PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Filme

“A Morte do Demônio: Em Chamas” ganha trailer sangrento

Sexto filme da franquia de horror faz conexão direta com os eventos de "A Morte do Demônio: A Ascensão"

Leia mais
8 de maio de 2026
Filme

Pedro Novaes surge como Alexandre em primeira foto do filme de “A Viagem”

Produção baseada na novela clássica de Ivani Ribeiro inicia filmagens nos estúdios da Globo, no Rio de Janeiro

Leia mais
7 de maio de 2026
Filme

Cinemas recebem “As Ovelhas Detetives”, “Mortal Kombat 2” e filmes musicais

Comédia infantil e pancadaria têm lançamento mais amplo, mas semana também destaca documentários de Billie Eilish, Iron Maiden e cinebiografia de Hungria Hip Hop

Leia mais
7 de maio de 2026
  • Filme

    Ryan Reynolds negocia estrelar filme infantil de monstros do diretor de Paddington

    6 de agosto de 2020 /

    Ryan Reynolds está programando mais um filme infantil em sua carreira. Ele negocia estrelar “Everday Parenting Tips”, a próxima comédia do diretor Paul King, responsável pelos filmes do ursinho Paddington, em desenvolvimento no estúdio Universal. No filme, Reynolds viverá um pai que lida com os desafios cotidianos da criação dos filhos, que se tornam ainda mais difíceis devido à grande revolta de monstros em andamento. O projeto tem produção de Phil Lord e Chris Miller, diretores de “Uma Aventura Lego” e roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, e é baseado em um conto do prolífico escritor Simon Rich, criador da série “Miracle Workers”. O próprio Rich vai escrever a adaptação. Além de estrelar, Reynolds negocia produzir o filme, por meio de sua produtora Maximum Effort Productions, em conjunto com Lord e Miller.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Estudo denuncia controle da China sobre conteúdo do cinema americano

    5 de agosto de 2020 /

    Um relatório divulgado nesta quarta-feira (5/8) pela organização Pen America acusa os maiores estúdios de cinema dos EUA de promoverem autocensura para permitir que seus filmes sejam bem-vindos no milionário mercado chinês. O estudo de 94 páginas do grupo literário e de direitos humanos revelou uma profunda influência do governo chinês em Hollywood, detalhando as várias maneiras em que os estúdios alteram “elenco, enredo, diálogo e cenários” em um “esforço para evitar antagonizar as autoridades chinesas” em seus filmes. A lista de produções que sofreram intervenção pró-chinesa inclui blockbusters como “Homem de Ferro 3”, “Guerra Mundial Z” e até o vindouro “Top Gun: Maverick”. Segundo a associação, essa autocensura vai desde a remoção da bandeira de Taiwan na jaqueta de Tom Cruise em “Top Gun: Maverick” até a exclusão da China como fonte de um vírus zumbi no filme “Guerra Mundial Z”, lançado em 2013. A prática da autocensura também busca evitar tópicos sensíveis, como Tibete, Taiwan, Hong Kong ou Xinjiang, e eliminar personagens pertencentes à comunidade LGBTQIA+. Para entrar no mercado chinês, conteúdo LGBTQIA+ foi removido de “Bohemian Rhapsody”, quase transformando Freddie Mercury num cantor heterossexual. Filmes como “Star Trek: Sem Fronteiras”, “Alien: Covenant” e “A Viagem” também eliminaram cenas LGBTQIA+. Sequências com mortes de chineses foram tiradas de “007: Operação Skyfall” e “Missão: Impossível III”, e um personagem principal teve a etnia alterada de tibetano para celta em “Doutor Estranho”, da Marvel, uma decisão tomada pelo roteirista para evitar o risco de “alienar 1 bilhão de pessoas”, e que assim atingiu 7,5 bilhões de pessoas, para ficar na metáfora numérica. “Apaziguar o governo chinês e seus censores se tornou uma maneira simples de fazer negócios como qualquer outra”, diz o relatório. Pequim possui um dos mais rígidos sistemas de censura do mundo, sediado no departamento de propaganda do Partido Comunista Chinês. O comitê de censura decide se um filme estrangeiro pode ser lançado no mercado local de filmes, que é o segundo e pode se tornar no maior do mundo após a pandemia de covid-19. Para se ter ideia, os sucessos de bilheteria “Vingadores: Ultimato” e “Homem-Aranha: Longe de Casa” geraram mais receita na China do que nos Estados Unidos. “O Partido Comunista Chinês realmente exerce uma enorme influência sobre a lucratividade dos filmes de Hollywood e os executivos do estúdio sabem disso”, diz a Pen America. Isto gera uma submissão ao autoritarismo chinês, que pode render até momentos constrangedores, como a ida do então CEO da Disney, Michael Eisner, até Pequim para pedir desculpas pessoalmente pela produção do filme “Kundun” de Martin Scorsese, lançado em 1997, que trata da vida de Dalai Lama, líder espiritual do Tibete no exílio. Isto mesmo: a Disney lamentou que o filme existisse, após ele ser censurado e proibido de ser lançado na China, porque seu principal interesse na época era construir um parque temático em Xangai. O relatório denuncia que a censura se institucionalizou a ponto de alguns estúdios fazerem “voluntariamente determinadas restrições sem serem solicitados” e outros até convidam censores chineses para os sets. “Se algum projeto for considerado abertamente crítico” ao regime chinês, os estúdios temem que “sejam colocados em uma lista negra”, disse um produtor, que pediu para não ser identificado, à agência AFP. Assim, não permitem sequer que filmagens críticas à China sejam realizadas, eliminando-as do cinema de Hollywood. Em junho passado, o ator Richard Gere, que é budista e defensor da causa tibetana, já tinha comparecido ao Senado dos EUA para denunciar a forma como a China estava controlando o conteúdo de Hollywood. “A combinação da censura chinesa com o desejo dos estúdios de cinema americanos de acessar o mercado chinês leva à autocensura e a negligenciar as questões sociais que os grandes filmes americanos sempre abordaram”, disse ele na ocasião. “Ao obedecer aos ditames chineses, a abordagem de Hollywood cria um padrão para o resto do mundo”, afirma a Pen America, que conclui seu relatório lamentando a forma como esse “novo normal” consolidou-se em países supostamente orgulhosos de sua liberdade de expressão.

    Leia mais
  • Filme

    Diretora de A Lenda de Candyman vai filmar Capitã Marvel 2

    5 de agosto de 2020 /

    A cineasta Nia DaCosta será a primeira mulher negra a dirigir um filme da Marvel. Ela fechou contrato para dirigir a sequência de “Capitã Marvel”, estrelado por Brie Larson. A notícia foi veiculada pelo site Deadline e confirmada por publicações rivais. Nia DaCosta está atualmente dando retoques finais em seu segundo longa-metragem, o terror “A Lenda de Candyman”, reboot de “O Mistério de Candyman” (1992), que tem previsão de lançamento para outubro nos EUA. Antes disso, ela só tinha feito um longa, o também terror “Little Woods”, em 2018. O roteiro de “Capitã Marvel 2” está a cargo de Megan McDonnell, que trabalhou na série da Marvel “WandaVision”, prevista para o fim do ano na Disney+ (Disney Plus). Não foram revelados detalhes da nova aventura da heroína, mas a história não deve se passar nos anos 1990, como no filme original, e sim nos dias atuais. O primeiro “Capitã Marvel” foi lançado em março de 2019 e faturou US$ 1,1 bilhão em todo o mundo. No filme, Larson interpretou Carol Danvers, uma humana que se envolve na guerra entre duas raças alienígenas, os Kree e os Skrulls, e ao sobreviver a uma explosão ligada a um mecanismo alienígena se vê impregnada por um poder incrível, que a transforma num dos heróis mais poderosos do MCU (Universo Cinematográfico Marvel). A continuação tem estreia marcada para 8 de julho de 2022.

    Leia mais
  • Filme

    Phineas e Ferb: Candace contra o Universo ganha primeiro trailer

    5 de agosto de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo”, que será centrado na irmã mais velha dos protagonistas. Sentindo-se ignorada pela mãe e deixada de lado pelos irmãos, Candace acaba abduzida por alienígenas, fazendo Phineas e Ferb embarcarem numa missão de salvamento intergaláctico. “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo” é o segundo longa animado derivado da série “Phineas e Ferb”, sucesso do Disney Channel, mas será o primeiro a estrear em streaming, na plataforma Disney+ (Disney Plus). A estreia está marcada para o dia 28 de agosto nos EUA. Já a plataforma Disney+ (Disney Plus) só deve ser lançada em novembro no Brasil.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Zoë Saldaña se diz arrependida por ter vivido Nina Simone no cinema

    5 de agosto de 2020 /

    A atriz Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”) se disse arrependida por interpretar Nina Simone na cinebiografia “Nina”, lançada em 2016. Na época da produção, a escalação de Saldaña rendeu polêmica entre ativistas negros, porque a atriz tem pele mais clara e traços latinos, que não condiziam com a negritude da cantora. “Eu nunca deveria ter interpretado Nina. Eu deveria ter feito tudo que podia, na época – porque eu tenho um tipo de poder, embora não seja o mesmo [das pessoas brancas] – para pressionar pela escalação de uma mulher negra para interpretar Nina, que era uma mulher negra excepcionalmente perfeita”, disse a atriz numa live no Instagram, durante conversa com Steven Canals, criador da série “Pose”, cujo tema era justamente afro-latinidade e “colorismo” (discriminação baseada em tons de pele negra). Filha de pai dominicano com raízes haitianas e de mãe porto-riquenha, Saldaña precisou usar maquiagem para escurecer sua pele, além de usar próteses dentárias e próteses para alargar o nariz, de modo a assumir feições afro-americanas. Ela foi bastante criticada por essa “black face”, mesmo sendo negra. Os herdeiros da cantora reforçaram que Zoë “não era negra o suficiente” para o papel e India Arie, que viveu a cantora na série “American Dreams” (em 2003) defendeu que Nina Simone fosse interpretada por Viola Davis, que havia acabado de vencer o Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011). Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, India Arie lembrou que a pele escura foi determinante para Nina Simone, não apenas por sua participação destacada nos movimentos civis. “Ela teria tido uma carreira diferente se fosse mais parecida com Lena Horne ou Dorothy Dandridge. Ela poderia ter sido a primeira pianista negra famosa em todo o mundo”, disse. No auge da polêmica, Lisa Simone Kelly, a filha de Nina Simone, veio a público defender Zoë Saldaña, declarando que o problema não estava na atriz, mas nos responsáveis pelo filme, especialmente a diretora e roteirista Cynthia Mort (roteirista do thriller “Valente”), que teria inventado quase toda a história e não recebido aprovação para as filmagens. “Ela [Zoë] claramente trouxe o melhor de si para o projeto e, infelizmente, está sendo atacada por algo que não é sua culpa, pois não é responsável pelas mentiras do roteiro”. A produção também foi acusada de privilegiar o período de decadência da cantora, quando ela enfrentava internações hospitalares por seu alcoolismo e o desinteresse do mercado. No Facebook, a conta de Nina Simone chegou a sugerir um boicote ao longa-metragem, pedindo aos fãs para fazerem suas próprias homenagens, ficando em casa no dia da estreia nos cinemas. Hoje, Zoë Saldaña concorda com todas as críticas. “Na época, eu achei que tinha permissão para interpretá-la, porque sou uma mulher negra. E sou mesmo. Mas estamos falando de Nina, e ela teve uma jornada que deveria ser honrada de forma específica… ela merecia melhor, e eu sinto muito, porque amo a música dela”, acrescentou a atriz. Ela finalizou o assunto fazendo um apelo para Hollywood contar novamente a história da cantora, desta vez com uma atriz afro-americana e apresentando sua importância de forma correta. Ver essa foto no Instagram Zoe Saldana (@zoesaldana) sits down with "Pose" (@poseonfx) creator and executive producer Steven Canals (@stevencanals) to chat about Afro-Latinidad, colorism in the Latinx community, Nina Simone, and more. #AfroLatinx #AfroLatinidad #BESE #ZoeSaldana #StevenCanals #Pose #PoseFX #AfroLatinos #Dominican #PuertoRican Uma publicação compartilhada por BESE (@bese) em 3 de Ago, 2020 às 6:54 PDT

    Leia mais
  • Filme

    Disney confirma estreia de seu streaming na América Latina, mas Brasil pode ficar de fora

    5 de agosto de 2020 /

    O CEO da Disney, Bob Chapek, reconfirmou o que estava marcado desde o ano passado: que a Disney+ (Disney Plus) será lançada na América Latina em novembro. Esta data tinha sido definida em novembro de 2019, quando a plataforma estreou nos EUA. O objetivo sempre foi expandir o serviço para o sul do continente americano um ano após sua inauguração. O reforço no plano original foi feito na terça (4/8), durante a apresentação do relatório fiscal da companhia para o terceiro trimestre, quando Chapek revelou que a Disney+ (Disney Plus) tinha atingido 60 milhões de assinantes, superando sua meta de público de 5 anos em 8 meses. Além disso, os serviços somados da Disney+ (Disney Plus), Hulu e ESPN+ ultrapassaram 100 milhões de assinantes, transformando-se rapidamente num dos principais negócios da companhia. “Esse é um marco significativo e uma reafirmação da nossa estratégia ‘direto-ao-consumidor’, que vemos como chave para o crescimento da nossa companhia”, afirmou o empresário na apresentação. Graças a esse sucesso, a empresa teve menos resistência para tomar a decisão de lançar “Mulan” na plataforma, criando uma categoria de première (que nada mais é que VOD) com preço premium (pago à parte) para os assinantes. Mas, apesar da data de chegada na América Latina estar estabelecida desde o ano passado, o Brasil pode ficar fora desse lançamento. A Claro está contestando a operação porque a Disney+ (Disney Plus) não possui conteúdo nacional em seu catálogo. De acordo com o jornal O Globo, a denúncia foi feita na Anatel e conselheiros da agência irão deliberar sobre o caso em agosto. Se a decisão for no sentido de que a Disney+ (Disney Plus) precisará de conteúdo nacional para seu lançamento, o Brasil pode ser o único país da América Latina a ficar sem o serviço em 2020. O objetivo da Claro é enquadrar a Disney+ (Disney Plus) na chamada Lei da TV Paga, que obriga canais por assinatura a trazer conteúdo nacional como parte da programação. A empresa alega que, caso isso não aconteça, estará sofrendo concorrência desleal. Atualmente, a Netflix, a Amazon Prime Video e a Apple TV+, que são plataformas equivalentes à Disney+ (Disney Plus) em atividade no Brasil, não são enquadradas como TV paga. Mas o lobby das operadoras de TV quer mudar essa situação. Um projeto de lei que tramita na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados também discute sujeitar os serviços de conteúdo distribuídos pela internet às mesmas regras da TV paga – que estabelece, entre outros pontos, cotas de conteúdo nacional para os canais e pacotes. Esta discussão se estende há um ano e já recebeu emendas e substitutivos com propostas que sugerem o contrário – isto é, legislação diferente para a internet. A demora por uma definição também coloca em compasso de espera outras iniciativas do setor, como os lançamentos da HBO Max, Peacock e CBS All Access no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Cineasta chinês Jia Zhang-ke fará cartaz da Mostra de São Paulo de 2020

    5 de agosto de 2020 /

    Os organizadores da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo estão otimistas e acreditam que irão realizar, de alguma forma, sua edição em 2020. O Twitter oficial do evento nunciou nesta quarta (5/8) os primeiros detalhes da programação, dizendo que o cineasta chinês Jia Zhang-ke (“Amor Até as Cinzas”) vai assinar a arte do pôster e estrear seu novo filme na Mostra. Trata-se do documentário “Nadando até o Mar Ficar Azul”, que explora a cidade natal do diretor, Fenyang, que tornou-se uma espécie de academia de cultura e referência para escritores da China. O filme foi exibido no Festival de Berlim deste ano. A Mostra está marcada para ocorrer entre os dias 22 de outubro e 4 de novembro. No entanto, o formato vai depender da evolução da pandemia do coronavírus. Afinal, os cinemas de São Paulo continuam fechados como prevenção contra a pandemia. Sessões em drive-in e uma edição totalmente virtual estão entre as possibilidades consideradas para materializar a Mostra em 2020, caso a pandemia mantenha a inviabilidade de aglomerações em locais fechados. NOVIDADE • O cineasta chinês Jia Zhangke vai assinar a arte do pôster da 44ª Mostra! Também vamos apresentar o filme mais recente do diretor, “Nadando até o Mar Ficar Azul”, documentário exibido no Festival de Berlim deste ano. pic.twitter.com/nQe7vVflC5 — Mostra SP (@MOSTRASP) August 5, 2020

    Leia mais
  • Filme

    O Diabo de Cada Dia: Filme com Tom Holland e Robert Pattinson ganha primeiras fotos

    4 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais de “O Diabo de Cada Dia” (The Devil All the Time, no original), novo filme que vai juntar Tom Holland (o Homem-Aranha) e Robert Pattinson (o Batman). Os dois já trabalharam juntos em “Z: A Cidade Perdida” (2016). O elenco estelar da produção também destaca Sebastian Stan (o Soldado Invernal), Mia Wasikowska (a Alice no País das Maravilhas), Bill Skarsgard (o Pennywise), Jason Clarke (o John Connor de “Exterminador do Futuro: Gênesis”), Eliza Scanlen (a Amma de “Objetos Cortantes”) e Riley Keough (a Capable de “Mad Max: Estrada da Fúria”). Para completar o time de astros, o produtor é Jake Gyllenhaal (o Mysterio), que não deve aparecer na frente das câmeras. A direção está a cargo do semi-brasileiro Antonio Campos. Nascido e criado em Nova York, Campos nunca viveu no Brasil, mas o nome denuncia sua origem. Ele é filho do jornalista Lucas Mendes (do programa “Manhattan Connection”) e da produtora indie americana Rose Ganguzza (“Margin Call”, “Versos de um Crime”), e vem se destacando com filmes bem avaliados no circuito de festivais desde sua estreia, “Buy It Now” (2005), premiada no Festival de Cannes. Ele também dirigiu “Depois da Escola” (2008), “Simon Assassino” (2012) e “Christine” (2016), sempre gerando comentários positivos, além de ter assinado os primeiros episódios das duas temporadas da série “The Sinner”. “O Diabo de Cada Dia” é a adaptação do livro de Donald Ray Pollock, que foi lançado no Brasil pela DarkSide Books com o título “O Mal Nosso de Cada Dia”. A trama é um suspense que envolve diversos habitantes de uma cidadezinha americana, a fictícia Knockemstiff, em Ohio. Holland vive Arvin Russell, personagem central, descrito como um garoto problemático que deve lidar com as demais pessoas sinistras da região e salvar quem ele mais ama. Já Pattinson interpretará um pastor com crise de fé, Preston Teagardin, enquanto Stan será um xerife corrupto. “O Diabo de Cada Dia” tem data de lançamento marcada para 16 de setembro em streaming.

    Leia mais
  • Filme

    Deborah Secco pegou covid-19 “destrutiva”, mas exames demoraram a confirmar

    4 de agosto de 2020 /

    A atriz Deborah Secco revelou ao jornalista Leo Dias nesta terça-feira (4/8) que ela e o marido Hugo Moura contraíram o novo coronavírus. Eles fizeram exames e receberam dois atestados negativos, mesmo sentido os sintomas, e só um mês depois de terem se curado passaram a dar positivo. “De fato, no primeiro exame, deu negativo, o meu e do Hugo. Mas era falso negativo. O segundo que fizemos, 15 dias depois, também foi negativo. Foi dar positivo 30 e poucos dias depois”, confirmou atriz à coluna de Leo Dias no site Metrópoles. Ela ainda destacou que, apesar dos resultados, desconfiava que estivesse contaminada, devido aos sintomas. E mesmo com os exames negativos, optaram por se isolar numa quarentena para proteger as outras pessoas de possível contaminação. “A gente sabia que tinha tido porque ficamos muito baqueados. Foi uma gripe muito destrutiva, muita dor no corpo, muita dor de cabeça. Por isso a gente se isolou”, contou. Deborah e o marido já superaram a doença e ela respira aliviada pela pronta recuperação.

    Leia mais
  • Filme

    Sr. Barriga revela porque Chavez saiu do ar

    4 de agosto de 2020 /

    Edgar Vivar, intérprete do Sr. Barriga em “Chaves”, revelou porque “Chavez” saiu do ar no último fim de semana em todo o mundo. Em entrevista a uma rádio mexicana no domingo (2/8), o ator de 71 anos afirmou que Roberto Bolaños, criador e intérprete de Chaves, estipulou que suas séries pertenceriam à empresa de televisão Televisa até julho de 2020. Após esta data, os direitos passariam a ser exclusivamente do comediante e de seus herdeiros. Mas a Televisa só aceitou continuar exibindo “Chaves” de graça. “Roberto Gómez Bolaños tinha apalavrado um contrato de usufruto dos personagens e de sua criação literária até 30 de julho deste ano, quase seis anos depois de sua morte. E não renovaram os direitos, a Televisa não quis pagar”, disse Vivar. Assim, o “cancelamento” mundial das reprises aconteceu após a suspensão dos direitos de exibição dos programas. A Televisa era responsável pelas negociações internacionais e os contratos perderam validade após ela deixar de possuir os programas. Em seu comunicado sobre o “cancelamento” das reprises, a Televisa mencionou apenas um “problema pendente” não divulgado. Graciela Gómez, filha de Bolaños, também se manifestou para reclamar da falta de consideração da maior emissora de TV hispânica com o legado de seu pai. “É uma pena que quem mais se beneficiou dos programas de ‘Chaves’ afirme hoje que não valem mais nada”. Após a morte de Bolaños, a revista Forbes estimou que “Chaves” tinha rendido cerca de US$ 1,7 bilhão para a Televisiva até 2014. Diante disso, a situação deve mudar com novas negociações com outros interessados na série. “Embora estejamos tristes pela decisão, minha família e eu esperamos que ‘Chaves’ esteja em breve nas telas do mundo. Continuaremos insistindo e estou certo de que conseguiremos”, escreveu outro herdeiro de Bolaños, Roberto Gómez Ferán, em sua conta do Twitter.

    Leia mais
  • Filme

    Mulan será lançado em setembro na Disney+ (Disney Plus)

    4 de agosto de 2020 /

    A Disney revelou seus planos de lançamento para “Mulan”. Após vários adiamentos, devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. A decisão, claro, representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar.

    Leia mais
  • Filme

    Atriz de Aladdin e As Panteras vai estrelar sci-fi espacial

    4 de agosto de 2020 /

    A atriz Naomi Scott, estrela de “Power Rangers”, “Aladdin” e “As Panteras”, está em negociações para estrelar “Distant”, sua primeira sci-fi espacial. O projeto da produtora Amblin Partners gira em torno de um mineiro de asteroides que cai em um planeta alienígena. Sem oxigênio e caçado por criaturas, ele é forçado a atravessar terrenos difíceis para encontrar a outra única sobrevivente conhecida, uma mulher presa em sua cápsula de fuga. Anthony Ramos (“Ela Quer Tudo”) vai interpretar o mineiro e Naomi será a outra sobrevivente. Originalmente, a atriz Rachel Brosnahan estava cotada para o papel, mas a pandemia acabou modificando sua agenda e criando conflito com as datas de gravação da série “The Marvelous Mrs. Maisel”. O filme tem roteiro de Spenser Cohen (da sci-fi “Extinção”) e direção da dupla Will Speck e Josh Gordon, que é especialista em comédias – “Escorregando para a Glória” (2007), “Coincidências do Amor” (2010) e “A Última Ressaca do Ano” (2016). Ainda não há previsão para a estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Filme apocalíptico com Gerard Butler e Morena Baccarin ganha trailer legendado

    4 de agosto de 2020 /

    A Diamond Films divulgou o trailer legendado de “Greenland”, filme de catástrofe apocalíptica que no Brasil vai se chamar “Destruição Final – O Último Refúgio” – caso típico de título minimalista que ganha “tradução” gigantesca sem relação alguma com o texto original. A prévia revela a explosão de um cometa na atmosfera que pode exinguir a vida na Terra e a corrida que se segue em busca de abrigo no meio do caos. Gerard Butler e Morena Baccarin são o casal protagonista, que enfrenta o pânico coletivo e busca sobreviver com o filho pequeno (Roger Dale Floyd, de “Doutor Sono”), apostando tudo numa viagem para a Groenlândia (ou Greenland, no título americano), onde militares supostamente têm bunkers secretos. O elenco também inclui Scott Glenn (“Demolidor”), David Denman (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Claire Bronson (“Mr. Mercedes”). O filme foi escrito por Chris Sparling, especialista em terrores baratos (“Enterrado Vivo”, “Armadilha”, “Por um Corredor Escuro”), e dirigido pelo ex-dublê Ric Roman Waugh, que recentemente filmou Butler em “Invasão ao Serviço Secreto”. A estreia encontra-se atualmente remarcada para 25 de setembro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil. Além do vídeo nacional, o estúdio americano STX também disponibilizou novas imagens, que podem ser vistas abaixo.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie