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28 de setembro de 2026
  • Música

    Zendaya canta música do filme O Rei do Show

    17 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou um clipe da trilha de “O Rei do Show” (The Greatest Showman), em que a atriz Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) demonstra seus talentos vocais. Ela interpreta uma trapezista no musical, que é passado no mundo do circo, e canta “Rewrite the Stars”. O vídeo registra a gravação e o clima dos bastidores. O filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum, empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, que revolucionou os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A prévia mostra que o filme deixará a parte controversa – dos animais – de lado, concentrando-se no show de talentos produzido por Barnum (vivido por Hugh Jackman), que originou o showbusiness moderno. A produção tem grande elenco e ainda destaca Zac Efron (“Baywatch”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”). Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme tem direção de Michael Gracey, que fará sua estreia no cinema após se destacar na publicidade, além de músicas dos compositores Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”. A estreia está prevista para 25 de dezembro.

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  • Música

    Nick Jonas lança clipe da trilha de O Touro Ferdinando, que concorre ao Globo de Ouro

    17 de dezembro de 2017 /

    O cantor Nick Jonas lançou o clipe de “Home”, música que faz parte da trilha de “O Touro Ferdinando” e está indicada ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Canção Original. O vídeo intercala algumas cenas da animação do brasileiro Carlos Saldanha com a performance do cantor em uma arena de touradas. O detalhe é que o cenário não é usado para o esporte sangrento de matança de animais, mas para uma grande festa. “O Touro Ferdinando” estreia em 11 de janeiro nos cinemas brasileiros. Além da canção, o filme também concorre como Melhor Animação no Globo de Ouro 2018.

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  • Música

    Rouge faz vídeo de Natal inspirado no filme Meninas Malvadas

    17 de dezembro de 2017 /

    A banda Rouge divulgou um vídeo em clima natalino em seu Facebook. O quarteto musical se inspirou numa cena do filme “Meninas Malvadas” (2004) e recriou a dancinha sexy de Lindsay Lohan, Rachel McAdams, Amanda Seyfried e Lacey Chabert, com direito a cenário superproduzido, figurino adaptado e até o clima de briguinha da comédia cult. Ao final, quando a música emperra, elas desenterram uma palhinha de “Brilha La Luna”. O detalhe é que elas não foram as primeiras a ter essa ideia. Uma semana antes, a atriz e celebridade venezuelana Lele Pons, a mulher mais assistida da rede social Vine, fez a mesma coisa. A verdade é que a dancinha ao som de “Jingle Bells Rock” é uma mania viral do YouTube, com dezenas de vídeos dedicados à garotas noéis em vestidinhos vermelhos de Natal. Veja os dois vídeos e a cena original do filme logo abaixo.

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  • Música

    Documentário sobre os últimos anos de David Bowie ganha trailer

    14 de dezembro de 2017 /

    A HBO divulgou o trailer de “David Bowie: The Last Five Years”, documentário que registra os últimos anos de vida do músico britânico. O filme é dirigido por Francis Whately, que também fez “David Bowie: Five Years” (2013) sobre o auge do cantor nos anos 1970. E traz uma informação surpreendente, ao afirmar que Bowie só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário, ele descobriu que tinha poucos meses de vida enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. Bowie veio a morrer logo em seguida àquela gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado seu 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte – e que foi considerado um dos melhores discos de sua carreira. Produção original da BBC já exibida no Reino Unido, “David Bowie: The Last Five Years” chega na HBO no dia do aniversário do cantor, em 8 de janeiro.

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  • Música

    Vida de Céline Dion vai virar comédia francesa

    13 de dezembro de 2017 /

    A vida da cantora canadense Céline Dion, que marcou uma geração de cinéfilos ao cantar a plenos pulmões “My Heart Will Go On”, a música-tema de “Titanic” (1997), vai virar comédia. Vinte anos após vencer o Oscar pela música, a cantora voltará ao cinema como tema do filme “Dis-moi Céline”. O título é inspirado na música “Dis Moi Si Je T’ Aime”, sucesso que Céline gravou em francês. O filme tem direção e roteiro da cineasta e atriz francesa Valérie Lemercier (“Palais Royal!”), que também vai estrelar a produção como Céline Dion. “Sou fascinada pela voz de Céline, mas também por sua história, o fato de que ela é a mais jovem de 14 filhos, sua relação com a mãe, sua história de amor com René… Será um filme engraçado. É claro que pedirei a autorização de Céline, mas creio que ela tem muito senso de humor”, contou a cineasta em entrevista ao site Le Parisien. Valérie Lemercier já dirigiu cinco filmes, todos comédias e nenhum deles lançado no Brasil. A produção começará a ser rodada entre março e maio, com o ator Jérôme Commandeur (“A Riviera Não É Aqui”) no papel do músico e empresário René Angélil, marido da cantora. E o detalhe: Lemercier pretende interpretar Céline dos 8 aos 50 anos de idade! O longa ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.

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  • Música

    Cantora egípcia é condenada a dois anos de prisão por clipe que “incita a devassidão”

    13 de dezembro de 2017 /

    A cantora egípcia Shyma, de 21 anos, e o diretor de seu novo clipe, Mohamed Gamal, foram condenados a dois anos de prisão por “incitar a devassidão”. O motivo foi o clipe da música “I Have Issues”, em que Shyma, cujo nome real é Shaimaa Ahmed, aparece toda sexy diante de um grupo de estudantes adultos e come seu lanche de forma provocante, especialmente um par de bananas. Segundo o jornal The Guardian, a sentença foi precedida por uma campanha na imprensa egípcia, que acusou a cantora de “ensinar devassidão aos jovens”. A cantora chegou a pedir desculpas pela produção. “Eu não imaginei que tudo isso aconteceria e que o vídeo seria alvo de ataques tão fortes. Sou apenas uma jovem com o sonho de ser uma cantora”, ela escreveu no Facebook, antes de ter a conta bloqueada. Veja abaixo os trechos polêmicos do clipe, que, assim como a música, lembra produções brasileiras dos anos 1990.

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  • Música

    Música de 1982 do Psychelic Furs volta a fazer sucesso com o filme Me Chame pelo seu Nome

    7 de dezembro de 2017 /

    Uma antiga música da banda Psychedelic Furs voltou a fazer sucesso em 2017, 35 anos após seu lançamento original. “Love My Way”, de 1982, registrou pico de streaming, segundo medição da empresa de dados Nielsen nos Estados Unidos. A faixa somou 177 mil visualizações nesta semana, entre audições e visualizações (de seu clipe oficial), superando seu desempenho histórico, desde que a medição começou a ser feita, batendo até clássicos mais conhecidos do rock. O motivo para a redescoberta da canção está em sua inclusão numa cena do longa “Me Chame pelo seu Nome”, romance gay que venceu o Gotham Awards e vem se destacando nas votações da crítica americana como melhor filme do ano. A música toca por cerca de um minuto na produção, que se passa nos anos 1980, e é dançada pelos protagonistas Armie Hammer e Timothée Chalamet. Confira no vídeo abaixo. Desde que o filme estreou, em 24 de novembro, “Love My Way” já foi ouvida por streaming mais de 500 mil vezes nos Estados Unidos. O fato é impressionante porque o filme está em cartaz em apenas quatro salas de cinema de duas cidades, Nova York e Los Angeles. Não é a primeira vez que Psychedelic Furs é associado a uma produção cinematográfica. A banda pós-punk inglesa só foi estourar nos Estados Unidos após nove anos de carreira, quando uma de suas músicas virou tema e título de comédia romântica adolescente: “Pretty in Pink”. O filme foi lançado no Brasil como “A Garota de Rosa-Shocking” em 1986. Dirigido por Luca Guadagnino, “Me Chame pelo seu Nome” estreia no Brasil em 18 de janeiro.

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    Filme da banda Queen já tem um novo diretor

    6 de dezembro de 2017 /

    A Fox definiu o novo diretor do filme sobre a banda Queen, após a demissão de Bryan Singer (“X-Men”). E é um “velho” diretor. Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos, voltou a bordo para terminar “Bohemian Rhapsody”. Singer foi demitido na segunda (4/12), depois de sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. Após a demissão, o diretor acusou a Fox de falta de sensibilidade, por não permitir que ele lidasse com uma doença grave dos pais. Fletcher agora vai terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção, após alegar “diferenças criativas” com os integrantes da banda, que são produtores do longa, para abandonar o projeto original. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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    Johnny Hallyday (1943 – 2017)

    6 de dezembro de 2017 /

    O cantor e ator Johnny Hallyday, considerado o “Elvis Presley francês”, faleceu aos 74 anos de um câncer no pulmão, na madrugada desta quarta-feira (6/12). “Johnny Hallyday partiu. Escrevo estas palavras incrédula, mas foi assim. Meu marido já não está mais aqui. Nos deixou esta noite como viveu sua vida: com valentia e dignidade”, escreveu sua mulher Laeticia. “Até o último momento, se manteve firme diante desta doença que o corroía há meses, dando a todos lições de vida extraordinárias”. Jean-Philippe Léo Smet, seu verdadeiro nome, nasceu em 1943. Filho da modelo Huguette Clerc e do cantor belga Léon Smet, viveu em Londres com o tio, um artista de variedades de quem “roubou” o nome artístico para lançar seu primeiro álbum em 1960, “Hello Johnny”. O sucesso veio no ano seguinte, com o lançamento da música “Viens Danser le Twist”, uma versão de “Let’s Twist Again”, de Chubby Checker, que o estabeleceu como o roqueiro mais bem-sucedido da França. Em 50 anos de carreira, ele entusiasmou três gerações francesas, gravando cerca de 40 álbuns, mais de mil músicas, e vendeu mais de 100 milhões de discos. Tornou-se um fenômeno desde jovem, a ponto de não poder sair de casa sem correr de multidões de fãs enlouquecidos, como numa cena da Beatlemania. Cidades da França proibiram seus shows, acusando-o de corromper a juventude. Foi chamado de belga infiltrado na França. Pior: quinta-coluna imperialista, responsável por contaminar a cultura francesa com o rock, nas palavras do presidente francês Charles de Gaulle, que o odiava. Mas nem o maior hit, “Noir c’est Noir” (1966), conseguiu ser ouvido fora da França, apesar das aparições no célebre programa de variedades “The Ed Sullivan Show”, que estourou as carreiras de Elvis e dos Beatles nos EUA. Isto o tornou uma figura cult nos mercados internacionais, marcando-o com o apelido de “a maior estrela do rock que você nunca ouviu falar”, maldosamente conferido pelo jornal USA Today. No Brasil, por sinal, poucos sabem que “Noir c’est Noir” é a versão original do sucesso “Quem Não Quer”, música gravada por Jerry Adriani no auge da Jovem Guarda. A comparação com Elvis Presley não se resumia ao rock. Assim como o cantor americano, ele se lançou no cinema numa série de comédias musicais, como “As Parisienses” (1962), em que cantou uma balada romântica para Catherine Deneuve, “D’où viens-tu… Johnny?” (1963), como par da cantora Sylvie Vartan, com quem formou um dos casais mais poderosos do rock francês, “Cherchez l’idole” (1964) e o psicodélico “Les Poneyttes” (1967). Também como o ídolo, optou por estrelar westerns como alternativa aos filmes em que vivia versões de si mesmo. Assim, virou o personagem-título de “O Especialista – O Vingador de Tombstone” (1969) no spaghetti-western de um especialista, o cineasta Sergio Corbucci, criador de “Django” (1966). Mas acabou se destacando em outro gênero: os filmes de crime. Ele surpreendeu a crítica ao estrelar “Point de Chute” (1970), do ator-diretor Robert Hossein, e “Détective” (1985), de ninguém menos que Jean-Luc Godard. Contudo, os melhores papéis vieram na fase final de sua carreira, quando grandes cineastas recorreram à sua presença icônica para humanizar personagens sinistros, como o ladrão de “Uma Passagem para a Vida” (2002), de Patrice Leconte, o suspeito de “Rios Vermelhos 2 – Anjos do Apocalipse” (2004), de Olivier Dahan, e o assassino de “Vingança” (2009), um dos melhores filmes do mestre do cinema criminal chinês Johnny To. Ele também chegou a filmar nos Estados Unidos, participando da comédia “Procurados” (2003), como um dos ladrões de uma gangue francesa em Chicago, além de “A Pantera Cor de Rosa 2” (2009). Enquanto rodava a continuação estrelada por Steve Martin, seus problemas de saúde se tornaram evidentes, levando-o a ser hospitalizado em Boston. Ele chegou a entrar em coma devido a um grave problema respiratório. Mesmo com o diagnóstico de câncer confirmado, ele continuou fazendo filmes. Suas últimas aparições no cinema foram nas comédias “Rock’n Roll: Por Trás da Fama”, de Guillaume Canet, e “Chacun sa Vie”, de Claude Lelouch, ambas lançadas neste ano. É tão difícil imaginar a França sem Johnny Hallyday que um cineasta, fã assumido, tentou visualizar exatamente isso, num filme em que Jean-Philippe Léo Smet nunca se tornou um roqueiro famoso. Intitulado “Jean-Philippe” (2006), o longa de Laurent Tuel deixa claro a influência colossal de Hallyday na cultura francesa do século 20. “Nós todos temos algo de Johnny. Nós não esqueceremos nem o nome, nem o rosto, nem a voz, sobretudo, nem as interpretações que, com um lirismo seco e sensível, pertencem hoje à história da música francesa. Ele fez entrar uma parte da América em nosso panteão nacional”, declarou o presidente da França, Emmanuel Macron.

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    Bryan Singer diz que foi demitido do filme do Queen porque lidava com doença grave dos pais

    5 de dezembro de 2017 /

    Bryan Singer resolveu responder às alegações de que foi demitido pela Fox da produção de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, por comportamento antiprofissional. Em vez disso, ele acusa a Fox de não deixá-lo lidar com a doença grave de um de seus pais. Em um comunicado enviado à imprensa americana, Singer diz: “Eu não queria nada além de poder terminar este projeto e ajudar a honrar o legado de Freddie Mercury e do Queen, mas a Fox não me permitiu fazê-lo, porque eu precisava colocar temporariamente minha saúde e saúde dos meus entes queridos em primeiro lugar”. A Fox demitiu Singer na segunda-feira (4/12), após o diretor sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando o estúdio a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos citados mencionavam discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo do diretor, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Mas Singer garante que este não foi o caso. “Os rumores de que minha saída inesperada do filme tenha sido provocada por uma disputa que tive com Rami Malek não são verdade. Embora, houvesse diferenças criativas no set, Rami e eu colocamos essas diferenças de lado e continuamos trabalhando juntos no filme até pouco antes do Dia de Ação de Graças”, ele afirma. O diretor completa a declaração dizendo que “Bohemian Rhapsody” era “um projeto de paixão” e que lamenta muito não poder terminá-lo. “Com menos de três semanas para finalizar as filmagens, pedi um tempo livre para que eu pudesse retornar aos EUA para lidar com os problemas de saúde urgentes de um dos meus pais. Isso se provou uma experiência muito exaustiva, que, em última instância, tornou-se um sério problema para a minha própria saúde. Infelizmente, o estúdio não estava disposto a me acomodar e encerrou meus serviços. Esta não foi minha decisão e estava além do meu controle”. Um representante do diretor já havia justificado sua ausência com a explicação de que havia surgido “uma questão de saúde pessoal envolvendo Bryan e sua família”. Foi na ocasião em que a Fox divulgou que tinha suspendido a produção “devido à indisponibilidade inesperada de Bryan Singer”. A Fox não fez nenhum comentário sobre as declarações, apenas emitiu uma nota concisa na segunda, dizendo: “Bryan Singer não é mais o diretor de ‘Bohemian Rhapsody'”. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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    Bryan Singer é demitido da direção do filme da banda Queen

    4 de dezembro de 2017 /

    O diretor Bryan Singer (da franquia “X-Men”) foi demitido de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, informou o estúdio 20th Century Fox em comunicado. A decisão ocorreu depois que o diretor sumiu das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos falam em discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo de Singer, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Boatos também indicam que o ator Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), que interpreta o empresário do Queen, Jim Beach, também abandonou a produção por desavenças com o diretor, mas foi persuadido a retornar. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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    Playlist: 10 clipes de novas bandas influenciadas pelo punk rock britânico

    3 de dezembro de 2017 /

    Quatro décadas após Londres chamar, meninos que poderiam ser netos dos Sex Pistols, The Clash e Buzzcocks resolveram responder. Uma nova geração de bandas, na sua maioria britânicas, retomou a estética dos três acordes e das letras gritadas, com direito a suspensórios, botas e roda de pogo, revivendo o final dos anos 1970 como se não houvesse futuro (No future). Só o passado setentista. “Um cantor que não pode cantar, um mod que não pode tocar baixo e um baterista que não pode ver” é a descrição oficial da banda Touts, de Derry, cidadezinha norte-irlandesa que foi berço dos Undertones. BlackWaters se define simplesmente como “uma banda punk de Guildford”, o que também foi dito dos Stranglers. Amyl and The Sniffers se orgulha de ter sido a banda de abertura da primeira turnê australiana de Cherie Currie, a ex-cantora das Runaways. E Shame interrompeu um show recente no sul londrino porque o guitarrista teve um surto de Sid Vicious e pulou no meio de uma briga. Mas, nestes tempos de punk reciclado, ele depois pediu desculpas. Entre letras nihilistas e revoltas de garagem, o novo revival punk já tem “hits” e seus suplas de butique. Confira abaixo 10 clipes recentes da turma. 1 Touts – “Bombscare” (Irlanda do Norte) | 2 Cabbage – “Uber Capitalist Death Trade” (Inglaterra) | 3 BlackWaters – “Let The Good Times Roll” (Inglaterra) | 4 Baby Strange – “Motormind” (Escócia) | 5 Together Pangea – “Better Find Out” (Estados Unidos) | 6 Circa Waves – “Wake Up” (Inglaterra) | 7 Life – “In Your Hands” (Inglaterra) | 8 Slaves – “Hypnotised” (Estados Unidos) | 9 Amyl and The Sniffers – “70’s Street Munchies” (Austrália) |10 Shame – “Concrete” (Inglaterra)

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    Charlotte Gainsbourg explora os fantasmas da casa de seu pai em clipe arrepiante

    2 de dezembro de 2017 /

    A atriz e cantora francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) lançou um novo clipe de seu mais recente disco, “Rest”. Mais sombrio que os anteriores, o vídeo de “Lying With You” traz a artista visitando a casa de seu pai, o cantor Serge Gainsbourg, que permanece intocada desde a morte dele em 1991, como um museu mal-assombrado, e durante o passeio noturno ela encontra consigo mesma, quando criança. A canção aborda a reação da artista diante da morte do pai, quando ela tinha apenas 19 anos de idade. A própria Charlotte dirigiu o clipe, que é simultaneamente arrepiante e sensual. “Rest” é o quarto disco de sua carreira, mas o primeiro em que se assumiu compositora. Seu pai compôs o primeiro, “Charlotte for Ever”, em 1986, que também foi título de um filme polêmico, pela temática de incesto, que ele dirigiu e coestrelou com a filha no mesmo ano. Os outros dois discos foram concebidos, respectivamente, pela banda Air e o cantor Beck. Charlotte se inspirou a compor e a abordar o legado de seu pai pela primeira vez devido à morte da irmã, Kate Barry, que se suicidou há quatro anos. Por isso, o disco é tétrico. O título do álbum, que significa “descanse” em português, é uma homenagem para ela. Atualmente, Charlotte prepara seu primeiro filme como diretora, um documentário sobre sua mãe, a atriz Jane Birkin (“Morte sobre o Nilo”).

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