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    Rosita Fornés (1923 – 2020)

    10 de junho de 2020 /

    Rosita Fornés , considerada a grande vedete de Cuba, morreu nesta quarta-feira (10/6) em Miami aos 97 anos, após uma carreira artística de oito décadas em que brilhou dentro e fora da ilha. “Nesta madrugada tivemos a triste notícia de que morreu em Miami, Estados Unidos, a grande artista Rosita Fornés, glória da cultura cubana”, lamentou no Twitter o ministro cubano da Cultura, Alpidio Alonso. Ela morreu devido a uma condição pulmonar “com a qual lutou por vários anos”, explicou Rey González, amigo de Fornés e administrador de sua página oficial, ao anunciar sua morte no Facebook. A artista estava há vários dias internada em Miami, cidade onde decidiu morar em 2019. Na verdade, Fornés era americana. Ela nasceu em 11 de fevereiro de 1923 em Nova York, mas mudou-se para Cuba ainda pequena. Seus pais eram espanhóis e se divorciaram quando Fornés tinha aproximadamente cinco anos. Ela então assumiu o sobrenome de seu padrasto. Foi em Cuba que virou artista. Com apenas 15 anos, chamou atenção ao ganhar um concurso de cantores no rádio e foi convidada a estrear nos palcos em uma comédia musical. Aos 17 virou atriz de cinema, apareceu em dois filmes cubanos, “Una Aventura Peligrosa (1940) e “Romance Musical” (1941), antes de se mudar para o México, onde se tornou uma grande estrela, protagonizando vários filmes durante a idade de ouro do cinema mexicano. Rosita Fornés virou uma das maiores sex symbols latinas em produções como “El Deseo” (1948) e “La Carne Manda” (1948), e se manteve em alta até a metade dos anos 1950. Em 1956, fez seu último longa mexicano, “No Me Olvides Nunca” (1956). Ao se divorciar do ator Manuel Medel, mudou-se com sua filha novamente para Cuba, onde se estabeleceu na nascente indústria televisiva do país. Também retomou a carreira teatral, excursionando pela América Latina e pela Espanha, ao mesmo tempo em que virou representante da música cubana em vários festivais internacionais. Nos anos 1980, experimentou um renascimento da carreira cinematográfica, atuando em três longas cubanos, “Permutam-se Casas” (1985), “Plácido” (1986) e “Papéis Secundários” (1989). Mas, desde então, as turnês teatrais e musicais, que a levaram também a Nova York em várias apresentações, acabaram tomando a maior parte de seu tempo. A atriz e cantora ganhou um documentário sobre sua vida e obra em 1996, “Rosita Fornés, Mis Tres Vidas”, e se despediu dos cinemas em 2001, com “Las Noches de Constantinopla”. Ao longo da carreira, ela ganhou muitos prêmios e homenagens. Entre outras honrarias, foi consagrada Artista do Povo pelo governo do México em 1985 e recebeu a Ordem do Mérito Civil da Espanha em 2011, concedida pelo rei Juan Carlos I.

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  • Filme,  Música

    Maestro do Rock: Documentário sobre Andre Matos ganha trailer

    6 de junho de 2020 /

    Um documentário sobre o roqueiro Andre Matos (1971-2019), que será lançado em 2021, teve seu primeiro trailer divulgado. Intitulado “Andre Matos – Maestro do Rock”, o filme mostrará diversas imagens de arquivo pessoal e entrevistas com amigos, familiares e músicos, e mostrará a evolução musical do artista, que tem formação de regente, estudou canto lírico e participou de bandas clássicas do heavy metal brasileiro, como Viper, Angra e Shaman. Dirigido e editado por Anderson Bellini e com produção do jornalista Thiago Rahal Mauro, o projeto teve início em 2018, quando o próprio Andre autorizou o registro de entrevistas. A família cedeu o restante do material para a conclusão do documentário, concluído com participação de músicos como Kai Hansen (Helloween), Sascha Paeth (parceiro do projeto Virgo) e Kiko Loureiro (ex-Angra e Megadeth). O filme será lançado no dia 14 de setembro de 2021, como uma grande homenagem ao músico, que nesta data completaria 50 anos de idade. Ele morreu de infarto aos 47 anos, em 8 de junho de 2019, data que o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, decretou oficialmente como o Dia Municipal do Metal, em homenagem ao artista.

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  • Música

    Pearl Jam lança versão inédita e sem censura de Jeremy contra a violência armada

    6 de junho de 2020 /

    A banda Pearl Jam liberou na noite de sexta (5/6) uma versão inédita do clipe de “Jeremy”, um de seus primeiros – e maiores – hits, que tinha sido censurada na época de seu lançamento. O vídeo original já era chocante, mostrando um garoto que sofre bullying na escola e acaba se matando. A versão conhecida do clipe de 1992, dirigido pelo futuro cineasta Mark Pellington (“A Última Palavra”), mostrava apenas closes do rosto do protagonista e de seus colegas de classe, manchados de sangue. Mas a nova versão traz Jeremy (interpretado por Trevor Wilson) sacando uma arma e colocando-a na própria boca. A música foi inspirada pela história real de Jeremy Wade Delle, que um ano antes tinha cometido suicídio na frente de seus colegas durante uma aula de inglês na Richardson High School, em Richardson (EUA). O relançamento com a cena mais chocante foi uma iniciativa do Pearl Jam para chamar atenção ao combate contra a violência armada. A data escolhida para o relançamento é justamente o dia nos EUA dedicado a essa luta. Em seu Twitter, a banda lamentou que, desde o lançamento do single, a violência armada apenas aumentou, atingindo “níveis assustadores” nos EUA. Além do clipe, o Pearl Jam também disponibilizou novas camisetas promocionais com a capa do single e a frase (escrita nas costas da camiseta) “10 entre 10 crianças preferem giz a armas”. Todos os lucros das vendas desse modelo irão para organizações dedicadas ao combate à violência armada. (1/3) In addition to the equity protests taking place around the country, today also marks National Wear Orange Day. The increase in gun violence since the debut of “Jeremy” is staggering. pic.twitter.com/xzdSFaw6gS — Pearl Jam (@PearlJam) June 5, 2020 (3/3) We have also released an updated Choices shirt with all proceeds to support organizations working to prevent gun violence: https://t.co/7sqiDOZOcM We can prevent gun deaths whether mass shootings, deaths of despair, law enforcement, or accidental. — Pearl Jam (@PearlJam) June 6, 2020

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  • Música

    Beats: Drama sobre raves britânicas dos anos 1990 ganha trailer pulsante

    5 de junho de 2020 /

    A distribuidora indie Music Box divulgou o pôster e o primeiro trailer americano de “Beats”, drama em preto e branco que tem como pano de fundo a cena das raves britânicas do começo dos anos 1990. A trama se passa no verão de 1994, após o governo britânico proibir a realização de raves sem licença pública, e acompanha dois adolescentes escoceses de personalidades e classes sociais diferentes, que apesar dos destinos destintos viram melhores amigos ao compartilharem a paixão pela música eletrônica pulsante. Eles resolvem ignorar pais e leis para participar da maior rave ilegal daquele verão, naquela que provavelmente será a última festa que viverão juntos. Dirigido pelo escocês Brian Welsh (“The Rack Pack”), o filme destaca os jovens Cristian Ortega (“Retribution”) e Lorn MacDonald (“World’s End”) nos papéis principais, além de muitos hits eletrônicos que marcaram época. A prévia, por sinal, é marcada por beats da banda Prodigy. O elenco também inclui Laura Fraser (“The Missing”), Gemma McElhinney (“Legítimo Rei”) e Amy Manson (a Merida de “Once Upon a Time”). Baseado na peça teatral homônima de Kieran Hurley, o filme ainda tem produção executiva do cineasta americano Steven Soderbergh (“Contágio”). Premiado no BIFA, o troféu indie britânico, e com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Beats” tem estreia digital em VOD marcada para 26 de junho nos EUA. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Pitty lança clipe “submersa” na quarentena

    4 de junho de 2020 /

    A cantora Pitty lançou o clipe de “Submersa”, em que aparece exatamente assim, submersa sem roupas em uma banheira azulada. O vídeo foi gravado aparentemente na própria casa da artista durante o período de isolamento social e a letra evoca esse clima de quarentena entre quatro paredes. “Me perdi por aqui/ Em alguma esquina desse apartamento/ Pedaços de mim pelos cômodos/ Eu não sei voltar”, entoa a cantora, que entretanto lembra no final: “Vai passar”. Ela mesma fez a captação das imagens, que foram posteriormente editadas pelo diretor Otavio Sousa. A música faz parte do álbum “Matriz”, que foi lançado há um ano e de onde ainda podem surgir 13 clipes, um para cada faixa e no mesmo conceito, com Pitty sozinha em casa, contracenando com objetos de seu cotidiano. Um vídeo, batizado de “VideoTrackz”, foi lançado em abril passado com várias cenas caseiras de Pitty ao som de trechos das canções, onde é possível vislumbrar algumas das imagens que agora aparecem ampliadas no clipe de “Submersa”. Confira mais abaixo.

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  • Música

    IZA lança documentário da produção de seu novo clipe com o americano Maejor

    4 de junho de 2020 /

    A cantora IZA lançou em seu canal no YouTube um documentário que mostra os bastidores da campanha feita em parceria com a ONU (Organização das Nações Unidas) e com a Fundação Humanity Lab que resultou no clipe “Let Me Be The One”, gravado com o cantor americano Maejor – mais conhecido por aqui por ter trabalhado com Anitta no hit “Vai Malandra”. O vídeo traz os bastidores da gravação do clipe e entrevistas com os artistas, a equipe e parte do elenco formado por indígenas, refugiados e grupos que sofrem com a invisibilidade. Incluídos no clipe, eles aproveitam o novo vídeo para contar suas histórias e pedir ajuda. “Eu acho muito importante que todas as pessoas entendam que nós podemos fazer o que a gente quiser. Podemos ocupar qualquer lugar. Uma capa de revista, a TV, a novela. É importante você se ver representado em algum lugar para que você entenda que não existem barreiras”, diz IZA . Para o parceiro de IZA na música, Maejor, o ativismo está nas pequenas atitudes e pode ser praticado por qualquer um. “Às vezes pensamos no ativismo como algo que tenha que mover grandes montanhas, mas para mim o ativismo é realizar pequenos atos que tornam o mundo melhor”. O clipe e o documentário foram gravados em São Paulo, em fevereiro, antes da pandemia mundial do coronavírus, com direção de Felipe Sassi (de vídeos de Boss in Drama, Gloria Groove, Ludmilla) e produção da Agência de Música para a gravadora Warner. Veja abaixo o clipe e o documentário de seus bastidores.

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    Band vai resgatar especiais clássicos da MPB e prepara lançamento do histórico Elis & Tom em 4K

    28 de maio de 2020 /

    Em processo de digitalização de seu acervo, a Band está descobrindo preciosidades em seus arquivos. Uma das maiores é um especial musical, gravado em 1974 em Los Angeles, que reúne a cantora Elis Regina (1945-1982) e o compositor Tom Jobim (1927-1994). Graças a essa descoberta, o especial “Elis & Tom” foi remasterizado em 4K (ultra alta-definição) e se transformará em um documentário em longa-metragem. O diretor Roberto de Oliveira, que captou as imagens originais – e também comandou outros especiais, como “Rita Lee: Ovelha Negra” – , foi encarregado de assumir o resgate e a remasterização do material, que ainda não tem data para ser exibido. Produzido pela antiga gravadora Philips, “Elis & Tom” foi lançado como um LP de 14 faixas em 1974. Por sinal, o som dessas gravações também já foi remasterizado duas vezes, primeiro para o lançamento em CD, em 1990, e depois para tratamento de áudio surround (5.1. canais) em 2004. Na época, as gravações foram captadas para a Band pelo diretor Roberto de Oliveira, mas ainda não tinham ressurgido. Em entrevista para o blog Na Telinha, o diretor executivo da emissora, Caio de Carvalho, contou que o inventário do arquivo da Band já encontrou outros especiais clássicos da MPB, dedicados a Nora Ney, Dick Farney, Chico Buarque, Rita Lee, Novos Baianos, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tim Maia “e tudo que você possa imaginar”. Esse acervo também será remasterizado para exibição futura ou até mesmo disponibilização gratuita online. A Band também tem séries da grande atriz Cacilda Becker, “de uma época que se produzia teatro na TV”. “Temos o melhor de Dercy Gonçalves, da Hebe (Camargo), Chacrinha e shows incríveis”, acrescentou Carvalho, descrevendo o acervo como “um tesouro” guardado. Embora não cite, a Band também produziu especiais humorísticos de Ronald Golias e Hebe, além de muitas novelas clássicas, com destaque para “Os Imigrantes”, de Benedito Ruy Barbosa. Para o lançamento do material, além da remasterização, a emissora está resolvendo as questões de direitos autorais. “Porque naquela época não existiam questões legais que existem hoje. Mas isso é questão pequena”, explicou o diretor da Band.

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    Shows clássicos: Abba, Sex Pistols, Ramones, The Jam, Blondie, Joy Divison, Bob Marley, etc

    28 de maio de 2020 /

    Pipoca Moderna traz a 4ª edição do festival de documentários musicais históricos, numa seleção de shows, festivais de rock e programas de TV dos anos 1970 que abrange da discoteca ao reggae, passando pelo hard blues, o punk rock e a new wave. A 3ª e última seleção setentista tem mais música que as anteriores. São 34 vídeos e muitos momentos icônicos, como a turnê japonesa das Runaways, a viagem londrina dos Ramones que virou o LP “It’s Alive”, show dos Dead Boys no palco lendário do CBGB, registro raro do Joy Division ao vivo, o último show da turnê (“Exodus”) que transformou Bob Marley numa estrela internacional e até o infame (des)concerto de barco dos Sex Pistols, interrompido pela polícia diante do Parlamento britânico após apenas três canções. Se perdeu algumas das edições semanais anteriores, clique nos links abaixo. E aguarde a chegada dos anos 1980… > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) #FiqueEmCasa. #StayHome. KC & The Sunshine Band | 1975 Abba | 1979 The Carpenters | 1971 Neil Diamond | 1971 Badfinger | 1972 Eric Burdon & War | 1970 Fleetwood Mac | 1979 Tom Petty & The Heartbreakers | 1978 Dr. Feelgood | 1975 New York Dolls | 1973 Johnny Thunders & The Heartbreakers | 1979 The Runaways | 1977 Patti Smith | 1979 Ramones | 1977 Dead Boys | 1977 Sex Pistols | 1977 The Clash | 1978 The Avengers | 1978 X-Ray Spex | 1977 Siouxie and the Banshees | 1979 The Cure | 1979 Joy Division | 1979 Wire | 1979 Magazine | 1978 The Tubes | 1978 The Jam | 1979 Bram Tchaikovsky | 1979 Joe Jackson | 1979 The Knack | 1979 Elvis Costello & The Attractions | 1978 XTC | 1979 Talking Heads | 1978 Blondie | 1979 Bob Marley and the Wailers | 1977

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  • Música

    Killing Eve: Taylor Swift elogia cover de sua música na série

    26 de maio de 2020 /

    A cantora Taylor Swift foi ao Twitter elogiar o cover de “Look What You Made Me Do”, tocado durante o episódio mais recente de “Killing Eve”, exibido na noite de domingo (24/5) nos EUA. Dizendo-se “muito empolgada” pela gravação, ela ainda disponibilizou um trecho da música e destacou o nome dos artistas que supostamente fizeram o cover, a banda Jack Leopards and The Dolphin Club. Só que os próprios fãs da cantora desconfiam de armação. As pistas não foram muito bem disfarçadas. Para começar, a produção é assinada por Jack Antonoff, parceiro conhecido da estrela, e por Nils Sjöberg, pseudônimo usado por Swift ao compor “This Is What You Came For”, em 2016. Além disso, a arte disponibilizada junto da versão digital do cover reciclou uma foto de infância de Austin, o irmão de Taylor, disponibilizada no Facebook. A teoria entre os fãs é que esse lançamento pode ser o primeiro de muitos, permitindo a Swift regravar seu catálogo de canções, que foi comprada por Scooter Braun (o empresário de Justin Bieber) contra sua vontade. Por enquanto, a cantora não se manifestou sobre o rumor. Ouça um trecho da nova versão abaixo, junto com os elogios da cantora. A propósito, vale lembrar que há duas semanas Elton John também elogiou “Killing Eve”, devido a homenagem feita em outro episódio – “Are You from Pinner?”, exibido em 10 de maio nos EUA. VERY STOKED about this cover of lwymmd on @KillingEve by Jack leopards & the dolphin club!! pic.twitter.com/fhkLfOssfm — Taylor Swift (@taylorswift13) May 25, 2020

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    Vida de Zeca Pagodinho vai virar filme

    25 de maio de 2020 /

    A vida e a carreira de Zeca Pagodinho serão transformadas em filme, com produção de Roberto Faustino (“A Hora e a Vez de Augusto Matraga”) e Marco Altberg (“Minha Fama de Mau”) e distribuição nos cinemas pela Paris Filmes. Ainda sem diretor e elenco definidos, o longa vai adaptar o livro “Deixa o Samba me Levar”, dos jornalistas Jane Barboza e Leonardo Bruno. A obra retrata momentos emblemáticos da vida do cantor, como a infância no subúrbio carioca e o bullying que sofria por não saber jogar futebol; uma noite na prisão depois de cantar num show de Beth Carvalho; e o casamento com a mulher, Monica, cheio de convidados desconhecidos porque o cantor esqueceu num bar no Morro da Providência os convites que levara para entregar a amigos. O filme ainda deverá reconstituir as maiores rodas de samba do Rio de Janeiro — do Cacique de Ramos à Velha Guarda da Portela. Devido à pandemia de coronavírus, a produção ainda não tem data para começar a ser filmada, muito menos previsão de lançamento.

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  • Filme,  Música

    Jennifer Lopez filmou cena de seu próximo filme durante a pandemia

    23 de maio de 2020 /

    Jennifer Lopez revelou que seu próximo filme, uma comédia em que é abandonada do altar por Maluma, teve uma cena filmada durante a pandemia do novo coronavírus. Ela rodou a última cena de “Marry Me” em sua própria casa. O filme trará Maluma, em sua estreia na atuação, como o noivo de J-Lo. Os dois vivem astros da música pop que planejam se casar. Mas quando a personagem de Jennifer se vê sozinha no altar, ela vai à loucura e escolhe o primeiro estranho que encontra (Owen Wilson) para assumir a vaga de marido. Em entrevista à Variety, Jennifer disse que ela e Maluma começaram a trabalhar na produção, com direção remota. “Tentamos filmar uma cena, cada um em sua casa. Eu aqui [em Nova York] e Maluma na Colômbia. Não tínhamos certeza de que ia funcionar”, confessou Lopez. “Uma pessoa veio até minha casa e colocou a câmera e as luzes no lugar, depois foi embora. Então eu liguei para Maluma, para a diretora [Kat Coiro] e para alguns outros membros da equipe no Zoom.” “Tivemos alguns problemas. No começo, quando estávamos falando durante a cena, ouvíamos os ecos de todo mundo. Então tivemos que pedir para todos se colocarem no mudo. Fomos consertando problemas aos poucos. E a cena estará no filme!”, comemorou. “Marry Me” é inspirada por uma graphic novel de Bobby Crosby. A adaptação foi escrita por John Rogers (“Mulher-Gato”), Tami Sagher (“30 Rock”) e Harper Dill (“The Mindy Project”) e a direção está a cargo de Kat Coiro (“Um Caso de Amor”). As filmagens começaram em outubro e o filme, atualmente, está em pós-produção. Mas Lopez não sabe se haverá adiamento da estreia, originalmente prevista para o segundo semestre deste ano nos EUA. “Vamos ver o que a equipe consegue fazer”, considerou.

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    Lady Gaga e Ariana Grande cantam juntas em clipe dirigido por Robert Rodriguez

    22 de maio de 2020 /

    Lady Gaga lançou o clipe de sua parceria com Ariana Grande, “Rain on Me”. O vídeo é uma space opera gótica, com facas caindo do céu, muito neon e dançarinos com visual S&M cor-de-rosa, em que as cantoras comandam uma coreografia tão cafona quanto o som, reciclado da house mais comercial dos anos 1990. Não por acaso, o diretor é especialista em trash, o cineasta Robert Rodriguez, de filmes como “Machete” e “Planeta Terror”, que dá ao embrulho uma aparência de comercial sci-fi japonês de facas ginsu. Nas redes sociais, as cantoras se elogiaram. “Conheci uma mulher que passou pela mesma dor que eu. Ela se tornou uma irmã”, escreveu Ariana. “Amo sua força e sua amizade”, respondeu Gaga. Precisou só 9 horas pro vídeo atingir 10 milhões de visualizações. Para aumentar a contagem, veja abaixo.

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    Green Day lança clipe com ajuda do cachorrinho de Billie Joe Armstrong

    22 de maio de 2020 /

    A banda Green Day lançou o clipe de mais um cover, tradição estabelecida pelo vocalista Billie Joe Armstrong durante o isolamento social em decorrência da pandemia de coronavírus. O novo vídeo também é mais uma produção caseira, que usa imagens de bastidores e shows antigos, e conta com a participação especial de Lenny, o cachorrinho do cantor, que “sonha” todas as cenas. Nas redes sociais, Billie escreveu que “Lenny tem sonhado em voltar a fazer turnês, então nós três pensamos em lhe dar uma trilha”. A música que embala esse sonho canino não poderia ter título mais adequado. Trata-se de um cover de “Dreaming”, sucesso da banda Blondie de 1979. Confira o clipe da gravação abaixo.

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