Lady Gaga lança música da trilha de “Top Gun: Maverick”
Lady Gaga divulgou a música que gravou para a trilha de “Top Gun: Maverick”. Intitulada “Hold My Hand”, a canção é uma balada típica de filme de Hollywood – similar as que pagam as contas da compositora Diane Warren – , com passagens gritadas a plenos pulmões. Além da faixa, a cantora publicou em seu Instagram um trecho do clipe ainda inédito da gravação e uma foto ao lado do astro Tom Cruise, que foi prestigiar seu show mais recente, como parte do esforço concentrado de divulgação do lançamento. “Hold My Hand” foi disponibilizada nas plataformas musicais nesta terça (3/5). Já o filme “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, só chega aos cinemas brasileiros em 26 de maio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lady Gaga (@ladygaga) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lady Gaga (@ladygaga)
Ric Parnell (1952-2022)
O músico Ric Parnell, que interpretou o baterista da banda fictícia Spinal Tap no clássico “mockumentary” de heavy metal de 1984 “Isto é Spinal Tap”, morreu nesta segunda (2/5) aos 70 anos. A informação foi divulgada por seu colega de banda e filme, Harry Shearer, que não deu maiores detalhes, lembrando nas redes sociais que “ninguém tocou rock mais pesado”. Spinal Tap foi um grupo de heavy metal formado por atores que também eram músicos: Michael McKean (intérprete do cantor e guitarrista David St. Hubbins), Harry Shearer (como o baixista Derek Smalls), Christopher Guest (o guitarrista solo Nigel Tufnel), David Kaff (o tecladista Viv Savage) e Ric Parnell (o baterista Mick Shrimpton). E durante anos muita gente acreditou que eles eram uma banda 100% real. Os três primeiros atores-músicos foram quem tiveram a ideia e escreveram o roteiro do filme, dirigido pelo genial Rob Reiner (“A Princesa Prometida”), com o objetivo de satirizar os bastidores de uma turnê de rock. Só que os artistas se mostraram tão comprometidos com seus papéis que chegaram a se juntar numa turnê de verdade, logo após fazerem o filme, abrindo shows para a banda psicodélica Iron Butterfly. Esta brincadeira ajudou a confundir o público, que passou a crer que a comédia era um documentário de verdade. Uma piada recorrente do filme era que todos os bateristas anteriores do grupo morreram por combustão espontânea – e embora Parnell apareça ao longo do filme, ele também entra em combustão espontânea no final. Além do filme, Parnel também gravou bateria no disco da trilha sonora que acompanhou o lançamento, bem como num segundo álbum da banda fictícia. De fato, Spinal Tap acabou virando mesmo uma banda, de tanto que pediam para os artistas se apresentarem juntos. A primeira reunião pós-filme foi para uma participação no humorístico “Saturday Night Live” em 1984. Eles resolveram testar a popularidade na citada turnê da mesma época. Mas a aclamação não lhes permitiu abandonar os palcos. Eles aceitaram convites para voltar a se reunir em mais duas turnês, uma no início dos anos 1990 e outra em 2001. Como o personagem de Parnell havia morrido no filme, ele apareceu nos shows como o irmão do baterista original, Ric Shrimpton. A última apresentação da banda foi em 2019, durante uma homenagem ao aniversário de 35 anos do filme no Festival de Tribeca em Nova York, quando o trio central se juntou a Elvis Costello para um set acústico. Como os outros membros do Spinal Tap, Parnell era um músico genuíno. Nascido Richard J. Parnell em Londres, ele era filho do baterista de jazz e band leader Jack Parnell, e chegou a tocar na banda de rock progressivo Atomic Rooster no início dos anos 1970. Ele também tocou bateria no hit “Mickey”, de Toni Basil, um dos maiores sucessos musicais do ano de 1982, além de ter gravado com Jon Anderson (da banda Yes), Ravi Shankar e Wayne Kramer (da banda MC5). Morador da cidade de Missoula, no estado de Montana, Parnell apresentava ultimamente um programa de rádio semanal chamado “Spontaneous Combustion” (Combustão Espontânea).
Lady Gaga fez música para a trilha de “Top Gun: Maverick”
A cantora Lady Gaga anunciou o lançamento de um novo single, intitulado “Hold My Hand”, que fará parte da trilha sonora de “Top Gun: Maverick”. A novidade foi postada nas redes sociais. Ao lado de uma foto da capa do single, ela deu detalhes da gravação. “Quando escrevi esta canção, ainda não entendia muito bem as múltiplas camadas em que ela tocava dentro do coração do filme, da minha própria psique, e do mundo em que estamos vivendo. Estava trabalhando nela há anos, aperfeiçoando-a, tentando torná-la nossa”, escreveu. E acrescentou que a letra de “Hold My Hand” expressa a “profunda necessidade humana de entender o outro e ser entendido”. Ela também agradeceu ao astro Tom Cruise, ao compositor Hans Zimmer e ao diretor Joseph Kosinski pela oportunidade de contribuir com o filme. “Foi uma experiência linda trabalhar com eles”, definiu. A música será lançada na próxima terça, dia 3 de maio. Já “Top Gun: Maverick” só chega aos cinemas brasileiros em 26 de maio.
Novo clipe de Florence + The Machine traz o ator Bill Nighy
A banda Florence + The Machine divulgou o clipe de uma nova canção chamada “Free”, que traz a cantora Florence Welch ao lado do ator inglês Bill Nighy (“Minamata”). A música é o quarto single do álbum “Dance Fever”, que só será lançado em 13 de maio. Assim como nos vídeos anteriores (os bem mais impressionantes “King”, “Heaven is Here” e “My Love”), a direção é assinada por Autumn de Wilde.
Atriz de “Annabelle 3” arruína Nirvana em clipe de rock
A atriz mirim Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”) cresceu e agora ataca de roqueira. Ela virou cantora e chegou a ter uma música incluída na trilha de um de seus filmes mais recentes, “Ghostbusters: Mais Além”. Lançado nesta semana, “You Ruined Nirvana” é seu terceiro clipe – e a primeira gravação de rock, após duas baladinhas. A letra fala de um ex-namorado que estragou Nirvana, porque sempre que ela ouve as músicas da banda lembra da má relação que teve com ele. Há também algumas citações ao repertório de Kurt Cobain. Mas a verdade é que o som está mais para fã de Avril Lavigne ou Olivia Rodrigo. A banda feminina que aparece acompanhando a atriz no vídeo ainda inclui Shay Rudolph, atriz de “O Clube das Babás”, como guitarrista.
Emicida será primeiro artista brasileiro com show no “Fortnite”
O rapper Emicida vai se tornar o primeiro artista brasileiro a se apresentar no “Fortnite”, game online que já realizou shows virtuais de artistas como Ariana Grande, DJ Marshmello e Travis Scott. Emicida se apresenta na próxima sexta (29/4), às 19h, num show que será disponibilizado globalmente por 72 horas ininterruptas. A participação do brasileiro faz parte do projeto Onda Sonora, que pretende trazer representantes de várias regiões do mundo em uma ação interativa dentro do jogo. Além do show, a participação de Emicida dentro do Fortnite contará a história do rapper e passará por cenários que dialogam com a sua trajetória. O público também poderá assistir à performance em 15 salas do circuito de cinemas do Cinemark pelo Brasil, em datas a serem divulgadas. AVISO DE FOTOSSENSIBILIDADE / CONVULSÕES – Este evento possui luzes piscantes. — Fortnite Brasil (@Brasil_Fortnite) April 22, 2022
Final do BBB terá shows de Naiara, Maria e Linn da Quebrada
A final do “BBB 22”, programada para a próxima terça-feira (26/4), terá um verdadeiro “festival” de música com shows de vários convidados. O mais curioso na lista é a presença de três eliminadas da edição, Naiara Azevedo, Maria e Linn da Quebrada, que cantarão para os finalistas – e rivais delas no jogo. Além das cantoras, o programa contará com apresentações de Léo Santana, Xamã, Matheus & Kauan, Jão e o indefectível Paulo Ricardo. Com apresentação de Tadeu Schmidt, o final do “BBB 22” será exibido na Globo depois da novela “Pantanal”, por volta das 22h30. Mas depois disso os confinados da edição ainda voltarão a se encontrar mais duas vezes durante a semana, no programa “A Eliminação” de quarta (27/4), no Multishow, e no “BBB Dia 101”, especial de reencontro que vai ao ar na noite de quinta (28/4) na tela da Globo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Big Brother Brasil (@bbb)
Clipe de Baco Exu do Blues transforma cidades brasileiras em Gotham City
A HBO Max divulgou um clipe do rapper baiano Baco Exu do Blues. Chamada de “Gotham é Aqui”, a produção foi feita para divulgar o lançamento do filme “Batman” na plataforma de streaming. Dirigido por Gotacx (Cristiano Trindade), o vídeo referencia a Gotham City do cinema com elementos de várias cidades brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Salvador, entre outras. E também com os problemas sociais destas cidades. “Batman” chegou na HBO Max na segunda-feira (18/4) e também foi disponibilizado nas plataformas de VOD, para compra e aluguel digitais. Além disso, o filme continua em cartaz nas salas de cinema do Brasil.
Gabriel Leone será Ney Matogrosso em série da Globoplay
O ator Gabriel Leone (o “Dom”) vai estrelar um novo projeto ligado à história da música brasileira. Depois de viver Roberto Carlos em “Minha Fama de Mau” e dar vida ao Eduardo de “Eduardo e Mônica”, baseado na música da Legião Urbana, ele será Ney Matogrosso numa série da Globoplay sobre o grupo Secos & Molhados, que revolucionou a MPB no início dos anos 1970. A produção definiu os protagonistas com Gabriel Leone no papel de Ney Matogrosso, Mauricio Destri (“Os Dias Eram Assim”) como João Ricardo e Caio Horowitz (“Lov3”) como Gérson Conrad – o trio Secos & Molhados. Gabriel e Ney, inclusive, já se encontraram para falar do projeto e, nesta semana, o ator revelou em seu Instagram estar lendo a biografia do cantor, “Ney Matogrosso: Vira-lata de Raça”. Com produção da O2 Filmes, a série é baseada no livro “Primavera nos Dentes: A História do Secos & Molhados”, de Miguel de Almeida. As gravações devem começar em junho para uma estreia em streaming no ano que vem.
10 clipes: Conheça a nova geração shoegazer
A seleção de clipes de rock independente desta semana reúne novos lançamentos de shoegaze e dreampop, gêneros que marcaram os anos 1990 com muita microfonia e vozes angelicais, num resgate feito por artistas que, em sua maioria, nem eram nascidos quando My Bloody Valentine transformou o rock murmurado ensurdecedor em hit dançante. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). HATER | SUÉCIA Na ativa desde 2016, a banda sueca liderada por Caroline Landahl é conhecida por seu shoegaze de levada pop, ao estilo de Lush. A música “Far From a Mind” acrescenta influência de Sonic Youth à sua versão do rock indie dos anos 1990, em antecipação a seu segundo álbum, “Sincere”, que tem lançamento marcado para 5 de maio. CIEL | INGLATERRA Formada em Brighton, na costa inglesa, do encontro de três músicos de diferentes países – a cantora Michelle Hindriks tinha até carreira solo na Holanda – , a banda começou com baladas de dreampop antes de lançar “Fine Everything”, em que abraça o shoegaze. A música faz parte do terceiro EP do trio, que ainda não tem previsão de lançamento. WOMBO | EUA O trio do Kentucky se destaca pelos vocais twee de Sydney Chadwick, que evocam uma sensação etérea ao colidirem com a parede de guitarras de Cameron Lowe – ex-integrante da banda punk Debauchees. A formação com o baterista Joel Taylor é de 2016. Já “One of This” é sua guinada shoegaze após o EP pós-punk “Keesh Mountain” do ano passado. WHIMSICAL | EUA Veteranos da turma, o quarteto de Indiana lançou seu primeiro álbum em 2000 – o cultuado “Setting Suns Are Semi-Circles”. Depois de implodir em 2005, volta a ativa junto da redescoberta do shoegaze pela nova geração. “Rewind” é a música que abre seu novo disco, “Melt”, lançado há duas semanas. SUGAR FOR THE PILL | GRÉCIA Apesar de formada só há dois anos, a banda de Atenas já tem um álbum, “Wanderlust”, lançado no mês passado. Com melodias etéreas e um vídeo repleto de coreografias, “Quicksand” foi o segundo single do grupo. KRAKÓW LOVES ADANA | ALEMANHA A dupla forjada nos clubes de Hamburgo resolveu revistar três músicas de seu mais recente álbum eletrônico (“Follow The Voice”), trocando a proeminência dos sintetizadores por guitarras. “Open The Door” é a versão etérea de “Dream House” e o destaque do novo EP “Swim In The Blue”, numa guinada sonora radical que pode influenciar futuros trabalhos. HATCHIE| AUSTRALIA Harriette Pilbeam, a cantora e baixista australiana conhecida pelo apelido Hatchie, lança seu segundo álbum solo na próxima sexta (22/4). “This Enchanted” é a segunda faixa de “Giving the World Away”, e sua combinação de guitarras e sintetizadores é o dreampop mais dançante da atualidade. Todo o disco foi composto em parceria com Joe Agius, líder da banda Rinse, que, inclusive, conta com Hatchie entre seus integrantes. BLUSHING | EUA Faixa exemplar do dreampop da banda texana, “Ours” evoca tanto Cocteau Twins quanto My Bloody Valentine. A música faz parte do segundo álbum, “Possessions”, lançado há dois meses com contribuições de ícones do gênero das cascatas elétricas de guitarras. A produção é de Elliott Frazier (Ringo Deathstarr), a masterização de Mark Gardener (Ride) e o disco ainda inclui uma colaboração com Miki Berenyi (Lush). AVALYN | INGLATERRA Mark Gardener também trabalhou em “When We Were Nothing”, primeiríssimo single do quarteto shoegazer de Liverpool. E o resultado parece Ride mesmo, inclusive na apresentação visual. JUST MUSTARD | IRLANDA O quinteto irlandês lançou seu álbum de estreia em 2018, explorando o lado mais melancólico do dreampop, com baladas de guitarras infinitas. “Mirrors” é o primeiro single de “Heart Under”, o segundo álbum, previsto para 27 de maio. | PLAYLIST |
Imprensa americana elogia Pabllo Vittar “estelar” em Coachella
Depois de Anitta, foi a vez de Pabllo Vittar brilhar no Festival de Coachella. Mesmo no palco Gobi, um espaço bem menor – Anitta cantou no palco principal – , recebeu elogios entusiasmados da imprensa americana, que destacou o feito histórico proclamado pela cantora ao iniciar sua apresentação. “Meu nome é Pabllo e sou uma drag queen do Brasil – a primeira drag queen a se apresentar no Coachella”, disse a brasileira, declaração repercutida pela mídia americana, como o site PopCrave, que destacou fotos da apresentação no Twitter, e as revistas Billboard e Fader. Descrevendo a apresentação como um “set de alta energia e feroz”, a Billboard afirmou que Pabllo eletrizou o público, “que nem uma vez parou de dançar ao som de seu techno trilíngue e hinos de música pop”. E ainda destacou a emoção transmitida pela performance. “Ao se despedir, Pabllo não conseguiu deixar de chorar”. A revista Fader ecoou os elogios, mencionando o “set poderoso” e “uma performance eletrizante”. Mas foi a resenha da revista Rolling Stone (a original) que chamou mais atenção pela conclusão entusiasmada. Após definir o show como “estelar”, o texto afirmou ser “um mistério por que a artista brasileira ainda não se tornou uma estrela pop internacional”. Pabllo Vittar já tinha se apresentado no festival americano em 2019, quando cantou uma música com Major Lazer e outra com Sofi Tukker, mas foi a primeira vez que fez um show solo no evento. E contou até com uma convidada, a nipo-britânica Rina Sawayama, sua parceira em “Follow Me”. Ao se entregar à emoção, ainda se declarou para outra parceira antiga, que arrasou no primeiro dia do evento, “Eu te amo, Anitta”, gritou, antes de cantar “Sua Cara”. Ela terminou a apresentação chorando no chão do Gobi. A performance foi transmitida ao vivo pelo canal do YouTube do festival e atraiu mais audiência que as atrações exibidas simultaneamente em dois outros palcos – inclusive no palco principal. Pabllo Vittar becomes the first drag queen to perform at #Coachella. pic.twitter.com/rzi6aLWYDC — Pop Crave (@PopCrave) April 17, 2022
Ludmilla e Anitta fazem as pazes: “Viva o funk, p****!”
A música que originou o desentendimento entre Anitta e Ludmilla também está sendo responsável por encerrar a briga. Anitta escolheu “Onda Diferente”, sua parceria com Ludmilla e o rapper Snoop Dogg, para abrir seu show histórico de sexta (15/4) no festival de Coachella, nos Estados Unidos, sem cortar a voz da “rival”. E Ludmilla elogiou o impacto da música no palco americano. “Muito f*** ver nossa música ganhando o mundão. Viva o funk, p****!”, escreveu Ludmilla, junto com um emoji de foguete, no Twitter. O comentário foi muito elogiado pelos fãs das duas artistas, entre eles a cantora Inês Brasil: “Glória a Deus. Manos, é o milagre da Páscoa. Tem que fazer as pazes mesmo. Anitta e Ludmilla, lindas, belas mulheres. Amo vocês, manas!”. A briga entre as duas aconteceu na época do lançamento de “Onda Diferente”, em 2019. A música foi feita por Ludmilla, mas acabou registrada como se Anitta também fosse uma das autoras. Quando Ludmilla anunciou que a composição era sua, os fãs de Anitta começaram a atacá-la, inclusive com ofensas racistas. Foi o fim da parceria e da amizade. O desentendimento chegou, inclusive, a repercutir no “BBB 22”. No começo do programa, Brunna Gonçalves, mulher de Ludmilla, fechava a cara ao ouvir elogios para Anitta, mas depois de um tempo até dançou música da cantora. Glória a Deus 🙏🙏🙏 manos é o milagre da Páscoa 🐣 tem que faze as pazes mesmo Anitta e ludmilla lindas belas mulheres negra como eu 🙏🙏🙏❤️❤️❤️❤️🥰🥰🥰🥰🙏🙏🙏🐣🐣🐣 amo@vocês manas dalhe funk dalhe Anitta e ludmilla adoro 🙏🙏🙏❤️❤️❤️❤️❤️❤️ viva Páscoa — Inês Brasil 🧬 (@inesbrasiltv) April 16, 2022
Imprensa americana rasga elogios para show de Anitta no Festival de Coachella
Anitta foi, viu e venceu. O show da cantora foi um dos mais aclamados do primeiro dia do festival americano de Coachella, que começou na sexta-feira (15/4). E quem afirma isso é a imprensa dos EUA. As revistas Variety, Billboard, Rolling Stone e o jornal Los Angeles Times rasgaram elogios para a apresentação da brasileira, que entrou no palco de mototáxi, performou com muitos dançarinos diante de caixas de som poderosas, evocando suas origens no Furacão 2000, fez parcerias com Snoop Dog, Saweetie e Diplo, e transformou o evento num baile funk internacional. A Variety rasgou elogios desde o título da cobertura: “Anitta impressiona Coachella com set selvagem e sexy”. E elaborou: “A cantora brasileira Anitta é uma superestrela na América Latina há anos, mas só agora está dando um passo em direção aos EUA – e esse movimento ganhou um grande ponto de exclamação com sua apresentação elaborada, abrangente e sexy no festival Coachella na noite de sexta-feira”. Depois de descrever os detalhes da produção, a revista ainda conclui: “É seguro dizer que Anitta deixou sua marca”. O LA Times exaltou Anitta como a “maior atração brasileira no mundo atualmente” e disse que ela “trouxe um gostinho do Rio para o palco do Coachella”. A Billboard declarou que o show foi “um marco” e uma “estreia muito esperada”, afirmando que “a apresentação de Anitta foi emocionante, pois os fãs não conseguiam tirar os olhos dela e de seus dançarinos”. Ao revisar o show na análise completa da primeira noite do festival, a publicação ainda acrescentou que foi “um set pra fazer História”. “Difícil destacar só um melhor momento da performance de Anitta, repleta de estrelas e rebolados”. A Rolling Stone americana completou a exaltação com frases como “um triunfo”, “digna de atração principal” e “momento mais energético da primeira noite do festival”.












