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Festival de Gramado destaca filmes de Chorão e Ângela Diniz

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11 de agosto de 2026
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    Diretor revela visual dos heróis de “Shazam: Fúria dos Deuses”

    21 de junho de 2021 /

    O cineasta David F. Sandberg divulgou uma foto com o elenco heroico de “Shazam: Fúria dos Deuses” totalmente uniformizado. Sincerão, ele assumiu que estava divulgando a primeira foto oficial do novo visual dos heróis por não saber por quanto tempo seria capaz de manter os trajes em segredo, sem sofrer vazamento de paparazzi. “Não sei por quanto conseguiremos impedir os novos trajes de vazarem. Então aqui está uma foto que tirei outro dia”, legendou o diretor. A imagem reúne a família dos irmãos Shazam, interpretada por Zachary Levi, Adam Brody, Ross Butler, DJ Cotrona, Grace Fulton e Meagan Good. Atualmente sendo filmado nos EUA, “Shazam: Fúrias dos Deuses” tem estreia prevista para junho de 2023 nos cinemas. Don’t know how long we can keep the new suits from leaking so here’s a pic I took the other day pic.twitter.com/41wStJ6oe2 — David F. Sandberg (@ponysmasher) June 21, 2021

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    Polícia francesa enfrenta supervilões em trailer da Netflix

    20 de junho de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Como Virei Super-Herói”, que parece uma continuação francesa de “Power”. Assim como o filme estrelado por Jamie Foxx e Joseph Gordon-Levitt no ano passado, o novo filme se passa num mundo em que vilões ganham superpoderes ao ingerirem uma droga. Baseado num romance de Gerald Bronner, o longa acompanha dois policiais, vividos por Pio Marmaï (“Finalmente Livres”) e Vimala Pons (“Elle”), que lidam com crimes praticados por superpoderosos. O elenco ainda inclui Benoit Poelvoorde (“Românticos Anônimos”), Leila Bekhti (“The Eddy”) e Swann Arlaud (“Graças a Deus”). A produção é o primeiro longa escrito e dirigido por Douglas Attal, filho do aclamado produtor de cinema Alain Attal (“Não Conte a Ninguém”, “A Datilógrafa”, “Rock’n’Roll”). A estreia acontece em 9 de julho.

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    Trailer mostra Mark Wahlberg como pai de adolescente gay

    20 de junho de 2021 /

    A Roadside Attractions divulgou o primeiro trailer de “Joe Bell”, melodrama estrelado por Mark Wahlberg (“O Grande Herói”), que apela às emoções para contar a história real de um pai enlutado, que mergulha numa missão de conscientização pelas escolas dos EUA após o bulling levar seu filho gay ao suicídio. Além de Wahlberg no papel-título, o filme destaca Connie Britton (“9-1-1”) como sua esposa e o jovem Maxwell Jenkins (o jovem Will de “Sense8”) como o filho. O roteiro é escrito pela dupla Diana Ossana e Larry McMurtry (1936–2021), que venceu o Oscar em 2006 com outra tragédia LGBTQIAP+, “O Segredo de Brokeback Mountain”. Já a direção ficou a cargo de Reinaldo Marcus Green (“Monstros e Homens”). Após passar no Festival de Toronto no ano passado, dividindo a crítica entre quem viu boas intensões e os que não conseguiram enxergar mais que superficialidade, o filme terá sua estreia comercial em 23 de julho nos EUA. Ainda não há previsão de estreia para o Brasil.

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    Settlers: Trailer apresenta western passado em Marte

    20 de junho de 2021 /

    A IFC divulgou o pôster e o trailer de “Settlers”, um western especial que acompanha uma pequena família de colonizadores de Marte que tenta sobreviver ao ataque de saqueadores. Quando o pai se sacrifica para proteger o assentamento de uma gangue criminosa, sua mulher e filha ficam sozinhas para lidar com um sobrevivente do massacre, que reivindica a posse de suas terras. “Settlers” é estrelado pela menina Brooklynn Prince (de “O Projeto Florida”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e Jonny Lee Miller (“Elementary”) como a família central, além de Ismael Cruz Cordova (“Undoing”) como o invasor ameaçador. O filme marca a estreia do diretor e roteirista Wyatt Rockefeller e foi adquirido pela IFC após ter sua première mundial no Festival de Tribeca, em Nova York, na sexta-feira passada (18/6).

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    Gêmeos de “Big Little Lies” vão estrelar remake do terror “Boa Noite Mamãe”

    20 de junho de 2021 /

    Depois de enlouquecer Nicole Kidman em “Big Little Lies”, os gêmeos Cameron e Nicholas Crovetti (intérpretes de Josh e Matt Wright no drama premiado da HBO) vão agora aterrorizar Naomi Watts no remake americano de “Boa Noite Mamãe”, terror austríaco dos cineastas Severin Fiala e Veronika Franz lançado em 2014. O filme gira em torno da reação de dois irmãos gêmeos à volta de sua mãe para casa – uma propriedade rural afastada – , após passar por uma cirurgia estética. O rosto coberto por curativos faz os irmãos desconfiarem de que aquela não é realmente sua mãe. Os irmãos Crovetti parecem gostar mesmo de tocar o terror, porque recentemente também filmaram juntos “Witch Hunt”, sobre bruxas foragidas. Cameron ainda está na série “The Boys”, onde vive o filho do herói/vilão Capitão Pátria (Homelander). As filmagens de “Goodnight Mommy” (o título americano do filme austríaco) já começaram em New Jersey, com direção de Matt Sobel que só tem um longa no currículo, o drama indie “Take Me to the River” (2015), inédito no Brasil. O remake será lançado pela Amazon em data ainda não divulgada.

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    Filme animado do Scooby-Doo vai ter sequência

    20 de junho de 2021 /

    O diretor Tony Cervone confirmou que já está desenvolvendo uma sequência para “Scooby! O Filme”, de 2020. “Toda a equipe criativa que fez o primeiro projeto está de volta, trabalhando em algo novo”, ele contou, durante entrevista ao site Comic Book Movie. A continuação ainda não teve um anúncio oficial da Warner, mas o cineasta afirmou que todos da produção “estão muito empolgados” por voltar aos personagens. “Foi legal criar esse universo cinematográfico Hanna-Barbera [produtora da animação original]. É emocionante voltar a ele”, completou. “Scooby! O Filme” foi o primeiro lançamento da Warner a trocar o cinema pelo streaming durante a pandemia. E isto aconteceu antes mesmo da inauguração da HBO Max nos EUA. Apesar de não ter virado, como previsto, a primeira animação de Scooby-Doo nos cinemas, a obra trouxe algumas novidades em relação às adaptações anteriores, a começar pelo uso da computação gráfica. Graças à tecnologia, os personagens ganharam uma aparência diferente dos desenhos tradicionais, mas que não chega a representar uma mudança radical, já que os traços originais foram preservados. Além disso, o longa também revelou a origem da turma animada desde o primeiro encontro entre Scooby e Salsicha, ainda crianças, demonstrando que a amizade do grupo é bastante antiga. O pacote de novidades se completa com a presença de alguns personagens clássicos das animações da Hanna-Barbera, incluindo uma parceria entre Scooby e o Bionicão, do Falcão Azul, até a aparição do vilão mais famoso do estúdio: Dick Vigarista, da “Corrida Maluca”. O roteiro foi escrito por Matt Lieberman (“Dr. Dolittle 4”) e a direção ficou a cargo de Tony Cervone (diretor de animação de “Space Jam – O Jogo do Século”), que já tinha trabalhado antes na franquia – produziu a série “Scooby-Doo! Mistério, S/A” (2010-2013) e comandou o recente vídeo animado “Scooby-Doo e Kiss: O Mistério do Rock and Roll” (2015).

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    Brasileiro “A Última Floresta” vence prêmio do público do Festival de Berlim

    20 de junho de 2021 /

    O público do Festival de Berlim celebrou a qualidade do cinema brasileiro neste domingo (20/6) com a premiação de “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi, com o troféu de Melhor Filme da Mostra Panorama. O longa nacional disputava com 15 produções de diferentes países e se provou o favorito dos frequentadores da Berlinale, que este ano se dividiu em duas fases devido à covid-19. Por causa da pandemia, a 71ª edição do tradicional festival alemão teve uma primeira mostra virtual em março, exclusiva para o júri e a crítica, que consagrou o romeno “Bad Luck Banging or Loony Porn”, de Radu Jude, com a Palma de Ouro, e uma “mostra de verão”, com as primeiras exibições públicas dos filmes selecionados durante este mês de junho. Escrito por Bolognesi em parceria com o xamã Davi Kopenawa, “A Última Floresta” mostra a luta dos yanomamis no Norte da Amazônia contra o avanço criminoso dos garimpeiros sobre suas terras. “O prêmio é extremamente importante para chamar atenção para esse genocídio indígena que está acontecendo no Brasil”, comentou Bolognesi à imprensa em Berlim, registrado por “O Globo”. “No momento, os yanomamis estão sob ataque de garimpeiros. Já foram três aldeias atacadas com tiros e bombas, e o governo não toma as medidas legais para retiriar os garimpeiros invasores e nem sequer proteger os indígenas”, denunciou. A narrativa, porém, combina denúncia social com o universo mágico dos yanomani, que acreditam que o mundo dos sonhos é real. Com isso, muitas cenas aludem à crenças e explicitam a agonia de um povo dividido entre as tradições e o perigo de mantê-las diante de um inimigo perigoso. “A Última Floresta” foi o segundo filme de Bolognesi sobre a luta dos brasileiros nativos premiado no Festival de Berlim. Ele já tinha recebido uma uma menção honrosa em 2018 pelo documentário “Ex-Pajé”, que mostrou o drama de um líder indígena subjugado por religiosos evangélicos. O público votou em peso no filme brasileiro, que foi recebido com aplausos avassaladores, conforme o próprio diretor registrou em seu Instagram. E também na produção local “Mr. Bachmann and his class”, de Maria Speth, uma fábula de inclusão na qual uma professora carismática ajuda seus alunos, que vêm de diferentes países, a se sentirem em casa na Alemanha. “Mr. Bachmann” venceu o troféu do público entre os filmes da mostra principal. Segundo a Berlinale, 5.658 votos foram computados. A vitória de Luiz Bolognesi em Berlim aconteceu um dia após outra conquista importante do cinema brasileiro na Europa, com a premiação do longa animado “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”, de Cesar Cabral, no sábado (19/6) no Festival de Annecy, na França. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luiz Bolognesi (@luizbolognesi66) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luiz Bolognesi (@luizbolognesi66)

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    “Dupla Explosiva 2” estreia em 1º lugar nos EUA

    20 de junho de 2021 /

    A comédia de ação “Dupla Explosiva 2 – E a Primeira Dama do Crime” assumiu o 1º lugar das bilheterias em sua estreia nos Estados Unidos, conquistando US$ 11,7 milhões em 3.331 cinemas. Lançado antecipadamente na quarta-feira (16/6), o longa da Lionsgate e Millennium Media foi a primeira comédia de ação a chegar aos cinemas americanos desde a reabertura das salas no país e contabiliza um total de US$ 17 milhões em cinco dias. Mas não é um desempenho que merece muita comemoração, porque custou cerca de US$ 70 milhões para ser produzido, sem as despesas de marketing. Mesmo com um superelenco, que volta a reunir Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson, astros do primeiro filme, além de dar mais espaço para Salma Hayek e incluir Antonio Banderas como vilão, “Dupla Explosiva 2” foi implodido por críticas muito negativas (míseros 25% de aprovação no Rotten Tomatoes) e deve ser atropelado por “Velozes e Furiosos 9” no próximo fim de semana. Em 2ª lugar, “Um Lugar Silencioso – Parte II” somou mais US$ 9,4 milhões em vendas de ingressos, numa queda de apenas 22% em relação ao fim de semana anterior. Completando quatro semanas em cartaz, o terror da Paramount dirigido por John Krasinski e estrelado por Emily Blunt já tem US$ 125 milhões em seu mercado doméstico. O Top 5 se completa com “Pedro Coelho 2 – O Fugitivo” (US$ 6,1 milhões em seu segundo fim de semana) e por um empate virtual entre “Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio” e “Cruella” (ambos fizeram aproximadamente US$ 5,1 milhões). Com isso, aumenta a decepção da Warner com “Em um Bairro de Nova York”. Apontado como blockbuster potencial em várias projeções do estúdio, o musical de Lin-Manuel Miranda caiu para a 6ª posição em seu segundo fim de semana, com apenas US$ 4,3 milhões de faturamento, uma queda brutal de 62% em relação à estreia. Disponibilizado simultaneamente na HBO Max (como, por sinal, “Invocação do Mal 3”), o filme acumula US$ 19,8 milhões em dez dias de exibição e terá dificuldade de empatar seus custos de produção, estimados em US$ 55 milhões. O ranking ainda registrou o feito de “Godzilla vs. Kong”, que a Warner manteve em cartaz por 12 semanas para conseguir os US$ 250 mil que faltavam nestes últimos dias, visando atingir uma meta ambiciosa. Graças à bilheteria do fim de semana, o filme dos monstros gigantes se tornou o segundo a atingir US$ 100 milhões de arrecadação na América do Norte desde a pandemia – e uma semana depois de “Um Lugar Silencioso – Parte II” superar a marca. “Em um Bairro de Nova York”, “Invocação do Mal 3” e “Cruella” já estão em cartaz no Brasil. “Godzilla vs. Kong” está até em locação digital. “Pedro Coelho 2” chega só em 22 de agosto por aqui, enquanto “Dupla Explosiva 2” e “Um Lugar Silencioso 2” têm estreias previstas para daqui a um mês e no mesmo dia: 22 de julho.

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    Animação de “Bob Cuspe” é premiada no Festival de Annecy

    19 de junho de 2021 /

    “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente” foi premiado neste sábado (19/6) no Festival de Annecy, na França. O primeiro longa-metragem de Cesar Cabral, feito pela Coala Filmes de São Paulo, conquistou a láurea principal da seção Contracampo, destinada a obras mais ousadas, na edição de 60 anos do evento mais prestigioso do mundo para as produções animadas. O filme foi feito com bonecos ao longo de cinco anos, utilizando a técnica de stop motion (na qual objetos são fotografados quadro a quadro para passar a ilusão de movimento) e com a voz do ator Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) no papel do punk de periferia dos quadrinhos de Angeli. O próprio Angeli aparece na trama, numa versão animada, disposto a dar a Bob Cuspe o mesmo fim da Rê Bordosa. Mas o punk não aceita a extinção (afinal, “punk’s not dead!”) e parte para um acerto de contas. A vitória é mais um reconhecimento ao talento brasileiro. Annecy, que é conhecido como uma espécie de Cannes da animação, e já consagrou várias obras brasileiras, como os longas “Uma História de Amor e Fúria” (2013), de Luiz Bolognesi, e “O Menino e o Mundo” (2014), de Alê Abreu. Também é um feito de resistência cultural no momento em que a Ancine e a Secretaria de Cultura promovem a maior paralisação de incentivos da história do cinema nacional. Não por acaso, a produtora Coala Filmes comemorou a vitória em seu Instagram com #forabolsonaro e #foragenocida. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Coala Filmes (@coalafilmes_)

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    Críticos geeks dos EUA rasgam elogios para “Viúva Negra”: “A Marvel está de volta!”

    19 de junho de 2021 /

    Surpresa? As primeiras reações dos jornalistas geeks às sessões de imprensa do filme “Viúva Negra” foram só elogios, num ritual de louvação que costuma acompanhar todos os lançamentos da Marvel sem exceções. Enquanto isso, a opinião da imprensa série foi guardada para as publicações oficiais, que serão conhecidas apenas na véspera da estreia do longa, supostamente a despedida do papel de Scarlett Johanssen do papel da heroína do título, com estreia marcada para 8 de julho no Brasil. Em meio aos muitos elogios exacerbados sobre como, pela 23ª vez, a Marvel fez um dos seus melhores filmes, destacam-se as declarações positivas a respeito das performances do elenco, especialmente sobre como David Harbour (“Stranger Things”) rouba as cenas como alívio cômico e como Florence Pugh (“Midsommar”) impressiona e se posiciona rapidamente como uma sucessora digna de Johanssen, transformando sua personagem, Yelena Belova, em nova favorita entre as heroínas da Marvel. Veja abaixo uma mostra impressionista dos elogios da crítica geek americana à “Viúva Negra” nas redes sociais. “‘Viúva Negra’ mostra exatamente porque Natasha Romanoff era a cola que mantinha os Vingadores juntos. Um pouco de ‘John Wick’ nas cenas de luta & sequências de ação criativas embaladas em uma história comovente & profunda sobre família & sobre como o mundo trata garotas. Empolgada para ver Yelena carregar a tocha. Yelena será uma nova favorita dos fãs depois de ‘Viúva Negra’. Florence Pugh realmente arrasou. Ela e Scarlett Johansson estão fenomenais juntas como duas “irmãs” usadas e abusadas por um sistema que precisam quebrar”, escreveu Alisha Grauso do site Screen Rant. “O elenco de ‘Viúva Negra’ é ótimo em construir personagens divertidos e descomunais, mas Florence Pugh como Yelena Belova rouba a cena completamente. Fãs da Marvel vão adorá-la. Eu sai desse filme empolgada para o futuro envolvimento dela no MCU. Ela vai ser uma favorita dos fãs instantaneamente”, acrescentou Meagan Damore, do CBR (Comic Book Resources). “Eu amei ‘Viúva Negra’… e isso me deixa com raiva. ScarJo merecia esse filme há muito tempo. Eu amei todo mundo nele, mas me incomoda que a Marvel esperou tanto tempo. ScarJo estava incrível como sempre. Florence Pugh, eu amei em tudo que já vi ela fazer e continuo amando. Rachel Weisz é maravilhosa. David Harbour também. A história é sombria, mas completamente intrigante. As cenas de luta… Eu só odiei que tivemos que aguardar para ver isso só depois de ‘Ultimato’. É difícil separar meus sentimentos sobre esse fato da minha opinião sobre esse filme”, ponderou Jenna Busch, do Vital Thrills, numa rara crítica à Marvel, que teria sido machista por demorar a realizar o filme que os fãs sempre pediram, priorizando produções com heróis masculinos. “‘Viúva Negra’ tem um dos melhores elencos de um filme da Marvel. Scarlett, David, Rachel e Florence todos tem momentos para roubar as cenas, que mantém o filme se movendo rapidamente. Provavelmente tem mais ação que qualquer outro filme solo da Marvel e eu senti que estava em uma montanha-russa o tempo todo”, descreveu James Viscardi, do site Comic Book. “Os filmes da Marvel estão de volta! ‘Viúva Negra’ é um thriller de espionagem tenso e cheio de ação que realmente completa a história de Natasha de modo visceral e emocional. Florence Pugh arras e é um ícone imediato do MCU. É como um filme de James Bond no MCU com pitadas de ‘Missão Impossível’ e ‘Thelma & Louise'”, comemorou o já veterano geek Erik Davis, do Fandango. “‘Viúva Negra’ é uma profusão de emoções com sequências de ação emocionantes, incluindo uma perseguição de carro fantástica, e o tipo de performance energética que torna o MCU um lugar tão especial de se visitar. Me deixou querendo fazer campanha para outro filme da ‘Viúva Negra’, então algumas coisas nunca mudam”, concluiu outro veterano da cena, Brett White, do Decider. “Cate Shortland teve a difícil tarefa de preencher a história de fundo de Natasha Romanoff e acertou em cheio em ‘Viúva Negra’. Enquanto todo o elenco foi ótimo, Florence Pugh e David Harbour detonaram com suas performances. Não tem jeito de o público não querer mais dos dois personagens. Além disso, a ação é ininterrupta e muito bem feita. Agradeçam ao diretor da 2ª unidade, Darrin Prescott. Você conhece o trabalho dele dos filmes ‘John Wick’, ‘Pantera Negra’ e ‘Capitão América: Guerra Civil’. Não assista no Disney+. Veja isso em um cinema”, recomendou Steven Weintraub, do site Collider, o mais respeitável da turma.

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    “Em um Bairro de Nova York” rende polêmica na mídia dos EUA

    19 de junho de 2021 /

    Lançado no Brasil neste fim de semana, o filme “Em um Bairro de Nova York”, produzido e adaptado por Lin Manuel Miranda a partir de seu próprio musical da Broadway, abriu debate sobre o colorismo no cinema. A crítica diz respeito à ausência de peles mais escuras no filme, que se apresenta como uma representação abrangente dos latinos em Nova York. O questionamento começou depois que uma jornalista afro-cubana chamou atenção para o fato de que os latinos representados na tela são de cor clara e “poderiam se passar por brancos”, levando a questão racial a ganhar peso na apreciação da obra. O colorismo tem assumido maior destaque no debate sobre representatividade desde que Zoe Saldana interpretou Nina Simone em seu filme biográfico de 2016, apesar de a cantora ter a pele muito mais escura que a atriz. Até Viola Davis, uma das atrizes negras mais premiadas de todos os tempos, costuma dizer que seu tom de pele escuro dificultou sua carreira. “Se você é mais escura do que um saco de papel, então não é considerada sexy, não é uma mulher”, disse ela em uma entrevista, usando uma expressão da época da escravidão. As mulheres com pele mais clara que um saco de papel marrom costumavam trabalhar dentro da casa dos escravagistas, enquanto as mais escuras eram enviadas para o trabalho pesado nos campos. Apesar disso, as críticas contra o musical latino também assumiram muitas generalizações, como o fato de que “Em um Lugar em Nova York” só teria negros nos números de dança. Entretanto, o segundo personagem masculino mais importante da trama foi vivido por Corey Hawkins, que antes interpretou o rapper Dr. Dre em “Straight Outta Compton”. Diante do crescimento da polêmica, alimentada por declarações desastrosas do diretor Jon M. Chu (“Podres de Ricos”) sobre contratar “as pessoas que eram as melhores para os papéis” (como Hollywood sempre disse para justificar brancos em papéis de negros), Lin Manuel Miranda decidiu se manifestar e pedir desculpas públicas. “Comecei ‘Em um bairro de Nova York’ porque não me via refletido e é o que tenho buscado nos últimos 20 anos, que todos nós nos vejamos refletidos”, afirmou Miranda. Acompanho a discussão sobre a representação dos afro-latinos em nosso filme e está claro que essa comunidade não se sente suficientemente representada, sobretudo nos papéis principais. Eu ouço a dor e a frustração com o colorismo (…). Ao tentar pintar um mosaico desta comunidade, falhamos. Sinto muito. Estou aprendendo com suas questões. Obrigado por lançá-las. Eu os escuto”, concluiu. Mas a controvérsia não acabou aí. Lenda de Hollywood, a atriz Rita Moreno, primeira latina vencedora do Oscar, desabafou no programa de Stephen Colbert: “Parece que você nunca consegue acertar”. A declaração gerou outras críticas. E ela própria acabou tendo que se desculpar. “Ao fazer uma declaração em defesa de Lin-Manuel Miranda no Colbert Show ontem à noite, eu estava claramente desconsiderando as vidas dos negros que importam em nossa comunidade latina”, ela se retratou em comunicado. Uma ironia, porque a própria Moreno sentiu na pele a discriminação de Hollywood. Quando filmou “Amor Sublime Amor” (West Side Story), filme que lhe rendeu o Oscar em 1962, teve que se contentar com um papel coadjuvante, enquanto o papel principal, da porto-riquenha Maria, foi vivida pela branquérrima Natalie Wood, filha de imigrantes europeus. Outro apresentador de talk show televisivo dos EUA, Bill Maher, também resolveu criticar Miranda em seu programa na noite de sexta-feira (18/6), só que por pedir desculpas. “Pare de se desculpar”, disse Maher. “Você é o cara que transformou os pais fundadores dos EUA em negros e hispânicos [no musical ‘Hamilton’]! Não acho que você tenha que pedir desculpas ao Twitter. ” “Quer dizer, ele é um latino fazendo um filme latino com um elenco latino. E não esta bom o suficiente! Nada é bom o suficiente para essas pessoas. Eles são como crianças. Não criamos nossos filhos direito e isso se reflete na mídia. Ninguém nunca diz aos filhos: ‘Cala a boca. Sente-se. Ouça os mais velhos. Pare de reclamar.’” Maher concluiu: “As pessoas vão ter que enfrentar esses valentões, porque isso é simplesmente bullying. É ‘Eu posso fazer você rastejar como um cachorro e eu gosto disso’”, concluiu Maher, atacando as patrulhas ideológicas das redes sociais. A declaração de Maher só aumentou a polêmica, abrangendo outros segmentos e mais discussões sobre temas diferentes, adentrando a cultura do cancelamento.

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    Warner filmará vida de Marvin Gaye com produção de Dr. Dre

    18 de junho de 2021 /

    A Warner vai realizar uma cinebiografia do cantor Marvin Gaye, que conta com produção do rapper Dr. Dre e será dirigida por Allen Hughes (“O Livro de Eli”). Vale lembrar que inúmeros projetos anteriores, com os diretores F. Gary Gray, Cameron Crowe, os atores James Gandolfini e Jamie Foxx, o produtor Scott Rudin e até o cantor Lenny Kravitz já tentaram levar a história de Marvin Gaye para as telas, mas até então nenhum tinha conseguido a autorização da família ou o financiamento necessário para cobrir os custos. Ao contrário de tentativas anteriores, desta vez a família deu a benção e não faltou verba para bancar os direitos das músicas do cantor, da Motown às suas gravações finais, garantindo a utilização dos maiores sucessos de sua carreira na produção – entre eles clássicos como “What’s Going On”, “Get It On” e “Sexual Healing”. Para conseguir deixar todo mundo satisfeito, o estúdio estaria bancando um orçamento acima de US$ 80 milhões. Dr. Dre e seu sócio na Beats Electronics (fábrica de fones vendida para a Apple), Jimmy Iovine, iniciaram o projeto e contataram todas as partes, incluindo Andrew Lazar (produtor de “Sniper Americano”), proprietário da Mad Chance Productions, que é afiliada da Warner Bros. “Você já ouviu falar de todos esses diretores de renome que tentaram por 35 anos consolidar esses direitos”, comentou Allen Hughes para o site Deadline. “Mas esse filme começou com Dre dizendo, ‘Vamos fazer isso juntos’, e então Jimmy apareceu, e Andrew Lazar, e nós trabalhamos com a Motown e algumas outras coisas que precisavam ser amarradas, e conseguimos”. O roteiro foi escrito pelo poeta-dramaturgo Marcus Gardley, produtor da série “The Chi”, que também assina a versão musical de “A Cor Púpura” (prevista para 2023) para a Warner. Hughes e os produtores estão agora em busca do intérprete de Gaye para agendar o começo das filmagens, que ainda não têm previsão de lançamento.

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  • Filme

    Drama queer de Isabelle Fuhrman vence Festival de Tribeca

    18 de junho de 2021 /

    O júri do Festival de Tribeca consagrou nesta sexta-feira (18/6) a produção independente “The Novice”, de Lauren Hadaway. O drama sobre uma caloura queer. que se junta à equipe de remo de sua universidade e empreende uma jornada física e psicológica para chegar ao topo, ganhou três prêmios: Melhor Filme, Melhor Fotografia e Melhor Atriz para a protagonista Isabelle Fuhrman (ainda hoje lembrada como “A Órfã”). O filme marcou a estreia na direção de Hadaway, uma sonoplasta premiada, que trabalhou na sonorização de filmes conhecidos como “Os Oito Odiados” e “Liga da Justiça de Zack Snyder”, e escreveu a história de “The Novice” inspirada em sua própria juventude como uma remadora competitiva. O prêmio de Melhor Ator ficou com Matthew Leone, por “God’s Waiting Room”, escrito e dirigido por Tyler Riggs, enquanto a atriz Nana Mensah (da série “13 Reasons Why”) faturou o troféu de Melhor Direção em sua estreia na função pelo filme “Queen of Glory”, que ela também estrelou. Na competição internacional, quem fez a limpa foi a coprodução russa e georgiana “Brighton 4th”, de Levan Koguashvili. A história de um ex-campeão de luta livre da Georgia que viaja a Nova York para ajudar o filho com dívidas de jogo venceu os troféus de Melhor Filme Internacional, Roteiro e Ator para o veterano Levan Tediashvili (“Khareba da Gogia”). Para completar, o Melhor Documentário foi “Ascension”, dirigido por Jessica Kingdon, que também levou o prêmio especial Albert Maysles de Melhor Estreia na Direção da categoria. Os vencedores do prêmio do público do festival serão anunciados na próxima semana.

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