The Weeknd lança clipe bizarro e sanguinário
O cantor The Weeknd lançou o clipe de “Too Late”, em que reforça a tendência sanguinária de seus vídeos mais recentes. Desta vez, ele é uma cabeça decepada encontrada na estrada por duas garotas que tem seus rostos cobertos por gazes, devido à múltiplas plásticas. O vídeo sofre uma guinada ainda mais bizarra quando as jovens “múmias” decapitam um stripper gostoso para colocar a cabeça de The Weeknd no cadáver, num momento franksteniano que se torna ainda mais perturbador pelo que vem a seguir. As duas resolvem transar com o corpo costurado, enquanto ainda tem as gazes marcadas pelo banho de sangue, dividindo os extremos do cantor de facas em punho. A direção dessa história de terror é da dupla de diretores que assina como Cliqua. A faixa “Too Late” faz parte do quarto álbum de estúdio de The Weeknd, “After Hours”, que foi lançado em março. Tendo como carro-chefe a canção “Blinding Lights”, o disco chegou a liderar o ranking dos mais vendidos do ano, com 1,3 milhão de cópias comercializadas.
Netflix revela cenas musicais de A Caminho da Lua
A Netflix divulgou algumas nove cenas musicais de “A Caminho da Lua” (Over the Moon), nova animação que está encantando público e crítica (com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes). Apesar do visual CGI moderno – o mais caprichado dentre as animações já feitas para o streaming – , o filme é uma animação à moda antiga, evocando uma fase em que toda produção do gênero precisava ser musical. Por isso, tem muitas canções. As faixas foram compostas por Christopher Curtis (“Chaplin”), Marjorie Duffield (“Betterthandead”) e Helen Park (“KPOP”), e podem ser ouvidas em português nas vozes de Cidália Castro (Chang’e), Thiago Machado (Gobi), Lara Suleiman (mãe), Leandro Luna (pai) e Michel Singer (Chin), conhecidos de diversos trabalhos nos palcos brasileiros. Já a música-tema do filme, “Vou Voar”, é cantada por Priscilla Alcântara, cantora gospel e ex-apresentadora do “Bom Dia & Companhia”. O filme em si gira em torno de Fei Fei, uma garota que desde a infância ouve histórias românticas sobre a existência de uma mulher na lua, separada de seu grande amor há milênios. Conforme ela cresce e os adultos questionam sua fé na fábula, ela decide provar a todos que a história é real. Para isso, constrói um foguete em seu quintal capaz de levá-la até a lua. A direção é de Glen Keane, animador de clássicos da Disney, como “A Bela e a Fera” e “A Pequena Sereia”, e diretor do curta “Dear Basketball”, vencedor do Oscar 2018. E o roteiro foi escrito por Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), que enfrentava uma doença terminal e quis deixar o filme como uma “carta de amor” para seu marido e sua filha. Wells conseguiu assistir uma primeira versão do filme, antes de falecer em outubro de 2018, aos 58 anos. A animação estreou na Netflix na sexta (23/10).
The Undoing: Nicole Kidman canta o tema da minissérie
Além de estrelar e produzir a minissérie “The Undoing”, Nicole Kidman demonstrou outro talento artístico na atração que estreia neste domingo (25/10) na HBO. É ela quem canta a música nos créditos de abertura, “Dream a Little Dream of Me”. Segundo a atriz, a ideia partiu da diretora dinamarquesa Susanne Bier (conhecida pelo filme vencedor do Oscar “Em um Mundo Melhor”). “Ela me convenceu dizendo que era um modo de, desde o começo, imbuir a narrativa com a alma de Grace, minha personagem”. Kidman já tinha demonstrado seu talento vocal anteriormente no musical “Moulin Rouge” (2001), Mas ela não é a primeira atriz a gravar “Dream a Little Dream of Me”. Composta em 1931, a canção foi anteriormente interpretada com sucesso por Doris Day, em seu disco “Day by Night”, de 1957. “The Undoing” volta a reunir Nicole Kidman, como atriz e produtora, e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”, e marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) numa produção televisiva americana. Apesar disso, não empolgou a crítica americana. A exibição do capítulo de estreia vai acontecer às 22 horas no canal pago HBO Brasil.
MPB4 vai ganhar documentário
A história do grupo musical MPB4, que marcou a música brasileira entre as décadas de 1960 e 1980, vai virar documentário. Dirigido pelo veterano cineasta Paulo Thiago e produzido por Glaucia Camargos, o longa está ainda em fase de pré-produção. Os dois já trabalharam juntos em sete filmes: “Orquestra dos Meninos” (2008), “Coisa Mais Linda: Histórias e Casos da Bossa Nova” (2005), “O Vestido” (2003), “Poeta de Sete Faces” (2002), “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1997), “Vagas Para Moças de Fino Trato” (1993) e “Jorge, um Brasileiro” (1988). A nova produção terá cenas de arquivos e entrevistas com os integrantes do quarteto, além de depoimentos de músicos e cantores que participaram da história do grupo, como seu grande parceiro Chico Buarque. Ainda não há previsão para a estreia, mas os fãs podem matar as saudades da boa música do MPB4 no vídeo clássico abaixo.
Anahí revela que RBD vai lançar sua primeira música nova em mais de uma década
A atriz e cantora Anahí revelou que o grupo RBD vai lançar uma música nova, a primeira desde o último disco, de 2009. Em entrevista ao “Programa Hoy”, da TV mexicana, ela contou que single vai chegar no final de novembro, como promoção da live que vai juntar quatro dos seis membros originais do RBD, marcada para 26 de dezembro. A ideia da reunião surgiu depois que o RDB teve uma estreia arrasadora no Spotify em setembro passado, batendo o recorde de público da boy band sul-coreana BTS. Mas Dulce María e Alfonso Herrera decidiram não participar. No programa, Anahí confirmou que eles foram convidados, mas não quiseram fazer parte do reencontro. Ela também ressaltou que “é preciso respeitar” as decisões deles. “Para mim, RBD tem um lugar intocável no coração. Maite [Perroni], Christopher [Von Uckermann], Christian [Chávez] não vão me deixar mentir. Ficaríamos encantados de estar os seis juntos”, ela afirmou. “O que teremos não é bem um reencontro do RBD, porque não estaremos todos. Mas é uma celebração, um momento único onde estamos nós quatro honrando nossa música com pessoas de todos os países. Estaremos conectados em uma só voz.” Vale lembrar que a novela “Rebelde”, que juntou o grupo, vai ganhar um novo remake em breve, desta vez produzido para a Netflix. Por sinal, nos últimos anos, Alfonso Herrera, Maite Perroni, Christian Chavez e Christopher von Uckermann tem aparecido com destaque em produções da plataforma de streaming.
Elza Soares se junta aos Titãs em clipe de hit da banda paulista
A cantora Elza Soares e o agora trio Titãs estão juntos – mas à distância – num novo clipe de “Comida”, hit de 1987, lançado durante a fase mais famosa da banda paulistana. A gravação inédita devia ter entrado no disco “Planeta Fome”, lançado por Elza no ano passado. Tematicamente, fazia todo o sentido, mas a canção acabou ficando fora da versão final da obra. Um ano depois, para comemorar sua indicação ao Grammy Latino, a cantora resolveu finalmente revelou sua versão. “Escolhi essa música porque acho impressionante a força de sua letra e a interpretação dos Titãs, de quem sempre fui fã”, disse Elza sobre o cover. “A voz da Elza Soares é atemporal e única, é um grito de liberdade. Poder cantar e tocar com ela uma de nossas canções mais emblemáticas, e participar do clipe, é uma honra e uma glória”, reverberou Tony Belloto. Veja o resultado abaixo.
Ariana Grande vira presidente dos EUA em novo clipe
O novo clipe de Ariana Grande, lançado na madrugada desta sexta (23/10), mostra a cantora como presidente dos EUA. Encenado numa Casa Branca cenográfica (uma mescla de estúdio e computação gráfica), “Positions” traz Ariana assinando documentos, distribuindo medalhas, tendo encontros diplomáticos e comandando reuniões da gabinete (composto por mulheres e integrantes da comunidade LGBTQIA+), como a mulher mais poderosa do mundo ocidental. Curiosamente, a letra da música não tem nada de política. E passa longe do feminismo. Ela aborda um amor que faz a cantora assumir diferentes papéis em seu dia-a-dia. “Trocando as posições para você/ Estou na cozinha e depois já estou no quarto/ Estou nas Olimpíadas pulando barreiras/ Saiba que meu amor é infinito, não há nada que eu não faria”, canta Ariana, assumindo-se submissa. O vídeo que acompanha a canção, dirigido por Dave Meyers, subverte a lógica da letra, colocando Ariana em outra posição: acima de todos. Meyers, claro, é responsável pelos clipes dos principais nomes do pop contemporâneo, entre eles Camila Cabello, Shawn Mendes, Harry Styles, Rita Ora, Billie Eilish, Ed Sheeran, etc., e mais recentemente comandou todos os episódios da série “Sneakerheads”, lançada pela Netflix em setembro. “Positions” também é a primeira faixa do novo álbum de Ariana, que deve ser lançado ainda este mês. Ainda sem título, o disco será o sucessor do bem-sucedido e premiado “Thank U, Next”, que saiu em fevereiro de 2019. Apesar do hiato de mais de um ano, Ariana se manteve nos holofotes em 2020 com duas parcerias: “Rain on Me”, com Lady Gaga, e “Stuck with U”, com Justin Bieber.
Documentário de Shawn Mendes ganha trailer com declaração para Camila Cabello
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Shawn Mendes: In Wonder”, documentário sobre a recente turnê do cantor canadense, que registra cenas de intimidade e até seus “pensamentos”. Já nas primeiras cenas da prévia, ele aparece tomando banho. E o trailer segue desnudando-o de forma menos literal, nos palcos, camarins e quartos de hotel, mas principalmente por meio de declarações que servem tanto de desabafo quanto de revelação sobre o jovem artista. Até culminar numa dedicação extremamente romântica de sua carreira para sua namorada, a cantora Camila Cabello, na qual ele afirma que todas as suas músicas são sobre ela. Mendes, de 22 anos, estourou aos 17, quando lançou o seu álbum de estreia e se tornou fenômeno mundial com o hit “Stitches”, passando a ser considerado “o novo Justin Bieber”. O documentário mostra como ele lida com a fama precoce, com o próprio ego e até com a saúde vocal. O filme estreia em 23 de novembro em streaming, e faz parte da promoção do novo álbum do cantor, batizado de “Wonder”, que chega às lojas digitais em 4 de dezembro. O primeiro single, que também é a faixa-título, serve de trilha para o trailer. Veja abaixo também o clipe oficial da canção.
A Voz Suprema do Blues: Último filme de Chadwick Boseman ganha trailer legendado
A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto em agosto de câncer de cólon aos 43 anos. A prévia sugere que ele é candidato a uma indicação póstuma ao Oscar, mas quem realmente impressiona é Viola Davis, já vencedora do Oscar por “Um Limite Entre Nós” (filme mais conhecido pelo título original, “Fences”). Ela aparece irreconhecível como a Mãe do Blues. Finalizado antes do falecimento de Boseman, o filme se passa em 1927, na cidade americana de Chicago, e aborda tensões raciais e a história do blues. A trama gira em torno de uma disputa entre a cantora Ma Rainey (Davis), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Os demais integrantes do elenco são Taylour Paige (“Zola”), Dusan Brown (“Jamall & Gerald”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”), Glynn Turman (“How to Get Away with Murder”) e Michael Potts (“True Detective”). A estreia está marcada para 18 de dezembro.
A Voz Suprema do Blues: Último filme de Chadwick Boseman ganha pôsteres de personagens
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto em agosto de câncer de cólon aos 43 anos. Finalizado antes do falecimento do ator, o filme se passa em 1927, na cidade americana de Chicago, e aborda tensões raciais e a história do blues. A trama gira em torno de uma disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Os demais integrantes do elenco destacados nos pôsteres abaixo são Taylour Paige (“Zola”), Dusan Brown (“Jamall & Gerald”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”), Glynn Turman (“How to Get Away with Murder”) e Michael Potts (“True Detective”). A estreia está marcada para 18 de dezembro nos EUA.
Cleo Pires beija As Baías em clipe fetichista
O trio As Baías (ex-As Bahias e a Cozinha Mineira) lançou o clipe de “Você é do Mal” com participação da atriz e cantora Cleo Pires. A música consagra a transição musical do grupo, que chegou a ser indicado ao Grammy Latino como artistas de MPB, e agora dança ao ritmo do pop funkeado. O que não mudou foram suas raízes LGBTQIA+, expressas no vídeo com muitas cenas fetichistas envolvendo homens nus. Mas é curioso reparar que, entre tantos peludos na produção, Cleo tenha preferido pegar as cantoras trans de As Baías, beijando Assucena Assucena e Raquel Virgínia. O vídeo de “Você é do Mal” tem direção de Gringo Cardia, veterano diretor artístico de filmes como “Lili, a Estrela do Crime” (1989) e “Maré, Nossa História de Amor” (2007), em parceria com o cenografista Jackson Tinoco (“Ayrton Senna, O Musical”).
Ator de O Quarto de Jack interpreta Justin Bieber mirim em clipe do cantor
Justin Bieber lançou o clipe de “Lonely”, balada deprê em que reclama da solidão que acompanhou seu sucesso ainda adolescente. O cantor só aparece no fim do vídeo. Em seu lugar, o diretor Jake Schreier (do filme “Cidades de Papel”) escalou outro famoso astro mirim, o ator Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”, “Extraordinário”), que interpreta um Bieber muito jovem e ainda mais triste. Tremblay aparece com a roupa branca e a franja icônica da primeira fase do cantor, andando cabisbaixo dos camarins para um palco grandioso, em que se posiciona totalmente sozinho diante de uma casa de espetáculo vazia, exceto por uma testemunha: o Bieber real. O single foi lançado chega quase um mês depois de “Holy”, parceria com Chance the Rapper, que abriu a divulgação do novo álbum do cantor. O disco ainda não tem título oficial ou data de estreia. O último álbum lançado pelo cantor canadense foi “Changes”, em fevereiro deste ano, que contou com os hits “Yummy” e “Intentions”.
Demi Lovato divulga clipe de música anti-Trump
A cantora pop Demi Lovato, que nunca tinha feito uma canção política na carreira, lançou nesta semana “Commander in Chief”, uma balada triste em que critica duramente o presidente Donald Trump pela resposta de seu governo à pandemia de coronavírus e aos protestos antirracismo dos últimos meses. O clipe chegou no Youtube na madrugada desta quinta (15/10), com pessoas de várias idades e de diferentes etnias dublando a letra. Lovato aparece apenas no fim, em um palco com luzes cintilantes, deixando as palavras ganharam força via a representatividade do povo ao seu redor. A letra diz: “Honestamente, se eu fizesse as coisas que você faz/ Não conseguiria dormir/ Sério, será que você sequer sabe a verdade? /Estamos em um estado de crise, as pessoas estão morrendo/ Enquanto você engorda os bolsos/ Comandante-em-chefe, como é a sensação de ainda ser capaz de respirar?/…” Ela apresentou “Commander in Chief” ao piano, durante o evento de premiação musical da revista Billboard na noite de quarta (14/10), e a mensagem foi considerada tão forte que a rede NBC, responsável pela transmissão do Billboard Music Awards, censurou a projeção da palavra “Vote” no cenário. Para os responsáveis pela decisão, a música era claramente negativa para Trump e a convocação ao voto soava como um incentivo ao voto contra o presidente. O detalhe acabou causando polêmica nas redes sociais, após a própria NBC publicar uma imagem não censurada da apresentação, em que um “Vote” enorme, em letras brancas, podia ser visto atrás da cantora. Lovato retuitou a foto silenciosamente, sem fazer comentários. Em uma entrevista à rede CNN americana, a cantora voltou a destacar que, mais que polemizar, seu objetivo é encorajar seus fãs a se engajarem na política e a votarem nas eleições de 3 de novembro nos EUA. “Precisamos comparecer às urnas e votar porque é muito importante que nossas vozes sejam ouvidas”, disse.












