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Filme

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    Sue Lyon (1946 – 2019)

    28 de dezembro de 2019 /

    A atriz Sue Lyon, eternizada na tela como a Lolita do clássico de Stanley Kubrick, morreu na quinta-feira (26/7) em Los Angeles, aos 73 anos de idade. Uma pessoa descrita como amigo informou ao jornal The New York Times que a saúde da atriz vinha se deteriorando nos últimos anos, mas a causa da morte não foi informada. Lyon tinha feito apenas duas figurações em séries antes de ser escalada por Kubrick. Ela iniciou a carreira aos 13 anos, com uma aparição em “The Loretta Young Show”, e superou cerca de 800 candidatas aos 15 para fazer sua estreia no cinema, no papel da ninfeta mais famosa da literatura – que no polêmico livro de Vladimir Nabokov tem apenas 12 anos. “Lolita” dividiu os críticos pela descrição do relacionamento entre um adulto de meia idade (James Mason) e sua enteada adolescente. O livro de 1955 chegou a ser proibido em vários países, e o filme de 1962 enfrentou diversas restrições, a ponto de sua história precisar se afastar da trama original de Nabokov. Devido ao tema, o filme também teve que ser filmado secretamente em Londres, mas o estúdio nem pensou duas vezes ao destacar em sua publicidade imagens sugestivas de Lyon de biquíni, óculos de sol e lambendo um pirulito. O próprio Nabokov aprovou a escolha da atriz para viver seu símbolo sexual impróprio, aceitando as condições da Warner, que vetou a contratação de uma garota mais nova. Repleto de imagens fetichistas, “Lolita” escandalizou ao erotizar sua jovem intérprete. Mas, apesar da toda a polêmica que gerou em seu lançamento, acabou ganhando um forte culto ao longo das décadas, tanto que, atualmente, tem 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, atingindo um consenso crítico extremamente positivo entre as novas gerações. Não só o filme, mas sua iconografia foi incorporada à cultura pop, levando Sue Lyon à capas de discos e colagens da pop art. A personagem de Dolores Haze, a Lolita, consagrou a jovem atriz, que chegou a vencer o Globo de Ouro de Melhor Revelação do ano – categoria que não existe mais – , e lhe rendeu até uma curta carreira musical, com a gravação da música-tema “Lolita Ya Ya”, mas também limitou suas ofertas de novos papéis a ninfetas sedutoras. Ela apareceu em seguida em outro clássico, o drama “A Noite do Iguana” (1964), de John Huston, como uma “lolita” que tenta seduzir Richard Burton. Mas conseguiu ir contra o clichê em “7 Mulheres” (1966), último filme de John Ford, no qual viveu uma das sete missionárias do título, que enfrentavam uma horda de bárbaros mongóis. A atriz ainda estrelou “O Magnífico Farsante” e “Tony Rome” em 1967. Em ambos viveu garotas ricas rebeles. “Tony Rome” ainda a mostrou seminua pela primeira vez, aos 21 anos, sob lençóis, diante de Frank Sinatra. Mas seu auge não durou muito. Já nos anos 1970 foi relegada a terrores de baixo orçamento, até rumar para a TV, onde apareceu em episódios de “O Homem de Virgínia”, “Galeria do Terror”, “O Jogo Perigoso do Amor”, “Os Novos Centuriões” e “A Ilha da Fantasia”. Seu último papel foi uma repórter no clássico trash de terror “Alligator – O Jacaré Gigante”, de 1980 – um dos filmes mais reprisados do SBT – , aposentando-se de Hollywood com apenas 34 anos. Lyon se casou cinco vezes. A primeira aos 17 anos, com o ator e roteirista Hampton Fancher (que escreveu “Blade Runner”). Ela teve um filho no segundo casamento, com o fotógrafo e treinador de futebol americano Roland Harrison. E culpava seu terceiro casamento, com Cotton Adamson, por arruinar sua carreira. Ele era um assassino condenado no momento do casamento, e a união a fez perder vários papéis no começo dos anos 1970, dando início à sua decadência profissional. Seu único casamento duradouro foi o último, com um engenheiro chamado Richard Rudman. Eles só se casaram meia década após ela ter largado a atuação, em 1985, e ficaram juntos até 2002, quando se divorciaram. Curiosamente, a atriz nunca saiu de perto de Hollywood, morando em Los Angeles até sua morte. Mas recusava-se a dar entrevistas e falar de seu passado artístico.

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    Gal Gadot vai filmar romance proibido pelo governo de Israel

    27 de dezembro de 2019 /

    A atriz Gal Gadot, estrela de “Mulher Maravilha”, vem buscando novos projetos desde que criou uma produtora com o marido, Jaron Varsano. Chamada de Pilot Wave, a empresa lançada em outubro já anunciou a produção de um remake americano da série criminal “Queens”, que fez sucesso em Israel, e agora prepara-se para adaptar outra obra famosa em seu país de origem. A fama do livro “Borderlife”, porém, deve-se ao fato de ter sido proibido nas escolas de Israel pelo ministro da educação em 2015. A obra da escritora Dorit Rabinyan conta um romance entre uma mulher israelense e um homem palestino, e tornou-se best-seller após ser atacada pelo ministro Naftali Bennett. Além de produzir, Gadot está considerando também estrelar o filme. Mas o projeto deve demorar a sair do papel, porque a atriz está comprometida com a divulgação de “Mulher Maravilha 1984” e de “Morte no Nilo”, ambos em fase de pós-produção, além de ter na frente o projeto da minissérie do canal pago Showtime sobre a vida da atriz e inventora Hedy Lamarr e as filmagens de “Red Notice”, que a juntarão a Dwayne Johnson e Ryan Reynolds numa superprodução da Netflix.

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  • Filme

    Ryan Reynolds revela que Deadpool 3 já está em desenvolvimento

    27 de dezembro de 2019 /

    O ator Ryan Reynolds revelou, durante sua participação na edição natalina do programa “Live with Kelly and Ryan”, que o terceiro filme do mercenário Deadpool está em produção. “Estamos trabalhando nisso neste momento, com o time todo”, comentou ele. “Estamos na Marvel agora. É como se fôssemos da primeira divisão, de repente. É meio louco”, começou a explicar, antes da apresentadora Kelly Ripa mudar de assunto sem aprofundar nada. O “time todo” deve significar que os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick estão de volta, e muito provavelmente também o diretor David Leitch, que assinou o segundo longa – e sua edição natalina, “Era uma Vez um Deadpool”. Como Reynolds ressaltou, “Deadpool 3” será o primeiro filme do herói produzido pela Marvel Studios, após a Disney comprar o estúdio 20th Century Fox, responsável pelos longas iniciais do personagem. Com isso, o mercenário falastrão poderá contracenar com outros heróis dos quadrinhos, além dos X-Men que apareceram anteriormente. A Disney ainda não anunciou uma data de estreia oficial para a produção, mas reservou várias datas de filmes misteriosos da Marvel (isto é, sem títulos divulgados) até 2023. Veja abaixo a entrevista completa.

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    Tom Hanks ganha cidadania grega do presidente da Grécia

    27 de dezembro de 2019 /

    O presidente grego Prokopis Pavlopoulos assinou um certificado de naturalização honorário para o ator americano Tom Hanks, “um apaixonado pela Grécia”, anunciou a agência de notícias grega ANA. Ele agora tem dupla cidadania, podendo se considerar um homem grego. O astro de Hollywood é casado com Rita Wilson, atriz, cantora e produtora de origem grega, que produziu a famosa comédia “Casamento Grego” (2002), sobre uma família de imigrantes gregos nos subúrbios de Chicago, muito apegada às suas origens e tradições. O casal possui uma casa de férias na ilha grega de Antiparos, onde passam todos os verões, estimulando o turismo local com fotos de praias paradisíacas nas redes sociais. Hanks, de 63 anos, é um dos atores mais bem pagos de Hollywood, e venceu o Oscar de Melhor Ator duas vezes, pelos filmes “Filadélfia” (1993) e “Forrest Gump: O Contador de Histórias” (1994). Pavlopoulos é o terceiro presidente a homenageá-lo. Ele foi nomeado cavaleiro da Ordem Nacional da Legião de Honra pelo então presidente da França, François Hollande, e recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade do presidente dos Estados Unidos Barack Obama.

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    José Lopes Índio (1941 – 2019)

    27 de dezembro de 2019 /

    O ator José Lopes Índio, que marcou a produção de cinema da Boca do Lixo, morreu na madrugada desta sexta-feira (27/12) aos 78 anos, vítima de câncer de laringe. Nascido em 1941 na cidade de Senhor do Bonfim, na Bahia, ele veio para São Paulo em 1959, quando tinha 18 anos. Depois de arranjar emprego como carregador de caminhão, conseguiu entrar na TV Excelsior, onde trabalhou nos bastidores de alguns programas, antes de se estabelecer nas produções cinematográficas da Boca do Lixo. Hoje chamada de Cracolândia, a região do centro da capital paulista que era conhecida como Boca do Lixo concentrou a maior parte dos escritórios produção cinematográfica do país entre os anos 1960 e 1980, tendo papel importantíssimo nos ciclos do cinema marginal e da pornochanchada. No auge do pólo cinematográfico da região, São Paulo chegou a ultrapassar o Rio de Janeiro, com mais de cem filmes por ano, cerca de 80% deles feitos na Boca. Descendente de índio, o ator que se chamava Índio acabou se tornando o principal intérprete indígena do cinema brasileiro, ainda que muitos de seus personagens fossem caricatos e inspirados em índios americanos, como numa famosa propaganda de TV da Philco de 1995. Ele iniciou sua carreira no cinema no final dos anos 1960, com uma participação no filme “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), de Rogério Sganzerla. Depois, apareceu em produções de Ozualdo Candeias, Clery Cunha e Francisco Cavalcanti, entre outros diretores, mas sua principal parceria foi com Tony Vieira. Ele integrou o elenco de cerca de dez produções do cineasta, que se especializou em variações de western brazuca, do caipira ao cangaceiro, e até versões eróticas. Também foi capanga de Zé do Caixão, contracenou com Mazzaropi e sofreu dezenas de mortes violentas nas telas. No total, Índio participou de cerca de 70 produções e fez de figuração até efeitos especiais. Um de seus últimos trabalhos foi em 2016 na novela “O Velho Chico”, na rede Globo, no papel do pajé Moacir.

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    Star Wars: A Ascensão Skywalker faz US$ 500 milhões mundiais em uma semana

    26 de dezembro de 2019 /

    As críticas negativas não estão atrapalhando muito o desempenho nas bilheteria de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Ao completar a primeira semana em cartaz, o filme ultrapassou a marca dos US$ 500 milhões em todo o mundo. No mercado doméstico (EUA e Canadá), o longa dirigido por J. J. Abrams arrecadou US$ 259 milhões desde a estreia na última sexta (21/12), um número quase igual, US$ 258 milhões, ao obtido no mercado internacional desde quarta (19/12) passada, somando um total de US$ 517 milhões em sua primeira semana de exibição. O filme deve seguir a tendência dos lançamentos anteriores e superar US$ 1 bilhão de arrecadação, mas não deve chegar aos valores de “O Despertar da Força”, que obteve a maior bilheteria de toda a franquia, com US$ 2,06 bilhões. Também está atrás do desempenho de “Os Últimos Jedi”, que chegou aos US$ 500 milhões em cinco dias – e uma semana antes do Natal. A expectativa era que “Star Wars: A Ascensão Skywalker” superasse, senão os dois filmes anteriores, pelo menos “Os Últimos Jedi”, que fez US$ 1,3 bilhão mundial. O fato de encerrar a trilogia e, mais que isso, a saga espacial iniciada em 1977, animava apostas de recordes, que não vieram. O filme acabou tendo uma das avaliações mais negativas de toda a franquia, com apenas 55% de aprovação (medíocre) no site Rotten Tomatoes – ou seja, foi considerado 2% melhor que o pior filme da saga, “A Ameaça Fantasma”, de 1999.

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    Rede de ingressos indica que Mulher-Maravilha 1984 é o filme mais esperado de 2020

    26 de dezembro de 2019 /

    Uma pesquisa da Atom Tickets, a segunda maior rede de ingressos online dos Estados Unidos, revelou que “Mulher-Maravilha 1984” é o filme mais esperado de 2020. O lançamento está marcado para junho e será o segundo filme da DC no ano, logo após “Aves de Rapina”, que estreia já em fevereiro. Mas este longa, que marca a volta da Arlequina, ficou fora do Top 5. De acordo com a empresa, outro filme de super-heroína, “Viúva Negra”, da Marvel, ocupa o 2º lugar. O resto do Top 5 inclui, em ordem decrescente, “007: Sem Tempo para Morrer”, “Velozes e Furiosos 9” e o remake live-action de “Mulan”.

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    Dono de rede de cinemas diz que Netflix deu prejuízo para quem exibiu O Irlandês

    26 de dezembro de 2019 /

    O presidente-executivo da Cineworld, a segunda maior rede de cinemas do mundo, acusou a Netflix de dar prejuízo aos cinemas que exibiram “O Irlandês”, de Martin Scorsese. Em entrevista ao jornal Financial Times, Mooky Greidinger disse que o filme arrecadou bilheterias “insignificantes”, por ter seu lançamento em streaming programado para poucos dias depois da exibição cinematográfica. A produção da Netflix foi lançada nas salas de cinema dos EUA no dia 1º de novembro e chegou na plataforma em 27 de novembro. “’O Irlandês’ perdeu muita bilheteria. Um trabalho de Scorsese teria gerado boa renda nas salas de cinema”, declarou Greidinger, expondo o impasse entre os proprietários de cinemas e a Netflix. A acusação, porém, não se sustenta. Antes de “O Irlandês”, Scorsese lançou “Silêncio”, sem programação para streaming, que ficou em cartaz por dois meses nos EUA e Canadá, arrecadando apenas US$ 7,1 milhão no mercado doméstico. Foi um dos maiores fracassos de 2016. “Silêncio” tinha 2h41 e foi considerado muito longo pelos exibidores, que abreviaram sua temporada em cartaz. Já “O Irlandês” tem quase uma hora a mais – 3h29, ao todo. Considerando o resultado anterior, é difícil imaginar que “O Irlandês” estourasse as bilheterias. Além disso, ao custo de estimados US$ 159 milhões, devido aos efeitos de rejuvenescimento de seu elenco, dificilmente seria produzido por algum estúdio interessado em fazer dinheiro com a venda de seus ingressos. O motivo é simples. O maior sucesso comercial de Scorsese, o remake “Os Infiltrados” (2006), rendeu US$ 132,2 milhões na América do Norte – menos que o orçamento de seu novo filme. A maior bilheteria mundial do diretor também é incompatível com os gastos no longa de 2019. “O Lobo de Wall Street” (2013) fez US$ 389,8 milhões em todo o mundo, mas “O Irlandês” precisaria de pelo menos US$ 100 milhões a mais para bancar sua produção. Como se vê, há muita falácia nessa briga entre donos de cinema e Netflix, o que apenas dificulta a construção de uma alternativa de convivência – inevitável – entre os dois meios de exibição.

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    Smells Like Teen Spirit: Clipe clássico do Nirvana atinge 1 bilhão de visualizações no YouTube

    26 de dezembro de 2019 /

    Os fãs deram um presente de Natal para a banda do falecido cantor Kurt Cobain. No dia 25 de dezembro, o clipe do Nirvana “Smells Like Teen Spirit” atingiu a marca de um bilhão de visualizações no YouTube. O clipe está no portal de vídeos do Google desde 2009, mas foi originalmente lançado na MTV em 1991. Primeiro single do disco “Nevermind”, “Smells Like Teen Spirit” virou um hit improvável logo em seu lançamento, tornando-se responsável pela explosão do rock alternativo no período. Além da música contagiante, muito se fala sobre o impacto do clipe original, que marcou a estreia do diretor Samuel Bayer. A encenação pretendia mostrar um show de rock colegial que termina em anarquia e tumulto, inspirado em filmes como “A Um Passo do Abismo” (1979) e “Rock’n’Roll High School” (1978), estrelado pelos Ramones. Desde então, Bayer filmou o remake de “A Hora do Pesadelo” (2010) para o cinema e inúmeros outros clipes, trabalhando com artistas tão diferentes quanto Green Day e Maroon 5. Com a marca natalina, “Smells Like Teen Spirit” se tornou o segundo vídeo musical mais assistido dos anos 1990 no YouTube — atrás de “November Rain” (1992), dos Guns N’ Roses. Ambos, porém, estão muito atrás dos clipes mais vistos na plataforma, “Despacito” (de Luis Fonsi, com mais de 6,55 bilhões de execuções) e “Shape of you” (Ed Sheeran, com 4,51 bilhões). Relembre abaixo a anarquia e a distorção clássica do Nirvana.

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    Minha Mãe É uma Peça 3 é o último grande lançamento de 2019

    26 de dezembro de 2019 /

    Em clima de ressaca natalina, as telas recebem apenas cinco estreias… e “Cats”. Apesar de estar em cartaz há uma semana, o musical que miou nas bilheterias agora pode se considerar “oficialmente” lançado. Entre as novidades, “Minha Mãe É uma Peça 3” tem a distribuição mais ampla, virando o último grande lançamento de 2019 nos cinemas brasileiros. Com a perda literal de peso de Leandro Hassum, Paulo Gustavo virou o maior chamariz de público para as produções nacionais. Seu humor tem se provado bastante popular, mas o mercado não é mais o mesmo da época dos primeiros “Minha Mãe”. Mesmo assim, o final da trilogia de Dona Hermínia (Paulo Gustavo), que vai virar série, segue à risca a fórmula das produções do gênero, inclusive na viagem obrigatória para os EUA de toda franquia de comédia nacional. A situação é tão batida que o próprio Paulo Gustavo já viveu esse contexto em “Minha Vida em Marte”, com direito à piada parecida de inglês ruim na hora de pedir comida. A diretora, por sinal, também é a mesma – Susana Garcia. A programação alternativa é totalmente europeia. O destaque é “Aqueles que Ficaram”, drama pós-Holocausto que representou a Hungria na busca por uma indicação ao Oscar de Filme Internacional. Complexo, o primeiro longa do diretor Barnabás Tóth tende a render discussões, ao apresentar uma “Lolita” sobrevivente do Holocausto, um relacionamento proibido aos olhos da sociedade e como a substituição do nazismo pelo comunismo no Leste Europeu trocou uma repressão cruel por outra. Confira abaixo mais detalhes das estreias da semana com todos os títulos, suas sinopses e trailers. Minha Mãe É uma Peça 3 | Brasil | Comédia Dona Hermínia (Paulo Gustavo) vai ter que se redescobrir e se reinventar porque seus filhos estão formando novas famílias. Essa supermãe vai ter que segurar a emoção para lidar com um novo cenário de vida: Marcelina (Mariana Xavier) está grávida e Juliano (Rodrigo Pandolfo) vai casar. Dona Hermínia está mais ansiosa do que nunca! Para completar as confusões, Carlos Alberto (Herson Capri), seu ex-marido, que esteve sempre por perto, agora resolve se mudar para o apartamento ao lado. Aqueles que Ficaram | Hungria | Drama Na Húngria,após o fim da 2ª Guerra Mundial, uma nação de sobreviventes do Holocausto tenta se curar através do amor. Em meio ao conflito nacional e ao trauma, um médico de meia idade e uma jovem menina de luto por familiares perdidos em campos de concentração formam uma conexão e ajudam um ao outro a retomar suas vidas. Deus É Mulher e seu Nome É Petúnia | Macedônia | Drama Todo dia 19 de janeiro, um ritual único é realizado na Macedônia. O pároco mais importante de cada cidade lança uma cruz no rio, e centenas de homens mergulham para alcançá-la, sob a promessa de que assim terão felicidade e prosperidade durante o ano. Na pequena vilda de Stip, a cerimônia é interrompida por um acontecimento inédito. Petrunya, mulher de 31 anos que está solteira e desempregada, mergulha para pegar a cruz e se torna a vencedora. Mas o povo de sua cidade não permitirá que ela seja reconhecida como tal. O Último Amor de Casanova | França | Drama Casanova (Vincent Lindon), conhecido por gostar de participar de diversão e esbórnia, chega em Londres após ser obrigado a se exilar. Nesse novo lugar, ele conhece Marianne de Charpillon (Stacy Martin), uma moça que o atrai a ponto de fazê-lo deixar sua vida de conquistador de lado. Minha Irmã de Paris | França | Comédia Uma atriz de comédia decide contratar uma “dublê” para tomar seu lugar no set de filmagens, depois que uma cirurgia plástica dá errado. E a impostora não poderia ser mais prefeita: é a sua própria irmã gêmea – que ela nem sabia da existência.

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    Buffaloed: Zoey Deutch é cobradora de dívidas em trailer de comédia indie

    25 de dezembro de 2019 /

    O estúdio indie Magnolia Pictures divulgou o trailer e o pôster de “Buffaloed”, comédia em que Zoey Deutch (de “Zumbilândia: Atire Duas Vezes”) vive uma ex-presidiária vigarista que se transforma numa cobradora de dívidas implacável. Tão implacável que decide tomar o negócio de seu patrão (ninguém menos que Jai Courtney, de “Esquadrão Suicida”). O filme tem direção de Tanya Wexler (do divertido “Histeria”) e inclui em seu elenco Judy Greer (“Halloween”), Noah Reid (“Kevin from Work”) e Jermaine Fowler (“Crashing”). Exibido no Festival de Tribeca, “Buffaloed” atingiu 100% de aprovação, mas com poucas críticas registradas no Rotten Tomatoes. A estreia vai acontecer em 14 de fevereiro nos EUA, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Saint Maud: Novo terror do estúdio de Hereditário ganha trailer perturbador

    25 de dezembro de 2019 /

    A A24 divulgou o primeiro trailer de “Saint Maud”. A prévia evoca o fanatismo e a paranormalidade de “Carrie, a Estranha”, e alinha-se ao estilo de produções perturbadoras do estúdio indie que lançou “A Bruxa”, “Hereditário” e “Midsommar”. “Saint Maud” (Santa Maud) é o apelido que uma enfermeira devota (vivida por Morfydd Clark, de “His Dark Materials”) recebe de sua paciente Amanda (Jennifer Ehle, de “A Hora Mais Escura”), uma mulher rica, doente e que não acredita em Deus. Isto se torna fonte de frustração para Maud, que não tem vida social e se dedica a servir os outros, mantendo-se livre de pecados pela prática de autoflagelo – verdadeiras torturas infligidas contra si mesma. Conforme o deboche a sua crença aumenta, maior se torna a obsessão de Maud para salvar a alma de Amanda, com resultados assustadores. Estreia em longas da diretora e roteirista Rose Glass, a produção britânica foi premiada no Festival de Londres e atingiu 91% no Rotten Tomatoes após impressionar no Festival de Toronto. A estreia está marcada para 27 de março nos EUA, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    James Corden sobre Cats: “Ouvi dizer que é péssimo”

    25 de dezembro de 2019 /

    James Corden não resistiu à piada. Durante entrevista concedida à BBC Radio 2, o intérprete do gato Bustopher Jones em “Cats” foi questionado sobre o fracasso do longa e assumiu: “Eu ainda não assisti, mas ouvi dizer que é péssimo”. O filme foi alvo das críticas mais pesadas – e engraçadas – do ano, o que foi lembrado pela entrevistadora Zoe Ball. “As críticas tem sido um pouco duras”, ela disse. “Eu vou conferir algum dia, imagino”, reagiu Corden. O filme do diretor Tom Hooper (“Os Miseráveis”) chegou aos cinemas antes de ter sido finalizado, segundo confissão do próprio estúdio Universal, que enviou uma nova cópia digital em substituição à versão destruída pela crítica. “Cats” teve uma bilheteria de estreia tão ruim quanto as críticas recebidas. “A pior coisa que aconteceu com gatos desde os cachorros” fez apenas US$ 6,6 milhões em seu fim de semana inaugural na América do Norte, abrindo em 4º lugar e gerando grande crise contábil, como fonte de prejuízo financeiro milionário para a Universal.

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