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6 de novembro de 2026
  • Filme

    Filmes online: 10 documentários brasileiros para o Dia da Consciência Negra

    20 de novembro de 2021 /

    Celebrado neste sábado (20/11), o Dia da Consciência Negra inspira reflexões. E nada melhor para isso que uma maratona de documentários. Sem exagero, a lista dos 10 títulos abaixo inclui alguns dos mais importantes trabalhos documentais sobre a questão racial já feitos no Brasil.     O Negro da Senzala ao Soul | YouTube   Produzido em 1977, o primeiro documentário televisionado sobte o movimento negro do Brasil foi feito pelo repórter Gabriel Priolli para a TV Cultura, na época em que o Departamento de Jornalismo do canal era comandado por Paulo Roberto Leandro e num momento em que a música soul e ideias de “black power” chegavam ao imaginário popular. Pioneiro, conseguiu driblar a censura para ir ao ar graças ao viés musical, mas foi seu claro engajamento que o fez circular em cópias piratas entre movimentos sociais. Um trecho do filme acabou reaparecendo em outro documentário da lista, “AmarElo”, do rapper Emicida.     Ôri | NOW   Lançado pela socióloga e cineasta Raquel Gerber em 1989, “Ôri” (consciência em Iorubá) documenta os movimentos negros brasileiros dos anos 1970 com comentários de uma mais maiores ativistas e pensadoras negras do país, Beatriz Nascimento (1942-1995). Levou 11 anos para ser concluído, porque parte do seu material foi apreendido pela ditadura militar. E já na época a diretora notou a ausência de imagens sobre a história negra no país, que nunca deixou de ser metodicamente apagada e destruída.     A Negação do Brasil | YouTube   Dirigido por Joel Zito Araújo, um dos maiores cineastas negros do país, “A Negação do Brasil” também é um dos mais importantes documentários da seleção. Lançado no ano 2000, conta a história dos negros na TV brasileira. Ou melhor, da falta de negros na TV brasileira, mostrando como eles foram escanteados, ignorados e até mesmo suprimidos da produção televisiva nacional, que só lhes permitia interpretar estereótipos, quando permitia, raramente reconhecendo o talento dos artistas.     Menino 23 | Globoplay   O filme de Belisário Franca acompanha as investigações de um historiador sobre tijolos marcados com suásticas nazistas, encontrados no interior de São Paulo, e acaba revelando uma história de terror, de meninos órfãos e negros, que foram submetidos a um projeto criminoso de eugenia pela elite política brasileira dos anos 1930.     Falcão – Meninos do Tráfico | YouTube   Produzido pelo rapper MV Bill e pelo centro de audiovisual da Central Única das Favelas, o filme de 2006 faz um relato duro da vida de jovens de favelas brasileiras, que pela falta de perspectivas são facilmente cooptados pelo tráfico de drogas. Durante as gravações, 16 dos 17 meninos entrevistados morreram, vítimas da violência na qual estavam inseridos. Exibido no “Fantástico”, o documentário teve ampla repercussão, mas nem a entrega simbólica de um DVD do filme nas mãos do então presidente Lula mudou a situação de abandono e omissão do Estado sobre o futuro das crianças das favelas brasileiras. Disponível de graça na página de MV Bill no YouTube.     A Última Abolição | Globoplay   O título se refere ao fato de o Brasil ter sido o último país do mundo a abolir a escravidão. O filme de Alice Gomes também lembra que isso não aconteceu por causa de um ato magnânimo da Princesa Isabel, mas por anos de lutas e pelo sacrifício de mulheres negras que conseguiram alforriar uma geração de crianças, tornando a liberdade dos negros irreversível.     Samba de Santo – Resistência Afro-Baiana | Globoplay   A história de três blocos de Carnaval centenários, nascidos em terreiros de candomblé na Bahia, Ilê Aiyê, Cortejo Afro e Bankoma, serve de ponto de partida para explorar a cultura negra, por meio de musicalidade, danças, religiosidade e ancestralidade. E mostram como a tradição carnavalesca politizou-se para ajudar suas comunidades e espalhar brilho no estado mais negro do país, e por isso também mais submetido ao racismo.     AmarElo | Netflix   Dirigido por Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), o documentário estabelece um elo entre o show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, com dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978 – que lutou pela auto-afirmação cultural e o incentivo à cultura de matriz africana, até então estigmatizada no Brasil.     Sementes – Mulheres Pretas No Poder | Globoplay   O filme de Julia Mariano e Éthel Oliveira foi feito sob o impacto do assassinato de Marielle Franco, transformando o luto em luta. Dos protestos às candidaturas políticas, acompanha o efeito multiplicador da luta pela resistência com o surgimento de novas lideranças negras e femininas em meio ao auge opressor do aparato político-miliciano que exterminou Marielle e resultou na eleição de Bolsonaro em 2018.     Dentro Da Minha Pele | Globoplay   O documentário de Toni Venturi conta histórias de 9 pessoas comuns, com diferentes tons de pele negra, que apresentam seu cotidiano na cidade de São Paulo e compartilham situações de racismo, dos velados aos mais explícitos. Entre os relatos há um médico confundido com bandido, uma faxineira tratada como escrava, um garoto assassinado pela polícia e uma funcionária trans que nunca é promovida.

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  • Filme

    Novo “Resident Evil” libera cena tensa de ataque zumbi

    20 de novembro de 2021 /

    A Sony divulgou uma cena tensa de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, filme que reinicia a franquia baseada nos games da Capcom, que mostra Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) enfrentando um ataque zumbi. Apresentado como um recomeço completo, o filme adapta os dois primeiros games de “Resident Evil” e acompanha os irmãos Claire e Chris Redfield investigando o que aconteceu com Raccoon City, cidade transformada pela Umbrella Corporation no marco zero de uma epidemia de zumbis – ou de mutantes assemelhados. O elenco destaca Kaya Scodelario e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Redfield, além de Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine, Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy e Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, todos protagonistas clássicos dos jogos criados há 25 anos. Além deles, o elenco destaca Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) como o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção mutante. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), e a estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Divórcio tumultuado de Johnny Depp e Amber Heard vai virar documentário

    19 de novembro de 2021 /

    A plataforma Discovery+ está desenvolvendo um documentário sobre o divórcio tumultuado dos atores Johnny Depp (“Piratas do Caribe”) e Amber Heard (“Aquaman”). Intitulado “Johnny vs. Amber”, a produção terá duas partes, uma dedicada à narrativa de Depp e outra ao ponto de vista de Heard sobre a separação. O caso de enfrentamento de celebridades mais midiático da década mostrará como Depp se sentia casado com uma mentirosa maquiavélica, que o usou para se projetar e destruiu sua imagem, e como Heard acreditou ter se casou com o homem dos seus sonhos apenas para vê-lo transformar-se em um violento monstro movido a drogas. A atração apresentará entrevistas com advogados de ambos os lados, juntamente com pessoas próximas à dupla, e um arquivo extenso de bastidores do relacionamento com fotos, vídeos e áudio. Parte deste material ficou conhecido durante o processo que Depp moveu e perdeu em Londres, querendo indenização do jornal The Sun por chamá-lo de “espancador de esposa”. “Por meio das fitas, vídeos caseiros e mensagens de texto exibidos no tribunal, os filmes oferecem aos espectadores uma visão rara e importante de um casamento que deu errado tragicament, para compreender melhor a questão extremamente importante da violência doméstica”, disse o produtor e roteirista Nick Hornby (“Alta Fidelidade”), no comunicado que apresentou o projeto. O fato de aludir a “violência doméstica” deve preocupar Depp, que perdeu o caso britânico e se tornou juridicamente um “espancador de esposas”. Além disso, ele está processando Heard por sugerir ter sido vítima de agressão durante seu casamento numa coluna publicada no jornal Washington Post. Ele busca US$ 50 milhões de indenização, mas ela contra-atacou com seu próprio processo de US$ 100 milhões por continuar sendo assediada juridicamente após o divórcio.

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  • Filme

    Mother/Android: Chloe Moretz enfrenta robôs assassinos em trailer de sci-fi

    19 de novembro de 2021 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Mother/Android”, sci-fi apocalíptica estrelada por Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”). Na trama, Moretz vive uma mulher grávida que foge com o namorado (Algee Smith, de “Judas e o Messias Negro”) quando androides (robôs de aparência humana), até recentemente usados em serviços gerais, declaram guerra contra a humanidade. O casal tenta se esconder dos ataques brutais na floresta, com a esperança de encontrar um lugar seguro para dar a luz. O filme, que sugere um mix de “O Exterminador do Futuro: A Salvação” e “Um Lugar Silencioso”, tem direção de Mattson Tomlin, mais conhecido por seu trabalho como roteirista de “Power” (o filme da Netflix) e do novo longa de Batman. Por curiosidade, Tomlin também desenvolve uma série de animação sobre “O Exterminador do Futuro” na Netflix, que ainda não tem previsão de estreia. A produção é do diretor de “Batman”, Matt Reeves, e a estreia está marcada para 17 de dezembro nos EUA, sem previsão para o Brasil.

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  • Filme

    Delroy Lindo entra no novo “Blade” da Marvel

    19 de novembro de 2021 /

    Anunciado há dois anos e meio, o novo filme de “Blade”, o caçador de vampiros da Marvel, finalmente começa a formar seu elenco. A volta de Blade ao cinema, após uma trilogia estrelada por Wesley Snipes na virada do século (entre 1998 e 2004), foi oficializada durante a San Diego Comic-Con de 2019, com a revelação de que Mahershala Ali (“Green Book”) teria o papel principal. Agora, o filme acrescentou seu segundo nome no elenco. Delroy Lindo, astro de “Destacamento Blood” e da série “The Good Fight”, entrou na produção, mas a Marvel não revelou qual papel o ator interpretará. Ainda não há detalhes sobre a produção, que será dirigida por Bassam Tariq (“Mogul Mowgli”) e escrita por Stacy Osei-Kuffour (da série “Watchmen”), primeira roteirista negra a trabalhar numa produção do Marvel Studios. J “Blade” ainda não tem previsão de estreia, mas fará parte da Fase 5 do estúdio. Para dar noção do quanto isto está distante, “WandaVision” inaugurou a Fase 4, que deve render lançamentos até 2023.

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    Chefão da Marvel revela “projeto ultrassecreto” com Scarlett Johansson

    19 de novembro de 2021 /

    O processo aberto por Scarlett Johansson contra a Disney pelo lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e em streaming não abalou o relacionamento da atriz com Kevin Feige, o chefão do Marvel Studios. Depois de circularem rumores de que Faige teria ficado decepcionado com a Disney, pela forma como lidou com a disputa contratual – por sinal, já resolvida – , ele cobriu Johansson de elogios ao homenageá-la durante a entrega do prêmio da Cinemateca Americana na noite de quinta-feira (18/11). E não foi só isso. Feige revelou que está desenvolvendo um projeto ultrassecreto com a atriz. Na cerimônia realizada no hotel Beverly Hilton, Scarlett teve a carreira exaltada por vários colegas, incluindo o diretor Jon Favreau, que a escalou na Marvel, Chris Evans, com quem ela contracenou em oito filmes, e até a jovem Thomasin McKenzie, sua colega em “Jojo Rabbit”. Mas foi Feige quem mais se empolgou, ao exaltar a parceria da intérprete de Viúva Negra com a Marvel. “Scarlett emprestou seu talento e poder de estrela para o universo cinematográfico da Marvel por mais de uma década. Por ela ter escolhido desempenhar um papel fundamental nisso por tantos anos, sou extremamente grato. Trabalhar com [ela] foi realmente uma das colaborações mais memoráveis ​​e gratificantes da minha carreira”, disse Feige ao subir ao palco para prestigiar a atriz. Na emoção do momento, ele adicionou à homenagem o comentário de que está voltando a trabalhar com ela num “projeto ultrassecreto da Marvel Studios”, mas que não seria relacionado à Viúva Negra. Scarlett Johasson fez sua estreia no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) em 2010, aparecendo pela primeira vez em “Homem de Ferro 2” como a espiã da SHIELD Natasha Romanoff, codinome Viúva Negra. A personagem apareceu em mais sete filmes do estúdio – dois do Capitão América e quatro dos Vingadores – encerrando sua jornada com seu filme solo, “Viúva Negra”, lançado em julho passado.

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    Netflix fará comédia de Natal com Vera Fischer, Gkay e Sérgio Malheiros

    19 de novembro de 2021 /

    A Netflix anunciou uma nova comédia natalina com atores brasileiros para 2022. Depois de “Tudo Bem No Natal Que Vem”, protagonizada por Leandro Hassum no ano passado, vem aí uma nova produção, ainda sem título, estrelada por Vera Fischer (“Assédio”), Gkay (“Carnaval”) e Sérgio Malheiros (“Impuros”). O filme vai contar a história de Carlinhos (Sérgio Malheiros), que, após descobrir uma traição da namorada, resolve dispensá-la e levar uma desconhecida como companhia na ceia natalina servida na mansão de sua família. Só que Graça (Gkay) se revela uma convidada capaz de botar a casa abaixo e não agrada nada a matriarca da família, Lady Sofia (Vera Fischer). A publicação da novidade nas redes sociais gerou comentários de famosos. “Louca pra ver a Gessica natalina”, brincou Fernanda Paes Leme. “Que demaisss”, celebrou Maisa. Com produção da Glaz Entretenimento e direção de Pedro Antonio (“Um Tio Quase Perfeito”), o lançamento deve ficar para novembro ou dezembro que vem. Vim anunciar a produção do meu mais novo filme 🇧🇷 brasileiro 🇧🇷 de 🎄 Natal 🎄, uma comédia que estreia em ✨ 2022 ✨. Com @gessicakayane @SergioMalheiros e @VeraFischer. pic.twitter.com/hd7gVwL1vK — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 19, 2021

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    Filmes online: 10 estreias das locadoras digitais

    19 de novembro de 2021 /

    Se os serviços de streaming oferecem vários filmes exclusivos e inéditos para seus assinantes, os grandes lançamentos de cinema sempre chegam antes nas locadoras digitais – plataformas de VOD (video on demand) que funcionam como as antigas videolocadoras, cobrando aluguel por cada filme assistido. Excepcionalmente nesta semana, não há estreia online de blockbusters. Mas a seleção do Top 10 abaixo reúne títulos premiados, a maioria com passagem no circuito cinematográfico, que não estão disponíveis na Netflix, Amazon ou similares.     A Chorona | NOW, Google Play, YouTube   O grande destaque é um dos terrores mais bem-avaliados do ano, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. Produção guatemalteca, “A Chorona”, de Jayro Bustamante (“Tremores”), inova ao juntar assombração e política com resultados arrepiantes. Mas mais que a trama sobrenatural, a história real do genocídio indígena que alimenta sua narrativa é que desperta verdadeiro horror. Venceu nada menos que 23 troféus internacionais, inclusive no Festival de Veneza.     Pornô – Sedutora e Fatal | Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Terrir debochado, “Pornô” gira em torno da curiosidade de um grupo de jovens funcionários do cinema de uma cidadezinha conservadora, que, ao projetarem um antigo rolo de filme abandonado, inadvertidamente liberam um súcubo demoníaco em sua comunidade reprimida. Exagerado e adulto (há nudez), mas não pornográfico como o nome pode ser sugerir, é para quem se diverte com produções trash que torram a maior parte do orçamento em sangue falso.     O Homem que Vendeu Sua Pele | NOW   Indicado ao Oscar 2021, “O Homem que Vendeu Sua Pele” foi premiado no Festival de Veneza e tem 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Dirigido pela tunisiana Kaouther Ben Hania (“A Bela e os Cães”), o filme propõe questionamentos profundos sobre a sociedade moderna, a partir da história de um imigrante sírio que, para ir à Europa, aceita ter suas costas tatuadas por um artista plástico famoso e ser exposto como obra de arte. O processo de desumanização em troca de uma ilusória liberdade faz com que o filme se estenda em discussões após a sessão.     Angelo | Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Depois de estrear na direção com o impactante “Michael” (2011), a história de um pedófilo, o austríaco Markus Schleinzer voltou a provocar o circuito dos festivais com “Angelo”, sobre outro personagem de trajetória polêmica. Trata-se da história real de um menino escravo africano, que foi escolhido por uma condessa europeia para ser batizado e educado, e ao crescer se torna valete pessoal do Príncipe da Áustria no século 18. Angelo Soliman viveu em liberdade, mas sempre foi visto como diferente, exótico e uma espécie de mascote da corte vienense, até decidir se casar secretamente com uma mulher branca. O mais chocante é que, após sua morte, seu status de “curiosidade” foi investigado por “cientistas” da época, que resolveram transformá-lo numa múmia e exibi-lo num museu.     Mate ou Morra | Apple TV, NOW, Sky Play, Vivo Play   Opção mais comercial da semana, “Mate ou Morra” traz Frank Grillo (“Capitão América: Guerra Civil”) preso num looping temporal, repetindo sem parar o dia de seu assassinato. Por mais que as repetições lhe ensinem a evitar as ameaças, sempre há outra prestes a acontecer, que inevitavelmente leva à sua morte, antes que consiga descobrir porque isso está acontecendo. Com direção de um especialista em filmes de ação, Joe Carnahan (“A Perseguição”, “Esquadrão Classe A”), trata-se de uma produção B caprichada e com bom elenco, que destaca ainda Mel Gibson (“Herança de Sangue”), Naomi Watts (“Diana”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Annabelle Wallis (“A Múmia”) e Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”).     Surto | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube   Espécie de “Um Dia de Fúria” (1993) dos dias atuais, “Surto” é frenético como a performance ensandecida de Ben Whishaw (“007 – Sem Tempo para Morrer”), que pelo desempenho foi premiado como Melhor Ator no Festival de Sundance. Como diz o título, o personagem do ator britânico simplesmente surta, sob a pressão do trabalho e da família, e joga tudo para cima. Ele assalta um banco, rouba uma moto e se torna foragido, deixando um rastro de (auto)destruição pelo caminho. O caos é refletido por imagens tremidas, de câmera na mão e planos fechados.     Anna | Apple TV   O diretor Heitor Dhalia (“Tungstênio”) reflete sobre assédio moral em “Anna”, um filme sobre a obsessão de um diretor teatral com uma montagem de “Hamlet” e, em particular, com sua atriz principal. Interpretada por Bela Leindecker (“Desalma”), Anna é uma jovem atriz disposta a fazer esforços emocionais e físicos para representar a frágil Ofélia, e com isso acaba se submetendo ao abuso do diretor tirânico (o argentino Boy Olmi).     A Fuga de Akilla | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   O drama criminal independente “A Fuga de Akilla” traz o poeta Saul Williams (“K-Pax: O Caminho da Luz”) como um O.G. (gângster da velha guarda) que precisa fazer escolhas complexas, ao assumir a responsabilidade de lidar com o roubo de drogas de um traficante poderoso. Recusando a cartilha tradicional dos filmes de guerra de gângsteres, o diretor Charles Officer (“Coroner”) opta por uma via mais dramática, abordando temas como masculinidade, misericórdia e segundas chances. Com este diferencial, conquistou seis prêmios no Canadá.     O Leonardo Perdido | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube     Mothers of the Revolution | Google Play, NOW   O Top 10 da semana se completa com dois documentários: “O Leonardo Perdido”, sobre uma das pinturas mais caras de todos os tempos, que tanto pode ser uma obra-prima como uma falsificação de Leonardo Da Vinci, e “Mothers of the Revolution”, homenagem aos protestos históricos de um grupo de ativistas galesas, que impediu o Reino Unido de manter uma base de mísseis atômicos no País de Gales nos anos 1980.

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  • Filme

    Filmes online: 10 estreias para ver em streaming

    19 de novembro de 2021 /

    O Top 10 está de volta. Com o aumento avassalador de ofertas de filmes para ver em casa, destacar as opções mais relevantes passa a ser a melhor curadoria. Mas as listas também se multiplicaram. Para a refletir a evolução do mercado com a chegada de muitas plataformas novas em 2021, a partir de agora serão duas listas de filmes: uma para as assinaturas de streaming e outras para os lançamentos de VOD (locação digital). E a programação deste fim de semana em streaming é marcada por musicais envolventes, animações de vanguarda, histórias adolescentes e um mergulho no cinema japonês.     Tick Tick… Boom! | Netflix   Lin-Manuel Miranda (o autor de “Hamilton”) trabalhou em nada menos que quatro filmes em 2021. E depois de duas animações e a adaptação de sua peça “Em um Bairro de Nova York”, agora faz sua estreia na direção com “Tick, Tick… Boom!”, em que homenageia outro célebre autor da Broadway. O resultado não é menos que espetacular. O filme adapta a peça homônima de Jonathan Larson e traz Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) no papel do dramaturgo antes do sucesso, ansioso pela véspera de seu aniversário de 30 anos e da estreia de seu projeto dos sonhos: “Superbia”, uma ópera rock inspirada em “1984”, de George Orwell – que na vida real nunca foi produzido. O texto é um grande desabafo, dispensando a estrutura grandiosa da Broadway para ser apresentado como show “de bolso” em pequenos palcos. Originalmente estrelado apenas por Larson e uma banda em 1990, a peça foi ampliada após a morte do autor em 1996, fazendo sua estreia como musical off-Broadway em 2001. A versão que chega ao streaming é a póstuma, que incluiu outros personagens além de Larson. E conta com roteiro, por sinal, de mais uma estrela da Broadway: Steven Levenson, responsável por “Querido Evan Hansen” – além de ter vencido o WGA Award (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) pela minissérie “Fosse/Verdon”, homenagem aos musicais. Vale lembrar que, enquanto expressava sua frustração no espetáculo solo, Larson acabou desenvolvendo “Rent”, seu maior sucesso, que infelizmente ele nunca pôde apreciar. O dramaturgo morreu de problemas cardíacos na manhã da première de “Rent”, aos 35 anos, vencendo todos os prêmios possíveis (do Tony ao Pulitzer) postumamente.     Rocketman | Netflix   A Netflix também disponibilizou a premiada cinebiografia do cantor Elton John. Muito diferente de “Bohemian Rhapsody”, ainda que compartilhe o diretor (Dexter Fletcher foi quem salvou o filme do Queen após a demissão de Bryan Singer), tem uma estrutura mais próxima dos espetáculos da Broadway. Só que até seus arroubos de fantasia poética são fiéis à realidade. Taron Egerton, praticamente um menino em “Kingsman: Serviço Secreto” (2014), surpreende no papel principal. E, claro, não faltam hits. O detalhe é que o próprio ator canta os sucessos, sem fazer lip synch – ao contrário, novamente, de “Bohemian Rhapsody”.     Oitava Série | Netflix   Um dos principais títulos indies recentes, com nada menos que 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Oitava Série” marcou a estreia do humorista Bo Burnham como diretor de cinema em 2019 e fez deslanchar a carreira da atriz mirim Elsie Fisher, até então dubladora (é dela a voz original da pequena Agnes de “Meu Malvado Favorito”). A estrelinha interpreta a protagonista, uma menina da 8ª série do Ensino Fundamental que enfrenta as crises de sua idade, como a timidez absurda, a falta de popularidade e a sensação de que sua vida é um fracasso, tudo antes de atingir a puberdade. Combinando drama e humor, o filme é de uma ternura impossível de resistir e somou nada menos que 60 prêmios internacionais.     Stop-Zemlia | Filmicca   Longa de estreia de Kateryna Gornostai, “Stop-Zemlia” tira seu título de uma brincadeira infantil e apresenta uma abordagem contemplativa da adolescência, ao acompanhar uma menina em sua jornada de autodescoberta, rumo à maturidade, com uma fotografia de tirar o fôlego. Venceu 10 prêmios, incluindo o Urso de Cristal do Festival de Berlim, como Melhor Filme da mostra Generation para crianças acima de 14 anos.     Antes que Tudo Desapareça | MUBI   Mais premiado autor japonês do cinema fantástico, Kiyoshi Kurosawa inspira-se no clássico “Vampiros de Almas” para contar uma história de invasão silenciosa da Terra, em que três alienígenas se passam por humanos para abrir caminho para um ataque. Apesar da referência clara, trata-se da adaptação de uma peça japonesa (de Tomohiro Maekawa) e a abordagem se diferencia da trama tradicional de “Invasores de Corpos” por reforçar o humanismo como arma contra a aniquilação.     The Fable | Netflix (Netflix)     The Fable: O Assassino Que Não Podia Matar | Netflix (Netflix)   “The Fable” e sua continuação adaptam o popular mangá homônimo de Katsuhisa Minami, que venceu o Kodansha Manga Award e já vendeu mais de 8 milhões de exemplares. Trata-se de uma comédia de ação sobre um assassino profissional que recebe uma missão incomum: não matar. Ele deve arranjar um emprego normal e viver com uma colega de profissão como se fossem dois irmãos por um ano – ou até receber a ordem de agir, que nunca vem. Entretanto, Akira “The Fable” Sato não consegue manter indiferença quando vê injustiças ao seu redor, o que gera várias complicações – e diversão para o público.     Aya e a Bruxa | Netflix   A primeira animação criada por computação gráfica é também a mais fraca do célebre Studio Ghibli. O filme de Goro Miyazaki, filho do fundador do estúdio, Hayao Miyazaki (“A Viagem de Chihiro”), baseia-se no livro infantil de Diana Wyne Jones (a mesma autora de “O Castelo Animado”) e sua animação é inteiramente digital – como as produções da Pixar, por exemplo. A trama acompanha Aya, uma jovem que cresceu órfã sem saber que é filha de uma bruxa, mas acaba sendo adotada por outra bruxa, indo morar numa casa cheia de magia e coisas assustadoras. Ah, além de bruxa, ela também é roqueira.     Accidental Luxuriance of the Translucent Watery Rebus | MUBI   Altamente estilizada e vanguardista, a animação de Dalibor Baric acompanha um ativista e uma artista conceitual em fuga da lei, mas a verdadeira revolução está menos na história e mais na forma poética e abstrata utilizada para contá-la, lançando mão desde colagens até rotogravura. Um espetáculo visual.     Amor Sem Medida | Netflix   Há dois lançamentos brasileiros em streaming neste fim de semana. Um deles é o filme baseado na série “Garota da Moto” na Amazon Prime Video. O outro é a nova comédia de Leandro Hassum na Netflix. E quase que nenhum entrou no Top 10. “Amor Sem Medida” é segunda comédia de Hassum na plataforma – após “Tudo Bem No Natal Que Vem”, no ano passado, e tem uma premissa típica de comédias americanas dos anos 1990, com Juliana Paes (“A Dona do Pedaço”) se apaixonando pelo médico vivido pelo comediante, após os dois trocarem acidentalmente de celular. Só que, ao se encontrarem ao vivo, ela descobre que ele é baixinho, praticamente anão. O resto da história é um grande clichê com mensagem de superação de preconceitos. Só que a produção não supera seu próprio preconceito. De fato, o uso de efeito visual para diminuir Hassum impede a clara e rara possiblidade de escalar um ator à altura real do papel. E não faltaria candidato. Afinal, Gigante Léo já estrelou história parecida em “Altas Expectativas”, comédia romântica que tratava do mesmo “amor sem medida” em 2017. Vale apontar que “Amor sem Medida” é um remake do filme argentino “Coração de Leão – O Amor Não Tem Tamanho” (2013), que há oito anos usou o mesmo truque com o ator Guillermo Francella. A direção é de Ale McHaddo, que já tinha trabalhado com Hassum em “O Amor Dá Trabalho” (2019) e na série animada “Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma” (2013-2015).

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    Homem-Aranha: Michael Keaton revela filmagens como vilão Abutre

    18 de novembro de 2021 /

    O ator Michael Keaton revelou na noite de quarta (17/11), durante participação no programa “Jimmy Kimmel Live”, que está reprisando seu papel como Adrian Toomes, o Abutre, em uma nova produção. Ao se despedir do apresentador, ele contou rapidamente que faria filmagens como o personagem na manhã desta quinta. Ele não revelou o título da produção que envolveria o personagem. Mas o trailer de “Homem-Aranha Sem Volta para Casa” mostrou cinco vilões das antigas franquias do herói. Faltou, justamente, um inimigo da versão do Homem-Aranha atual, vivido por Tom Holland, além de mais um personagem para completar o Sexteto Sinistro. O Abutre preenche ambas as categorias. Nos quadrinhos, ele é um integrante original e da maioria das configurações do Sexteto Sinistro. Só que o filme já está praticamente estreando – em menos de um mês, no dia 16 de dezembro. Portanto, qualquer participação tão em cima da hora só seria incluída como cena extra. Por conta disso, é mais provável que tal filmagem secreta seja relacionada a “Morbius”, filme estrelado por Jared Leto, que já mostrou Keaton em trailers. Além disso, “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” também vai passar por refilmagens para incluir novos personagens. Veja abaixo o vídeo da entrevista em que Keaton revela sua volta ao papel do Abutre.

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    Bradley Cooper é médium golpista no trailer sombrio de “O Beco do Pesadelo”

    18 de novembro de 2021 /

    O 20th Century Studios divulgou uma coleção de pôsteres de personagens e o trailer legendado de “O Beco do Pesadelo” (Nightmare Alley), novo filme repleto de estrelas de Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água”. Com visual estilosíssimo, a prévia incorpora cenografia de horror e fotografia noir, com muito uso de sombras, para ilustrar uma história de extorsão, charlatanismo, chantagem e outros crimes mais sinistros. O filme é uma adaptação do livro homônimo de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). A primeira adaptação cinematográfica acompanhava um vigarista (Tyrone Power em 1947) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com uma jovem assistente Molly (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, ele segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. O próprio Del Toro assina o roteiro da adaptação em parceria com Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). Mas ainda não está claro o quanto seu filme será fiel à obra original. Na nova versão, o papel principal ficou com Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”), a vidente é vivida por Toni Colette (“Hereditário”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) tem o papel da psicóloga. A produção também permite o reencontro entre Blanchett e Rooney Mara após “Carol”. A última tem o papel de assistente e interesse romântico do protagonista. O elenco grandioso ainda inclui David Strathairn (“The Expanse”), Ron Perlman (o Hellboy dos filmes do diretor) e Mary Steenburgen (“Zoey e sua Fantástica Playlist”), identificados nos cartazes – além de Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Paul Anderson (“Peaky Blinders”), Jim Beaver (“Supernatural”), Holt McCallany (“Mindhunter”), Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”) e David Hewlett (“Stargate: Atlantis”). A estreia está marcada para 17 de dezembro nos EUA e 27 de janeiro no Brasil.

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    Eternos: Harry Styles vira super-herói em pôster oficial da Marvel

    18 de novembro de 2021 /

    A Marvel divulgou um pôster atrasado de “Eternos”, que destaca pela primeira vez o personagem Eros, vivido pelo cantor Harry Styles em sua estreia no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A imagem foi compartilhada no Twitter oficial do estúdio. Isto mesmo: o cantor Harry Styles virou super-herói da Marvel com direito a pôster individual. A aparição, porém, foi pequena, numa cena pós-créditos. Só que seu personagem tem grande importância nas tramas cósmicas dos quadrinhos e deve voltar a aparecer. Eros é um dos Eternos, integrante da facção que abandonou a Terra e irmão de ninguém menos que o vilão Thanos. Mais conhecido pelo codinome Starfox, ele surgiu em 1973 como antagonista do irmão e ajudou os Vingadores a derrotá-lo. Um detalhe curioso sobre seu poder é a capacidade de estimular o prazer das pessoas que estão ao seu redor. Quem está perto dele, automaticamente se sente bem… ou é atraída sexualmente por sua presença. É uma sensação, digamos assim, de “Watermelon Sugar”. Seu nome original, Eros, é o mesmo do deus grego que originou o erotismo. De fato, ele pensava apenas em prazer, até Thanos se voltar contra seu planeta e matar sua mãe. O personagem também já foi acusado de assédio sexual. Ele acabou exilado em Titã após sua relação com a Mulher-Hulk ter um desdobramento pouco saudável. Todas essas relações dão várias possibilidades para Harry Styles reaparecer em novos filmes e séries da Marvel. Por enquanto, o filme que explica quem são e o que são os Eternos segue em cartaz no Brasil, liderando as bilheterias do país após duas semanas da estreia. Meet the Royal Prince of Titan, brother of Thanos, the Knave of Hearts, defeater of Black Roger, the great adventurer, Starfox 🤯 Check out Eros’ brand new character poster and see @Harry_Styles in Marvel Studios’ #Eternals only in theaters NOW! ⭐️🦊https://t.co/RilTsyHqQJ pic.twitter.com/LiXnXKjGeS — Marvel Studios (@MarvelStudios) November 18, 2021

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    Reação dos astros de “Homem-Aranha” ao novo trailer é divulgada na íntegra

    18 de novembro de 2021 /

    A Sony divulgou a versão completa do vídeo de reação dos astros Tom Holland (Peter Parker), Zendaya (MJ) e Jacob Batalon (Ned Leeds) ao novo trailer de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que foi lançado originalmente na segunda (15/11), um dia antes da prévia oficial do filme chegar na internet. O vídeo original tinha 30 segundos de oohs e uaus, além de apontar, perto do fim, que “as pessoas vão ficar malucas quando verem essa parte”. Agora é possível ver ao que Jacob Batalon se referia, além de outros comentários do trio sobre o trailer, que apresentou vários vilões de outras franquias do Homem-Aranha. Além de dar bastante destaque ao papel de Alfred Molina, que volta a viver o Doutor Octopus após “Homem-Aranha 2” (2004), o trailer confirmou Jamie Foxx como o vilão Electro, de “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014), e o retorno do Duende Verde, novamente interpretado por Willem Dafoe do primeiríssimo “Homem-Aranha” de 2002 – apesar de aparece com máscara, é realmente o ator original que participa da produção. Sem esquecer do Lagarto (de “O Espetacular Homem-Aranha”) e uma figura gigante que tudo indica ser o Homem-Areia (de “Homem-Aranha 3”), criados por efeitos visuais. Considerando-se a possibilidade de ainda incluir Venom, devido à cena pós-créditos de “Venom – Tempo de Carnificina”, ou o Abutre, pela participação de Michael Keaton no vindouro “Morbius”, o filme coloca o herói contra nada mais, nada menos que o famoso grupo de vilões dos quadrinhos Sexteto Sinistro. Eles entram na trama graças ao Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), que acidentalmente abre dimensões alternativas ao atender um pedido de Peter Parker (Tom Holland), desesperado para que as pessoas esqueçam que ele é o Homem-Aranha. O elenco confirmado também conta com Marisa Tomei (Tia May), Tony Revolori (Flash Thompson), Angourie Rice (Betty Brant), J.K. Simmons (J.J. Jameson) e Jon Favreau (Happy Hogan). Mas a abertura do multiverso faz os fãs sonharem com as presenças de Tobey Maguire e Andrew Garfield, repetindo seus papéis como Homens-Aranhas de outras dimensões – fato que Tom Holland tem negado repetidamente. Novamente dirigido por Jon Watts, o fecho da nova trilogia do herói aracnídeo tem lançamento previsto para 16 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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