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    Bryan Singer diz que foi demitido do filme do Queen porque lidava com doença grave dos pais

    5 de dezembro de 2017 /

    Bryan Singer resolveu responder às alegações de que foi demitido pela Fox da produção de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, por comportamento antiprofissional. Em vez disso, ele acusa a Fox de não deixá-lo lidar com a doença grave de um de seus pais. Em um comunicado enviado à imprensa americana, Singer diz: “Eu não queria nada além de poder terminar este projeto e ajudar a honrar o legado de Freddie Mercury e do Queen, mas a Fox não me permitiu fazê-lo, porque eu precisava colocar temporariamente minha saúde e saúde dos meus entes queridos em primeiro lugar”. A Fox demitiu Singer na segunda-feira (4/12), após o diretor sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando o estúdio a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos citados mencionavam discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo do diretor, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Mas Singer garante que este não foi o caso. “Os rumores de que minha saída inesperada do filme tenha sido provocada por uma disputa que tive com Rami Malek não são verdade. Embora, houvesse diferenças criativas no set, Rami e eu colocamos essas diferenças de lado e continuamos trabalhando juntos no filme até pouco antes do Dia de Ação de Graças”, ele afirma. O diretor completa a declaração dizendo que “Bohemian Rhapsody” era “um projeto de paixão” e que lamenta muito não poder terminá-lo. “Com menos de três semanas para finalizar as filmagens, pedi um tempo livre para que eu pudesse retornar aos EUA para lidar com os problemas de saúde urgentes de um dos meus pais. Isso se provou uma experiência muito exaustiva, que, em última instância, tornou-se um sério problema para a minha própria saúde. Infelizmente, o estúdio não estava disposto a me acomodar e encerrou meus serviços. Esta não foi minha decisão e estava além do meu controle”. Um representante do diretor já havia justificado sua ausência com a explicação de que havia surgido “uma questão de saúde pessoal envolvendo Bryan e sua família”. Foi na ocasião em que a Fox divulgou que tinha suspendido a produção “devido à indisponibilidade inesperada de Bryan Singer”. A Fox não fez nenhum comentário sobre as declarações, apenas emitiu uma nota concisa na segunda, dizendo: “Bryan Singer não é mais o diretor de ‘Bohemian Rhapsody'”. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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    Bryan Singer é demitido da direção do filme da banda Queen

    4 de dezembro de 2017 /

    O diretor Bryan Singer (da franquia “X-Men”) foi demitido de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, informou o estúdio 20th Century Fox em comunicado. A decisão ocorreu depois que o diretor sumiu das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos falam em discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo de Singer, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Boatos também indicam que o ator Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), que interpreta o empresário do Queen, Jim Beach, também abandonou a produção por desavenças com o diretor, mas foi persuadido a retornar. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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    Playlist: 10 clipes de novas bandas influenciadas pelo punk rock britânico

    3 de dezembro de 2017 /

    Quatro décadas após Londres chamar, meninos que poderiam ser netos dos Sex Pistols, The Clash e Buzzcocks resolveram responder. Uma nova geração de bandas, na sua maioria britânicas, retomou a estética dos três acordes e das letras gritadas, com direito a suspensórios, botas e roda de pogo, revivendo o final dos anos 1970 como se não houvesse futuro (No future). Só o passado setentista. “Um cantor que não pode cantar, um mod que não pode tocar baixo e um baterista que não pode ver” é a descrição oficial da banda Touts, de Derry, cidadezinha norte-irlandesa que foi berço dos Undertones. BlackWaters se define simplesmente como “uma banda punk de Guildford”, o que também foi dito dos Stranglers. Amyl and The Sniffers se orgulha de ter sido a banda de abertura da primeira turnê australiana de Cherie Currie, a ex-cantora das Runaways. E Shame interrompeu um show recente no sul londrino porque o guitarrista teve um surto de Sid Vicious e pulou no meio de uma briga. Mas, nestes tempos de punk reciclado, ele depois pediu desculpas. Entre letras nihilistas e revoltas de garagem, o novo revival punk já tem “hits” e seus suplas de butique. Confira abaixo 10 clipes recentes da turma. 1 Touts – “Bombscare” (Irlanda do Norte) | 2 Cabbage – “Uber Capitalist Death Trade” (Inglaterra) | 3 BlackWaters – “Let The Good Times Roll” (Inglaterra) | 4 Baby Strange – “Motormind” (Escócia) | 5 Together Pangea – “Better Find Out” (Estados Unidos) | 6 Circa Waves – “Wake Up” (Inglaterra) | 7 Life – “In Your Hands” (Inglaterra) | 8 Slaves – “Hypnotised” (Estados Unidos) | 9 Amyl and The Sniffers – “70’s Street Munchies” (Austrália) |10 Shame – “Concrete” (Inglaterra)

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    Charlotte Gainsbourg explora os fantasmas da casa de seu pai em clipe arrepiante

    2 de dezembro de 2017 /

    A atriz e cantora francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) lançou um novo clipe de seu mais recente disco, “Rest”. Mais sombrio que os anteriores, o vídeo de “Lying With You” traz a artista visitando a casa de seu pai, o cantor Serge Gainsbourg, que permanece intocada desde a morte dele em 1991, como um museu mal-assombrado, e durante o passeio noturno ela encontra consigo mesma, quando criança. A canção aborda a reação da artista diante da morte do pai, quando ela tinha apenas 19 anos de idade. A própria Charlotte dirigiu o clipe, que é simultaneamente arrepiante e sensual. “Rest” é o quarto disco de sua carreira, mas o primeiro em que se assumiu compositora. Seu pai compôs o primeiro, “Charlotte for Ever”, em 1986, que também foi título de um filme polêmico, pela temática de incesto, que ele dirigiu e coestrelou com a filha no mesmo ano. Os outros dois discos foram concebidos, respectivamente, pela banda Air e o cantor Beck. Charlotte se inspirou a compor e a abordar o legado de seu pai pela primeira vez devido à morte da irmã, Kate Barry, que se suicidou há quatro anos. Por isso, o disco é tétrico. O título do álbum, que significa “descanse” em português, é uma homenagem para ela. Atualmente, Charlotte prepara seu primeiro filme como diretora, um documentário sobre sua mãe, a atriz Jane Birkin (“Morte sobre o Nilo”).

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    Novo clipe de Sia é animação com massinhas que abre trilogia natalina

    2 de dezembro de 2017 /

    A cantora Sia divulgou mais um clipe de seu disco natalino “Everyday Is Christmas”. Após “Santa’s Coming for Us”, é a vez de “Candy Cane Lane”. Mas este é bem diferente. O vídeo é uma animação de massinhas, em que Sia aparece como uma menininha ao lado de um cachorrinho, pronta para um “white christmas”, como os americanos chamam um Natal com neve. O problema é que o monstro das neves, responsável por decorar as casinhas de branco, também está atrapalhando a época festiva com curtos-circuitos. Mas Sia tem um plano. Após ver “Stranger Things” (imagina-se), ela prepara uma armadilha para o Demoneve com luzinhas de decoração natalina. A historinha continua em mais dois vídeos, “Ho Ho Ho” e “Underneath the Mistletoe”, que vão completar a trama, todos dirigidos por Lior Molcho, que já tinha assinado quatro clipes da cantora – entre eles, “Never Give Up”, da trilha do filme “Lion”. “As músicas foram incrivelmente inspiradoras, pois bastou escutá-las para filmes clássicos de Natal, como ‘A Rena do Nariz Vermelho’ (1964), vir à mente, então pensei ‘por que não fazer um vídeo de stop-motion, mas com um toque de Sia?'”, Molcho disse, em entrevista à revista Billboard. Os três clipes foram uma trilogia, que será exibida nos Estados Unidos como um especial do canal pago Freeform.

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    Demi Lovato é abandonada no altar por astro de Grey’s Anatomy em novo clipe

    2 de dezembro de 2017 /

    A cantora Demi Lovato divulgou o clipe de “Tell Me You Love Me”, faixa-título de seu sexto álbum, lançado em outubro. O disco é repleto de músicas lentas e reflete a calmaria depressiva que se instala após o fim de namoros e problemas pessoais. No vídeo, Demi encena um romance com o ator Jesse Williams‬‬ (o Dr. Jackson Avery da série “Grey’s Anatomy”), desde o pedido de casamento até a caminhada ao altar, onde é abandonada, após ele perceber que a união não vai dar certo. O caminho até o final infeliz é pavimentado por brigas, discussões, desconfianças e pedidos de desculpas. Muitos pedidos de desculpas, que assumem tom confessional, injetando influência gospel na melodia de balada pop. “Eu tentei fazer o meu próprio ‘Stripped'”, disse ela, citando o disco da Christina Aguilera de 2002. “Estou solteira, tenho 25 anos, vivendo sozinha, quis escrever sobre isso”, explicou. A direção é de Mark Pellington, que já tinha deixado Demi sozinha no vídeo de “Skyscraper”, há seis anos, mas é mais conhecido por seu trabalho como cineasta. Neste ano, ele assinou a comédia indie “A Última Palavra”, que juntou a veterana Shirley MacLaine com Amanda Seyfried. Seu próximo filme é o drama “Nostalgia”, estrelado por Jon Hamm e Bruce Dern, que estreia em fevereiro nos Estados Unidos.

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    Produção do filme do Queen é interrompida em meio a sumiço do diretor

    2 de dezembro de 2017 /

    A Fox suspendeu as filmagens de “Bohemian Rhapsody”, o filme sobre a banda Queen, devido a um problema envolvendo o diretor Bryan Singer (“X-Men”). Em comunicado oficial, o estúdio informa apenas que o diretor ficou inesperadamente indisponível. “A Twentieth Century Fox interrompeu temporariamente a produção em ‘Bohemian Rhapsody’ devido à indisponibilidade inesperada de Bryan Singer”, diz a nota veiculada na sexta-feira (1/12). Um representante do diretor completou a informação, alegando que o desaparecimento do diretor era devido a “uma questão de saúde pessoal de Bryan e sua família. Bryan espera voltar a trabalhar no filme logo após os feriados de fim de ano”. O site Deadline apurou que a produção vem enfrentando problemas há algum tempo. A interrupção atual não seria a primeira. Segundo fontes ouvidas pelo site, o filme teve outras pausas, porque o diretor tem desaparecido. Já o Hollywood Reporter afirma que ele não aparece no set desde o feriadão do Dia de Ação de Graças. O estúdio não confirmou oficialmente em que ponto estão as filmagens, mas há boatos de discussões com os integrantes da banda, que são produtores da cinebiografia, a respeito da contratação de um substituto para terminar o longa. Fontes informaram ao Deadline que a Fox prefere aguardar, porque faltariam apenas cerca de duas semanas para completar a fotografia principal. Se outra pessoa fosse trazida, precisaria terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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    Brasil é o único país do mundo em que a nova animação da Pixar não vai se chamar Coco

    1 de dezembro de 2017 /

    Os tradutores brasileiros de títulos de cinema são os mais criativos do mundo. Se fosse preciso mais uma prova disso, a renomeação do nova animação da Pixar tornou-se um caso histórico. Afinal, o Brasil é o único país do mundo em que “Coco” terá título diferente do original. A obra que necessita de apenas uma palavra para ser divulgada no resto do planeta, aqui virou “Viva – A Vida É uma Festa”, um título de seis palavras e um hífen, que exemplifica o esforço enorme dos profissionais do setor para demonstrar serviço. De acordo com um artigo publicado na versão em espanhol do site BuzzFeed, o motivo de o título nacional ser diferente estaria ligado à semelhança da palavra “Coco” com “cocô”. Claro que ninguém faz esta confusão quando vai à feira comprar cocos, mas o Brasil é aquele país estranho em que os filmes são lançados com o subtítulo “O Filme” para o público não se confundir e achar que vai ler um livro no cinema. Procurada pelo jornal O Globo, a Disney disse que “prefere não comentar a escolha de título dos filmes”. Mas se deve comentar, sim, porque as traduções criativas vem irritando bastante o público brasileiro, a ponto de petições online terem sido criadas para pedir correções nos nomes de alguns lançamentos, sem sucesso. Entre os casos mais recentes, estão “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, que mudou totalmente o subtítulo de “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales”, e “Jurassic World: O Reino Está Ameaçado”, que incluiu um verbo no original “Jurassic World: Fallen Kingdom”. Mas há exemplos que vão além do ridículo para se tornarem patéticos, como “The Avengers: Os Vingadores”. Curiosamente, três dos exemplos citados são do estúdio que prefere não comentar. “Coco” estreia como “Viva – A Vida É uma Festa” apenas em janeiro. E, por sinal, o Brasil será um dos últimos países do mundo a receber o lançamento, que hoje já é sucesso mundial.

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    Roteirista de A Múmia acusa produtor mais bem-sucedido do hip-hop de estupro

    1 de dezembro de 2017 /

    Um dos produtores mais influentes do mundo do hip-hop americano, Russell Simmons, foi acusado de estupro pela roteirista Jenny Lumet (“O Casamento de Rachel”, “A Múmia”), filha do famoso cineasta Sidney Lumet. Ela assinou uma coluna na revista The Hollywood Reporter em que afirma, com muitos detalhes, ter sido estuprada por Simmons em 1991, aos 24 anos. É a segunda denúncia de abuso sexual contra o produtor. No começo do mês, ele negou a denúncia da modelo Claussen Khalighi, que alegava também ter sido atacada em 1991, quando tinha 17 anos. Diante da repercussão negativa, com vários cancelamentos de negócios, Simmons anunciou na quinta-feira (30/11) sua aposentadoria. Simmons é, disparado, o empresário mais bem-sucedido do hip-hop. O que começou com festas de bairro em Nova York no final dos anos 1970 explodiu após ele assumir o gerenciamento da carreira de seu irmão Joseph Simmons, mais conhecido como o Run da banda Run-DMC. O estouro da gravação de “Walk This Way”, primeiro rap exibido na MTV em 1986, foi o empurrão que faltava para dar visibilidade a seu primeiro grande investimento, uma gravadora chamada Def Jam Recordings, que revolucionou o nascente gênero musical ao revelar Beastie Boys, LL Cool J e Public Enemy na década de 1980. Mas não ficou nisso. Nos anos seguintes, a gravadora ainda revelaria Kanye West, Jay-Z e Rihanna. Ele também criou as grifes de moda Phat Farm e Tantris. E virou produtor de cinema em 1985, ao lançar “Krush Groove”, um musical de hip-hop estrelado por Run-DMC, Fat Boys, New Edition, Kurtis Blow, Sheila E e os Beastie Boys. O filme seguinte, “Tougher Than Leather” (1988), só com o Run-DMC, inaugurou sua produtora cinematográfica, Def Pictures. Jenny Lumet iniciou a carreira como atriz neste filme. O produtor encontrou ainda mais sucesso ao se voltar às comédias, como o longa “O Professor Aloprado” (1996) e o programa humorístico “Def Comedy Jam”, exibido pela HBO desde 1992. O sucesso da atração televisiva deu origem a diversos especiais de humor e stand-up no canal pago americano. Após a nova denúncia, a HBO emitiu um comunicado anunciando que tiraria o nome de Simmons dos programas e que não faria mais projetos com ele. O empresário negou as acusações, mas explicou que acredita que as recentes revelações de casos de abuso e assédio sexual por parte de celebridades masculinas o fizeram refletir. “Embora jamais tenha sido violento, frequentemente não mostrei consideração e sensibilidade em muitas de minhas relações ao longo dos anos, e me desculpo sinceramente”, ele disse, em comunicado. “As vozes dos que não têm voz, os que foram feridos ou degradados, merecem ser escutadas. Quando os cenários do poder abrem caminho a uma nova geração, não desejo ser uma distração, assim me retiro dos negócios que criei”, completou. A inclusão de Simmons nos escândalos sexuais que abalam a indústria do entretenimento também deve cancelar a produção de um filme sobre história da gravadora Def Jam, que estava em desenvolvimento na Fox. Inspirado no livro “Life and Def: Sex Drugs Money + God”, biografia de Simmons escrita por Nelson George (consultor da série “The Get Down”), o filme tinha roteiro de Kenya Barris, criador da série “Black-ish”.

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    Cena de A Escolha Perfeita 3 mostra as Bellas conhecendo novos rivais

    28 de novembro de 2017 /

    A Universal divulgou uma cena de “A Escolha Perfeita 3”, que mostra as Bellas conhecendo os rivais de sua última competição. A continuação vai mostrar que a vida após a escola não foi como as integrantes do coral Barden Bellas sonhavam, o que as leva a tentar retomar a carreira musical. Mas para isso precisam voltar a vencer uma competição, desta vez contra bandas de verdade, que tocam instrumentos e têm composições próprias, visando entrar numa turnê para entreter as tropas americanas no exterior. Além da volta de Anna Kendrick (intérprete de Beca no filme), Rebel Wilson (Fat Amy), Ester Dean (Cynthia Rose), Chrissie Fit (Flo), Brittany Snow (Chloe), Anna Camp (Aubrey), Hana Mae Lee (Lilly) e Hailee Steinfeld (Emily), a prévia destaca a rivalidade das Bellas com uma banda liderada por Ruby Rose (“xXx: Reativado”). Elizabeth Banks (Gail) também retorna ao elenco, mas desta vez não dirige a produção. A direção está a cargo de Trish Sie (“Ela Dança, Eu Danço 5: Tudo ou Nada”) e o roteiro é novamente assinado por Kay Cannon, que escreveu toda a trilogia. “A Escolha Perfeita 3” estreia em 22 de dezembro nos Estados Unidos e “em breve” no Brasil.

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    Kristen Bell recebe famosos em festa natalina do novo clipe de Sia

    26 de novembro de 2017 /

    A cantora Sia divulgou o clipe de “Santa’s Coming for Us”, faixa de seu recém-lançado disco natalino “Everyday Is Christmas”. Apesar do título da música parecer história de terror, o vídeo mostra uma festa de Natal tradicional na casa de Kristen Bell. É a segunda festa natalina da atriz neste ano, após surtar na comédia “Perfeita É a Mãe 2“, atualmente em cartaz nos Estados Unidos e que estreia no Brasil em 21 de dezembro. Ela compartilha o clipe com Dax Shepard (“CHiPs”), seu marido na vida real, e vários convidados ilustres: as crianças Caleb McLaughlin (série “Stranger Things”), Sophia Lillis (“It – A Coisa”) e Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”) e os vovôs Henry Winkler (da série clássica “Happy Days”) e Susan Lucci (série “Devious Maids”). Decoração, roupas e sorrisos fixos são de um Natal idealizado, como uma reprise de “A Felicidade Não se Compra” (1946), mas sob a ótica revisionista do século 21. Imagine se, nos segregados anos 1940, uma família branca ia sorrir tanto com a invasão de um Papai Noel negro por sua chaminé. O simpático velhinho é interpretado por JB Smoove (série “Curb Your Enthusiasm”). O Natal de Sia tem direção de Marc Klasfeld, que já comandou outro festinha musical “clássica” no vídeo de “Last Friday Night”, de Katy Perry. Ele também assinou o clipe de “See You Again”, de Whiz Califa, trilha do filme “Velozes e Furiosos 7” (2015) e um dos vídeos mais vistos da história do YouTube.

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    Novo clipe do Ok Go é arte performática criada com centenas de impressoras e toneladas de papel

    26 de novembro de 2017 /

    Conhecida por clipes extremamente criativos, que combinam desafios de física, engenharia e artes plásticas, a banda OK Go volta a impressionar com o lançamento de “Obsession”. O vídeo foi criado, basicamente, com toneladas de papéis sulfite e 567 impressoras coloridas. O encantamento está na forma como a banda utiliza a tecnologia de impressão para criar uma obra de arte performática. Empilhadas num paredão ao fundo do quarteto, as impressoras começam a cuspir folhas de papel e não param. As folhas, que a princípio são brancas, logo ganham cores e sugerem formas. A geometria vira geografia. E a própria posição espacial dos artistas é colocada em cheque, quando eles começam a voar no estúdio, graças a arames de suspensão. Dirigido pelo cantor da banda, Damian Kulash Jr., e o artista plástico Yusuke Tanaka, o trabalho consumiu muito papel, que não foi desperdiçado. Um aviso informa que todo o material foi reciclado e o valor doado para o Greenpeace.

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    Última música de Chris Cornell ganha novo clipe com cenas do filme A Promessa

    25 de novembro de 2017 /

    A última música de Chris Cornell ganhou um novo clipe. “The Promise”, música-tema do filme “A Promessa”, foi relançada com o arranjo orquestral da produção cinematográfica, num vídeo que mescla imagens do cantor, dos bastidores da gravação e cenas do longa-metragem. O resultado é bombástico e emocional, em franco contraste à versão divulgada anteriormente, centrada no violão e na voz do cantor, num vídeo que ilustrava o drama atual dos refugiados. Compare os dois clipes abaixo. Estrelado por Christian Bale (“A Grande Aposta”), Oscar Issac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Charlotte Le Bon (“A Travessia”), “A Promessa” se passa durante os últimos dias do Império Otomano e da 1ª Guerra Mundial, e denuncia o extermínio da raça armênia. Bale interpreta um repórter da Associated Press que tenta registrar o massacre, que os turcos negam existir. O filme tem roteiro e direção de Terry George, que concorreu ao Oscar por outro filme sobre um genocídio histórico, “Hotel Ruanda” (2004), mas, apesar do tema de denúncia social, não empolgou. Ignorado no circuito dos festivais, os produtores apostam agora na música para conseguir figurar entre os indicados ao Oscar 2018. Cantor icônico da banda Soundgarden, Chris Cornell morreu logo após a estreia do filme nos cinemas, suicidando-se em maio deste ano.

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