Parceria de Filipe Ret e Anitta vira “clipe mais quente do continente”
O rapper Filipe Ret divulgou em seu canal no YouTube o clipe de sua parceria com Anitta. O vídeo de “Tudo Nosso” investe na sensualidade, com Anitta cantando ao lado de uma barra de pole dancing e mandando a real como só ela, enquanto Filipe cerca, aperta e abusa… dos efeitos na voz que acaba fazendo-o soar igual a vários outros. Em seu perfil no Instagram, o rapper compartilhou uma série de fotos da gravação, definindo o trabalho como o “clipe mais quente do continente”. Será? Confira.
Trailer apresenta romance musical de Sofia Carson na Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Continência ao Amor”, título nacional da adaptação do romance “Purple Hearts”, de Tess Wakefield. A prévia conta uma história de amor entre uma garota, vivida por Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”), e um fuzileiro interpretado por Nicholas Galitzine (o príncipe de “Cinderela”), convocado a lutar numa guerra. A troca de cartas entre os dois chega a lembrar outra produção do gênero, “Querido John” (2010), baseado num romance best-seller de Nicholas Sparks. Só que o trailer apresenta uma reviravolta: o romance do casal é totalmente fake. Os dois se casaram por interesse – ela, por exemplo, em troca de um plano de saúde da Marinha, que lhe permite acesso aos remédios que precisa para sobreviver – , mas uma tragédia acaba acontecendo, que faz com que a personagem de Carson perceba que entrou numa roubada. A produção também é um musical, já que a protagonista feminina é uma cantora. Por sinal, o trailer destaca uma faixa da trilha cantada por Carson, “Come Back Home”, que já está disponível nas plataformas musicais. O roteiro foi escrito pela dupla Liz W. Garcia (criadora de “O Ritmo de Memphis”) e Kyle Jarrow (criador de “Valor”), e a direção está a cargo de Elizabeth Allen Rosenbaum (“Os Tênis Encantados”). “Continência ao Amor” chega à Netflix em 29 de julho. Estrelado por Sofia Carson e Nicholas Galitzine, meu novo filme conta uma história de amor que era de mentira, até que uma tragédia fez com que tudo ficasse confuso. Continência ao Amor estreia dia 29 de julho. 💜 pic.twitter.com/fX3Y62OwUn — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 12, 2022
Disney anuncia três produções com membros do BTS
A Walt Disney Company e o estúdio sul-coreano Hybe anunciaram uma nova parceria de conteúdo global nesta segunda-feira (11/7) que renderá cinco títulos originais para os serviços de streaming da Disney, incluindo três projetos com membros do BTS, o grupo mais popular do K-pop. Os projetos com os cantores do BTS incluem o documentário “BTS: Permission to Dance on Stage – LA”, que registra uma apresentação ao vivo no Sofi Stadium de Los Angeles em novembro passado, o reality “In the Soup: Friendcation”, que acompanha uma viagem surpresa com um elenco repleto de estrelas, incluindo V do BTS e a atriz Woo-shik Choi (de “Parasita”), e a série documental “BTS Monuments: Beyond the Star”, que promete um “acesso sem precedentes a uma vasta biblioteca de músicas e imagens nos últimos novos anos da banda”, apresentando “o cotidiano, pensamentos e planos dos membros do BTS, enquanto se preparam para seu segundo capítulo”, de acordo com comunicado. “Esta colaboração representa nossa ambição criativa: trabalhar com criadores de conteúdo icônicos e grandes estrelas da Ásia para que seu talento possa ser apreciado pelo público de várias maneiras. Acreditamos que esses novos títulos cativarão os consumidores em todo o mundo e esperamos introduzir mais conteúdo musical em nosso serviço”, disse Jessica Kam-Engle, diretora de conteúdo da Disney, sobre a parceria. A empresa disse anteriormente que lançaria mais de 20 títulos sul-coreanos neste ano em streaming, incluindo pelo menos 12 produções originais. O título original sul-coreano mais popular da Disney até o momento é a série “Snowdrop”, disponibilizada na Star+ e estrelada por Jisoo, membro do grupo feminino de K-pop Blackpink. O BTS comunicou no início deste mês que pretende se focar em projetos solo. O estúdio Hybe esclareceu que se trata de um hiato e que, apesar do interesse em empreendimentos individuais, os sete membros do BTS continuariam a participar de atividades em grupo.
Diretora de “Cinquenta Tons de Cinza” fará filme de Amy Winehouse
A produtora Studiocanal contratou a diretora Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) para filmar a cinebiografia da cantora Amy Winehouse, que morreu em 2011, após ingerir grandes quantidades de álcool, aos 27 anos de idade. O filme vai se chamar “Back to Black”, mesmo nome do segundo álbum da artista. O disco a projetou em 2006 com hits como “Rehab” e a própria faixa-título, chamando atenção para sua belíssima voz e penteados extravagantes, mas também para sua vida pessoal marcada pelo vício em drogas e álcool e pela relação tempestuosa com seu namorado, Blake Fielder-Civil. A produção tem roteiro de Matt Greenhalgh, que já escreveu duas cinebiografias musicais: “Controle: A História de Ian Curtis” (2007), sobre o cantor da banda Joy Division, e “O Garoto de Liverpool” (2009), sobre a juventude de John Lennon. “O Garoto de Liverpool” também foi dirigido por Sam Taylor-Johnson. “Back to Black” será produzido com apoio do espólio de Winehouse. Além deste filme, há outra produção em andamento sobre a vida da artista. Ainda sem título, este projeto foi escrito e será dirigido por Kirsten Sheridan (“O Som do Coração”), e já anunciou sua intérprete de Amy Winehouse: Noomi Rapace (“Prometheus”).
Monty Norman: Autor da música-tema de 007 morre aos 94 anos
O compositor inglês Monty Norman, que compôs a música-tema dos filmes de James Bond, morreu nesta segunda-feira (11/7) aos 94 anos, “após uma curta doença”, segundo comunicado em seu site oficial. Nascido Monty Noserovitch em 4 de abril de 1928, no East End de Londres, Norman ganhou sua primeira guitarra, uma Gibson, aos 16 anos. Seu começo de carreira foi como integrante de bandas de espetáculos de variedades. Mas logo progrediu para compositor de musicais do teatro, como “Irma La Douce”, que ficou cinco anos em cartaz no West End e 18 meses na Broadway antes de se tornar um filme de Billy Wilder de 1963 – que usou suas músicas. Ele se voltou para o cinema justamente quando as músicas de suas peças foram parar nas telas, a partir da adaptação de “Expresso Bongo”, com o roqueiro Cliff Richards, em 1959. Logo depois disso, o estúdio de terror Hammer o convenceu a fazer sua primeira trilha cinematográfica, para “O Monstro de Duas Caras” (1960), uma atualização da história de “O Médio e o Monstro” dirigida por Terence Fisher. Norman também compôs a trilha da sci-fi “O Dia em Que a Terra se Incendiou” (1961) antes de ser procurado pelo produtor Cubby Broccoli, com quem já havia trabalhado no teatro, no musical “Belle”. Investindo no cinema, o produtor havia recém-adquirido os direitos de adaptação cinematográfica dos livros de Ian Fleming, e pediu ao compositor que criasse a trilha para o primeiro lançamento, “007 Contra o Satânico Dr. No”, de 1962. O acordo foi fechado quando os produtores convidaram Norman e sua então esposa, a atriz e cantora Diana Coupland, para uma viajem até a Jamaica, onde o filme estava sendo filmado, com todas as despesas pagas. “Bem, esse foi o argumento decisivo para mim!”, disse Norman, num texto publicado em seu site. “Eu pensei que, mesmo que ‘Dr. No’ fosse uma bomba, pelo menos teríamos sol, mar e areia para aproveitar disso!” Encarando o tema como efeito secundário de férias, o músico usou como base uma de suas composições anteriores, “Bad Sign Good Sign”, de uma montagem teatral de “A House for Mr. Biswas”, que nunca saiu do papel. Tudo o que fez foi mudar o riff principal, originalmente concebido para uma cítara, para acordes de guitarra elétrica. No entanto, Broccoli considerou que faltava algo para completar a canção e convidou o maestro John Barry para finalizar o arranjo. O resultado foi usado em todos os 25 filmes de James Bond. Por ter mexido no tema, Barry chegou a ser considerado o verdadeiro autor da música, mas Norman processou o jornal The Sunday Times, que fez esta afirmação em 1997, e venceu a ação por difamação. Além do tema, Barry trabalhou em mais duas faixas para a trilha de “007 Contra o Satânico Dr. No” – “Underneath the Mango Tree”, que ele ensinou a Sean Connery e Ursula Andress, e um arranjo para “Three Blind Mice” na cena de abertura com os três assassinos cegos. Curiosamente, o sucesso da música dos filmes de “007” não direcionou Norman para Hollywood. Ele criou só mais uma trilha de cinema, para a comédia “Rififi no Safári”, estrelada por Bob Hope e também produzida por Broccoli em 1963. Costa que ele ficou desgostoso com a falta de reconhecimento e pelo resultado financeiro de seu acordo com Broccoli, e preferiu continuar dedicando-se às produções teatrais. No começo da década de 1980, chegou a ser indicado ao Tony (o Oscar do teatro) por seu trabalho no musical “Songbook”, que ainda venceu o Ivor Novello (o Tony britânico).
10 clipes novos influenciados pelo pós-punk mais sombrio
A cena gótica/dark wave tem conquistado muito espaço entre as tribos indies com artistas cada vez menos caricaturais, que investem no lado mais pop do movimento, enquanto se afastam das fantasias de Halloween, hoje mais identificadas com Marilyn Manson e vertentes metaleiras. A seleção abaixo representa 10 artistas que assumem influência do lado mais sombrio do pós-punk dos anos 1980, incluindo, além do som gótico mais conhecido, a variação cold wave dos baixos graves e teclados glaciais. Os vídeos são disponibilizados de duas formas: tradicional, com breves informações sobre os artistas junto de cada clipe, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). | DUCTAPE | TURQUIA Uma das melhores bandas da nova geração gótica, Ductape gravou o clipe de “Gregor” no México, durante sua primeira turnê pela América Latina. A faixa é o novo single de “Ruh”, o segundo álbum do projeto musical formada em 2019 em Istambul pelo guitarrista Furkan Güleray e a cantora-tecladista Çagla Güleray. | PLOHO | RÚSSIA O novo single, “Plattenbauten”, é a primeira gravação em alemão do trio russo, mas se trata de uma música antiga de seu repertório pós-punk. A versão original, “Новостройки”, foi a música-título do álbum de estreia do Ploho, em 2015. | GIVE MY REMAINS TO BROADWAY | CANADÁ A dupla de Toronto é uma das mais novas da cena dark wave moderna. “What a Horrible Night” foi extraído de seu EP de estreia de 5 faixas, lançado no início do ano. | BABY STRANGE FT. HAYLEY MARY | ESCÓCIA A banda pós-punk de Glasgow se juntou à cantora australiana Hayley Mary (ex-The Jezabels) nesse novo single, extraído de seu segundo álbum, “World Below”, lançado no mês passado – e sete anos depois do álbum de estreia! | KILL SHELTER FT. AGENT SIDE GRINDER | ESCÓCIA Kill Shelter é o projeto musical do produtor britânico Pete Burns, mais conhecido por seus remixes da cena gótica (Christian Death, The Wake, Aleister Crowley e She Past Away), que se juntou ao trio sueco Agent Side Grinder na gravação de “The Necklace”. A faixa está no segundo álbum do Kill Shelter, “Asylum”, que será lançado oficialmente na sexta-feira (15/7). | GOD IN A BLACK SUIT | ITÁLIA O quinteto italiano foi formada durante a pandemia e os temas de caos e isolamento permeiam suas primeiras músicas, apresentadas no EP “Nails”. A faixa-título ganhou clipe no final do ano passado e desde então os músicos estão trabalhando no primeiro álbum, combinando influências de cold wave e pós-punk. | EDITORS | INGLATERRA Formada já tem duas décadas, a banda britânica lançou há poucos dias o primeiro single de seu sétimo álbum. “Karma Climb” retoma a cold wave que inspirou seu primeiro álbum, num arranjo que também evoca a fase synthpop do Simple Minds nos anos 1980. Batizado de “EBM”, o novo álbum chega apenas em setembro, após um hiato de quatro anos e a entrada de Blanck Mass (o pseudônimo do compositor Benjamin John Power, ex-Fuck Buttons) em sua formação. | ACTORS | CANADÁ “Killing Time (Is Over Now)” é o mais recente single da álbum “Acts of Worship”, segundo da banda de Vancouver, lançado no final do ano passado. Bastante representativa do som dos Actors, a faixa faz pop gótico com sintetizadores, num clima de new wave sombria capaz de reviver as velhas danceterias abandonadas dos anos 1980. | CHILD SEAT | EUA Outra banda nova, Child Seat foi formado em 2021 pela cantora Madeleine Mathews (MAWD) e o músico Josiah Mazzaschi (Light FM, Bizou), mais conhecido por seu trabalho de 20 anos como produtor musical – The Jesus and Mary Chain, Built to Spill, Rilo Kiley e muito mais. O repertório é influenciado pela new wave de vocais femininos dos anos 1980 (Til Tuesday, Motels, Go-Go’s, Berlin, etc), mas também o gótico de Siouxie and the Banshees e o alt rock de Yeah Yeah Yeahs. O clipe de “Burning” foi gravado ao vivo no estúdio de Mazzaschi (Cave Studios) com Jeff Schroeder (do Smashing Pumpkins) na guitarra. | JE T’AIME | FRANÇA A banda parisiense é fortemente influenciada por The Cure, como mostra essa gravação ao vivo de “Dance”. O vídeo é de maio, mas a música é do primeiro álbum, lançado em 2019. Je T’aime lançou seu segundo disco em fevereiro passado. | PLAYLIST |
Johnny Depp fez música para atacar Amber Heard
A briga de Johnny Depp contra Amber Heard virou rock. O ator compôs uma canção sobre o processo judicial que venceu contra a ex-esposa, considerada culpada por difamação, e vai lançá-la no disco de sua parceria com o guitarrista britânico Jeff Beck. Intitulado “18”, o álbum tem lançamento marcado para a próxima sexta-feira (15/7). “Acho que você já disse o suficiente para a p*rra de uma noite”, canta Depp na faixa, chamada “Sad Motherf***in’ Parade”. Segundo apurou o jornal Sunday Times, as críticas vão além. Aludindo à forma como a atriz de “Aquaman” se postou no tribunal, a música diz: “Você está aí sentada como um cachorro com uma crise de relacionamento”, e acrescenta: “Se eu tivesse um centavo, não cairia na sua mão”. Assim, o ator não poderá reclamar quando o acusarem de dar shows de misoginia. Ao menos, as letras não falam em afogar, queimar e estuprar o cadáver da ex-esposa, como ele escreveu – segundo disse no julgamento, de forma poética – em mensagens de texto sobre Amber Heard. O ator também não cita o nome da ex-esposa. Mas vale lembrar que ele a processou por difamação por conta de um artigo, em que ela também não citou o nome dele. Detalhes nada pequenos desses dois. Depp está colaborando com Beck há bastante tempo e em 2020 a dupla lançou o primeiro single da parceria: uma versão de “Isolation”, composição de John Lennon, de 1970. Antes mesmo do veredito, o ator viajou ao Reino Unido para participar de shows do guitarrista e, após sua vitória, lançou um novo single do projeto, a música inédita “This Is A Song For Miss Hedy Lamarr”. Apesar do material original, a maior parte do álbum é composta por covers (incluindo “Venus In Furs” do Velvet Underground, “Let It Be Me” dos Everly Brothers e “What’s Going On” de Marvin Gaye) e gravações instrumentais (como duas faixas dos Beach Boys). Segundo os artistas, o nome “18” se refere à idade espiritual que eles sentiram ao trabalharem nas gravações. A capa do disco é um desenho da esposa de Beck que registra a dupla como adolescentes – ou como David Bowie e Elvis Presley jovens. Veja abaixo. O lançamento vai acontecer pelo selo Rhino em CD e nas plataformas digitais no dia 15 de julho, mas, depois disso, o disco também sairá em vinil em 30 de setembro.
Coldplay lança clipe com banda de fantoches
A nova música do Coldplay é tocado por uma banda de fantoches alienígenas, revela o clipe de “Biutyful”. O vídeo dirigido por Mat Whitecross (parceiro do Coldplay desde 2008) mostra vários artistas muppets tentando – e falhando – fazer sucesso como músicos em um mundo em que os humanos os veem como piadas. Mas quando eles se encontram num bar de “esquisitos”, imediatamente se conectam e formam uma banda. Não qualquer banda, mas The Weirdos, a banda mais popular do planeta – segundo o vídeo. “Biutyful” faz parte do disco mais recente do Coldplay, “Music of the Spheres”, de 2021. Mas, no clipe, a banda aparece apenas brevemente, na plateia do show dos Weirdos. Além disso, a verdadeira estrela da gravação é a fantoche (muito) desafinada Angel Moon, que deixa Chris Martin relegado à segunda voz em pequenos trechos de dueto. A ideia do clipe foi do próprio Martin e de sua namorada, a atriz Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). E além de estrelar o vídeo, Angel Moon também está participando da atual turnê da banda, onde canta a faixa ao vivo. Os fantoches foram criados pela célebre empresa Creature Shop, de Jim Henson (o falecido pai dos Muppets clássicos).
Documentário vai apresentar música inédita de Cazuza
O documentário “Cazuza: Boas Novas”, atualmente em desenvolvimento, vai apresentar uma canção inédita de Cazuza, que ele nunca gravou. A música se chama “Dúvidas” e faz parte do acervo de registros raros reunidos para a produção, que vai revisitar os últimos dois anos do cantor, desde o diagnóstico da Aids até a morte. O longa vai se concentrar no lado humano e na urgência de criação que acometeu o artista ao saber da doença. Produtor musical de Cazuza, o diretor Nilo Romero reuniu várias imagens pouco vistas — do cantor cuspindo na bandeira nacional durante um show no Rio de Janeiro à performance no casamento do músico George Israel — entremeadas com depoimentos de quem conviveu com ele em sua fase terminal. Entre os entrevistados, estão Gilberto Gil, Leo Jaime, Frejat, Flavio Colker, Arthur Dapieve e Ney Matogrosso, além de Lucinha Araújo, mãe do cantor. A filmagem é realizada pela produtora 5e60 e será exibida no Canal Curta no início de 2023.
Stranger Things: Veja vídeos de 15 músicas da Parte 2
Depois do estouro de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, a trilha sonora da Parte 2 de “Stranger Things 4” era tão esperada quanto os episódios finais. A seleção de faixas, desta vez, pendeu para as músicas com sintetizadores – mas, ironicamente, sem nenhum exemplar do synthpop dos anos 1980. E embora o “tema de Max” tenha voltado a tocar – assim como “Dream a Little Dream of Me”, de Ella Fitzgerald (o tema de Vecna) – , a música que mais marcou a trama foi o metal pesado de “Master of Puppets”, acompanhada na guitarra por Eddie Munson (o personagem de Joseph Quinn). O clássico do Metallica também foi a única gravação de 1986 presente em toda a trilha dos capítulos 8 e 9 da atração. A trama se passa nesse ano, mas a maioria das músicas selecionadas saiu em anos anteriores – e algumas até posteriores a este período. Como curiosidade, a última canção que toca, já nos créditos finais, acaba chamando atenção entre as gravações de pop antigo por pertencer a um estilo alternativo até então ignorado pela série, apesar de ter tudo a ver com a guinada de terror da fase atual: “Spellbound”, do disco mais gótico de Siouxsie and the Banshees. Veja abaixo, pela ordem cronológica de seus lançamentos originais, as 15 músicas mais importantes dos dois episódios finais da 4ª temporada – disponibilizada na sexta (1/7) na Netflix. | ELLA FITZGERALD | 1957 | DREAM A LITTLE DREAM OF ME | JAMES TAYLOR | 1970 | FIRE AND RAIN | CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL | 1970 | UP AROUND THE BEND | RICK DERRINGER | 1973 | ROCK ‘N’ ROLL HOOCHIE KOO | SIOUXSIE AND THE BANSHEES | 1981 | SPELLBOUND | OLIVIA NEWTON-JOHN | 1983 | TWIST OF FATE | JOURNEY | 1983 | WORLD’S APART | PAT BENATAR | 1983 | LOVE IS A BATTLEFIELD | THE POLICE | 1983 | EVERY BREATH YOU TAKE | TANGERINE DREAM | 1984 | RARE BIRD | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL | METALLICA | 1986 | MASTER OF PUPPETS | MOBY | 1995 | WHEN IT’S COLD I’D LIKE TO DIE | VANGELIS | 1996 | FIELDS OF CORAL | PETER SANDBERG | 2019 | DEEP
Kate Bush elogia final de “Stranger Things 4”: “Espetacular”
Não foram só os reles mortais que correram para ver os episódios finais da 4ª temporada de “Stranger Things”. A cantora Kate Bush acordou cedo nesta sexta-feira (1/7) para assistir e comentar a Parte 2 da série. “Eu acabei de assistir os últimos capítulos de ‘Stranger Things’ e eles são incríveis. Sem spoilers aqui, eu prometo”, ela escreveu em seu site pessoal. “Antes, eu só tinha visto as cenas que envolviam o uso da minha música, então não sabia como a história se desenvolveria”, continuou. A música referida é, claro, “Running Up That Hill (A Deal With God)”, que foi catapultada ao topo das paradas de sucesso, 37 anos após seu lançamento original, graças a seu uso na série, como a canção capaz de salvar a personagem Max (vivida por Sadie Sink) da possessão do monstro Vecna. Por sinal, ela comemorou o sucesso contínuo da canção nas últimas semanas. “Eu simplesmente não posso acreditar – Nº 1 para a terceira semana… Na verdade, tudo está começando a parecer um pouco surreal”, comentou. “Já tinha ficado muito feliz quando os irmãos Duffer resolveram usar ‘Running Up That Hil’ como o tótem de Max, mas agora, tendo visto a temporada toda, me sinto profundamente honrada que a minha canção tenha se tornado parte da jornada de montanha-russa dos personagens”, ela acrescentou. Por fim, Kate disse que “mal consigo imaginar a quantidade de trabalho envolvida em fazer algo dessa escala. Estou impressionada. Eles fizeram algo realmente espetacular”.
Anitta lança clipe do game “Free Fire”
Não é de hoje que Anitta vem flertando com o universo dos games – veja-se sua participação em “Modo Turbo”. Mas agora ela virou personagem de “Free Fire” e ainda gravou um clipe no clima do jogo. O vídeo de “Tropa” foi liberado no canal do game no YouTube e conta com participação de Luck Muzik, influenciadores, gamers e muitos efeitos visuais. Na produção, Anitta é escolhida e customizada por três jogadoras para liderar sua equipe/tropa em luta contra adversários do jogo. A produção teve participação direta de Anitta, que acompanhou todo o processo criativo ao lado do diretor Christian Breslauer (de “Boys Don’t Cry”), especialmente os detalhes das suas skins poderosas. Afinal, o vídeo é a introdução de dois visuais da cantora no jogo. “Eu escolhi cada detalhe da minha bonequinha. Eu e a minha estilista, a gente desenhou cada parte da roupa, cada pedacinho, cabelo, olho, tatuagem, tudo. Fizemos os desenhos, mandamos para eles e, depois, fomos para a parte da aprovação, fazendo as alterações necessárias. Foi um trabalhão”, afirmou a artista. Em menos de 24 horas, o clipe atingiu quase 2,4 milhões de visualizações. E, a partir de sábado, os jogadores também poderão ouvir a música dentro do lobby do “Free Fire”. Nesta data, a personagem de Anitta, “A Patroa”, também estará disponível para toda a comunidade “Free Fire”.
MD Chefe vence troféu do BET Awards. Confira os premiados
O rapper carioca MD Chefe foi um dos vencedores da premiação do BET Awards 2022, premiação americana que homenageia os astros negros da música, cinema e esportes. Ele venceu na categoria de Melhor Artista Novo Internacional, superando nomes como Ayra Starr, Cleo Sol e Young Stunna. MD Chefe é o nome artístico de Leonardo dos Santos Barreto, de 22 anos. Fenômeno do trap carioca, ele viralizou no TikTok com o hit “Rei Lacoste”, parceria com DomLaike e Tiffany, que também ultrapassou 81 milhões de visualizações no YouTube. A cerimônia realizada na noite de domingo (26/06) nos EUA ainda destacou Ludmilla, indicada a Melhor Artista Internacional – mas este prêmio ficou com a nigeriana Tems. A participação de ambos representa um importante reconhecimento ao rap e ao funk brasileiros. “Olha só onde o funk me trouxe”, escreveu Ludmilla em suas redes sociais. “Ser indicada já foi uma grande vitória. Nunca, nem nos melhores sonhos, imaginei pisar no BET, muito menos como indicada”, considerou, aplaudindo em seguida a vitória de MD Chefe. Os cantores The Weekend, Jazmine Sullivan, Kendrick Lamar, Megan Thee Stallion e o grupo Silk Sonic ficaram com os principais prêmios das categorias musicais. Já prêmios de atuação foram para Zendaya (vitória dupla por “Euphoria” e “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”) e Will Smith (por “King Richard: Formando Campeãs”), apesar de toda a confusão no Oscar. “King Richard: Formando Campeãs” também foi eleito melhor filme do ano. Além da entrega de prêmios, a cerimônia foi marcada por manifestações políticas contra a decisão da Suprema Corte dos EUA que permitiu a estados conservadores tornarem o aborto ilegal. “As armas têm mais direitos do que uma mulher”, disse a atriz Taraji P. Henson, responsável pela apresentação do evento. Ela foi seguida pela cantora e atriz Janelle Monáe, que ergueu seu dedo médio para dizer: “Fda-se, Suprema Corte”. Para completar, ao vencer como Melhor Artista Feminina de R&B, Jazmine Sullivan conclamou as mulheres a lutarem por seus direitos. Confira abaixo a lista completa dos vencedores em todas as categorias. MELHOR ARTISTA FEMININA R&B/POP Jazmine Sullivan MELHOR ARTISTA MASCULINO R&B/Pop The Weeknd MELHOR GRUPO Bruno Mars, Anderson .Paak e Silk Sonic MELHOR COLABORAÇÃO Essence – Wizkid feat. Justin Bieber & Tems MELHOR ARTISTA FEMININA HIP HOP Megan Thee Stallion MELHOR ARTISTA MASCULINO HIP HOP Kendrick Lamar VÍDEO DO ANO Family Ties, Baby Keem & Kendrick Lamar DIRETOR DE VÍDEO DO ANO Anderson .Paak a.k.a. Director .Paak MELHOR NOVO ARTISTA Latto ÁLBUM DO ANO An Eevening With Silk Sonic – Bruno Mars, Anderson.Paak, Silk Sonic PRÊMIO DR. BOBBY JONES MELHOR GOSPEL We Win, Lil Baby X, Kirk Franklin BET HER Good Morning Gorgeous – Mary J. Blige MELHOR ARTISTA INTERNACIONAL Tems (Nigéria) MELHOR ARTISTA NOVO INTERNACIONAL MD Chefe (Brasil) MELHOR FILME “King Richard: Formando Campeãs” MELHOR ATOR Will Smith por “King Richard: Formando Campeãs” MELHOR ATRIZ Zendaya, por “Euphoria” e “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” PRÊMIO JOVENS ESTRELAS Marsai Martin MULHER ESPORTISTA DO ANO Naomi Osaka HOMEM ESPORTISTA DO ANO Stephen Curry












