Jornalista Mylena Ciribelli é demitida da Record após 14 anos
A Record TV demitiu a jornalista Mylena Ciribelli após 14 anos de parceria. A saída da apresentadora do “Fala Brasil” foi comunicada na quarta-feira (6/12) depois da edição do programa, na qual ela comandava um quadro esportivo. Segundo informações do F5, a jornalista teve sua saída definida em julho deste ano, quando a emissora promoveu alguns cortes devido aos prejuízos financeiros que teve em 2022. No entanto, a direção do canal voltou atrás na decisão. A emissora da Record deve contratar um novo nome com salário menor que o de Mylena para comandar as transmissões do Campeonato Paulista a partir de janeiro de 2024. Além disso, a equipe de narração e comentários ainda está sendo fechada. Fim de parceria Mylena Ciribelli iniciou sua carreira de apresentadora na extinta TV Manchete em 1985, quando foi contratada para comandar programas como o “Som Maior”, onde entrevistava diversos artistas. Três anos depois, a veterana ingressou no departamento esportivo e foi apresentar os boletins da Olimpíada de Seul, da Fórmula 1 e o “Manchete Esportiva”. Em 1992, Mylena foi contratada pela Globo e pôde ser vista em programas como “Esporte Espetacular, “Globo Esporte Rio de Janeiro”, “Fantástico”, “Jornal Hoje” e “Bom Dia Brasil”. Já em 2009, a apresentadora entrou na Record TV para comandar o “Esporte Fantástico”, passou pelo “Balanço Geral” depois da pandemia da Covid-19, bem como participou do “Esporte Record” e do “Fala Brasil”.
A Fazenda | Jaque é fazendeira pela terceira vez. Nadja, Black e Yuri estão na Roça
A 11ª Prova do Fazendeiro, exibida na noite desta quarta (29/11), iniciou com duas etapas de disputas de visualização, necessitando atenção e memória: lembrar de detalhes de vídeos exibidos e acertar palavras faladas em mute. O opção deixou duas peoas em desvantagem: Jaquelline Grohalski, com TDAH (distúrbio de déficit de atenção com hiperatividade), e Nadja Pessoa, com grau leve de autismo. Aproveitando as dificuldades das rivais, Cezar Black largou com grande vantagem na disputa. A terceira fase mesclou sorte com agilidade e o jogo ficou mais parelho. Entretanto, a vantagem de Black no começo lhe garantiu pelo menos o empate. Ele foi para um sorteio com Jaque, mas a peoa levou ao melhor ao escolher um número premiado. Com isso, Jaque comemorou o tricampeonato, virando fazendeira pela terceira vez na edição. Roça formada Os dois derrotados agora se juntam a Yuri Meirelles, vetado da prova, numa disputa ainda mais dura: da votação popular. Nadja, Black e Yuri já estão aptos a receber os votos do público, que escolherá quais dos três serão salvos e quem deixará o programa. O próximo eliminado de “A Fazenda 15” será conhecido ao vivo, na noite de quinta-feira (7/12), na Record TV.
A Fazenda | Danielle Winits se declara para André Gonçalves: “Amo esse homem”
A atriz Danielle Winits foi a convidada desta quarta-feira (6/12) do programa “Fala Sheherazade” no Kwai. As duas já tinham se divertido juntas há duas semanas, num show da cantora Taylor Swift, e agora aprofundaram o papo, fazendo Danielle se emocionar ao discutir a relação com o ex-marido André Gonçalves e a participação dele em “A Fazenda 15”. A atriz agradeceu a Rachel Sheherazade por sua amizade com André no reality show, enfatizando o significado desse apoio para ela e para a família do peão. “Você sem saber estava sendo uma aliada minha ali dentro, da família do André. Fico emocionada de poder falar isso pra você. Isso foi um dos motivos que quis fazer essa live”. “Amo esse homem” Durante a entrevista, a atriz expressou sentimentos profundos, declarando amor pelo ex-marido. “Não gostaria de ser suspeita pra falar e já sendo, porque eu e André temos uma relação incondicional… Nosso casamento durou quase 8 anos, tivemos uma separação antes da entrada dele em ‘A Fazenda’. Já estávamos um pouco separados pelo nosso trabalho, estávamos tentando ressignificar essa relação”, revelou. E seguiu: “Amo esse homem, amo André. Ressignificar minha relação com ele, revisitar ele tá sendo muito importante. André me devolveu a oportunidade de eu poder criar uma família com vértices. Ele sem dúvida é um aqui na nossa família, como está sendo na Fazenda”. Ela concluiu com uma reflexão sobre o amor e a possibilidade de reconciliação: “Temos dores parecidas e bagagens com intercessões, então a gente se dá esse direito (de ressignificar). Independente disso tudo, sou uma pessoa que acredita no amor, no amor genuíno, sem nada que atravanque ou impeça um amor verdadeiro de reflorescer”.
Tony Ramos é a mais nova vítima de proliferação de golpes com IA
O ator Tony Ramos, atualmente no ar com a novela “Terra e Paixão”, é a mais nova vítima do uso indevido de imagem em vídeos falsos criados com inteligência artificial (IA). A equipe do ator alertou que uma entrevista que ele deu ao programa “Mais Você”, da Ana Maria Braga, foi alterada digitalmente para promover um remédio supostamente milagroso para hiperplasia da próstata. Segundo a equipe, falas de Tony Ramos foram editadas com o uso de tecnologia avançada para fazer parecer que ele estava endossando o produto. A equipe enfatizou que a voz do ator foi redublada e que o conteúdo original era uma homenagem a colegas de profissão. Outros casos Ana Maria Braga também foi vítima de deepfakes e usou seu programa desta quarta-feira (6/12) para alertar o público. “As pessoas fazem uso da inteligência artificial para o mal. Imitam a minha voz, pegam imagens minhas, dos meus amigos. Eu não faço venda de produto estético, de beleza, que faz desaparecer ruga, gordura da noite para o dia. Isso não adianta. Isso não existe”, alertou a apresentadora. Até o mundo esportivo não está imune a esses golpes. Nesta semana, o locutor Galvão Bueno relatou ter sido alvo de deepfakes em um vídeo onde supostamente criticava o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ednaldo Rodrigues. “Imagina isso? Quero deixar muito claro que nego, com todas as forças, de que seja a minha voz gravada, e que tenho falado essas coisas”, disse Bueno. Ainda mais fácil que criar vídeos falsos tem sido retocar fotos e criar manchetes falsas para induzir o público das redes sociais a clicarem em links que levam à venda de produtos supostamente endossados por celebridades. Tudo mentira. Luciano Huck vai processar Por conta da reincidência e falta de ação do X (antigo Twitter), Luciano Huck avisou que vai processar a rede social. Ele reclama que o X não faz nada sobre uma imagem em que ele aparece algemado, vestido em um suposto uniforme de presidiário e escoltado por dois policiais, enquanto uma manchete falsa fala de um escândalo que o teria atingido. Tudo para que o leitor clique e vá parar num site de golpe financeiro. Ele já tinha comentado a campanha no próprio X em 22 de novembro. Na época, escreveu: “Talvez você já tenha visto essa imagem absurda e fraudulenta aqui no X/Twitter. Muito importante alertar que se trata de um golpe. Agradeço a todos os que denunciaram a armação e peço aos responsáveis pelo X/Twitter empenho para combater estas mentiras e fraudes na rede social”. Entretanto, o X ignorou apelos para tirar a campanha do ar. “É inacreditável, mas o X, novo Twitter, perdeu o controle da sua própria plataforma. Há semanas estamos denunciando e pedindo apoio da empresa aos ataques de fake news e clickbaits que estamos sofrendo e nada acontece. Só nos resta a Justiça”, afirmou o apresentador do “Domingão” no domingo (3/12).
Pinguim | Vídeo revela novas cenas da série derivada de “Batman”
A plataforma americana Max (ainda HBO Max no Brasil) divulgou um teaser com suas principais estreias para 2024, que incluem cenas inéditas de “Pinguim”, série derivada do filme “Batman”. As imagens destacam Colin Farrell novamente transformado por maquiagem para viver o papel do arqui-inimigo de Batman. O ator chegou a revelar que foi o trabalho do maquiador Mike Marino que lhe despertou interesse em continuar a explorar o personagem. A produção é do diretor de “Batman”, Matt Reeves, que vai abordar o que acontece após a morte de Carmine Falcone, interpretado por John Turturro no filme. Diante de um vácuo de poder na máfia de Gotham, o Pinguim começa a escalar a hierarquia do submundo criminoso e a se transformar em um dos maiores chefões do crime. Além de Farrell, a atração também contará com a atriz Cristin Milioti (“Made for Love”) no papel de Sofia Falcone, a filha de Carmine Falcone, além de Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Shohreh Aghdashloo (“The Expanse”), Michael Kelly (“House of Cards”), Clancy Brown (“John Wick 4: Baba Yaga”) e Michael Zegen (“Maravilhosa Sra. Maisel”). Outras estreias O vídeo da Max também traz as primeiras imagens de “Welcome to Derry”, série inspirada em “It: A Coisa”, que entretanto foi adiada para 2025 – assim como “And Just Like That…” Os assinantes da plataforma poderão esperar diversas outras atrações para o ano que vem, como as continuações de “A Casa do Dragão”, “Pretty Little Liars”, “A Vida Sexual das Universitárias”, “Curb Your Enthusiasm”, “True Detective”, com Jodi Foster, e “Industry”, com Kit Harington, além de novidades como “The Sympathizer”, com Robert Downey Jr., e “The Franchise”, com Billy Magnussen, entre uma variedade de produções.
Mestres do Ar | Trailer da série destaca combates aéreos épicos com astro de “Elvis”
A Apple TV+ divulgou um novo trailer de “Mestres do Air” (Masters of Air), minissérie épica produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg sobre a 2ª Guerra Mundial. Com cenas impressionantes de combates aéreos e muitas cenas de ação, a prévia destaca a participação do ator Austin Butler (“Elvis”) e a camaradagem dos combatentes. Também há vislumbres da participação de aviadores negros, que até o filme “Esquadrão Red Tails” (2012) costumavam ser ignorados. O novo projeto é a terceira produção de Spielberg e Hanks sobre a 2ª Guerra, formando uma trilogia com “Band of Brothers” e “The Pacific” na HBO. Cada uma dessas minisséries acompanha uma Força Armada diferente. Após o Exército e a Marinha, a nova atração foca nos esforços da Aeronáutica no conflito dos anos 1940. Com 9 episódios, a produção recriará as batalhas da Força Aérea dos Estados Unidos contra a aviação da Alemanha nazista. A história é inspirada no livro de não ficção de Donald L. Miller, que entrevistou vários aviadores e pesquisou exaustivamente os arquivos sobre a guerra nos céus da Europa. O elenco grandioso também inclui Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Barry Keoghan (“Eternos”), Anthony Boyle (“Tolkien”), Nate Mann (“Licorice Pizza”), Rafferty Law (filho de Jude Law), Josiah Cross (“King Richard: Criando Campeãs”), Branden Cook (“Me Conte Mentiras”) e Ncuti Gatwa (“Sex Education”). O roteiro está a cargo de John Orloff, que trabalhou anteriormente em “Band of Brothers”, e a lista impressionante de diretores dos episódios inclui Cary Joji Fukunaga (“007: Sem Tempo para Morrer”), Dee Rees (“A Última Coisa que Ele Queria”), Timothy Van Patten (“The Pacific”) e o casal Ana Boden e Ryan Fleck (“Capitã Marvel”). A estreia está marcada para 26 de janeiro.
Festival de Sundance seleciona filme brasileiro de diretor estreante: “Estou eufórico”
O filme brasileiro “Malu”, escrito e dirigido por Pedro Freire, foi selecionado para competir na mostra principal do Festival de Sundance 2024, a World Dramatic Competition. O evento, que ocorrerá de 18 a 28 de janeiro, é reconhecido como o principal festival do mundo para o cinema independente global. “Malu” apresenta a história de uma atriz desempregada e instável (vivida por Yara de Novaes), que reside com sua mãe conservadora em uma favela carioca. A narrativa explora as tensões familiares e a luta da personagem principal com seu passado artístico e o relacionamento complicado com sua filha adulta. Além de Yara de Novaes, o elenco de “Malu” inclui Juliana Carneiro da Cunha, Carol Duarte e Átila Bee. O longa-metragem marca a estreia de Pedro Freire na direção de longas, um cineasta que começou como diretor de elenco, antes de virar assistente de direção de Karim Aïnouz e Lucia Murat. Segundo ele, a inspiração para “Malu” vem da história de sua própria mãe. Em publicação no Instagram, Pedro expressou sua empolgação com a seleção do filme para Sundance: “Olha, eu não vou pagar de cineasta blasé e fingir achar cotidiano meu primeiro longa como diretor estar na competição internacional de um dos cinco festivais mais importantes do mundo. Entre mais de 10.000 festivais no mundo, Sundance é considerado um dos ‘the big five’, estamos na competição internacional e a verdade é que eu estou EUFÓRICO”, celebrou em suas redes sociais. Veja abaixo a íntegra de sua comemoração. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pedro Freire (@pedfre)
Bruno de Luca anuncia pausa na carreira após atropelamento de Kayky Brito
O ator e apresentador de TV Bruno de Luca anunciou uma pausa em sua carreira. Por meio de seu Instagram, ele disse que decidiu priorizar um período de reflexão e descanso, afastando-se temporariamente de seus compromissos televisivos. No vídeo compartilhado com seus seguidores, De Luca começou: “Queria dizer que eu resolvi fazer uma pausa, tirar um tempo só pra mim. Eu quero tirar um tempinho que eu ainda não sei quanto tempo ainda afastado dos meus compromissos na TV” O ator de 41 anos, que trabalha desde os 10 anos, reforçou a necessidade de uma pausa após “passar por muita coisa em 2023” e ressaltou a importância de não perder “nenhuma parte da vida que acha importante”, citando o desejo de viajar e dedicar mais tempo à filha Aurora Um dos momentos mais marcantes para De Luca em 2023 foi presenciar o acidente grave envolvendo seu amigo, o ator Kayky Brito, em setembro na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Atropelado por um carro de aplicativo, Kayky sofreu lesões sérias, incluindo traumatismo cranioencefálico. Entretanto, De Luca não foi socorrê-lo nem esboçou interesse em ver como ele estava após a colisão. Em vez disso, saiu correndo a pé do local, só vindo buscar o carro no dia seguinte. Em depoimento na delegacia, ele testemunhou que não sabia que o acidente era com Kayky. Ele teria sofrido amnésia dissociativa diante da tragédia. Bruno revelou que o episódio de “confusão mental” o levou a buscar tratamento psiquiátrico devido ao trauma vivenciado. Ele também admitiu o consumo excessivo de álcool na noite do acidente e o choque ao pensar que Brito havia falecido.
Desvio de animal e ciclista causou acidente de carro de Zé Neto
O acidente que envolveu Zé Neto, da dupla sertaneja com Cristiano, ocorrido na BR-153 na terça-feira (5/12), foi resultado de uma manobra evasiva para desviar de um animal e um ciclista na pista, de acordo com declarações do empresário do artista, Genilson Faria. O empresário relatou que, ao se deparar com um animal na rodovia, o cantor realizou uma manobra abrupta para evitar o impacto, o que também incluiu desviar de um ciclista que estava na mesma via. Esta ação levou o cantor a perder o controle do veículo, resultando no acidente que envolveu seu carro e outros veículos, culminando em um capotamento. Após o acidente, Zé Neto foi levado para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP), que realizou uma série de exames e procedimentos, incluindo uma cirurgia no braço do cantor. Ele permanece sob cuidados médicos até uma nova avaliação. Além de Zé Neto, o acidente envolveu outras pessoas, incluindo o motorista de um caminhão e ocupantes de um segundo carro, que, felizmente, não sofreram ferimentos graves. “Todos estão bem e já receberam alta. Foi um grande susto, mas, felizmente, sem consequências mais sérias”, acrescentou Faria. Cristiano, parceiro de dupla de Zé Neto, também visitou o cantor e tranquilizou os fãs sobre sua condição. “Já o vi, está tudo bem. Está com muita dor. Foi um capotamento forte. Estamos aguardando resultados de novos exames”, declarou Cristiano. O que aconteceu? Zé Neto sofreu um acidente de carro num trecho da BR 153, no município de Fronteira, em Minas Gerais. A Polícia Rodoviária Federal ofereceu detalhes em nota oficial: “O acidente aconteceu no trecho de Minas Gerais, a 1 km da divisa, no município de Fronteira (MG). Apuramos que foi uma colisão lateral envolvendo três automóveis e uma carreta”. Já os bombeiros deram informação diferente. “Colisão frontal entre carro, conduzido pelo cantor Zé Neto, e caminhão, em ato contínuo dois carros abalroaram no carro do cantor, o que resultou em 03 (três) vítimas leves com contusões e escoriações, sendo uma delas artista supracitado. As vítimas foram socorridas no PS de Icem (SP) e Fronteira (MG)”, informou o porta-voz, André Elias.
Vencedora de “A Fazenda 14”, Bárbara Borges vai estrelar novela da Record TV
A atriz Bárbara Borges, vencedora de “A Fazenda 14”, vai voltar a estrelar uma novela após cinco anos afastada do formato. Ela foi confirmada no elenco da próxima superprodução da Record TV, “Rainha da Pérsia”. A atriz, que iniciou sua carreira nos anos 1990 como uma Paquita de Xuxa Meneghel, fez sucesso na Globo em novelas como “Senhora do Destino” (2004) e “Duas Caras” (2007), antes de ir para a Record fazer “Bela, a Feia” (2009), “Balacobaco” (2012), “Belaventura” (2017) e “Jesus” (2018). Em “Rainha da Pérsia”, Babi atuará ao lado de seu parceiro da vida real, Iran Malfitano, formando um par romântico também na ficção. Os dois participaram de “A Fazenda 14”, indo juntos até a final, mas o romance só engatou depois do fim do reality. Eles se juntam a um elenco que inclui Carlo Porto como Xerxes e Nathalia Florentino como Ester, nos papéis principais. A novela “Rainha da Pérsia” promete ser uma narrativa épica baseada em histórias bíblicas, com direito a gravações no Marrocos, na África. A previsão de estreia é para 2024.
A Fazenda | Márcia enrola Nadja e Jaque com torcida para as duas
Márcia Fu deu mais um show de falsidade em “A Fazenda 15” na tarde desta quarta (6/12). Há poucas horas da Prova do Fazendeiro, ela declarou para Jaquelliene Grohalski que estava torcendo por ela. Depois, fez o mesmo com Nadja Pessoa. Ela expressou sua torcida para que Jaquelline volte com o chapéu de Fazendeira da semana na cozinha da Sede. Enquanto lavava louça, Márcia parou para abraçar a “culega”: “Gosto muito de você! A gente se zoa, mas você sabe que gosto de você. Você sabe disso, preciso nem falar! Vou torcer muito pra você voltar hoje como Fazendeira. Muito, muito. Foco na missão, você é boa de prova. Só ter calma, respira.” Vale lembrar que Jaque já venceu duas vezes a Prova do Fazendeiro. Depois disso, ela foi para o quarto onde se deparou com Nadja chorando. “Não chora, não”, pediu a atleta. “Gosto muito de você. Enfrente, você é exemplo de força, determinação. Agora, quem sabe, não volta de Fazendeira? Força!”, desejou a peoa, que completou: “Vou torcer por você. Tonzão falou que você é boa de prova”. De fato, ela surpreendeu na prova passada, chegando a ficar à frente de Tonzão Chagas até a rodada final. “Presta atenção nas orientações e no que você pode fazer. Quero que você tenha força”, concluiu Márcia. Nesta noite, Jaque e Nadja disputam a Prova do Fazendeiro com Cezar Black. Quem vencer ganha imunidade e liderança. Já os dois perdedores vão disputar a berlinda junto com Yuri Meirelles, vetado da prova, e um dos três se despedirá do reality na quinta (7/12). Márcia dá abraço e beijo em Jaque e diz q está torcendo pra ela virar fazendeira, um tempo depois, Márcia foi até Nadja e também deu um Abraço e um beijo e disse que estava torcendo pra Nadja virar fazendeira também…COMO PODE? JÁ JÁ, ELA VAI ABRAÇAR O BLACK TBM KKK #AFAZENDA pic.twitter.com/fuKKwdAKYy — MattyBala 💜 (@MattyBala) December 6, 2023
Norman Lear, gênio da TV americana, morre aos 101 anos
O lendário produtor e roteirista de televisão Norman Lear, criador de séries pioneiras como “Tudo em Família”, “Good Times”, “Maude”, “Os Jeffersons” e “One Day at a Time”, que abordaram pela primeira vez questões sociais como racismo, mães solteiras e aborto na televisão dos Estados Unidos, morreu na terça-feira (5/12) de causas naturais em sua casa, em Los Angeles, aos 101 anos. Vencedor de seis prêmios Emmy por seu trabalho na televisão, Lear também era conhecido por seu empenho em favor de causas progressistas e trabalhou de forma ativa até os 90 anos. Começo de carreira com indicação a Oscar A jornada de Norman Lear no mundo do entretenimento começou longe dos holofotes da televisão. Nascido em 27 de julho de 1922, em New Haven, Connecticut, Lear iniciou sua carreira após a 2ª Guerra Mundial, onde serviu na Força Aérea dos Estados Unidos. Após o serviço militar, ele mergulhou no mundo do entretenimento como agente de imprensa em Nova York, mas rapidamente transitou para a escrita de comédias. Seu primeiro grande trabalho foi como escritor para Dean Martin e Jerry Lewis no “The Colgate Comedy Hour”, um programa televisivo no início dos anos 1950. Norman estreou como roteirista de cinema em 1963, adaptando uma peça de Neil Simon no filme “O Bem Amado” (Come Blow Your Horn), estrelada por Frank Sinatra. O sucesso do filme estabeleceu um parceria entre o escritor e o diretor Bud Yorkin, que teve como ponto alto “Divórcio à Americana” (1967), comédia sobre um casal, interpretado por Dick Van Dyke e Debbie Reynolds, que se encontra em um processo turbulento de divórcio. Conseguindo equilibrar o humor com uma crítica social aguda, refletindo as mudanças culturais da época, o roteiro do então jovem Norman recebeu uma indicação ao Oscar, consagrando o escritor. Ele também escreveu a comédia “Quando o Strip-Tease Começou” (The Night They Raided Minsky’s, 1968), dirigida por William Friedkin (de “O Exorcista”), antes de cometer uma ousadia. Em 1971, Norman comandou seu único filme como diretor, “Uma Cidade Contra o Vício” (Cold Turkey), sátira sobre uma cidade cujos habitantes decidem parar de fumar para ganhar um desafio corporativo e o prêmio em dinheiro associado. Crítica mordaz à indústria do tabaco e à cultura do consumismo americano, o filme dividiu opiniões e encerrou a carreira cinematográfica do roteirista, mas desde então virou cult e ganhou reconhecimento por sua abordagem direta na discussão de questões sociais, um tema recorrente em muitos de seus trabalhos posteriores na televisão. A revolução de “Tudo em Família” Nesse meio tempo, Norman levou sua parceria criativa com Bud Yorkin para os negócios. Juntos, eles fundaram a Tandem Productions, que se tornou a plataforma para o desenvolvimento das séries do roteirista, combinando visão criativa com experiência de produção. Norman também estava no lugar certo na hora certa. No início dos 1970, houve uma mudança significativa no panorama da televisão americana. As redes estavam buscando conteúdos mais relevantes e realistas que refletissem as mudanças sociais e culturais da época. Então, Norman teve a ideia de adaptar a série britânica “Till Death Us Do Part” para o público americano, com foco em questões sociais relevantes. Lear e Yorkin adaptaram o conceito, trazendo para o centro da produção questões de racismo, sexismo e política, temas até então pouco explorados na TV. E, claro, a princípio houve hesitação das redes em aceitar uma série com temáticas tão polêmicas. A ABC inicialmente pegou o projeto, mas depois o abandonou devido ao seu conteúdo controverso. Mas a CBS, sob a nova liderança do executivo Robert Wood, queria modernizar sua programação e se mostrou mais aberta a assumir riscos. Norman apresentou sua versão do sitcom britânico, rebatizado como “Tudo em Família” (All in Family) à CBS, que aceitou produzir a série, reconhecendo seu potencial para conectar-se com as mudanças da época. “Tudo em Família” (All in the Family) estreou em 12 de janeiro de 1971 e rapidamente se tornou um marco na televisão americana. Os episódios giravam em torno da família Bunker, liderada por Archie Bunker, interpretado por Carroll O’Connor. Archie é um trabalhador de classe média, morador do bairro Queens, em Nova York, e notoriamente conservador, preconceituoso e de mentalidade fechada, refletindo as tensões sociais e políticas da época. Archie Bunker foi concebido como um retrato da classe trabalhadora americana da época, resistente às mudanças sociais e culturais que estavam ocorrendo nos Estados Unidos. Ele frequentemente expressava suas visões através de declarações racistas, sexistas e homofóbicas. A genialidade da série estava justamente em usar o personagem para satirizar e desafiar essas visões, expondo a ignorância e o absurdo de seus preconceitos. Apesar de suas falhas, Archie também era retratado como um personagem capaz de evolução e mudança, o que contribuiu para a profundidade e relevância da série. Com sua abordagem única e um humor afiado, “Tudo em Família” foi não apenas um sucesso de audiência, mas também um veículo para discussões sociais profundas. E, de quebra, venceu quatro vezes o Emmy, como Melhor Série Estreante e Melhor Série de Comédia. O universo de Norman Lear na TV Norman acabou criando um universo televisivo em torno do sucesso de “Tudo em Família”, expandido através de vários spin-offs. Este universo refletia e comentava a complexidade da sociedade americana da época. O melhor é que nada parecia forçado, já que os personagens foram introduzidos na série principal, causando repercussão suficiente para que se ramificassem em suas próprias narrativas. Por exemplo, a personagem Maude Findlay apareceu pela primeira vez em “Tudo em Família” como a prima liberal de Edith Bunker, antes de se tornar a protagonista de sua própria série, “Maude”, que estreou em 1972 e foi protagonizado por Bea Arthur no papel-título. A série destacou-se por abordar temas controversos, incluindo um episódio memorável sobre o aborto, um assunto raramente discutido na televisão naquela época. Cada spin-off abordava temas sociais do seu próprio ponto de vista único. Enquanto “Tudo em Família” se concentrava no conservadorismo e nas visões de mundo de Archie Bunker, “Maude” explorava questões feministas e liberais. Já “Good Times” e “Os Jeffersons” focavam em famílias afro-americanas, trazendo à tona questões de racismo e ascensão social. “Good Times” era tecnicamente um spin-off de um spin-off. A série surgiu em 1974 a partir de “Maude”, de onde veio a personagem Florida Evans (papel de Esther Rolle), que era a empregada da família Findlay. Florida e seu marido James Evans (interpretado por John Amos) eram os personagens centrais, vivendo em um conjunto habitacional em Chicago com seus três filhos. Eles não eram da classe média como os anteriores e lidavam com questões de pobreza, racismo e sonhos de ascensão social. Com personagens memoráveis como J.J., interpretado por Jimmie Walker, “Good Times” combinou comédia com um retrato realista dos desafios enfrentados pelas famílias negras urbanas. Mais bem-sucedida de todas as séries derivadas, “Os Jeffersons” estreou em 1975 e teve uma notável duração de 11 temporadas. A produção focava uma família afro-americana de classe média que se muda para um bairro de elite. George e Louise Jefferson, interpretados por Sherman Hemsley e Isabel Sanford, foram introduzidos em “Tudo em Família” como vizinhos de Archie e Edith Bunker. Inicialmente, George Jefferson foi concebido como um contraponto a Archie Bunker – ambos eram personagens orgulhosos e teimosos, mas com pontos de vista políticos e sociais opostos. Esta dinâmica proporcionou momentos de confronto e humor, refletindo as tensões raciais e de classe da sociedade americana. Em sua série própria, os Jeffersons se mudam para um apartamento de luxo em Manhattan após o sucesso dos negócios de limpeza a seco de George. Os episódios acompanhavam as aventuras e desafios da família em seu novo ambiente, inovando ao apresentar na TV uma família negra bem-sucedida financeiramente, e ainda ainda assim tendo que lidar com racismo e preconceito contra sua ascensão social. Pioneira em vários sentidos, a série ainda abordou relações interraciais e até questões de identidade de gênero. A última atração desse universo foi “Archie Bunker’s Place”, lançada em 1979 como uma continuação direta de “Tudo em Família”, com Archie Bunker gerenciando um bar. “Archie Bunker’s Place” tentou manter o espírito original, mas com uma abordagem um pouco mais suavizada. Outras Criações Notáveis Além dessas séries icônicas, Lear foi responsável por outras produções de sucesso, como “Sanford and Son”, uma adaptação americana da série britânica “Steptoe and Son”, e “One Day at a Time”, uma sitcom que abordou a vida de uma mãe solteira e seus dois filhos. “One Day at a Time” só durou menos que “Os Jeffersons”. Ambas foram lançadas no mesmo ano e tiveram mais de 200 episódios produzidos, mas “Os Jeffersons” ficou um ano a mais no ar, até 1985. A trama acompanhava Ann Romano, uma mãe recém-divorciada interpretada por Bonnie Franklin, que enfrentava os desafios de criar sozinha suas duas filhas adolescentes, Julie e Barbara Cooper, interpretadas por Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli, respectivamente. O que tornou “One Day at a Time” única na época foi seu foco em uma mãe solteira e as questões que ela enfrentava, uma premissa rara na televisão dos anos 1970. A série abordava temas como feminismo, namoro, violência doméstica e problemas financeiros, tudo sob a perspectiva de uma família liderada por mulheres. Após o sucesso estrondoso na décadas de 1970, Norman Lear deixou de lado os roteiros para se concentrar na produção. Neste papel, ele esteve envolvido em filmes icônicos como “A Princesa Prometida” (1987) e “Tomates Verdes Fritos” (1991), que se tornaram clássicos cult, além da popular série “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life), que também teve mais de 200 episódios produzidos nos anos 1980. Recentemente, ele ainda se envolveu no remake de “One Day at a Time”, lançado em 2017 com uma nova abordagem e relevância para o público contemporâneo. A nova versão reimaginou a trama com um contexto latino, centrando-se em uma família cubano-americana. Inicialmente produzida pela Netflix, a série durou quatro temporadas seguindo Penelope Alvarez, uma mãe solteira e veterana do exército, interpretada por Justina Machado, que cria sua filha radical Elena e seu filho sociável Alex com a ajuda de sua mãe cubana tradicional, Lydia, interpretada pela vencedora do Oscar Rita Moreno. Além disso, ao longo da série, adolescente Elena (interpretada por Isabella Gomez) passa por um processo de autodescoberta e, eventualmente, se assume como lésbica. Tributos e legado Sua ousadia criativa e importância para a TV é considerada tão grande que o Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA) batizou um prêmio com seu nome. O “Prêmio de Realização de Carreira Norman Lear” é uma homenagem concedida a produtores de televisão que demonstraram uma conquista vitalícia notável em sua profissão. Entre muitos outros tributos, ele também foi homenageado por instituições como o Television Hall of Fame e o Peabody Award, em reconhecimento ao seu trabalho pioneiro. Os tributos a Norman Lear enfatizam seu impacto profundo, com sua morte emocionando diversas personalidades e entidades nos EUA. A People for the American Way, organização que Norman co-fundou, destacou seu uso da cultura para gerar conversas e promover mudanças positivas. O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA) destacou seu compromisso com a justiça social, reconhecendo sua habilidade de usar o humor para combater o racismo e os preconceitos. Rob Reiner, que trabalhou em “Tudo em Família” e dirigiu “A Princesa Prometida”, o chamou de “segundo pai” e expressou profunda gratidão e admiração pelo genial criador. O apresentador Jimmy Kimmel descreveu Lear como alguém cuja “coragem, integridade e bússola moral inigualável” o tornaram “um grande americano, um herói em todos os sentidos”. Jane Fonda destacou seu impacto significativo no “rosto e alma da comédia americana” e sua importância pessoal para muitos, incluindo ela mesma. E George Clooney refletiu que sua morte aos 101 anos foi “cedo demais”. Ele prestou homenagem ao artista como “o maior defensor da razão do mundo” e um “amigo querido” de sua família, além de reconhecê-lo como um gigante. Até Bob Iger, CEO da Walt Disney Company, enfatizou o “impacto monumental e legado” de Lear, reconhecendo-o como um ícone e uma das mentes mais brilhantes da história da...
Forfun anuncia volta e esgota ingressos em poucos minutos
Mais uma banda de rock alegre dos anos 2000 resolveu sair do baú. A Forfun retorna aos palcos com a turnê Nós. Ou melhor, duas apresentações em 2024, ano em que a banda completaria 23 anos de estrada. “O Forfun nasceu para cantar uma vida de alegria, otimismo, reflexões e entusiasmo. Acreditamos que cada um de nós é capaz de transmitir essas mensagens individualmente, mas só os quatro juntos são capazes de transformar essas mensagens em uma ação potente o suficiente para mudar a vida das pessoas”, afirmam os integrantes da banda ao anunciar o retorno aos palcos. O primeiro show acontece no dia 9 de agosto de 2024, em São Paulo, no Allianz Parque. Logo depois, no dia 24 de agosto, será a vez do Rio de Janeiro, com uma apresentação na Marina da Glória. A venda de ingressos começou nesta quarta (6/12), na Eventim e nas bilheterias oficiais, mas as entradas para a apresentação carioca foram esgotadas em poucos minutos. Nas redes sociais, os fãs demonstraram animação para os shows. Teve até quem destacasse a importância da banda para quem não conhece: “Para quem não está entendendo o hype com o Forfun, eles são o RBD para quem passou a pré-adolescência na zona sul do Rio de Janeiro”. Mas muitos reclamaram da quantidade de shows anunciada: “Só DOIS shows rapaziada?”, disse um, prevendo o esgotamento dos ingressos. Marcos da carreira Formado em 2001 por Danilo Cutrim (voz e guitarra); Vitor Insensee (teclados, guitarra e vocal de apoio); Nicolas Fassano (bateria) e Rodrigo Costa (baixo e vocal de apoio), o Forfun recebeu o prêmio de Melhor Banda de Rock no Video Music Brasil, da MTV, em 2009. Eles também conquistaram uma marca histórica no final de 2012, quando promoveram um crowdfunding (vaquinha virtual) para realizar a gravação de seu primeiro DVD e bateram o recorde brasileiro de maior arrecadação alcançada em um projeto musical. Apesar disso, o grupo anunciou o fim de suas atividades em junho de 2015. Os fãs, porém, puderam matar saudades no ano passado com o lançamento do show “Forfun ao Vivo na Fundição” no canal oficial da banda no YouTube. O show foi originalmente gravado em dezembro de 2015, na apresentação de sua turnê de despedida, na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, e seu sucesso na internet deixou claro o interesse do público em vê-los ao vivo mais uma(s) vez(es).












