Música do último capítulo de Game of Thrones ganha clipe oficial
A HBO divulgou um clipe com a música “Jenny of Oldstones”, um folk de sonoridade medieval, cantando por Florence + The Machine. A versão foi ouvida durante os créditos de encerramento do segundo episódio da 8ª temporada de “Game of Thrones”, “A Knight of the Seven Kingdoms”, exibido no último domingo (22/4). Mas, um pouco antes no episódio, foi entoada por Podrick (Daniel Portman), o escudeiro da agora Sor Brienne de Tarth (Gwendoline Christie, que se converteu no cavaleiro dos Sete Reinos do título), durante a noite em que os personagens fizeram as pazes e enterraram rancores à espera da batalha mortal do próximo capítulo. “Quando ouvi a música pela primeira vez parecia uma canção de ninar celta”, contou Florence, que foi pessoalmente convidada pelos criadores da série David Benioff e D.B. Weiss para gravar a música, que os dois escreveram com Ramin Djawadi, compositor oficial de “Game of Thrones”, a partir dos primeiros versos publicados por George R.R. Martin, o autor dos livros em que a produção se baseia. A letra, por sinal, referencia a mitologia de “Game of Thrones”, já que a Lady Jenny cantada nos versos não é uma pessoa qualquer, mas uma camponesa que entrou para a casa Targaryen através do seu casamento com o príncipe Duncan, apesar das objeções do Rei Aegon V. Por causa do casamento, Duncan abriu mão de seu direito ao trono. E o clipe parece indicar que o mesmo ocorrerá com seu descendente Jon Snow (Kit Harington). Por curiosidade, Florence Welch, a cantora da banda, já tinha sido convidada antes e se recusado a gravar uma música para a série. Foi “Rains of Castamere”, na 2ª temporada – que acabou gravada pelas bandas The National e Sigur Rós. A cantora disse que a recusa anterior se deu por ela ser muito criteriosa com as canções que grava e que ela vivia “anos de caos” na época da 2ª temporada. “Fico feliz que eles tenham me convidado de novo”.
Anitta pede clipe de graça a Selton Mello
Anitta usou seu Instagram Stories na manhã deste domingo (21/4) para fazer um pedido especial aos seus fãs: seguir o perfil do ator e diretor Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”). O pedido inusitado tem segunda intenções. A cantora brincou que gostaria de fazer uma troca de favores. No lugar dos novos seguidores, ela pediu um clipe de graça, afirmando que neste ano já tinha gastado todo o dinheiro disponível para investir em produções. “Segue ele aí, gente, por favor. Não tenho mais dinheiro para fazer clipe não. A não ser que ele queira me dar de presente. Já foi toda a verba”, brincou ela. Anitta lançou seu novo álbum, “Kisses”, no último dia 5, com dez músicas. Todas elas ganharam clipes, divulgados simultaneamente.
Documentário de Beyoncé é considerado “um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”
“Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado um marco de seu gênero. O documentário registra a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, ao traçar as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. A versão filmada é ainda mais elogiada. “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”, tascou o prestigioso Washington Post. Para não deixar dúvidas, o Chicago-Sun Times repetiu: “‘Homecoming’ é um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Exatamente o mesmo elogio. O que disse o site do finado crítico Roger Ebert? “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Não é mentira. A frase cansou de ser repetida. E também ganhou variações, como no texto da agência Associated Press: “Uma das mais icônicas apresentações musicais de todos os tempos”. Mas teve quem tentasse elogiar melhor. “Homecoming” pertence a uma classe só dele, como uma síntese completa das artes pop”, segundo a revista New Yorker. Obra-prima, em outras palavras. E com o seguinte detalhe: Beyoncé não aparece apenas diante das câmeras. Ela escreveu, dirigiu e produziu o filme. Os fãs que ficaram em êxtase podem se preparar para o bis. Segundo a revista Variety, o contrato assinado pela cantora prevê mais dois especiais na Netflix.
Após “obra-prima”, Beyoncé fará mais dois especiais na Netflix
“Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, foi apenas o primeiro de três especiais previstos num contrato milionário fechado entre a cantora e a plataforma de streaming. De acordo com a revista Variety, Beyoncé receberá US$ 60 milhões pelos três projetos. O primeiro da encomenda, o documentário “Homecoming: A Film by Beyoncé”, escrito, dirigido, produzido e estrelado pela cantora, teria custado US$ 20 milhões. O filme recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado uma obra-prima.
Madonna lança teasers de seu novo disco, com título de filme clássico
A cantora Madonna divulgou um vídeo em suas redes sociais para confirmar o título e o conceito de seu 14º álbum de estúdio. Após várias pistas nas últimas semanas, ela anunciou oficialmente que o disco vai se chamar “Madame X”. O vídeo traz cenas da cantora em Lisboa, onde ela reside atualmente, alternando-se entre visuais de loira platinada e morena perigosa. Madonna explica no teaser o conceito por trás do nome e das mudanças de penteado, afirmando que assumirá várias identidades “Decidi chamar meu álbum de ‘Madame X’. Uma agente secreta viajando ao redor do mundo, trocando sua identidade, lutando por liberdade, trazendo luz a lugares sombrios. Ela é uma instrutora de dança, uma docente, uma chefe de estado, uma governanta, uma prisioneira, uma estudante, uma professora, uma freira, uma cantora de cabaret, uma santa e uma prostituta”. Antes do vídeo, ela compartilhou trechos desse texto no Instagram, além de dar pistas do novo álbum. Cinéfilos conhecem bem esta personagem. “Madame X” é o título de um melodrama clássico de 1966 (baseado numa peça de Alexandre Bisson), em que Lana Turner finge a própria morte, após um acidente mortal envolver seu suposto amante. Ela acaba adotando personalidades diferentes, até decair tanto que vai a julgamento por outro assassinato. A esta altura, nem seu filho é capaz de reconhecê-la, ao assumir seu caso como advogado. Em outro post, a cantora também citou o título de um romance de Anais Nin, “Uma Espiã na Casa do Amor”, clássico erótico de 1954 sobre uma mulher de vida dupla. Seja quem for, a nova Madame X parece gostar de ensinar, pois Madonna frisou a palavra professora com mais dois sinônimos para defini-la. Ela só não deu previsão de lançamento das gravações. Veja abaixo os vídeos criados para divulgar o disco. Welcome to the World of Madame ❌. ………………… @nunoxico #stevenkleinstudio pic.twitter.com/bo0L0MAstr — Madonna (@Madonna) April 14, 2019 Madame ❌ is a spy in the house of Love ♥️ pic.twitter.com/8DE5SF6uyR — Madonna (@Madonna) April 14, 2019 What song is Madame ❌ playing…………… pic.twitter.com/257fxOHwyN — Madonna (@Madonna) April 14, 2019 pic.twitter.com/oswdYUdCbz — Madonna (@Madonna) April 13, 2019
Clipe do grupo feminino Blackpink quebra recordes no YouTube
Sensação feminina do K-pop, o grupo sul-coreano Blackpink bateu dois recordes no YouTube com o lançamento do clipe de “Kill This Love”. O vídeo registrou a maior estréia de um vídeo na história da plataforma de streaming, com 56,7 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas. Com a marca, o grupo desbancou a cantora americana Ariana Grande, que tinha o recorde de clipe mais visto em 24 horas por “Thank U, Next”, exibido 55,4 milhões de vezes em sua estreia. Mas não ficou nisso. “Kill This Love” também se tornou o clipe que mais rapidamente bateu a marca de 100 milhões de visualizações no YouTube: em menos de três dias desde seu lançamento – que aconteceu na quinta passada (4/4). Atualmente, a conta está em mais de 142 milhões de visualizações. No início deste ano, a banda já tinha batida um recorde com o clipe de “Ddu-Du Ddu-Du”, como o vídeo de K-pop mais visto de todos os tempos. “Kill This Love” deixou esse sucesso para trás. Com visual colorido e fashion, que lembra antigos clipes de Taylor Swift – mas não tão colorido quanto os clipes do grupo rival de K-pop Red Velvet – , Blackpink vem se firmando como referência no gênero, que tem como equivalente popular masculino o grupo BTS.
Trailer revela documentário “secreto” sobre show icônico de Beyoncé
A Netflix divulgou de surpresa o primeiro trailer de “Homecoming”, um documentário “intimista” sobre Beyoncé, que foi produzido sem alarde. A prévia é “narrada” por uma entrevista com a poeta Maya Angelou, pouco antes de sua morte, dentro do conceito cultural criado pela cantora para o show que inspira o filme. As filmagens acompanham principalmente a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, que traça as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. O filme será lançado em 17 de abril – por coincidência, logo após o começo da edição deste ano do festival americano de música.
Banda Starcrawler grava cover dos Ramones na trilha de Cemitério Maldito
A banda americana Starcrawler divulgou no YouTube sua gravação da música tema de “Cemitério Maldito”. A música é um “remake”, para usar a terminologia cinematográfica. A faixa é cover do punk rock original dos Ramones, “Pet Sematary”, usado há 30 anos na trilha do primeiro “Cemitério Maldito” (1989). A banda de Los Angeles tem só dois anos de existência, mas é inspirada pela geração punk americana da década de 1970 – além de Ramones, as Runaways, X, New York Dolls e Dead Boys. A nova versão de “Cemitério Maldito” estreou neste fim de semana nos Estados Unidos, com críticas mais positivas que as geradas pelo filme anterior e US$ 25 milhões nas bilheterias. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima quinta-feira (9/4). Ouça o cover e compare com o clipe original dos Ramones abaixo.
História do grupo musical Menudo vai virar série da Amazon
A Amazon encomendou uma minissérie sobre a história do grupo Menudo, fenômeno musical adolescente dos anos 1980. Segundo a agência EFE, as filmagens vão começar no verão norte-americano (entre maio e agosto) com locações em Porto Rico, onde a banda foi formada, e no México, país que foi seu maior mercado comercial. A produção é do Piñolywood Studios, que vai traçar, em 15 episódios, desde a origem do grupo até seu estrelado mundial. A atração conta com o envolvimento de Edgardo Díaz, o criador do grupo, e de Ricky Meléndez, um dos primeiros integrantes, que compartilharam histórias de bastidores com os roteiristas. A primeira banda de garotos hispânicos que teve fama mundial foi formada inicialmente pelos irmãos Fernando e Nefty Sallaberry Valls, junto com outros irmãos Carlos, Óscar e Ricky Meléndez. Com esta formação, os Menudos lançaram seu primeiro disco em 1977. Mas o auge do grupo foi nos anos 1980, quando o quinteto se tornou mundialmente conhecido. Com o passar do tempo, vários integrantes foram mudados, lançando para o estrelato jovens até então desconhecidos, como Ricky Martin e Robi Draco Rosa. Mas essa mudança contínua também dispersou fãs e não impediu o envelhecimento da “grife”. Depois de contar com 39 cantores diferentes, o grupo anunciou seu fim em 2009. A expectativa é que a série, provisoriamente batizada com o título de uma música do grupo, “Suba em Minha Moto: A História do Menudo”, seja disponibilizada em 2020 pela Amazon.
Filme da banda Mötley Crüe imita, mas não é Bohemian Rhapsody
Depois do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, a fórmula ficou clara. E “The Dirt: Confissões do Mötley Crüe” segue à risca, até nas passagens importantes da “timeline” da banda, picotadas e aceleradas com tratamentos dramáticos superficiais para reduzir a reclamação dos fãs no caso de algum fato ficar de fora (nem que seja um trechinho de uma música). A sensação é de ver na tela a materialização de um verbete da Wikipedia. A principal diferença em relação à cinebiografia do Queen é que o filme do Mötley Crüe não tanta obrigação em incluir “hits”. Afinal, a banda de metal farofa ficou mais famosa pela zona que fez por onde passou do que pelo legado de sua música. E o filme deixa a setlist no backstage para privilegiar o caos que seus quatro integrantes liberaram no mundo, com um toque especial de mau gosto por cortesia de Jeff Tremaine, um dos criadores de “Jackass” e diretor dos filmes da série. Basta dizer que o “cineasta” abre o filme “jorrando” o orgasmo de uma mulher numa cena criada para o público masculino rir. Depois disso, conhecemos os integrantes da banda, que se dividem no voice over executado de forma pobre, do ponto de vista narrativo – o recurso não faz a menor diferença. E, sem maior explicação, a história passa a mostrar apenas o baixista Nikki Sixx (Douglas Booth) em sua infância, até encontrar o baterista Tommy Lee (Machine Gun Kelly), o guitarrista Mick Mars (Iwan Rheon) e o vocalista Vince Neil (Daniel Webber). Será que só para justificar sua entrega às drogas e uma vida de excessos? Bom, Vince e Tommy também cometem seus exageros. Tudo é reducionista nesta versão da história feita para a Netflix. A ponto de bastar o quarteto tocar junto somente uma vez para sair do anonimato. E tudo também é gratuito, como o fato de Tommy Lee socar a cara de uma namorada e depois se casar com Heather Locklear como se fosse um prêmio. O pior é que há uma moral nesta história. Ao final, tudo que aprontaram teria servido para a formação de uma família entre os músicos. É assim que Jeff Tremaine ousa terminar o seu, digamos, streaming. É questionável, mas o importante é ver o Mötley Crüe zoando por aí na primeira metade e rir disso. Desde que, claro, você admita que está se divertindo com um filme ruim, que tenta inclusive uma quebra de quarta parede para driblar suas deficiências e explicar o que o filme deixa de contar. A graça, claro, esvai-se quando o diretor tenta alguma dramaticidade na segunda metade da história, com resultado arrastado, enfadonho, que escancara o quanto os atores são fracos e estavam disfarçados (com perucas) de engraçadinhos até então. Tirando Iwan Rheon, que esteve em “Game of Thrones”, nenhum dos demais dá conta de interpretar algo além da caricatura. A verdade é que, mesmo com produção dos integrantes verdadeiros da banda, um filme sobre o Mötley Crüe só poderia dar mesmo nisso. A surpresa seria um filme bom. Claro que, para isso, precisaria-se de um diretor um pouquinho apaixonado pela música da banda. Já que é difícil, pelo menos que fosse alguém com algo mais na carreira além da tombos e escatologia barata.
Novo clipe dos Jonas Brothers cita Game of Thrones e evoca Miami Vice
Os Jonas Brothers laçaram um de seus melhores clipes, acompanhando a música “Cool”, em que recriam a vibe de “Miami Vice”. Dirigido por Anthony Mandler – que também fez o clipe de “Sucker” – , o vídeo é uma homenagem a uma era saudosa da MTV, em que artistas apareciam em cenas de praia, repletas de mulheres de biquíni, e usando ternos de cor pastel sobre camisetas claras. Não falta sequer os óculos escuros, a obsessão pelo penteado ligeiramente imperfeito e a cena panorâmica num iate, elementos icônicos do pop dos anos 1980. O visual combina com uma letra que é pura massagem de ego. “Quando crescer, quero ser igual a mim”, diz Kevin Jonas, depois do refrão grudar forte – “Estou me sentindo tão cool”, repete sem parar o melhor cantor do grupo. Outro detalhe divertido da letra surge quando Joe Jonas assume os vocais e passa descrever que chegar em casa é se sentir “vencendo como em ‘Game of Thrones'”, numa clara referência a quem ele encontra neste momento – sua noiva Sophie Turner, a Sansa Stark. A maior surpresa fica por conta da forma espontânea como os vocais soam, às vezes quase improvisados, para injetar um pouco de criatividade no padrão redondinho do hit pop. Pode não parecer, mas a experiência como ator de Kevin Jonas melhorou muito sua interpretação musical.
Anitta vira Netflix com lançamento de 10 clipes simultâneos
Anitta virou Netflix. A cantora lançou todos os clipes de seu novo álbum de uma vez, 10 vídeos simultâneos com as músicas do disco “Kisses”. A estratégia tinha sido ensaiada no EP “Solo”, no ano passado. Mas na época eram só três clipes – dirigidos por João Papa, que está de volta na nova leva. Agora é Beyoncé total – ou, como diriam os Titãs, tudo ao mesmo tempo agora – , chegando a usar o título de uma música da cantora americana (“Formation”) no refrão espanhol da faixa que abre sua nova temporada. A temporada completa revela uma grande variedade de estilos, parcerias, caras e línguas de Anitta, que vão de momentos supercoreografados ao despojamento absoluto – o batido clipe no estúdio de gravação. Há a assumida intenção de transformar o lançamento – seu primeiro álbum em quatro anos – em evento. E com colaborações tão disparatadas quanto Snoop Dogg e Caetano Veloso, não há como ignorá-lo. Mas, no fundo, o conjunto desperta mais monotonia que encantamento, já que soa pasteurizado, previsível, dos beijos em homens, mulheres e objetos cenográficos (que às vezes também são homens e mulheres), à produção musical linear, sem solavancos, sem o pancadão que faz tudo tremer, enterrando mensagens empoderadas (sensacional a inclusão do autoexame de mama) sob arranjos de pop de menininha. O álbum é trilíngue e parece dizer uma coisa só. Anitta quer fazer sucesso pop internacional, seguindo tendências populares, do reggaeton ao trap. Mas, sabe como é, a legítima tática Beyoncé total é lançar modas em vez de apenas segui-las. Assim, fica difícil concluir se os vestígios de originalidade sufocados em três músicas novas devem ser comemorados ou lamentados, já que são promessas cumpridas pela metade – meia “Banana”, semi “Atención” e quase uma “Onda Diferente”, com momentos, refrões, ganchos melhores que suas produções. Mais que as músicas genéricas, a versão Netflix de Anitta destaca a overdose expositiva da cantora, que no começo queria chamar atenção do público apenas uma vez por mês, com um lançamento diferente a cada 30 dias. Agora é Anitta o tempo todo, todo o tempo. Sua escalada foi tão rápida e vertiginosa que talvez não tenha percebido que uma “paradinha” também ajuda o público a não se cansar.
Ariana Grande celebra amizade com Victoria Monét em clipe repleto de emojis
Ariana Grande se juntou à amiga Victoria Monét para lançar o clipe de “Monopoly”. Com visual low-tech, gravado com uma câmera caseira dos anos 2000 (com resolução pior que vídeo de celular) e editado com efeitos antiquados de texto e emojis, o vídeo é um grande contraste com as superproduções da cantora. Mas reflete a carreira da música. Originalmente chamada “She Got Her Own”, foi gravada por Ariana em 2016, mas nunca lançada oficialmente. Virou sobra. Até que a cantora e Monét a apresentaram ao vivo em um show recente. O clipe celebra a amizade das duas, que dançam, conversam, lembram intimidades, fazem revelações e atiram pra longe palavras que consideram negativas, como “haters” e “Trump”. Ariana ainda aproveita para cantar: “Gosto de mulheres e homens (yeah)”. Monét não é a única miga que participa do vídeo. A direção é de Alfredo Flores & Ricky Alvarez. O primeiro dirige os vídeos de turnê de Ariana e o segundo é um antigo dançarino dos shows. Ariana e Alvarez até foram namorados há três anos, na época da gravação original da canção.










