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Filme

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Filme

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Filme

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15 de agosto de 2026
  • Filme,  Música

    Documentário faz Britney Spears se manifestar: “Cada pessoa tem sua história”

    10 de fevereiro de 2021 /

    O documentário “Framing Britney Spears” (“Enquadrando Britney Spears”, em tradução literal) está dando o que falar nos EUA. E a própria Britney resolveu se manifestar. “Cada pessoa tem sua história e sua opinião sobre as histórias dos outros. Nós todos temos vidas lindas e brilhantes”, afirmou a cantora no Twitter. “Lembre-se, não importa o quanto a gente acha que sabe sobre a vida de uma pessoa. Nada se compara a própria pessoa vivendo sob a lente das câmeras”, continuou. O documentário produzido pelo The New York Times – e lançado na plataforma americana Hulu e no canal pago FX – analisa as polêmicas em torno da cantora, especialmente a ideia de que ela tem problemas mentais que a tornam incapaz e a tutela do pai sobre ela. Com um enfoque que destaca o machismo da mídia e bullying sistemático sofrido pela artista, o filme também destaca o movimento Free Britney, que defende o direito da cantora de decidir seu destino. “O documentário contribui para a conversa crítica que estamos tendo sobre mulheres, representação e trauma”, refletiu a crítica Patricia Grisafi, da emissora americana NBC. “Na tradição de tantas histórias de ‘mulheres loucas’ antes dela, “Framing Britney Spears” se pergunta o que acontece quando a porta é aberta para revelar não uma bruxa que espuma pela boca, mas nuances de um ser humano peculiar, totalmente competente”, acrescentou. Em nota ao final do documentário, o NYT observou que tentou entrar em contato com Britney para que ela participasse do projeto, mas “não está claro se ela recebeu nossos pedidos”. Isso porque a artista está desde 2008 proibida pela Justiça dos EUA de tomar decisões por conta própria. A tutela legal exercida pelo pai por preocupações com a sua saúde mental a obriga a pedir consentimento a ele para quase tudo, embora nestes anos ela tenha continuado a trabalhar como qualquer outro artista, inclusive com uma turnê permanente em Las Vegas. Seu tutor legal também administra todos os seus bens. Confira abaixo os comentários de Britney e o trailer do documentário. Each person has their story and their take on other people’s stories !!!! We all have so many different bright beautiful lives 🌹🌸🌷🌼!!! Remember, no matter what we think we know about a person's life it is nothing compared to the actual person living behind the lens 📷✨ !!!! — Britney Spears (@britneyspears) February 9, 2021

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  • Filme

    Conheça as 15 músicas semi-finalistas do Oscar 2021

    9 de fevereiro de 2021 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA revelou nesta terça (9/2) os 15 títulos pré-selecionados para disputar as cinco indicações da categoria de Melhor Canção Original na peneira do Oscar 2021. E a seleção tem de tudo, de músicas sérias de documentários à canções satíricas de comédia. Assim, a dramaticidade de “Turntables”, de Janelle Momae, que integra “Até o Fim: A Luta Pela Democracia”, e de Mary J Blige em “See What You’ve Done”, que ressoa no documentário “Belly of the Beast”, concorre com “Wuhan Flu”, uma piada de Sacha Baron Coen no filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte”. Já houve um tempo em que a Academia destacava canções que marcavam época, como “What a Feeling”, de “Flashdance”, “I Just Called to Say I Loved You”, de “A Dama de Vermelho” ou até mesmo “Take My Breath Away”, de “Top Gun – Ases Indomáveis”, mas uma mudança das regras do Oscar passou a restringir hits para priorizar músicas que fossem parte indissociável dos filmes, fazendo com que canções ouvidas apenas nos créditos finais sejam ignoradas. Isto aumentou a quantidade de músicas de gozação, feitas como piadas de comédias, entre os indicados oficiais. Este ano, além do country de Borat, um electropop satírico da comédia musical “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars” também está na disputa por uma indicação. Por outro lado, ainda há espaço para faixas comerciais, como a balada pop “Loyal Brave True”, cantada por Christina Aguilera em “Mulan”, e, reforçando uma tendência dos últimos anos, muito R&B, com destaque para “Fight For You”, de H.E.R., na trilha de “Judas e o Messias Negro”, e “Speak Now”, cantada por Leslie Odom Jr. em “Uma Noite em Miami”. Só não há uma faixa sequer de Sia no desastre chamado “Music”, que só os eleitores do Globo de Ouro acharam bom. Conheça abaixo as 15 canções semi-finalistas do Oscar 2021. “Turntables”, de “Até o Fim: A Luta Pela Democracia”     “See What You’ve Done”, de “Belly of the Beast”     “Wuhan Flu”, de “Borat: Fita de Cinema Seguinte”     “Husavik”, de “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars”     “Never Break”, de “Vozes que Inspiram”     “Make It Work”, de “Uma Invenção de Natal”     “Fight For You”, de “Judas e o Messias Negro”     “lo Sì (Seen)”, de “Rosa e Momo”     “Rain Song”, de “Minari – Em Busca da Felicidade”     “Show Me Your Soul”, de “Mr. Soul!”     “Loyal Brave True”, de “Mulan”     “Free”, de “O Grande Ivan”     “Speak Now”, de “Uma Noite em Miami”     “Green”, de “O Som do Silêncio”     “Hear My Voice”, de “Os 7 de Chicago”

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  • Filme

    Sandra Bullock entra em filme de ação estrelado por Brad Pitt

    9 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Sandra Bullock (“Bird Box”) é a mais nova estrela a embarcar no thriller de ação “Bullet Train”, que será estrelado por Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”). Ela se junta a um elenco repleto de estrelas, que inclui Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”), Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”), Andrew Koji (“Warrior”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”) e Karen Fukuhara (“The Boys”). Os detalhes do papel de Bullock no filme são desconhecidos. Até o presente, a Sony tem se recusado a comentar as informações sobre o elenco. As filmagens teriam começado em outubro, sinalizando que a participação de Bullock é pequena. De todo modo, será a primeira vez que Pitt e Bullock, dois vencedores do Oscar, atuarão juntos. Baseado no romance “Maria Beetle” de Kōtarō Isaka, o filme segue um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos do longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. “Bullet Train” é uma produção da Columbia Pictures, com roteiro de Zak Olkewicz (produtor de “Quando as Luzes se Apagam”) e direção de David Leitch (“Deadpool 2”).

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  • Filme

    Cinema brasileiro fica fora do Oscar 2021

    9 de fevereiro de 2021 /

    O Brasil ficou mais uma vez fora da disputa do Oscar de Melhor Filme Internacional. O país concorria a uma vaga com o documentário “Babenco: Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, de Barbara Paz, mas não conseguiu passar pela fase eliminatória. Nesta terça (8/1), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA divulgou várias listas contendo semi-finalistas em algumas categorias do Oscar 2021, e o filme escolhido pela Academia Brasileira de Cinema (ABC) para representar o país não apareceu entre os 15 que continuam no páreo. A última vez que uma produção brasileira foi indicada à Melhor Filme Internacional aconteceu em 1999, quando a categoria ainda se chamava Melhor Filme em Língua Estrangeira. O feito coube a “Central do Brasil”, que também obteve uma indicação a Fernanda Montenegro como Melhor Atriz. O longa brasileiro perdeu para o italiano “A Vida É Bela”, enquanto Gwyneth Paltrow tirou – controvertidamente – o Oscar de Fernanda com “Shakespeare Apaixonado”. Além da vaga mais cobiçada, a obra de Barbara Paz também tinha esperança de entrar na disputa de Melhor Documentário, após o bom desempenho de “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, no ano passado. Mas isso também não aconteceu. O cinema nacional tampouco conseguiu as indicações que buscava nas categorias de Curta Animado, onde alimentava sonhos com “Umbrella”, de Helena Hilario e Mario Pece, e de Curta Documental, na qual buscava encaixar “Carne”, da diretora Camila Kater. Nenhum desses filmes contou com apoio do governo brasileiro para conseguir suas indicações, graças à paralisação da Ancine e a uma visão ideológica anti-Cultura. Agora, a única chance do país ser representado no Oscar 2021 se concentra em “Bacurau”, com chances remotas nas categorias técnicas. Embora não tenha sido indicado pela ABC ao Oscar Internacional, onde teria chances maiores, o thriller de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho passou a ser considerado elegível para categorias técnicas após seu lançamento nos EUA no ano passado. O feito de um filme brasileiro disputar prêmios com os lançamentos americanos já aconteceu antes com o fenômeno “Cidade de Deus”, que apesar de barrado na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2003, concorreu a nada menos que quatro Oscars em 2004: Melhor Fotografia, Edição, Roteiro e Direção. Os 15 filmes que ainda estão na disputa das cinco indicações de Melhor Filme Internacional são: “Quo Vadis, Aida?” – Bósnia e Herzegovina “El Agente Topo” – Chile “Charlatan” – República Tcheca “Druk – Mais Uma Rodada” – Dinamarca “Nós Duas” – França “La Llorona” – Guatemala “Shaonian de ni” – Hong Kong “Crianças do Sol” – Irã “La Nuit des Rois” – Costa do Marfim “Ya No Estoy Aquí” – México “Håp” – Noruega “Colectiv” – Romênia “Dorogie Tovarishchi” – Rússia “Yangguang Puzhao” – Taiwan, “The Man Who Sold His Skin” – Tunísia E os 15 filmes na disputa de Melhor Documentário são: “Até o Fim: A Luta pela Democracia” “Boys State” “Collective” “Crip Camp: Revolução pela Inclusão” “As Mortes de Dick Johnson” “Gunda” “MLK/FBI” “El Agente Topo” “Professor Polvo” “Notturno” “The Painter and the Thief” “76 Days” “Time” “The Truffle Hunters” “Bem-vindo à Chechênia”

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  • Filme

    Atriz de Borat 2 vai estrelar comédia inspirada nos bastidores de Jurassic World 3

    9 de fevereiro de 2021 /

    A atriz búlgara Maria Bakalova, revelada ao mundo em “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, emplacou seu segundo filme em Hollywood. Ela faz parte do elenco grandioso revelado nesta terça (9/2) pelo diretor e roteirista Judd Apatow (“Descompensada”, “Bem-vindo aos 40”) para nova comédia, intitulada “The Bubble”, que será lançada pela Netflix. Na produção, ela vai aparecer ao lado de vários famosos, como Karen Gillan (“Jumanji: Próxima Fase”), Pedro Pascal (“The Mandalorian”), David Duchovny (“Arquivo X”), Keegan-Michael Key (“A Festa de Formatura”), Fred Armisen (“Moonbase 8”), Peter Serafinowicz (“Guardiões da Galáxia”), além da esposa do diretor, Leslie Mann (“Mulheres ao Ataque”), e sua filha Iris Apatow (“Bem-vindo aos 40”). Com gravações marcadas para a próxima semana em Londres, o longa vai acompanhar um grupo de atores e atrizes presos num hotel, dentro de uma “bolha” de proteção contra a pandemia, enquanto tentam concluir um filme de franquia de grande orçamento. A meta-comédia teria sido inspirada nos bastidores de “Jurassic World: Domínio”, que manteve seu elenco preso durante meses num hotel em Londres para completar as filmagens do blockbuster em meio à pandemia. Apesar da referência, os personagens serão diferentes. O roteiro foi escrito por Apatow em parceria com Pam Brady (“Hamlet 2”). “The Bubble” ainda não possui data de estreia.

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  • Filme

    Disney vai fechar estúdio de Rio, A Era do Gelo e Touro Ferdinando

    9 de fevereiro de 2021 /

    A Disney decidiu fechar a Blue Sky Studios, divisão de animação da antiga 20th Century Fox, que faturou mais de US$ 5 bilhões com o lançamento de 13 filmes de sucesso, incluindo as franquias “A Era do Gelo” e “Rio”, além de “O Touro Ferdinando”, que recebeu indicação ao Oscar, todos com direção do brasileiro Carlos Saldanha. Saldanha não era um dos fundadores da Blue Sky, que surgiu em 1987 quando animadores que trabalharam no primeiro filme “Tron” decidiram se juntar para novos projetos. O estúdio só começou a criar longa-metragens após ser absorvido pela Fox em 1997, em decorrência de sua conquista do Oscar de Melhor Curta Animado com “Bunny”. A parceria com a Fox levou à fase mais bem-sucedida do estúdio, até a Disney entrar em cena e decidir que seus esforços eram irrelevantes. Com o encerramento das atividades da Blue Sky, as propriedades intelectuais do estúdio ainda pertencerão à Disney, mas não há planos para absorver os funcionários que serão demitidos, pois a empresa já possui dois estúdios de animação. A franquia “A Era do Gelo” já tem sua continuidade garantida com a produção de um longa animado para a plataforma Disney+.

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  • Filme

    Conheça o visual diferente do Coringa na nova versão de Liga da Justiça

    9 de fevereiro de 2021 /

    A nova versão do Coringa de Jared Leto, que vai aparecer em “Liga da Justiça”, teve duas novas fotos reveladas. Publicadas antecipadamente pela revista Vanity Fair e acompanhadas por uma entrevista com o diretor Zack Snyder, as imagens mostram o vilão cabeludo e com cicatrizes no rosto, em vez do visual tatuado que Leto adotou em “Esquadrão Suicida”. Além disso, a roupa roxa clássica do personagem foi substituída por uma camisola encardida de hospital. Snyder descreve o novo traje do personagem como “um resquício de sua fuga para a selva” quando o mundo caiu. A participação de Leto vai se resumir a uma cena, que acontece durante um sonho delirante de Batman. “Eu acho que os fãs mereciam isso no universo da DC. Quer dizer, o Coringa de Jared Leto e o Batman de Ben Affleck nunca se encontraram em cena antes. Parecia chato, para mim, criar todo este universo e não ter uma cena sequer dos dois juntos”, disse o diretor na entrevista. No encontro, os dois abordam o assassinato de Robin pelas mãos do Palhaço do Crime, evento que Snyder aludiu em “Batman vs. Superman”, ao mostrar uma armadura do Robin pichada pelo Coringa. “Se fosse existir um outro filme, e obviamente agora ele não deve existir, eu teria feito um flashback em que vemos como o Robin morreu, como o Coringa colocou fogo na mansão Wayne, tudo o que aconteceu entre ele e Bruce”, contou Snyder, praticamente atiçando uma campanha por mais um filme. A nova versão de “Liga da Justiça”, com cerca de quatro horas de duração, muitas cenas inéditas e classificação “R”, indicada para maiores (de 17 anos nos EUA), tem estreia marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max, ainda inédita no Brasil.

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  • Filme,  Música

    Série sobre Aretha Franklin ganha trailer e data de estreia

    9 de fevereiro de 2021 /

    O canal pago National Geographic divulgou o trailer e a data de estreia da 3ª temporada da série biográfica “Genius”, que vai focar a vida e a carreira de Aretha Franklin. Intitulada “Genius: Aretha”, a série chega em 21 de março na TV americana como única produção autorizada sobre a vida da cantora, o que inclui a garantia dos direitos necessários para a utilização de suas músicas. A distinção é relevante num ano em que sua exibição vai competir com um filme sobre a Rainha do Soul. A prévia revela alguns dos momentos marcantes da trajetória de Aretha, desde sua infância como cantora de igreja, passando pelo momento em que foi coroada rainha e seu envolvimento na luta pelos direitos civis. Aretha foi eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone, foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e entre suas inúmeras conquistas contam-se 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis norte-americanos. Portanto, é enorme a responsabilidade da atriz Cynthia Erivo (“The Outsider”) ao dar vida ao ícone musical, bem como da showrunner Suzan-Lori Parks (“Garota 6”) e do produtor-diretor Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”), além de todos os envolvidos. Desenvolvida por Kenneth Biller (criador de “Perception”), Noah Pink (“Esta é sua Morte”) e Suzan-Lori Parks, “Genius: Aretha” também destaca em seu elenco os atores Courtney B. Vance (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), David Cross (“Arrested Development”) e Malcolm Barrett (“Timeless”), entre outros. A estreia da série em março pode ter impacto no lançamento do filme “Respect”, que traz Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por “Dreamgirls”) no papel da cantora e, com o adiamento devido ao coronavírus, só deve chegar aos cinemas em agosto.

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    Jean-Claude Carrière (1931 – 2021)

    9 de fevereiro de 2021 /

    O roteirista e intelectual francês Jean-Claude Carrière, de “A Bela da Tarde”, “A Insustentável Leveza do Ser”, “Danton” e “Esse Obscuro Objeto do Desejo”, morreu na segunda-feira (8/2), aos 89 anos, de causas naturais em sua casa em Paris. Carriere teve uma carreira de mais de meio século como escritor, roteirista, ator e diretor, e recebeu uma série de prêmios e reconhecimentos ao longo da vida. As incursões cinematográficas começaram depois de publicar seu primeiro romance em 1957 e conhecer Pierre Etaix (“Rir é o Melhor Remédio”), com quem colaborou em vários projetos, incluindo “Feliz Aniversário” (1962), vencedor do Oscar de Melhor Curta, que os dois escreveram e dirigiram juntos, e os longas “O Pretendente” (1962), “Yoyo” (1965), “Rir é o Melhor Remédio” (1966) e “Esse Louco, Louco Amor” (1969). Entre seus colaboradores frequentes também se destacou o cineasta mexicano-espanhol Luis Buñuel. Carriere e o mestre do surrealismo cinematográfico começaram a relação artística com a adaptação de “O Diário de uma Camareira” (1964), na qual o escritor também estreou como ator, e a parceria se estendeu até o último filme do diretor. Juntos, eles criaram vários clássicos, inclusive o célebre “A Bela da Tarde” (1967), com Catherine Deneuve, “Via Lactea” (1969), “O Fantasma da Liberdade” (1974) e as obras que lhes renderam duas indicações ao Oscar, “O Discreto Charme da Burguesia” (1972) e “Esse Obscuro Objeto do Desejo” (1977). Com mais de uma centena de roteiros escritos, entre textos originais e adaptações, Carriere teve muitos outros parceiros famosos. Na verdade, sua filmografia é quase um compêndio do cinema europeu, repleto de títulos icônicos como “Viva Maria!” e “O Ladrão Aventureiro” (1967), ambos dirigidos por Louis Malle, “A Piscina” (1969) e “Borsalino” (1970), de Jacques Deray, “Procura Insaciável” (1971) e “Valmont – Uma História de Seduções” (1989), de Milos Forman, “Liza” (1972), de Marco Ferreri, “O Tambor” (1979) e “O Ocaso de um Povo” (1981), de Volker Schlöndorff, “Salve-se Quem Puder (A Vida)” (1980) e “Paixão” (1982), de Jean-Luc Godard, “O Retorno de Martin Guerre” (1982), de Daniel Vigne, “Danton – O Processo da Revolução” (1983), de Andrzej Wajda, “A Insustentável Leveza do Ser” (1988), de Philip Kaufman, e muitos outros. Ele também trabalhou com o mestre japonês Nagisa Ôshima, em “Max, Meu Amor” (1986), e com nosso argentino-brasileiro Hector Babenco, em “Brincando nos Campos do Senhor” (1991). Sem parar de escrever, Carriere seguiu produzindo roteiros até a morte. Entre os filmes mais recentes que projetaram suas páginas nas telas estão “À Sombra de Duas Mulheres” (2015), “Amante por um Dia” (2017) e “Le Sel des Larmes” (2020), todos de Philippe Garrel, “Um Mergulho no Passado” (2015), de Luca Guadagnino, “No Portal da Eternidade” (2018), de Julian Schnabel, e “Um Homem Fiel” (2018), de Louis (filho de Philippe) Garrel. Além disso, ele deixou três textos inéditos, atualmente em produção, um deles também dirigido pelo Garrel mais jovem (“La Croisade”). Bibliófilo, apaixonado por desenhos, astrofísica, vinhos, praticante de Tai-Chi-Chuan (arte marcial), disseminador do budismo e amigo do Dalai Lama, Carriere fez mais em sua vida que a maioria das pessoas do mundo, incluindo escrever cerca de 80 livros (entre contos, ensaios, traduções, ficção, roteiros e entrevistas) e várias peças de teatro. No cinema, ainda atuou em mais de 30 filmes e dirigiu quatro curtas, entre eles “La Pince à Ongles” (1969), que foi premiado no Festival de Cannes. Em 2015, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA lhe homenageou com um Oscar honorário por todas as suas realizações.

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    Jamie Lee Curtis junta-se à adaptação do game Borderlands

    8 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Jamie Lee Curtis (“Halloween”) se juntou à Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) e Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”) na adaptação do game “Borderlands”, em desenvolvimento no estúdio Lionsgate. Lançado em 2009, “Borderlands” se passa em um planeta chamado Pandora, que foi explorado por uma mega-corporação e, após ser abandonado, se tornou uma terra sem lei à la “Mad Max”. A trama acompanha quatro “Caçadores de Relíquias” que viajam até Pandora para encontrar um cofre alienígena, que, segundo boatos, contém tecnologia avançada. Só que, para atingir seu objetivo, os caçadores precisam lutar contra a fauna local e a população de bandidos, além de tentar impedir que o chefe de um exército particular alcance o cofre primeiro. Curtis interpretará Tannis, uma arqueóloga que pode ter a chave para encontrar o cofre, e que também possui uma relação complica com Lilith, a ladra vivida por Blanchett. O papel de Hart é do habilidoso soldado Roland. A franquia teve três jogos principais e dois derivados. O título mais recente é “Borderlands 3”, lançado em 2019 para PC, Xbox One e PlayStation 4. Devido à pandemia de coronavírus, não há previsão para o começo das filmagens ou para a estreia.

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    Michelle Rodriguez vai estrelar adaptação do jogo Dungeons & Dragons

    8 de fevereiro de 2021 /

    Michelle Rodriguez é a primeira atriz confirmada no elenco do novo filme inspirado no jogo de tabuleiro “Dungeons & Dragons”. O nome da estrela da franquia “Velozes e Furiosos” foi anunciado nesta segunda (8/2), junto do ator Justice Smith (“Detetive Pikachu”). Eles se juntam ao anteriormente anunciado Chris Pine (“Mulher-Maravilha 1984”). Nenhum deles teve seus papéis revelados. Nem há detalhes conhecidos sobre a trama da coprodução da Hasbro, eOne e Paramount. O filme tem roteiro e direção da dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley, especialistas em comédia que dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, grande fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Eles também são os autores do roteiro de “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Segundo o site de Deadline, a proposta dos dois é fazer uma abordagem subversiva do jogo. Passada num mundo de magos, dragões e guerreiros, como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”, a adaptação de “Dungeons and Dragons” virou prioridade da Hasbro, que fabrica o jogo de tabuleiro, depois que a empresa comprou seu próprio estúdio de cinema, eOne, em dezembro de 2019. Vale lembrar que “Dungeons and Dragons” já ganhou algumas adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a Warner lançou (via New Line) a primeira adaptação cinematográfica, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, que mais parecia uma comédia infantil e se provou um fracasso de público e crítica.

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  • Filme

    Michael B. Jordan fecha contrato com Amazon para filmes e séries

    8 de fevereiro de 2021 /

    O ator Michael B. Jordan (“Creed”, “Pantera Negra”) anunciou ter fechado uma parceria com o Amazon Studios para estrelar e produzir novos filmes, séries e conteúdo multimídia. O acordo foi resultado de conversas iniciais para distribuir o filme “Sem Remorso”, que a Paramount desistiu de lançar nos cinemas. A Amazon não só se dispôs a pagar a produção e servir de plataforma para o longa de ação como também pediu prioridade em qualquer projeto futuro do astro. Pelo contrato firmado, o serviço de streaming será o lar dos novos conteúdos desenvolvidos pela produtora de Jordan, Outlier Society, que há menos de um mês contratou a ex-presidente de produção da Paramount, Elizabeth Raposo, para comandar seus negócios. “Trazer o conteúdo de filme, televisão e multimídia da Outlier Society para baixo do mesmo teto é o próximo capítulo empolgante para nós. O alcance global e expansivo da Amazon nos oferece a capacidade de entreter e envolver nosso público de maneiras inovadoras, ao mesmo tempo mantendo nosso compromisso em apoiar uma ampla gama de histórias e contadores de histórias. Estou muito feliz por dar o pontapé inicial na parceria com o lançamento de ‘Sem Remorso'”, disse Jordan, em comunicado. “Sem Remorso” deveria ter sido lançado em outubro passado nos cinemas, mas, devido à pandemia, acabou saindo do calendário de estreias da Paramount. No filme, Jordan interpreta o espião da CIA John Clark, personagem de livros do autor Tom Clancy, o criador de Jack Ryan. E o acordo com a Amazon acaba integrando o longa ao universo original de Clancy na plataforma. Vale lembrar que Clark surgiu como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, antes de passar a protagonizar seus próprios livros. Por conta desse começo, inclusive, ele já tinha aparecido no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). “Sem Remorso” é baseado no livro homônimo, publicado em 1993, que conta como o ex-Navy SEAL John Kelly mudou de identidade e se tornou tão letal, ao iniciar uma vingança brutal após sua namorada ser morta por um traficante de drogas nos Estados Unidos. A produção foi escrita por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”) e dirigida por Stefano Sollima (“Suburra”). Os dois já tinham trabalhado juntos em “Sicario 2: Dia do Soldado”. Além de Jordan, o elenco inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Cam Gigandet (“Sete Homens e um Destino”), Jodie Turner-Smith (“The Last Ship”), Brett Gelman (“Stranger Things”), Luke Mitchell (“Agents of SHIELD”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”) e Jack Kesy (“The Strain”). A estreia já foi marcada na Amazon para 30 de abril. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan)

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    Bacurau é premiado pelos críticos de Toronto, no Canadá

    8 de fevereiro de 2021 /

    A Associação de Críticos de Cinema de Toronto, no Canadá, considerou “Bacurau” como Melhor Filme Estrangeiro do ano. O longa de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles superou “Druk – Mais uma Rodada” (da Dinamarca) e “Uma Mulher Alta” (da Rússia), que ficaram em 2º e 3º lugares. Esta é a segunda premiação da crítica norte-americana vencida pela produção brasileira. “Bacurau” já havia vencido a mesma categoria na premiação da Associação de Críticos de Nova York. Lançado nos cinemas norte-americanos em março do ano passado, o filme também foi indicado ao Spirit Awards 2021 (o Oscar do cinema independente).

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