Lion evita pieguice para contar história comovente e real, indicada ao Oscar 2017
Morador de uma favela da Índia, Saroo foi vítima de um acaso com desdobramentos verdadeiramente cinematográficos. Com somente cinco anos, perdeu-se da família, enquanto acompanhava o irmão mais velho durante uma noite em busca de pequenos serviços. Sozinho em uma estação de trem, acabou entrando em um vagão que o mandou a milhas de distância de sua casa, sendo posteriormente adotado por um casal de australianos. Essa história de recomeço em um novo lar foi relatada pelo próprio Saroo Brierley em seu livro “A Long Way Home”, no qual traçou seu processo de amadurecimento, sem esquecer por uma dia sequer a sua família de sangue, e a dor que foi sobreviver com a sua ausência. Portanto, a escolha do diretor estreante Garth Davis por dividir “Lion – Uma Jornada Para Casa” em dois tempos distintos provou-se importante para dar a dimensão da história. Na primeira metade da narrativa, recai sobre os ombros da adorável revelação Sunny Pawar carregar o filme nas costas, encarnando um Saroo que ainda é capaz de manter o brilho nos olhos mesmo trabalhando com o seu irmão Guddu (Abhishek Bharate) durante o dia para ter o que comer à noite. É uma realidade árdua, mas que não reduz a cumplicidade da família, composta também por sua mãe, Kamla (Priyanka Bose), e a sua irmã mais nova, Shekila (Khushi Solanki). Tendo codirigido o notável seriado “Top of the Lake” com Jane Campion, Garth Davis demonstra em “Lion” equilíbrio para narrar o deslocamento de seu protagonista, que, apesar de viver uma situação trágica, encontra a afetuosidade do amor incondicional expresso por duas mães, a biológica Kamla e a adotiva Sue (Nicole Kidman, em uma participação pequena e arrasadora). É especialmente importante o modo com que o cineasta acompanha o pequeno Saroo, com uma câmera que respeita a sua perspectiva de mundo, paciente no registro do desespero de uma criança, que vai de Khandwa para Calcutá, numa região de outra cultura e língua, em meio a armadilhas de adultos inescrupulosos. A barra também não é aliviada para o Saroo adulto, vivido por Dev Patel – totalmente maduro, quase uma década após o fenômeno de “Quem Quer Ser Um Milionário?” (2008). Mesmo ciente de sua nova vida privilegiada, ele é um homem que enfatiza para os seus pais adotivos a escolha que fizeram por alguém incapaz de se dissociar de seu próprio passado. Tinha tudo para ser mais uma melodrama piegas de Hollywood, mas, felizmente, a mão pesada dos irmãos Weinstein só é notada na conclusão, realizada ao som de “Never Give Up”, sucesso popular da cantora Sia. Mas vale observar que até a escolha da cantora está em plena sintonia com as raízes australianas da produção. Talvez por isso mesmo “Lion” consiga comover sem apelar, com as intenções mais nobres, e tenha obtido mais destaque do que muitos imaginariam na temporada de premiações, culminando na indicação a seis Oscars, inclusive ao troféu da Academia para Melhor Filme do ano.
Seu Jorge aparece como Pixinguinha nas primeiras fotos da cinebiografia
O cantor e ator Seu Jorge divulgou nas redes sociais as primeiras imagens do filme “Pixinguinha – Um Homem Carinhoso”, em que que vive o protagonista, um dos artistas mais importantes da música brasileira. Nas fotos, ele aparece ao lado da atriz Tais Araújo (“O Roubo da Taça”), que viverá a mulher do personagem, Beti. O longa vai priorizar o período dos anos 1940 e trará Seu Jorge tocando de verdade a flauta — uma das especialidades de Pixinguinha — para conferir credibilidade à representação do maestro, músico e compositor carioca. Seu Jorge já tem bastante experiência no cinema, tendo aparecido em clássicos modernos como “Cidade de Deus” (2002) e “Tropa de Elite 2” (2010), além de ter se destacado até em produções internacionais, como “A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004), de Wes Anderson, e no thriller “O Escapista” (2008), de Rupert Wyatt. Com lançamento previsto para outubro, a biografia de Pixinguinha vai marcar a estreia nos cinemas de Denise Saraceni, conhecida pela direção de novelas e séries da Globo. O roteiro foi escrito por Manuela Dias (“A Floresta Que Se Move”), com quem Saraceni trabalhou na minissérie “Ligações Perigosas”.
Cena do telefilme Britney Ever After mostra beijo de Britney Spears e Justin Timberlake
Casal-sensação da música pop nos anos 1990, Britney Spears e Justin Timberlake terão seu romance revivido no telefilme “Britney Ever After”. Uma cena divulgada pelo canal pago Lifetime registra o momento do primeiro beijo do casal, interpretado na telinha pela australiana Natasha Bassett (“Ave, César!”) e Nathan Keyes (“Ben 10: Invasão Alienígena”). A cantora não aprovou a produção, que vai mostrar a ascensão e a queda da princesinha do pop, desde seu começo no canal Disney, e incluindo os momentos de insanidade, como a ocasião em que raspou todo o cabelo. O elenco ainda inclui Nicole Oliver (série “Arrow”) e Matthew Harrison (“Uma Noite no Museu”) como os pais da cantora e Clayton Chitty (série “Fringe”) como o ex-marido, Kevin Federline. A direção é de Leslie Libman, que em 1990 comandou o clipe clássico das Bangles “Manic Monday” e hoje dirige séries como “Zoo”, “NCIS” e “The Vampire Diaries”. A estreia está marcada para o sábado, dia 18 de fevereiro nos EUA.
Will Smith canta tema de Um Maluco no Pedaço no trailer da série Carpool Karaoke
A série baseada no quadro “Carpool Karaoke” do talk show de James Corden ganhou um trailer que reúne diversas celebridades. Mas quem rouba a cena é Will Smith, cantando, ao lado de Corden, a música tema da série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), que lançou sua carreira de ator em 1990. A prévia mostra que a nova versão de “Carpool Karaoke” terá outros “apresentadores”, convidados a dirigir carros na companhia de cantores famosos. Mas a principal diferença em relação ao quadro televisivo é que nem todo episódio será restrito à mobilidade de um carro. Metallica, por exemplo, vai parar num mercadinho e é saudado por um vendedor que canta “Enter Sandman”, enquanto John Legend experimenta um chapelão ao estilo de Pharrell Williams e confessa que “mulheres brancas” o confundem com o outro cantor. Mas é novamente Will Smith quem arranca os sorrisos mais simpáticos ao inaugurar, com Corden, o próximo “nível” do Karaoke, cantando a bordo de um helicóptero “I Believe I Can Fly” sobre Los Angeles. Dentre as celebridades que aparecem destacam-se ainda Alicia Keys, Taraji P. Henson, Chelsea Handler, Blake Shelton, Ariana Grande, Seth Meyers, Michael Strahan e Jeff Gordon. A série “Carpool Karaoke” é uma das primeiras iniciativas da Apple para incluir programas baseados em vídeo no serviço de streaming Apple Music, que pelo nome deixa claro ter como foco o streaming musical. Além da atração de James Corden, a Apple encomendou uma série sobre aplicativos e seu primeiro drama ficcional, “Vital Signs”, baseada na vida do rapper Dr. Dre – que já foi parcialmente contada no filme “Straight Outt Compton – A História do NWA” (2015). Ainda não há previsão de estreia para nenhum desses programas.
Cinebiografia do rapper Tupac Shakur ganha novo trailer
A Morgan Creek Productions divulgou um novo trailer de “All Eyez on Me”, cinebiografia do rapper Tupac Shakur. A prévia é acompanhada por conselhos da mãe do rapper, interpretada por Danai Gurira (Michonne na série “The Walking Dead”), e só registra uma frase do intérprete de Tupac, o ator Demetrius Shipp Jr., novato que participou do reality “#unlock’d” e conseguiu o papel devido à semelhança física. O elenco também destaca Kat Graham (série “The Vampire Diaries”) como a atriz Jada Pinkett, Dominic L. Santana (“Noite Infernal”) como Suge Knight, dono da Death Row Records, e Jamal Woolard, repetindo o papel do rapper Notorious B.I.G. que interpretou na cinebiografia “Notorius” (2009). A produção pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas também no passado de militância de sua mãe, sua prisão e sua rivalidade com Notorious B.I.G., que levou à sua morte em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio. U Desde sua morte, Tupac se tornou um ícone, aparecendo em diversos produtos e inspirando teorias de conspiração sobre ter sobrevivido ao atentado contra sua vida. Assim como Elvis, ele também estaria vivo – e gravando, como mostram os diversos discos póstumos que continuam a ser lançados. Com direção de Benny Boom, que tem uma carreira destacada como diretor de videoclipes e comerciais, “All Eyez on Me” estreia em 16 de junho nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.
John Legend, Justin Timberlake e Sting vão cantar no Oscar 2017
Os cantores John Legend, Justin Timberlake, Sting e Lin-Manuel Miranda vão interpretar as cinco músicas que concorrem ao Oscar 2017 de Melhor Canção Original durante a cerimônia de premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Timberlake vai apresentar o hit “Can’t Stop the Feeling”, da animação “Trollls”, Sting interpretará “The Empty Chair” de “Jim: The James Foley Story” e Lin-Manuel Miranda dividirá com a jovem Auli’i Cravalho, dubladora da personagem-título de “Moana”, a música-tema da animação, “How Far I’ll Go”. Isto significa que apenas as duas músicas da trilha de “La La Land”, “City of Stars” e “Audition (The Fools Who Dream)”, não serão interpretadas por quem as cantou no cinema. Ryan Gosling e Emma Stone serão substituídos na cerimônia por John Legend, que faz parte do elenco do filme. Legend, por sinal, já tem um Oscar de Melhor Canção, por “Selma” (2014). Entretanto, ele não é autor das músicas de “La La Land”. Sua canção na trilha do filme, “Start a Fire,” não foi indicada. O Oscar 2017 vai acontecer na noite de 26 de fevereiro em Los Angeles, com exibição no Brasil pelo canal pago TNT. Até o momento, a Globo não definiu se transmitirá a premiação ao vivo, já que neste ano a cerimônia coincidirá com sua cobertura do Carnaval.
Novo clipe de Katy Perry é estrelado por um hamster
Sem lançar clipes desde “Rise”, tema da Olimpíada do Rio na TV americana, Katy Perry divulgou o “lyric video” de “Chained to the Rhythm”, uma apresentação oficial, mas que não é o vídeo definitivo. Quem estrela a criação é um hamster. Quarto clipe da cantora dirigido pela australiana Aya Tanimura, o vídeo ilustra a chatice da vida de um hamster, mostrando-o vendo TV, enquanto mãos gigantes preparam comida num fogão em miniatura. A missão é muito bem cumprida, porque o vídeo é um tédio só. A música é melhor que o clipe, misturando pop e reggae, mas também não tem muito a cara de Katy Perry. Soa como as músicas da compositora, Sia. Há ainda uma pequena participação vocal de Skip Marley, neto de Bob Marley.
Berlim: Django abre o festival em ritmo de jazz e política
O Festival de Berlim 2017 deu a largada em sua maratona de cinema nesta quinta (9/2), em clima de jazz, afinação política e sob aplausos contidos, com a exibição de “Django”. O filme de abertura, dirigido pelo estreante Etienne Comar, conta a história do lendário guitarrista de jazz Django Reinhardt (1910-1953), belga de origem cigana (interpretado pelo ator francês de origem argelina Reda Kateb), que fugiu dos nazistas na 2ª Guerra Mundial, durante a ocupação da França pelos nazistas. Segundo o diretor do Festival de Berlim, Dieter Kosslick, o “perigo constante, a fuga e as atrocidades cometidas contra sua família não foram capazes de fazê-lo parar de tocar”. Apesar de estreante, Comar é um conhecido roteirista e produtor de obras como “Homens e Deuses” (2010), “Timbuktu” (2014) e “Meu Rei” (2015). Ele conheceu o trabalho de Django Reinhardt por intermédio de seu pai, fã do músico, que foi grande inovador e vanguardista musical. “Procurei evitar o modelo tradicional de cinebiografia, daqueles que cobrem todo o período da vida de um personagem, para me concentrar nessa janela de tempo bastante específica, em que a música adquire um papel importante na tomada de consciência política de Django. Ao mesmo tempo, quis fazer um paralelo entre a tragédia dos refugiados de guerra da época e os refugiados de hoje”. Os paralelos são, de fato, evidentes. Há fortes conexões entre o nazismo e alguns dos temas mais polêmicos no debate político atual, que incluem, obviamente, a crise dos refugiados do Oriente Médio e a proibição de entrada nos EUA de cidadãos de sete países específicos. “Eu queria mostrar um músico em um período complexo da história”, explicou o diretor. “E enquanto tomava esta via, percebi que havia muitos paralelos – refugiados, a maneira que você pode proibir pessoas de viajar…” Comar acrescentou que o tema do filme recai sobre a liberdade que a arte, no caso a música, pode proporcionar durante a repressão, e justamente por conta disso é a primeira coisa a ser atacada por regimes totalitários e terroristas. “Não é nenhum segredo que a propaganda nazista tentou criar regras para conter o jazz, que misturava todos os tipos de culturas diferentes”, disse ele. “Promotores da pureza, os nazistas discriminavam o jazz por ser um gênero nascido de uma mistura de diferentes culturas, em especial daquela desenvolvida por descendentes de negros africanos nos EUA, e por isso considerada arte degenerada. Espero que a mensagem seja entendida”. O cineasta ainda ressaltou a importância da arte em períodos tumultuados. “Declarações nem sempre funcionam. Mas quando se faz isso através da arte, o resultado é muito impressionante”, acrescentou. A crítica internacional, porém, não achou a estreia de Comar tão impressionante assim. Com mais boas intenções que conteúdo, não deve ameaçar os principais concorrentes do Leão de Ouro. “Django” faz parte da competição oficial do festival, que inclui o brasileiro “Joaquim”, cinebiografia de Tiradentes dirigida por Marcelo Gomes. Além deste, outros sete longa-metragens brasileiros serão exibidos na programação da Berlinale 2017, nas mostras Panorama, Geração e Fórum: o documentário “No Intenso Agora”, de João Moreira Salles, e as ficções “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, “Vazante”, de Daniela Thomas, “Pendular”, de Júlia Murat, “Mulher do Pai”, de Cristiane Oliveira, “As Duas Irenes”, de Fábio Meira, e “Rifle”, de Davi Pretto, que foi a última adição do evento. O Festival de Berlim acontece até o dia 19 de fevereiro na capital alemã.
Cookie bota pra quebrar no comercial da midseason de Empire
A Fox divulgou o comercial da midseason de “Empire” durante o intervalo do Super Bowl. A prévia bota pra quebrar. Literalmente. Com Cookie, a personagem de Taraji P. Henson, brandindo um taco de beisebol no escritório de Lucious, o marido empresário vivido por Terrence Howard. Quadros, fotos, prêmios e o próprio Lucious sentem o que é viver num clipe de Beyoncé, ao som do clássico “What Is Love?”, de Haddaway. É justo, já que a série aborda os bastidores da indústria fonográfica. A segunda metade da 3ª temporada de “Empire” começa em 22 de março nos EUA, e a sinopse avisa: “A batalha entre Lucious e Cookie explodirá na maior guerra de todas”. A série já foi renovada para sua 4ª temporada.
Veja o trailer de um novo documentário musical e esportivo produzido por David Byrne
A Oscilloscope, produtora indie criada pelo falecido Beastie Boy Adam Yauch, divulgou o trailer do documentário “Contemporary Color”. O filme é dedicado ao obscuro mundo dos giros de bandeiras sincronizadas, que não é um esporte olímpico, mas costuma ser visto nas aberturas das Olimpíadas. Por sinal, a coreografia concebida para o filme lembra uma mini-olimpíada. A prévia mostra a preparação e a execução de um espetáculo de dança com bandeiras coloridas, como acompanhamento de um show de pop/rock com vários artistas, entre os quais se destacam os cantores David Byrne, St. Vincent, Nelly Furtado, Devonte Hynes, Zola Jesus e o Beastie Boy Ad-Rock. O show foi concebido por Byrne e realizado no verão de 2015 no Barclays Center do Brooklyn, juntando 10 equipes diferentes de “color guard” (os guarda-bandeiras ginastas) dos EUA e Canadá. O músico também é produtor do filme. Com direção dos irmãos Bill Ross IV e Turner Ross, cinematógrafos do documentário indicado ao Oscar 2017 “Eu Não Sou Negro”, o filme teve première no Festival de Cinema Tribeca do ano passado, onde levou dois prêmios de júri para Melhor Edição e Melhor Cinematografia. A estreia está marcada para 1 de março nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.
Mariah Carey queima seu vestido de noiva de US$ 250 milhões em novo clipe
A cantora Mariah Carey resolveu aproveitar o novo clipe para se desfazer de seu vestido de noiva, após o súbito rompimento de seu ex-noivo milionário James Packer no ano passado. No vídeo de “I Don’t”, a cantora aparece jogando o vestido em uma fogueira. O site TMZ foi investigar e constatou que realmente é a peça da grife Valentino que ela usaria no casamento com Packer. O valor do vestido é US$ 250 milhões, o que torna o clipe, brega no último, um dos mais caros de todos os tempos. O casal estava junto desde 2015, num namoro que começou pouco depois do fim do casamento da cantora com o empresário Nick Cannon, com quem tem dois filhos. O final abrupto da relação, na véspera do casamento, teria sido incentivado pela igreja da Cientologia, segundo apurou o jornal New York Post na ocasião. Packer é cientólogo e teria recebido “ordem” de terminar com Carey. Já fontes próximas a Packer asseguram que a separação não teve nada a ver com a cientologia, e sim com os gastos excessivos e o drama eterno em torno de Mariah. As versões convergem na questão da exposição que o reality show “Mariah’s World” traria para a vida íntima do empresário. A Cientologia é avessa a qualquer exposição, fazendo questão de manter suas práticas um segredo só conhecido por seus membros. O reality poderia escancarar alguns hábitos. O milionário australiano recentemente entrou na indústria cinematográfica, criando uma produtora muito bem-sucedida, a RatPack Entertaiment, em parceria com o diretor Brett Ratner em 2012. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment, começando seus negócios com os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Aliança do Crime” (2015) e “O Regresso” (2015).
Zayn também divulga versão solo e acústica da música de Cinquenta Tons Mais Escuros
Depois de Taylor Swift, Zayn Malik também divulgou sua versão solo e acústica da música “I Don’t Wanna Live Forever”, que integra a trilha de “Cinquenta Tons Mais Escuros”. E, diferente de Taylor, postou a gravação na íntegra, num vídeo de estúdio em sua página no YouTube. Curiosamente, sua versão tem menos cacoete de boy band que a gravação original, feita como dueto. A cantoria acústica do ex-One Direction reflete mais o clima depressivo do clipe oficial, com voz tremida e muita sofrência. Qual versão o público vai achar que ficou melhor?
Taylor Swift divulga versão solo e acústica da música de Cinquenta Tons Mais Escuros
Taylor Swift divulgou em sua página no YouTube um vídeo em que ensaia uma versão acústica de “I Don’t Wanna Live Forever”, sua parceria com Zayn Malik para a trilha sonora de “Cinquenta Tons Mais Escuros”. Trata-se de uma prévia de sua apresentação no chamado “pré-show” do Super Bowl neste sábado (4/2), um dia antes do grande evento (a final do campeonato de futebol americano), que terá a presença de Lady Gaga. Confira abaixo como a música fica ao violão e sem a voz de Zayn.












