Cahiers du Cinéma. Neste período, dirigiu três curtas: “Charlotte e Seu Namorado” (1958), “Todos os rapazes se chamam Patrick” (1959) e “Uma História d’Água” (1961), co-dirigido com Truffaut. Com esta experiência, ele decidiu dirigir seu primeiro longa-metragem, que se tornou responsável por catapultar a sua carreira e por chamar atenção para um novo estilo de filmar, que foi batizado como “nouvelle vague” – ou, a nova onda do cinema francês. “Acossado” (1960) contava a história de um ladrão de carros (Jean-Paul Belmondo, que havia trabalhado com Godard no curta “Charlotte e Seu Namorado”) que usa seu charme para seduzir Jean Seberg embora fosse procurado por ter matado um policial. O filme é uma homenagem ao cinema clássico hollywoodiano, ao mesmo tempo que traz personagens sexualmente liberados e propõe a desconstrução da narrativa convencional, colocando câmeras onde escolas de cinema diziam para nunca colocar e fazendo uma edição de cenas que os mestres considerariam errada. Só que essa era a ideia da nova onda. Godard também empregou um estilo de montagem muito mais ágil, fazendo diferentes experimentos com imagens e sons dessincronizados, e chamando a atenção para a artificialidade do cinema – o oposto do que o naturalismo da montagem clássica pretendia. A novidade jogou os manuais de cinema no lixo. Mas foi um sucesso. “Acossado” venceu o Urso de Prata no Festival de Berlim e deu origem aos filmes totalmente autorais. Depois disso, Godard começou a fazer um filme atrás do outro, sempre empregando doses de experimentalismo visual. Seus melhores trabalhos na década de 1960 foram: “Uma Mulher É Uma Mulher” (1961), “Viver a Vida” (1962), “Alphaville” (1965) e “O Demônio das Onze Horas” (1965), clássicos existencialistas. Mas paralelamente também desenvolveu uma fase maoísta, mais evidente em “A Chinesa” (1967), que se acirrou após os protestos estudantis de maio de 1968 e o viu perder adeptos. Ironicamente, também foi a fase em que filmou o documentário “Sympathy for the Devil” (One + One, 1968) com os Rolling Stones. Muitos destes primeiros filmes foram estrelados pela atriz e modelo dinamarquesa Anna Karina, que se casou com o diretor em 1961. Os dois tiveram um relacionamento tumultuado, que acabou em 1965. Godard chegou a adaptar esse relacionamento para o cinema no filme “O Desprezo” (1963), em que escalou ninguém menos que Brigitte Bardot como a versão ficcional de Karina. Em 1967, Godard se casou com a atriz Anne Wiazemsky, que também começou a atuar nos seus filmes. Este casamento durou até 1979. Na década de 1970, ele se juntou a um grupo de ativistas e cineastas de esquerda para formar o “Grupo Dziga Vertov”, nomeado em homenagem ao famoso cineasta russo. O grupo comandou diversos filmes, como “Tudo Vai Bem” (1972) e “Letter to Jane: An Investigation About a Still” (1972), ambos estrelado por Jane Fonda. Em 1977, Godard voltou para a Suíça e passou a morar com a cineasta Anne-Marie Miéville. Foi o relacionamento mais duradouro da vida do diretor, que persistiu até o final da sua vida. Abrindo uma nova fase, ele dirigiu em 1980 “Salve-se Quem Puder (A Vida)”, uma obra que se propôs a examinar os relacionamentos sexuais acompanhando três protagonistas que interagem entre si. O filme foi exibido no Festival de Cannes e saudado como o grande retorno do cineasta. Foi também um enorme sucesso de bilheteria no país. “Salve-se Quem Puder (A Vida)” deu um novo fôlego para a carreira de Godard, que passou a realizar vários filmes consagrados, como “Paixão” (1982), “Detetive” (1985) e principalmente “Eu Vos Saúdo Maria” (1985), que teve grande repercussão pelo tema: uma estudante universitária, que fica grávida sem ter relações sexuais. Considerado uma blasfêmia, foi proibido em vários países, inclusive no Brasil. A polêmica voltou a sacudir a carreira do infant terrible, que a partir daí radicalizou de vez. Seu filme “Rei Lear” (1987), estrelado por nomes como Woody Allen, Leos Carax, Julie Delpy e Burgess Meredith, dividiu a crítica. O Washington Post afirmou que se tratava de um “total desrespeito de Godard a uma apresentação sustentada e coerente das suas ideias”, enquanto o Los Angeles Times afirmou que se tratava de “obra de um gênio certificado.” Na década de 1990, Godard comandou filmes como “Nouvelle Vague” (1990), estrelado por Alain Delon, “Infelizmente Para Mim” (1993), com Gerard Depardieu, e “Para Sempre Mozart” (1996). Porém, o grande destaque desse período foi a série documental “Histoire(s) du cinéma”, iniciada em 1989 e finalizada em 1999. Com um total de 266 minutos e exibida pela emissora francesa Canal Plus, a série consistiu de entrevistas, cenas de filmes clássicos e imagens de arquivo para narrar um século da História do Cinema. Numa entrevista ao jornal francês Libération, publicada anos após o lançamento, Godard descreveu o projeto como “um pouco como meu álbum de fotos de família – mas também o de muitos outros, de todas as gerações que acreditaram no amanhecer. Só o cinema poderia reunir o ‘eu’ e o ‘nós’”. Com a chegada do novo século, Godard voltou a inovar em obras como “Filme Socialismo” (2010), “3x3D” (2013) e “Adeus à Linguagem” (2014), filmes que, como o último título sugere, rompiam de vez com a linguagem tradicional cinematográfica – algo que Godard já vinha fazendo, pouco a pouco, desde o início da sua carreira. Radicais, mantiveram a divisão crítica entre os que consideraram as obras geniais e os que não viram mais cinema nas realizações do cineasta, apenas instalações de arte. Seus últimos créditos como diretor foram o documentário “Imagem e Palavra”, basicamente uma colagem de imagens de arquivo e gravações aleatórias, e o curta “Spot of the 22nd Ji.hlava IDFF”, ambos de 2018. Nos seus últimos anos, Godard se tornou completamente recluso. Ele se recusava a dar entrevistas, não aceitava prêmios e não viajava para os festivais. Quando lhe foi oferecida a Ordem Nacional do Mérito da França, ele recusou, dizendo: “Não gosto de receber ordens e não tenho méritos”. E quando foi premiado com um Oscar honorário em 2010, ele se recusou a viajar para Los Angeles para aceitá-lo pessoalmente. Anne-Marie Miéville disse na época que Godard “não irá para a América, ele está ficando velho demais para esse tipo de coisa. Você faria todo esse caminho apenas por um pedaço de metal?” Ao longo da carreira, Godard colecionou mais de 50 “pedaços de metal”, incluindo prêmios nos principais festivais de cinema do mundo, como o Urso de Ouro no Festival de Berlim (que ele venceu por “Eu Vos Saúdo Maria”), no Festival de Cannes (por “Imagem e Palavra” e “Adeus à Linguagem”), entre muitos outros. Ao saber da morte do cineasta, o ex-ministro da Cultura da França, Jack Lang, disse à rádio France Info que Godard era “único, absolutamente único… Ele não era apenas cinema, era filosofia, poesia”. O presidente francês Emmanuel Macron também prestou a sua homenagem, chamando-o de “iconoclasta”. “Inventou uma arte decididamente moderna, intensamente livre. Nós perdemos um tesouro nacional, um olhar de gênio”, definiu o governante. Ce fut comme une apparition dans le cinéma français. Puis il en devint un maître. Jean-Luc Godard, le plus iconoclaste des cinéastes de la Nouvelle Vague, avait inventé un art résolument moderne, intensément libre. Nous perdons un trésor national, un regard de génie. pic.twitter.com/bQneeqp8on — Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) September 13, 2022

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  • Série

    Vídeo mostra bastidores da celebração do Emmy 2022

    13 de setembro de 2022 /

    A Academia de Artes e Ciências Televisivas divulgou em suas redes sociais um vídeo dos bastidores de sua premiação, realizada na noite de segunda (12/9) no Microsoft Theater, em Los Angeles, que mostra os vencedores durante a gravação de seus nomes nos troféus oficiais. O vídeo registra momentos de alegria e celebração de artistas como Zendaya (“Euphoria”), Julia Garner (“Ozark”), Jean Smart (“Hack”), Michael Keaton (“Dopesick”), Amanda Seyfried (“The Dropout”), Brett Goldstein (“Ted Lasso”), Jennifer Coolidge (“The White Lotus”), Sheryl Lee Ralph e Quinta Brunson (“Abbott Elementary”), Lizzo (“Lizzo’s Watch out for the Big Girls”) e Geena Davis, que foi homenageada com um prêmio especial por seus esforços em prol de maior inclusão e representatividade na indústria. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emmys / Television Academy (@televisionacad)

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  • Série

    HBO e HBO Max vencem Netflix no Emmy 2022

    13 de setembro de 2022 /

    A combinação do canal pago HBO e da plataforma HBO Max superou com folga a rival Netflix na contagem geral do Emmy deste ano. Após vencer uma dúzia dos prêmios principais da Academia de Artes e Ciências Televisivas na noite de segunda (12/9), as HBOs chegaram a um total de 37 vitórias, incluindo os troféus preliminares, entregues em 3 e 4 de setembro. As séries mais premiadas do streaming do conglomerado Warner Bros. Discovery foram “The White Lotus” (10 prêmios), “Euphoria” (6) e “Succession” (4). Já Netflix levou para casa um total de 26 troféus, mas apenas três na cerimônia de segunda. Os destaques do streaming mais antigo foram “Round 6” (6), “Stranger Things” (5) e “Arcane” (4). O resultado representa uma reversão das fortunas de 2021, quando a Netflix teve 44 Emmys no total, contra 19 da HBO/HBO Max. O resultado é importante especialmente para a HBO Max, que enfrenta uma crise administrativa após a fusão da Warner e da Discovery, com cancelamentos repentinos e sumiços de séries na plataforma. Também reforça a estratégia de Casey Bloys, chefe de conteúdo das HBOs, de priorizar produtos de qualidade sobre quantidade. Este parece ser justamente o problema da Netflix, que produz uma quantidade inigualável de atrações. Só que o excesso faz com que até produções de qualidade se percam na página inicial da plataforma, sem que o público consiga descobri-las. Com a ambição de reconhecimentos no Emmy e até no Oscar, a Netflix pode ter que repensar seus métodos de produção, aproveitando para transformar a atual crise de assinantes da empresa numa oportunidade para rever seu modelo de negócios. No caso, não se trata sequer de reinvenção, mas de volta às origens. Vale lembrar que, em seus primeiros anos, a aposta da plataforma era em produções de prestígio, como “House of Cards” e “Orange is the New Black”, que fizeram História no Emmy e mudaram a cara da “televisão” para sempre. Em meio à essa disputa, é importante prestar atenção ainda no crescimento das plataformas da Disney, Hulu (equivalente à Star+ no Brasil) e Disney+. Elas tiveram seis vitórias cada, gerando uma dúzia de prêmios somados. Durante a D23 Expo, convenção da Disney realizada no último fim de semana, o CEO da companhia, Bob Chapek, confirmou planos de juntar Hulu e Disney+ num único streaming – o que já acontece na Europa. Isto só não foi adiante ainda nos EUA porque a Disney não detém 100% da Hulu – a Comcast, dona da NBCUniversal, possui 33%. Mas a situação deve mudar a partir de 2024, quando está prevista contratualmente a possibilidade de compra das ações minoritárias pelo império comandado por Chapek. Na D23, o executivo afirmou que gostaria, inclusive, de apressar esse cronograma, revelando que tem participado de conversas com a NBCUniversal sobre o tema. A médio prazo, isso pode significar uma ameaça para o reinado da HBO e da Netflix nas premiações da indústria.

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  • Série

    No Emmy das reprises, os destaques foram as novidades

    13 de setembro de 2022 /

    A premiação da Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA, realizada no Microsoft Theater, em Los Angeles, entreteve o público com um desfile de estrelas, discursos divertidos e esquetes às vezes engraçadas, aproveitando ao máximo os grandes artistas presentes no evento na noite de segunda-feira (12/9). Mesmo assim, um espectador desavisado poderia achar que estava vendo uma reprise do ano passado. As produções que venceram os troféus de melhores séries de Drama e Comédia, “Succession” e “Ted Lasso”, foram as mesmas de 2021. As melhores atrizes também: Zendaya em Drama, por “Euphoria”, e Jean Smart em Comédia, por “Hacks”. Até Julia Garner, Melhor Atriz Coadjuvante por “Ozark”, foi uma reprise. Assim como Jason Sudeikis e Brett Goldstein, melhores Ator e Ator Coadjuvante de Comédia por “Ted Lasso”. De fato, se não fosse por Lee Jung-jae, de “Round 6”, e os coadjuvantes Sheryl Lee Ralph, de “Abbott Elementary”, e Matthew Macfadyen, de “Succession”, os intérpretes premiados em Comédia e Drama no 74º Emmy seriam os mesmos do 73º. “Round 6” fez História ao vencer seis troféus – a segunda série mais premiada do Emmy 2022, empatada com “Euphoria” – em categorias nunca antes conquistados por artistas de outras línguas que não o inglês. Além de Lee Jung-jae, Melhor Ator, as vitórias também incluíram Melhor Direção para Hwang Dong-hyuk, criador da série, e Lee You-mi, Melhor Atriz Convidada em Drama. Embora sem tanta evidência, “Abbott Elementary” também fez História em sua 1ª temporada no Emmy. Entre seus três prêmios, destaca-se o de Melhor Roteiro de Comédia, vencido pela criadora da e estrela da atração, Quinta Brunson. Foi a primeira vez que uma roteirista negra ganhou reconhecimento da Academia de Televisão. Já a produção mais premiada desse ano foi “The White Lotus”, que conquistou 10 troféus, incluindo Melhor Minissérie/Antologia. O curioso é que a produção foi concebida como minissérie e virou antologia, ao fazer mais sucesso que o esperado e ganhar renovação. Estas novidades salvaram o evento da previsibilidade. Mas nem com toda a torcida do mundo, “Round 6” foi capaz de impedir o vencedor previsível em Drama, que encerrou a sucessão de reprises do Emmy 2022 num anti-climax similar ao do Oscar retrasado – que esperava consagrar Chadwick Boseman, mas se encerrou com Anthony Hopkins dormindo em sua casa. Confira abaixo a lista completa dos premiados, incluindo os vencedores das categorias preliminares, chamadas de Creative Arts.   VENCEDORES DOS PRIMETIME EMMY AWARDS 2022 Melhor Série de Drama “Succession” (HBO) Melhor Atriz em Série de Drama Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Lee Jung-jae, “Round 6” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner, “Ozark” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Matthew Macfadyen, “Succession” Melhor Direção em Série de Drama Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio Red Light, Green Light) Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Melhor Série de Comédia “Ted Lasso” (Apple TV+) Melhor Atriz em Série de Comédia Jean Smart, “Hacks” Melhor Ator em Série de Comédia Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Sheryl Lee Ralph, “Abbott Elementary” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Brett Goldstein (“Ted Lasso”) Melhor Direção em Série de Comédia MJ Delaney, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Melhor Roteiro em Série de Comédia Quinta Brunson, “Abbott Elementary” (Episódio Piloto) Melhor Minissérie ou Série de Antologia “The White Lotus” Melhor Atriz em Minissérie ou Antologia Amanda Seyfried, “The Dropout” Melhor Ator em Minissérie ou Antologia Michael Keaton, “Dopesick” Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Jennifer Coolidge, “The White Lotus” Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett, “The White Lotus” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Mike White, “The White Lotus” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme Mike White, “The White Lotus” Melhor Série de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Reality de Competição “Lizzo’s Watch out for the Big Girls”   VENCEDORES DO PRIMETIME CREATIVE ARTS EMMY AWARDS 2022 Melhor Ator Convidado em Série de Drama Colman Domingo (“Euphoria – Ruminations: Big and Little Bullys”) Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Lee You-mi (“Round 6 – Gganbu”) Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Nathan Lane (“Only Murders in the Building – The Boy From 6B”) Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Laurie Metcalf (“Hacks – Trust The Process”) Melhor Ator em Série Curta de Comédia ou Drama Tim Robinson )”I Think You Should Leave with Tim Robinson”) Melhor Atriz em Série Curta de Comédia ou Drama Patricia Clarkson (“State of the Union”) Melhor Elenco para Série de Drama “Succession” Melhor Elenco para Série de Comédia “Abbott Elementary” Melhor Elenco para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus” Melhor Figurino de Série de Época “The Great – Five Days” Melhor Figurino de Série Contemporânea “Hacks – The Captain’s Wife” Melhor Figurino de Série de Fantasia/Ficção-Científica “What We Do in the Shadows – The Wellness Center” Melhores Cabelos para Séries de Época e/ou Personagem “Bridgerton – O Visconde que me Amava” Melhor Edição de Imagem para Série de Comédia Multi-Câmera “How I Met Your Father – Timing is Everything” (Hulu) Melhor Coreografia para Programa Roteirizado Ryan Heffington (“Euphoria – Call Me Irresponsible/Holding Out For a Hero/Cheerleader”) Melhor Mixagem de Som para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus – Departures” Melhor Mixagem de Som para Série de Comédia ou Drama (Meia-Hora) “Only Murders in the Building – The Boy From 6B” Melhor Mixagem de Som para Série de Comédia ou Drama (Uma Hora) “Stranger Things – Chapter Seven: The Massacre At Hawkins” Melhor Fotografia para Série de Câmera Única (Meia Hora) “Atlanta – Three Slaps” Melhor Fotografia para Série de Câmera Única (Uma Hora) “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhores Efeitos Visuais Especiais em uma Temporada ou Telefilme “O Livro de Boba Fett” Melhor Efeitos Visuais Especiais em um único Episódio “Round 6 – VIPs” Melhor Coordenação de Dublês para Série de Comédia ou Variedades Wade Allen (“Barry”) Melhor Coordenação de Dublês para Séries de Drama, Séries Limitadas ou Antologia ou Telefilme Hiro Koda (“Stranger Things”) Melhor Performance de Dublês “Round 6 – Stick To the Team” Melhor Maquiagem para Série de Época e/ou Personagem (Sem Próteses) “Pam & Tommy – Jane Fonda” Melhor Maquiagem Contemporânea (Sem Prótese) “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhor Maquiagem com Prótese “Stranger Things – Chapter Four: Dear Billy” Melhor Design de Produção para Série de Época ou Fantasia (Uma Hora) “A Idade Dourada – Never the New” Melhor Design de Produção para Série Contemporânea (Uma Hora) “Round 6 – Gganbu” Melhor Design de Produção para Série de Comédia (Meia Hora) “Only Murders in the Building – True Crime” Melhor Edição de Imagem para Série de Drama “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhor Edição de Imagem para Série de Comédia “Barry – Starting Now” Melhor Edição de Imagem para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus – Mysterious Monkeys” Melhor Design de Abertura de Série “Severance” Melhor Design de Movimento “Home Before Dark” Melhor Música e Letra Originais Cinco Paul pela música “Corn Puddin” (“Schmigadoon! – Schmigadoon!”) Melhor Composição Musical para Série Limitada ou Antologia, Telefilme ou Especial Cristobal Tapia de Veer (“The White Lotus – Mysterious Monkey”) Melhor Supervisão Musical Nora Felder (“Stranger Things – Chapter Four: Dear Billy”) Melhor Edição de Som para Séries de Comédia ou Drama (Uma Hora) “Stranger Things – Chapter Seven: the Massacre At Hawkins Lab”) Melhor Edição de Som para Série de Comédia ou Drama (Meia-Hora) “Barry – Starting Now” Melhor Edição de Som para Série Limitada ou Antologia, Telefilme ou Especial “Cavaleiro da Lua – Gods And Monsters” Melhor Composição Musical de Série Theodore Shapiro (“Severance – We We Are”) Melhor Tema Musical Original de Abertura Cristobal Tapia de Veer (“The White Lotus”) Melhor Penteado Contemporâneo “Impeachment: American Crime Story – Assassination of Monica Lewinsky” Melhor Fotografia para Série Limitada, Antologia ou Telefilme Cecco Varese (“Dopesick – Breakthrough Pain”) Melhor Fotografia para Série Multi-Câmera Gary Baum (“How I Met Your Father – Pilot”) Melhor Telefilme “Tico e Teco: Defensores da Lei” Melhor Programa de Animação “Arcane – When These Walls Come Tumbling Down” Melhor Elenco de Reality Show “Love on the Spectrum” Melhor Desempenho de Voz de Personagens Chadwick Boseman (“What If…? – What If… T’Challa Became A Star-Lord?”) Melhor Coreografia de Programação de Variedades ou Reality Show Parris Goebel (“Savage X Fenty Show Vol. 3”) Melhor Fotografia de Programa de Não-Ficção Mike Prickett e Laurent Pujol (“100 Foot Wave – Chapter IV – Dancing With God”) Melhor Fotografia de Reality Show Danny Day, Michael Cheeseman e Simeon Houtman (“Life Below Zero – Fire In The Sky”) Melhor Comercial “Teenage Dream – Sandy Hook Promise” Melhor Figurino de Programação de Variedades, Não-Ficção ou Reality Show “We’re Here – Evansville, Indiana” Melhor Direção de Documentário/Programa de Não-Ficção Peter Jackson (“The Beatles: Get Back – Part 3”) Melhor Direção de Reality Show Nneka Onuorah (“Lizzo’s Watch Out For The Big Grrrls – Naked”) Melhor Direção de Série de Variedades Bridget Stokes (“A Black Lady Sketch Show”) Melhor Direção de Especial de Variedades Paul Dugdale (“Adele: One Night Only”) Melhor Série Documental ou Não-Ficção “The Beatles: Get Back” Melhor Documentário ou Especial de Não-Ficção “George Carlin’s American Dream” Melhor Documentário “When Claude Got Shot” Melhor Penteado em Programa de Variedades, Não-Ficção ou Reality Show “Annie! Live” Melhor Apresentador de Reality Show de Competição RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Programa de Não Ficção ou Especial com Apresentador “Stanley Tucci: Searching For Italy” Melhor Realização Individual em Animação Anne-Laure To, Color Script Artist (“Arcane – The Boy Savior”) Julien Georgel, Art Direction (“Arcane – Happy Progress Day!”) Bruno Couchinho, Background Designer (“Arcane – When These Walls Come Tumbling Down”) Lexy Naut, Storyboard Artist (“The Boys Presents: Diabolical – Boyd In 3D”) Kecy Salangad, Animator (“The House”) Alberto Mielgo, Character Designer (“Love, Death + Robots – Jibaro”) Melhor Iluminação/Direção de Iluminação de Série de Variedades “The Voice – Live Finale” Melhor Design de Iluminação/Direção de Iluminação de Especial de Variedades “Adele: One Night Only” Melhor Maquiagem de Programa de Variedades, Não-Ficção ou Reality Show “Legendary – Whorror House” e “We’re Here – Kona, Hawaii” Melhor Trilha de Série Documental ou Especial David Schwartz (“Lucy and Desi”) Melhor Direção Musical Adam Blackstone (“The Pepsi Super Bowl LVI Halftime Show Starring Dr. Dre, Snoop Dogg, Mary J. Blige, Eminem, Kendrick Lamar and 50 Cent”) Melhor Narração Barack Obama (“Our Great National Parks – A World of Wonder”) Melhor Melhor Edição de Imagem de Programa de Não-Ficção “The Beatles: Get Back – Part 3” Melhor Melhor Edição de Imagem de Reality Show Estruturado ou de Competição “Lizzo’s Watch Out for the Big Grrrls – Naked” Melhor Edição de Imagem de Reality Show Não Estruturado “Love on the Spectrum” Melhor Edição de Imagem de Programação de Variedades “A Black Lady Sketch Show – Save My Edges, I’m A Donor!” Melhor Design de Produção de Especial de Variedades “The Pepsi Super Bowl LVI Halftime Show Starring Dr. Dre, Snoop Dogg, Mary J. Blige, Eminem, Kendrick Lamar and 50 Cent” Melhor Melhor Design de Produção de Série de Variedades, Reality Show ou Competição “RuPaul’s Drag Race – Catwalk” Melhor Melhor Série de Animação Curta “Love, Death + Robots – Jibaro” Melhor Melhor Série Curta de Comédia, Drama ou Variedade “Carpool Karaoke: The Series” Melhor Programa de Não Ficção ou Reality Show Curto “Full Frontal With Samantha Bee Presents: Once Upon A Time In Late Night” Melhor Edição de Som de Programa de Não Ficção ou Reality Show “The Beatles: Get Back – Part 3” Melhor Mixagem de Som de Programa de Não Ficção ou Reality Show “The Beatles: Get Back – Part 3” Melhor Mixagem de Som de Série de Variedades ou Especial “Adele: One Night Only” Melhor Reality Show Estruturado “Queer Eye” Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera, Controle de Vídeo de Série “Last Week Tonight With John Oliver – Union Busting” Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera, Controle de Vídeo de Especial “Adele:...

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    “Succession” vence segundo Emmy consecutivo como Melhor Drama

    13 de setembro de 2022 /

    “Succession” venceu o Emmy de Melhor Série de Drama na premiação da Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA, realizada no Microsoft Theater, em Los Angeles, na noite desta segunda (12/9). Foi a segunda vitória consecutiva da produção da HBO, que já tinha vencido a categoria no ano passado. A 3ª temporada da atração liderava o Emmy 2022 em número de indicações. Mas venceu apenas 4 de suas 25 nomeações – três a menos que no ano passado. Depois de Melhor Drama, suas principais conquistas foram nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante, com Matthew Macfadyen, e Melhor Roteiro, que premiou seu criador, Jesse Armstrong. Em seu agradecimento pelo troféu principal, Armstrong lembrou que esta “é uma grande semana para sucessões”, fazendo um paralelo entre a vitória de “Succession” e a ascensão do rei Carlos III ao trono britânico. “Evidentemente, houve um pouco mais de votação envolvida em nossa vitória do que a do rei Charles.” A série acompanha as disputas de uma família pelo controle de um poderoso conglomerado de mídia – supostamente inspirada pelos herdeiros da Fox – e tinha vencido nada menos que sete Emmys em sua 2ª temporada. Com produção do cineasta Adam McKay (“Não Olhe para Cima”), o elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel do chefe da família Roy, um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria diante da ganância dos filhos, que são vividos por Jeremy Strong (“Detroit em Rebelião”), Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”).

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    “Ted Lasso” vence segundo Emmy consecutivo de Melhor Comédia

    13 de setembro de 2022 /

    “Ted Lasso” venceu o Emmy de Melhor Série de Comédia na premiação da Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA, realizada no Microsoft Theater, em Los Angeles, na noite desta segunda (12/9). Foi a segunda vitória consecutiva da produção da Apple TV+, que já tinha vencido a categoria no ano passado. Com isso, “Ted Lasso” somou quatro vitórias no Emmy 2022, incluindo os troféus de Melhor Ator para Jason Sudeikis e Melhor Ator Coadjvuante para Brett Goldstein – respectivamente, os intérpretes de Ted Lasso e Roy Kent. Além de estrelar, Sudeikis também é um dos criadores, roteiristas e produtores de “Ted Lasso”, ao lado de Bill Lawrence (criador de “Scrubs” e “Cougar Town”). A série gira em torno do personagem-título, um treinador de futebol americano que é contratado para trabalhar num clube de futebol inglês, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte que os moradores dos EUA chamam de soccer. Com uma mensagem edificante de superação, a produção virou um fenômeno cultural, batendo recorde de audiência da Apple TV+ no lançamento de sua 2ª temporada, ocasião em que virou a estreia mais vista da História da plataforma. Apesar desse sucesso, “Ted Lasso” deve acabar em sua próxima temporada, a 3ª da produção. A revelação foi feita por Goldstein, que, além de interpretar Roy Kent, é um dos roteiristas da comédia. “Estamos escrevendo assim [como final]”, disse o ator, quando questionado se a próxima temporada encerraria a série. “Foi planejado para ter três. Alerta de spoiler: todo mundo morre.” Embora ele tenha brincado no final da resposta, a declaração converge com o planejamento de Jason Sudeikis, que disse no ano passado ver a comédia encerrando-se no terceiro ano.

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    “The White Lotus” vence o Emmy de Melhor Minissérie

    13 de setembro de 2022 /

    “The White Lotus” venceu o Emmy de Melhor Minissérie ou Série de Antologia na premiação da Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA, realizada no Microsoft Theater, em Los Angeles, na noite desta segunda (12/9). Com isso, “The White Lotus” se tornou a série mais premiada da noite, elevando seu número de vitórias a 10 Emmys. Entre eles, estão os troféus de Melhores Coadjuvantes, vencidos por Jennifer Coolidge e Murray Bartlett, além de Melhor Roteiro e Direção, que renderam uma dobradinha de Mike White, o criador da atração. Com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, “The White Lotus” acompanha um fim de semana num resort paradisíaco para podres de ricos. Os turistas são interpretados por Connie Britton, Jennifer Coolidge, Alexandra Daddario, Steve Zahn, entro outros, e o resultado parece “Parasita” numa ilha. Concebida como minissérie, atração acabou se tornando um sucesso na HBO e virou uma série anual, funcionando como uma antologia com novos personagens a cada temporada. A próxima leva de episódios deve mostrar um outro grupo de hóspedes em outra locação, numa unidade diferente da rede fictícia de hotéis que batiza a série. Veja abaixo o trailer original como incentivo para conhecer a série, também disponibilizada em streaming na HBO Max.

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    “Round 6” faz História no Emmy

    13 de setembro de 2022 /

    “Round 6” fez História no Emmy ao vencer os troféus de Melhor Direção e Melhor Ator em Série de Drama, conquistados respectivamente por Hwang Dong-hyuk e Lee Jung-jae. A premiação da Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA, realizada no Microsoft Theater, em Los Angeles, na noite desta segunda (12/9), marcou a primeira vez que artistas de países que não falam em inglês foram premiados nessas categorias. Série de maior sucesso da Netflix, a produção sul-coreana foi criada por Hwang Dong-hyuk, que escreveu, produziu e dirigiu os episódios sobre uma competição de vida ou morte por dinheiro. Lee Jung-jae interpretou Seong Gi-hun, o vencedor e único sobrevivente dos jogos da 1ª temporada. Enquanto Lee preferiu usar coreano em seu agradecimento, Hwang se mostrou bem desinibido e disse esperar que aquele tenha sido apenas o primeiro Emmy de um diretor estrangeiro e o primeiro de sua própria carreira. Ele também aproveitou para fazer propaganda da 2ª temporada, que entretanto só deve chegar em 2024 na Netflix. Com 1,65 bilhão de visualizações em seus primeiros 28 dias de lançamento, a atração detém atualmente o recorde de série mais assistida da Netflix em todos os tempos, com uma ampla vantagem para as demais produções.

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