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Filme

“Homem-Aranha: Um Novo Dia” sofre vazamentos massivos

Trailer não autorizado e conteúdos de bastidores circulam nas redes sociais

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10 de junho de 2026
  • Filme,  Série

    Downton Abbey recebe a família real britânica no trailer legendado do primeiro filme da série

    21 de maio de 2019 /

    A Universal divulgou novos pôsteres e o primeiro trailer legendado do filme derivado da série britânica “Downton Abbey”. A prévia revela um grande evento de gala que vai acontecer na mansão que batiza a franquia: nada menos que a visita do rei e da rainha da Inglaterra. O trailer mostra os personagens se preparando para o evento, que não envolve apenas as ladies Mary (Michelle Dockery) e Edith Crawley (Laura Carmichael) escolherem jóias, mas todo um comitê de recepção, enviado diretamente de Londres para supervisionar tudo, da criadagem à cozinha. E isto cria um conflito de bastidores que fere o orgulho dos Crawleys, fazendo com que aristocratas e criados se unam contra os estranhos que querem comandar sua casa. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, o filme tem direção de Michael Engler, que trabalhou na atração, e contará também com as voltas de Maggie Smith, Elizabeth McGovern, Michelle Dockery e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da família Crawley, aristocratas britânicos do começo do século 20. Já Lily James ficou de fora, justificando sua decisão de não participar das filmagens dizendo que não fazia sentido narrativo mostrar Lady Rose de volta para a Inglaterra, após se mudar para os EUA na série. Por outro lado, o elenco será encorpado com várias estrelas convidadas, incluindo Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Geraldine James (“Anne com um E”), David Haig (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Tuppence Middleton (“Sense8”), Kate Phillips (“Peaky Blinders”) e Stephen Campbell Moore (“The Last Post”). O lançamento foi marcado para 13 de setembro no Reino Unido, uma semana depois nos EUA e apenas em 21 de novembro no Brasil.

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  • Filme

    George R.R. Martin vai escrever final diferente da história de Game of Thrones em seus livros

    21 de maio de 2019 /

    O escritor americano George R.R. Martin pretende escrever um final diferente para sua saga de fantasia “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou a série “Game of Thrones”, após o desfecho da produção da HBO deixar muitos fãs decepcionados. Martin está há vários anos escrevendo o sexto volume da saga, “Ventos de Inverno”, que seria o penúltimo de sua história. “Game of Thrones” adaptou os cinco primeiros livros, publicados entre 1996 e 2011, mas criou seu próprio desfecho após ultrapassar a história publicada já na 6ª temporada. Por falta de material literário, os roteiristas David Benioff e D.B. Weiss conceberam o final por conta própria. Mas consultaram Martin, que lhes deu indicações do destino que planejava para seus personagens. Agora, Martin vai rever seus planos iniciais para desenvolver histórias diferentes da série. “Como terminará a série de livros?”, escreveu Martin em seu blog pessoal, usando um artifício retórico para responder as principais perguntas dos fãs, que buscam uma alternativa ao final mostrado na TV – uma petição com mais de 1,5 milhão de assinaturas pede para que a HBO refaça a última temporada de “Game of Thrones” com “escritores competentes”. “O mesmo que a série? Com um final diferente? Bem, sim, e não, e sim, e não, e sim, e não, e sim”, prosseguiu. “O livro ou a série, qual será o final ‘real’?”, questionou. “É uma pergunta idiota, quantas filhos Scarlett O’Hara teve?”, argumentou, em referência à heroína de “… E o Vento Levou”, que teve vários filhos no romance, mas apenas um no filme. “O que acham disso? Vou escrever, vocês vão ler, e então todo mundo pode ter sua opinião e debater de internet”, concluiu o escritor de 70 anos. Para se ter noção de onde está a história nos livros, o último volume publicado terminava com a morte de Jon Snow. Além de continuar escrevendo sobre os personagens que encantaram fãs do mundo inteiro, George R.R. Martin também está colaborando com a HBO para o desenvolvimento de spin-offs baseados no mundo de “Game of Thrones”.

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  • Filme

    Novo trailer de Era uma Vez em Hollywood introduz terror de Charles Mason

    21 de maio de 2019 /

    A Sony divulgou um novo trailer legendado de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino, em versões dublada e legendada. A prévia destaca os principais protagonistas, Leonardo DiCaprio (“Django Livre”) e Brad Pitt (“Bastardos Inglórios”), com destaque para a exibição de um filme dentro do filme, em que DiCaprio mata nazistas. Os dois vivem respectivamente um ator em decadência e seu dublê de longa data. Frustrado por virar um “cowboy de televisão”, o antigo astro não se conforma em ver a carreira da vizinha do lado em ascensão. Ela é a atriz Sharon Tate, casada com o cineasta Roman Polanski – e vivida por Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”). Mas a felicidade da atriz não vai durar muito, pois é 1969 e Charles Manson começou a aparecer em sua vizinhança. Damon Herriman (da série “Justified”) aparece sorridente como o psicopata americano. E uma das cenas finais da prévia sai direto de um filme de terror, com seus seguidores subindo uma rua escura com facas na mão. Além dos citados, há muitos outros astros famosos no elenco, como Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, e até o recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil.

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  • Filme

    Ayrton Senna vai ganhar cinebiografia em 2020

    21 de maio de 2019 /

    A vida de Ayrton Senna vai virar filme. Após inspirar um documentário bastante premiado, Senna ganhará uma cinebiografia com atores em 2020, quando comemoraria 60 anos de seu nascimento. O projeto foi anunciado durante o Festival de Cannes e será comandado pelo diretor e roteirista Luiz Bolognesi, de “Ex-Pajé” e “Uma História de Amor e Fúria”. O longa será uma parceria entre os produtores paulistas Caio e Fabiano Gullane e o Instituto Ayrton Senna, mas ainda não foram divulgados outros detalhes, como eventuais atores sondados para o papel do ídolo da Fórmula 1, morto em 1994. O projeto é antigo. Bianca Senna, diretora de Branding do Instituto Ayrton Senna e sobrinha do tricampeão da F1, mencionou a produção há três anos. Na época, estaria em fase de roteiro. Antes disso, a Warner também tentou desenvolver uma cinebiografia, que seria uma produção internacional e contaria com o espanhol Antonio Banderas no papel principal. A família de Senna vetou. O filme atual tem apoio dos familiares do piloto e já integra o calendário de futuros lançamentos da produtora Gullane. A produtora brasileira está em Cannes neste ano participando da competição da Palma de Ouro em Cannes. Seu filme é “O Traidor”, uma coprodução com países europeus dirigida pelo veterano cineasta italiano Marco Bellocchio, que relembra a trajetória de Tommaso Buscetta, ex-mafioso que se refugiou no Brasil após delatar seus antigos comparsas.

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  • Filme

    Vingadores: Ultimato vira filme de maior público e bilheteria no Brasil

    20 de maio de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” completou quatro semanas em 1ª lugar nas bilheterias do Brasil. Só no último fim de semana, 901 mil pessoas foram aos cinemas assistir à superprodução da Marvel/Disney, que ainda permanece em cartaz na maior parte dos cinemas do país – após abrir em 80% de todas as telas disponíveis. Com a distribuição ilimitada, o filme atingiu o valor de R$ 312 milhões em sua arrecadação nacional, sendo visto por 17,9 milhões pessoas, segundo levantamento da consultoria Comscore. Com isso, “Vingadores: Ultimato” derrubou um recorde histórico no país, superando os 17 milhões de espectadores que compraram ingressos para assistir ao fenômeno “Titanic” em 1998. O filme dos super-heróis virou o lançamento de maior público em todos os tempos no Brasil – e, claro, maior bilheteria. E os números ainda estão crescendo. Para demonstrar sua força, basta considerar que “Vingadores: Ultimato” teve quase quatro vezes mais público no fim de semana passado que a estreia situada em 2º colocado no ranking, o novo filme de Keanu Reaves. “John Wick 3 – Parabellum” foi prestigiado por 290 mil pessoas e arrecadou R$ 5,1 milhões em seus primeiros quatro dias em cartaz no Brasil. O 3º lugar do fim de semana ficou com “Pokémon: Detetive Pikachu”, com 266 mil espectadores e R$ 4,5 milhões em ingressos vendidos. Após duas semanas nos cinemas, o filme soma público total de 803 mil pessoas e arrecadação de R$ 13 milhões.

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  • Filme

    John Wick 4 é confirmado com data de estreia em 2021

    20 de maio de 2019 /

    A Summit Entertainment e a Lionsgate confirmaram nesta segunda (20/5) a produção de “John Wick 4” e ainda divulgaram a previsão de estreia: 21 de maio de 2021 nos cinemas norte-americanos. O anúncio foi feito através de mensagens enviados para os celulares dos integrantes de um grupo de fãs cadastrados da franquia, numa referência à trama, em que os assassinos recebem seus trabalhos através de mensagens de texto. “John Wick 3 – Parabellum” estreou nos cinemas no fim de semana passado. O lançamento conquistou a maior abertura da franquia, com US$ 57 milhões nos Estados Unidos e Canadá, tirando “Vingadores: Ultimato” do topo das bilheterias. Não só isso. O filme estrelado por Keanu Reeves pode ter salvado o ano da Lionsgate, que vem de uma série de fracassos milionários, como “Robin Hood”, estrelado por Taron Egerton, o remake de “Hellboy” e o thriller “Vingança a Sangue Frio”, com Liam Neeson. Os três deram grande prejuízo. Graças ao desempenho do longa, “John Wick 4” acabou se tornando inevitável. E o projeto de uma série focada no Hotel Continental, parte importante da franquia, deve finalmente sair do papel.

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  • Filme

    Quentin Tarantino tenta barrar spoilers de seu filme no Festival de Cannes

    20 de maio de 2019 /

    Quentin Tarantino, quem diria, imitou os diretores de “Vingadores: Ultimato”. Assim como Joe e Anthony Russo, ele divulgou uma carta aberta em que pediu para o público e a imprensa não compartilharem spoilers de seu novo filme, “Era uma Vez em Hollywood”. O apelo de Tarantino é ainda mais urgente, porque seu longa será exibido nesta terça (21/5) no Festival de Cannes, em disputa pela Palma de Ouro, mas só chegará comercialmente aos cinemas em 26 de julho nos Estados Unidos. No caso do Brasil, o espaçamento é ainda maior, já que a obra só terá lançamento nacional em 15 de agosto. O diretor teme que o público fique sabendo dos segredos, reviravoltas e até o final de sua história antes de poder ver o filme. E ele tem motivos para recear o pior. Quando preparava seu filme anterior, “Os Oito Odiados”, um site divulgou o roteiro ainda inédito na íntegra, fazendo-o quase desistir da filmagem. Na ocasião, ele contornou o vazamento com mais trabalho para reescrever parte da trama. “Eu amo cinema. Você ama cinema. É a jornada de se descobrir uma história pela primeira vez”, apontou Tarantino no texto de sua carta, postada nas redes sociais. “O elenco e a produção trabalham muito duro para criar algo original, e eu só peço a todos que evitem revelar qualquer coisa que impeça a audiência de ter esse mesmo tipo de experiência”, completou o diretor. Passado em 1969, o longa tem como pano de fundo as atrocidades cometidas pelos seguidores de Charles Manson, entre elas o assassinato da atriz Sharon Tate, que na época era casada e esperava um filho do diretor Roman Polanski. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate (Margot Robbie). Além dos citados, o elenco grandioso inclui Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Damon Herriman (“Justified”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). Ver essa foto no Instagram #NoSpoilersInHollywood Uma publicação compartilhada por Once Upon A Time In Hollywood (@onceinhollywood) em 20 de Mai, 2019 às 3:01 PDT

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  • Filme,  Música

    Elton John conhece namorado – e empresário – em cena legendada de Rocketman

    20 de maio de 2019 /

    A Paramount divulgou uma cena legendada de “Rocketman”, a cinebiografia de Elton John, que ganhou o subtítulo de “Uma Incrível Jornada” no Brasil. O vídeo mostra o primeiro encontro entre Elton (vivido por Taron Egerton, o mais recente “Robin Hood”) e John Reid (Richard Madden, o Robb Stark de “Game of Thrones”), seu primeiro amor e empresário. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, e Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e um detalhe curioso é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Brightburn: Terror com super-herói do mal de James Gunn ganha trailer final

    20 de maio de 2019 /

    A Sony divulgou o trailer final de “Brightburn”, terror produzido pelo cineasta James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), que ganhou o subtítulo de “Filho das Trevas” em português. Apesar da conexão pobre que o título nacional faz com “A Profecia”, a produção é basicamente a origem de Superman como filme de terror. A trama segue um casal, vivido por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) e David Denman (“Outcast”), que adota um bebê que caiu literalmente do céu, numa nave espacial. E conforme o menino cresce, começa a demonstrar superpoderes. Seus pais sabem que ele é especial, destinado a grandes façanhas. Mas essa história superconhecida se descortina de forma diferente dos quadrinhos, em clima tenso. E quando o trailer mostra que criança adota uma capa vermelha e passa a voar, fica bastante claro: o pequeno alienígena é, na verdade, personagem de um terror sanguinário. A história foi escrita por Brian Gunn e Mark Gunn, respectivamente irmão e primo do diretor de “Guardiões da Galáxia”. James Gunn assina apenas a produção, mas seu nome é o primeiro destacado no trailer. Já a direção ficou a cargo de David Yarovesky, que fez o clipe da música “Inferno”, extraída da trilha de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. A estreia está marcada para quinta-feira (23/5) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Midsommar: Novo terror do diretor de Hereditário ganha trailer legendado

    20 de maio de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de “Midsommar”, novo terror de Ari Aster, o diretor de “Hereditário” (2018). A prévia tem uma montagem diferente dos trailers americanos, enfatizando o fetiche do diretor pelo clássico “O Homem de Palha” (1973), com cenas de um ritual pagão em meio a um campo ensolarado, em que muitas loiras sorridentes e saltitantes, com flores no cabelo, envolvem turistas e os convencem a participar de algo perigoso. Não demora e o clima hippie se torna satânico, conforme o vídeo avança. A beleza nórdica dos personagens é autêntica, já que a maioria do elenco vem da Suécia. Mas há alguns rostos ingleses e americanos conhecidos, como Florence Pugh (“Legítimo Rei”), Will Poulter (“Maze Runner”), Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”) e William Jackson Harper (série “The Good Place”), em meio à loirice de Julia Ragnarsson (“Sequestro na Ilha”), Anna Åström (“Vikings”), Liv Mjönes (“Agente H: Conspiração Terrorista”), Björn Andrésen (“Shelley”) e Gunnel Fred (série “Bron/Broen”). Florence Pugh, que também ganhou cabelos loiros, é a protagonista do filme, que segue um grupo de turistas em viagem à Suécia, a convite de um amigo, para participar de um festival de verão. Mas o que começa como um retiro idílico logo descamba para o campo sobrenatural. Assim como “Hereditário”, “Midsommar” foi escrito e dirigido por Aster. A estreia está marcada para 25 de julho no Brasil, três semanas após o lançamento nos Estados Unidos. A propósito, o filme ganhou subtítulo para o lançamento nacional. A “tradução” transformou o nome minimalista, de apenas uma palavra, num épico de sete palavras e um hífen. Virou: “Midsommar – O Mal Não Espera a Noite”.

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    Romance adolescente After vai ganhar continuação

    19 de maio de 2019 /

    Fracasso de público e crítica, o romance adolescente “After” vai ter continuação. O anúncio foi feito durante as negociações de mercado que acontecem em paralelo ao glamour do Festival de Cannes. O estúdio Voltage confirmou a produção, que será baseada no livro “After 2 – Depois da Verdade” e trará de volta Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin. Feito por apenas US$ 14 milhões, “After” não conseguiu se pagar com a bilheteria doméstica, tendo faturado apenas US$ 12 milhões na América do Norte. No Brasil, foi lançado há cerca de um mês e já não está mais em cartaz. Mesmo assim, conseguiu juntar US$ 52,1 milhões em todo mundo, graças ao público adolescente europeu. O filme é uma espécie de “Cinquenta Tons de Cinza” para virgens. Como aquele longa, também surgiu como uma fanfic e tem uma história que remete à “Crepúsculo”, em que uma protagonista romântica recatada encontra um rebelde bonitão e “perde a cabeça”. A trama acompanha uma jovem chamada Tessa Young (Josephine Langford, irmã caçula de Katherine Langford) em seu primeiro semestre de faculdade. Conhecida por ser aluna dedicada, filha obediente e namorada fiel, ela se vê em uma nova situação quando conhece o misterioso Hardin Scott (Hero Fiennes Tiffin, sobrinho de Ralph Fiennes), que mostra ser o oposto dela, um completo rebelde. Lógico que os opostos se atraem com a inevitável força da gravidade. Lançada na plataforma de leitura Wattpad, o romance de açúcar com pimenta de Anna Todd caiu no gosto da garotada que adora clichês românticos. Curiosamente, o roteiro da nova adaptação mudou de mãos. Susan McMartin (roteirista das séries “Mom” e “Two and a Half Men”) foi substituída por Mario Celaya, que ainda não teve nenhum trabalho lançado. Já a direção está indefinida. Jenny Gage não deve retornar após o fraco desempenho do longa original. Com 15% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “After” deve disputar o Framboesa de Ouro em várias categorias, além de Pior Filme do ano.

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    Leonardo DiCaprio estrela filmes dos anos 1960 em pôsteres de Era uma Vez em Hollywood

    19 de maio de 2019 /

    Leonardo DiCaprio nasceu em 1974. Mas já era um astro consumado uma década antes. Para comprovar, a Sony divulgou os cartazes de dois longas estrelados por ele nos anos 1960, um thriller de ação e um spaghetti western produzido na Itália. O material faz parte da campanha de divulgação de “Era uma Vez em Hollywood”, em que DiCaprio vive um ator de cinema chamado Rick Dalton. Os cartazes são filmes fictícios do personagem. Dirigido por Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood” vai encontrar Dalton já em decadência em 1969, como ator de série western televisiva, onde ainda trabalha ao lado de seu dublê de longa data, vivido por Brad Pitt. O filme faz uma reconstituição da época e mistura, ao lado dos personagens fictícios, figuras reais como o ator Bruce Lee (Mike Moh, o Triton da série “Inhumans”), a atriz Sharon Tate (Margot Robbie) e o psicopata Charles Manson (Damon Herriman, da série “Justified”). Além destes, há muitos outros astros famosos no elenco, como Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). “Era uma Vez em Hollywood” vai ser exibido pela primeira vez no Festival de Cannes na terça-feira (21/5). Já a estreia comercial está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil. Straight from Italy comes “Kill Me Now Ringo, Said The Gringo,” now showing in a multiplex near you. pic.twitter.com/8DDxcgJvuw — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) May 19, 2019 Witness Rick Dalton and Margaret Lee together in Columbia-Euro’s latest motion picture, “Operazione Dyn-o-mite!”. pic.twitter.com/eNhYEz94HV — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) May 17, 2019

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  • Etc,  Filme

    Luiz Rosemberg Filho (1945 – 2019)

    19 de maio de 2019 /

    O cineasta Luiz Rosemberg Filho morreu na madrugada deste domingo (19/5), no Rio de Janeiro, aos 75 anos, em decorrência de complicações de uma cirurgia. Associado à produção do chamado cinema marginal — ou cinema de invenção, como chegou a ser redefinido – , Rosemberg foi responsável por clássicos como “Jardim das Espumas” (1971), “A$suntina das Amérikas” (1976) e “Crônicas de um Industrial” (1978), que foi proibido pela ditadura de representar o Brasil no Festival de Cannes. “Ele era um cara único no cinema brasileiro, os seus filmes eram muito diferentes de tudo que se vê. Sempre um cinema muito crítico em relação à sociedade, ao nosso Brasil, ao capitalismo, à TV. Talvez a principal característica dele como realizador e como pessoa fosse a liberdade. Seus filmes eram muito livres, tudo podia”, disse o produtor Cavi Borges, que trabalhou com Rosemberg em suas produções mais recentes, em entrevista ao jornal O Globo. Mesmo com a censura no período da ditadura e o desinteresse do circuito comercial em suas obras, o cineasta criou uma filmografia rica, numerosa e diversificada. Rosenberg fez ao todo 45 filmes, dos quais 11 foram longas e 34 curtas. Entretanto, a maioria enfrentou problemas para chegar ao público, e muitos só conseguiram ser exibidos pela primeira vez numa retrospectiva da carreira do cineasta em 2015, em comemoração aos seus 70 anos de idade. Na ocasião, o diretor refutou o rótulo de cineasta “marginal”. “É um nome malicioso para denegrir a imagem de quem lutou por um cinema não oficial”, declarou. Apesar disso, sua carreira ficou realmente à margem das salas de cinemas. Tanto que um de seus filmes chegou a ser considerado “perdido”. “Imagens” (1972), a obra mais radical da carreira do diretor, foi reencontrado apenas recentemente na França, comprovando sua coragem para atacar a repressão no auge da ditadura militar. Ironicamente, a abertura democrática apenas aumentou o distanciamento de seu estilo experimental dos interesses do mercado. Ele não lançava um longa desde “O Santo e a Vedete”, de 1982, um pouco antes da tal retrospectiva. Mas nos últimos anos viu seu nome tornar-se cultuado entre cinéfilos e isso alimentou seu desejo e lhe deu energia para voltar a filmar. Fez “Dois Casamentos” em 2014, “Guerra do Paraguay” em 2017, “Os Príncipes” em 2018, que até agora só foi exibido no Festival Cine PE, e ainda deixou um filme inédito, “O Bobo da Corte”, finalizado poucos dias antes de ser internado na Clínica São Vicente, onde veio a falecer.

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