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28 de setembro de 2026
  • Música

    Paródia de clipe de Anitta vira novo fenômeno viral de MC Melody

    9 de janeiro de 2018 /

    Fenômeno viral que já dura três anos, a menina Melody (Gabriella Abreu Severino, anteriormente conhecida como MC Melody) emplacou outro sucesso. Seu clipe de “Vai Baranga”, paródia de “Vai Malandra”, de Anitta, está em 1º lugar no ranking dos vídeos mais acessados do Brasil no YouTube. Em menos de 24 horas, o clipe atingiu mais de 800 mil visualizações na rede de vídeos do Google e 1,5 milhões no Facebook. E mantém o vírus de Melody contagioso por mais tempo que o prognosticado. Pra quem não lembra, a filha do funkeiro MC Belinho virou fenômeno ao tentar imitar um falsete de Christina Aguilera, num vídeo que viralizou em 2015. Agora com 10 anos de idade, a criança continua fazendo graça com o funk e o pop, sem abandonar o viés de empoderamento infantil e seus infames “falsetes” guinchados, que parecem freiadas de carro. Enquanto Anitta celebrava os mototáxis e o bronze na laje das favelas cariocas, em sua paródia de periferia paulista, Melody destaca os aparelhos de ginástica das praças públicas. Pegando a deixa no close das celulites de Anitta, a menina conta uma história em que é “baranga” por inteiro. Mas, influenciada pela imagem de beleza projetada pelas celebridades, entra numa dieta que troca a comida trash por peixe e proteínas, e passa a se exercitar. Como não tem grana para frequentar academias, usa os aparelhos gratuitos das praças. E no final termina “chamando atenção até dos urubus”. Apesar da historinha dar margem à discussão da sexualização precoce, o clipe usa bonecas para reproduzir o visual de biquínis de fita isolante de Anitta, lembrando que se trata de uma brincadeira de criança, e embute uma mensagem de autoafirmação que é mais importante qualquer paranoia. O vídeo é engraçado, realista em seu contexto e, de quebra, ainda ensina a importância de uma alimentação correta e exercícios físicos! Basicamente, um novo clássico do estilo “Vila Sésamo” de educar e divertir visualmente.

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  • Música

    Trilha sonora de O Rei do Show atinge 1º lugar nas paradas de sucessos dos Estados Unidos

    8 de janeiro de 2018 /

    A trilha do filme “O Rei do Show” (The Greatest Showman) chegou nesta semana ao 1º lugar das paradas de álbuns da Billboard e do iTunes. Trata-se do primeiro disco de trilha sonora a atingir a posição desde “Cinquenta Tons Mais Escuros” em março do ano passado. Mas com uma diferença: as músicas de “O Rei do Show” não são cantadas por astros da música pop, mas pelo elenco do filme. A façanha aconteceu ao mesmo tempo em que a música “This Is Me”, da trilha do filme, venceu o Globo de Ouro 2018 de Melhor Canção. Na última semana, foram comercializadas mais de 100 mil cópias do disco (78 mil físicas). Mas levaram quatro semanas para essa vendagem engrenar. O disco estreou em 71º lugar e foi dando saltos, semana após semana. O trabalho cinematográfico anterior dos compositores Benj Pasek e Justin Paul, a trilha de “La La Land”, também fez muito sucesso, mas não passou do 2º lugar na Top 200 da Billboard. Mas o mais curioso é que este não é o primeiro disco campeão de vendas da carreira musical de Hugh Jackman e Zac Efron, astros de “O Rei do Show”. Os dois atores-cantores já tinham emplacado três álbuns de trilhas sonoras no topo das paradas: respectivamente, do filme “Os Miseráveis” (2013) e dos telefilmes “High School Musical” (2006) e “High School Musical 2” (2007).

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  • Música

    Novo clipe de Bruno Mars homenageia programa clássico In Living Colour

    6 de janeiro de 2018 /

    O cantor Bruno Mars homenageou seu “programa de TV favorito de todos os tempos”, como ele mesmo definiu no Twitter, na gravação do clipe de “Finesse”. A produção conta com figurino, coreografia e visual colorido dos anos 1990, mas principalmente com uma recriação da abertura e do cenário do programa humorístico “In Living Colour”, que lançou as carreiras dos astros Jim Carrey, Jamie Foxx, Jennifer Lopez, irmãos Wayans e muitos outros. A música reflete a época, num remix com batidas dançantes, acompanhada por dancinhas sincronizadas e participação da rapper Cardi B (revelada no reality show “Love & Hip Hop: New York”), emulando a Mary J Blige de 25 anos atrás. O próprio Bruno Mars assina a direção da sessão nostálgica. Compare abaixo com a abertura do programa original, em 1990. E o detalhe: diversos integrantes do programa, como os irmãos Shawn, Damon, Kim e Marlon Wayans, agradeceram a homenagem no Twitter, o que fez o cantor agradecer de volta pelas boas memórias. Veja as mensagens logo após os vídeos. This video is dedicated to one my favorite T.V shows of all time — Bruno Mars (@BrunoMars) January 4, 2018 Huge S/O to @BrunoMars & @iamcardib for this In living color tribute it was hot and we appreciate the love??? #InLivingColor pic.twitter.com/kAKU3LlS3M — Shawn Wayans (@shawn_wayans) January 5, 2018 As an alumni of #inlivingcolor i must day this was doooope as fuck @brunomars @iamcardib https://t.co/6KzDIgZbkV — marlon wayans (@MarlonWayans) January 4, 2018 Dope video! S/O my brother Ivory @keeneniwayans @brunomars @iamcardib #inlivingcolor #newschool… https://t.co/1N2g3q8asj — Damon Wayans (@DamonkWayans) January 4, 2018 What an amazing tribute to # In Living Color.! Made me emotional. Thanks for the love, Bruno. I'm a big fan! https://t.co/2YVL30ZocK — Kim Wayans (@kimwayans) January 4, 2018 David Alan Grier on Bruno Mars and Cardi B’s “Finesse” video aka the perfect In Living Color tribute https://t.co/OJLuZTCV2b via @thefader — David Alan Grier (@davidalangrier) January 5, 2018 #FlashBackFriday: Last Night, Cardi B and Bruno Mars Gave Us Our Entire Lives—in Living Color https://t.co/W2BuRhqU2j — Tommy Davidson (@tommycat) January 5, 2018 In living color was it growing up. Pop culture, Comedy, Fashion, Dance & all y’all superstars. There has never been another show like it. ? https://t.co/gIWY6wXB5v — Bruno Mars (@BrunoMars) January 5, 2018

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  • Música

    Justin Timberlake revela funk futurista em clipe do diretor da sci-fi Não Me Abandone Jamais

    6 de janeiro de 2018 /

    Justin Timberlake divulgou “Filthy”, o primeiro single de seu quinto álbum, “Man of the Woods”. A música ganhou um clipe futurista dirigido pelo cineasta Mark Romanek, que tem autênticas credenciais sci-fi pelo filme “Não Me Abandone Jamais” (2010). O vídeo mostra um show diferente, em que Timberlake apresenta uma novidade tecnológica: um robô sexy, que dança e imita seus gestos. Enquanto ele fica nos bastidores, sua persona robótica sensualiza com dançarinas japonesas, diante de uma plateia asiática impressionada. A combinação de tema e música – a mais eletrônica já gravada pelo cantor – torna inevitável pensar no funk robótico da dupla francesa Daft Punk. Mas a produção é de outro ícone, o gênio do hip-hop eletrônico Timbaland, em parceria com seu protegido Danja e o próprio Timberlake. O álbum “Man of the Woods” tem lançamento previsto para 2 de fevereiro.

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  • Música

    Viva – A Vida É uma Festa continua tradição revolucionária dos desenhos da Pixar

    5 de janeiro de 2018 /

    Os desenhos anteriores da Pixar giravam em torno de brinquedos falantes, animais adoráveis, monstros cômicos ou super-heróis. Eram personagens perfeitos para conquistar as crianças, e as piadas eram suficientemente mordazes para provocar risos entre seus pais. “Viva – A Vida é Uma Festa” subverte o jogo. Apresenta Miguel, um garoto sufocado por uma família terrível, que o cerca de trabalhos e obrigações e não admite seu gosto por cantar e tocar instrumentos musicais. As privações ao menino chegam a tal ponto, que a severa avó Abuelita destrói uma viola para que o neto não participe de um show de talentos. É um ato cruel, esse momento, talvez uns dos mais terríveis mostrados num desenho infantil, mas a crueldade, claro, tem um motivo. Acredita-se que o tataravô músico de Miguel abandonou a mulher e a filha pelo sonho de ser artista e quase arruinou a família. Falar do velho, portanto, virou um tabu, e admirar a arte tornou-se uma bobagem, uma besteira levada a frente apenas por vagabundos. É uma ousadia da Pixar conduzir uma história tão surpreendentemente dramática como essa. E, olha, que ainda nem chegamos ao tema central do desenho, que é a questão da vida no Além Túmulo. Sim, todo esse melodrama passa-se durante o feriado de celebração do Dia dos Mortos numa vila no México. Miguel fica profundamente magoada quando avariam seu instrumento e se dirige até o cemitério, no mausoléu de um músico famoso, para roubar um violão e assim participar do show de talentos que tanto almejava. Acontece que quando o menino pega o instrumento, ele automaticamente acaba sendo transportado para o Além, onde grande parte da ação se desenrola. É a partir daqui que “Vida” ganha o senso hipnótico de um voo no tapete mágico. O filme vira uma aventura delirante, um desbunde conduzido em alta velocidade pelos diretores Lee Unkrich (de “Procurando Nemo”) e Adrian Molina, cheio de surpresas e maravilhosos prazeres. A Cidade dos Mortos é como uma explosão da cultura mexicana. Os cidadãos são esqueletos, figurinhas frágeis, vestidas de trapos com desenhos filigranados e ossos desconjuntados. Seus animais de estimação e espíritos são fantasias berrantes no estilo das esculturas de madeira de Oaxaca. Enquanto Miguel atravessa este país das maravilhas fluorescente, onde a burocracia administrativa é tão ruim quanto do nosso lado, mas todos parecem felizes, “Vida” tece algumas considerações interessantes sobre nosso comportamento humano e social. O desenho brinca com a maneira como a morte é encarada – e a negação e a repressão com que grande parte cultura ocidental trata desse aspecto essencial da vida. Pra começar, não há nada de mórbido no Além mostrado no desenho e o Dia dos Mortos é uma festa. Um carnaval alegre e multicolorido, que propõe uma noção de vida e morte como uma dádiva, uma espécie de cola comunal que nos liga uns ao outros e àqueles que viveram antes de nós. A única parte da animação que é realmente assustadora é a noção de que, quando você finalmente é esquecido pelos vivos, você se dissolve e expulso em uma “morte final”. Coisas pesadas, sem dúvida, mas não esqueça que esta é a empresa que transformou em comédia a história de um velhinho, o senhor Fredricksen, que se recusa a ir para o asilo em “Up”, e nos deu a morte de Bing-Bong em “Divertida Mente”. Quando os super-gênios de Pixar estão cozinhando, eles forçam uma fusão de diversão e metafísica que é única na cultura pop. É difícil manter esse nível de originalidade a longo prazo, e nos 22 anos desde o primeiro “Toy Story”, a Pixar teve seus altos e baixos. (A empresa é de propriedade da Disney desde 2006, e talvez não nos surpreenda sempre, veja os dois próximos projetos: um segundo “Incríveis” e um quarto “Toy Story”). Mas “Vida” é uma das obras mais maduras já saídas da mesa de desenho desses artistas. É brincalhão, criativo, provocante, um motim absoluto de cor e som alimentados pelo amor e pela paixão – amor à música, amor à família, amor à tradição, amor a si mesmo e até mesmo o amor a um bom cachorro, que por sinal, tem um ótimo nome: Dante. O ano realmente começa bem com essa nova aventura da Pixar.

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  • Música

    Kendrick Lamar revela música e curadoria da trilha de Pantera Negra

    4 de janeiro de 2018 /

    O rapper Kendrick Lamar divulgou em seu canal no YouTube a música “All The Stars”, que compôs para a trilha de “Pantera Negra”, com participação da cantora SZA. Além da faixa, Lamar foi responsável pela curadoria da trilha sonora do longa-metragem, selecionando músicas em parceria com o produtor Anthony “Top Dawg” Tiffith (do selo Top Dawg Entertainment, que produz os discos de Lamar). A Marvel revelou que um disco com as músicas do filme (e outras inspiradas pelo super-herói) será lançado junto da estreia cinematográfica. O projeto marca a primeira produção de Kendrick Lamar para um grande filme de Hollywood. Num comunicado oficial, o rapper comentou: “‘Pantera Negra’ é incrível, do elenco ao diretor. A magnitude deste filme é um exemplo de um ótimo casamento entre arte e cultura. Eu estou verdadeiramente honrado em contribuir meu conhecimento em produção e composição junto com a visão de Ryan [Coogler, diretor] e da Marvel”. Próximo filme de super-heróis da Marvel, “Pantera Negra” estreia em 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Retrospectiva: Os 20 melhores clipes da música pop brasileira em 2017

    2 de janeiro de 2018 /

    A seleção dos clipes nacionais da Retrospectiva 2017 juntou os universos do funk, rap e indie. É a nova MPB, música pop brasileira. E pelo menos uma banda vive o sincretismo dessa mistureba toda: BaianaSystem. Artista do ano, Anitta quase entrou com dois clipes. Ficou representada pelo mais comentado, “Vai Malandra”. 2017 também foi marcado pela explosão do funk LGBT. Embora Pablo Vittar tenha se projetado mais, graças à colaboração internacional com Major Lazer (e novamente Anitta), o afinadíssimo trio Não Recomendados fez o melhor clipe do “movimento” e Lia Clark o mais divertido. “Chifrudo” também é o mais cheio de palavrões, como “Deu Onda”, de MC G15, uma das músicas mais tocadas do ano passado – que mesmo assim, como outros sucessos populares, não entrou na seleção abaixo. Alguns clipes são superproduções. Mas o do Muntchako foi produzido com financiamento coletivo. Há artistas mais rodados como Gabriel o Pensador, ao lado de revelações como Nina Fernandes, de apenas 18 anos. E temas como a luta contra o preconceito, a vida dura na periferia, o empoderamento feminino, a corrupção política, a falta de planejamento urbano, acidentes de trânsito, a obsolescência tecnológica e o direito ao prazer, demonstrando as preocupações da atual geração nacional. Que nem por isso deixa de tocar temas instrumentais. Os 20 clipes não estão por ordem de preferência, mas organizados por estilo e sonoridade. Os títulos das músicas podem ser conferidos abaixo. Clique play para começar a sessão. Não Recomendados – Não Recomendado | Anitta, Mc Zaac, Maejor ft. Tropkillaz & DJ Yuri Martins – Vai Malandra | Lia Clark ft. Mulher Pepita – Chifrudo | BaianaSystem e Titica ft. Margareth Menezes – Capim Guiné | Gabriel O Pensador – Tô Feliz (Matei o Presidente) 2 | Rincon Sapiência – A Volta pra Casa | RZO ft. Sombra – Uma Multidão Rumo à Solidão | Papo Reto – Craca e Dani Nega | Matheus VK – Movimento Rebolático | Mani Carneiro – *Acessos* | Cafuá – 3 Pedras e um Gigante | Sarah Abdala – Cavalgada | Carne Doce – Sertão Urbano | Nina Fernandes – Cruel | Cícero & Albatroz – A Cidade | Letrux – Noite Estranha, Geral Sentiu | Nana – CMG-NGM-PDE | Muntchako – Golpe | O Terno – Não Espero Mais | Akeem Music – Could You Please? * Seleção do editor da Pipoca Moderna

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  • Música

    Retrospectiva: Os 20 melhores clipes de música indie, rock e eletrônica de 2017

    1 de janeiro de 2018 /

    A segunda parte da seleção dos melhores clipes internacionais de 2017 (veja a primeira aqui) é uma extrapolação do universo indie, que reúne cantores-compositores, mas também bandas de rock tradicional e artistas eletrônicos mais experimentais. Todas essas vertentes têm ficado à margem das premiações principais da MTV, Billboard e Grammy, e embalam de veteranos como Beck a novatos como Declan McKenna e Ghosted. O principal destaque indie de 2017, por sinal, foi uma veterana: a cantora americana Annie Clark, mais conhecida pelo nome do hospital em que morreu o poeta Dylan Thomas, St. Vincent. Ela completou uma década de carreira e quase entrou com dois clipes, que são praticamente complementares. Não há apenas lançamentos americanos e britânicos. A relação também traz a banda japonesa Mondo Grosso, a russa Leningrad, a sueca Ghost, a australiana The Creases e as francesas La Femme, The Blaze, General Elektriks, além da cantora francesa Jain. Os 20 clipes não estão por ordem de preferência, mas organizados por estilo e sonoridade. Os títulos das músicas podem ser conferidos abaixo. Clique play para começar a sessão. The Creases – Is It Love | The New Pornographers – High Ticket Attractions | Ghost – He Is | Royal Blood – Lights Out | Torres – Skim | Saskwatch – December Nights | Jain – Dynabeat | Alice Glass – Without Love | Ghosted ft. Kamille – Get Some | St. Vincent – New York | Madeline Kenney – Witching Hour | Declan McKenna – Brazil | Haim – Little of Your Love | Washed Out – Get Lost | Beck – Up All Night | The Blaze – Territory | Mondo Grosso – ラビリンス | La Femme – S.S.D | Leningrad – Кольщик | General Elektriks – Different Blue * Seleção do editor da Pipoca Moderna

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  • Música

    Retrospectiva: Os 20 melhores clipes de música pop e rap de 2017

    1 de janeiro de 2018 /

    A seleção dos melhores clipes internacionais de 2017 foi dividida em duas partes. A lista abaixo é o chamado mainstream, a música que toca no rádio e domina premiações da MTV, Billboard e Grammy. Enquanto pop e rap já foram bem distintos no passado, as fronteiras dos dois estilos tem se misturado cada vez, com Nicki Minaj gravando com Major Lazer, Young Thug cantando com Camila Cabello, Grimes e Janelle Monáe se fundindo e assim por diante. Kendrick Lamar aparece duas vezes, porque é o artista do ano. O mesmo quase aconteceu com Jay-Z, mas no corte final acabou entrando apenas o seu melhor clipe, que conta com participação de sua mãe. Já Selena Gomez bisa apenas por decorrência de sua participação no hit de Kygo. Os 20 clipes não estão por ordem de preferência, mas organizados por estilo e sonoridade. Os títulos das músicas podem ser conferidos abaixo. Clique play para começar a sessão. Ed Sheeran – Galway Girl | Kygo ft. Selena Gomez – It Ain’t Me | Major Lazer ft. Partynextdoor & Nicki Minaj – Run Up | Camila Cabello ft. Young Thug – Havana | P!nk – Beautiful Trauma | Selena Gomez – Bad Liar | Katy Perry – Hey Hey Hey | Taylor Swift – Look What You Made Me Do | Grimes ft. Janelle Monáe – Venus Fly | Run The Jewels – Legend Has It | Kendrick Lamar – Humble. | Tyler, The Creator – Who Dat Boy | Tierra Whack – Mumbo Jumbo | Sonder – Too Fast | SZA – Supermodel | Michael Kiwanuka – Cold Little Heart | Jay-Z ft. Gloria Carter – Smile | A Tribe Called Quest – Dis Generation | Kendrick Lamar ft. Rihanna – Loyalty. | Young Thug – Wyclef Jean * Seleção do editor da Pipoca Moderna

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  • Música

    Série britânica com trilha do guitarrista do Blur ganha trailer legendado

    1 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da série britânica “The End of the F**king World”, uma comédia de humor negro sobre adolescentes antissociais, que embarcam numa jornada de destruição. A série adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e acompanha a road trip de James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata, e Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”), uma rebelde de saco cheio com tudo. Os dois roubam um carro para encontrar uma vida melhor. Mas à medida que sua viagem caótica se desenrola, torna-se evidente que eles cruzaram um limite e não têm escolha senão ir até onde conseguirem. A adaptação foi escrita pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), a direção é de Jonathan Entwistle, que estreia na TV após dirigir clipes (como o do Seafret estrelado por Maisie Williams), e a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que fez 40 músicas inéditas para a produção. “The End of the F**king World” foi exibida em outubro no Reino Unido e estreia na plataforma de streaming na sexta (5/1).

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  • Música

    Filme da série infantil Gaby Estrella ganha vídeo com Maisa Silva – que não está na adaptação!

    30 de dezembro de 2017 /

    Quer ver algo curioso? A Downtown/Paris, que domina o mundo das comédias infantis brasileiras, lançou o primeiro trailer de “Gaby Estrella”, mais um filme baseado numa produção de TV. A série original passava no canal pago infantil Gloob, que é da Globo. Entretanto, o canal escolhido para fazer a divulgação foi o YouTube de Maisa Silva, a estrelinha do SBT. Maisa está no filme? Não. Mas aparece toda prosa no começo do vídeo para falar de seu filme favorito que não fez. Para deixar claro: “Gaby Estrella” não tem nada a ver com “Carrossel”, a novelinha estrelada por Maisa que também virou filme. Mas vale lembrar que a protagonista, vivida por Maitê Padilha, já apareceu na série dos “Detetives do Prédio Azul”, outra atração mirim que foi transposta para o cinema com grande bilheteria. O detalhe é que as três adaptações foram produzidas/distribuídas pela Downtown/Paris Filmes. Os que não conhecem – e são muitos – podem se contentar em saber que “Gaby Estrella” é uma “Hannah Montana” brasileira, menina do interior que vira sucesso musical. Sua série/novelinha teve três temporadas, entre 2013 e 2015, e o filme a encontra com problemas para manter a carreira de “estrella”. Outro fenômeno pop descartável surgiu e, para continuar seus 15 minutos de fama, ela é mandada de volta ao interior, com o objetivo de estrelar um reality show que possa voltar a lhe deixar em evidência. Mas os planos são sabotados por sua prima invejosa, Rita de Cássia (Bárbara Maia). A moral da história é que a verdadeira amizade é importante, mas, até chegar neste final feliz, é preciso suportar muita música ruim, como as vistas no trailer, e muita superficialidade – fama e inveja, aparentemente, são tudo na vida. Dirigido por Cláudio Boeckel (da novela “A Força do Querer”), “Gaby Estrella” tem estreia marcada para o dia 18 de janeiro.

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  • Música

    Camila Cabello lança clipe “gente como a gente”, com gravações de sua infância e intimidade

    29 de dezembro de 2017 /

    Camila Cabello divulgou o clipe de “Never Be the Same”, que reúne uma coleção de gravações de sua infância, adolescência, família, amigos, viagens e diversão, intercaladas com cenas de premiações musicais e bastidores de shows, num clima bastante despojado e até intimista. A produção passa a ideia de que a jovem cubana é “gente como a gente”, e isso é extrapolado quando o clipe passa a mostrar os fãs cantando a música para as câmeras de seus celulares. Tem até brasileiro no meio, é claro. “Obrigada pelo melhor ano de minha vida”, agradece Camila aos admiradores nos últimos segundos, referindo-se o sucesso que conseguiu ao sair da banda Fifth Harmony e lançar sua carreira solo. Em sua conta no Instagram, ela reforçou: “É um agradecimento do fundo do meu coração por sempre estarem comigo e por todas as memórias que criamos juntos este ano. Eu amo todos vocês loucamente. Eu e minha família choramos várias vezes assistindo a isso. Vejo vocês em 12 de janeiro para o álbum!” this is a thank you from the bottom of my heart for always being here for me and for all the memories we’ve made together this year. smarturl.it/camila_nbts Uma publicação compartilhada por camila (@camila_cabello) em 29 de Dez, 2017 às 9:47 PST i frickin love you all so much and PS my family and i cried several times watching this back. IT’S END OF THE YEAR EMO TIME ?: the lovely @rahulb91 see you January 12 for the album!!!! get “Never Be The Same” now: smarturl.it/camila_nbts Uma publicação compartilhada por camila (@camila_cabello) em 29 de Dez, 2017 às 9:48 PST

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  • Música

    Lady Gaga canta em novas fotos do remake de Nasce uma Estrela

    29 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou duas novas fotos oficiais do remake de “Nasce uma Estrela”, que, assim como a primeira, traz os protagonistas cantando durante um show. A história de bad romance entre uma estrela em ascensão e um artista decadente, já foi filmada três vezes anteriormente, desde 1937. Na nova encarnação, Lady Gaga (série “American Horror Story”) e Bradley Cooper (“Sniper Americano”) têm os papéis principais. As filmagens da cantora duraram apenas dois meses. A fotografia principal começou em abril, em paralelo ao Festival de Coachela, em que Gaga foi uma das atrações principais, para aproveitar o palco do evento. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E Elton John revelou que compôs pelo menos uma música para o longa, que vai marcar a estreia de Bradley Cooper como diretor. Uma das curiosidades da produção é que Lady Gaga pediu para ser identificada no filme por seu nome real, Stefani Germanotta. Ao contrário de quando participou da série “American Horror Story” – e inclusive venceu um Globo de Ouro – como Lady Gaga. A estreia está marcada para 17 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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