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Filme

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11 de agosto de 2026
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    Festival de Cannes celebra volta ao cinema

    6 de julho de 2021 /

    O Festival de Cannes começa sua edição de 2021 nesta terça (6/7), estendendo seu tapete vermelho inaugural para a projeção de “Annette”. A ópera rock de Leos Carax, estrelada por Adam Driver, Marion Cotillard e com trilha da banda Sparks, abre a programação do evento, que seguirá com muitas exibições até o dia 17 de julho. Após o cancelamento do ano passado, devido à pandemia de covid-19, o clima deste ano é de celebração. Cannes quer aproveitar a participação presencial do público, astros e cineastas para comemorar a reabertura dos cinemas e a volta do público às sessões. Mas é bastante simbólico que esta festa esteja acontecendo sem a presença da Netflix ou de longas brasileiros em seu Palácio. Em plena pandemia, o festival francês manteve seu veto aos filmes de streaming, embora toda a indústria cinematográfica, incluindo o Oscar e festivais rivais de igual prestígio, tenham aberto suas portas às formas alternativas de exibição cinematográfica. A situação levou o chefe do festival, Thierry Fremaux, a ter que se justificar, citando “regras” da competição – mas até o Oscar mudou suas regras durante a pandemia. Ele também reiterou convite para a Netflix apresentar seus filmes fora de competição no festival, uma condição que a plataforma já recusou anteriormente, por considerar desrespeitoso com os cineastas de suas produções. Premiado na última competição presencial do festival com “Bacurau”, o Brasil, por sua vez, está representado na disputa da Palma de Ouro de 2021 somente pela participação nos bastidores de um dos diretores daquele filme, Kleber Mendonça Filho, convidado a integrar o júri presidido por Spike Lee. Mendonça é um dos artistas que escolherão os melhores trabalhos do evento. A ausência de longas brasileiros na competição do Palácio dos Festivais já é reflexo do desastre cultural do governo Bolsonaro, que implodiu o cinema nacional com o fim de patrocínios e financiamentos, retendo até o dinheiro arrecadado do próprio mercado, cerca de R$ 2 bilhões em taxas cobradas via Condecine e Fistel que deveriam alimentar o inativo Fundo Setorial do Audiovisual. Mesmo assim, dois curtas brasileiros foram selecionados para a disputa da Palma de Ouro de sua categoria: “Sideral”, de Carlos Segundo, e “Céu de Agosto”, de Jasmin Tenucci. Produção do Rio Grande do Norte, “Sideral” contou com ajuda financeira da Lei Aldir Blanc, solução encontrada pelo Congresso para apoiar parcialmente projetos paralisados pela inoperância da Ancine sob o governo Bolsonaro, enquanto “Céu de Agosto” teve première no Festival de Tiradentes deste ano. Já a programação de longas da competição destaca “A Crônica Francesa” (The French Dispatch), de Wes Anderson, que segue a linha de “O Grande Hotel Budapeste” e reúne um grande elenco para viver repórteres de um jornal francês de expatriados, e “Benedetta”, drama erótico do veterano diretor holandês Paul Verhoeven (de “Instinto Selvagem”) sobre uma freira do século 17 que sofre com visões místicas e tentação sexual. Ambos deveriam ter integrado a edição do ano passado, que não aconteceu devido à pandemia. Além desses, outros títulos com première mundial em Cannes incluem os novos trabalhos do americano Sean Penn (“Na Natureza Selvagem”), do italiano Nanni Moretti (“O Quarto do Filho”), do iraniano Asghar Farhadi (“A Separação”), do russo Kirill Serebrennikov (“O Estudante”), do dinamarquês Joachim Trier (“Mais Forte que Bombas”), do tailandês Apichatpong Weerasethakul (“Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”), do australiano Justin Kurzel (“Macbeth: Ambição e Guerra”) e dos franceses François Ozon (“Frantz”), Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”), Bruno Dumont (“Camille Claudel 1915”), Mia Hansen-Love (“Eden”) e Leos Carax (“Holy Motors”). E vale observar que a nova obra de Hansen-Love, “Bergman Island”, apesar de ter equipe totalmente europeia, foi feita com investimento da produtora paulista RT Features. Entre os destaques das premières fora da competição, Oliver Stone traz à Croisette uma versão retrabalhada de “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar”, de 1991, com cenas inéditas, o cineasta Todd Haynes (“Carol”) apresenta seu documentário sobre a banda The Velvet Underground e a atriz Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) estreia na direção com um documentário sobre sua mãe, a icônica estrela de cinema Jane Birkin (“A Bela Intrigante”). São nas sessões especiais e paralelas que se encontram os únicos longas de diretores brasileiros de toda a programação. Com exibição fora de competição, “O Marinheiro das Montanhas” resgata a história de amor dos pais do diretor Karim Ainouz (“A Vida Invisível”), enquanto “Medusa”, segundo longa de Anita Rocha da Silveira (“Mate-me Por Favor”), foi incluído na Quinzena dos Realizadores – é a única produção 100% brasileira, da Bananeira Filmes, com incentivos que antecedem o advento de Bolsonaro. Também na Quinzena, “Murina”, da croata Antoneta Alamat Kusijanovic, e “O Empregado e o Patrão”, do uruguaio Manuel Nieto Zas (Manolo Nieto), são outras coproduções brasileiras no festival, assim como “Noche de Fuego”, da salvadorenha/mexicana Tatiana Huezo, selecionado na mostra Um Certo Olhar e coproduzido pelo cineasta brasileiro Gabriel Mascaro. Foram as últimas obras realizadas antes que sumissem os editais e linhas de financiamento que permitiam aos produtores brasileiros injetar recursos em produções estrangeiras. Além de projetar filmes inéditos, o evento francês ainda prestará homenagens à atriz e diretora americana Jodie Foster (“O Silêncio dos Inocentes”) e ao cineasta italiano Marco Bellocchio (“Em Nome do Pai”) com Palmas de Ouro honorárias pelas realizações de suas carreiras. Entretanto, quem parece ser o grande homenageado do 74º festival é Spike Lee. O rosto do diretor nova-iorquino, extraído de uma campanha da Nike com o personagem de seu primeiro longa, “Ela Quer Tudo” (1986), ocupa cartazes, a marquise do Palácio, a decoração da sala de imprensa e toda a divulgação do evento. Só que ele não vai ganhar uma Palma honorária nem lançar um novo filme. Spike Lee vai entregar a Palma de Ouro oficial ao melhor filme, como presidente do júri. Ele é o primeiro artista preto a ocupar a presidência do festival francês e terá a difícil tarefa de suceder o diretor mexicano Alejandro González Iñárritu (“O Regresso”), que presidiu a premiação com louvor em 2019, apresentando ao mundo “Parasita”, do sul-coreano Bong Joon Ho, vencedor da Palma de Ouro em 2019 e, posteriormente, do Oscar em 2020.

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    Trailer da continuação de “Rua do Medo” homenageia terror dos anos 1970

    5 de julho de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado do segundo filme da trilogia “Rua do Medo”. A prévia reforça a conexão entre os dois primeiros longas ao apresentar a nova história como um grande flashback passado nos anos 1970, que homenageia “Sexta-Feira 13” e outros terrores de acampamentos de verão, e é estrelado por Sadie Sink, de “Stranger Things” A trama é inspirada na famosa coleção literária de mesmo nome escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infanto-juvenil”. Com livros publicados desde 1989, “Rua do Medo” é a segunda maior franquia do escritor, perdendo apenas para a mais popular de todas, “Goosebumps”, que já virou série de TV e filmes. Outra informação importante sobre o projeto é que os filmes têm classificação etária mais elevada que os livros, originalmente feitos para pré-adolescentes. Dirigidos por Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream), os filmes estão sendo lançados semanalmente às sextas. “Rua do Medo: 1994” saiu no dia 2 e o próximo, “Rua do Medo: 1978”, chega no dia 9.

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    “A Guerra do Amanhã” quebra recorde de audiência na Amazon

    5 de julho de 2021 /

    O filme “A Guerra do Amanhã” teria quebrado o recorde de audiência da Amazon nas primeiras 48 horas de seu lançamento no Prime Video. A notícia foi dada pelo protagonista Chris Pratt em seu Instagram. Ele publicou um vídeo no domingo (4/7) em que agradeceu aos fãs pelo sucesso do longa. “Obrigado a todos que assistiram ‘A Guerra do Amanhã’ no final de semana. As primeiras 48 horas de audiência no Prime Video quebraram todos os recordes. Filme nº1 nos streamings ao redor do mundo!! E não poderíamos ter feito isso sem cada um de vocês”, comemorou o ator. O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Eles querem recrutar soldados e civis para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. E o personagem de Pratt é um dos voluntários, um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo com sua filha adulta do futuro (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”). Considerado um amontado de clichês pela crítica internacional, o filme teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt)

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    Hugh Jackman enlouquece fãs com imagens de Wolverine e do chefão da Marvel

    5 de julho de 2021 /

    Hugh Jackman está dando o que falar nas redes sociais, graças à duas postagens feitas em seu Stories no Instagram. Na verdade, ele fez três publicações que, de certo modo, são relacionadas, mas a primeira foi uma homenagem a Richard Donner, cineasta falecido nesta segunda (5/7), que produziu o filme dos “X-Men” e também o primeiro derivado de Wolverine. Em seguida, ele postou um desenho do Wolverine sem texto. Só que a imagem seguinte mudou completamente o contexto. Jackman publicou sem legendas uma foto em que aparece ao lado de Kevin Feige, chefão do Marvel Studios. Pode ser só uma forma de lembrar que Feige também trabalhou no primeiro longa dos “X-Men”, como produtor associado. Mas também pode ser a prévia da notícia que os fãs querem ver confirmada imediatamente: a volta de Jackman como Wolverine num filme da Marvel – provavelmente em “Deadpool 3”. Vale lembrar que, ao declarar que tinha se aposentado do papel do herói com “Logan” (2017), o ator brincou que só voltaria a viver Wolverine numa condição: se fosse num filme dos Vingadores. Na época, ninguém nem sonhava com os planos da Disney para comprar a 20th Century Fox, o que acabou acontecendo dois anos depois. Com isso, Wolverine já pode estrelar um filme dos Vingadores! Além de “Deadpool 3” – onde a participação é um desejo pessoal de Ryan Reynolds – , também há um boato antigo sobre um filme que juntaria Wolverine e Hulk. Após o alarme falso de “WandaVision”, Kevin Feige não revelou até o momento como vai introduzir mutantes conhecidos, como Wolverine e os X-Men, nas produções do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel).

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    Richard Donner (1930-2021)

    5 de julho de 2021 /

    O diretor Richard Donner, que encantou gerações com clássicos como “A Profecia” (1976), “Superman – O Filme” (1978), “Os Goonies” (1985) e “Máquina Mortífera” (1987), morreu nesta segunda (5/7) aos 91 anos, de causa ainda não revelada. O nome Donner era na verdade apelido de Donald, segundo nome do nova-iorquino Richard Donald Schwartzberg, que estudou teatro na NYU (Universidade de Nova York) e chegou a atuar em peças do circuito off-Broadway, antes de decidir tentar carreira atrás das câmeras. Ele até ensaiou atuar na TV, mas a experiência nunca passou de um punhado de séries, como “Agente da UNCLE” e “Lassie”. Em compensação, ao entrar na indústria televisiva rapidamente se estabeleceu como um dos diretores mais requisitados da década de 1960, somando em período recorde mais de uma centena de episódios de atrações como a própria “Agente da UNCLE”, “Procurado Vivo ou Morto”, “Rota 66”, “O Homem do Rifle”, “Paladino do Oeste”, “O Fugitivo”, “A Ilha dos Birutas”, “Perry Mason”, “James West”, “Agente 86” e principalmente “Além da Imaginação”, onde mostrou sua capacidade de comandar tramas fantásticas. Paralelamente, começou a dirigir seus primeiros filmes, inaugurando a lista com a produção de baixo orçamento “X-15”, estrelada por Charles Bronson. Mas apesar do desejo de fazer cinema, só conseguiu superar a tradicional resistência de Hollywood a profissionais da TV depois de 15 anos de atividades cinematográficas em filmes baratos, quando “A Profecia” estourou nas bilheterias. O terror de 1976 marcou época e inspirou continuações, remake e até uma série, sendo considerado o segundo filme mais assustador da década, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). O sucesso o credenciou a dirigir a produção que levaria os espectadores a “acreditar que um homem pode voar”. Donner entregou tudo o que o marketing anunciou e os fãs esperavam do primeiro filme de super-heróis com grande orçamento. Um ano após “Guerra nas Estrelas” inaugurar a era moderna dos blockbusters, “Superman – O Filme” consolidou a mudança de paradigma e o mercado cinematográfico nunca mais foi o mesmo. Infelizmente, ele brigou com os produtores Alexander e Ilya Salkind durante as filmagens de “Superman II” e acabou ficando sem créditos pelo trabalho seguinte, finalizado por Richard Lester, embora tenha contribuído com várias cenas do longa de 1980. Os fãs puderam ver a diferença quando a Warner restaurou sua versão em 2006, lançada em DVD como “Superman II: The Richard Donner Cut”, no mesmo dia da estreia de “Superman: O Retorno” nos cinemas. Após a frustração com “Superman II”, Donner decidiu montar sua própria produtora em parceria com sua esposa, Lauren Shuler Donner, visando manter maior controle de seus projetos. Foi pela empresa, que hoje é conhecida como The Donners’ Company, que ele lançou seus filmes seguintes e a iniciativa o transformou em milionário. Os primeiros títulos da produtora foram a fantasia medieval “O Feitiço de Áquila” (1982) e a aventura “Os Goonies” (1985), coproduzida por Steven Spielberg. O sucesso desses filmes, especialmente do fenômeno “Goonies”, ainda fizeram de Donner um dos diretores mais admirados da década de 1980. O detalhe é que ele guardou seu lançamento mais bem-sucedido para o final da década. Depois de entreter crianças e adolescentes, Donner ainda revolucionou a velha fórmula dos filmes policiais com “Máquina Mortífera” (1987), apresentando a parceria entre um jovem policial destemido/suicida e outro “muito velho para essa m*rda”. A química entre Mel Gibson e Danny Glover, aliada à combinação de ação e comédia, criou novo fenômeno de bilheteria, que ainda ganhou mais três sequências e permaneceu influente a ponto de inspirar uma série de TV nos últimos anos. Além de dirigir todos os quatro “Máquina Mortífera” ao longo de uma década (até 1998), o diretor voltou a bisar a parceria com Mel Gibson em mais dois longas, a adaptação da série de western “Maverick” (1994) e o thriller “Teoria da Conspiração” (1997). Seus últimos trabalhos como diretor foram a sci-fi “Linha do Tempo” (2003), estrelada por Paul Walker, e o thriller policial “16 Quadras” (2006), com Bruce Willis. Como produtor, Donner ainda trabalhou nos bastidores de continuações de seus sucessos, como “Superman III” e “A Profecia III”, além de ter realizado a trilogia “Free Willy”, a série “Contos da Cripta”, baseada em quadrinhos de terror dos anos 1950, e dois filmes derivados dessa atração. Mas sem dúvida sua maior contribuição longe das câmeras foi ter produzido o filme que lançou a era dos super-heróis da Marvel nos cinemas: “X-Men”, no ano 2000. Nos últimos anos, ele ensaiava voltar a dirigir um último filme, que seria “Máquina Mortífera 5”, resgatando a franquia com os atores originais. O projeto chegou a ser anunciado por Mel Gibson, mas agora não deve mais sair do papel. Apesar da repercussão de seus filmes, Richard Donner nunca teve seu talento reconhecido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Mas é um equívoco subestimar seu talento, que rivalizava com os cineastas mais badalados de sua geração. Um dos plano-sequências de “Superman – O Filme” dava inveja em Martin Scorsese.

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    Vladimir Menshov (1939–2021)

    5 de julho de 2021 /

    O diretor de cinema russo Vladimir Menshov, premiado com o Oscar em 1981, morreu de covid-19 nesta segunda (5/7), aos 81 anos Nascido em 1939 em Baku, no Azerbaijão soviético, Vladimir Menshov começou a filmar curtas em 1968, antes de estrear como roteiristas de em 1974 e dirigir seu primeiro longa em 1977, “Practical Joke”. Ele se mundialmente conhecido por seu segundo filme de longa-metragem, “Moscou não Acredita em Lágrimas” (1980), que venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, um dos dois únicos prêmios da Academia conquistados pela União Soviética. Menshov escreveu, dirigiu, produziu e atuou no filme, que acompanhava a vida de três mulheres, da juventude ao começo da velhice, refletindo seus sonhos e desejos ao virem de cidades pequenas para Moscou. Seus filmes seguintes não tiveram o mesmo alcance, mas sua comédia “Love and Pigeons”, lançada em 1984, encontrou grande sucesso local e continua sendo uma das mais assistidas na televisão russa. Menshov também se destacou como ator, sendo convidado a participar de projetos de vários colegas após atuar em “Moscou não Acredita em Lágrimas”. Ele participou de cerca de 100 filmes russos como ator, incluindo alguns sucessos de alcance internacional, como “O Mensageiro” (1986) e “Cidade Zero” (1988), de Karen Shakhnazarov, além do terror “Guardiões do Dia” (2006), de Timur Bekmambetov. Um de seus últimos trabalhos, “Legenda No. 17”, lhe rendeu o Georges, prêmio Nacional do Cinema Russo, como Melhor Ator Coadjuvante em 2013. Além da carreira na indústria cinematográfica, ele também deu aulas de direção na VGIK (Instituto Gerasimov de Cinematografia), prestigiosa escola de cinema de Moscou.

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    Estrela de “Velozes e Furiosos” será Noiva de Drácula

    4 de julho de 2021 /

    A atriz Nathalie Emmanuel, que interpreta a hacker Ramsey na franquia “Velozes e Furiosos”, vai estrelar “The Bride” (A Noiva), uma produção da Screen Gems (do grupo Sony) inspirada pelo clássico romance gótico “Drácula”, de Bram Stoker. O terror vai se passar nos dias de hoje e contar a história de uma jovem (Emmanuel) que é cortejada e seduzida, apenas para perceber que se encontra no meio de uma conspiração gótica em andamento. O ator Garrett Hedlund (“Mudbound”) também está no elenco, mas seu papel não foi confirmado. “The Bride” tem roteiro de Blair Butler (“Parque do Inferno” e série “Hellstrom”) e direção da australiana Jessica M. Thompson (“The Light of the Moon”). escreveu o roteiro original, baseado em seu argumento de venda, com revisões de Thompson. Emile Gladstone está produzindo. Emmanuel a seguir será visto na nona edição de Fast & Furiou s e em Army of Thieves, a prequela de Army of the Dead de Zack Snyder . Anteriormente, ela estrelou como Missandei na série de sucesso Game of Thrones da HBO ; A minissérie de Hulu, Four Weddings & a Funeral; e Die Hart, de Quibi , no qual ela contracenou com Kevin Hart e John Travolta. Hedlund apareceu mais recentemente em The United States vs. Billie Holiday, de Lee Daniels . Seus outros créditos incluem Triple Frontier, contracenando com Ben Affleck, Mudbound e Tron: Legacy, indicado ao Oscar . A seguir, ele vai estrelar The Plowman, ao lado de Robert Duvall e dirigido por Ed Harris. Thompson é mais conhecido por A Luz da Lua, seu vencedor do Prêmio do Público SXSW 2017 de Melhor Filme Narrativo . Os créditos de Butler incluem Polaroid e Helstrom da Marvel .

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    Fome de Viver: Filme de vampiros com David Bowie vai ganhar remake

    4 de julho de 2021 /

    A Warner Bros está desenvolvendo um remake de “Fome de Viver” (The Hunger), o sensual filme de vampiros de 1983 que deu início à carreira do falecido diretor Tony Scott (de “Top Gun”). O filme original marcou época por abrir com show da banda gótica Bauhaus, trazer David Bowie como vampiro e envolver sedução lésbica de Catherine Deneuve em Susan Sarandon. Deneuve interpretou Miriam Blaylock, a última de uma raça de vampiros que vive a milhares de anos se alimentando do sangue de suas vítimas. Quando seu último parceiro começa a envelhecer aceleradamente, ela decide transformar em vampira uma cientista especialista em sangue, que acha que encontrou a chave da juventude eterna. A cineasta Angela Robinson, que filmou “DEBS – As Super Espiãs” (2004) e “Herbie, Meu Fusca Turbinado” (2005), além de ter trabalhado com vampiros na série “True Blood” (de 2012 a 2014), está em negociações finais para dirigir a nova versão, que foi escrita pela roteirista Jessica Sharzer (da série “American Horror Story”). A produção está a cargo de Greg Berlanti, criador do “Arrowverso”, e sua sócia produtora Sarah Schechter. Ainda não há cronograma de produção conhecido. Relembre abaixo o trailer e a abertura clássica do filme original.

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    Diretor revela nova foto dos bastidores de “O Esquadrão Suicida”

    4 de julho de 2021 /

    O diretor James Gunn publicou nas redes sociais uma nova foto dos bastidores de “O Esquadrão Suicida”. Na imagem, ele aparece ao lado de diversos integrantes do elenco caracterizados como seus personagens, numa pausa de trabalho no estúdio. A imagem reúne o diretor, seu irmão Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Joel Kinnaman (do primeiro “Esquadrão Suicida”), Jai Courtney (também do primeiro “Esquadrão Suicida”), Margot Robbie (idem), Nathan Fillion (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”) e Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”). O elenco também inclui Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), John Cena (“Velozes e Furiosos 9”), Daniela Melchior (da novela portuguesa “A Herdeira”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Peter Capaldi (“Doctor Who”), Storm Reid (“Euphoria”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”), o cineasta Taika Waititi (“Jojo Rabbit”) e até Silvester Stallone (“Rambo: Até o Fim”) como a voz do Tubarão-Rei. Escrito e dirigido por James Gunn, “O Esquadrão Suicida” tem estreia marcada para 5 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por James Gunn (@jamesgunn)

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    Bill Pullman volta a ser presidente no “Independence Day”

    4 de julho de 2021 /

    A marca de cerveja Budweiser produziu um comercial especial para o dia da independência dos EUA, que traz Bill Pullman repetindo seu papel como o Presidente Thomas J. Whitmore da sci-fi “Independence Day” (1996). Vinte e cinco anos depois de seu discurso encorajador no período mais sombrio da humanidade, ele voltou às telas neste domingo (4/7) para fomentar uma união nacional contra um inimigo comum, visando superar novamente a ameaça de extinção. Desta vez, o inimigo que precisa ser enfrentado não são invasores alienígenas, mas uma pandemia. E o comercial tem o objetivo de apoiar a vacinação em todos os EUA. Veja abaixo o retorno do “presidente favorito” de Hollywood.

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    “Velozes e Furiosos 9” chega a US$ 500 milhões mundiais

    4 de julho de 2021 /

    “Velozes e Furiosos 9” está prestes a se tornar o primeiro filme americano a atingir US$ 500 milhões de bilheteria mundial desde 2019. Segundo projeções do mercado, a marca será alcançada na segunda-feira (5/7), quando os US$ 491 milhões somados até este domingo receberem os resultados adicionais do feriadão da Independência dos EUA – como o 4 de julho caiu no domingo, o feriado comercial será na segunda. O filme é atualmente o mais visto do mundo em vários países, incluindo na Espanha, onde bateu recorde de arrecadação da pandemia. Nos EUA, faturou mais US$ 24 milhões entre sexta e domingo, ficando à frente de duas estreias do fim de semana, a animação “O Poderoso Chefinho 2 – Negócios da Família” (US$ 17,36 milhões) e “Uma Noite de Crime – A Fronteira” (US$ 15,86 milhões). Os dois filmes só serão lançados em agosto, respectivamente nos dias 12 e 19. Um detalhe curioso desse Top 3 norte-americano é que todos os títulos são produções da Universal Pictures, um feito e tanto para um dos estúdios – junto com a Warner Bros. – que teve melhor desempenho nos cinemas durante a crise sanitária. Vale observar que, apesar da vacinação avançada, 20% das salas de exibição ainda estão fechadas nos EUA. Outra marca mundial importante foi atingida por “Cruella”, da Disney, que ultrapassou os US$ 200 milhões globais em seu sexto fim de semana em cartaz. Do total mundial de US$ 204,4 milhões, US$ 127,8 milhões são provenientes de 43 mercados estrangeiros.

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    “A Noite dos Mortos-Vivos” vai ganhar remake animado

    4 de julho de 2021 /

    O clássico de 1968 que lançou os zumbis modernos no cinema vai voltar à vida, após dois remakes, como animação. Intitulada “Night of the Animated Dead” (Noite dos Mortos Animada), a produção será a primeira adaptação animada de “A Noite dos Mortos-Vivos”, terror escrito e dirigido por George A. Romero. O longa original mostrava um grupo de pessoas se protegendo numa casa isolada durante um ataque de mortos-vivos. Filmado em preto e branco e com orçamento mínimo, a obra impressionou por criar uma ameaça até então nunca vista: uma epidemia apocalíptica zumbi. Todos os zumbis anteriores do cinema eram criaturas ligadas ao vudu e ao folclore haitiano. “A Noite dos Mortos-Vivos” foi o primeiro longa a abandonar essa premissa sobrenatural, trocando a base supersticiosa das criaturas por uma ameaça de raízes na ficção científica apocalíptica – o filme inclusive indica que tudo teria começado com a queda de uma sonda espacial. O próprio Romero continuou a história dez anos depois com “O Despertar dos Mortos” (1978), mostrando a epidemia zumbi atingindo uma grande metrópole e o templo do consumo moderno – um shopping center. O sucesso foi tanto que os filmes de zumbis se espalharam pelo mundo como epidemia real. O diretor ainda desenvolveu seu conceito com outro clássico, “Dia dos Mortos” (1985), e em seus três filmes mais recentes, “Terra dos Mortos” (2005), “Diário dos Mortos” (2007) e “Ilha dos Mortos” (2009), antes de morrer trabalhando no longa que encerraria a história. A Warner Bros. vai desenvolver uma variação animada da trama original com direção de Jason Axinn (do terror animado “To Your Last Death”). Os personagens são os mesmos do filme de 1968, dublados por Katharine Isabelle (“A Ordem”), Dulé Hill (“Psych”), Josh Duhamel (“Transformers”), Nancy Travis (“Last Man Standing”), Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”), James Roday Rodriguez (também de “Psych”), Jimmi Simpson (“Westworld”) e Will Sasso (“Mom”). A expectativa é lançar o longa animado de forma digital durante o próximo outono norte-americano (nossa primavera). Reveja abaixo os trailers do filme original em preto e branco e de seu melhor remake, feito em 1990 por Tom Savini, criador dos efeitos dos zumbis de “O Despertar dos Mortos” e “Dia dos Mortos”.

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    Paulo Gustavo planejava viver o Fofão da Augusta no cinema

    3 de julho de 2021 /

    O jornalista Chico Felliti revelou, no podcast “Isso Está Acontecendo”, que Paulo Gustavo viveria o Fofão da Augusta nos cinemas. O projeto acabou não acontecendo por conta da pandemia, que vitimou o comediante e outros 520 mil brasileiros. Fofão da Augusta foi como ficou conhecido Ricardo Correa da Silva, que terminou como morador de rua na tradicional rua de São Paulo. A cinebiografia adaptaria o livro “Ricardo & Vânia”, do próprio Felitti. O jornalista contou como soube que Paulo Gustavo planejava viver o personagem na versão cinematográfica de seu livro. “No finalzinho de 2019, meu telefone tocou. E do outro lado vinha uma notícia: ‘A gente talvez já tenha um protagonista para ‘Ricardo & Vânia’. A pergunta que fizeram no telefone era: ‘O que você acha do Paulo Gustavo ser o Ricardo?’. E eu gelei. Ele queria interpretar o Ricardo no cinema, tinha lido o livro e queria ser o personagem de um filme que não era uma comédia”, lembra Felitti. Em seguida, ele afirma ter relaxado, porque viu que Paulo Gustavo queria o desafio. “Se aquele homem, que tinha chegado ao posto de maior humorista do Brasil, queria fazer o filme, ele tinha que fazer o filme”, concluiu o jornalista. Infelizmente, Paulo Gustavo morreu antes de levar adiante este e outros projetos, tornando-se uma das vítimas da covid-19 no Brasil. Além de projetos inacabados, o ator deixou dois filhos e o marido, Thales Bretas.

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