Marco Ricca tem alta após ser intubado com covid-19
O ator Marco Ricca (“Chatô, o Rei do Brasil”), que estava internado e intubado numa UTI (Unidade de Terapia Intensiva) devido a complicações causadas pela covid-19, teve alta hospitalar neste domingo (20/12). As informações foram divulgadas pela assessoria de imprensa do ator, que apresentou o boletim médico da Casa de Saúde São José, para oficializar a boa notícia. “A Casa de Saúde São José informa que o ator Marco Ricca, que estava internado para tratamento de Covid-19, teve alta do hospital. O estado de saúde do paciente é bom e ele foi liberado hoje pela equipe médica”, diz o boletim. Na quarta-feira (16/12), a Casa de Saúde São José já havia informado que o ator estava lúcido e respirando espontaneamente. Felipe Esteves Ricca, filho do ator, foi o único que conseguiu visitá-lo no hospital quando ele ainda estava na Unidade de Terapia Semi-Intensiva, porque já tinha sido infectado pelo coronavírus anteriormente. O quadro clínico do ator melhorou gradativamente na última semana. A família de Ricca não autorizou que o hospital informasse a data em que ele deu entrada na unidade, mas a informação de sua internação vazou em 8 de dezembro. Na ocasião, veio à tona que ele estaria há quase uma semana em UTI, sedado e intubado.
Monster Hunter perde aposta contra pandemia nas bilheterias dos EUA
A Sony fez uma aposta de risco em “Monster Hunter” e deve perder uma fortuna. O filme de monstros gigantes, orçado em US$ 60 milhões e estrelado por Milla Jovovich (“Resident Evil”), teve um desempenho muito pior que o esperado em sua estreia nos EUA e Canadá neste fim de semana. Com uma arrecadação de somente US$ 2,2 milhões entre sexta e domingo (20/12), ficou abaixo da média de US$ 3 milhões que vinha marcando as estreias dos últimos meses, durante a pandemia. O valor é reflexo da diminuição crescente dos salas de exibição em atividade. Apenas 2,3 mil cinemas estão abertos na América do Norte, dos quais 1,7 mil receberam a produção de efeitos visuais monstruosos. O estúdio não negociou um lançamento simultâneo ou antecipado em streaming com o parque exibidor, porque acreditava poder compensar o esperado prejuízo norte-americano com um grande sucesso asiático. A franquia “Resident Evil”, também estrelada por Jovovich, teve seu maior desempenho na China. Mas a estreia chinesa de “Monster Hunter” acabou prejudicada por uma cena que o público entendeu como racista, levando as autoridades do país a ordenarem a retirada do filme de cartaz. Para completar, a crítica não aprovou a nova adaptação de videogame, considerada medíocre, com 48% de notas positivas na média compilada pelo site Rotten Tomatoes. De todo modo, essa nota é bem maior que a média dos filmes de “Resident Evil”, qualificados como lixo, em aprovações que variaram de 22% a 38% em toda a franquia. Os US$ 2,2 milhões de “Monster Hunter” se tornam ainda mais abissais quando comparados à estreia que ocupou o fim de semana antes do Natal em 2019. Neste período do ano passado, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” abriu com nada menos que US$ 177,3 milhões no mercado norte-americano. Graças ao desastre da Sony, devem diminuir muito as críticas feitas contra a Warner por decidir lançar seus filmes, a partir de “Mulher-Maravilha 1984”, simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max para os assinantes do serviço de streaming, que por enquanto só é comercializado na América do Norte. Um bom parâmetro pode ser traçado pelo desempenho de “Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal e DreamWorks Animation. Cumprindo seu cronograma de apenas três fins de semana exclusivos nos cinemas, o filme foi lançado na sexta (18/12) em PVOD (locação digital premium) e, mesmo assim, ocupou o 2º lugar no ranking das bilheterias de cinema, com uma arrecadação muito próxima da atingida pelo líder estreante: US$ 2 milhões. A sequência de “Os Croods” rendeu até agora US$ 27 milhões nos cinemas norte-americanos, mas já soma US$ 84,5 milhões mundiais, com cerca de 60% desse valor vindo da China, onde o filme faturou US$ 50 milhões. Tanto “Monster Hunter” quanto “Os Croods 2” sofreram adiamentos em suas previsões de estreia para o Brasil. Os dois filmes foram remanejados para janeiro, respectivamente nos dias 14 e 21. Mas, com isso, correm o risco de encontrarem os cinemas fechados devido à disparada de casos de covid-19 no país.
Elizangela é criticada ao comparar vacinação a estupro
Apesar de vários colegas de novelas terem morrido por covid-19, a atriz Elizangela, de 66 anos, resolveu fazer campanha contra a vacinação. Ela publicou a foto de uma injeção sendo aplicada em um braço, acompanhada do texto “penetração forçada sem consentimento é estupro”. Para completar, legendou, ironizando um slogan feminista: “Meu corpo, minhas regras”. O post polêmico recebeu uma saraivada de críticas, tanto pela banalização do estupro quanto pela postura contrária à saúde pública, e foi marcado pelo próprio Instagram, recebendo uma tarja com o aviso de “conteúdo delicado” dentro do perfil da atriz (ele pode ser reproduzido sem a tarja, como aparece logo abaixo). “Irresponsável é a palavra. Ainda mais que é uma pessoa pública. Não quer tomar, não tome, mas não espalhe isso, é doloroso para pessoas que já perderam muitos parentes e amigos e estão aguardando esta vacina”, escreveu uma internauta. Ela ainda defendeu sua posição respondendo algumas mensagens Abaixo de um comentário que diz “Acho que as pessoas devem se vacinar, a vida precisa voltar, precisamos ter segurança para viver”, Elizângela rebateu: “Segurança para viver… Você acha que a vacina vai te dar isso? Aguarde”. Quando outra pessoa escreveu que ninguém será obrigado a se vacinar, a atriz respondeu: “Fala isso pro STF (Supremo Tribunal Federal)”. A vacinação já começou nos EUA, Reino Unido, Israel, Canadá, México, Arábia Saudita, Singapura, China, Rússia e outros países. Mas Jair Bolsonaro, em quem Elizangela deve ter votado, diz que não tem pressa para incluir o Brasil entre as nações que querem acabar com a pandemia em sua população. Ele próprio já disse que não irá se vacinar, enquanto os principais políticos do mundo dão exemplo ao se colocarem entre os primeiros na fila de vacinação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Elizangela (@atrizelizangela)
Milla Jovovich enfrenta monstro gigante em cena inédita de Monster Hunter
A Sony divulgou uma nova cena inédita de “Monster Hunter” que dispensa legendas, pois como boa parte do filme não tem diálogos. A cena é pura ação, mostrando o confronto de Mila Jovovich (“Resident Evil”) e Tony Jaa (“xXx: Reativado”) contra um monstro gigante. Com orçamento de US$ 60 milhões, a segunda franquia de games estrelada por Milla Jovovich e dirigida por seu marido, o diretor Paul WS Anderson, após “Resident Evil”, também inclui em seu elenco T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”), Diego Boneta (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) e a brasileira Nanda Costa (“Entre Irmãs”), que estreia numa produção internacional. “Monster Hunter” acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que são transportados de forma inesperada para outro mundo e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. O filme, que estreou na sexta (18/12) nos EUA, foi novamente adiado no Brasil. A previsão atual é para 14 de janeiro. Mas a data aumenta as chances de encontrar os cinemas fechados pela segunda onda da pandemia.
Ariana Grande canta ao vivo em clipe extraído do documentário da Netflix
A Netflix divulgou uma cena de “Excuse Me, I Love You”, documentário que registra bastidores da turnê “Sweeter”, de Ariana Grande. A prévia é praticamente um clipe com a interpretação ao vivo da música “Everything”. Os shows registrados no filme ocorreram entre março e dezembro de 2019 – e não passaram pelo Brasil. Foram 68 datas na América do Norte e 29 na Europa, com 1,3 milhões de ingressos vendidos. A turnê, que agora poderá ser vista em casa, inclui o repertório dos discos “Sweetener” e “Thank U, Next” — com direito a hits como “God Is a Woman”, “No Tears Left to Cry”, “7 Rings” e faixa-título “Thank U, Next”. Além disso, o documentário captou muitos momentos íntimos da artista, com direito à correria e lágrimas nos camarins. Vale lembrar que Ariana já lançou um álbum ao vivo dessa turnê. “K Bye For Now” foi disponibilizado na véspera do show de encerramento da excursão, em dezembro do ano passado. Já o filme será disponibilizado em streaming na segunda-feira (21/12).
Um Príncipe em Nova York 2: Sequência de comédia clássica de Eddie Murphy ganha fotos
A Amazon divulgou as primeiras imagens de “Um Príncipe em Nova York 2” (Coming 2 America), sequência da comédia estrelada por Eddie Murphy em 1988. No original, Murphy vivia Akeem, príncipe do reino fictício de Zamunda, que decide ir a Nova York para encontrar possíveis esposas. Desta vez, Murphy está prestes a virar o rei de Zamunda quando descobre que tem um filho que nunca conheceu nos EUA. Honrando o desejo de seu pai (James Earl Jones, de volta ao papel do rei) para que prepare seu filho como o príncipe herdeiro, Akeem volta a viajar a Nova York em busca do filho desconhecido. Ele contará novamente com a ajuda de seu fiel parceiro Semmi (Arsenio Hall, repetindo o papel dos anos 1980), mas o elenco está cheio de novidades, como Jermaine Fowler (“Crashing”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Shari Headley (“Goosebumps 2”), Tracy Morgan (“The Last O.G.”), Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”), KiKi Layne (“Se a Rua Beale Falasse”) e o rapper Rick Ross como ele mesmo. O roteiro foi escrito por Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e a direção é de Craig Brewer, em seu segundo filme seguido com Eddie Murphy, após o sucesso de “Meu Nome é Dolemite” na Netflix no ano passado. O filme será lançado pela Amazon Prime Video no início de março, com alguns países recebendo também uma estreia cinematográfica do estúdio original, Paramount Pictures.
Críticos da Variety elegem os piores filmes de 2020
Os críticos da revista Variety elegeram os 10 piores filmes de 2020. Para chegar ao fundo do poço, Owen Gleiberman e Peter Debruge, disseram que não tiveram que fazer muito esforço. Cada um escolheu seus cinco piores e nenhuma das duas listas coincidiram. “Parece um julgamento, e um julgamento severo, mas é realmente uma sensação – que o filme em questão é tão mal concebido, tão pouco dramático ou sem graça, incrivelmente complicado ou simplesmente chato, que assisti-lo é o suficiente para se sentir dolorido”, escreveram, no texto que explica a seleção. Para Gleiberman, o pior filme do ano foi “Dolittle”, filme de animais falantes da Universal, em que Robert Downey Jr. perdeu toda a boa vontade conquistada entre público e crítica em seus filmes da Marvel. Considerando que até a versão de Eddie Murphy parece uma obra-prima perto deste lixo, ele questiona o que deu errado e conclui que Robert Downey Jr., em vez de interpretar um médico que fala com animais, mal dirige a palavra para os bichos, preferindo passar quase todo o filme “muito ocupado falando sozinho”. O resto do seu Top 5 inclui, em ordem descendente, “A Última Coisa que Ele Queria” (2º), thriller político de Dee Res, com Anne Hathaway e Ben Affleck, totalmente “perdido em sua pretensão”; “Estou Pensando em Acabar com Tudo” (3º), um novo “filme sem lógica” de Charlie Kaufman que parece um “episódio mal escrito de ‘Além da Imaginação'”; “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars” (4º), uma comédia em que “nenhuma das piadas” funciona; e “Guest of Honour” (5ª), “um melodrama pouco convincente”, que é mais um filme ruim de Atom Egoyan. Já para Debruge, a experiência mais excruciante que ele enfrentou no ano foi assistir “The Painted Bird”, drama em preto e branco da República Tcheca sobre os horrores do nazismo na 2ª Guerra Mundial. “Literalmente difícil demais de assistir, e eu abandonei a sessão depois que soldados nazistas atiram numa mulher judia e seu filho com a mesma bala”. Ele também lista o fenômeno “365 Dias” (2º), um eurotrash pseudo-“Cinquenta Tons de Cinza” da Netflix, descrito como “o equivalente a uma produção teatral amadora, só que safadinha”; “Artemis Fowl” (3º), uma “monstruosidade derivativa da Disney”, que achou que tinha um novo “Harry Potter” – “Ainda bem que jogaram no Disney+ (Disney Plus), disfarçando o que certamente teria sido um desastre de bilheteria” – ; “Sonhos de Uma Vida” (4º), drama sobre demência de Sally Potter, estrelado por Javier Barden e tão “gratuitamente desagradável” que “ninguém precisa ver”; e “Capone” (5º) “duplamente desagradável” por trazer o mafioso “incontinente reclamando, enfurecendo-se e sujando seus lençóis” e pela interpretação forçada de Tom Hardy, que “torna impossível passar pela performance e se conectar com o monstro que está apodrecendo por dentro e por fora”.
Críticos de Nova York elegem First Cow melhor filme do ano
Além de eleger “Bacurau” como o Melhor Filme Internacional de 2020, o New York Film Critics Circle, associação de críticos de cinema residentes de Nova York, destacou o drama indie “First Cow”, da cineasta Kelly Reichardt (“Certas Mulheres”), como o Filme do Ano nos EUA. A produção realizada pelo estúdio A24 segue um cozinheiro habilidoso (John Magaro) que viaja para o Oeste e se junta a um grupo de caçadores de peles em Oregon. Ele encontra uma verdadeira conexão com um imigrante chinês que também busca sua fortuna e, logo, os dois colaboram em um negócio de sucesso. Os críticos nova-iorquinos também escolheram uma cineasta feminina como vencedora do prêmio de Melhor Direção, Chloe Zhao, por “Nomadland” – filme que faturou os festivais de Veneza e Toronto. A lista também destaca o elenco de “Destacamento Blood”, de Spike Lee, nos prêmios de interpretação masculina, reconhecendo Delroy Lindo como Melhor Ator e o falecido Chadwick Boseman como Melhor Ator Coadjuvante. Já os prêmios de atuação feminina foram para Sidney Flanigan, Melhor Atriz por “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre”, e Maria Bakalova, pelo desempenho como Tutar, a filha de Borat, na comédia “Borat: Fita de Cinema Seguinte”. “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” ainda foi celebrado na categoria de Melhor Roteiro, enquanto os cinco filmes do projeto “Small Axe”, do diretor Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão”) para a Amazon, foram premiados como Melhor Fotografia. Veja a lista completa da premiação abaixo. Melhor Filme: “First Cow”, de Kelly Reichardt Melhor Direção: “Chloé Zhao” (“Nomadland”) Melhor Filme de Estreia: “The Forty-Year-Old Version”, de Rhada Black Melhor Ator: Delroy Lindo (“Destacamento Blood”) Melhor Atriz: Sidney Flanigan (“Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre”) Melhor Ator Coadjuvante: Chadwick Boseman (“Destacamento Blood”) Melhor Atriz Coadjuvante: Maria Bakalova (“Borat: Fita de Cinema Seguinte”) Melhor Roteiro: Eliza Hittman (“Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre”) Melhor Fotografia: “Small Axe” (todos os filmes do projeto de Steve McQueen na Amazon) Melhor Filme Estrangeiro: “Bacurau” (Brasil), de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles Melhor Documentário: “Time”, de Garrett Bradley Melhor Animação: “Wolfwalkers”, de Tomm Moore e Ross Stewart. Prêmios Especiais: Kino Lorber, pela criação de Kino Marquee, um serviço de distribuição de cinema virtual que foi projetado para ajudar a apoiar as salas de cinema, não destruí-las, e Spike Lee por inspirar a comunidade de Nova York com seu curta-metragem “New York New York” e por defender uma sociedade melhor por meio do cinema.
Irmãos Russo farão sci-fi futurista com Millie Bobby Brown
Os irmãos Russo, diretores do blockbuster “Vingadores: Ultimato”, vão dirigir e produzir sua primeira sci-fi, “Electric State”, baseado no livro ilustrado de Simon Stålenhag (artista que inspirou a série sci-fi da Amazon “Contos do Loop”). E Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) será a protagonista. A atriz viverá Michelle, uma adolescente em um futuro pós-apocalíptico, que recebe de presente um robô simpático, enviado por seu irmão desaparecido. Quando ela e o robô embarcam numa jornada atrás do irmão, encontram uma paisagem desolada de destroços tecnológicos abandonados pelo interior dos EUA, mas também descobrem uma grande conspiração. A produção marca uma parceria da Universal Pictures com o estúdio AGBO, fundado pelos Russo. “Estamos entusiasmados por ter este acordo com a Universal, que se comprometeu com o lançamento de ‘Electric State’ nos cinemas. Esta é uma notícia incrível para nós, como cineastas, e para o público em todo o mundo que deseja uma oportunidade de ver um filme grandioso nos cinemas novamente. Este também é um sinal positivo de que, à medida que as vacinas são disponibilizadas, o mercado de cinema está voltando”, disseram Anthony e Joe Russo em comunicado sobre o projeto. A adaptação está sendo escrita por Christopher Markus e Stephen McFeely, que também trabalharam com os cineastas em “Vingadores: Guerra Infinita” e “Ultimato”. Ainda não há previsão para a estreia, mas a editora Skybound (“The Walking Dead”) divulgou um vídeo com ilustrações do livro e suas inspirações cinematográficas, na época do lançamento da obra – em 2018. Confira abaixo.
Lulli: Conheça o elenco da nova comédia de Larissa Manoela
A Netflix divulgou a primeira foto do elenco de “Lulli”, segundo filme de Larissa Manoela na plataforma. Além da atriz principal, o filme também conta com Vinicius Redd (“Deus Salve o Rei”), Sergio Malheiros (“Cinderela Pop”), Amanda de Godoi (“Malhação”), Yara Charry (“Velho Chico”) Paula Possani (“Malhação”) e o jovem ator de musicais Nicolas Ahnert, entre outros. Durante sua participação no primeiro Tudum Festival Netflix, em janeiro, Larissa contou que vai interpretar, pela primeira vez, “uma mulher super madura, que foge da minha realidade”. “Será uma história diferente, as pessoas vão se surpreender muito”, reforçou. A personagem do título é uma jovem estudante de medicina ambiciosa, que sonha em virar a melhor cirurgiã do mundo e não pretende deixar nada nem ninguém atrapalhar seus planos – nem mesmo o seu recém-ex-namorado. A sinopse revela que a trama tem uma “virada” sobrenatural, quando Lulli é eletrocutada por um aparelho de ressonância eletromagnética e começa a ouvir pensamentos alheios. A partir daí, a garota que até então era incapaz de ouvir as pessoas ao seu redor precisará aprender sobre as maravilhas e os perigos de saber o que os outros estão pensando. A trama é mais um sinal da americanização das comédias brasileiras, uma vez que se trata do mesmo ponto de partida de “Do que as Mulheres Gostam” (2000), que inclusive ganhou uma recentíssima versão feminina, “Do que os Homens Gostam” (2019). Com direção de César Rodrigues (“Modo Avião”) e roteiro assinado por Renato Fagundes (“Sob Pressão”) e Thalita Rebouças (“Tudo por um Pop Star”), “Lulli” tem previsão de lançamento para 2021. Pega esse elenco de Lulli, o mais novo filme com a @larimanoela. Antes que me perguntem, ainda não tenho datas, vamos apenas comemorar esse cast, pfvr?? 📸 Serendipity Inc pic.twitter.com/2XMsCdp3Wt — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 18, 2020
Peter Lamont (1929 -2020)
O diretor de arte e designer de produção Peter Lamont, que venceu um Oscar pela cenografia de “Titanic”, morreu aos 91 anos. Ele também se destacou por seu trabalho em 18 dos 25 filmes da franquia “007” e foi descrito pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli como “um integrante amado da família 007 e um gigante da indústria”, nas redes sociais. Lamont começou a trabalhar na franquia em “007 Contra Goldfinger” (1964), criou os efeitos visuais de “007 Contra o Foguete da Morte” (1979) e se tornou o principal designer de produção dos longas a partir de “007: Somente Para os Seus Olhos” (1981), cargo que manteve até “007: Cassino Royale” (2006), filme que marcou sua aposentadoria. Seu trabalho consistia desde escolher locações, preparar cenários e selecionar acessórios. No caso de Bond, esse produção incluía armas icônicas, carros e apetrechos de espionagem que o personagem utilizava. Além de Bond, Lamont teve uma frutífera parceria com o cineasta James Cameron, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar por “Aliens: O Resgate” (1986) e a cobiçada estatueta por “Titanic” (1997). Ele foi indicado ao prêmio da Academia outras duas vezes, por “Um Violinista no Telhado” (1981) e “007: O Espião Que Me Amava” (1977).
Gal Gadot revela que fez sua própria denúncia contra diretor de Liga da Justiça
Depois de confessar que testemunhou na investigação da WarnerMedia sobre os problemas que teriam acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”, Gal Gadot revelou que fez sua própria denúncia contra o diretor Joss Whedon durante as refilmagens do longa de 2017. “Eu não estava presente quando Joss Whedon filmou com outros meninos [do elenco]. Mas tive minha própria experiência com ele, que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”, disse a atriz nesta sexta (18/12), em entrevista ao jornal Los Angeles Times. Gadot, que está promovendo “Mulher-Maravilha 1984”, não quis detalhar qual foi seu problema com Whedon, mas boatos anteriores mencionavam sua recusa em filmar uma cena em que o Flash caía sobre Mulher-Maravilha durante uma luta, para criar uma piada com insinuação sexual. A cena foi realizada por uma dublê e incluída no longa (veja abaixo). Se foi só isso ou se há outros detalhes, ela não revela, mas deu seu apoio ao colega de elenco Ray Fisher (o Ciborgue), que foi quem trouxe à público o ambiente tóxico no set da produção. Em julho, Fisher denunciou publicamente uma má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, definindo o comportamento do cineasta Joss Whedon set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Um desses produtores, Geoff Johns, escreveu os roteiros dos dois filmes da Mulher-Maravilha. “Eu fico feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”, disse Gadot. Ao ser entrevista mais cedo num podcast da revista Variety, ela acrescentou que não foi informada do resultado da investigação interna da WarnerMedia sobre as denúncias. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, contou a estrela de “Mulher Maravilha de 1984”, que se disse curiosa com o resultado das várias entrevistas. Em um comunicado de 11 de dezembro, a WarnerMedia afirmou que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme e, sem mencionar nomes, acrescentou que “medidas corretivas foram tomadas”. “Também não sei o que isso significa”, disse ela. “Mas estou curiosa para saber qual será o resultado”.
Bacurau é eleito Melhor Filme Internacional do ano pelos críticos de Nova York
Depois de Barack Obama, o New York Film Critics Circle, associação de críticos de cinema residentes de Nova York, também incluiu “Bacurau”, de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, em sua lista anual de melhores do ano. O longa brasileiro foi eleito o Melhor Filme Estrangeiro de 2020 pela crítica nova-iorquina. “Acho que em 40 anos só dois outros brasileiros receberam esse prêmio, ‘Pixote’, do Babenco, e ‘Cidade de Deus’, do Meirelles. Grato”, escreveu Kleber Mendonça Filho, comemorando a referência nas redes sociais. “E o New York Film Critics Circle premiou agora há pouco ‘Bacurau’ como melhor filme estrangeiro. Outros filmes brasileiros já ganharam na história, ‘Pixote’ e ‘Cidade’ de Deus”, ecoou Juliano Dornelles. A premiação de “Bacurau”, originalmente exibido em 2019 no Brasil, reflete o fato dele ter sido lançado nos EUA apenas neste ano. O fenômeno de popularidade entre a crítica americana lembra “Cidade de Deus”. Os dois filmes compartilham o fato de terem sido ignorados pelo comitê que escolhe o candidato brasileiro a uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar. Em vez de “Bacurau”, a Academia Brasileira de Cinema (ABC) selecionou “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, no ano passado. Mas “Bacurau” pode repetir “Cidade de Deus” e aparecer no Oscar mesmo assim, indicado a categorias técnicas em 2021. Uma seguidora de Dornelles chegou a lembrar dessa possibilidade, escrevendo após a notícia: “Parabéns!!!!!!!! Rumo ao Oscar agora”. New York Film Critics Circle, BACURAU Melhor Filme Estrangeiro. Acho que em 40 anos só dois outros brasileiros receberam esse prêmio, PIXOTE do Babenco e CIDADE DE DEUS do Meirelles. Grato. https://t.co/tvQXeJG0mV — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) December 18, 2020 E o New York Film Critics Circle premiou agora há pouco BACURAU como melhor filme estrangeiro. Outros filmes brasileiros já ganharam na história, Pixote e Cidade de Deus.⚡️⚡️⚡️ — Juliano Dornelles (@jdornelles) December 18, 2020












