Cinebiografia de Tupac Shakur ganha novos comerciais e pôsteres
A Lionsgate divulgou quatro comerciais e três pôsteres de “All Eyez on Me”, cinebiografia do rapper Tupac Shakur. As prévias estão reunidas num único vídeo abaixo e as artes exploram a semelhança física entre o rapper e o ator Demetrius Shipp Jr., novato que participou do reality “#unlock’d” e estreará no cinema. O elenco da produção ainda destaca a atriz Danai Gurira (Michonne na série “The Walking Dead”) como Afeni Shakur, a mãe de Tupac, ex-militante dos Panteras Negras que passou sua gravidez na prisão, além de Kat Graham (série “The Vampire Diaries”) como a atriz Jada Pinkett e Jamal Woolard como o rapper Notorious B.I.G. (mesmo papel que viveu na cinebiografia “Notorius”). A produção pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas sem esconder as controvérsias, que lhe levaram à prisão, e a rivalidade com Notorious B.I.G. Tupac morreu em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio fruto dessa rivalidade. Um ano depois, foi a vez de B.I.G. ser assassinado, numa suposta vingança. Com direção de Benny Boom, que tem uma carreira destacada como diretor de videoclipes e comerciais, “All Eyez on Me” estreia em 16 de junho de 2017 nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Mallu Magalhães pede desculpas por clipe acusado de racista
A cantora Mallu Magalhães decidiu se pronunciar, após seu novo clipe ser acusado de racista. Em comunicado, ela pede desculpas e afirma que “a ideia era ter um clipe com excelentes dançarinos que despertassem nas pessoas a vontade de dançar, de se expressar”, mas que entende as “interpretações que derivaram do clipe”. “A arte é um território muito aberto e passível de diferentes interpretações e, por mais que tentemos expressar com precisão uma ideia, acontece de alguns significados, às vezes, fugirem do nosso controle. Sei que o racismo ainda é, infelizmente, um problema estrutural e muito presente. Eu também o vejo, o rejeito e o combato. Li cada uma das críticas, dos posts e comentários, e o debate me fez refletir muito sobre o tema. Entendo as interpretações que derivaram do clipe, mas gostaria de deixar claro minhas reais intenções”, completa. No vídeo da música “Você Não Presta”, a cantora requebra ao lado de dançarinos negros e a combinação, além da forma como eles são retratados, causou polêmica. Como os dançarinos vestem poucas roupas e estão com o corpo besuntado em óleo, ativistas apontaram que se trata de um contexto racista, já que há a hipersexualização do corpo numa prática que remete à época da escravidão, quando os escravos tinham o corpo besuntado em banha para parecerem mais saudáveis e esconder os defeitos físicos. Para complicar ainda mais, há uma sequência em que os dançarinos aparecem atrás de uma grade de ferro. É a estrutura metálica de uma escada, mas a associação que se faz é de uma cela de prisão. No pior timing do mundo, é justamente nessa hora que ela canta o refrão: “Eu convido todo mundo para minha festa, só não convido você porque você não presta”… Em outra sequência, o cenário vira paredes de tijolos expostos, que lembram barracos de favela. O distanciamento da cantora do restante da equipe também foi alvo de críticas. Muitos apontam que Mallu não se coloca como integrante do grupo nas imagens. Mas não pára nisso. Há intertexto no intertexto. O fato de Mallu usar uma camiseta estampada com “Oscar 2002” remete ao único ano em que dois negros (Denzel Washington e Halle Berry) venceram o troféu de Melhor Ator e Melhor Atriz na história da premiação da Academia. 2002 também foi o ano do lançamento do filme brasileiro “Cidade de Deus”… Houve até quem lembrasse que a cantora mora em Portugal, e a estética do clipe, que sexualiza negros e glamoriza a favela, é um esterótipo de como os europeus imaginam o Brasil. Segundo ela, as reações foram “uma oportunidade de aprender”. E ela reitera seu “pedido de desculpas”. Leia abaixo o comunicado na íntegra: “Fico muito triste em saber que o clipe da música ‘Você não Presta’ possa ter ofendido alguém. É muito decepcionante para mim que isso tenha acontecido. Gostaria de pedir desculpas a essas pessoas. Meu trabalho e minha mensagem têm sempre finalidade e ideais construtivos, nunca, de maneira nenhuma, destrutivos ou agressivos. A arte é um território muito aberto e passível de diferentes interpretações e, por mais que tentemos expressar com precisão uma ideia, acontece de alguns significados, às vezes, fugirem do nosso controle. Sei que o racismo ainda é, infelizmente, um problema estrutural e muito presente. Eu também o vejo, o rejeito e o combato. Li cada uma das críticas, dos posts e comentários, e o debate me fez refletir muito sobre o tema. Entendo as interpretações que derivaram do clipe, mas gostaria de deixar claro minhas reais intenções. A ideia era ter um clipe com excelentes dançarinos que despertassem nas pessoas a vontade de dançar, de se expressar. Foram convidados pela produtora e pelo diretor os bailarinos Bruno Cadinha, Aires d´Alva, Filipa Amaro, Xenos Palma, Stella Carvalho e Manuela Cabitango. Com a última, inclusive, tive a alegria de fazer aulas para me preparar para o vídeo. É realmente uma tristeza enorme ter decepcionado algumas pessoas, mas ao mesmo tempo agradeço a todos por terem se expressado. E reitero o meu pedido de desculpa. É uma oportunidade de aprender. Espero que, após este esclarecimento, seja aliviado deste espaço de conversa qualquer sentimento de ofensa ou injustiça, ficando os fundamentos nos quais tanto acredito: a dança, a arte e o convite à música.”
Mallu Magalhães cria polêmica com clipe acusado de racista
Mallu Magalhães lançou um novo clipe, “Você Não Presta”, e a internet caiu matando. No vídeo, a cantora requebra ao lado de dançarinos negros, e a combinação, além da forma como eles são retratados, causou polêmica. Como os dançarinos vestem poucas roupas e estão com o corpo besuntado em óleo, ativistas apontaram que se trata de um contexto racista, já que há a hipersexualização do corpo numa prática que remete à época da escravidão, quando os escravos tinham o corpo besuntado em banha para parecerem mais saudáveis e esconder os defeitos físicos. Para complicar ainda mais, há uma sequência em que os dançarinos aparecem atrás de uma grade de ferro. É a estrutura metálica de uma escada, mas a associação que se faz é de uma cela de prisão. No pior timing do mundo, é justamente nessa hora que ela canta o refrão: “Eu convido todo mundo para minha festa, só não convido você porque você não presta”… Em outra sequência, o cenário vira paredes de tijolos expostos, que lembram barracos de favela. O distanciamento da cantora do restante da equipe também foi alvo de críticas. Muitos apontam que Mallu não se coloca como integrante do grupo nas imagens. Mas não pára nisso. Há intertexto no intertexto. O fato de Mallu usar uma camiseta estampada com “Oscar 2002” remete ao único ano em que dois negros (Denzel Washington e Halle Berry) venceram o troféu de Melhor Ator e Melhor Atriz na história da premiação da Academia. 2002 também foi o ano do lançamento do filme brasileiro “Cidade de Deus”… Houve até quem lembrasse que a cantora mora em Portugal, e a estética do clipe, que sexualiza negros e glamoriza a favela, é um esterótipo de como os europeus imaginam o Brasil. A música? A música é um samba rock contagiante. Um som criado pelo choque de culturas e raças. Lembra Jorge Ben, entoado por Nara Leão. Ninguém, pelo menos, protestou por a branca gravar samba rock. Falando bem, falando mal, o clipe já tem quase 1 milhão de visualizações.
Alexandre Nero vive o maestro João Carlos Martins em trailer e novas fotos da cinebiografia
A produtora LC Barreto divulgou 21 novas fotos e o trailer do longa “João, o Maestro”, que traz Alexandre Nero (novela “Império”) como o maestro João Carlos Martins. A prévia, entretanto, dá mais espaço para a juventude de Martins, como uma criança prodígio e um jovem pianista com carreira internacional brilhante. Nestas fases, ele é vivido pelo estreante Davi Campolongo e Rodrigo Pandolfo (“Minha Mãe É uma Peça”). Já as fotos revelam, além de cenas do filme, os bastidores com a participação do próprio João Carlos Martins, dando dicas para Nero interpretá-lo. Com roteiro e direção de Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), “João, o Maestro” vai mostrar o treinamento intenso, o virtuosismo e as paixões despertadas por Matins, mas também sua luta contra a paralisia que interrompeu sua carreira, levando-o à depressão, terminando com a volta por cima, quando ele se reinventa como maestro. O trailer só não precisava acrescentar, em texto, que se trata de “uma história de superação e amor a vida”, pois parece descrição – e título – de novela. O elenco também destaca Fernanda Nobre (“Leo e Bia”) no papel de Sandra, primeira mulher do maestro, Alinne Moraes (“Tim Maia”) como Carmen, atual esposa, e Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”) como Kliass, o professor de piano do jovem João Carlos. A estreia está marcada para 3 de agosto.
Playlist Grunge: 10 clipes de rock melódico e distorcido dos anos 1990
A morte inesperada de Chris Cornell (1964-2017) na semana passada foi um choque para os fãs de rock. Quarto roqueiro da cena grunge dos anos 1990 a morrer precocemente, após Kurt Cobain (1967-1994), Layne Staley (1967-2002) e Scott Weiland (1967-2015) – sem contar Andrew Wood, falecido em 1990, antes que Seattle fosse reconhecida como meca musical – , o cantor do Soundgarden reforçou a fragilidade que as explosões de distorção disfarçavam na música de sua geração. Em retrospecto, a era grunge foi efêmera, com seu maior impacto registrado durante o curso de três anos, entre o lançamento de “Nevermind” e a morte de Cobain, mas seus efeitos foram e continuam duradouros, influenciando novas gerações de roqueiros. Pode-se considerar que a música do período foi um dos últimos suspiros do rock transgressivo capaz impactar o mainstream, realizando uma importante transição entre a cena então alternativa e o sucesso comercial. Nirvana chegou a superar Michael Jackson nas paradas de sucesso do final de 1991, levando as grandes gravadoras a um frenesi de contratações em busca de um novo fenômeno. A saturação teve efeito negativo, multiplicando a exposição de artistas de pouco talento, que lançaram um hit e sumiram, e a busca incessante acabou motivando as duas ondas seguintes – o punk pop e o emo – , até que aquilo que soava alternativo se tornasse completamente domesticado e convencional. Mais de duas décadas depois do “ano em que o punk explodiu”, como dizia um documentário em VHS do Sonic Youth, ainda há adolescentes que buscam referências nas guitarras cacofônicas e gargantas distorcidas dos jovens cabeludos de Seattle. Para celebrar a geração que viveu como se não houvesse amanhã – e não houve para alguns deles – , confira abaixo um playlist com 10 canções da era grunge, que parte dos sussurros para chegar aos gritos, da Sup Pop para os hits das multinacionais. A lista completa dos clipes é: 1. Soundgarden – Blow Up the Outside World 2. Nirvana – Heart-Shaped Box 3. Love Battery – Half Past You 4. Mudhoney – Touch Me I’m Sick 5. Screaming Trees – Nearly Lost You 6. The Breeders – Safari 7. The Smashing Pumpkins – Bullet with Butterfly Wings 8. Stone Temple Pilots – Big Bang Baby 9. L7 – Pretend We’re Dead 10. The Afghan Whigs – Debonair
Musical Mamma Mia! vai ganhar continuação com o elenco original
A Universal anunciou que o musical “Mamma Mia!”, estrelado por Meryl Streep, vai ganhar uma sequência nos cinemas em 2018. Intitulado “Mamma Mia: Here We Go Again”, a continuação vai reunir todo o elenco original, que ainda inclui Colin Firth, Amanda Seyfried e Pierce Brosnan, e voltará a contar com as músicas da banda Abba em sua trilha sonora. Mas houve mudanças na direção. No lugar de Phyllida Lloyd, a direção foi entregue ao cineasta britânico Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”). A produção irá usar músicas do Abba que não apareceram no primeiro filme para ajudar a contar a história, que não foi adiantada. O filme original era adaptação de um musical de teatro, que acompanhava a determinação de uma jovem noiva, filha de mãe solteira, decidida a descobrir a identidade de seu pai biológico durante a festa de seu casamento numa ilha grega. Lançado em 2008, tornou-se um grade sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 600 milhões em todo o mundo. O novo longa-metragem chegará aos cinemas dez anos depois, previsto para julho de 2018.
Miley Cyrus muda de direção musical, mas continua sexy no clipe de Malibu
Miley Cyrus mudou, mas continua a mesma. Ela continua sexy, exibicionista e narcisista em seu novo clipe, mas a música evoca suas raízes de música country. “Malibu” é um choque de estilos, entre um lamento country e batidas dançantes. E curiosamente a melodia caipira é melhor que a batida programada. Longe de ser pioneira nessa tendência, já experimentada por Madonna em seu auge, “Malibu” chega cinco meses após Lady Gaga virar cowgirl pink em “Million Reasons”. Mas o clipe, que ela própria dirigiu em parceria com Diane Martel, provoca mais, com uma visual de garota natural, expondo a sensualidade de Miley entre a praia e o campo, pele contra areia, pernas roçando no capim, camiseta levantada até o sol cegar, ao estilo das ninfetas de David Hamilton (1933-2016). O resultado é mais sexy que os vídeos ostensivamente sensuais que a cantora lançou anteriormente. Martel, por sinal, assinou um destes, “We Can’t Stop” (2013). A música é uma homenagem ao litoral cheio de colinas que aparece no vídeo. Foi lá que ela se refugiou, numa casa com seu noivo Liam Hemsworth, que batizou de “Terra do Arco-Íris”. E a letra entrega uma declaração de amor. “Eu nunca teria acreditado se você me dissesse há três anos que eu estaria escrevendo essa canção. Mas aqui estou ao seu lado. O céu é mais azul em Malibu. Ao seu lado em Malibu. Ao seu lado”. “Malibu” será apresentada pela primeira vez ao vivo na cerimônia do Prêmio Billboard 2017, que acontece no dia 21 de maio na arena T-Mobile, em Las Vegas.
Diretor de 12 Anos de Escravidão vai filmar documentário sobre Tupac Shakur
O diretor inglês Steve McQueen, do filme vencedor do Oscar “12 Anos de Escravidão” (2013), vai filmar um documentário sobre o rapper Tupac Shakur. A produção foi autorizada pela família do músico, assassinado em 1996, que permitirá acesso a vasto material particular. O diretor britânico afirmou estar “muito emocionado” com a chance de explorar a vida de Tupac, a quem conheceu indiretamente em 1993, quando estudava em Nova York. “Poucos, se é que alguém conseguiu, brilharam mais do que Tupac Shakur”, afirmou McQueen em comunicado. “Estou buscando trabalhar, no futuro, muito de perto com sua família para contar a verdadeira história deste talentoso homem”, indicou. Afeni Shakur, a mãe de Tupac, que morreu no ano passado, queria um documentário que mostrasse seu filho “de uma maneira completa”, disse sua irmã Gloria Cox. “Nunca foi nossa intenção reescrever a história de Tupac. Nosso objetivo sempre foi contar a história real, de uma maneira tão completa como nunca antes”, assinalou. O anúncio acontece um mês antes da estreia de um filme de ficção sobre a vida de Tupac, “All Eyez On Me”, que será estrelado por Demetrius Shipp Jr — um ator pouco experiente, mas muito parecido com o rapper. O longa estreia em 16 de junho nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil. Além deste filme, também está sendo produzido um thriller criminal, baseado na investigação dos assassinatos de Tupac e Notorious B.I.G., que teriam acontecido por culpa da rivalidade musical. Intitulado “LAbyrinth”, o filme vai trazer Johnny Depp como o detetive encarregado do caso, e deve chegar aos cinemas no final do ano.
Netflix vai produzir série sobre cantor mexicano Luis Miguel
A Netflix anunciou que vai produzir uma série sobre a vida do popular cantor mexicano Luis Miguel. O anúncio foi feito junto de um vídeo que mostra Luis Miguel caminhando por uma casa, vestindo um terno e fazendo um de seus típicos movimentos de dança. “Durante décadas, muitas pessoas falaram sobre a minha vida, mas chegou o momento em que a minha verdade venha à tona”, diz uma voz em off na prévia, que termina com um trecho da canção “Cuando Calienta El Sol”. “Versões existem muitas, verdade só há uma. Essa é a minha história”, completa a narração. O serviço de streaming não informou a data de estreia, nem deu outros detalhes sobre a produção, somente escrevendo no Twitter “As demais são mitos, esta é a verdadeira história de #LuisMiguel e chegará à Netflix”.
Harry Styles voa alto no primeiro clipe de sua carreira solo
O ex-One Direction Harry Styles lançou o primeiro clipe de sua carreira solo. E ele voa alto em “Sign of the Times”. Literalmente. No vídeo, o cantor levanta voo sobre a ilha de Skye, no norte escocês, pairando sobre as Highlands montanhosas e o mar, enquanto canta a plenos pulmões uma balada épica. “Breaking through the atmosphere/ Things are pretty good from here”, ele canta, no trecho que inspira diretamente o acompanhamento visual. A música surpreende pelo bom arranjo setentista, ao estilo das baladas do Pink Floyd de Roger Waters, em contraste com falsetes de boy band e um final gritado, que evoca um passado não tão distante de calouro televisivo. O voo sobrenatural de Harry Styles aconteceu com a ajuda de um helicóptero, que o ergueu numa altura maior que a do prédio do Empire State, em Nova York. Os produtores garantem que as gravações não usaram dublê e apenas um efeito foi realizado: o desaparecimento do cabo de segurança, apagado na mesa de edição. É interessante destacar que a direção soube aproveitar até a proximidade do helicóptero com a água, numa rápida sequência em que o cantor se aproxima do mar e ondas sugerem que a natureza treme em sua presença. A propósito, a direção é do francês Yoann Lemoine, mais conhecido no meio musical como Woodkid e por clipes de Katy Perry (“Teenage Dream”), Lana del Rey (“Blue Jeans”) e Drake (“Take Care”, com Rihanna). O traje vagamente militar e o esforço para superar o mar ainda evocam a estreia de Styles como ator. Ele está no elenco do filme de guerra “Dunkirk”, cujo trailer pode ser visto aqui. “Sign of the Times” é o primeiro single da estreia solo do cantor. Batizado com seu próprio nome, o disco “Harry Styles” tem lançamento marcado para sexta-feria (12/5).
Ed Sheeran contracena com Saoirse Ronan no divertido e criativo clipe de Galway Girl
Ed Sheeran segue lançando clipes criativos de seu novo disco, “Divide” (÷), um dos mais vendidos de 2017. Depois dos ótimos “Castle on the Hill” e “Shape of You”, ele apresenta o melhor de todos, “Galway Girl”, no qual contracena com a atriz Saoirse Ronan (“Brooklyn”). O vídeo mostra o cantor depois de um show na cidade irlandesa que dá título à música, aproveitando para beber e dançar num pub, onde encontra a garota mencionada na letra, vivida por uma esfuziante Saorsie. Há uma gag recorrente em que ele incomoda um hooligan, mas, além do roteiro bem estruturado, o que demonstra a criatividade do vídeo é a forma como Sheeran toma o lugar da câmera. Ele fez a fotografia de quase toda a produção. Assim, o clipe se desdobra sobre seu ponto de vista, com seu corpo ausente, à exceção dos braços, que inclusive ganham uma tatuagem nova, feita sob encomenda para a gravação. Após o começo num palco, seu rosto só aparece quando a câmera registra o visor de um celular, durante um selfie com fãs que ele encontra pelo caminho, e na cena final, em que a câmera sai pela janela e mostra o casal, a casa, a rua e a cidade inteira de Galway. A direção é de Jason Koenig, o mesmo de “Shape of You”, que já venceu prêmios pelo clipe de “Can’t Hold Us” (2013), de Macklemore & Ryan Lewis, e começa a dar seus primeiros passos no cinema. Recentemente, ele dirigiu a fotografia do drama indie “Better Than Love”, ainda inédito.
Playlist Psicodélica: 10 clipes de rock viajante dos anos 1960
Há 50 anos, a psicodelia vivia seu auge, influenciando música, moda e cinema. Para recordar o movimento, a seleção de clipes abaixo abre com uma faixa do disco mais viajante dos Rolling Stones, “Their Satanic Majesties Request” (1967), inclui uma faixa da trilha do filme “Psych Out” (1968), em que Jack Nicholson era guitarrista de uma banda de rock, e fecha com uma música do Soft Machine acompanhando uma das famosas projeções da lendária casa noturna londrina UFO. A lista completa dos clipes é: 1. The Rolling Stones – 2000 Light Years From Home (1967) 2. Moby Grape – Omaha (1967) 3. Pink Floyd – Interstellar Overdrive (1967) 4. Eric Burdon and The Animals – When I Was Young (1967) 5. Jefferson Airplane – White Rabbit (1967) 6. Yardbirds – Still I’m Sad (1965) 7. Strawberry Alarm Clock – Incense & Peppermints (1967) 8. Status Quo – Pictures of Matchstick Men (1968) 9. John’s Children – Smashed Blocked (1966) 10. Soft Machine – Hope for Happiness (1968)
Paramore revela segundo clipe de estética e som new wave
A banda Paramore lançou o segundo clipe de sua nova fase, após perder um baixista, recuperar um baterista e passar três anos se reinventando. De forma consistente, assim como o vídeo anterior, “Told You So” tem uma pegada e estética new wave. A narrativa simples, que alterna cenas da cantora Hayley Williams sozinha numa casa, esperando os dois integrantes remanescentes da banda, que se encaminham num carro, remete às produções dos anos 1980, quando os clipes eram mais despojados. Não falta sequer a indefectível cena do guitarrista tocando seu instrumento desplugado. O carro é do próprio baterista, Zac Farro, que retorna para banda após longa ausência. Ele próprio concebeu e dirigiu o vídeo, que ainda usou a casa do guitarrista Taylor York como locação. A música, por sua vez, também ecoa uma época em que o rock tinha batidas mais dançantes, mas essa revisão estética não é totalmente nostálgica, já que incorpora harmonias do indie contemporâneo, com escalas que evocam o Vampire Weekend. Os fãs da antiga banda emo chamada Paramore podem odiar, mas a nova banda pop Paramore é surpreendentemente refrescante. O quinto álbum do Paramore, intitulado “After Laughter”, tem lançamento marcado para 12 de maio.












