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Filme

Anne Hathaway vira Lenda da Disney 25 anos após “O Diário da Princesa”

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Filme, Série

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Filme

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  • Filme

    Festival de Cannes desiste da edição de 2020, mas irá promover os filmes selecionados

    10 de maio de 2020 /

    Em meio às incertezas causadas pela pandemia do coronavírus, a organização do Festival de Cannes descartou qualquer possibilidade de realizar uma edição física do evento em 2020 e anunciou que vai criar um selo para que os filmes de sua seleção recebam reconhecimento, além de buscar parceria com outros festivais internacionais para promovê-los. Em entrevista realizada neste domingo (10/5) para o site Screen Daily, Thierry Fremaux, diretor do festival, confirmou que não será possível organizar o evento, mas descartou uma edição digital. Em vez disso, revelou seus planos para promover os filmes que deveriam ser exibidos em Cannes nesta semana, entre 12 e 23 de maio. Estes filmes vão receber um selo “Cannes 2020”. “Anunciaremos a lista no início de junho”, ele afirmou. “Em nosso coração, o que queremos fazer é promover os filmes que vimos e amamos. Recebemos filmes de todo o mundo, obras magníficas e é nosso dever ajudá-los a encontrar seu público. Uma vez anunciada a lista, o objetivo é começar a organizar eventos nos cinemas” para promover as obras selecionadas. Muitos dos filmes que não puderam estrear em Cannes devem aparecer em festivais do fim do ano, como os de Toronto, Veneza e Nova York, entre outros. Fremaux acrescentou que a ideia com Veneza é ir além de incluir um selo nas obras, mas apresentar filmes em conjunto. Até o momento, o Festival de Veneza mantém sua edição para 2020, inicialmente marcada para setembro, mas o governo italiano ainda não liberou a reabertura dos cinemas. Por conta disso, sua realização ainda não está 100% definida. Tudo vai depender da evolução da pandemia. Além de Cannes, os tradicionais festivais de cinema de Karlovy Vary, na República Tcheca, de Locarno, na Suíça, o SXSW, nos EUA, e de Edimburgo, na Escócia, já foram cancelados.

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  • Filme

    Diretor de Hereditário e Midsommar vai produzir remake de comédia sci-fi sul-coreana

    9 de maio de 2020 /

    O cineasta Ari Aster, diretor dos filmes de terror “Hereditário” (2018) e “Midsommar: O Mal Não Espera a Noite” (2019), definiu seu próximo projeto. Ele vai produzir um remake americano do filme sul-coreano “Save the Green Planet!” (2003). Entretanto, não fará a direção. O responsável pela refilmagem será o próprio diretor do filme original, Jang Joon-hwan. Comédia de sci-fi, o filme acompanha um sujeito que acredita que mundo está sendo invadido por alienígenas. Num ato desesperado, ele decide salvar o planeta sequestrando o homem que seria o chefe da invasão. O filme original venceu vários prêmios, inclusive como Melhor Filme do Festival de Bruxelas, na Bélgica, e adquiriu fama de cult entre fãs de cinema alternativo. A trama original será adaptada por Will Tracy, roteirista da série “Succession” e do programa “Last Week Tonight with John Oliver”. Ainda não há previsão para o início da produção do remake.

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  • Mike Flanagan
    Filme

    Diretor de Doutor Sono vai adaptar novo terror de Stephen King

    9 de maio de 2020 /

    A adaptação do romance sobrenatural “Revival”, de Stephen King, mudou de mãos. O projeto foi iniciado por Josh Boone, diretor de “A Culpa É das Estrelas” e do vindouro “Os Novos Mutantes”, que escreveu um roteiro em 2016. Mas depois da confusão entre Disney e Fox, que adiou infinitamente “Os Novos Mutantes” e paralisou a carreira do diretor, a adaptação acabou a cargo de Mike Flanagan, que já filmou duas obras de Stephen King – “Jogo Perigoso” em 2017 e “Doutor Sono” em 2019. A princípio, Flanagan vai escrever e produzir a adaptação, mas seu contrato prevê a opção de dirigir o longa. Um dos mais recentes livros de King, publicado em 2014, “Revival” foi lançado no Brasil com o título original e segue o pregador Charles Jacobs, que perde sua fé após sua esposa e filho morrerem em um acidente. Ele logo se torna obcecado em encontrar o poder da cura, transformando-se num curandeiro. Um de seus primeiros milagres ajuda um jovem, que combate seus próprios demônios, e é aliciado por Jacobs para auxiliá-lo em sua cruzada. Unidos por uma obsessão secreta, a parceria chega ao fim após o pregador ser banido da cidade. Mas anos depois a dupla se reencontra, num período em que o garoto vive uma vida de rockstar com sua banda. Apesar de perder o projeto, Boone continua envolvido com o universo de Stephen King. Ele está trabalhando na produção de “The Stand – A Dança da Morte”, minissérie da plataforma CBS All Access sobre o livro mais famoso do escritor jamais adaptado para o cinema. Esta trama, por sinal, ganhou ainda mais atualidade devido à pandemia do novo coronavírus, como o próprio Stephen King admitiu.

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  • Etc,  Filme

    Little Richard (1932 – 2020)

    9 de maio de 2020 /

    O cantor, músico e ator Little Richard, um dos pais do rock’n’roll, morreu aos 87 anos, de causa ainda não revelada. Ele vendeu 30 milhões de discos em todo mundo e influenciou gerações de artistas que atingiram ainda maior projeção, como Elvis Presley, Beatles, Elton John e Prince. Pioneiro incontestável, desbravou todo o potencial do piano como instrumento de rock, ensinou Mick Jagger a dançar e Paul McCartney a cantar. Little Richard se destacou, ao lado de Chuck Berry e Fats Domino, na primeira leva de artistas de R&B (rhythm and blues) a fazer sucesso entre o público branco americano. Mas antes de assinar seu primeiro contrato musical em 1951, ele era apenas Richard Wayne Penniman, um jovem caipira de Macon, no estado da Geórgia, que só tocava em lugares segregados. Filho de diácono batista, ele começou a cantar na igreja. Mas a religião lhe traiu muitas vezes. A primeira, aos 15 anos de idade, quando foi expulso de casa pelo pai crente, devido a seus modos afeminados. Isso o levou ao “vaudeville” para sobreviver, onde chegou a tocar travestido para atrair plateias interessadas em freakshows. Foram nesses shows restrito aos negros que Little Richard conheceu sua maior inspiração, o “príncipe do blues” Billy Wright, que se apresentava em ternos coloridos, tinha um topete enorme e um bigode estreitíssimo. O jovem Richard logo passou a imitá-lo. Os shows energéticos que se seguiram chamaram atenção da indústria. Ele assinou com a RCA em 1951. Mas suas músicas só começaram a chegar no rádio em 1955 e por outra gravadora, a Specialty Records, quando o produtor Robert Blackwell o encorajou a revisitar sua época do vaudeville e cantar uma música que costumava entoar, com palavras inventadas e que começava com um grito. Era “Tutti Frutti” e sua carreira deslanchou. Mesmo assim, nada superava vê-lo ao vivo, tocando piano como ninguém – de pé diante do piano, com o pé sobre o piano, de pé em cima do piano. Jerry Lee Lewis tentou superá-lo colocando fogo no instrumento. Mas chegou depois de Little Richard ter incendiado a juventude dos EUA. Quando Elvis assinou com a RCA, Little Richard já era astro de cinema. Ele fez parte do elenco de “Música Alucinante” (Don’t Knock the Rock, 1956), ao lado de Bill Haley and the Comets, cantou a música-título de “Sabes o que Quero” (The Girl Can’t Help It, 1956) e arrebentou em “O Rei do Rock and Roll” (Mister Rock and Roll, 1957) com “Lucille”. Foi no primeiro filme que eternizou as performances de suas músicas mais famosas, “Long Tall Sally” e aquela que começa a frase icônica “A-wop-bop-a-loo-lop-a-lop-bam-boom!”, a célebre “Tutti-Frutti”, uma das canções mais regravadas de todos os tempos. Tanto Elvis quanto os Beatles gravaram versões das duas músicas. Na verdade, os Beatles gravaram até o lado B de “Long Tall Sally”, “Slippin’ and Slidin'” – além de incluir “Lucille” e “Good Golly, Miss Molly” em seu repertório. Paul McCartney foi uma das poucas pessoas do mundo capaz de cantar como Little Richard, porque o próprio Little Richard lhe ensinou em 1962, na época em que tocaram e conviveram juntos entre shows na Inglaterra e na Alemanha. Mas antes de escolher seu sucessor, a indústria tentou embranquecer suas canções à força, dando seu repertório para o ídolo pop Pat Boone gravar. As músicas de Boone eram versões literalmente pálidas das originais. Mesmo assim, era o galã quem aparecia na TV tocando “Tutti-Frutti”. O sucesso de Elvis trouxe nova versão de “Tutti-Frutti” para as paradas. Só que em vez de popularizar o artista original, Elvis acabou substituindo-o. Até a juventude inglesa reconhecer na década seguinte que Little Richard era insubstituível. Beatles e Rollings Stones chegaram a servir de bandas de abertura para shows do cantor, em reverência a seu talento. Mas Richard, que foi o primeiro artista para quem fãs atiraram calcinhas no palco, acabou se convertendo à religião no auge da carreira. Ele apelou a Deus ao achar que ia morrer durante uma forte turbulência num voo para shows na Austrália e, depois de sobreviver, jurou ter visto um sinal dos céus – o satélite Sputnik reentrando na atmosfera. Em 1958, ele formou uma banda evangélica e passou a cantar gospel. A fase não foi longa. Ao embarcar em turnê com esse repertório, passou a ser vaiado por fãs que queriam ouvir rock. Em 1962, ele encontrou os Beatles e retomou seus antigos hits. No ano seguinte, os Stones abriram seu show. Ele se tornou adorado pelo público britânico e chegou a ganhar um especial na TV, que, a perdido dos fãs, foi reprisado várias vezes. E em 1964 contratou um guitarrista chamado Jimi Hendrix para integrar sua banda. A carreira musical, porém, jamais retomou o sucesso original nos EUA. Para complicar, ele passou a enfrentar a ira de religiosos por ter trocado a música de Deus pela música do diabo. A conversão religiosa acabou prejudicando até sua identidade sexual. Ele chegou a casar (entre 1959 e 1963) e passou a vida tentando negar rumores de que era homossexual. De fato, disse que considerava a homossexualidade “contrária à natureza”, anos depois de confessar publicamente que era gay em 1995. Ele começou a aparecer mais na TV que no rádio a partir dos anos 1960. Chegou a participar até do programa de Pat Boone, além de encontrar os Monkees num especial. E de repente se descobriu ator, explodindo na nova carreira nos anos 1980. Após ser escalado num episódio de “Miami Vice”, teve seu primeiro grande papel cinematográfico na comédia “Um Vagabundo na Alta Roda” (1986) e ainda contribuiu com uma música inédita para a trilha sonora. Esta revitalização coincidiu com sua premiação no Grammy em 1988, quando se autodeclarou “o arquiteto do rock’n’roll!”, com a plateia aplaudindo de pé. Desde então, tornou-se convidado frequente de programas de TV, séries e filmes, conquistando novos fãs com seu “timing cômico único”. A lista de aparições inclui o blockbuster “O Último Grande Herói” (1993), com Arnold Schwarzenegger, e se encerra com “Um Chefe Muito Radical” (1998), produção estrelada pelo comediante Carrot Top. Além disso, em 2000, sua vida foi dramatizada num telefilme com seu nome, dirigido por Robert Townsend (“Ritmo & Blues – O Sonho do Sucesso”). Little Richard continuou excursionando e fazendo shows para plateias entusiasmadas até que as dores de quadril se tornaram insuportáveis. Ele anunciou a aposentadoria em 2013, mas ainda continuou saudado pelo público em aparições ocasionais. A última foi no ano passado, quando recebeu um prêmio pela carreira do governador do Tennessee, nos EUA. “Deus abençoe Little Richard, um dos meus maiores heróis musicais”, escreveu Ringo Starr, baterista dos Beatles, nas redes sociais. “Ele foi uma das minhas maiores inspirações na adolescência”, disse Mick Jagger, a voz dos Rolling Stones. “Quando fizemos uma turnê juntos, eu observei atentamente seus movimentos todas as noites, para saber como entreter e envolver o público, e ele generosamente ainda me deu conselhos. Ele contribuiu tanto para a música que eu vou sentir sua falta para sempre”, acrescentou. “Uma perda muito triste”, ecoou Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin. “As canções de Little Richard impulsionaram o rock’n’roll”.

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  • Filme,  Série

    A Lenda do Tesouro Perdido vai ganhar nova continuação e virar série

    9 de maio de 2020 /

    Os dois filmes da franquia “A Lenda do Tesouro Perdido” (National Treasure), estrelada por Nicolas Cage, vai ganhar uma nova continuação e ainda virar série da plataforma Disney+ (Disney Plus). O produtor Jerry Bruckheimer, responsável pelos filmes de 2004 e 2007, revelou que também está à frente das novas aventuras de Benjamin Gates, mas que a série vai trazer um elenco diferente, mais jovem que o visto nos cinemas. Entretanto, isso não significa a aposentadoria da versão de Cage. O ator vai voltar a viver seu combo de Indiana Jones e Robert Langdon num terceiro filme, que Bruckheimer afirma estar nos planos da Disney. “Nós estamos trabalhando em uma versão de “A Lenda do Tesouro Perdido” para streaming e outra para o cinema”, contou o produtor. “A produção do Disney+ (Disney Plus) tem um elenco muito mais jovem. É o mesmo conceito, mas com um elenco jovem. Já filme será com o mesmo grupo”, ele disse para o site Collider. “O longa está sendo escrito neste momento”, acrescentou Bruckheimer. O responsável pelo roteiro é Chris Bremner, de “Bad Boys Para Sempre”, e o diretor será o mesmo dos lançamentos anteriores, Jon Turtletaub. Além de Nicolas Cage, também devem voltar Diane Krueger e Justin Bartha, que acompanharam as duas primeiras aventuras de Benjamin Gates. A situação da série também está adiantada. “Já temos um roteiro para o piloto e um contorno dos outros episódios”, disse o produtor. A Disney ainda não fez anúncio de nenhuma das duas produções.

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  • Etc,  Filme

    Antonio Bolívar (1948 – 2020)

    9 de maio de 2020 /

    O ator colombiano Antonio Bolívar, que interpretou o xamã Karamakate no premiado filme “O Abraço da Serpente”, de Ciro Guerra, morreu de covid-19 aos 72 anos. Ele era um dos últimos membros da tribo indígena Huitoto e foi internado em Leticia, na Colômbia, na semana passada, com sintomas do novo coronavírus, vindo a falecer na sexta-feira da semana passada (1/5). Bolívar também foi tradutor de línguas indígenas, incluindo Tikuna e Cubeo, faladas entre os habitantes do Orinoco e da região amazônica. Como ator, ele ficou conhecido por sua participação em “O Abraço da Serpente”, premiado no Festival de Cannes em 2015 e indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Depois do filme, Bolívar retomou a parceria com Ciro Guerra na série da Netflix “Fronteira Verde”, lançada no ano passado.

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  • Filme

    Coprodução brasileira, O Traidor vence o “Oscar italiano”

    9 de maio de 2020 /

    A coprodução brasileira “O Traidor” (Il Traditore), que conta com a atriz Maria Fernanda Cândido em seu elenco, venceu o troféu David di Donatello, considerado o “Oscar do cinema italiano”, em cerimônia realizada na noite de sexta-feira (8/5). Dirigido pelo veterano Marco Bellocchio, o filme narra a história do mafioso Tommaso Buscetta, primeiro grande delator da máfia e que teve sua vida intimamente ligada ao Brasil, de onde foi extraditado duas vezes. “O Traidor” teve cenas filmadas no Rio, que foram produzidas pela empresa brasileira de cinema Gullane. Além do troféu de Melhor Filme, “O Traidor” venceu mais cinco prêmios, entre eles o de Melhor Direção, Melhor Ator para Pierfrancesco Favino (o intérprete de Buscetta) e melhor Ator Coadjuvante para Luigi Lo Cascio. Já o prêmio de Melhor Atriz ficou com Jasmine Trinca, pela atuação em “La Dea Fortuna”, de Ferzan Ozpetek. Os prêmios foram anunciados – mas não entregues fisicamente – durante uma cerimônia sem frescuras, realizada no horário nobre da emissora italiana RAI pelo apresentador Carlo Conti, em um estúdio vazio, com participações de artistas via videoconferência ao vivo. Até o presidente da Itália, Sergio Mattarella, enviou uma mensagem para o evento em que afirmou que “o cinema, como muitos grandes mestres italianos nos ensinaram, é a arte do sonho”. E que, “para reconstruir nosso país após a dramática epidemia, será necessário recuperar inspirações e, portanto, voltar a sonhar e fazer as pessoas sonharem”. A premiação serviu como um ritual de renascimento coletivo justamente quando as restrições locais de circulação, para contar a pandemia de coronavírus, começaram a ser eliminadas lentamente. “Meu desejo é que a comunidade cinematográfica italiana comece a trabalhar novamente”, disse Bellocchio, falando de sua casa. “Tenho 80 anos e também espero fazer mais alguns filmes”, acrescentou.

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  • Filme

    Neve Campbell negocia voltar à franquia de terror Pânico

    8 de maio de 2020 /

    Protagonista dos quatro filmes da franquia “Pânico”, a atriz Neve Campbell está negociando participar do quinto. “Eles me procuraram e estamos conversando”, disse a intérprete de Sidney ao site Rotten Tomatoes. “No momento, é difícil afirmar, por causa da covid, mas espero que possamos acertar todos os elementos para que isso aconteça”, completou a atriz. Grande sucesso dos anos 1990, “Pânico” teve seus quatro longas anteriores escritos por Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries”) e dirigidos por Wes Craven (criador de “A Hora do Pesadelo”). Mas Craven morreu em 2015 e não está envolvido na nova produção. Dois diretores assumirão seu lugar atrás das câmeras: Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que assinaram o recente terrir “Ready or Not”, lançado diretamente em VOD no Brasil com o título alternativo de “Casamento Sangrento”. “Eu estava apreensiva por fazer o filme sem Wes Craven, ele é o motivo pelo qual os filmes são o que são. Mas os diretores me escreveram uma carta adorável, elogiando o trabalho que fizemos, como Wes Craven é uma inspiração para eles e como realmente querem honrá-lo. Isso significou muito para mim”, explicou. Campbell ainda acrescentou: “Estou muito agradecida por esses filmes… eu amo Sidney Prescott. É sempre divertido para mim voltar a vivê-la, e é sempre divertido reencontrar o elenco e fazer um desses filmes novamente, especialmente tentar fazer outro filme bom.” Até essa entrevista, os detalhes do retorno da franquia eram escassos. A participação de Neve Campbell descarta as hipóteses de reboot e remake, apontando para mais uma continuação da história da sobrevivente Sidney Prescott, como todas as sequências anteriores no cinema. O filme original de 1996 revolucionou e rejuvenesceu o cinema de horror ao realizar uma abordagem geek do gênero, com humor cínico, metalinguagem e várias citações, sem abrir mão das matanças, da tensão, do suspense e das reviravoltas. Fez tanto sucesso que ganhou três sequências e uma série de televisão. Ainda não há data prevista para as filmagens ou mesmo de lançamento para o novo longa.

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  • Filme

    The Old Guard: Charlize Theron é guerreira imortal nas primeiras fotos da adaptação de quadrinhos

    7 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “The Old Guard”, novo filme de ação estrelado por Charlize Theron (“Velozes & Furiosos 8”) e inspirado por uma história em quadrinhos de mesmo nome. Na trama, Charlize vive Andy, uma guerreira imortal com mais de 6 mil anos de idade, que lutou em diversas guerras ao longo da história da humanidade. Ela lidera a “Velha Guarda”, um grupo de imortais que se dedica a desfazer injustiças ao redor do mundo. Mas está cansada, desgastada e desiludida por achar que não está atingindo o impacto positivo esperado. Até que descobre uma nova imortal, Nile Freeman (KiKi Layne, de “Se a Rua Beale Falasse”), e a chegada da “novata” é exatamente o que Andy precisava para recuperar a fé em sua missão. O elenco internacional ainda destaca o inglês Chiwetel Ejiofor (“Doutor Estranho”) como um agente da CIA obcecado por encontrar o grupo e descobrir a origem de seus poderes — que, por sinal, nem os próprios imortais conhecem – , além do holandês Marwan Kenzari (o Jafar do live-action de “Aladdin”), o italiano Luca Marinelli (“Martin Eden”), o belga Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), a inglesa Natacha Karam (“9-1-1: Lone Star), a vietnamita Van Veronica Ngo (“Bright”), o inglês Harry Melling (o Dudley da franquia “Harry Potter”) e a romena Anamaria Marinca (“Mars”). O roteiro é assinado pelo autor dos quadrinhos, Greg Rucka (autor também dos quadrinhos que inspiraram a série “Stumptown”). Já a direção está a cargo de Gina Prince-Bythewood (“Além dos Limites”). “The Old Guard” tem estreia marcada para o dia 10 de julho em streaming.

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  • Filme

    Blake Lively vai estrelar sci-fi apocalíptica na Netflix

    7 de maio de 2020 /

    A atriz Blake Lively (“Um Pequeno Favor”) será a protagonista de “Dark Days at the Magna Carta”, filme pós-apocalíptico da Netflix, que pode dar início a uma trilogia caso seja bem-sucedido. O filme acompanha uma mulher que toma medidas extremas para salvar a família após um acontecimento catastrófico – que não é uma pandemia, mas altera o mundo e provoca o isolamento das pessoas. A história foi escrita por Michael Paisley, um dos roteiristas de “The Witcher”. O jovem escritor de 26 anos teve a ideia da trama no ano passado e aproveitou a pausa no trabalho e o isolamento social para terminar o roteiro. Ele apresentou o projeto para a plataforma, que imediatamente demonstrou interesse e contatou o produtor Shawn Levy, responsável por “Stranger Things”. Agora, Levy vai coproduzir “Dark Days at the Magna Carta” com Lively. As filmagens vão começar assim que for seguro voltar aos sets, após a superação do pior da pandemia do novo coronavírus.

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  • Filme

    Ball and Chain: Dwayne Johnson e Emily Blunt vão bisar parceria em adaptação de quadrinhos

    7 de maio de 2020 /

    Dwayne Johnson e Emily Blunt vão fazer seu segundo filme juntos. Eles repetirão a parceria do vindouro “Jungle Cruise” (um dos próximos lançamentos da Disney) em “Ball and Chain”, adaptação dos quadrinhos independentes lançados em 1999 com textos de Scott Lobdell e desenhos de Alé Garcia e Richard Bennett. O curioso é que os dois filmes mostrarão os atores em relacionamentos com dinâmicas similares. Primeiro, eles se irritam mutuamente, mas depois precisam aprender a conviver para chegar ao final feliz. Antiga gíria americana para marido e mulher presos num casamento, “Ball and Chain” materializa a expressão, na forma de um casal que cansou de se sentir acorrentado e quer se separar, mas tem seus planos atropelados pelo destino. A queda de um meteoro lhes dá superpoderes, mas eles só funcionam quando os dois entram em harmonia. Por isso, precisam deixar suas diferenças de lado para aprender a lidar com a situação totalmente nova. A adaptação foi escrita por Emily V. Gordon (indicada ao Oscar pelo roteiro de “Doentes de Amor”) e o filme será produzido por Kevin Misher, responsável por deslanchar a carreira cinematográfica de Johnson com o filme “O Escorpião Rei” (2002). O projeto foi apresentado ao mercado sem um estúdio definido, mas a Netflix já estaria mega-interessada, segundo o site Deadline. Por causa da pandemia do novo coronavírus, não há previsão para “Ball and Chain” começar a ser filmado. Veja abaixo as capas da minissérie original, que foi publicada em quatro edições de quadrinhos nos EUA.

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  • Filme

    Diretora de Torre das Donzelas prepara filme sobre Fernanda Young

    7 de maio de 2020 /

    A vida da roteirista e apresentadora Fernanda Young, criadora de várias séries de sucesso, como “Os Normais”, “Como Aproveitar o Fim do Mundo” e a recente “Shippados”, vai virar filme. A diretora e roteirista Susanna Lira (“Torre das Donzelas”) prepara um longa sobre a artista, que morreu em agosto passado, aos 49 anos. No site da produtora da cineasta, Modo Operante, o filme é descrito como um documentário, especialidade de Susanna Lira – que também já trabalhou com ficção, como criadora da série “Rotas do Ódio”. Chamado de “Tudo o que Você Não Soube sobre FY”, o longa tem seu título inspirado pelo sétimo livro escrito por Fernanda. Curiosamente, “Tudo o que Você Não Soube” não é uma biografia, mas um relato, em primeira pessoa, de uma mulher que escreve para seu pai, que ela não vê há muito tempo e que está à beira da morte, contando sobre sua vida, aflições e piores segredos, tudo nos mínimos detalhes. Não há outras informações sobre o projeto.

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    Foto dos bastidores de Avatar 2 mostra James Cameron dirigindo cena aquática

    6 de maio de 2020 /

    O produtor Jon Landau compartilhou uma nova imagem dos bastidores das gravações de “Avatar 2”. Depois de divulgar uma foto em que aparecia ao lado da atriz Sigourney Weaver, ele postou uma imagem que mostra o diretor James Cameron dando instruções para os atores durante o registro de uma cena debaixo d’água. Confira abaixo. Apesar da proliferação de fotos da produção, os trabalhos nos novos filmes de “Avatar” estão paralisados por causa da pandemia do coronavírus. Por enquanto, não há previsão de quando as gravações serão retomadas, mas isso pode acontecer antes de outros projetos cinematográficos, porque a Nova Zelândia, onde parte da produção está sendo realizada, é um dos países menos afetados pela crise sanitária. Com direção de James Cameron, “Avatar 2” contará com o retorno da maioria dos atores do filme de 2009 – Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald – e ainda terá muitas novidades em seu elenco, como Kate Winslet (voltando a trabalhar com o diretor após “Titanic”), Edie Falco (“Nurse Jackie), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e possivelmente Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). Lançado em 2009, o primeiro “Avatar” foi a maior bilheteria de todos os tempos durante dez anos, tendo arrecadado US$ 2,7 bilhões em todo o mundo – até ser ultrapassado em 2019 por “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões). “Avatar 2” tem sua estreia marcada para dezembro de 2021, agora com produção da Disney, que comprou a Fox. O filme começou a ser rodado em setembro passado, simultaneamente com sua sequência, “Avatar 3”, que tem previsão de lançamento para dezembro de 2023. Ver essa foto no Instagram A behind the scenes still of Jim giving the actors direction before they dive underwater to capture performances for a scene from the Avatar sequels. What is the white stuff on the water surface? They are small white balls that are needed to prevent the lights from above contaminating the performance capture system below… while still allowing anyone below to surface safely through them should the need arise. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 6 de Mai, 2020 às 9:15 PDT

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