Bastille grava cover de Green Day para a trilha da série The Tick. Ouça como ficou
A banda Bastille gravou um cover de “Basket Case”, grande sucesso do Green Day, para a trilha da série “The Tick”. A música foi disponibilizada no YouTube, ouça abaixo. Com arranjo orquestral, ficou bem diferente do original. Para lembrar, reveja também o clipe de 1994, dirigido por Mark Kohr, responsável pela maioria dos vídeos do Green Day nos anos 1990. “The Tick” é uma série de comédia inspirada pelos quadrinhos de Ben Edlund, que tinha 20 anos quando criou o personagem em 1988. O herói que se disfarça de carrapato azul surgiu como paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também teve série anterior com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. A nova versão traz o ator Peter Serafinowicz (“Guardiões da Galáxia”) no papel-título e alguns coadjuvantes importantes dos quadrinhos, como Superian (Brendan Hines, da série “Scorpion”) e Arthur (Griffin Newman, da série “Vinyl”). A trama gira em torno de Arthur Everest, um contador sem nem um tipo de superpoder, que se envolve numa conspiração ao descobrir que a cidade em que vive é controlada por um supervilão. Em sua jornada, ele acaba se aliando ao estranho super-herói chamado de o Tick. Assim como as anteriores, a série foi desenvolvida pelo criador do personagem, Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). Ela será disponibilizada em duas partes. Os seis primeiros episódios de “The Tick” chegam no serviço de streaming Amazon Prime em 25 de agosto, enquanto a segunda metade da 1ª temporada é esperada para o começo de 2018.
Novo clipe destaca fase “bem comportada” de Miley Cyrus
A cantora e atriz Miley Cyrus divulgou um novo clipe de seu próximo álbum. A música tem o título do disco, “Younger Now”, e entrega a contradição inerente em sua concepção – como se fosse possível ficar mais jovem com a passagem do tempo. A ideia por trás da premissa é expressa numa Miley mais comportada, que retoma suas raízes na música country e até contracena com uma boneca fantoche, um ato infantil – e a boneca ainda lembra Hannah Montana. Como ela era antes, mais jovem. O clipe também contrapõe crianças e dançarinas envelhecidas, algumas em drag, refletindo que o tempo realmente não para, o amadurecimento é inevitável, mas, por outro lado, o conservadorismo não é determinismo biológico. É importante, neste caso, atentar para a flagrante estética gay da produção, com drag queens e drag kings. A própria cantora assume a persona masculina do king em drag Elvis Presley durante boa parte do vídeo. Musicalmente, o neocountry de Miley é um neon country, com arranjo sintetizado que evoca os anos 1980 e, no cruzamento de influências, acaba soando como a banda The Killers. O vídeo é o segundo clipe do novo álbum, após
Crossover das séries Empire e Star ganha vídeo musical
A Fox divulgou um vídeo que junta os elencos de “Empire” e “Star”, para promover o crossover das séries musicais. O vídeo começa com o trio feminino liderado por Star (Jude Demorest) cantando uma música popularizada na série “Empire”, para em seguida se ver no meio de uma festa da gravadora que dá título à outra produção, puxadas para dançar pelos cantores da faixa original, Jamal (Jussie Smollett) e Hakeem (Bryshere Y. Gray). “You’re So Beautiful” é um dos grandes sucesso da trilha de “Empire”, lançada ainda na 1ª temporada da atração durante uma festa. O clima positivo da primeira versão (também disponível abaixo) é recriado no novo vídeo, mas com mais cores e direito ao encontro nos bastidores de Carlotta (Queen Latifah) e Cookie (Taraji P. Henson), e Lucious (Terrence Howard) e Jahil (Benjamin Bratt). Ambas as séries foram criadas e são produzidas pelo cineasta Lee Daniels (“O Mordomo da Casa Branca”) em parceria com a 20th Century Fox TV. Os novos episódios dos dois programas estreiam em 27 de setembro nos Estados Unidos, com exibição sequencial.
Clipe de Jay-Z que parodia a série Friends chega ao YouTube
O rapper Jay-Z liberou no YouTube seu clipe de “Moonlight”, que na verdade é remake de um episódio da série “Friends”. A única diferença é que quem interpreta os papéis são atores negros: Issa Rae (série “Insecure”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Tiffany Haddish (“Girls Trip”), Jerrod Carmichael (série “The Carmichael Show”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Lakeith Stanfield (“Snowden”). Lançado há uma semana com exclusividade na plataforma Tidal, de propriedade do próprio Jay-Z, o clipe agora chega ao resto da internet. Ele recria o começo de um episódio de “Friends” usando diálogos extraídos de um capítulo real da 3ª temporada: “The One Where No One’s Ready”. Um detalhe curioso é que, quando finalmente toca uma música, durante a cena que imita a abertura de “Friends”, ela não é de Jay-Z, mas do trio clássico de rap Whodini. A música que justifica o clipe, na verdade, só aparece após 4 minutos e meio e dura menos de 2 minutos. E quando ela termina, vem a melhor piada de todo o vídeo: um áudio da cerimônia de premiação do Oscar 2017, que anuncia a vitória de “La La Land” sob aplausos esfuziantes, ao mesmo tempo em que o nome da música ocupa a tela: “Moonlight”. O clipe/sitcom foi dirigido por Alan Yang (criador da série “Master of None”). Confira e compare, logo abaixo, ao trecho de “Friends” que inspirou a produção. E, de quebra, um vídeo da música “Friends”, do Whodini, gravado em 1984.
Clipe romântico vira alvo de racismo e ameaças de morte no YouTube
A cantora norueguesa Sophie Elise, de 22 anos, passou a receber ameaças de mortes, ataques racistas e promessas de violação sexual após gravar o clipe de “All Your Friends”, que acompanha sua nova balada pop descartável. Tudo porque, no vídeo romântico, aparece namorando um jovem negro, interpretado pelo ator Kingsford Siayor, de origem ganesa. O conteúdo ofensivo ocupou praticamente toda a área de comentários do vídeo no YouTube. Em entrevista para a BBC, ela revelou que teme pela própria vida e tem evitado sair de casa. E a paranoia reflete o fato de que “apesar de estarmos em 2017, esse tipo de coisa ainda acontece”. “Eu sou uma pessoa pública na Noruega há cerca de seis anos, então estou acostumada a receber comentários odiosos”, disse Sophie. “Mas eu realmente não achei que as pessoas se importariam com a cor do cara que fez o vídeo comigo. Tem muito ódio rolando, é a coisa mais brutal que já vi em minha vida”. Sophie mantém o vídeo no ar, mas fechou seu canal para comentários. Veja abaixo o clipe água com açúcar que despertou as bestas-feras.
Todd Haynes prepara documentário sobre a banda Velvet Underground
O próximo filme de Todd Haynes marcará uma progressão na carreira do cineasta, da ficção para a realidade. Duas décadas após lançar “Velvet Goldmine” (1998), filme sobre artistas fictícios do rock glam, gênero influenciado por Lou Reed, entre outros, ele vai filmar um documentário sobre a pioneira banda Velvet Underground, liderada por Lou Reed nos anos 1960. Ainda sem título, o projeto será o primeiro documentário do diretor, e marcará os 50 anos de lançamento do álbum de estreia do Velvet Underground – “The Velvet Underground and Nico”, com capa exclusiva do artista plástico Andy Warhol. O anúncio foi feito durante a participação de Haynes no Festival de Locarno, onde está sendo homenageado pelas realizações de sua carreira. Em entrevista para a revista Variety, o diretor revelou as dificuldades previstas em sua empreitada, descrendo o documentário como “desafiador”, diante da escassez de registros visuais sobre o grupo. Ele confirmou que irá usar os filmes experimentais de Andy Warhol, que registrou performances da banda, além de outros momentos de seus integrantes, e se disse ansioso pela “emoção da pesquisa e montagem visual”. Haynes também pretende incluir entrevistas dos membros sobreviventes da banda e de seus contemporâneos dos anos 1960. Ele também revelou que, paralelamente a este projeto, está preparando uma minissérie para a Amazon sobre “uma figura intensamente importante e de imensa influência histórica e cultural”, sem dar maiores detalhes.
Música de Guardiões da Galáxia Vol. 3 ganha clipe com David Hasselhoff e elenco do filme
A música “Inferno”, gravada pelo ator David Hasselhoff para a trilha sonora de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, ganhou um clipe. Hasselhoff tem um pequeno papel no filme, o que explica – sem dar maiores spoilers – porque “Inferno” toca durante os créditos finais. A música é creditada à banda fictícia Sneepers, inventada pelo diretor James Gunn e o compositor Tyler Bates. Gunn, por sinal, aparece como baterista no clipe, com costelas gigantes. Além dele, alguns dos Guardiões da Galáxia também aparecem em cena, dançando com roupas e perucas do começo dos anos 1980. Karen Gillan, Zoe Saldana e Pom Klementieff roubam a cena, mostrando que são muito mais atraentes sem as maquiagens alienígenas do filme. Já o contrário pode ser dito para Dave Bautista, que encontrou uma peruca terrível para usar. Nem todos são fáceis de identificar, e não é porque estão disfarçados de robô, como Chris Pratt. O clipe tem uma estética de VHS e recria o clima espacial dos últimos dias da discoteca. O detalhe é que não é James Gunn quem assina sua direção. A façanha coube a David Yarovesky (do terror B “A Colmeia”). O vídeo musical foi concebido como extra do Blu-ray de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, que chega às lojas em 22 de agosto, pouco mais de três meses após o lançamento nos cinemas. Tem até pôster e vídeo de bastidores para acompanhar, veja abaixo. .@DavidHasselhoff goes BTS of "Inferno."Pre-Order #GotGVol2 & get it Tuesday with Extras including the music video!https://t.co/4e52tg8sFH pic.twitter.com/uJdHtCQM1L — iTunes Movies (@iTunesMovies) August 6, 2017
Mahershala Ali treina boxe no novo clipe de Jay-Z
O rapper Jay-Z liberou no YouTube o clipe de “Adnis”, que tinha sido divulgado com exclusividade no Tidal no último fim de semana. O clipe é estrelado por Mahershala Ali, vencedor do Oscar 2017 de Melhor Ator Coadjuvante por “Moonlight”. Ele aparece em preto e branco, treinando como um lutador de boxe. O suor se junta à expressões que sugerem uma luta contra seus próprios demônios pessoais. Além de Ali, Danny Glover (“Máquina Mortífera”) também participa do vídeo, de bengala e à distância, como veterano que já lutou suas próprias batalhas. A direção é do cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”) em sua quarta parceria com o rapper, após os clipes de “99 Problems”, “Picasso Baby” e a recente animação “The Story of O.J.”.
Novo clipe de Jay-Z recria a abertura de Friends com atores negros
O rapper Jay-Z liberou um novo clipe oficial de seu disco mais recente, “4:44”. A faixa se chama “Moonlight” e inclui uma recriação da abertura da série “Friends”. O detalhe é que quem interpreta os papéis são atores negros: Issa Rae (série “Insecure”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Tiffany Haddish (“Girls Trip”), Jerrod Carmichael (série “The Carmichael Show”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Lakeith Stanfield (“Snowden”). O clipe de “Moonlight”, porém, foi disponibilizado com exclusividade na plataforma Tidal, de propriedade de Jay-Z, que só dá acesso para assinantes. Mas Alan Yang (criador da série “Master of None”), que assina sua direção, publicou um trecho nas redes sociais, que pode ser visto abaixo. Ele também avisou que o vídeo será lançado nas demais plataformas em uma semana. Confira abaixo, sem som. Detalhe: após a abertura, o vídeo imita o começo de um episódio, usando diálogos extraídos de um capítulo real da 3ª temporada de “Friends”, “The One Where No One’s Ready”. I directed a music video for Jay-Z. It's called Moonlight. Available on Tidal now and everywhere in a week. pic.twitter.com/UkLfo7g2f2 — Alan Yang (@AlanMYang) August 4, 2017
Garbage lança clipe com estética gótica, repressão, sangue e o apocalipse
A banda Garbage assumiu a estética sombria do rock gótico – e a influência poética de Patti Smith – no clipe de sua nova música “No Horses”, que traz Shirley Manson vestida de noviça diabólica para lavar os pés dos demais integrantes da banda com água ensanguentada. Entre as frases da música, que prometem a chegada do apocalipse, ainda intercalam-se cenas de protestos, em que passeatas por direitos humanos são duramente reprimidas por tropas de choque da polícia. O sangue que escorre, porém, vai ajudar aos que precisam. Todos os lucros obtidos com os downloads da faixa serão doados à Cruz Vermelha Internacional. A inspiração, segundo o guitarrista Butch Vig, foram os Estados Unidos de Donald Trump. O clipe foi dirigido por Scott Stuckey, que já tinha feito o vídeo da música “Magnetized” para a banda, no ano passado, e está em processo de finalizar três documentários sobre o roqueiro paraplégico Vic Chestnutt (1964-2009).
Alexandra Daddario estrela clipe da banda White Reaper
A novo clipe da banda americana White Reaper traz a atriz Alexandra Daddario (“Baywatch”) de guitarra em punho e pose de roqueira, imitando o cantor Tony Esposito diante de um microfone enfeitado por uma bandeira americana. Embora as guitarras namorem o Van Halen dos anos 1980, a melodia é power pop e a letra se resume à descrever a paixão por uma garota de jeans rasgado, a “Judy French” do título, cujo nome nunca é evocado na canção. A música faz parte do segundo álbum da banda, “The World’s Best American Band”. E é este título que justifica o patriotismo do microfone. A direção do vídeo é de Brandon Dermer, que já gravou clipes de Panic! At The Disco, Major Lazer e Wavves, e assina a direção dos episódios da nova série de comédia “What Would Diplo Do?”, em que James Van Der Beek interpreta uma versão maluca do DJ e produtor Diplo (Major Lazer).
Luke Evans e Jemima Kirke estrelam novos clipes de Mick Jagger
Mick Jagger lançou dois clipes de surpresa para músicas inéditas com participações de atores famosos. “England Lost” e “Gotta Get A Grip” são descritas pelo cantor como respostas urgentes para a “confusão e frustração com os tempos em que vivemos”. Ele teria começado a compor as músicas em abril e decidiu lançá-las antes de ter mais material para um disco. As músicas, de fato, parecem mais esboços que canções acabadas, com paradas súbitas e melodias interrompidas. Mas têm uma pegada dançante e uma energia que não parecem vir de um senhor septuagenário. “England Lost” é especialmente contagiante. O clipe desta canção traz o ator Luke Evans (“A Bela e a Fera”) fugindo de tudo e todos ao seu redor, ao perceber que vive em meio a conspiradores. O figurino e o clima paranoico, filmado em preto e branco, que registra o pânico crescente de Evans e a noção de que se encontra cercado e sem saída, remete à “Vampiro de Almas” (1956). A letra poderia ser bobinha, sobre quando Mick Jagger foi ver uma partida de futebol sob a chuva e ficou encharcado só para ver a seleção da Inglaterra perder. Mas ele leva adiante a metáfora boleira, criando paralelos com o Brexit para falar sobre como a Inglaterra se perdeu. Já o clipe de “Gotta Get A Grip” traz Jemima Kirke (série “Girls”) farreando além da conta, numa noitada que descamba para a violência, quando os corpos suados querem avançar pela área VIP ou usar o banheiro ocupado. Na letra, Jagger descreve um mundo de cabeça para baixo, em que ninguém fala a verdade e os corruptos estão no poder. Ambos os vídeos foram dirigidos por Saam Farahmand, que o jornal The Guardian já chamou de “um dos mais talentosos diretores de clipes de sua geração”. Os trabalhos que renderam esse elogio incluem vídeos para as bandas The xx, Klaxons, Soulwax e The Last Shadow Puppets.
Clipe de Despacito se torna primeiro vídeo com 3 bilhões de visualizações no YouTube
Durou pouco o recorde de Wiz Khalifa com o clipe de “See You Again”, da trilha do filme “Velozes e Furiosos 7”. No mês passado, o vídeo se tornou o mais visto da história do YouTube, com quase 2,9 bilhões de visualizações. Mas em poucos dias outro clipe emparelhou sua marca. Finalmente, na sexta (4/8), o vídeo da música “Despacito” se tornou o primeiro a ter 3 bilhões de visualizações na rede social. “Quebrar o recorde de vídeo mais visto de todos os tempos do YouTube é totalmente incrível, não só para mim, mas para a música latina e para nossa cultura”, afirmou o cantor porto-riquenho Luis Fonsi, que lançou a música com participação de Daddy Yankee. O Brasil é o segundo país que mais contribuiu para a marca histórica do clipe, com 213 milhões de acessos, perdendo apenas para o México, que viu o clipe 376 milhões de vezes. Logo depois, aparecem Estados Unidos (183 milhões), Itália (142 milhões) e França (80 milhões). Com uma média de 14,5 milhões de visualizações por dia, o vídeo bateu outros recordes, entre eles o que mais rápido atingiu dois bilhões de visualizações no YouTube (154 dias). A faixa “Sorry”, de Justin Bieber, precisou de 394 dias para atingir a mesma marca e “See You Again” levou quase dois anos, com 515 dias, para cravar os 2 bilhões. Fenômeno internacional como “Despacito”, “Gangnam Style”, do sul-coreano Psy, precisou de 684 dias para atingir a mesma marca. “Despacito” ainda é o vídeo com mais likes da história do YouTube: 17,3 milhões. Por outro lado, seu 1 milhão de dislikes também impressiona pelo tamanho da rejeição. O clipe tem direção de Carlos Perez, que já produziu vídeos para outros artistas do gênero, como Yandel (“Encantadora”) e Bomba Estéreo (“Fiesta”). As imagens foram gravadas em diferentes locações de Porto Rico, incluindo La Perla e o popular clube La Factoría na velha San Juan. A atriz, modelo e Miss Universo 2006 Zuleyka Rivera também participou das gravações.











