Lifetime anuncia primeiro filme gay de Natal
O canal pago americano Lifetime anunciou nesta segunda (3/8) a produção do primeiro filme com temática de Natal a contar uma história de amor LGBTQIA+. Intitulado “The Christmas Set Up”, o telefilme está em processo de seleção do elenco, mas a produção já está programada para começar em agosto. A trama vai acompanhar um advogado de Nova York que se reconecta com um velho amigo do colégio, que era sua paixão secreta na escola, enquanto passa o feriado de fim de ano com sua mãe em Milwaukee. No ano passado, o canal exibiu um beijo gay no natalino “Twinkle All the Way”, trocado pelos atores Brian Sills e Mark Ghanimé (juntos na foto acima). Agora, o Lifetime reforça seu compromisso com a representação LGBTQIA+ ao colocar um romance gay no centro da trama.
Festival de Telluride divulga relação de filmes de edição cancelada
Assim como fez o Festival de Cannes, a organização do Festival de Telluride, que aconteceria entre os dias 3 e 7 de setembro no estado do Colorado, nos Estados Unidos, anunciou a seleção dos filmes que seriam exibidos no evento, cancelado em virtude da pandemia de covid-19. Como algumas obras não foram selecionadas para outros festivais, a diretora-executiva do evento de Telluride, Julie Huntsinger, afirmou que divulgar as escolhas se tornou uma necessidade artística. Trata-se de uma reviravolta em relação ao costume dos organizadores, que até então mantinham seus títulos em segredo até a véspera das exibições. Huntsinger e sua equipe chegaram a discutir alternativas para a realização do festival de uma maneira segura, incluindo exibições ao ar livre e com distanciamento social, mas o distrito escolar local solicitou aos organizadores que suas instalações não fossem utilizadas, inviabilizando qualquer alternativa. Apesar de menos conhecido do que os festivais de Cannes, Veneza e Toronto, Telluride tem sido importante para a chamada “temporada do Oscar”, quando os estúdios apresentam seus filmes buscando criar burburinho para a premiação. Os que conseguem aprovação da crítica nestes eventos passam a estrelar campanhas de marketing ferrenhas. A repercussão em Telluride foi vital, por exemplo, para o Oscar de “O Parasita” neste ano, além de ter dado fôlego para as indicações de “Dois Papas”, até então ignorado pela crítica. Embora não seja uma mostra competitiva, com prêmios para os melhores trabalhos, o festival presta homenagens anuais a artistas, por meio do troféu Silver Medallion. Os homenageados deste ano seriam os atores Anthony Hopkins e Kate Winslet, que estariam presentes com seus novos filmes, “The Father” e “Ammonite”, respectivamente, além da diretora Chloé Zhao, que lançaria “Nomadland” (foto acima, com Frances McDormand). Confira abaixo a seleção completa de filmes da edição cancelada do Festival de Telluride. “After Love” (Reino Unido), de Aleem Khan “All In: The Fight for Democracy” (EUA), de Liz Garbus e Lisa Cortés “The Alpinist” (EUA), de Peter Mortimer e Nick Rosen “Ammonite” (Reino Unido), de Francis Lee “Andrey Tarkovsky. A Cinema Prayer” (Itália, Rússia e Suécia), de Andrey A. Tarkovsky “Apples” (Grécia, Polônia e Eslovênia), de Christos Nikou “The Automat” (EUA), de Lisa Hurwitz “The Bee Gees: How Can You Mend a Broken Heart” (EUA), de Frank Marshall “Charlatan” (República Tcheca, Irlanda, Polônia e Eslováquia), de Agnieszka Holland “Concrete Cowboy” (EUA), de Ricky Staub “Dear Mr. Brody” (EUA), de Keith Maitland “The Duke” (Reino Unido), de Roger Michell “The Father” (Reino Unido e França), de Florian Zeller “Fireball: Visitors From Darker Worlds” (EUA e Reino Unido), de Werner Herzog e Clive Oppenheimer “Ibrahim” (França), de Samir Guesmi “Mainstream” (EUA), de Gia Coppola “Mandibules” (França), de Quentin Dupieux “MLK/FBI” (EUA), de Sam Pollard “The Most Beautiful Boy in the World” (Suécia), de Kristina Lindström, Kristian Petri “Never Gonna Snow Again” (Alemanha e Polônia), de Ma?gorzata Szumowska e Micha? Englert “Nomadland” (EUA), de Chloé Zhao “Notturno” (Itália, França e Alemanha), de Gianfranco Rosi “Pray Away” (EUA), de Kristine Stolakis “There Is No Evil” (Irã e Alemanha), de Mohammad Rasoulof “To the Moon” (Irlanda), de Tadhg O’Sullivan “Torn” (EUA), de Max Lowe “The Truffle Hunters” (EUA, Itália e Grécia), de Michael Dweck e Gregory Kershaw “Truman & Tennessee: An Intimate Conversation” (EUA), de Lisa Immordino Vreeland “The Way I See It” (EUA), de Dawn Porter
Inédito no Brasil, filme de Beyoncé inspira arte e até polêmica no país
O novo “álbum visual” de Beyoncé é um fenômeno paradoxal no Brasil. Filme mais falado por brasileiros no último fim de semana, “Black Is King” não foi lançado oficialmente no país. Mesmo assim, a produção inspirou muitos brasileiros. O artista Atila Britto, por exemplo, criou uma “versão nacional” da obra, numa ilustração (acima) em que Beyoncé aparece cercada por artistas como IZA, Preta Gil, Camila Pitanga, Taís Araujo, Cris Vianna, Aline Dias e até a vencedora do BBB Thelma Assis, entre outras. A maioria dos fãs de Beyoncé, porém, apenas compartilhou sua “opinião” sobre o trabalho inovador da cantora, disponibilizado na plataforma americana Disney+ (Disney Plus). Mas nem todas as vozes tiveram tom de exaltação. A exceção, escrita pela antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz, foi publicada no jornal Folha de S. Paulo e chegou a gerar grande repercussão, rendendo seus próprios comentários nas redes sociais. A ira se deve principalmente à edição do texto, que contou com título e subtítulo infelizes, buscando fomentar polêmica sobre uma suposta alienação da cantora. De cara, o título afirma que “Beyoncé erra ao glamorizar negritude com estampa de oncinha” e o subtítulo emenda: “Diva pop precisa entender que a luta antirracista não se faz só com pompa, artifício hollywoodiano, brilho e cristal”. Não é difícil entender porque este texto causou revolta. Schwarcz é uma mulher branca, que parece querer ensinar como se faz “a luta antirracista”, reclama das “imagens estereotipadas” e conclui que Beyoncé deve “sair um pouco da sua sala de jantar” para falar sobre História. A cantora IZA não conseguiu se conter e escreveu nas redes sociais. “Lilia Schwarcz, meu anjo, quem precisa entender SOU EU. Eu preciso entender que privilégio é esse que te faz pensar que você tem uma autoridade para ensinar uma mulher negra como ela deve, ou não, falar sobre seu povo. Se eu fosse você (valeu Deus) estaria com vergonha agora. MELHORE!”, publicou, revoltada. A jornalista e humorista Maíra Azevedo, também conhecida como Tia Ma, também não deixou o artigo passar batido. “O erro é uma mulher branca acreditar que pode dizer a uma mulher preta como ela pode contar a história e narrar a sua ancestralidade. A branquitude acostumou a ter a negritude como objeto de estudo e segue crendo que pode nos dizer o que falar sobre nossas narrativas e trajetórias”, reclamou em seu Instagram. Ela segue: “Lilia é uma historiadora, pesquisa sobre escravidão, mas está longe de sentir na pele o que é ser uma mulher preta. Beyoncé, do alto da sua realeza no mundo pop, nunca deixar de ser negra, mesmo sentada no trono em sua sala de estar. A branquitude segue acreditando que pode nos ensinar a contar nossa própria história. Enquanto todas as pessoas negras se emocionam, se reconhecem e se identificam, a branca aliada diz que Beyoncé deixa a desejar! É isso! No final, nós por nós e falando por nós! Como diz um provérbio africano: “enquanto os leões não contarem suas próprias histórias, os caçadores seguirão sendo vistos como heróis”… E aqui, quando a gente conta, dramatiza e sonoriza, querem apontar o roteiro! Parem! Estamos no comando das nossas narrativas!”. Aline Ramos também escreveu sobre a polêmica em sua coluna no UOL. “É importante que você saiba que Lilia é uma mulher branca. Reforço esse ponto porque a antropóloga relembra o fato de Beyoncé ser uma mulher negra o tempo todo em seu texto. Não são apenas pessoas negras que devem criticar ou analisar o trabalho de Beyoncé. Não acredito que seja necessário um ‘lugar de fala’ para isso. Mas quando uma mulher branca diz como uma mulher negra deve lutar contra o racismo, isso nada mais é do que racismo”, apontou. A jornalista continua: “Estamos cansados não só da violência policial, mas de sermos submetidos a imagens de violência todo tempo. Fazer sorrir, sonhar e gerar esperança também é papel da arte. ‘Black is King’ é importante em qualquer tempo, principalmente no presente. E espero que surjam mais Beyoncés contando histórias bonitas e lúdicas. O desdém só nos prova isso”. E ainda reflete: “Cobrar Beyoncé por mais ativismo antirracista e não fazer isso do mesmo modo com cantoras pop, e brancas, como Taylor Swift, por exemplo, é só mais uma demonstração de como o racismo pode afetar pessoas negras”. Diante da repercussão negativa, a autora da crítica da Folha também resolveu se manifestar. “Agradeço a todos os comentários e sugestões. Sempre. Gostaria de esclarecer que gostei demais do trabalho de Beyoncé. Penso que faz parte da democracia discordar. Faz parte da democracia inclusive apresentar com respeito argumentos discordantes. Já escrevi artigo super elogioso à Beyoncé, nesse mesmo jornal o que só mostra meu respeito pela artista. E por respeitar, me permiti comentar um aspecto e não o vídeo todo”, Lilia Schwarcz explicou em seu Instagram. “Agradeço demais a leitura completa do ensaio. Penso que o título também levou a má compreensão. Dito isso, sei que todo texto pode ter várias interpretações e me desculpo diante das pessoas que ofendi. Não foi minha intenção. Continuamos no diálogo que nos une por aqui”, finalizou.
Atriz de A Cabine do Beijo vai estrelar filme de ação com Brad Pitt
A atriz Joey King, estrela da trilogia “A Cabine do Beijo” da Netflix, está em negociações para se juntar a Brad Pitt no thriller de ação “Bullet Train” A produção da Sony Pictures tem direção de David Leitch (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e roteiro de Zak Olkewicz (produtor de “Quando as Luzes se Apagam”), e é uma adaptação do best-seller japonês “Maria Beetle”, de Kotaro Isaka. A trama gira em torno de um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos no longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. Segundo o Deadline, o papel da atriz não deve tão ser grande. Ela já participou de filmes de ação nesta condição anteriormente, especialmente em “O Ataque” (2013), em que viveu a filha de Channing Tatum durante um atentado na Casa Branca. “Bullet Train” será o primeiro trabalho de Brad Pitt após vencer o Oscar por “Era uma Vez… em Hollywood”. A produção deve começar nas próximas semanas, assim que a permissão para filmagens for restabelecida em Los Angeles. Por ser uma história contida num único ambiente, a produção se encaixa com facilidade nos padrões de prevenção sanitária que tem sido exigidos para as filmagens durante a pandemia de covid-19.
Bradley Cooper negocia estrelar próximo filme de Paul Thomas Anderson
O astro Bradley Cooper (Nasce uma Estrela”) está negociando estrelar o próximo filme do cineasta Paul Thomas Anderson (“Trama Fantasma”, “Sangue Negro”). Ainda sem título, o longa será um drama sobre amadurecimento ambientado no vale de San Fernando nos anos 1970. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo, mas o site The Hollywood Reporter apurou que envolve várias histórias centradas em torno de um ator infantil que ainda estuda no ensino médio no vale. Esta região da Califórnia já foi cenário de alguns dos títulos mais conhecidos de Anderson, como “Boogie Nights” (1997), “Magnolia” (1999) e “Embriagado de Amor” (2002). Não está claro qual será o papel de Cooper no filme. Anderson escreveu e produzirá o longa, que será realizado pelo tradicional estúdio MGM. As filmagens devem começar no final do ano, mas dependem de aprovação das autoridades locais, que ainda não permitem produções na região de Los Angeles. Cooper também está no elenco de “Nightmare Alley”, de Guillermo Del Toro, que interrompeu suas filmagens devido à pandemia, e se prepara para dirigir seu segundo longa. Após os elogios conquistados por “Nasce uma Estrela”, ele vai continuar no universo musical com uma cinebiografia do lendário compositor Leonard Bernstein.
Até criador do musical Cats acha o filme “ridículo”
Não foram só os críticos – e boa parte do público – que acharam “Cats” terrível. O próprio criador do musical original considerou a adaptação cinematográfica um horror, usando a palavra “ridículo” para definir seu resultado. Em entrevista ao jornal Sunday Times, Andrew Lloyd Weber, o criador de “Cats”, destruiu o filme. “O principal problema foi que Tom Hooper [o diretor] não quis, no filme, a participação de ninguém que esteve envolvido com a produção teatral. A coisa toda ficou simplesmente ridícula”, ele resumiu. Lloyd Weber criou “Cats” há 39 anos. Desde a estreia em Londres, em 11 de maio de 1981, o musical ganhou o mundo, multiplicou-se em exibições e estima-se que tenha arrecadado US$ 3,5 bilhões de bilheteria. Mas esse sucesso nem passou perto do cinema. Além das críticas negativas, “Cats” arrecadou apenas US$ 73 milhões nas bilheterias mundiais, dando um prejuízo animal para a Universal, que investiu US$ 95 milhões só nas filmagens. Para completar, o longa ainda venceu seis Framboesas de Ouro, a premiação dos piores de Hollywood, incluindo a desprestigiada categoria de Pior Filme do ano.
Amy Adams vai achar que virou cachorro em seu próximo filme
A atriz Amy Adams (“A Chegada”) vai viver uma mãe que acredita estar se transformando literalmente numa cadela em “Nightbitch”. A história é adaptação de um livro inédito e escrito por uma autora iniciante, Rachel Yoder, que trabalha na produção do talk show de Conan O’Brien. Segundo os produtores, trata-se de uma narrativa sombria, absurda e cômica sobre a maternidade. A trama gira em torno de uma mulher sem nome, ex-artista, que vira dona de casa após o nascimento de seu filho. Conforme seu cotidiano se torna mais repetitivo, ela começa a acreditar que pode estar se transformando num cachorro. O livro será publicado pela editora Doubleday no verão americano de 2021 e sua adaptação para o cinema está sendo escrita pela própria autora. Além de estrelar, Adams também vai produzir o filme, que ainda não tem previsão de estria. A produção marcará o quinto filme da atriz para a produtora Annapurna Pictures. Adams recebeu indicações ao Oscar por três dos filmes anteriores dessa parceria, “O Mestre” (2012), “Trapaça” (2013) e “Vice” (2018).
Luca Guadagnino vai filmar bastidores gays da era de ouro de Hollywood
O cineasta italiano Luca Guadagnino vai voltar à temática LGBTQIA+ que o consagrou em “Me Chame pelo seu Nome” (2017). Ele fechou contrato com a Searchlight Pictures (ex-Fox Searchlight) para filmar a história de Scotty Bowers, um soldado condecorado da 2ª Guerra Mundial que virou agenciador de encontros para estrelas gays de Hollywood, atuando por 40 anos, desde a era de ouro da década de 1940 até o início da epidemia da Aids, para servir sua clientela seleta com garotos de programa em sigilo. O filme é baseado no livro de memórias de Bowers, “Full Service”, e no documentário “Scotty and the Secret History of Hollywood” (2017), que trouxeram à tona várias histórias que estavam no fundo do armário de Hollywood, incluindo também segredos de atrizes famosas – e que devem ter inspirado a série de ficção “Hollywood”, da Netflix. A adaptação está sendo escrita pelo ator Seth Rogen e seu parceiro roteirista Evan Goldberg (criadores das séries “Preacher” e “The Boys”). Vale observar que, apesar da natureza de seus negócios, realizados num posto de gasolina suspeito, Bowers era amado por seus clientes por ter criado um ambiente seguro para os membros da comunidade gay da indústria de cinema, que correriam mais riscos e perigo sem sua ajuda. Com a agenda lotada, Luca Guadagnino está lançando sua primeira série de TV, “We Are Who We Are”, em setembro na HBO, e o documentário “Salvatore, Shoemaker of Dreams” no vindouro Festival de Cannes. Ele também está envolvido com os remakes de “Scarface” e “O Senhos das Moscas”, e prepara uma continuação para “Me Chame pelo seu Nome”. Veja abaixo a capa do livro de Bowers.
Diretor de Pokémon: Detetive Pikachu vai filmar o game Beyond Good & Evil
O contrato da Netflix com a empresa de games Ubisoft vai render (além da série animada de “Splinter Cell”) um filme de “Beyond Good & Evil”, que será dirigido por Rob Letterman (“Pokémon: Detetive Pikachu”). Assim como no filme de “Pokémon”, a produção vai combinar atores reais e personagens criados por meio de computação gráfica. Na divulgação do projeto feita em suas redes sociais, a Netflix usou uma imagem de “Beyond Good & Evil 2”, sequência do game original de piratas espaciais que ainda não tem data para ser lançada. Por isso, não se sabe se o filme abordará os acontecimentos do primeiro ou do segundo jogo. Confira o anúncio mais abaixo, junto com o trailer do jogo. Criado por Michael Ancel (“Rayman”), “Beyond Good & Evil” foi lançado para diversos consoles em 2003 acompanhando uma repórter investigativa que se junta a um grupo de resistência para denunciar uma conspiração interplanetária. O projeto ainda está em etapa inicial e não tem previsão de lançamento. ☠️☠️☠️ Some good news for Beyond Good & Evil fans ☠️☠️☠️ A Netflix feature film adaptation of @Ubisoft's epic space pirate adventure is in development! pic.twitter.com/H5uMIXhir6 — NX (@NXOnNetflix) July 31, 2020
Gael García Bernal vai viver campeão gay da luta-livre mexicana
O astro mexicano Gael García Bernal vai vestir máscara e entrar no ringue por “Cassandro”, primeiro longa de ficção de Roger Ross Williams, vencedor do Oscar de curta documental em 2010. “Cassandro” contará a verdadeira história de Saúl Armendáriz, um lutador amador gay de El Paso, que vira estrela internacional da luta-livre ao criar o personagem “exótico” Cassandro, o “Liberace da Lucha Libre” e, nesse processo, dá uma reviravolta não apenas no mundo dos lutadores machões, mas também em sua própria vida. “Como cineasta, minha própria experiência de vida me leva a contar histórias inspiradoras sobre excluídos e elevar as vozes de pessoas que normalmente não vemos na tela. A verdadeira história de Cassandro, Saúl Armendáriz, era uma que eu sabia que queria contar desde o momento em que o conheci. Estou ansioso para poder levar a história de Saúl para um grande público”, disse Williams, em comunicado sobre o projeto. As filmagens estão previstas para o começo de novembro no México, mas dependem do andamento do novo filme secreto de M. Night Shyamalan, que Bernal fará primeiro. Veja abaixo um vídeo das lutas de Cassandro, que se tornou o primeiro campeão “exótico” de luta-livre nos anos 1990.
Warner revela o que a boneca Annabelle anda aprontando durante a pandemia
O estúdio da Warner Bros. em Burbank, na Califórnia, virou uma cidade fantasma nos últimos quatro meses e meio, já que os funcionários estão trabalhando em casa em quarentena. Mas alguém esqueceu a boneca Annabelle fora de sua estante protegida. No final de julho, quando foram pegar “material de trabalho”, três empregados da New Line, divisão da Warner responsável pelos filmes de “Invocação do Mal”, depararam-se com a criatura numa cadeira e resolveram registrar com seus iPhones o que acontece quando a boneca do mal é deixada por conta própria, sem supervisão. O resultado foi um curta, “Annabelle in Quarantine”, que mostra como Annabelle preencheu seu tempo ao ficar sozinha nos escritórios da New Line. O curta se tornou um sucesso interno na Warner Bros. e rapidamente foi repassado para outras divisões. Graças a esse burburinho, a New Line decidiu divulgá-lo publicamente neste domingo (2/8) em seus canais de mídia social, aproveitando também que a data é o Dia Nacional da Boneca nos EUA. A brincadeira termina com um aviso de que a história “continua”. A franquia, claro, continua a ser produzida e o próximo filme do universo de “Invocação do Mal”, do qual Annabelle faz parte, será lançado em 2021. Trata-se de “Invocação do Mal 3” (The Conjuring: The Devil Made Me Do It).
Gotham Awards, que inaugura as premiações de cinema nos EUA, é adiado para janeiro
A celebração anual do cinema independente Gotham Awards, que normalmente abre o calendário de premiações do setor nos EUA, teve a data de sua 30ª edição alterada devido à pandemia de coronavírus. Originalmente prevista para novembro, a cerimônia vai agora acontecer em 11 de janeiro de 2021, informou a organização do Independent Film Project (IFP), responsável pela premiação. Apesar da mudança, a nova data manterá o Gotham Awards como pontapé inicial da temporada de prêmios de cinema, homenageando os melhores do ano em 10 categorias de talentos e filmes independentes. Apesar do anúncio, o IFP ainda não definiu se a cerimônia será presencial ou virtual. Na edição passada, o Gotham Awards elegeu “História de um Casamento”, da Netflix, como Melhor Filme indie do ano.
Jean-Claude Van Damme vai estrelar comédia de ação na Netflix
A Netflix anunciou a produção da comédia de ação “The Last Mercenary” (O Último Mercenário), estrelada pelo veterano astro de ação Jean-Claude Van Damme (“Os Mercenários 2”). No filme, Van Damme viverá um ex-agente do serviço secreto que deve retornar urgentemente à França quando seu filho distante é falsamente acusado de tráfico de armas e drogas pelo governo, após um erro cometido por um burocrata excessivamente zeloso e uma operação da máfia. As filmagens já começaram em Paris, sob direção do francês David Charhon (“Os Incompatíveis”). O elenco também inclui Alban Ivanov (“Boas intenções”), Assa Sylla (“Mortel”), Samir Decazza (“Validé”), Patrick Timsit (“50 São os Novos 30”), Eric Judor (“Deu a Louca no Aladin”), Miou-Miou (“A Datilógrafa”) e Valérie Kaprisky (“A Mulher Pública”). “’The Last Mercenary’ é um projeto incrivelmente empolgante e me permite assumir um novo gênero”, disse Van Damme em comunicado sobre o projeto. “Sempre fui fã de Jean-Paul Belmondo e espero assumir a comédia de ação do meu jeito. O roteiro de David Charhon reúne todos esses elementos de uma maneira muito bem-sucedida – uma bela história com emoção, muita ação e muito humor. Também estou muito feliz por trabalhar ao lado de uma nova geração de talentos como Alban Ivanov, Assa Sylla e Samir Decazza, mas também por me reunir na tela com o creme de la creme de atores franceses como Patrick Timsit, Eric Judor, Miou-Miou e Valérie Kaprisky. O diretor David Charhon acrescentou: “Quero voltar à grande tradição de filmes de ação dos anos 1980 e 90 – aqueles filmes cultuados que todos adoramos, onde os heróis eram fora do comum, as cenas de ação eram mais impressionantes e mais verdadeiras do que a vida, e tudo pontuado com humor. Somente Jean-Claude poderia incorporar essa era de ouro incomparável do cinema.” Ainda não há previsão para a estreia.












