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3 de novembro de 2026
  • Filme,  Música

    Vida de Snoop Dogg vai virar filme

    10 de novembro de 2022 /

    A Universal Pictures está preparando um filme sobre a vida o rapper Snoop Dogg. O estúdio contratou o roteirista Joe Robert Cole, de “Pantera-Negra: Wakanda para Sempre”, e o diretor Allen Hughes, dos filmes “Perigo para a Sociedade” (1993), “O Livro de Eli” (2010) e o documentário “The Defiant Ones” (2017) sobre Dr. Dre, para iniciar a produção. “Snoop Dogg é uma das figuras mais amadas internacionalmente no hip-hop”, disse Hughes em comunicado sobre o projeto. “Há algo em sua energia que une pessoas de todas as esferas da vida. Snoop Dogg, não apenas o artista, mas o homem e sua marca, transcendeu gerações com sua conexão e apelo ao público. Sua história é tão autêntica e totalmente inspiradora, e ter a oportunidade de contá-la me permite voltar ao tema de ‘Perigo para a Sociedade’, 30 anos depois, podendo dizer mais agora do que podia antes.” O próprio Snoop está fortemente envolvido com o projeto, que incorporará músicas de seu catálogo e lançará sua produtora cinematográfica, Death Row Pictures. “Esperei muito tempo para montar esse projeto porque queria escolher o diretor certo, o roteirista perfeito e a maior empresa de cinema com a qual eu poderia fazer parceria, que pudesse entender o legado que estou tentando retratar na tela e a memória que estou tentando deixar para trás”, disse Snoop no mesmo comunicado. “Foi o casamento perfeito. Era um matrimônio sagrado, não um macarrão sagrado”. Snoop, cujo nome verdadeiro é Calvin Cordozar Broadus Jr., ganhou fama na cena do rap da Costa Oeste dos anos 1990 graças às suas colaborações com Dr. Dre e seus álbuns “Doggystyle” e “The Doggfather”. Ele transformou o sucesso inicial em um império de mídia e negócios, tornando-se um ator, DJ e celebridade, interpretando a si mesmo em inúmeras séries e fazendo diversos filmes como “Dia de Treinamento” (2001), “Starsky & Hutch: Justiça em Dobro” (2004) e o recente “Dupla Jornada” (2022), da Netflix. Também virou um empresário com vínculos com tecnologia, marcas globais de consumo, indústrias de alimentos e bebidas e, claro, com o mundo da cannabis. “A vida e o legado de Snoop Dogg fazem dele um dos ícones mais emocionantes e influentes da cultura popular”, afirmou Donna Langley, presidente do Universal Filmed Entertainment Group. “Nós nos encontramos com Snoop logo depois que ele adquiriu a [gravadora] Death Row Records e tivemos a oportunidade de ouvir sua história em suas próprias palavras. Estamos honrados por poder criar o documento duradouro deste artista singular.” A Universal já teve sucesso explorando a cultura do rap com cinebiografias musicais, em filmes como “8 Mile: Rua das Ilusões” (2002), com Eminem, e “Straight Outta Compton”, que contou a história do NWA – e que trouxe o ator LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”) como Snoop Dog. Em fase inicial, o filme sobre Snoop Dogg ainda não tem título definido nem previsão de estreia.

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  • Música,  TV

    Rolando Boldrin, ator e criador do “Som Brasil”, morre aos 86 anos

    9 de novembro de 2022 /

    O ator, cantor e apresentador Rolando Boldrin morreu nesta quarta-feira (9/11) aos 86 anos, em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein havia dois meses, mas a causa da morte não foi informada. Com mais de 60 anos de carreira na TV, Rolando Boldrin foi galã de novelas e se tornou profundamente identificado com a divulgação da música regional brasileira nos programas “Som Brasil”, que criou na Globo, e “Sr. Brasil”, que ele apresentava há 17 anos na TV Cultura. “Ele tirou o Brasil da gaveta e fez coro com os artistas mais representativos de todas as regiões do país. Em seu programa, o cenário privilegiava os artesãos brasileiros e era circundado por imagens dos artistas que fizeram a nossa história, escrita, falada e cantada, e que já viajaram, muitos deles ‘fora do combinado’, conforme costumava dizer Rolando”, disse a TV Cultura em nota oficial. Como ator, ele também fez História na TV brasileira. Boldrin protagonizou a primeiríssima novela da Record TV, “A Muralha”, produção de época lançada em 1954 quando ainda não existia videotape e toda a programação televisiva era exibida ao vivo. Participou ainda de vários programas clássicos da Tupi, incluindo diversos teleteatros ao vivo, como “TV Teatro”, “TV de Vanguarda” e “Grande Teatro Tupi”, além de novelas históricas, como a primeira protagonizada por Gloria Menezes, “Há Sempre o Amanhã” (1960), e o fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964). Ao voltar à Record na virada da década, fez nova passagem marcante por novelas, entre elas “As Pupilas do Senhor Reitor” (1970) e “Os Deuses Estão Mortos” (1971), antes de ressurgir na Tupi na icônica “Mulheres de Areia” (1973). Ele permaneceu na Tupi até o final dos anos 1970, participando de “O Profeta” (1977) e “Roda de Fogo” (1978) antes de migrar para a rede Bandeirantes em 1979, onde fez mais quatro novelas, com destaque para “Os Imigrantes” (1981), maior sucesso da teledramaturgia da emissora, assinada por Benedito Ruy Barbosa (autor também de “Pantanal”), que teve mais de 450 capítulos de duração. Boldrin se despediu das novelas com a maratona da Band. Em 1981, ele foi para a Globo, onde virou apresentador. O próprio ator criou o programa “Som Brasil”, que tinha como objetivo divulgar a música regional brasileira, até então pouco reconhecida. Exibida nas manhãs de domingo, a produção se tornou um enorme sucesso, ficando no ar até 2013. Mas Boldrin bateu de frente com a emissora e, insatisfeito com o horário de exibição, deixou a apresentação em 1984, sendo substituído pelo ator Lima Duarte. Ele adaptou o projeto e o relançou com outro nome, “Empório Brasileiro” na Band, e depois como “Empório Brasil” no SBT. Em 2005, fechou com a TV Cultura para continuar seu projeto no programa “Sr. Brasil”, que era exibido até hoje. Apesar de ter largado as novelas, ele permaneceu ligado à atuação, trabalhando em filmes como “Doramundo” (1978) e “O Tronco” (1999), ambos de João Batista de Andrade, “Ele, o Boto” (1987), de Walter Lima Jr., e o recente “O Filme da Minha Vida” (2017), de Selton Mello. Segundo a nota da Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, Boldrin dizia que continuava a ser fundamentalmente um ator. “Esse tem sido meu trabalho a vida inteira; radioator, ator de novela, de teatro, de cinema, um ator que canta, declama poesias e conta histórias”, descrevia-se.

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  • Música

    15 clipes clássicos para celebrar Gal Costa

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Gosta, falecida na manhã desta quarta (9/11), marcou a história da música brasileira, atravessando da Tropicália da década de 1960 ao pop/rock dos anos 1980 e 1990, com um repertório repleto de clássicos dos mais diferentes gêneros musicas, incluindo bossa nova, samba, chorinho e frevo. Várias de suas canções foram registradas em clipes antes mesmo do surgimento dos vídeos musicais, graças a apresentações na TV. Suas passagens pelo programa “Fantástico”, por exemplo, eram verdadeiramente clipes como conhecemos hoje. Mas ela também participou da própria história da TV, cantando em três edições do Festival Internacional da Canção, da TV Record, e teve vários momentos da carreira registrados em documentários, como “Bahia Por Exemplo” (1971) e “Os Doces Bárbaros” (1977). Veja abaixo 15 desses momentos icônicos, garimpados no YouTube, para celebrar o talento da artista cujo nome é Gal.

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  • Filme,  Música

    Filme com Sophie Charlotte vai contar vida de Gal Costa

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Costa, falecida na manhã desta quarta-feira (9/11), aos 77 anos, vai ter a vida retratada num filme que já está em desenvolvimento. “Meu nome é Gal” tem direção de Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), e traz a atriz Sophie Charlotte (“Passaporte para a Liberdade”) no papel da artista. A trama retrata apenas uma pequena parte da trajetória da cantora, quando, aos 20 anos, decide se mudar para o Rio de Janeiro, onde encontra seus amigos da Bahia, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha. Em entrevista ao jornal o Globo, a codiretora Dandara Ferreira disse que “a maior tristeza é a de não ter podido mostrar o filme a ela”. “Ela, Wilma (Petrillo, empresária de Gal) e eu trabalhamos muito nisso, era um sonho. Ela dizia que queria que, depois do documentário, tivesse um filme de ficção, até brincava com o filme da Elis (Regina)”, contou a cineasta. O roteiro é assinado por Lô Politi. E o elenco tem Rodrigo Lelis (Caetano Veloso), Dan Ferreira (Gilberto Gil), Camila Márdila (Dedé Gadelha), George Sauma (Waly Salomão), Luis Lobianco (o empresário Guilherme Araújo) e a própria Dandara Ferreira (Maria Bethânia), entre outros. Com produção é da Paris Entretenimento em coprodução da Globo Filmes e da Dramática Filmes, o longa tem previsão de lançamento para o dia 9 de março de 2023.

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  • Música

    Lula e Alckmin homenageiam Gal Costa nas redes sociais

    9 de novembro de 2022 /

    O presidente e o vice eleitos do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, usaram as redes sociais para homenagear a cantora Gal Costa, que morreu na manhã desta quarta (9/11) aos 77 anos. “Gal Costa foi das maiores cantoras do mundo, das nossas principais artistas a levar o nome e os sons do Brasil para todo o planeta. Seu talento, técnica e ousadia enriqueceu e renovou nossa cultura, embalou e marcou a vida de milhões de brasileiros”, escreveu Lula no Twitter. “O país, que Gal Costa cantava para mostrar sua cara, hoje perde uma de suas grandes vozes. Mas o legado, a obra, a lembrança e as canções serão eternas como seu nome Gal”, continuou o presidente, citando a música “Brasil”. “Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e milhões de admiradores”, completou. Geraldo Alckmin também lamentou a morte de Gal Costa, ressaltando que ela “fará imensa falta”. Ele lembrou que a cantora havia pedido “que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio.” “Gal Costa fará imensa falta. Ao Brasil e a todos nós. Deu origem à tropicália e marcou a cultura brasileira. Gal nos deixou, ainda neste ano, uma recomendação: que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio. Honraremos seu pedido. Meus sentimentos à família, amigos e seus fãs”, postou o vice-presidente. Em um de seus últimos shows, Gal Costa fez o “L” e pediu para que a população: “Vamos votar com sabedoria e com inteligência, sem ódio e com amor”. Outros políticos ecoaram a tristeza da nação com a morte da estrela, como o senador Randolfe Rodrigues, os deputados federais Alexandre Frota, Jandira Feghali e Maria do Rosário, entre outros, destacaram o talento e a contribuição da cantora para a música brasileira, e afirmaram que ela é “eterna”. Até o momento, Jair Bolsonaro mantém silêncio sobre a morte da cantora. O país, que Gal Costa cantava para mostrar sua cara, hoje perde uma de suas grandes vozes. Mas o legado, a obra, a lembrança e as canções serão eternas como seu nome Gal. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e milhões de admiradores — Lula (@LulaOficial) November 9, 2022 Gal Costa fará imensa falta. Ao Brasil e a todos nós. Deu origem à tropicália e marcou a cultura brasileira. Gal nos deixou, ainda neste ano, uma recomendação: que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio. Honraremos seu pedido. Meus sentimentos à família, amigos e seus fãs — Geraldo Alckmin 🇧🇷 (@geraldoalckmin) November 9, 2022

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  • Música

    Cantora Gal Costa morre aos 77 anos

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Costa, um dos principais nomes da música brasileira, morreu nesta quarta (9/11), em São Paulo, aos 77 anos. A causa da morte ainda é desconhecida, mas ela estava reclusa após passar por uma cirurgia de retirada de um nódulo na fossa nasal direita em setembro. Desde então, ela cancelou vários shows, inclusive sua participação no festival Primavera Sound, que aconteceu em São Paulo no último final de semana. Dona de uma carreira que se estendeu por 57 anos, Gal Costa lançou clássicos da MPB como “Baby”, “Meu Nome É Gal”, “Chuva de Prata”, “Meu Bem, Meu Mal”, “Pérola Negra”, “Barato Total” e muitos muitos outros. Maria da Graça Costa Penna Burgos nasceu em 26 de setembro de 1945 em Salvador. Desde pequena, foi incentivada pela mãe a seguir a carreira na música. A mãe precisou criá-la sozinha, visto que seu pai morreu quando ela ainda era adolescente. Durante a juventude, Gal Costa trabalhou como balconista de uma loja de discos em Salvador, onde teve o seu primeiro contato com a música brasileira. Ela contava que foi nessa loja que descobriu a música de João Gilberto. Nessa época, Gal Costa costumava cantar e tocar violão em festas. No início dos anos 1960, foi apresentada a Caetano Veloso, com quem criou um forte vínculo pessoal e artístico. Sua estreia na música profissional foi justamente ao lado de Caetano Veloso, quando, em 1967, eles lançaram o álbum compartilhado “Domingo”. Em seguida, ela se aproximou de Maria Bethânia e Gilberto Gil, e os quatro formaram o grupo Doces Bárbaros. Ao longo dos anos 1960 e 1970, Gal Costa apresentou uma mistura de estilos musicais e fez parcerias com músicos como Jorge Ben Jor em “Que Pena (Ela já não gosta mais de mim)” e novamente com Caetano Veloso em “Cinema Olympia”. Ela também foi apresentada à Jovem Guarda e à Tropicália com a canção “Meu Nome é Gal”, composta por Roberto Carlos e Erasmo Carlos. No início da década de 1970, Gal foi responsável por um dos espetáculos de maior repercussão da história da MPB, o “Fa-Tal”, dirigido pelo poeta Waly Salomão, que também virou um álbum ao vivo cultuado. Em 1971, ela ajudou a revelar o compositor Luiz Melodia com “Pérola Negra”, mesmo ano em que lançou a famosa canção “Vapor Barato”, feita em parceria com Jards Macalé e Waly Salomão. Sua carreira se expandiu nessa época para a TV, auxiliada por sucessos como “Modinha para Gabriela”, tocada na abertura da novela da Globo “Gabriela”, inspirada na obra de Jorge Amado. Uma curiosidade é que, além de cantar a música de abertura, Gal quase estrelou a novela. “O Daniel Filho me convidou, na época, para fazer o papel da Gabriela”, contou ela, numa entrevista publicada no livro “Teletema”, de Guilherme Bryan e Vincent Villari. “Não aceitei por medo, porque achava que não era atriz. Aí me chamaram para cantar. E acabei me tornando a voz dos personagens do Jorge Amado”, lembrou ela. “Em todas as trilhas que fizeram a partir de então para novelas ou filmes sobre os personagens de Jorge Amado, eu estive. A novela era maravilhosa e a música de abertura também”, completou. Seu álbum “Água Viva”, de 1978, era composto por hits como “Folhetim”, de Chico Buarque, e “Paula e Bebeto”, de Milton Nascimento e Caetano. Na década de 1980, ela se divertiu ao “chocar a sociedade” posando nua para a revista Status, quando estava prestes a completar 40 anos. Outras parcerias de sucesso foram com Chico Buarque, em “A História de Lily Braun” e “Futuros Amantes”, com Djavan em “Azul” e “Nuvem Negra”, com Moraes Moreira em “Festa do Interior”, e com Cazuza em “Brasil”, que foi usada na abertura da novela “Vale Tudo” em 1988. As “polêmicas” continuaram com os seus shows da turnê de “O Sorriso do Gato de Alice”, de 1994 – baseado no disco homônimo produzido pelo americano Arto Lindsay. Durante a música “Brasil”, abria a blusa e cantava com os seios à mostra, o que sempre chocava os fãs mais conservadores e moralistas. Ela ganhou os prêmios Sharp e APCA do ano com esse trabalho. Mais recentemente, Gal Costa lançou o álbum “Recanto” (2012), fez uma homenagem a Lupicínio Rodrigues, que ela considerava uma das suas grandes influências, lançou “Estratosférica” (2016) e chegou até a fazer parceria com Marília Mendonça, em “Cuidando de Longe” (2018). Ao todo, ela lançou mais de 40 álbuns ao longo da sua carreira, incluindo discos de estúdio e ao vivo. Além da sua carreira nos palcos, Gal Costa também fez algumas aparições na TV e no cinema, aparecendo, por exemplo, na novela “Dancin’ Days” (1979) para cantar a música “Folhetim”, de Chico Buarque. Porém, seu maior papel como atriz foi no filme “O Mandarim” (1995), dirigido por Júlio Bressane, que contava a história da música popular brasileira no século 20. Gal Costa interpretou Carmen Miranda no filme. Suas canções também fizeram parte da trilha sonora da novela “Água Viva” (1980), da minissérie “Anos Rebeldes” (1992), das novelas “Velho Chico” (2016) e “Os Dias Eram Assim” (2017), e do filme “Bacurau” (2019). Discreta em sua vida pessoal, Gal nunca foi casada, mas manteve relacionamentos estáveis, entre outros com o violonista Marco Pereira, a cantora Marina Lima e a atriz Lúcia Veríssimo. A notícia da sua morte foi recebida com tristeza por diversos artistas, celebridades e até o presidente eleito Lula, que manifestaram sua admiração pela cantora nas redes sociais. Confira abaixo algumas dessas manifestações. Nossa irmãzinha se foi… Gal, a quem chamava de Gaúcha. Fica a saudade pra mim, pra todos que eram próximos e pra tanta gente na extensão deste Brasil que se encantava com seu canto. Agora o canto dela fica conosco pro resto das nossas vidas, pra o tempo todo da nossa história. pic.twitter.com/TVigEg3shB — Gilberto Gil (@gilbertogil) November 9, 2022 Perdemos hoje uma das maiores vozes da música popular brasileira. Uma parte imensurável da nossa cultura que nunca será esquecida. Gal Costa eterna. 🖤 — Juliette (@juliette) November 9, 2022 Gal Costa foi das maiores cantoras do mundo, das nossas principais artistas a levar o nome e os sons do Brasil para todo o planeta. Seu talento, técnica e ousadia enriqueceu e renovou nossa cultura, embalou e marcou a vida de milhões de brasileiros. 📸 @ricardostuckert pic.twitter.com/4jU2SBcHuq — Lula (@LulaOficial) November 9, 2022 Gal Costa, gênia magistral perfeita da música brasileira. Sentiremos pra sempre sua falta, mas na arte você se fez imortal. 🖤pic.twitter.com/6Kk2mUHwAp — Felipe Neto 🦉 (@felipeneto) November 9, 2022 Eu te amo e vou te amar pra sempre, @GalCosta. As saudades serão eternas. pic.twitter.com/2cKPPmyp2Y — Milton Bituca Nascimento (@MiltonBituca) November 9, 2022 Gal costa foi um presente q a existência nos deu. Tô arrasado, mas em algum lugar no meio d toda tristeza, também sinto um calorzinho no peito d gratidão. Q alegria poder ter tido a oportunidade de ouvi-la, vê-la e ter trabalhado com ela. Eterna mestra, mais eterna ainda agora😭 — emicida (@emicida) November 9, 2022

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  • Música

    Cantor Bebeto Alves, pai de Mel Lisboa, morre aos 68 anos

    7 de novembro de 2022 /

    O músico, cantor e compositor gaúcho Bebeto Alves, pai da atriz Mel Lisboa, morreu na madrugada desta segunda-feira (7/11), aos 68 anos, no Hospital Dom Vicente Scherer, em Porto Alegre (RS), onde ele estava internado. O artista havia sido diagnosticado com um câncer de pulmão, que foi agravado por uma embolia. Ele já enfrentava a doença há alguns meses. Natural de Uruguaiana, no interior do Rio Grande do Sul, ele lançou seu primeiro disco solo em 1981 e viveu seu auge logo depois, quando o disco ao vivo “Notícia Urgente” (1983) o transformou em favorito da crítica gaúcha e a música “Quando eu Chegar” (1984) se tornou uma das mais tocadas do estado. Seus discos seguintes, como “Novo País” (1985), “Pegadas” (1987) e “Danço Só” (1988) estabeleceram um estilo próprio, mesclando a milonga e os ritmos gaúchos a arranjos de pop e rock. Bebeto Alves era considerado um dos grandes ícones da música gaúcha moderna, junto com Nei Lisboa, Nelson Coelho de Castro, Vitor Ramil e Kleiton e Kledir. Ainda que seu sucesso fosse principalmente local, ele nunca deixou de gravar, lançando seu último álbum em 2021. Também teve músicas gravadas por Belchior e Ana Carolina. Além de músico, também foi ator, com trabalhos de destaque no épico gaúcho “Netto Perde Sua Alma” (2001), filme premiado de Tabajara Ruas e Beto Souza, e também na minissérie “Caixa Preta” (2017). Além disso, protagonizou seu próprio documentário, “Mais Uma Canção”, em 2012. Em uma homenagem nas redes sociais, Mel Lisboa celebrou a importância artística do pai. “Nas pegadas das suas botas, ele trouxe as ruas de Porto Alegre. E na cidade dos seus versos, o sonho dos seus amigos. Meu pai, Bebeto Alves, grandessíssimo artista, partiu nesta madrugada Como toda estrela, segue emanando sua luz mesmo após ter se apagado. Ficam sua vasta obra e a imensa saudade. Pegadas que jamais serão apagadas. Te amo para sempre, papis”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mel Lisboa (AKA Honey Lisbon) (@mellisboa)

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  • Música

    Cantor do Backstreet Boys homenageia irmão encontrado morto no sábado

    6 de novembro de 2022 /

    O cantor Nick Carter, dos Backstreet Boys, pronunciou-se neste domingo (6/11) sobre a morte de seu irmão mais novo, o também cantor Aaron Carter. Atualmente em turnê pela Europa com o Backstreet Boys, Nick postou uma homenagem ao irmão e desabafou sobre o conturbado relacionamento dos dois. “Meu coração foi partido hoje. Apesar de eu e o meu irmão termos tido uma relação complicada, o meu amor por ele nunca desapareceu. Sempre me agarrei à esperança de que ele, de alguma forma, algum dia, quisesse trilhar um caminho saudável e, eventualmente, encontrar a ajuda que tão desesperadamente precisava”, começou. Nick Carter comentou que Aaron enfrentava problemas psicológicos, que no final foram mais fortes que ele. “Às vezes, queremos culpar alguém ou algo por uma perda. Mas a verdade é que o vício e os problemas psicológicos são os verdadeiros vilões aqui”. Em 2019, Aaron revelou que foi diagnosticado com transtorno de personalidade, esquizofrenia, depressão maníaca e ansiedade aguda. Na época, também contou que não via Nick há quatro anos, além de ter feito várias acusações bizarras contra ele – como ter abusado de Paris Hilton. Como resultado, Nick emitiu uma ordem de restrição contra o próprio irmão. “Vou sentir mais falta do meu irmão do que qualquer um possa imaginar. Te amo, Chizz. Agora você tem a oportunidade de finalmente ter a paz que nunca encontrou aqui na Terra… Deus, por favor, cuide do meu irmãozinho“, finalizou. No post, o astro compartilhou diversas imagens da dupla na juventude. A irmã gêmea de Aaron, Angel, também usou as redes sociais para se despedir. “Para o meu gêmeo… Eu te amei além da medida. Sentiremos muitas saudades. Meu engraçado e doce Aaron, tenho tantas memórias suas comigo, e prometo zelar por elas. Sei que agora você está em paz. Vou te levar comigo até ao dia em que eu morrer e poder te ver novamente“, declarou. Aaron Carter foi encontrado morto na manhã de sábado (5/11) em sua casa em Lancaster, na Califórnia. De acordo com fontes ouvidas pelo TMZ, o corpo do artista foi achado na banheira da residência. As autoridades receberam uma ligação de emergência por volta das 11h (horário local) e enviaram agentes até à casa, onde já encontraram o cantor morto. Não há, por ora, nenhuma evidência de crime, mas a causa da morte ainda não foi oficializada pela investigação. Apesar de ter começado a carreira nos anos 1990, ele tinha apenas 34 anos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nick Carter (@nickcarter)

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  • Música

    Cantor Aaron Carter, irmão de Nick dos Backstreet Boys, morre aos 34 anos

    5 de novembro de 2022 /

    O cantor Aaron Carter, irmão mais novo de Nick Carter dos Backstreet Boys, morreu neste sábado (5/11) aos 34 anos. A notícia começou a circular após um porta-voz do Departamento de Polícia de Los Angeles anunciar que uma morte suspeita tinha ocorrido no endereço da casa do artista em Lancaster, Califórnia. A vítima não teve a identidade confirmada e também não foram revelados maiores detalhes sobre o que aconteceu, mas fontes da imprensa americana já apontaram o falecimento do cantor. Nascido em Tampa, Flórida, em 7 de dezembro de 1987, Carter começou a carreira aos 10 anos de idade, fazendo shows na abertura da turnê de 1997 do grupo de seu irmão, os Backstreet Boys. Seu álbum de estreia, “Aaron Carter”, foi lançado no final daquele ano, alcançando o status de ouro. Pouco a pouco, sua popularidade foi aumentando. Seu segundo álbum, “Aaron’s Party (Come Get It)”, lançado em setembro de 2000, foi disco triplo de platina e o levou a abrir os shows da concorrida turnê “Oops!… I Did It Again”, de de Britney Spears. O terceiro álbum, “Oh Aaron”, foi platina em 2001. Nesta altura, ele tinha 13 anos e também fez sua estreia como ator, aparecendo num episódio da série “Lizzie McGuire”, do Disney Channel. No ano seguinte, já com o quarto álbum nas lojas, “Another Earthquake!”, ele estrelou três episódios do programa “All That”, da Nickelodeon, e cantou a música tema da série animada “Liberty’s Kids”, da rede pública PBS. Depois de aparecer em dois episódios de “Sétimo Céu”, ele viveu seus papéis mais importantes nas telas, coadjuvando “Supercross: O Filme” e vivendo o protagonista de “Popstar” em 2005. Mas sem álbuns inéditos desde 2002, sua carreira estagnou. Longe dos palcos, ele tentou virar celebridade televisiva. Participou do “Dancing with the Stars” (a “Dança dos Famosos” original) em 2009, mas logo em seguida internou-se numa clínica de reabilitação, dando início a uma longa luta para se livrar do vício. Essa cruzada também virou tema televisivo, com a participação do cantor em duas temporadas do programa “The Doctors”. Ele sempre foi aberto sobre suas lutas com o abuso de drogas, inclusive em sua participação em “The Doctors” de 2017. O vício, inclusive, o levou a ter problemas com a lei. Em 2008, Carter teve sua primeira prisão no condado de Kimble, Texas. Ele foi parado por excesso de velocidade, e a polícia encontrou 60 gramas de maconha em seu carro. Voltou a ser detido em 2017, na Geórgia, por suspeita de dirigir sob influência de maconha, e condenado a pagar multa e prestar serviço comunitário. O último álbum de Carter, intitulado “Love”, foi lançado em 2018, após um hiato de 14 anos em sua carreira musical, mas não fez sucesso. Em 2019, ele foi diagnosticado com transtorno de personalidade, esquizofrenia, depressão maníaca e ansiedade aguda. Sua internação mais recente numa clínica aconteceu no início deste ano, como parte de um esforço para recuperar a custódia de seu filho. Ele é pai de Prince, que vai completar um ano neste mês. O menino é filho de Melanie Martin, que foi presa em 2020 após um suposto incidente de violência doméstica contra Carter.

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  • Música,  Série

    Nelson Ned vai ganhar série documental do Canal Brasil

    4 de novembro de 2022 /

    A vida e trajetória artística do cantor Nelson Ned será narrada numa nova série documental do Canal Brasil. Com produção da Boutique Filmes, a série será baseada na biografia que o jornalista e diretor André Barcinski (“O Rei da TV”) está concluindo para lançar no ano que vem pela Companhia das Letras. A Boutique Filmes adquiriu os direitos da obra no primeiro semestre deste ano, já visando a produção. Mineiro de Ubá, Nelson Ned ficou famoso nacionalmente a partir do final dos anos 1960, com cantor de baladas românticas tristes como “Tudo Passará” e “Se as Flores Pudessem Falar”, que marcaram a geração brega dos anos 1970. Ele também chamava atenção por sofrer de nanismo, num caso raro de artista popular fora dos padrões. Seu sucesso era tanto que foi o primeiro cantor latino a vender 1 milhão de discos nos Estados Unidos, onde chegou a se apresentar ao lado de grandes nomes da música romântica internacional, como Julio Iglesias e Tony Bennett. Depois de vender mais de 45 milhões de discos, lançou em 1996 a biografia “O Pequeno Gigante da Canção”, em que detalhou seu quadro de depressão no auge de sua carreira, quando passou a beber e envolveu-se com drogas. Nelson Ned morreu aos 66 anos, em janeiro de 2014, em São Paulo. Na época, o diagnóstico médico informou que o artista sofreu choque séptico, sepse, broncopneumonia e acidente vascular cerebral. Lembre abaixo o maior sucesso do cantor.

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  • Filme,  Música

    Lindsay Lohan grava música de “Meninas Malvadas” na trilha de seu novo filme

    3 de novembro de 2022 /

    Além de marcar o retorno de Lindsay Lohan às comédias românticas, o filme “Uma Quedinha de Natal” também resgata a carreira musical da atriz, que está lançando uma nova gravação do clássico natalino “Jingle Bell Rock” como single para acompanhar o lançamento. Não é a primeira vez que a música, que integra a trilha do novo filme, surge na carreira da atriz. Um dos momentos mais famosos de “Meninas Malvadas” inclui uma coreografia sexy das protagonistas – Lohan entre elas – ao som desta mesma canção. No filme de 2004, a gravação falha no meio da apresentação e, diante do impasse, ela começa a cantar a letra famosa. “Uma Quedinha de Natal” traz Lohan como uma herdeira de hotel mimada que sofre um queda de esqui numa montanha durante as férias natalinas e fica com amnésia total. Sem ter para onde ir, ela aceita passar sua recuperação na pousada do homem que a resgatou, um proprietário galã (Chord Overstreet, de “Glee”) que vive com sua filha precoce. Os dois se conectam quase que instantaneamente, embora ela demonstre claramente ter um passado de luxo. Só que quando o romance começa a esquentar, a memória também começa a voltar, e com ela seu antigo pretendente. O filme tem direção de Janeen Damian, produtora-roteirista de “O Príncipe e Eu”, que também escreveu o roteiro em parceria com Jeff Bonnett, Ron Oliver e Michael Damian. Todos trabalharam em vários telefilmes de Natal do canal pago Hallmark. A estreia está marcada para 10 de novembro. Confira abaixo um trecho do single, a cena de “Meninas Malvadas” e o anúncio do lançamento, feito nas redes sociais da Netflix. Lindsay Lohan's new single — Jingle Bell Rock! — drops at midnight🎄 pic.twitter.com/ZxaVx66UjS — Netflix (@netflix) November 3, 2022

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  • Filme,  Música

    Selena Gomez lança música inédita de seu documentário

    3 de novembro de 2022 /

    Selena Gomez divulgou o vídeo com a letra de “My Mind & Me”, música nova que fala sobre seus conflitos internos e batiza um documentário da Apple TV+. Além da letra da canção, o vídeo traz ilustrações animadas da premiada designer canadense Elizabeth Leferrière, que estreia num projeto musical. A música também serve de tema para o documentário “Selena Gomez: My Mind & Me”, que foca a luta da cantora e atriz contra a depressão durante seu tratamento com lúpus. Dirigido por Alek Keshishian, conhecido por outro famoso documentário musical, “Na Cama com Madonna” (1991), o filme aborda a carreira de Selena Gomez e seus problemas de saúde, tanto física quanto mental, e foi desenvolvido em segredo ao longo de seis anos. O lançamento está marcado para sexta-feira (4/11) em streaming.

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  • Música

    Paramount+ ressuscita “Acústico MTV” com homenagem de Manu Gavassi a Rita Lee

    2 de novembro de 2022 /

    A Paramount+ está resgatando o formato do “Acústico MTV”. A plataforma divulgou o teaser de um novo projeto acústico, em que Manu Gavassi interpreta as músicas do disco “Fruto Proibido”, de Rita Lee. O vídeo disponibilizado traz Manu tentando reproduzir o visual da capa do álbum clássico de 1975. O “Acústico MTV” foi uma das marcas mais fortes da emissora musical nos anos 1990, rendendo shows famosos internacionais e nacionais. No Brasil, a última gravação tinha sido de Tiago Iorc, lançada em 2019. “Quando tive a ideia de prestar uma homenagem para ‘Fruto Proibido’, eu não fazia ideia do quão divertido se transformaria esse Acústico MTV. Todo o processo, desde o cenário, até a escolha da banda – formada somente por mulheres – e os ensaios, foi tudo meio mágico”, disse Manu em comunicado à imprensa. “É louco pensar que a Rita Lee tinha a minha idade quando escreveu essas músicas (há mais de 47 anos), e acho que me identifiquei tanto com essas palavras nesse momento da minha vida não por acaso. Esse é um projeto definitivamente especial pra mim”, completou. Quarto álbum solo de Rita Lee – e o segundo com a banda Tutti Frutti – “Fruto Proibido” reuniu alguns dos maiores sucessos da carreira da cantora, como “Agora Só Falta Você”, “Esse Tal de Roque Enrow”, “Ovelha Negra” e “Luz Del Fuego”. O show “Acústico MTV: Manu Gavassi Canta ‘Fruto Proíbido’ de Rita Lee” foi gravado na noite de terça-feira (1/11), mas ainda não há previsão para sua exibição.

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