O Céu da Meia-Noite pode virar maior sucesso de todos os tempos da Netflix
A primeira ficção científica dirigida por George Clooney, “O Céu da Meia-Noite”, está a caminho de se tornar o maior sucesso de todos os tempos na Netflix. O site Deadline apurou que a plataforma projeta que cerca de 72 milhões de lares terão visto o filme em seu primeiro mês de distribuição. A Netflix confirmou essa informação, além de destacar que o sucesso é global. Lançado em 23 de dezembro, o filme teria se tornado o mais visto na primeira semana de sua exibição em 77 países. Clooney, que dirigiu, estrelou e produziu “O Céu da Meia-Noite” disse ao Deadline que “foi uma ótima experiência trabalhar com a Netflix”. Numa época em que ninguém consegue ir ao cinema, é uma honra poder ter um filme a que as pessoas responderam de uma forma tão forte e poder ter o reconhecimento disso.” O sucesso de “O Céu da Meia-Noite”, lançado no mesmo período em que a Disney+ (Disney Plus) lançou “Soul” e a HBO Max disponibilizou “Mulher-Maravilha 1984” em streaming nos EUA, é uma enorme validação do trabalho de Scott Stuber à frente do programa de filmes da Netflix. Em três anos comandando a divisão cinematográfica da empresa, ele atraiu inúmeros talentos com quem se relacionava quando era executivo e produtor de cinema, mudando completamente a expectativa do mercado para lançamentos de streaming. Nunca é demais lembrar que, há três anos, a maioria das grandes estrelas se recusava a fazer filmes para o streaming, mas essa resistência acabou caindo por terra com o reconhecimento e o sucesso atingidos pelos filmes da Netflix. Stuber também se pronunciou para o Deadline. “George fez um filme que captura a humanidade e que é muito perspicaz para os nossos tempos. Ele trouxe uma vida e uma alma para ‘O Céu da Meia-Noite’ – é por isso que este filme está ressoando com tantos. Que maneira incrível de terminar o ano e continuar meu relacionamento de longa data com George e Grant Heslov”, completou. Vale considerar que toda essa comemoração contrasta fortemente com a opinião da crítica sobre o filme. A média de “O Céu da Meia-Noite” no Rotten Tomatoes, site que agrega críticas públicas em inglês, é de apenas 52% de aprovação – medíocre.
Cinemas têm apenas uma estreia no último dia de 2020
Os cinemas brasileiros recebem apenas uma estreia na última quinta-feira (31/12) de 2020: a animação sul-coreana “Sapatinho Vermelho e os Sete Anões”. A animação é uma paródia de fábula encantada, ao estilo de “Shrek”, em que Príncipes são transformados em anões e procuram os sapatos vermelhos de uma dama para quebrar o encanto, mas logo descobrem que a tarefa não é tão fácil quanto parecia. A moral da história embute uma crítica sobre o hábito de julgar as pessoas pela aparência. Apesar da heroína dos sapatinhos vermelhos ter sido dublada por Chlöe Grace Moretz nos EUA, isso não impediu a crítica a considerar o filme medíocre – 40% de aprovação no Rotten Tomatoes. Confira o trailer abaixo.
Richard Donner vai deixar aposentadoria para dirigir Máquina Mortífera 5
Aos 90 anos de idade, o célebre cineasta Richard Donner, diretor de clássicos como “Superman – O Filme” (1978), “Os Goonies” (1985) e “Máquina Mortífera” (1987), decidiu voltar mais uma vez para trás das câmeras. Em entrevista ao jornal britânico The Daily Telegraph, ele confirmou os planos de comandar um quinto filme da franquia “Máquina Mortífera”. “Este será o último. É meu privilégio e meu dever levar essa história até o final. É excitante, para falar a verdade! Este é o último, posso prometer isso!”, afirmou o diretor. Donner, que assinou todos os quatro filmes anteriores de “Máquina Mortífera”, não lançava um longa-metragem desde “16 Quadras”, de 2006. Ele já se considerava aposentado da função. Os rumores a respeito da produção de “Máquina Mortífera 5” começaram a circular em 2007 e ganharam força dez anos depois, quando foi noticiado que os astros Mel Gibson e Danny Glover estudavam a possibilidade de reeditar sua parceria clássica num quinto filme. Mais recentemente, durante um entrevista de janeiro passado para o site The Hollywood Reporter, o produtor Dan Lin revelou que o longa estaria realmente em desenvolvimento com o retorno da equipe original, incluindo o diretor Richard Donner e os atores Mel Gibson e Danny Glover. “Estamos tentando fazer o último filme de ‘Máquina Mortífera’. E Dick Donner está de volta. O elenco original também. É simplesmente incrível. A história em si é muito pessoal para ele. Mel e Danny estão prontos para rodar, então apenas dependemos do roteiro”, contou o produtor na ocasião. O envolvimento de Donner voltou à tona em novembro, quando o astro Mel Gibson revelou que a continuação estava realmente sendo produzida com participação de todos os envolvidos na franquia original, incluindo o diretor. Como os fãs devem lembrar, Mel Gibson co-estrelou os quatro filmes de “Máquina Mortífera”, de 1987 a 1998, interpretando o detetive da polícia de Los Angeles Martin Riggs, ao lado de Danny Glover como seu parceiro Roger Murtaugh – que já nos anos 1980 dizia estar “velho demais” para isso. Nos últimos tempos, a franquia também foi adaptada para a TV numa série conturbada de 2016, que teve o intérprete televisivo de Riggs, o ator Clayne Crawford, demitido ao final da 2ª temporada por “mau comportamento”, após ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Damian Wayans, intérprete de Roger Murtaugh. A atração foi cancelada logo em seguida, ao final de seu terceiro ano, que acabou em fevereiro de 2019 num cliffhanger (gancho para a continuação) sem resolução.
Adolfo “Shabba-Doo” Quiñones (1955 – 2020)
O pioneiro da breakdancing Adolfo “Shabba-Doo” Quiñones morreu nesta quarta (30/12) em Los Angeles, aos 65 anos, um dia depois de postar uma foto convalescendo de uma suposta gripe e comemorando ter testado negativo para covid-19. Segundo seu empresário, “isso abre todos os tipos de perguntas”. Dançarino, coreógrafo e ator, Quiñones chegou a ser chamado de “o primeiro ídolo do hip-hop” pela revista Dance. Ele ajudou a popularizar a dança de rua ao viver Ozone nos dois filmes da franquia “Breakin'”, lançados em 1984. “’Breakin” foi mais do que apenas um filme de dança, ele lançou uma revolução cultural”, ele apontou em uma entrevista em 2014. Criado em um conjunto habitacional em Chicago, Quiñones foi membro fundador da famosa trupe de dança de rua The Lockers e apareceu com outros membros, incluindo Fred Berry e a famosa Toni Basil (do hit “Hey Micky”), de forma pioneira no programa “Saturday Night Live” em 1975 – quatro anos antes do primeiro rap ser gravado e a palavra hip-hop existir no vocabulário pop. Filho de pai porto-riquenho e mãe afro-americana, ele conta que começou a dançar funk e música latina simultaneamente, quando ainda era criança, o que influenciou seu estilo pioneiro. “Quando eu tinha três ou quatro anos, costumava dançar para minha família em festas e feriados”, disse na entrevista de 2014. “Eu cresci em uma família mista… então eu ouvia James Brown, Aretha Franklin e Tito Puente, todos no mesmo momento.” Quiñones deu seus primeiros passos no grupo de dançarinos do programa musical televisivo “Soul Train”, no começo dos anos 1970. Mas após aparecer no “SNL”, ele e seus companheiros dos Lockers foram catapultados ao estrelato, chegando a servir de aquecimento para um show de Frank Sinatra no Carnegie Hall e a apresentar um prêmio no Grammy, junto com Aretha Franklin. Logo, Quiñones começou a se destacar individualmente. Ele foi coprotagonista de um especial de hip-hop do “Soul Train”, em 1981, e um dos personagens do documentário “Breakin’ ‘N’ Enterin'” (1984), ao mesmo tempo em que iniciava sua carreira cinematográfica. Como dançarino, apareceu no musical “Xanadu” (1980), ao lado de Olivia Newton-John, em “Tango & Cash” (1989) e até em “Lambada: O Filme” (1990), e, durante sua fase mais popular, excursionou com Madonna como dançarino principal da turnê “Who’s That Girl?”, de 1987, além de ter coreografado vários vídeos da cantora no período. Suas performances o levaram a trabalhar com Chaka Khan, Lionel Richie e Luther Vandross, entre outros, e ele ainda coreografou a apresentação do Three 6 Mafia no Oscar de 2006, quando o grupo de rap venceu o Oscar de Melhor Canção Original por “It’s Hard Out Here for a Pimp”, do filme “Ritmo de um Sonho”. Ele teve até seu próprio programa na MTV, “Blowin’ Up”, ao lado de Jamie Kennedy (do filme “Pânico”). Outra de suas realizações foi ser aceito como diretor do American Film Institute – Quiñones não tinha o diploma de bacharel exigido, mas sua carreira de dança contou como crédito. Depois de dançar na frente das câmeras, ele decidiu passar para os bastidores, tornando-se diretor e roteirista com o musical “Rave, Dancing to a Different Beat”, lançado nos cinemas em 1993 pela New Line. Quiñones ainda escreveu um livro de memórias, que adaptou para as telas com o formato de documentário. Ele roteirizou, dirigiu e prestou depoimentos para “The Kings of Crenshaw”, filme de 2017 sobre a era de ouro do break em Los Angeles. Veja abaixo uma montagem com diversas fases da carreira do mestre Shabba-Doo.
Ator de Os 7 de Chicago será B.B. King no cinema
O ator Kelvin Harrison Jr. (visto recentemente em “Os 7 de Chicago”, “A Batida Perfeita” e “A Fotografia”) vai viver o lendário bluesman B.B. King, também conhecido como o Rei do Blues, no filme sobre Elvis Presley do diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). A produção da Warner Bros. foi retomada em setembro na Austrália após uma paralisação em março, quando o astro Tom Hanks contraiu covid-19. No filme ainda sem título, Hanks vai interpretar o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, enquanto Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) interpretará Elvis. Escrito por Luhrmann e Craig Pearce, o filme investiga a dinâmica complexa entre Elvis e o enigmático Parker ao longo de 20 anos, que levou à ascensão do cantor a um estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a evolução da paisagem cultural e a perda da inocência dos EUA da época. No centro dessa jornada também estão algumas das pessoas mais significativas e influentes na vida de Elvis, como sua mãe Gladys, vivida por Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”), e sua esposa Priscilla, interpretada por Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”). Apesar da paralisação das filmagens durante a pandemia, a produção da Warner Bros. sofreu pouco atraso em seu cronograma de lançamento, com estreia adiada por apenas um mês, para novembro de 2021 nos EUA. Veja abaixo um dos mais antigos vídeos de B.B. King disponível no YouTube com boa qualidade.
Ray Fisher se recusa a fazer novos projetos da DC Films
Um dos motivos que explicam a falta de vontade da DC Films em dar continuidade à “Liga da Justiça” manifestou-se no Twitter. Após o chefão do estúdio, Walter Hamada, revelar planos para lançar seis filmes da DC por ano, o ator Ray Fisher, intérprete do Ciborgue, voltou a usar as redes sociais para atacar o executivo. Fisher linkou a entrevista de Hamada (no New York Times) sobre o futuro da DC Films, para declarar que não vai participar de “nenhuma produção associada a ele”. Fisher retomou uma briga que ele iniciou em setembro, ao revelar suposta conversa em que o executivo teria sugerido sacrificar algumas pessoas da produção da “Liga da Justiça” para preservar um dos produtores. Isto aconteceu em meio a várias polêmicas, como a denúncia feita pelo ator contra o diretor Joss Whedon por comportamento “abusivo” durante as refilmagens de “Liga da Justiça” e outras acusações, como racismo ou acobertamento de atitudes racistas – inclusive da parte do chefão da Warner Bros. Pictures, Toby Emmerich. “Para vocês entenderem o quão fundo isso vai: após eu expor o que aconteceu em ‘Liga da Justiça’, o presidente da DC Films [Walter Hamada] me ligou tentando que eu jogasse Joss Whedon e Jon Berg na fogueira e que eu pegasse leve com Geoff Johns. Eu não vou”, Fisher afirmou nas redes sociais, na ocasião. Agora, ele retoma a briga. “Walter Hamada é o mais perigoso tipo de facilitador. Ele mente, e sua tentativa fracassada de relações públicas de 4 de setembro procurou minar as questões reais por trás da investigação dos bastidores de ‘Liga da Justiça’. Não participarei de nenhuma produção associada a ele”, tuitou o ator nesta quarta (30/12). A tempestade de fogo de Fisher contra a WarnerMedia começou em 1º de julho num tuite em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Na primeira sexta de setembro, a WarnerMedia lançou um longo comunicado, o que não é típico do estúdio em situações de crise, disparando contra Fisher. “Em julho, os representantes de Ray Fisher pediram ao presidente da DC Films, Walter Hamada, que conversasse com o Sr. Fisher sobre suas preocupações durante a produção de ‘Liga da Justiça’. Os dois já haviam se falado quando o Sr. Hamada pediu que ele repetisse seu papel como Ciborgue no próximo filme da Warner Bros, do herói Flash, juntamente com outros membros da Liga da Justiça”, dizia o texto. “Em sua conversa de julho, o Sr. Fisher relatou divergências que teve com a equipe de criação do filme em relação à sua interpretação de Ciborgue, e reclamou que as revisões sugeridas do roteiro não foram adotadas. O Sr. Hamada explicou que diferenças criativas são uma parte normal do processo de produção e que o roteirista/diretor de um filme deve, em última instância, ser responsável por esses assuntos”, continuou o comunicado. “Notavelmente, o Sr. Hamada também disse ao Sr. Fisher que levaria suas preocupações à WarnerMedia para que eles pudessem conduzir uma investigação. Em nenhum momento o Sr. Hamada ‘jogou alguém na fogueira’, como o Sr. Fisher falsamente alegou, ou fez qualquer julgamento sobre a produção da Liga da Justiça, na qual Hamada não teve envolvimento, pois as filmagens ocorreram antes do Sr. Hamada assumir sua posição atual”, segue a nota. “Embora o Sr. Fisher nunca tenha alegado qualquer conduta indevida contra ele, a WarnerMedia, no entanto, iniciou uma investigação sobre as preocupações que ele havia levantado sobre a representação de seu personagem. Ainda não satisfeito, Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador independente. Este investigador tentou várias vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir suas preocupações, mas, até o momento, o Sr. Fisher recusou-se a falar com o investigador. A Warner Bros. continua comprometida com a responsabilidade e o bem-estar de cada elenco e membro da equipe em cada uma de suas produções. Ela também continua empenhado em investigar qualquer alegação específica e confiável de má conduta, o que até agora o Sr. Fisher não forneceu”, conclui o texto oficial. Em uma entrevista subsequente à Forbes, em outubro, Fisher indicou que as questões raciais desempenharam um papel nas decisões que levaram aos seus alegados maus-tratos no set da “Liga da Justiça”. Outras estrelas de “Liga da Justiça”, como Jason Momoa, o Aquaman, apoiaram a cruzada do colega nas redes sociais, enquanto o ator convocava uma investigação. “Coisas sérias aconteceram”, declarou Momoa. Já Gal Gadot, a Mulher Maravilha, disse ao Los Angeles Times que não participou das refilmagens com Fisher, mas também teve “minha própria experiência com [Whedon], que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”. Na noite de 11 de dezembro, a WarnerMedia divulgou uma declaração vaga e superficial de que sua investigação dos bastidores de “Liga da Justiça” foi “concluída e medidas corretivas foram tomadas”. Nenhum outro detalhe foi fornecido e nem os executivos do cinema da Warner Bros. sabiam que medidas foram estas. Pouco depois desta declaração, Fisher compartilhou um texto oficial que recebeu da WarnerMedia com um agradecimento pela “coragem de se apresentar e ajudar a empresa a criar um ambiente de trabalho inclusivo e mais igualitário para seus funcionários e parceiros”. Ele acrescentou sua própria declaração no Twitter: “Ainda há conversas que precisam acontecer e resoluções que precisam ser encontradas. Obrigado a todos por seu apoio e incentivo nesta jornada. Estamos à caminho.” Fisher ainda informou que a investigação “levou a uma ação corretiva”, afirmando que “já vimos” isso, mas outros desdobramentos “ainda estão por vir”. Na época, especulou-se que o comentário se referia a Joss Whedon, que duas semanas antes tinha abandonado a produção da fantasia “The Nevers”, que ele criou para a HBO, citando exaustão e acontecimentos sem precedentes de 2020 que afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”. Não houve, até o momento, nenhuma outra repercussão visível da investigação. Por outro lado, a reportagem de domingo passado (27/12) do New York Times sobre os planos ambiciosos da DC Films informou que, apesar de Hamada prometer seis filmes por ano, nenhum deles seria continuação de “Liga da Justiça”. A HBO Max está investindo uma fortuna para relançar o filme como uma minissérie de quatro horas, totalmente reeditada pelo diretor original, Zack Snyder. Mesmo assim, de acordo com o jornal nova-iorquino, o estúdio avalia essa produção “como uma narrativa que não leva a lugar nenhum”.
Connie Nielsen: “Cena incrível de ação” das amazonas será restaurada em Liga da Justiça
A atriz Connie Nielsen, intérprete da rainha Hipólita (e mãe da heroína) nos filmes da Mulher-Maravilha, confirmou que Zack Snyder irá restaurar as cenas originais das amazonas em sua versão de “Liga da Justiça”, que será lançada pela HBO Max. “Zack me ligou e perguntou se eu ficaria contente com o lançamento dessa versão do filme”, contou a atriz durante entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Lembro que falei, ‘Bem, você vai trazer de volta o capítulo original das amazonas? Do jeito que foi escrito e gravado?’ E ele respondeu, ‘Absolutamente.’ E então continuei, ‘E Zack, você também vai trazer de volta aquela cena incrível de ação onde (Hipólita) corre pelas paredes?’ E ele respondeu, ‘É claro que sim.’ E terminei dizendo, ‘Ótimo, você com certeza têm minha bênção!’” A atriz confessou que tinha ficado muito chateada com a versão cinematográfica, especialmente por conta do corte da grande sequência de ação envolvendo Hipólita e Antiope (Robin Wright). “O mais triste foi ver tanto material sendo deixado de lado. E sinto que isso fez a versão dos cinemas de ‘Liga da Justiça’ ser menos coesa, não trazendo uma boa experiência ao público. As intenções durante a edição não eram as mesmas da época das filmagens.” Oficialmente intitulado, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, mas conhecido popularmente como “Snyder Cut”, a versão de “Liga da Justiça” como minissérie de 4 horas deve chegar à HBO Max em março.
Bilheterias brasileiras desabam sem cinemas de São Paulo
O fechamento dos cinemas de São Paulo durante o fim de semana de Natal, como prevenção contra o alastramento da pandemia de coronavírus, teve forte impacto na arrecadação das bilheterias brasileiras. Ao todo, 172,9 mil pessoas foram aos cinemas do país entre quinta e domingo (27/12), segundo dados da consultoria Comscore. O número representa uma queda de 67,3% na comparação com a semana anterior. O contraste se tornou ainda maior porque a estreia de “Mulher Maravilha 1984”, na semana anterior, tinha sido responsável pela melhor bilheteria desde o começo da pandemia: 529,8 mil espectadores e R$ 9,2 milhões arrecadados de quinta ao domingo retrasado (20/12). Além da queda de público, a renda dos ingressos caiu para R$ 3,1 milhões. Mesmo com o maior parque exibidor fechado, o filme estrelado por Gal Gadot foi o mais assistido. Teve 147,9 mil espectadores e arrecadou R$ 2,7 milhões, respondendo por 87% de toda a movimentação financeira do fim de semana.
Filme que vai reiniciar Resident Evil termina produção
A Sony informou que as filmagens do novo filme de “Resident Evil” foram oficialmente encerradas. A novidade foi revelada pelo Twitter, com uma foto dos bastidores. “Terminaram as filmagens em Raccoon City. Dirigido por Johannes Roberts”, diz o texto. Veja abaixo. A produção da Constantin Film, que será distribuída pela Sony, mesma parceria dos seis filmes anteriores, será estrelada por Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”), que viverão os irmãos Claire e Chris Redfield, personagens clássicos dos games. Além deles, Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) será Jill Valentine, a policial mais durona de Raccoon City, Avan Jogia (“Victorious”) será Leon Kennedy, um agente federal da divisão antiterrorismo, Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) viverá o vilão Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, e Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) dará vida ao virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a pandemia zumbi. Não há uma nova Alice, porque a personagem popularizada por Milla Jovovich nos filmes anteriores nunca fez parte dos games. Portanto, não se trata exatamente de um prólogo, como chegou a ser anunciado em alguns lugares, mas de um recomeço completo da franquia. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), que disse, em comunicado: “Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e criar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto ao mesmo tempo contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana enferma, algo que parece ainda mais relevante para o público de hoje”. O filme ainda não tem previsão de estreia. Além desta produção de cinema, a franquia de games da Capcom também vai ganhar duas novas séries da Netflix: uma animada, que já teve primeiro vídeo revelado, e outra em live-action, ainda em estágios iniciais. “Resident Evil” completa 25 anos de seu lançamento original em 22 de março. That’s a wrap in Raccoon City. 🎬 diREcted by Johannes Roberts pic.twitter.com/q5mmQxjFQo — Sony Pictures (@SonyPictures) December 28, 2020
Contágio terá continuação de Steven Soderbergh
O diretor Steven Soderbergh vai realizar uma continuação de “Contágio”, longa de 2011 que previu a pandemia de covid-19 em detalhes assustadores. Ele revelou os planos em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, dizendo que tem discutido a história com o roteirista do primeiro filme, Scott Z. Burns. “Scott e eu temos conversado sobre ‘qual é a sequência de uma história como Contágio?’ E trabalhamos nisso”, disse o cineasta. Soderbergh ainda descreveu o novo filme como “um tipo de sequência filósofica a ‘Contágio’, mas em um diferente contexto. Você verá os dois como um par, mas com cores de cabelo diferentes”, explicou. “Contágio” virou hit durante o começo da pandemia, no início do ano, graças à semelhança com os desdobramentos do coronavírus na vida real. O filme mostrava uma epidemia mundial originada na China, cujos sintomas iniciais pareciam uma gripe e que rapidamente se espalha pelo no mundo inteiro, transmitida inicialmente por turistas vindos do território chinês. A trama também mostrou o trabalho de trolls da desinformação na internet, interesses financeiros escusos por trás da divulgação maciça de um remédio sem eficácia comprovada contra a doença, a contaminação fatal de funcionários do serviço de saúde e o longo caminho para a aprovação e a distribuição da vacina. Confira abaixo o trailer original do longa, que tem um elenco impressionante (Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Kate Winslet, Jude Law, Laurence Fishburne e Marion Cotillard, entre outros).
Michael B. Jordan vai dirigir Creed 3
A atriz Tessa Thompson contou que Michael B. Jordan, seu colega no elenco de “Creed”, vai dirigir o terceiro filme da franquia. “Ele vai dirigir o próximo ‘Creed’, sim”, afirmou a estrela de “Thor: Ragnarok”, em entrevista à MTV News, abordando um rumor que chegou a ser especulado pelo site Deadline. O primeiro “Creed” foi dirigido por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e “Creed 2” por Steven Caple Jr. (“Grown-ish”). Thompson e Jordan estão confirmados em “Creed 3”, mas Sylvester Stallone ainda não confirmou se continuará atuando na franquia, que é um spin-off de “Rocky”. O filme também não tem previsão de início para as filmagens. “Não vamos fazer isso até mais tarde no ano [que vem]”, revelou a atriz.
Channing Tatum vai estrelar comédia romântica com Sandra Bullock
O ator Channing Tatum (“Magic Mike”) está nas negociações finais para co-estrelar a comédia “The Lost City of D”, ao lado de Sandra Bullock (“Gravidade”). Descrito como uma comédia romântica no estilo de “Tudo por uma Esmeralda”, o filme segue uma romancista reclusa (Bullock) que tinha certeza de que nada poderia ser pior do que ficar presa em uma turnê de livro com seu modelo de capa (Tatum), até que uma tentativa de sequestro coloca os dois em uma aventura implacável na selva, provando que a vida pode ser muito mais estranha e mais romântica do que qualquer uma das ficções baratas. Dana Fox (“Megarrromântico”) escreveu o roteiro baseado em uma ideia de Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”), que também está produzindo o filme junto com Bullock para a Paramount Pictures. A direção está a cargo dos irmãos Adam e Aaron Nee (“The Last Romantic”) e ainda não há previsão de estreia.
Luccas Neto vai lançar seu 10º filme em janeiro
O criador de conteúdo infantil Luccas Neto vai lançar seu 10º filme em janeiro, “Luccas Neto em Acampamento de Férias 3”. São 10 filmes em praticamente dois anos de produção. O primeiro, “Luccas Neto em Perdidos na Noite de Natal”, saiu em dezembro de 2018. Depois, foram quatro títulos em 2019 e mais quatro neste ano. As produções geralmente contam com participação da atriz Giovanna Alparone e ainda exploram os lançamentos musicais de suas trilhas sonoras. Além de atuar, Luccas Neto produz a nova obra e divide o roteiro com Marcio Vianna. Veja abaixo uma cena musical de “Luccas Neto em Acampamento de Férias 3”, que chega nas plataformas de VOD a partir do dia 13 de janeiro.












