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  • Etc,  Música

    Vivienne Westwood, estilista do punk e da new wave, morre aos 81 anos

    29 de dezembro de 2022 /

    A estilista e figurinista britânica Vivienne Westwood, responsável por trazer o estilo punk para a moda, morreu nessa quinta-feira (29/12), aos 81 anos. O anúncio da sua morte foi divulgado em suas redes sociais. “Vivienne Westwood morreu hoje, pacificamente e cercada por sua família, em Clapham, no sul de Londres”, diz a postagem no seu Twitter. “O mundo precisa de pessoas como Vivienne para fazer uma mudança para o melhor.” Vivienne Isabel Swire (seu nome de batismo) nasceu em 8 de abril de 1941 em Derbyshire, na Inglaterra. Quando tinha 17 anos, mudou-se para Londres, onde conheceu o primeiro marido, divorciou-se e fez sociedade com Malcolm McLaren, com quem também se casou. Inspirados pelo rock dos anos 1950, Vivienne e Malcolm fundaram sua primeira loja, a “Let it Rock”. O negócio não decolou e, após nova inspiração na cena de S&M (sadomosoquista), a butique foi rebatizada “SEX” e passou a vender roupas fetichista. Com o tempo, ela começou a criar roupas que exprimissem revolta dos jovens marginalizados das periferias de Londres. Para fazer propaganda do negócio, ela transformou alguns desses jovens em modelos ambulantes, atraindo para sua loja vários adolescentes em busca de roupas grátis, entre eles os futuros integrantes da banda Sex Pistols. Ex-empresário da banda americana New York Dolls, Malcolm McLaren conseguiu convencer os jovens a virarem roqueiros, enquanto Vivianne assumiu a criação do visual da nova banda. As roupas retalhadas, os cintos com rebites, as botas, os jeans puídos, os cabelos espetados e o uso de alfinete de segurança por toda a parte logo saíram das roupas dos Pistols para o mundo fashion, inspirando o visual do movimento punk. Com o impacto, membros de outras bandas foram atrás de Vivienne para que ela também os tornassem estilosos. Outros nem precisaram. Chrissie Hynde, dos Pretenders, era sua funcionária na loja. Em seu livro de memórias, Viv Albertine, líder das Slits, escreveu que “Vivienne e Malcolm usam roupas para chocar, irritar e provocar uma reação, mas também para inspirar mudanças. Pulôveres de mohair, tricotados em agulhas grandes, tão soltos que dá para ver até o fim, camisetas recortadas e escritas à mão, costuras e etiquetas do lado de fora, mostrando a construção da peça; essas atitudes se refletem na música que fazemos. Tudo bem não ser perfeito, mostrar o funcionamento de sua vida e sua mente em suas músicas e roupas”. Com o fim dos anos 1980, a estilista se divorciou de McLaren e se reinventou. Em 1981, lançou sua primeira coleção de alta costura, “Pirates”, apresentando looks com cortes inspirados nas cortes dos séculos XVII e XVIII. O visual que romantizava o período histórico também influenciou o rock, lançando o movimento new romantic, momento da new wave em que artistas passaram a se fantasiar/montar com roupas de época, como Adam and the Ants (banda agenciada por Malcolm McLaren), com detalhes como babados como Duran Duran, e adotaram vestidos e maquiagem feminina como Boy George (seu modelo) do Culture Club. Ele seguiu causando. Em 1987 abordou erotismo masculino numa nova coleção. Em 1994, fez um desfile com modelos de bundas expostas. O estilo de flanelas escocesas que adotou em suas peças dos anos 1990 também virou febre. E ela continuou a provocar, eventualmente lançando camisetas com frases de protesto, como “Não sou terrorista, por favor, não me prenda”, em 2005. Centro da moda inglesa por pelo menos três décadas, Vivienne acabou homenageada pela Rainha Elizabeth II com o título de Lady – ironicamente, foi ela quem criou a icônica imagem antimonarquista da capa do single “God Save the Queen”, dos Pistols. Seu impacto também chegou a Hollywood. Ela desenvolveu os figurinos dos filmes “Despedida em Las Vegas” (1995), “Matadores de Aluguel” (2005) e “Boy George – A Vida é Meu Palco” (2010), biografia do cantor do Culture Club, além de ter feito parceria com Madonna no clipe de “Rain” (1993). Sempre atraindo músicos famosos, nos últimos anos ainda colocou vestidos no corpo do cantor Harry Styles. Recentemente, sua história foi contada em vários documentários – o melhor deles é “Westwood – Punk, Ícone, Ativista” (2018), dirigido por Lorna Tucker (“Amá”) – e abordada na série de ficção “Pistol”, disponível na Star+, focada em sua fase punk. Assista abaixo os trailers do documentário e da série.

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  • Filme,  Música

    Família de Whitney Houston tentou vetar romance lésbico retratado em cinebiografia

    27 de dezembro de 2022 /

    A diretora do filme “I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston”, Kasi Lemmons, revelou que a família da aclamada cantora tentou vetar a retratação de um romance lésbico vivido pela artista. Numa entrevista ao The Hollywood Reporter, a cineasta contou que Whitney teve um relacionamento de ao menos um ano com a diretora de criação Robyn Crawford durante a adolescência. Mas a família não queria que isso fosse retratado no filme, relutando contra a exibição da cena de um beijo entre as atrizes Naomi Ackie (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Nafessa Williams (“Raio Negro”), que vivem Whitney e Robyn respectivamente. “Nós conversamos com todos em torno de Whitney, e [seu pai] John Hostoun estava muito focado na imagem [da artista]. Nós ouvimos de muitas fontes que ele ficou extremamente infeliz quando as notícias começaram a se espalhar e que ele havia ameaçado Robyn”, contou a diretora. “Ele queria que Whitney fosse a Barbie.” Muito além do desejo da diretora da obra, o respeito à orientação sexual de Whitney também estava nos planos do produtor musical Clive Davis, que ajudou na produção do filme. “É um beijo doce, como um primeiro beijo, bem romântico e eu lutei para que essa cena fosse gravada”, afirmou Kami, que conseguiu convencer os familiares da cantora posteriormente. Whitney Houston morreu em 11 de fevereiro de 2012, após se afogar acidentalmente numa banheira. Na ocasião, a cantora teria uso drogas de forma excessiva. Durante a carreira, a cantora garantiu a estrela da fama com vários sucessos, como a faixa-título do filme, “I Wanna Dance With Somebody” (1987), além de “Greatest Love of All” (1986) e “I Will Always Love You” (1992), que estourou ao ser incluída na ser trilha sonora do filme “O Guarda-Costas” (1992). O legado da artista permanece vivo após mais de 200 milhões de álbuns e singles vendidos, seis Grammys e 22 prêmios no American Music Awards. Já em cartaz nos EUA, “I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston” chega aos cinemas brasileiros em 12 de janeiro.

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  • Música

    Mariah Carey bate recorde do Spotify com música mais ouvida em 24 horas

    25 de dezembro de 2022 /

    A cantora Mariah Carey consolidou seu status como a rainha do Natal ao quebrar o recorde mundial de música mais ouvida num só dia no Spotify na véspera do feriado de Papai Noel. O clássico natalino “All I Want for Christmas”, lançado por Carey em 1994, tocou nada menos que 21 milhões de vezes no sábado (24/12), no Spotify. Por curiosidade, o Top 5 global da plataforma, amanheceu neste domingo (25/12) 100% natalino. Em 2º lugar ficou “Last Christmas”, hit de 1984 da dupla Wham, seguido pelo som de um Natal muito distante, “Rockin’ Around the Christmas Tree”, gravado por Brenda Lee em 1958, e outro clássico, “Jingle Bell Rock”, lançado um ano antes por Bobby Helms – mas mais conhecido pelas novas gerações por seu uso coreográfico no filme “Meninas Malvadas” (2004). A lista se completa com a música mais antiga e a gravação mais nova, “It’s Beginning to Look a Lot Like Christmas”, que foi composta em 1951 por Meredith Willson, mas comparece no Spotify por meio de um cover de 2011 de Michel Bublé.

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  • Música,  Série

    “Rensga Hits!” vai trazer artistas pop na 2ª temporada

    24 de dezembro de 2022 /

    A 2ª temporada de “Rensga Hits!” teve sua produção agendada. E com isso começaram a surgir as primeiras novidades da trama. De acordo com a coluna de Patria Kogut, no jornal O Globo, novos personagens entrarão na trama musical, que desta vez não se restringirá ao gênero sertanejo. Os personagens cantarão com artistas do pop. A autora Renata Corrêa (“Silêncio da Chuva”) e sua equipe estão atualmente trabalhando nos capítulos, que só começarão a ser gravados no segundo semestre de 2023. Serão ao todo oito episódios, que contarão com a volta do elenco original. A trama acompanha Raíssa (Alice Wegmann, de “Onde Nascem os Fortes”), uma jovem do interior que viaja para a cidade grande com o intuito de se tornar cantora. Ela começa a fazer pequenas apresentações em um restaurante, mas logo descobre que uma de suas composições foi roubada e gravada por outra cantora, Gláucia (Lorena Comparato, de “Impuros”), o que inicia uma rivalidade entre as duas. A produção também destaca em seu elenco Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”), Fabiana Karla (“Lucicreide Vai pra Marte”), Stella Miranda (“Carnaval”), Guida Vianna (“Valentins”), Jeniffer Dias (“Amor de Mãe”), Sidney Santiago (“Segunda Chamada”), Maurício Destri (“Orgulho e Paixão”), Alejandro Claveaux (“Coisa Mais Linda”), Mouhamed Harfouch (“Amor de Mãe”) e ainda marca a volta de Lúcia Veríssimo às telas, oito anos após “Amor à Vida” (2013). A série foi um grande sucesso em seu lançamento pelo Globoplay. Por isso, também já está com a 3ª temporada confirmada.

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  • Filme,  Música

    Documentário sobre Maria Bethânia foi o mais assistido em 2022

    24 de dezembro de 2022 /

    “Maria — Ninguém Sabe Quem Sou Eu” foi o documentário mais assistido nos cinemas brasileiros em 2022. O filme dirigido por Carlos Jardim reúne depoimento inédito e imagens raras de ensaios e shows da cantora Maria Bethânia. De acordo com dados fornecidos pela Comscore, empresa especializada em análise de bilheterias, “Maria” atraiu 20 mil espectadores às salas, com exibições em 25 cidades.  Foi a segunda vez que um documentário sobre Bethânia é o mais visto do ano. “Fevereiros”, de Marcio Debellian, já tinha conseguido essa marca em 2019, mas com menos pagantes – levou 16 mil pessoas aos cinemas. Veja abaixo o trailer de “Maria — Ninguém Sabe Quem Sou Eu”.

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  • Música

    Terry Hall, cantor da banda The Specials, morre aos 63 anos

    20 de dezembro de 2022 /

    O cantor Terry Hall, que marcou época à frente da banda The Specials de 1979 a 1981, morreu na segunda-feira (19/12), no Reino Unido, aos 63 anos. O anúncio foi feito pelo perfil oficial da banda inglesa. “É com grande tristeza que anunciamos o falecimento, após uma breve doença, de Terry, nosso lindo amigo, irmão e um dos mais brilhantes cantores, compositores e letristas que este país já produziu”, anunciou o grupo no Twitter. A causa da morte não foi divulgada. “Terry foi um marido e pai maravilhoso e uma das almas mais gentis, engraçadas e genuínas. A sua música e as suas atuações encapsulavam a própria essência da vida… a alegria, a dor, o humor, a luta pela justiça, mas principalmente o amor”, segue o texto. “Ele fará muita falta para todos que o conheceram e amaram e deixa para trás o dom de sua música notável e profunda humanidade. Terry costumava deixar o palco no final dos shows de afirmação da vida do The Specials com três palavras … ‘Love Love Love’”. Principal vocalista da banda mais famosa da cidade de Coventry, Terry Hall foi um dos líderes do movimento 2 Tone (dois tons), nome dado à geração antirracista do ska inglês dos anos 1980, que acabou concentrada na gravadora da banda, a 2 Tone Records. Sua voz marcou época em clássicos como “A Message to You Rudy”, que virou hino do 2 Tone, os hits “Ghost Town” e “Too Much Too Young”, entre muitas outras faixas dos dois primeiros álbuns dos Specials. Curiosamente, porém, seu maior sucesso comercial foi gravação de uma banda americana, “Our Lips Are Sealed”, lançado pelas Go-Go’s em 1981. A música fazia parte do repertório do segundo projeto musical de Hall, Fun Boy Three, mais voltado para a música pop, que rendeu até parceria com o grupo feminino Bananarama. Ele também flertou com a bossa nova e até o gótico na metade dos anos 1980 em sua terceira banda, The Colourfield. Terry Hall ainda lançou dois discos solos e integrou as bandas Terry, Blair & Anouchka, e Vegas (com Dave Stewart, dos Eurythmics). Recentemente, ele voltou a gravar com os Specials, e alguns vídeos dos shows resultantes chegaram a ser postadas na página oficial do grupo no YouTube em 2019. A história dos Specials e do movimento 2 Tone será contada numa nova série de ficção do prolífico roteirista Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”, “See” e “Taboo”), batizada de “This Town” e atualmente em produção pela rede britânica BBC. Lembre abaixo 10 sucessos do cantor.

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  • Música

    Pabllo Vittar canta com a banda inglesa de metal Bring Me The Horizon

    17 de dezembro de 2022 /

    Pabllo Vittar tem noite de metaleira ao fazer uma participação especial no show da banda britânica Bring Me The Horizon, realizado na sexta (16/12) em São Paulo. A artista brasileira cantou com a banda o rock pesado “Antivist”. Fã assumido, o vocalista Oli Sykes até postou uma foto com Pabllo no Instagram e escreveu, na legenda, parte da letra de “Corpo Sensual”. Em ocasiões anteriores, ele já tinha manifestado sua admiração pelos vocais de Pabllo. Em uma publicação no Instagram, no ano passado, ele elegeu Pabllo como sua artista brasileira favorita. Pabllo também postou um vídeo da parceria musical inusitada em seu Instagram, rendendo diversos comentários dos seguidores. “Agora a Pabllo Vittar foi longe demais”, escreveu um fã, celebrando a novidade. “Roqueiraaaaaa”, gritou outro. A banda Bring Me The Horizon, que é conhecida por misturar acordes de metal pesado com teclados e melodias pop, também se presenta no domingo (18/12) no Knotfest, que acontece em São Paulo no Sambódromo do Anhembi. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pabllo Vittar (@pabllovittar) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pabllo Vittar (@pabllovittar)

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  • Filme,  Música

    The Weeknd libera música de “Avatar: O Caminho da Água”

    16 de dezembro de 2022 /

    O cantor The Weeknd disponibilizou a música “Nothing Is Lost (You Give Me Strength)” nas plataformas musicais. O novo lançamento integra a trilha sonora do filme “Avatar: O Caminho da Água”, que chegou aos cinemas brasileiros na quinta-feira (15/12). O arranjo eletrônico-progressivo com inclusão de coro de vozes processadas chega a lembrar as produções de Peter Gabriel nos anos 1980. A letra fala sobre “um amor que é mais forte que os poderes e os exércitos de seus inimigos”, refletindo a trama, que traz o casal Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoë Saldaña) tentam proteger sua família da ameaça dos exércitos da Terra. 

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  • Música

    Jennifer Coolidge diz que Ariana Grande foi responsável por seu sucesso atual

    13 de dezembro de 2022 /

    Jennifer Coolidge, que viveu a extravagante bilionária Tanya McQuoid em “The White Lotus”, disse que o sucesso da atual fase de sua carreira se deve à Ariana Grande. Vencedora do Emmy deste ano por seu papel na série da HBO, a atriz afirmou, em um encontro com a cantora para a revista Entertainment Weekly, que sua carreira estava “estagnada”, mas voltou a deslanchar após o convite para participar do clipe de “Thank u, next”, de Ariana, em 2018. “Sim, eu fiz ‘White Lotus’ e minha vida mudou. Mas realmente acredito que esse movimento começou com você me pedindo para participar do vídeo de ‘Thank U, Next'”, disse para Ariana. “Depois dali, participei do filme ‘Bela Vingança’ (2020) e tudo mais. E foi você quem instigou tudo isso. Se você não tivesse me colocado no seu clipe, não acho que estaria aqui onde estou”. Ariana rebateu, rindo: “Essa foi a coisa mais falsa que já ouvi na minha vida”. A cantora é fã declarada de Jennifer Cooligde, e chamou atenção da atriz ao fazer imitações de sua personagem no filme “Legalmente Loira”, a manicure Paulette, amiga da protagonista Elle Woods (interpretada por Reese Witherspoon), numa participação no talk show de Jimmy Fallon em 2018. Pouco depois, Coolidge também foi ao programa de Fallon e contou como aquela imitação a levou a conhecer Ariana. “Eu estava passando por uma ‘zona morta’ na minha carreira e a imitação da Ariana no seu programa foi o começo de tudo. Uma amiga minha que tem a idade dela me disse: ‘Você deveria mandar uma mensagem para Ariana e elogiar a imitação’. Por ela ter milhões de seguidores, pensei que eu fosse ser respondida por robôs”, relatou Coolidge. Mas, para sua surpresa, a própria Ariana respondeu. “Eu fiz isso, a resposta veio, e, em seguida, eu estava indo para a casa dela, me preparando para uma prova de guarda-roupa para ‘Thank u, next’”. No clipe, a atriz reinterpretou Paulette, a manicure de “Legalmente Loira”. Coolidge também é conhecida pelos cinéfilos como a mãe de Stifler (Seann William Scott) de “American Pie” (1999), outro papel marcante de sua carreira. Ela encerrou sua participação em “The White Lotus” no domingo passado (11/12), com o final da 2ª temporada da atração, num desempenho elogiadíssimo que segue rendendo muitos memes nas redes sociais. Lembre abaixo o clipe de “Thank u, next”, em que Ariana Grande referencia vários sucessos do cinema dos anos 2000.

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  • Música

    Angelo Badalamenti, compositor de “Twin Peaks”, morre aos 85 anos

    12 de dezembro de 2022 /

    O compositor Angelo Badalamenti, que fez parcerias marcantes com o cineasta David Lynch em obras como “Veludo Azul” (1986), “Twin Peaks” (1990-91) e “Cidade dos Sonhos” (2001), morreu no último domingo (11/12) em sua casa em Nova Jersey, EUA, de causas naturais aos 85 anos. Compositor de formação clássica, Badalamenti também colaborou com diversos cantores em praticamente todos os gêneros musicais ao longo da sua carreira. Algumas das suas principais parcerias foram com Julee Cruise, Nina Simone, David Bowie, Paul McCartney, Liza Minnelli, Anthrax, Tim Booth e LL Cool J. Nascido em 22 de março de 1937 no Brooklyn, em Nova York, Badalamenti estudou música na Eastman School of Music e na Manhattan School of Music, onde fez mestrado, antes de iniciar sua carreira profissional como professor de música, pianista e compositor. Seus primeiros trabalhos no cinema foram as trilhas de “A Guerra de um Homem” (1973) e “Law and Disorder” (1974). A colaboração com Lynch começou em 1986, quando o diretor o contratou como treinador vocal da estrela do “Veludo Azul”, Isabella Rossellini, que deveria cantar no filme. A parceria funcionou e Badalamenti acabou fazendo a trilha sonora do longa e escreveu a música “Mysteries of Love” com o diretor. Isso abriu muitas portas na sua carreira, levando Badalamenti a compor temas para obras tão distintas quanto “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos” (1987), “Férias Frustradas de Natal” (1989), “Nu em Nova York” (1993), “Secretária” (2002) e “Cabana do Inferno” (2002) Ele também compôs a música de abertura das Olimpíadas de 1992, em Barcelona. Mesmo com a carreira prolífica, Badalamenti nunca abandonou a parceria com Lynch. Eles trabalharam juntos em “Coração Selvagem” (1990), “Estrada Perdida” (1997), “Uma História Real” (1999), “Cidade dos Sonhos” (2001) e até no curta “Rabbits” (2002). Mas o marco dessa colaboração aconteceu na série “Twin Peaks” (1990-1991), que rendeu um Grammy ao compositor, além de sucesso nas paradas musicais com o hit “Falling”, cantado por Julee Cruise em cena da atração televisiva. “Eu sento com Angelo e converso com ele sobre uma cena e ele começa a tocar essas palavras no piano”, Lynch disse ao The New York Times em 2005, explicando a parceria criativa dos dois. “Às vezes, até nos reuníamos e inventávamos coisas no piano, e antes que você percebesse, isso nos levava à ideia de uma cena ou um personagem.” “Quando começamos a trabalhar juntos, tivemos uma espécie de afinidade instantânea – eu não sabendo nada sobre música, mas muito interessado em clima e efeitos sonoros”, contou o diretor. “Percebi muitas coisas sobre efeitos sonoros e música trabalhando com Angelo, como eles são próximos um do outro.” Badalamenti acrescentou que “os visuais de David são muito influenciados pela música. O andamento da música o ajuda a definir o andamento dos atores e seus diálogos e como eles se movem. Ele se sentava ao meu lado em um teclado, descrevendo o que estava pensando enquanto eu improvisava a partitura. Quase todo ‘Twin Peaks’ foi escrito sem que eu visse um único frame, pelo menos no episódio piloto.” O compositor esteve envolvido tanto na série original, quanto nos seus derivados: o filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e o revival “Twin Peaks: O Retorno” (2017). Ele também firmou relações fortes com outros diretores consagrados, em especial Paul Schrader, com quem trabalhou em quatro filmes (em “Uma Estranha Passagem em Veneza”, “Marcas da Vingança”, “Auto Focus” e “Domínio”), além de Jean-Pierre Jeunet (“Ladrão de Sonhos” e “Eterno Amor”), Jane Campion (“Fogo Sagrado!”), Danny Boyle (“A Praia”) e o brasileiro Walter Salles (“Água Negra”). Em uma entrevista de 2018, Badalamenti explicou como criou o célebre “tema de Laura Palmer” para “Twin Peaks”. “David veio ao meu pequeno escritório em frente ao Carnegie Hall e disse: ‘Tive uma ideia para uma série. Ele se sentou ao meu lado no teclado [do piano] e disse: ‘Eu não gravei nada, mas é como se você estivesse em uma floresta escura com uma coruja ao fundo e uma nuvem sobre a lua e os sicômoros soprando muito suavemente.” “Comecei a pressionar as teclas para o acorde de abertura de ‘Twin Peaks Love Theme’, porque era o som daquela escuridão. Ele disse: ‘Uma linda garota problemática está saindo da floresta, caminhando em direção à câmera…’ Toquei os sons que ele inspirou. ‘E ela se aproxima e chega ao clímax e…’ Continuei com a música enquanto ele continuava a história. ‘E a partir disso, nós a deixamos voltar para a floresta escura.’ “As notas simplesmente saíram. David ficou atordoado, assim como eu. Os cabelos de seus braços estavam arrepiados e ele tinha lágrimas nos olhos: ‘Eu vejo ‘Twin Peaks’. Eu consegui.’ Eu disse: ‘Vou para casa trabalhar nisso.’ ‘Trabalhar nisso?! Não mude uma nota’. E é claro que nunca mudei.” Confira abaixo o tema de Laura Palmer, a música de abertura de “Twin Peaks” e a gravação com vocais de Julee Cruise, cantora que morreu em junho passado. Para completar, o último vídeo traz o arranjo de Badalamenti para a versão de “Blue Velvet” cantada por Isabella Rossellini no filme “Veludo Azul”.

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  • Música

    Confira os 50 melhores clipes indies de novembro

    11 de dezembro de 2022 /

    A seleção com clipes indies de novembro é das mais ecléticas já reunidas por aqui, com uma variedade extensa de tendências – dark wave eletrônica, pós-punk barulhento, balada dreampop, hardcore ultrarrápido e até ska. Entre os destaques, não há como ignorar Black Belt Eagle Scout, o projeto da cantora-guitarrista queer e nativo-americana Katherine Paul, que dá à expressão “som de indie” uma ressignificação e tanto. E para citar outra banda americana, a lista também registra a ascensão do trio feminino Hello Mary, que deixou de ser promessa para virar sensação no circuito indie de Nova York sem ter lançado ainda seu álbum de estreia. Como sempre, os vídeos são organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – para ver na Smart TV, busque Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge. Alguns vídeos são um pouco mais antigos (setembro e outubro) para encaixar na sequência das faixas e ressaltar a impressão de videotecagem. Experimente ouvir sem saltar as faixas na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios).    

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  • Música,  Reality

    Karol Conká e Lucas Penteado esquecem brigas em primeiro encontro pós-“BBB 21”

    11 de dezembro de 2022 /

    A cantora Karol Conká e o ator Lucas Penteado se reencontraram pela primeira vez após as brigas no “BBB 21”, que levaram a desistência do artista do reality show. Em seu perfil do Instagram, Lucas compartilhou um vídeo, no qual aparece no Festival Batekoo em que Karol se apresentou na noite de sábado (11/12), visitando o camarim da cantora e subindo no palco com ela. “Foi simplesmente um dia inesquecível”, ele escreveu na legenda da publicação. Nos comentários, os fãs se surpreenderam com o encontro. “Perdoar é um ato nobre”, afirmou um seguidor. “Queria ter a sua maturidade”, disse outro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lucas Koka Penteado (@lucaskokapenteado)

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  • Música

    Lady Gaga imita dança de “Wandinha” em vídeo viral

    9 de dezembro de 2022 /

    Lady Gaga pegou carona no sucesso de “Wandinha” para lançar um vídeo viral no Tiktok. A cantora aproveitou a fama da plataforma de dancinhas para imitar a dança de Jenna Ortega na série, só que se quebrando ao som de sua música “Bloody Mary”. Longe de ser um psychobilly gótico como “Goo Goo Muck”, a 8ª faixa do disco “Born This Way”, lançado por Gaga em 2011, já tinha sido transformada em viral após ser escolhida aleatoriamente por fãs da cantora para substituir o clássico dos Cramps num vídeo da mesma dança, na semana passada. E graças a essa iniciativa, “Bloody Mary”, que nunca foi single, acabou aparecendo nas paradas do Spotify nos últimos dias. Gaga agora completa o círculo, aparecendo ela mesma fazendo a dança ao som da música. A coreografia original foi criada pela própria Jenna Ortega durante a gravação. E ela também revelou que estava com covid-19 quando fez a cena. Lançada em 23 de novembro na Netflix, “Wandinha” é atualmente a terceira série em inglês mais vista de todos os tempos na Netflix. BLOODY WEDNESDAY @ladygaga pic.twitter.com/oFZPLAGhTq — interscope (@Interscope) December 9, 2022

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