Festival de Berlim 2020: Terror brasileiro vai disputar o Urso de Ouro
A organização do Festival de Berlim 2020 divulgou nesta quarta-feira (29/1) a lista dos filmes selecionados para disputar o Urso de Ouro, principal prêmio do evento. E um terror brasileiro entrou na relação seletíssima da mostra competitiva. “Todos os Mortos”, codirigido por Caetano Gotardo (“O que se Move”) e Marco Dutra (“As Boas Maneiras”), vai representar o Brasil no evento principal do festival. A dupla, que se conheceu há duas décadas no curso de Cinema da USP, divide a direção pela primeira vez, após trabalharem em funções diferentes nos premiados terrores “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras” – Gotardo foi o editor dos filmes dirigidos por Dutra e Juliana Rojas. Os dois também assinam o roteiro, que se passa na década seguinte à Abolição da Escravatura, no fim do século 19, e acompanha a trajetória de duas famílias: uma branca, os Soares, e outra negra, os Nascimento. A trama reflete os fantasmas da escravidão, em mais de um sentido. Ainda sem data de estreia no Brasil, “Todos os Mortos” vai tentar repetir as vitórias de “Central do Brasil” (1998) e “Tropa de Elite” (2008) no famoso festival alemão, onde concorrerá com outros 17 títulos – de diretores como o americano Abel Ferrara (“Siberia”), o taiwanês Tsai Ming-Liang (“Rizi”), o francês Philippe Garrel (“Le Sel des Larmes”), o cambojano Rithy Panh (“Irradiés”) e a britânica Sally Potter (“The Roads Not Taken”). Além da mostra principal, o cinema brasileiro também está representado nas seções paralelas do festival, atingindo uma participação recorde, com mais 18 filmes selecionados, entre eles “Meu Nome é Bagdá”, de Caru Alves Souza, “Cidade Pássaro”, coprodução com a França de Matias Mariani, “Apiyemiyekî”, coprodução com França e Holanda dirigida por Ana Vaz, e “Nardjes A.”, documentário franco-alemão do diretor Karim Aïnouz (do premiado “Vida Invisível”). Confira a lista nacional completa aqui. A 20ª edição do Festival de Berlim vai acontecer entre 20 de fevereiro e 1º de março.
César 2020: Novo filme de Polanski lidera lista de indicados ao “Oscar francês”
A Academia francesa ignorou a polêmica em torno do cineasta Roman Polanski para consagrar seu novo filme, “O Oficial e o Espião” (J’accuse), na lista de indicados ao César, o equivalente francês ao Oscar. O longa de Polanski sobre o julgamento histórico do militar judeu Alfred Dreyfus foi o que mais recebeu indicações ao prêmio, aparecendo 12 vezes na relação oficial. Com isso, superou “Os Miseráveis”, que disputa o Oscar de Melhor Filme Internacional, e outro favorito, “La Belle Époque”, de Nicolas Bedos. Ambos atingiram 11 indicações cada. “O Oficial e o Espião” teve sua estreia marcada por protestos feministas na França, após o surgimento de mais uma acusação de estupro contra o diretor, que, como as demais, teria acontecido há várias décadas. Polanski chegou a ser expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA em 2018, quando o movimento #MeToo relembrou seu caso e disparou acusações antigas. Na ocasião, o diretor chamou a atitude de hipocrisia, já que sua condenação por abuso de menor era pública desde os anos 1970, e isso não impediu a Academia americana de lhe consagrar com um Oscar, por “O Pianista” (2002). Contrariando a nova posição dos organizadores do Oscar, o presidente da Academia Francesa, Alain Terzian, disse que o César “não deve adotar posições morais”, ao anunciar os indicados nesta quarta-feira. “Se eu não estiver equivocado, 1,5 milhão de franceses assistiram ao filme”, completou. De fato, a estreia de “O Oficial e o Espião” foi a mais bem-sucedida da carreira de Polanski, batendo o recorde de público de sua trajetória como cineasta, apesar de enfrentar uma ameaça de boicote, depois que a fotógrafa Valentine Monnier disse à imprensa que Polanski a violentara em 1975, quando ela tinha 18 anos. O diretor negou a acusação por meio de seu advogado. Polanski é considerado foragido da Justiça dos Estados Unidos, onde em 1977 foi condenado de estuprar uma menor de 13 anos. Além das indicações ao César, “O Oficial e o Espião” também concorreu ao prêmio da Academia Europeia, mas perdeu. Em compensação, venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Veneza no ano passado. O filme finalmente teve sua estreia no Brasil confirmada. “O Oficial e o Espião” chega por aqui em 13 de março. Já a cerimônia do César 2020 acontecerá em 28 de fevereiro, em Paris.
Monique van Vooren (1927 – 2020)
A atriz belga Monique van Vooren, que enfrentou Tarzan e Batman nas telas, morreu no sábado (25/1) de câncer, em sua casa em Nova York, aos 92 anos. Nascida em Bruxelas, ela virou atriz de cinema no melodrama italiano “Amanhã Será Tarde Demais” (1950), estrelado por Vittorio De Sica. E conseguiu seu primeiro papel de destaque como a vilã do título de “Tarzan e a Mulher Diabo” (1953), uma caçadora de marfim chamada Lyra, que torturava o Tarzan vivido por Lex Baxter. Foi uma das raras vezes em que não apareceu loira nas telas. Também viveu a femme fatale de “Massacre Total (A Sarabanda da Morte)” (1955), um noir francês dirigido por Pierre Foucaud. Mas teve dificuldades para emplacar bons papéis em grandes produções de Hollywood, tornando-se figurante de luxo de filmes como “Dez Mil Alcovas” (1957), no qual apareceu sensual de camisola nos créditos de abertura, e o musical “Gigi” (1958), de Vincente Minnelli, onde viveu uma showgirl. Após trocar o cinema pela TV, van Vooren surpreendeu ao reaparecer em tela grande como coprotagonista da sátira de super-heróis “Fearless Frank” (1967), ao lado de Jon Voight. E em seguida enfrentou o próprio Batman, num episódio duplo da série televisiva clássica, exibido em 1968, em que viveu uma capanga do Pinguim, na despedida do ator Burgess Meredith do papel. De volta ao cinema italiano, ela integrou o elenco do clássico “Decameron” (1971), de Pier Paolo Pasolini, e o cultuado terrir erótico “Carne para Frankenstein” (1973), produzido por Andy Warhol – igualmente filmado na Itália – , como a baronesa Katrin Frankenstein. 1973 foi realmente um ano produtivo, em que a atriz ainda apareceu em mais duas produções B, o mistério “Meu Corpo em Tuas Mãos” (1973) e o thriller lésbico “Sugar Cookies” (1973). Mas esse ímpeto foi radicalmente paralisado para ela estrelar a montagem da Broadway de “Man on the Moon”, fantasia musical escrita por John Phillips, da banda The Mamas and the Papas, que a tirou das telas em 1974. Vale dizer que, além de atuar, van Vooren tinha uma boa voz, que inclusive rendeu um álbum lançado em 1958 pela RCA Victor, chamado “Mink in HiFi”. Ela só foi retornar ao cinema para figurar, ao lado do filho, em “Wall Street: Poder e Cobiça” (1987), de Oliver Stone, e encerrar a carreira no terror B “Greystone Park” (2012).
Astro de Riverdale vira cantor evangélico no trailer legendado de Enquanto Estivermos Juntos
A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de “Enquanto Estivermos Juntos” (I Still Believe), que conta a história do cantor Jeremy Camp, estrela da música pop gospel (evangélica) americana. A trama, porém, é centrada no relacionamento do artista com sua esposa, com quem ele se casou repentinamente e que foi diagnosticada com um câncer terminal. A prévia mostra a luta romântica do casal contra o destino, refletindo uma tendência de romantização juvenil da morte, que tem sido tema de cada vez mais produções para adolescentes desde o sucesso de “A Culpa É das Estrelas”. O elenco destaca K.J. Apa (o Archie de “Riverdale”) como Camp e Britt Robertson (“O Espaço Entre Nós”) como sua jovem esposa, além de Gary Sinise (“Forest Gump”) e até a cantora country Shania Twain. O filme tem direção dos irmãos Jon e Andrew Erwin, especialistas em cinema evangélico, que assinaram “Eu Só Posso Imaginar” (também sobre pop gospel) e “Talento e Fé”. A estreia está marcada para 2 de abril no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
The Thing vai ganhar terceira adaptação no cinema, pela primeira vez completa
A Universal Pictures e a Blumhouse Productions anunciaram o projeto de uma nova versão de “The Thing”, clássico que combina sci-fi e terror. A história que rendeu os cultuados “O Monstro do Ártico” (1951) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982), ambos chamados de “The Thing” em inglês, é baseada num conto de John W. Campbell Jr., chamado “Who Goes There?”. E o novo filme será uma versão diferenciada dos anteriores por adaptar a história completa, encontrada apenas recentemente. Originalmente publicado em 1938, o conto acompanhava um grupo de cientistas no Ártico (Antártica no filme de 1982) que passa a ser caçado dentro de sua base por uma criatura alienígena, capaz de tomar a forma humana, levantando suspeita e paranoia entre os sobreviventes, enquanto elimina um por um. O detalhe é que, em 2018, um manuscrito inédito de Campbell Jr. foi encontrado, apresentando uma versão diferente, que expandia a história dos personagens e a ambientação. Intitulado de “Frozen Hell”, a obra publicada postumamente é uma espécie de versão completa do conto original. E será este livro que ganhará adaptação pela, digamos, “primeira” vez. Em comunicado, o produtor-executivo Alan Donnes explicou a diferença e sugeriu que o longa também será influenciado pelas adaptações anteriores: “Agora, pela primeira vez, a visão completa de Campbell será realizada no cinema. O filme inédito combinará o melhor de ‘O Monstro do Ártico’, ‘O Enigma de Outro Mundo’ e também dos dois contos, ‘Who Goes There?’ e ‘Frozen Hell’.” Considerado um dos melhores filmes de John Carpenter, “O Enigma de Outro Mundo” (1982) também teve uma continuação, igualmente chamada de “The Thing”, em 2011. Ainda não há detalhes sobre o elenco, produção ou estreia do novo filme.
Velozes e Furiosos 9 ganha primeiro teaser, centrado em Toretto e seu filho
A Universal divulgou o primeiro teaser de “Velozes e Furiosos 9”, centrado no relacionamento entre Dominic Toretto (Vin Diesel) e seu filho Brian – batizado em homenagem ao personagem do falecido ator Paul Walker. A prévia mostra que o bebê visto em “Velozes e Furiosos 8” cresceu bastante, além de revelar que a família se completa com Letty (Michelle Rodriguez), em clima de aparente tranquilidade e harmonia. Ao final, Letty dá o crucifixo que ganhou de Dom para o menino, “para proteção para o que está por vir”. Este mesmo crucifixo pode ser visto, ocupando espaço destacado, no primeiro pôster divulgado da continuação, sugerindo grande importância na trama. O trailer completo será disponibilizado na sexta (31/1). O nono filme da franquia também trará de volta Tyrese Gibson (Roman Pearce), Ludacris (Tej Parker), Jordana Brewster (que volta como Mia após ficar de fora do filme anterior), Nathalie Emmanuel (Ramsey), Helen Mirren (Magdalene Shaw) e Charlize Theron (Cipher, a vilã do filme anterior). Além do elenco, a continuação terá outro retorno importante: o diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). As novidades ficam por conta das participações de John Cena (“Bumblebee”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Anna Sawai (“Ninja Assassino”) e da rapper Cardi B (“As Golpistas”). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, roteirista da franquia desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da recente sci-fi “Kin”). “Velozes e Furiosos 9” tem estreia marcada para 21 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Netflix anuncia comédia estrelada por Maísa Silva
A Netflix anunciou a produção do filme que vai marcar a estreia de Maísa Silva em streaming. O anúncio foi feito nesta terça (28/1), no Tudum Festival em São Paulo, e via vídeo nas redes sociais. O teaser é uma encenação em que a jovem atriz tenta entrar na personagem do longa e se acalmar diante da expectativa das filmagens. Ao colocar uma trilha de mediação no celular, acaba ouvindo conselhos da escritora Thalita Rebouças, autora do roteiro. Intitulada “Um Pai no Meio do Caminho”, a comédia também ganhou sinopse: “Vicenza (Maísa) está completando 18 anos. Ela foi criada em uma comunidade hippie em meio a natureza e a única coisa que não está em harmonia na vida de Vicenza é que ela não sabe quem é seu pai. Ao partir em busca de seu verdadeiro pai, ela acaba encontrando dois!”. A premissa sugere mais uma Sessão da Tarde tipicamente americana com atores brasileiros, tendência dominante das produções adolescentes do Brasil. A produção será a terceira história de Rebouças estrelada por Maísa – após “Tudo Por Um PopStar” e “Ela Disse, Ele Disse”. E o primeiro de três longas que a atriz negociou protagonizar pelos próximos três anos na Netflix. Thalita Rebouças, por sua vez, também assina na plataforma o vindouro “Quem Nunca?”, sobre três adolescentes que vão a um acampamento escolar depois de fazer um pacto de permanecerem solteiras, mas as coisas se complicam quando ex-namorados aparecem – sim, lembra um reality da MTV. No vídeo em que fala de “Um Pai no Meio do Caminho”, Maísa também adiantou o elenco da produção, que inclui os atores “Du” Moscovis (“O Doutrinador”), Marcelo Médici (“Vai que Cola”), a celebridade de rede social Thaynara OG e a cantora Fafá de Belem. Ela não disse, mas aparentemente quem assina a direção é Cris D’Amato, que já fez uma adaptação de Thalita Rebouças, “É Fada!”. O nome da diretora não é citado em nenhum material de divulgação. “Um Pai no Meio do Caminho” ainda não tem previsão de estreia.
Gabriel Medina vira Filme. Veja o trailer do documentário da Globoplay
A Globoplay vai lançar um documentário sobre o surfista Gabriel Medina. Um teaser de “Gabriel Medina – O Filme” foi compartilhado pelo surfista em seu Instagram, acompanhando desde sua infância na praia de Maresias, no litoral paulista, até sua consagração como campeão mundial do esporte. Ao lado do vídeo, ele escreveu: “Conheci o surfe aos 7 anos de idade. Assim que subi na prancha, veio o sonho: ser campeão mundial. De lá pra cá, passei a maior parte da minha vida dentro d’agua atrás do maior objetivo da minha vida. Mas nunca foi fácil. Todos conhecem o Gabriel Medina de hoje, mas poucos sabem das coisas que passei pra chegar até aqui. Consegui realizar meu sonho, e agora to muito feliz de poder compartilhar com vocês minha história e trajetória de vida!”. Nos comentários, amigos do craque o elogiaram e vibraram com a novidade. “Ansioso pra ver no cinema”, brincou Nakagima, surfista amigo de Gabriel. “Gabriel Medina. De Maresias. Um cara do bem! Te amo, irmão!”, escreveu o cantor de pagode Thiaguinho. Coprodução da Globo com o canal pago Off, especializado em esportes radicais, o documentário tem direção de Henrique Daniel, que já tinha acompanhado o surfista na série “Mundo Medina”, do Off, em suas viagens ao redor do mundo. A estreia vai acontecer já nesta sexta (31/1) na plataforma da Globoplay. Ver essa foto no Instagram Conheci o surfe aos 7 anos de idade. Assim que subi na prancha, veio o sonho: ser campeão mundial. . De lá pra cá, passei a maior parte da minha vida dentro d’agua atrás do maior objetivo da minha vida. Mas nunca foi fácil. . Todos conhecem o Gabriel Medina de hoje, mas poucos sabem das coisas que passei pra chegar até aqui. Consegui realizar meu sonho, e agora to muito feliz de poder compartilhar com vocês minha história e trajetória de vida! . Dia 31/01 no @globoplay ! . Um filme de @hdanielstudio . #GabrielMedinaNoGloboPlay Uma publicação compartilhada por G. Medina (@gabrielmedina) em 23 de Jan, 2020 às 5:06 PST
Velozes e Furiosos 9 ganha primeiro pôster
A Universal divulgou o primeiro pôster de “Velozes e Furiosos 9”. A imagem traz apenas Dominic Toretto, o personagem de Vin Diesel, sentado de costas no capô de um carro – o ponto de vista é do interior do veículo. O nono filme da franquia também trará de volta Michelle Rodriguez (Letty Ortiz), Tyrese Gibson (Roman Pearce), Ludacris (Tej Parker), Jordana Brewster (que volta como Mia após ficar de fora do filme anterior), Nathalie Emmanuel (Ramsey), Helen Mirren (Magdalene Shaw) e Charlize Theron (Cipher, a vilã do filme anterior). Além do elenco, a continuação terá outro retorno importante: o diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). As novidades ficam por conta das participações de John Cena (“Bumblebee”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Anna Sawai (“Ninja Assassino”) e da rapper Cardi B (“As Golpistas”). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, roteirista da franquia desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da recente sci-fi “Kin”). “Velozes e Furiosos 9” tem estreia marcada para 21 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. E o primeiro trailer será divulgado na sexta-feira (31/1).
The Batman: Diretor oficializa começo das filmagens
Fotos das filmagens londrinas de “The Batman”, em que Robert Pattinson (“O Rei”) vive o papel-título, já circulam na internet desde o começo de janeiro. Mas o diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) fez uma postagem no Twitter na segunda-feira (27/1) indicando que a produção só começou agora. Considere isso como uma oficialização – veja abaixo. O elenco de “The Batman” também inclui Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) em papel não identificado (mas provavelmente como Harvey Dent/Duas Caras). “The Batman” tem estreia marcada para junho de 2021. #DayOne #TheBatman cc: @GreigfraserD pic.twitter.com/kOgcsa6zX3 — Matt Reeves (@mattreevesLA) January 27, 2020
Minha Mãe É uma Peça 3 ultrapassa R$ 150 milhões nas bilheterias
Recordista de bilheteria do cinema brasileiro desde a semana passada, “Minha Mãe É uma Peça 3” aumentou ainda mais o volume de sua arrecadação, mantendo-se como o segundo filme mais visto pelo público do Brasil no último fim de semana. De quinta a domingo (27/1), a comédia exibida em 487 salas arrecadou R$ 9,1 milhões, levando mais 530 mil pessoas aos cinemas. Desde que estreou há cinco semanas, “Minha Mãe é uma Peça 3” já foi vista por 9,8 milhões de espectadores, segundo levantamento da Comscore, e acumula R$ 156 milhões, a maior arrecadação de um filme brasileiro em todos os tempos. Lançado na última semana de dezembro, “Minha Mãe É uma Peça 3” já tinha impressionado na estreia, arrecadando mais de R$ 30 milhões no fim de semana inaugural. Com isso, bateu o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. E, nas semanas seguintes, nem tomou conhecimento da concorrência de “Frozen 2”, tornando-se um pesadelo para a Disney no Brasil. Mas, apesar do recorde de bilheteria, o longa estrelado por Paulo Gustavo ainda não é o que mais vendeu ingressos. Com distribuição de ingressos para fiéis da Igreja Universal, “Nada a Perder” fez circular 11,5 milhões de ingressos, segundo informações da produtora Paris Filmes. A diferença em reais fica, portanto, por conta da inflação. Na verdade, o terceiro “Minha Mãe É uma Peça” é o quinto filme com maior público do cinema nacional. Os demais filmes que completam o ranking são “Os Dez Mandamentos” (11,3M de ingressos), “Tropa de Elite 2” (11,1M) e “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M). Por curiosidade, “Minha Mãe É uma Peça 2” agora é o sexto, com 9,3 milhões de espectadores superados pela venda da continuação. O detalhe é que “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando cinemas. O longa só perde, nas bilheterias atuais, para “Jumanji: Próxima Fase”, que estreou há duas semanas. Ou seja, ainda tem muitos ingressos para vender. A popularidade do filme também representa uma contraste gritante em relação ao modelo conservador de cinema que o governo Bolsonaro tenta implantar no país, já que sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), inclui uma trama de casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada. Veja abaixo o Top 10 do fim de semana no Brasil, segundo levantamento da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 23 a 26 JAN: 1. Jumanji – Próxima Fase2. Minha Mãe É Uma Peça 33. 19174. Frozen 25. Um Espião Animal6. Adoráveis Mulheres7. O Escândalo8. Parasita9. A Possessão de Mary10. O Melhor Verão de Nossas Vidas — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 27, 2020
Academia divulga foto oficial dos indicados ao Oscar 2020
A Academia de Ciências e Artes Cinematográficas divulgou na noite de segunda-feira (27/1) o retrato oficial dos indicados ao Oscar 2020. O clique foi feito após o tradicional almoço de confraternização entre os candidatos, organizado antes da premiação. Na imagem, os indicados às 24 categorias aparecem enfileirados, incluindo o já potencial vencedor do Oscar de Melhor Direção Sam Mendes, além dos atores Brad Pitt, Joaquin Phoenix, Renée Zellweger e Laura Dern, favoritos às estatuetas, entre outros. Confira a lista completa de quem disputa a premiação neste link. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Veja a imagem completa abaixo. Clique para ampliá-la.
Roteiristas de John Wick e Espetacular Homem-Aranha vão escrever novos Transformers
A Paramount e a Hasbro deram início à retomada da franquia “Transformers”, contratando não um, mas dois escritores para escrever novos filmes da franquia multibilionária. Joby Harold, que co-escreveu o vindouro filme de zumbi de Zack Snyder, “Army of the Dead”, e James Vanderbilt, da comédia “Mistério no Mediterrâneo”, com Adam Sandler, vão criar scripts de filmes diferentes, que, segundo o site The Hollywood Reporter, podem ter desenvolvimento simultâneo. Harold tem uma carreira irregular, que inclui desde o fiasco “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, de Guy Ritchie, até hits como os dois últimos “John Wick”, enquanto Vanderbilt escreveu o elogiado “Zodiac”, de David Fincher, mas também os dois “Espetacular Homem-Aranha”, estrelados por Andrew Garfield, filmes mais fracos do personagem dos quadrinhos. A contração acontece um ano após o lançamento do último filme dos Transformers, “Bumblebee”, que foi o mais bem-avaliado da franquia pela crítica, mas também o de pior bilheteria – US$ 468 milhões em todo o mundo. A premissa dos novos projetos não foi revelada, mas o enredo inescapável da adaptação dos brinquedos da Hasbro é a batalha aparentemente interminável entre os Autobons, que são robôs bonzinhos que podem se transformar em carros, e os Decepticons, robôs malvados viram perigosos equipamentos militares.












