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28 de setembro de 2026
  • Música

    Comercial legendado de Pantera Negra traz música nova de Kendrick Lamar

    29 de janeiro de 2018 /

    A Marvel divulgou um novo comercial legendado de “Pantera Negra”. O vídeo não contém cenas inéditas, mas é acompanhado pela nova música de Kendrick Lamar. Grande vencedor do Grammy 2018 na noite de domingo (28/1), o rapper é responsável pela curadoria da trilha musical do filme e também contribuiu com a faixa “All the Stars”, em que divide os vocais com a cantora SZA. O projeto marca a primeira colaboração de Kendrick Lamar para um grande filme de Hollywood. Num comunicado oficial, o rapper comentou: “‘Pantera Negra’ é incrível, do elenco ao diretor. A magnitude deste filme é um exemplo de um ótimo casamento entre arte e cultura. Eu estou verdadeiramente honrado em contribuir meu conhecimento em produção e composição junto com a visão de Ryan [Coogler, diretor] e da Marvel”. Próximo filme de super-heróis da Marvel, “Pantera Negra” estreia em 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Todd Haynes começa a trabalhar em documentário sobre a banda Velvet Underground

    28 de janeiro de 2018 /

    O projeto do documentário do cineasta Todd Haynes (“Carol”) sobre a banda Velvet Underground foi oficializado, com a divulgação de comunicado dos produtores e o início da produção. Haynes vai escrever, dirigir e produzir o filme, em parceria com a Polygram Entertainment e as gravadoras Verve e Universal, e pretende cobrir diversos tópicos, desde a formação da banda até seu impacto na música e na cultura global. “Eu não poderia estar mais entusiasmado em embarcar no meu primeiro documentário, tendo como tema uma das bandas de rock mais radicais e influentes do mundo da música: The Velvet Underground”, ele afirmou em comunicado. Danny Bennett, presidente e CEO da Verve Label Group, deu perspectiva histórica para a produção, ao lembrar: “A Verve Records contratou o Velvet Underground nos anos 1960 para expandir sua icônica trajetória no jazz e avançar os rumos da evolução musical, e sem dúvida eles se tornaram um das bandas mais influentes de todos os tempos. Suas gravações não só desafiaram o status quo, eles criaram uma nova geração musical, que continua a ter relevância até hoje. Sempre foi meu sonho produzir o documentário definitivo do Velvet Underground e me sinto orgulhoso de fazer parte desta produção. Esta história ambiciosa, significativa e envolvente só poderia ser contada por Todd Haynes e estou entusiasmado como os fãs para experimentar a história de The Velvet Underground no contexto de sua época”. O filme tem o apoio de um dos últimos membros fundadores sobreviventes do Velvet Underground, o músico John Cale, e de Laurie Anderson, a artista que foi parceira de vida do cantor Lou Reed. Formada em 1966 por Reed, Cale, o guitarrista Sterling Morrison e a baterista Maureen “Moe” Tucker, Velvet Underground foi a antítese das bandas hippies da época. Enquanto os psicodélicos da Califórnia pregavam paz, amor e lisergia, com músicas ensolaradas, a banda nova-iorquina investia em roupas pretas, óculos escuros e microfonia para exaltar o sadomasoquismo e as drogas mais pesadas, como heroína. Eram apadrinhados pelo artista plástico Andy Warhol, que fez a capa de seu primeiro disco, mas que também lhes impôs a cantora-modelo Nico, com quem só gravaram um disco. Após cantar algumas das melhores músicas da banda, ela teve ajuda de Cale e Reed para se lançar em carreira solo. Eventualmente, os próprios Cale e Reed largaram o Velvet Underground, que acabou implodindo. A banda nunca fez sucesso em sua época. Mas sua repercussão a tornou lendária, como fomentadora das décadas seguintes do rock. Ela é citada como influência por David Bowie – que fez questão de produzir Lou Reed em sua tentativa de emplacar como artista solo – The Jesus and Mary Chain, Sonic York e Nirvana, para citar alguns dos roqueiros que impactou. Haynes falou pela primeira vez do projeto em agosto do ano passado, durante participação no Festival de Locarno, onde foi homenageado pelas realizações de sua carreira. Na época, o diretor revelou as dificuldades previstas em sua empreitada, descrevendo o documentário como “desafiador”, diante da escassez de registros visuais sobre o grupo. Ele confirmou que irá usar os filmes experimentais de Andy Warhol, que registrou performances da banda, e se disse ansioso pela “emoção da pesquisa e montagem visual”. Vale lembrar que, duas décadas atrás, o diretor chamou atenção ao lançar “Velvet Goldmine” (1998), filme sobre artistas fictícios do rock glam, gênero influenciado pelo Velvet Underground, que incluía um personagem inspirado em Lou Reed. Ele também dirigiu “Não Estou Lá” (2007), baseado na vida de Bob Dylan, e um curta animado com bonecas sobre a cantora Karen Carpenter, “Superstar: The Karen Carpenter Story” (1988). Atualmente, Haynes está em cartaz nos cinemas com o filme infantil “Sem Fôlego”.

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  • Música

    Jennifer Hudson viverá Aretha Franklin no cinema

    28 de janeiro de 2018 /

    Vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Dreamgirls”, Jennifer Hudson voltará a cantar no cinema, na cinebiografia da cantora Aretha Franklin. Ela estava sendo sondado para o projeto da MGM desde 2015 e era a favorita da própria Aretha para vivê-la no cinema. De forma apropriada, o anúncio foi feito pelo antigo produtor da diva, Clive Davis, ex-dono da Arista Records, por quem Aretha lançou alguns de seus maiores sucessos. Em uma das festas mais concorridas do fim de semana do Grammy, o anfitrião Clive Davis convidou Jennifer Hudson para cantar algumas músicas, entre elas clássicos da rainha do soul e, após o pequeno show, divulgou a informação do papel no cinema. O filme deverá ser ambientado nos anos 1960 e 1970, quando Aretha se consagra como uma das maiores artistas dos EUA, cantando clássicos imortais como “I Say a Little Prayer”, “Think”, “Respect” e “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman”, além de viver um conturbado relacionamento com seu então marido Ted White. A produção está a cargo de Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e do produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Hudson. O próximo passo é definir roteirista e diretor, por isso ainda não há cronograma de produção ou estreia definida para o filme.

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  • Música

    Natalie Portman vai viver pop star em filme com músicas da cantora Sia

    28 de janeiro de 2018 /

    A atriz Natalie Portman já dançou em “Cines Negro” e agora vai cantar em “Vox Lux”, um musical com canções inéditas da cantora australiana Sia. Ela vai substituir Rooney Mara (“Carol”), previamente escalada, que teve problemas de agenda. Segundo o site da revista Variety, Portman vai interpretar Celeste, uma garota que escapa de uma tragédia para se tornar uma popstar. O filme deve se concentrar na história de transformação da vida dela ao longo de 15 anos, desde 1999 até os dias atuais. O longa também inclui em seu elenco Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). As filmagens estão previstas para começar em fevereiro com roteiro e direção de Brady Corbet, que vai usar câmeras de 65mm para projeções em grandes telas de cinema. Corbet é um jovem ator de 28 anos, de filmes como “Violência Gratuita” (2007) e “Força Maior” (2014), que estreou na direção com o impressionante “The Childhood of a Leader”, vencedor de diversos prêmios, inclusive no Festival de Veneza de 2015. “Vox Lux” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Música

    Indicado ao Oscar 2018, Paul Thomas Anderson assina novo clipe da banda Haim

    27 de janeiro de 2018 /

    O cineasta Paul Thomas Anderson, que concorre ao Oscar 2018 de Melhor Direção por “Trama Fantasma”, voltou a dirigir um clipe da banda das irmãs Haim. O vídeo de “Night So Long” é seu quarto trabalho para o trio. Gravado ao vivo, registra as irmãs tocando a música no palco ao ar livre do Greek Theatre, em Los Angeles. A maior parte do vídeo é focado no rosto das artistas, e quando a câmera muda de enquadramento, revela que o local está vazio. Até a edição avançar no tempo, trocar o dia pela noite, o ensaio pelo show, e encher os assentos, acomodando os gritos do público nos vazios da música intimista. Anderson conheceu as irmãs socialmente, porque foi estudante da mãe das meninas, que é professora de arte. “Night So Long” é a faixa que encerra o álbum “Something to Tell You”, lançado em julho do ano passado.

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  • Música

    Liam Payne e Rita Ora lançam clipe de música de Cinquenta Tons de Liberdade

    27 de janeiro de 2018 /

    A Universal revelou o primeiro clipe da trilha sonora de “Cinquenta Tons de Liberdade”. Liam Payne e Rita Ora cantam o dueto de “For You”, que confirma a tendência de eliminação gradativa da sexualidade no marketing da franquia. Não há uma cena sensual sequer em todo o clipe, que mostra o casal, na maior parte do tempo, em locações separadas. Para quem não lembra, “Cinquenta Tons de Liberdade” é o final de uma trilogia supostamente erótica, iniciada por “Cinquenta Tons de Cinza” em 2015. Na época do primeiro filme, a publicidade e os clipes investiam em climas sensuais, a ponto de um gemidão de Beyoncé identificar o material de marketing. Rita Ora faz parte do elenco da franquia. Ela interpreta Mia Grey, a irmã de Christian (Jamie Dornan) que se casa com Anastasia (Dakota Johnson) no final feliz, marcado para 8 de fevereiro nos cinemas brasileiros.

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  • Música

    Justin Timberlake lança clipe de take contínuo com cantor country Chris Stapleton

    26 de janeiro de 2018 /

    Justin Timberlake lançou um novo clipe, o terceiro de seu novo disco. O vídeo de “Say Something” reúne o cantor com astro country Chris Stapleton, num dueto que cruza fronteiras de gêneros musicais, com direito a coral gospel. Mas a parceria também se estende para o pessoal de La Blogothèque, um site francês especializado em gravar sessões ao vivo e intimistas de músicos da cena indie, que virou produtora. Produzido por La Blogothèque e com direção de Arturo Perez Jr. (do documentário “Where Have All the Flowers Gone?”), o clipe acompanha Timberlake num take contínuo, enquanto ele percorre corredores, elevadores e escadas de um prédio antigo, de violão em punho para se encontrar com Stapleton e um grandioso coral. O trabalho de câmera, em movimento contínuo, daria orgulho em Martin Scorsese. O álbum “Man of the Woods” será lançado no dia 2 de fevereiro.

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    Guitarrista do Radiohead vai disputar seu primeiro Oscar de Trilha Sonora

    24 de janeiro de 2018 /

    O guitarrista Jonny Greenwood, da banda Radiohead, recebeu a sua primeira indicação ao Oscar, pela trilha sonora de “Trama Fantasma”. A produção marca a quarta parceria do músico com o diretor Paul Thomas Anderson, para quem Greenwood compôs as trilhas de “Sangue Negro” (2007), “O Mestre” (2012) e “Vício Inerente” (2014). Além destes filmes, ele também assinou as trilhas do japonês “Como na Canção dos Beatles: Norwegian Wood” (2010) e de dois longas da escocesa Lynne Ramsay, “Precisamos Falar Sobre Kevin” (2011) e “You Were Never Really Here”, que estreia em abril. Ele vai disputar o Oscar 2018 com veteranos de Hollywood: John Williams (por “Star Wars: Os Últimos Jedi”, Hans Zimmer (“Dunkirk”), Alexandre Desplat (“A Forma da Água) e Carter Burwell (“Três Anúncios Para um Crime”). Greenwood também foi indicado ao Globo de Ouro, mas perdeu para Alexandre Desplat. Congratulations Jonny! https://t.co/U0nT5l8ed4 — Radiohead (@radiohead) January 23, 2018

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    Vilão de Game of Thrones vai viver guitarrista do Mötley Crüe em filme

    22 de janeiro de 2018 /

    A cinebiografia da banda Mötley Crüe, intitulada “Dirt”, definiu seus intérpretes principais. E um deles é um famoso vilão televisivo. O ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) negocia o papel do guitarrista Mick Mars. A banda se completa com Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. Produção da Netflix, o filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O livro relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, em situações descontroladas de sexo e drogas, que os tornaram mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, e eventualmente causaram a implosão do grupo. Depois de lotar estádios e protagonizar vídeos escandalosos com mulheres seminuas, os problemas começaram em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee inaugurou o mercado de sex tapes de celebridades, com o vazamento do vídeo de sexo que ele gravou com sua mulher, a atriz Pamela Anderson, em 1998. E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine, diretor dos filmes da franquia “Jackass”. Não há previsão para a estreia na plataforma de streaming.

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  • Música

    Lord of Chaos: Filme sobre a banda de black metal Mayhem ganha primeiro pôster

    20 de janeiro de 2018 /

    O filme “Lord of Chaos”, uma das avant-premières mais esperadas do Festival de Sundance 2018, divulgou seu primeiro pôster. E é puro heavy metal. Dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mais conhecido por clipes de Madonna e Beyoncé, “Lord of Chaos” é a cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Escrito pelo próprio Akerlund em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa pretende narrar a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Mas a linha entre realidade e publicidade logo começou a se fundir, e a banda se viu envolvida em crimes incendiários, violência, suicídio e num até assassinato. A banda cinematográfica é formada por Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, Emory Cohen (“Brooklyn”) e Anthony De La Torre (o jovem Jack Sparrow de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander e Bill Skarsgård, também está no elenco, assim como a cantora pop Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”). Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg, Jack Kilmer interpretará Dead, Valter Skarsgård incorporará Faust e Sky Ferreira dará vida a uma personagem chamada Ann-Marit, que não faz parte de nenhuma banda da época. Uma possibilidade é Ann-Marit Sæbønes, prefeita de Oslo no período do assassinato de Euronymus. Já Faust deve ser Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Um fato pouco difundido é que, antes de virar diretor, Akerlund também participou desta cena, como membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Em nova formação, o Mayhem ainda existe. E passou recentemente pelo Brasil em turnê. Para completar, a trilha do filme, nas cenas não musicais, também foi composta por uma banda. Mas de estilo totalmente oposto. Akerlund quis uma trilha atmosférica e contratou a banda indie islandesa Sigur Ros. A pré-estreia mundial acontece na terça (23/1) em Sundance e ainda não há previsão de lançamento comercial.

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  • Música

    Clipe de nova parceria entre Anitta e J. Balvin é superprodução inspirada em Mad Max

    19 de janeiro de 2018 /

    O cantor colombiano J. Balvin divulgou na madrugada de sexta (19/1) seu novo clipe, “Machika”, que marca sua terceira parceria com a brasileira Anitta. E em poucas horas o vídeo estourou recordes, tornando-se o mais visto da semana no YouTube, com cerca de 7 milhões de visualizações. Gravado em Medellin, na Colômbia, o clipe dirigido por Harold Jiménez expressa um clima pós-apocalíptico e inspiração assumida em “Mad Max: Estrada da Fúria”, com cenas num deserto árido, figurantes de visual estilizado, motos em disparada, um carro-alegórico repleto de auto-falantes e um guitarrista que lança chamas pelo instrumento. É uma superprodução, que ainda traz Anitta como líder de uma tribo da floresta, surgindo em cena como musa do empoderamento: “No topo sem escadas/ A sensação da favela/ Eu saí para romper fronteiras/ As mulheres como eu não se limitam”, ela canta em espanhol. Mais pulsante que as parcerias anteriores – a dançante “Ginza” e a romântica “Downtown” – , “Machika” é toda cantada em espanhol e tem ainda participação do caribenho Jeon, num clima multinacional, expresso na coleção de bandeiras que tremulam durante o vídeo. Por outro lado, uma rápida inclusão de jogadores de futebol sugere que as bandeiras podem, na verdade, referenciar a Copa do Mundo de 2018, mas a citação quase se perde em meio ao excesso de elementos da produção. A obra teve até direito a cartaz cinematográfico. Confira abaixo.

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    Justin Timberlake lança clipe que junta apocalipse e o movimento #Metoo

    18 de janeiro de 2018 /

    O cantor Justin Timberlake divulgou o clipe de “Supplies”, seu novo funk sintético, que traz um visual fantástico, surreal e futurista, mesclado com o noticiário de protestos civis atuais. O vídeo abre com Timberlake diante de um paredão de TVs, que misturam os rostos de Harvey Weinstein, Donald Trump, Kevin Spacey, cartazes contra o racismo, do movimento #Metoo, mensagens de empoderamento, além de registros de confrontos e repressão policial. A referência é a cultuada sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (1976), que logo cede lugar para cenas de pesadelos, com crocodilos brancos nas calçadas, colares de revólveres, céus formados por guarda-chuvas, sombras que escapam de muros opressores, destruição de torres de dinheiro e mulheres e negros protestando sem parar. Há simbolismo em toda a parte, além de participações do rapper Pharrell Williams e da atriz Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”). Ela se alterna entre aparições como rainha, líder da resistência, dama em perigo e sobrevivente do apocalipse. A direção é do novo mago dos vídeos musicais, o diretor Dave Meyers (que fez “Havana”, de Camila Cabello, e “Humble”, de Kendrick Lamarr). Mas… a letra não tem nada a ver com o recado visual. Nela, Timberlake pinta, sim, um cenário pós-apocalíptico, referenciando até a série “The Walking Dead”. Entretanto, tudo é motivo de sexo na sua narrativa. “Eu vou ser o gerador/Me ligue quando precisar de eletricidade”, ele sugere à parceira com quem sobrevive ao holocausto zumbi. Bizarro. É possível considerar o clipe como uma tentativa de emular o estilo cifrado dos vídeos mais recentes de Taylor Swift, repletos de mensagens subliminares. Mas as referências ao #Metoo já rendem controvérsia nas redes sociais, uma vez que o cantor preferiu se calar diante das cobranças por sua participação no novo filme de Woody Allen, “Roda Gigante”. “Supplies” é uma bela luta de contexto contra intertexto.

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  • Música

    Documentário sobre os últimos anos de David Bowie chega à TV brasileira

    10 de janeiro de 2018 /

    O documentário “The Last Five Years”, sobre os últimos cinco anos da vida de David Bowie, será exibido na noite desta quarta (10/1) no canal pago Bis, às 21h30. Inédito no Brasil, o filme detalha o processo criativo dos dois últimos álbuns do cantor, “The Next Day”, lançado em 2013, e “Blackstar”, lançado em 2016, dois dias antes da morte do artista, que completa dois anos neste 10 de janeiro. O filme é dirigido por Francis Whately, que também fez “David Bowie: Five Years” (2013) sobre o auge do cantor nos anos 1970. E traz uma informação surpreendente, ao afirmar que Bowie só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário, ele descobriu que tinha poucos meses de vida enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. Bowie veio a morrer logo em seguida àquela gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado seu 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte – e que foi considerado um dos melhores discos de sua carreira. Produção original da BBC já exibida no Reino Unido, “David Bowie: The Last Five Years” foi transmitido nos Estados Unidos pela HBO na segunda-feira, no aniversário do cantor, festejado em 8 de janeiro. Veja o trailer abaixo.

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