Filha de Dwayne Johnson não acredita que ele é Maui no desenho de Moana
O ator Dwayne “The Rock” Johnson publicou um vídeo superfofo em seu Instagram, em que tenta convencer sua filha Tiana “Tia” Johnson, de dois anos de idade, de que é a voz de Maui, personagem favorito da menina na animação “Moana”. Mas se frustra, porque ela se recusa a crer na “lenda urbana que seu pai é realmente Maui”. Para provar que dublou mesmo o desenho, ele canta um trecho de “You’re Welcome”, música do personagem. Sem resultado. “A esta altura, também é pura especulação que seu pai seja The Rock”, ele acrescentou na legenda do vídeo. Em “Moana – Um Mar de Aventuras”, Maui é um semideus heroico que se junta à protagonista adolescente (dublada pela havaiana Auli’i Cravalho) numa jornada cheia de perigos no Pacífico Sul. No caminho, eles encontram criaturas marinhas, mundos submersos e uma antiga cultura. O filme de 2016 foi dirigido por Ron Clements e John Musker (dupla de “A Pequena Sereia”, “Aladdin” e “A Princesa e o Sapo”) e disputou o Oscar de Melhor Animação – mas perdeu a estatueta para “Zootopia”, também produzido pela Disney. Ver essa foto no Instagram Never mind. She still refuses to believe the urban legend that her daddy is actually, Maui. At this rate it’s even pure speculation that her daddy is also The Rock. I’ll happily take these L’s and laugh as long as I get my daddy/daughter bond 😆💪🏾❤️ #3000timesandcounting Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 26 de Mai, 2020 às 12:14 PDT
Quentin Tarantino diz que A Rede Social foi o melhor filme da década
O diretor Quentin Tarantino afirmou que “A Rede Social” (2010), dramatização da criação do Facebook, dirigido David Fincher, foi o melhor filme da última década. A declaração foi feita durante entrevista ao site da revista francesa Premiere. “Sem dúvidas, ‘A Rede Social’… é o número 1 porque é o melhor, é isso. Destrói a concorrência”. Lançado em 2010, “A Rede Social” recebeu oito indicações ao Oscar e venceu os prêmios de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Montagem.
Netflix compra um dos cinemas mais famosos de Hollywood
É oficial: a Netflix é a nova proprietária do Egyptian Theatre, um dos “palácios de cinema” mais antigos de Hollywood. O preço de venda não foi divulgado, mas o acordo permite ao ex-proprietário, a American Cinematheque (Cinemateca Americana), continuar a programar o cinema histórico nos fins de semana, após a superação da pandemia de coronavírus. Localizado no coração de Hollywood, mais exatamente no número 6706 da Hollywood Boulevard, o cinema foi inaugurado em 1922 e serviu de palco para a primeira première hollywoodiana, com o lançamento de “Robin Hood” (1922), estrelada por Douglas Fairbanks. Concebido pelo artista Sid Grauman e pelo desenvolvedor imobiliário Charles E. Toberman, o “cinema egípcio” acabou servindo de modelo para o lançamento do “cinema chinês” na mesma avenida. Inaugurado por Grauman em 1928, o Chinese Theater acabou se tornando mais popular, graças à sua calçada com a impressão de mãos e pés de astros famosos – costume que teria começado por acidente durante a construção. O Egyptian Theatre foi adquirido pela organização cultural American Cinematheque em 1998, após passar seis anos fechado durante um período de decadência da região de Hollywood. Há uma ironia na aquisição, porque ao restaurar o cinema nos anos 1990, a Cinematheque dividiu a grande sala original em duas, batizando o espaço menor de sala Steven Spielberg. É o nome do célebre diretor que se manifestou contra a participação dos filmes da Netflix na disputa pelo Oscar deste ano. A Netflix pretende agora usar o local para realizar as premières dos filmes que pretende lançar na disputa das próximas edições do Oscar. Por sinal, a ideia de comprar o Egyptian surgiu, justamente, da experiência positiva da plataforma com a première de “Roma” no local. O filme de Alfonso Cuarón acabou vencendo quatro Oscars – o fato que teria incomodado Spielberg. Além das premières, a Netflix vai programar exibições e eventos especiais, de segunda a quinta, em seu espaço físico. “A American Cinematheque teve a honra de trazer de volta à vida Egyptian Theatre em 1998, e, juntamente com a Netflix, estamos entusiasmados em continuar essa administração, restaurando-a mais uma vez para uma nova geração de fãs de cinema assistirem filmes na tela grande”, disse o presidente da American Cinematheque, Rick Nicita, em comunicado sobre o negócio. A venda levou mais de um ano para ser finalizada, pois a Cinematheque é uma organização sem fins lucrativos, que comprou o marco histórico por um preço simbólico (US$ 1) da agora extinta Autoridade de Reconstrução de Los Angeles. Posteriormente, a organização investiu quase US$ 13 milhões para restaurar o antigo palácio do cinema. “O amor pelo cinema é inseparável da história e da identidade de Los Angeles”, acrescentou o prefeito Eric Garcetti, em nota oficial. “Estamos trabalhando para o dia em que o público possa retornar aos cinemas – e essa parceria extraordinária preservará uma parte importante de nossa herança cultural que poderá ser compartilhada nos próximos anos.” Além de assumir a programação dos dias de semana, a Netflix investirá na renovação do espaço exibidor. “O Egyptian Theatre é uma parte incrível da história de Hollywood e é apreciado pela comunidade cinematográfica de Los Angeles há quase um século”, disse Scott Stuber, chefe da divisão de filmes da Netflix. “Estamos ansiosos para expandir sua programação de maneiras que beneficiem tanto os amantes do cinema quanto a comunidade de Hollywood”.
Ryan Gosling será o novo lobisomem da Universal
O ator Ryan Gosling (“La La Land”) vai estrelar a nova versão de “O Lobisomem”, um dos clássicos de terror que a Universal pretende reciclar, após o sucesso atingido neste ano por “O Homem Invisível”. O próprio ator concebeu o projeto, que foi roteirizado por Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo (ambas roteiristas da série “Orange Is the New Black”). A primeira é casada com o produtor Jason Blum, dono do estúdio Blumhouse, que vai desenvolver o filme para a Universal. Segundo os sites The Hollywood Reporter e Variety, a história teria um clima de “Rede de Intrigas” (1976) e “O Abutre” (2014). A relação com clássicos que criticam o sensacionalismo televisivo teria a ver com o fato de o personagem principal ser o apresentador de um telejornal. Seria, portanto, uma reinvenção completa, ao estilo de “O Homem Invisível”, uma vez que o original de 1941, estrelado por Lon Chaney Jr., e o remake de 2010, com Benicio del Toro, não tinham nada a ver com televisão. Em vez disso, contavam a história de um homem cético que, ao voltar à sua terra natal, era mordido por uma criatura lendária e começava a se transformar. Também de acordo com a imprensa americana, o diretor Cory Finley é considerado um dos principais candidatos para comandar o filme, devido à boa recepção de seu trabalho no teledrama da HBO “Má Educação”, lançado em abril. A certa altura, o próprio Gosling teria sido sondado para a função. Mas o grande detalhe é que, apesar de estar à frente do projeto, o astro ainda precisa assinar o contrato para estrelar o filme. Por conta disso – e da pandemia de covid-19 – , a data para o início da produção ainda não foi divulgada.
Josh Gad, voz de Olaf, revela que sua família não aguenta mais o personagem
Josh Gad, que dá voz ao boneco de neve Olaf em “Frozen”, contou que sua família já não aguenta mais o personagem. Ao participar do programa britânico de entrevistas “Graham Norton Show”, Gad contou que suas filhas já passaram da fase de gostar do Olaf e agora queriam “que a Moana fosse o pai delas”. Em meio à overdose de Olaf, acentuada pelo lançamento de uma série animada que ele tem dublado em casa, durante a pandemia de covid-19, o ator ainda recebeu um boneco gigantesco do personagem – algo que, segundo ele, não agradou sua esposa. Gad contou que, para evitar um divórcio, precisou “esconder” a estátua no seu escritório. “Quando isso chegou, veio numa arca saída direto de ‘Caçadores da Arca Perdida’”, brincou. Mesmo assim, o ator garante que Olaf “não irá sumir tão cedo assim” já que, como disse para as filhas, é quem paga as escolas e suas queijadinha favoritas. A cada duas semanas, a Disney disponibiliza um curta novo do personagem no YouTube. Veja a entrevista abaixo.
Documentário da ESPN sobre Bruce Lee ganha trailer
A ESPN Films, divisão de filmes do canal esportivo da Disney, divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Be Water”, documentário sobre a vida e a carreira de Bruce Lee. Exibido no Festival de Sundance e com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o filme traz diversas imagens raras de Bruce Lee, desde filmes caseiros, cenas de cinema e entrevistas televisivas, que acompanham depoimentos de colegas, alunos e familiares, além de textos que ele escreveu. “Be Water” mostra como Bruce Lee foi inicialmente rejeitado por Hollywood, optando por retornar para Hong Kong para realizar quatro filmes de artes marciais a seu modo. Paralelamente, o documentário examina os problemas da indústria audiovisual em relação à representação asiática, que impediu o maior mestre do kung fu de ser aceito como astro de filmes de ação nos EUA. A direção é de Bao Nguyen, que anteriormente fez o documentário “Live from New York”, sobre quatro décadas do programa humorístico “Saturday Night Live”. O filme vai estrear em 7 de junho no canal pago americano ESPN, mas ainda não há previsão para sua exibição no Brasil.
MIS comemora 50 anos com programação especial online
O Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo celebra 50 anos de existência nesta sexta (29/5). Mas embora a data não possa ser devidamente comemorada no próprio espaço do MIS, devido à crise sanitária criada pela pandemia de covid-19, ela não foi esquecida. Estão previstas diversas atividades online. Com sede no Jardim Europa, um dos bairros mais ricos de São Paulo, a instituição foi fundada em 1970 com o objetivo de conservar a memória audiovisual, preservando material de interesse artístico, histórico, sociológico e cultural. No acervo há fotografias, filmes, artes gráficas, discos, vídeos e equipamentos, refletindo a diversidade de manifestações e a própria evolução das formas de captação, produção e suporte da imagem ao longo de meio século. Além da conservação desse material, o MIS tem promovido oficinas e exposições. Entre julho de 2014 e janeiro de 2015, a mostra sobre o “Castelo Rá-Tim-Bum” – que trazia os cenários, figurinos e outras lembranças do programa televisivo infantil – recebeu 410 mil pessoas e foi a exposição mais visitada da história do museu, superando outros sucessos, como exposições dedicadas aos diretores de cinema Tim Burton e Alfred Hitchocock, ao apresentador Sílvio Santos e aos cantores David Bowie e Renato Russo. Como parte da programação comemorativa dos 50 anos, celebrações virtuais terão início com um bate-papo às 20h sobre o “Castelo-Rá-Tim-Bum”, que contará com a participação de parte do elenco da série, como Pascoal da Conceição, o Dr. Abobrinha, e Angela Dip, a Penélope. A mediação será de André Sturm, curador da exposição e ex-diretor do MIS, com transmissão pelo canal do MIS no Youtube. No sábado, o canal disponibilizará o curta-metragem “Nasce o MIS”, dirigido por Eduardo Leone, em 1970. O filme foi feito para a inauguração da instituição e reflete sobre a criação do museu em paralelo com as transformações da cidade de São Paulo e os avanços tecnológicos para suporte de imagem e som – há 50 anos. Em parceria com a plataforma Google Arts & Culture, também foi disponibilizada a mostra Moventes, em que a pesquisadora Valquíria Prates apresenta os resultados de uma investigação poética no acervo do MIS. Podem ser vistos vídeos e fotografias de artistas consagrados, como Sebastião Salgado e Helena Tassara.
Continuação de Sonic terá diretor e roteiristas do primeiro filme
A Paramount vai produzir a continuação de “Sonic: O Filme”, último blockbuster mundial antes da pandemia de coronavírus. Lançado em fevereiro passado, o filme faturou US$ 306 milhões antes dos cinemas fecharem em todo o mundo e bateu o recorde de maior bilheteria de estreia de uma adaptação de videogame (com US$ 58 milhões) na América do Norte. Segundo apurou a revista Variety, a sequência voltará a contar com o diretor Jeff Fowler à frente do projeto, e também com os roteiristas do primeiro filme, Pat Casey e Josh Miller. Até o momento, não há previsão para o início das filmagens nem informações sobre o retorno do elenco, incluindo a participação de Jim Carrey como o vilão Dr. Robotnik/Eggman.
Novo Planeta dos Macacos já iniciou trabalhos de pré-produção
O próximo filme passado no universo do “Planeta dos Macacos” já começou a ser desenvolvido. Contratado para assumir o projeto em dezembro, o diretor Wes Ball (da franquia “Maze Runner”) revelou, em entrevista ao site Discussing Film, que o primeiro “Planeta dos Macacos” da Disney iniciou trabalhos de pré-produção e seu roteiro está avançando, escrito por Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”). “Estamos seguindo em frente e temos um time de artes gigante trabalhando em artes conceituais incríveis. Temos um roteiro em produção, que vai levar o tempo que for preciso para que seja muito bom. ‘Planeta dos Macacos’ está acontecendo, baby! Não apenas isso, mas poderemos começar a produção virtual relativamente logo, porque será, em grande parte, um filme feito em computação gráfica.” O diretor frisou que é fã dos filmes mais recentes da franquia, ressaltando que é importante honrá-los, mesmo que o novo filme não seja uma continuação direta. “Esses últimos três filmes completam uma das grandes trilogias que temos na história do cinema moderno. Eles são muito bem feitos. Eles honraram os originais, os filmes com Charlton Heston, mas se baseiam em uma sensibilidade moderna e isso simplesmente funcionou. Cesar é um dos maiores personagens que de todos os tempos. Então, como você dá continuidade a isso? Ao mesmo tempo, não estava interessado em fazer uma parte 4. Também queremos fazer uma coisa nossa.” Por fim, o cineasta revelou que parte da equipe responsável pela trilogia anterior estará de volta para o novo longa: “Nós temos uma abordagem. Temos uma forma de permanecer no universo que foi criado antes de nós, mas também estamos nos abrindo para fazer alguma coisa nova e realmente legal. Novamente, estou tentando ser cuidadoso aqui. Vou dizer para os fãs dos três originais não se preocuparem: vocês estão em boas mãos. Os roteiristas e produtores originais de ‘A Origem’, Rick Jaffa e Amanda Silver, também estão nessa. Josh Friedman está escrevendo e muito da equipe anterior está envolvida. A ideia é nos sentir como parte daquela trilogia, ao mesmo tempo em que poderemos fazer algo realmente novo e bacana. Será realmente animador ver esse filme nas maiores telas possíveis.” Baseado no romance sci-fi homônimo de Pierre Boulle, a primeiro “Planeta dos Macacos” chegou aos cinemas em 1968. Devido ao sucesso na bilheteria, o longa gerou quatro sequências, duas séries (uma delas animada), quadrinhos e um reboot dirigido por Tim Burton em 2001, que fracassou nas bilheterias. O sucesso só foi retomado com “Planeta dos Macacos: A Origem”, que gerou a trilogia completada por “Planeta dos Macacos: O Confronto” e “Planeta dos Macacos: A Guerra”, em que Andy Serkis deu vida a César, o primeiro macaco falante da Terra. O novo filme da franquia ainda não tem data para chegar aos cinemas.
Doze É Demais: Elenco original revive cenas da comédia “clássica” de 2003
O elenco quase completo da comédia “Doze É Demais”, uma Sessão da Tarde muito popular de 2003, reviveu seus papéis para uma homenagem à produção e também para alegrar os fãs que estão em isolamento social. “Surpresa! Da família Baker para a sua. Estamos todos juntos nisso”, escreveu a atriz Bonnie Hunt, a “mãe” da família, ao postar no Twitter o vídeo, em que cada ator recria uma cena de seu personagem no filme. O mais divertido é ver como as crianças cresceram, e como os adultos parecem mais jovens. Além de Hunt, participaram do “revival” os atores Hilary Duff, Alyson Stoner, Piper Perabo, Blake Woodruff, Kevin G. Schmidt, Jonathan Jacob, Forrest Landis, e os gêmeos Brent e Shane Kinsman. Os irmãos são os mais jovens, e tinham cinco anos quando o filme foi feito. Já Hilary Duff ainda era uma a estrelinha adolescente da Disney com 15 anos. Ficaram de fora da recriação o patriarca vivido por Steve Martin e o filho mais velho, interpretado por Tom Welling. Para quem não lembra da história, “Doze É Demais” contava a história da numerosa família Baker, que se muda para Illinois após o patriarca Tom (Martin) ser contratado para treinar um time de futebol americano na cidade. As coisas se complicam quando sua esposa Kate (Hunt) parte em uma turnê para promover seu novo livro, deixando-o sozinho para lidar com sua dúzia completa de filhos. Dirigido por Shawn Levy (hoje produtor de “Stranger Things”), o filme era remake de uma produção de 1950 – batizada de “Papai Batuta” no Brasil. A refilmagem foi destruída pela crítica da época (só 25% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas fez bastante sucesso nos cinemas, a ponto de ganhar uma continuação em 2005 (com míseros 5% no Rotten Tomatoes), que ninguém lembra ou faz questão de esquecer. Surprise! From the Baker family to yours. We are all in this together. ❤️👨👩👧👦 #wearefamilyHelp feed families with us: https://t.co/seTtTMoi0Y@NoKidHungry pic.twitter.com/zdNFiV86Jo — Bonnie Hunt (@BonnieHunt_real) May 27, 2020
Cate Blanchett é confirmada na adaptação do game Borderlands
O estúdio Lionsgate oficializou a escalação de Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) como estrela da adaptação do game “Borderlands”. A notícia de que a atriz negociava participar do filme vazou no começo de maio, mas ela estava sendo sondada para mais duas produções e ainda não tinha definido qual estrelaria. O anúncio da Lionsgate também confirmou que ela vai interpretar a protagonista Lilith, uma ladra com poderes extraordinários. A filmagem vai voltar a reunir a atriz com o diretor Eli Roth. Os dois já trabalharam juntos no filme “O Mistério do Relógio na Parede”, de 2018. Lançado em 2009, “Borderlands” se passa em um planeta chamado Pandora, que foi explorado por uma mega-corporação e, após ser abandonado, se tornou uma terra sem lei à la “Mad Max”. No jogo original, Lilith pertence a uma espécie de “sereias” com poderes especiais, capaz de manipular o tempo-espaço. Ela era um dos quatro “Caçadores de Relíquias” que viajam até Pandora para encontrar um cofre alienígena, que, segundo boatos, contém tecnologia avançada. Só que, para atingir seu objetivo, os caçadores precisam lutar contra a fauna local e a população de bandidos, além de tentar impedir que o chefe de um exército particular alcance o cofre primeiro. A franquia teve três jogos principais e dois derivados. O título mais recente é “Borderlands 3”, lançado em 2019 para PC, Xbox One e PlayStation 4. Devido à pandemia de coronavírus, não há previsão para o começo das filmagens ou para a estreia.
Príncipes viram super-heróis em trailer de filme da Disney+ (Disney Plus)
A Disney divulgou o primeiro trailer de “Secret Society of Second Born Royals”, que vai mostrar os primeiros príncipes negros do estúdio num filme live-action. A prévia também revela que o longa, produzido para a plataforma de streaming do estúdio, transforma os príncipes em super-heróis. A premissa lembra um brainstorm publicitário, como se a Disney tivesse reunido um comitê para criar um filme que juntasse as características de seus maiores sucessos comerciais – suas linhas de princesas encantadas e seus super-heróis da Marvel. “Realeza durante o dia e herói nas noites”, resume um dos personagens, vivido por Niles Fitch (a versão adolescente de Randall em “This Is Us”). Ele é o intérprete do príncipe Tuma, um dos príncipes negros da produção. Faly Rakotohavana (“A Casa de Raven”) e, em papel menor, Jadiel Dowlin (“Ana e Os Robôs”) são outros nobres de melanina acentuada no filme, respectivamente os príncipes Matteo e Bryson. O elenco ainda inclui jovens talentos como Peyton Elizabeth Lee (a “Andi Mack”), Ashley Liao (“Fuller House”) e a australiana Olivia Deeble (da novela “Home and Away”) como princesas, enquanto Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”) vive um dos professores e Elodie Yung (a Elektra de “Demolidor”) aparece como rainha. A trama acompanha um programa de treinamento especial para jovens membros de famílias reais, que assumem a missão de salvar o mundo com seus super-poderes genéticos. Nessa fantasia, todo segundo filho real nasce super-poderoso (ou, se fosse uma produção da Marvel, mutante), e deve aprender a usar seus dons para manter seus reinos protegidos de amaças – e supervilões, pelo visto no vídeo. “Secret Society of Second Born Royals” foi escrito por Alex Litvak (“Predadores”) e Andrew Green (“Hannah Montana”) e tem direção de Anna Mastro (da série “The Bold Type”). A estreia vai acontecer em 17 de julho, exclusivamente na Disney+ (Disney Plus), que ainda não se encontra disponível no Brasil.
Kalani: Apple lança documentário sobre surfista brasileiro das ondas gigantes
A Apple TV+ disponibilizou na terça (26/5) em seu serviço de streaming o documentário em curta-metragem “Kalani – Gift from Heaven”, que registra os feitos do brasileiro Kalani Lattanzi em seus desafios às maiores ondas do mundo. Ele é um surfista sem prancha, que pratica o bodysurf, nadando em ondas gigantescas que até “até os peixes tem medo” de encarar, como explica o trailer abaixo. Captadas ao longo dos últimos três anos, as filmagens mostram Kalani no Brasil e Portugal, com cenas inéditas das suas sessões de bodysurf nas ondas de Nazaré – um dos maiores picos do mundo do surfe. “Fiquei muito feliz em protagonizar essas imagens e poder compartilhar tantos momentos incríveis no mar”, conta Kalani sobre a produção, que conta com participação de outros grandes nomes do esporte, como Carlos Burle, Lucas Chumbo, Maya Gabeira, Garrett McNamara, Andrew Cotton, Ross Clarke-Jones, Hugo Vau, Dudu Pedra e João Zik. Produção portuguesa dirigida por Nuno Dias, o filme de 25 minutos estreou em novembro do ano passado em Portugal e a expectativa do atleta era lançá-lo nos cinemas do Rio de Janeiro no começo de 2020, especialmente em Niterói, cidade em que cresceu, mas a pandemia do coronavírus mudou os planos. Ao menos, o curta chegou ao público.












