Larissa Manoela vai estrelar filme da Netflix antes de nova novela
A atriz Larissa Manoela entrou na mira de “Terra Vermelha”, próxima novela de Walcyr Carrasco, apontou a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo. Só que antes de ser confirmada na produção da Globo, ela precisará fazer um novo filme na Netflix. O acordo da atriz com a plataforma era o de protagonizar quatro longas, mesmo com seu contrato com a emissora. Como ela já fez três – as comédias “Diários de Intercâmbio”, “Lulli” e “Modo Avião” – , falta o último. A atriz assinou com a Globo em 2019 e, graças à paralisação de novelas por causa da pandemia, conseguiu rodar os filmes para a Netflix em sequência. No fim do ano passado, ela começou a preparação para “Além da ilusão”, em que interpretou duas irmãs que se apaixonam pelo personagem de Rafael Vitti. A novela foi encerrada na última sexta (19/8). “Terra Vermelha” ainda está em fase inicial de desenvolvimento e até o título é provisório. A previsão de estreia é para maio de 2023, depois de “Travessia”, de Gloria Perez, que vai substituir “Pantanal” no horário nobre. Atualmente, Larissa curte férias na Europa e está compartilhando seu cotidiano na cidade de Amsterdã, na Holanda.
Ridley Scott vai produzir adaptação do game “Gravity Rush”
O cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”) vai produzir a adaptação de “Gravity Rush”, um jogo de mundo aberto que mistura elementos de RPG. Lançado em 2012, o game acompanha a personagem Kat, uma garota sem memória que acorda na cidade flutuante de Hekseville ao lado de um gato que ela nomeia Dusty. Kat logo descobre que Dusty tem a habilidade de manipular a gravidade e ela usa esse poder para defender a comunidade de Hekseville das tempestades gravitacionais e de uma misteriosa raça de monstros conhecida como Nevi. O roteiro da adaptação foi escrito por Emily Jerome, autora do thriller inédito “Panopticon”, também produzido por Scott. A direção ficará por conta de Anna Mastro (“Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais”). “Gravity Rush” está sendo desenvolvido pela produtora do cineasta, a Scott Free Productions, em parceria com a PlayStation Productions, da Sony, que está investindo forte em adaptações de jogos após o sucesso de “Uncharted”. Ainda não há cronograma de filmagem e nem data de estreia previstos. Ridley Scott atualmente está envolvido na pós-produção de “Napoleon” (produzido com o título de trabalho de “Kitbag”), cinebiografia do imperador Napoleon Bonaparte estrelada por Joaquin Phoenix (“Coringa”). O filme ainda não tem previsão de lançamento. Assista ao trailer de “Gravity Rush” abaixo.
Continuação de “Entre Facas e Segredos” ganha fotos, data e título nacional
A Netflix divulgou as primeiras fotos da continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019), junto com a data de estreia e o título nacional do filme. Em uma das imagens, é possível ver o ator Daniel Craig de volta ao papel do detetive Benoit Blanc, interrogando o grandioso elenco da sequência. Já na outra, o cineasta Rian Johnson aparece dirigindo a atriz e cantora Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”). Já o título que acompanha as fotos é ruim de doer. O filme vai se chamar no Brasil “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”. Além da escolha estranha de traduzir apenas parte do título, mas não o nome completo, a Netflix decidiu esquecer completamente a denominação que o primeiro filme ganhou no Brasil. Algo similar também aconteceu com a franquia “John Wick”, que mudou de distribuidora entre o primeiro e o segundo lançamento. O “Glass Onion” (cebola de vidro) do título em inglês tem uma explicação musical. O cineasta disse: “Estou sempre à procura de algo divertido que Blanc possa agarrar como uma metáfora exagerada e espancar até a morte. Tudo isso está evidente desde o início. Então, veio a ideia do vidro [glass], algo que está claro. Eu vou ser muito honesto. Eu literalmente peguei meu iPhone e procurei na biblioteca de músicas uma com a palavra ‘vidro’. Devem existir algumas boas músicas com vidro. Eu estava tipo, ‘Ah, é uma fortaleza de vidro? É um castelo de vidro? É um homem de vidro?’. E a primeira coisa que surgiu, porque eu sou um grande fã dos Beatles, foi ‘Glass Onion'”, disse ele, em comunicado oficial. “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” vai mostrar o detetive Benoit Blanc na Grécia, tentando desvendar as camadas de um mistério envolvendo um novo grupo de suspeitos. O grandioso elenco conta ainda com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Edward Norton (“O Incrível Hulk”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”) e Madelyn Cline (“Outer Banks”). Esta será a primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas para a Netflix. Relatos (não desmentidos) da imprensa americana apontam que Johnson, o produtor Ram Bergman e o astro Daniel Craig devem ganhar US$ 100 milhões cada um pelas produções. “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” será exibido em alguns cinemas selecionados, em data a ser confirmada, antes de chegar à Netflix em 23 de dezembro.
China censura final de “Minions 2: A Origem de Gru”
Os censores chineses alteraram o final do recente filme de animação “Minions 2: A Origem de Gru” para liberar seu lançamento no país no última fim de semana. Usuários das mídias sociais chinesas comentaram as mudanças, que deram um final moralista para o desenho animado americano. De acordo com postagens e capturas de tela do filme compartilhadas no Weibo, uma plataforma semelhante ao Twitter, os censores colocaram um adendo no final, que explica que Wild Knuckles foi pego pela polícia e cumpriu 20 anos de prisão, enquanto Gru, co-conspirador de Wild Knuckles, “retornou para sua família” e “sua maior realização é ser o pai de três filhas”. Mas na versão que o resto do mundo viu, o filme termina com – SPOILER! – Gru e Wild Knuckles cavalgando juntos – após Wild Knuckles forjar a própria morte para evitar a captura pelas autoridades. Vários comentaristas online zombaram do adendo, dizendo que se assemelhava a uma apresentação de slides. A China impõe uma cota para o número de filmes estrangeiros que podem ser exibidos nos cinemas nacionais, e muitos filmes de Hollywood que são exibidos no país precisam se submeter à censura. No ano passado, os espectadores chineses notaram que o final original do clássico filme de 1999 “Clube da Luta” foi alterado para exibição no site de streaming doméstico Tencent Video. Na versão chinesa, a polícia “rapidamente descobriu todo o plano e prendeu todos os criminosos, impedindo com sucesso a explosão da bomba” que explode prédios no final original.
Bilheteria: “Dragon Ball Super” lidera um dos piores fins de semana do Brasil
Os cinemas brasileiros registraram entre quinta e domingo (21/8) sua pior bilheteria de fim de semana dos últimos cinco meses. Segundo dados do Comscore, a arrecadação foi de R$ 13,4 milhões para um público de aproximadamente 647 mil espectadores. O mercado não tinha números tão ruins desde o último final de semana de março, quando o faturamento foi de R$ 12,63 milhões para pouco mais de 627 mil espectadores. Mas a situação é ainda muito pior para os filmes produzidos no Brasil. Nenhum dos quatro lançamentos nacionais da quinta entraram no Top 10, que só tem filmes estrangeiros. Esta é atual tendência do parque exibidor, que tem limitado as sessões das produções brasileiras e está, no jargão bolsonarista, passando a boiada. Trata-se de aproveitar que o desgoverno atual não renovou a cota de tela e que o Congresso não coloca em votação a proposta de cota aprovada na Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados há praticamente um ano. Assim como fez nos EUA, a estreia do anime “Dragon Ball Super: Super Herói” foi o filme mais visto, liderando as bilheterias com renda de R$ 2,65 milhões. O lançamento desbancou “Minions 2: A Origem de Gru”, que estava há quatro semanas consecutivas na liderança. A animação da Universal ficou em 2º com R$ 2,12 milhões, seguida por “Thor: Amor e Trovão”, que fez R$ 1,70 milhão no Top 3. Confira abaixo a lista dos filmes mais vistos no Brasil no último fim de semana. 1. “Dragon Ball Super: Super Herói” 2. “Minions 2: A Origem de Gru” 3. “Thor: Amor e Trovão” 4. “Trem-Bala” 5. “Elvis” 6. “DC Liga dos SuperPets” 7. “A Fera” 8. “O Telefone Preto” 9. “Top Gun Maverick” 10. “Gêmeo Maligno”
Astro de “Outlander” vai estrelar adaptação do game “Days Gone”
Com o sucesso de “Uncharted”, a Sony prepara mais uma adaptação de videogame por meio de sua divisão PlayStation Productions. Trata-se de “Days Gone”, que está sendo adaptado pelo roteirista Sheldon Turner (“X-Men: Primeira Classe”). O ator Sam Heughan, intérprete de Jamie Fraser em “Outlander”, negocia o papel principal, Deacon St. John. O jogo criado pela Bend Studios se passa no noroeste do Pacífico após uma devastadora pandemia global e segue o motoqueiro Deacon St. John, enquanto ele luta para sobreviver contra o desespero e mutantes, em busca do amor de sua vida há muito perdido e presumivelmente morto. Segundo o site Deadline, o roteiro de Turner será uma homenagem aos filmes de motoqueiros, mas com elementos de western e terror de zumbis. Confira abaixo o trailer do game, em versões dublada em português e no idioma original.
Filme da franquia “Dragon Ball Super” libera bilheteria dos EUA
O anime “Dragon Ball Super: Super Hero” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana, superando as expectativas ao arrecadar US$ 21 milhões em vendas de ingressos. Exibido em 3.007 telas, o filme da franquia televisiva “Dragon Ball Super” rendeu o dobro do outro novo lançamento do fim de semana, o thriller de sobrevivência da Universal “A Fera”, que chegou na América do Norte uma semana após a estreia no Brasil. Refletindo críticas mornas, a luta de Idris Elba contra um leão selvagem estreou em 2º lugar com modestos US$ 11,5 milhões em 3.743 cinemas. Dirigido por Tetsuro Kodama, o bem avaliado “Dragon Ball Super: Super Hero” se beneficiou de sua presença em formatos premium, incluindo Imax, 4DX e Dolby Cinemas, que têm os ingressos mais caros. O filme foi exibido em 327 telas Imax, que representaram US$ 3,4 milhões em vendas de ingressos no mercado interno. No circuito Imax, fez história com a maior abertura de um filme de anime em todos os tempos. “Esta é outra excelente abertura de anime da Crunchyroll. Isso se tornou um nicho impressionante de negócios cinematográficos”, disse David A. Gross, da empresa de consultoria cinematográfica Franchise Entertainment Research, em entrevista para a revista Variety. De fato, a Crunchyroll, plataforma que distribuiu o filme e que a Warner praticamente deu de presente para a Sony Pictures em seu ímpeto atual de destruição de patrimônio, já tinha se mostrado uma força no mercado cinematográfico com o lançamento de “Jujutsu Kaisen 0: O Filme”, que rendeu notáveis US$ 17,6 milhões em sua estreia, e com “Demon Slayer – Mugen Train: O Filme”, que gerou US$ 21,2 milhões em seu lançamento em 2021, no auge da pandemia. No exterior, “Dragon Ball Super: Super Hero” fez mais US$ 25 milhões, chegando a uma abertura global de US$ 46,2 milhões, enquanto “A Fera” somou mais US$ 10 milhões internacionais para atingir US$ 21,5 milhões mundiais. Líder na semana passada, “Trem-Bala” caiu para 3º lugar com US$ 8 milhões, seguido por “Top Gun: Maverick” com US$ 5,8 milhões e “DC Liga dos Superpets” com US$ 5,7 milhões no Top 5 norte-americano. Vale lembrar que “Top Gun: Maverick” ultrapassou “Vingadores: Guerra Infinita” na sexta-feira para se tornar a 6ª maior bilheteria de todos os tempos nos EUA e Canadá. Neste domingo (21/8), a bilheteria total do filme de aviação estrelado por Tom Cruise atingiu US$ 683 milhões domésticos. Ou seja, está a apenas US$ 17 milhões de superar também “Pantera Negra” e entrar no Top 5 histórico norte-americano. Mas, para evitar isso, a Disney tem planos de relançar “Pantera Negra” nos cinemas, preparando a estreia de sua continuação em novembro. O detalhe mais interessante é que o sucesso da produção da Paramount não é restrito à América do Norte. “Top Gun: Maverick” continua rendendo boa bilheteria em todo o mundo e neste fim de semana ultrapassou US$ 1,4 bilhão de arrecadação global e virou a 12ª maior bilheteria mundial de todos os tempos.
Filme sobre violência na Amazônia, “Noites Alienígenas” vence Festival de Gramado
O Festival de Cinema de Gramado consagrou “Noites Alienígenas” como vencedor de sua 50ª edição, em cerimônia que aconteceu na noite de sábado (20/8) na serra gaúcha. O longa de Sérgio de Carvalho venceu seis Kikitos, incluindo Melhor Filme e três troféus de atuação, divididos entre Gabriel Knoxx (Melhor Ator), Chico Diaz (Melhor Ator Coadjuvante) e Joana Gatis (Melhor Atriz Coadjuvante), além de uma Menção Honrosa para Adanilo Reis. Premiado também pela crítica, a coleção de Kikitos foi um grande reconhecimento à primeira produção do Acre exibida no festival, em seus 50 anos de existência. Com tema bastante atual e relevante, o filme aborda o impacto da chegada das facções criminosas do sudeste do Brasil na Amazônia, ameaçando a vida local. Já o troféus de Melhor Direção e Atriz ficaram com “A Mãe” e sua intérprete, Marcélia Cartaxo. O drama de Cristiano Burlan acompanha uma mãe solo da periferia de São Paulo que, ao voltar para casa à noite e não encontrar seu filho adolescente, inicia uma busca que ameaça a tranquilidade dos traficantes locais. O Prêmio do Público ficou com “Marte Um”, que além disso venceu um Prêmio Especial do Júri e os Kikitos de Melhor Roteiro e Trilha Sonora. O filme de Gabriel Martins acompanha uma família de periferia que tenta viver seus sonhos num país que acaba de eleger como presidente um homem que representa o contrário de tudo que eles são. O júri do festival ainda reconheceu a qualidade técnica de Tinnitus, de Rui Poças, premiado nas categorias de Fotografia, Montagem e Direção de Arte. A produção narra a história de uma atleta de Saltos Ornamentais que sofre uma crise de tinnitus (zumbido no ouvido) e cai do trampolim. Afastada do esporte, ela troca os saltos por uma pacata vida num aquário, onde trabalha fantasiada de sereia. Os quatro filmes não deram espaço para “A Porta ao Lado”, de Julia Rezende, “O Clube dos Anjos”, de Angelo Defanti, e “O Pastor e o Guerrilheiro”, de José Eduardo Belmonte, que saíram do evento apenas com o certificado de participação. A 50ª edição do evento também inovou com sua primeira competição entre documentários, que premiou “Um Par para Chamar de Meu”, de Kelly Cristina Spinelli. O filme discute temas como solidão e sexualidade na terceira idade, ao mostrar mulheres que pagam para ter um par e continuar dançando em bailes e festas. Uma dessas mulheres é a mãe da diretora. Na competição estrangeira, o destaque foi “9”, coprodução do Uruguai e Argentina dirigida pela dupla Martín Barrenechea e Nicolás Branca. O 9 do título se refere à numeração da camisa de um jogador de futebol de sucesso, que sofre assédio da mídia e a pressão de seu entorno, e procura escapar do inferno em que sua vida se transformou. Venceu os Kikitos de Melhor Longa e Ator Estrangeiro (Enzo Vogrincic). Considerado um grande sucesso, a volta do festival ao seu formato presencial fez a ocupação dos hotéis de Gramado chegar a 90%, conforme o sindicato do setor. Mais de 300 mil pessoas passaram pela cidade durante o evento, de acordo com autoridades. Além das sessões de cinema, o evento foi marcado por homenagens ao diretor Joel Zito Araújo, vencedor do Festival de Gramado de 2004 com “Filhas do Vento”, que recebeu o Troféu Eduardo Abelin, à atriz gaúcha Araci Esteves, vencedora do Festival de Brasília de 1997 por “Anahy de las Misiones”, agraciada com o Troféu Cidade de Gramado, e ao astro Marcos Palmeira, atualmente no ar na novela “Pantanal”. Ele recebeu o Troféu Oscarito por sua carreira, após ter conquistado dois Kikitos no festival gaúcho por seus desempenhos em “Barrela: Escola de Crimes” (1990) e “Dedé Mamata” (1988). Confira abaixo um vídeo do Canal Brasil sobre o grande vencedor e a lista dos premiados do Festival de Cinema de Gramado de 2022. LONGAS BRASILEIROS Melhor Longa (Júri do Festival): “Noites Alienígenas”, de Sérgio de Carvalho Melhor Longa (Júri da Crítica): “Noites Alienígenas”, de Sérgio de Carvalho Melhor Direção: Cristiano Burlan, “A Mãe” Melhor Longa (Júri Popular): “Marte Um”, de Gabriel Martins Melhor Ator: Gabriel Knoxx, “Noites Alienígenas” Melhor Atriz: Marcélia Cartaxo, “A Mãe” Menção Honrosa: Adanilo Reis, “Noites Alienígenas” Prêmio Especial: “Marte Um”, de Gabriel Martins Melhor Ator Coadjuvante: Chico Diaz, “Noites Alienígenas” Melhor Atriz Coadjuvante: Joana Gatis, “Noites Alienígenas” Melhor Fotografia: Rui Poças, “Tinnitus” Melhor Roteiro: Gabriel Martins, “Marte Um” Melhor Montagem: Eduardo Serrano, “Tinnitus” Melhor Direção de Arte: Carol Ozzi, “Tinnitus” Melhor Trilha Musical: Daniel Simitan, “Marte Um” Melhor Desenho de Som: Ricardo Zollmer, “A Mãe” Melhor Documentário: “Um Par para Chamar de Meu”, de Kelly Cristina Spinelli Menção Honrosa para Documentário: “Elton Medeiros: O Sol Nascerá” LONGAS ESTRANGEIROS Melhor Longa (Júri do Festival): “9”, de Martín Barrenechea e Nicolás Branca Melhor Longa (Júri da Crítica): “9”, de Martín Barrenechea e Nicolás Branca Melhor Direção: Néstor Mazzini, “Cuando Oscurece” Melhor Longa (Júri Popular): “La Pampa”, de Dorian Fernández Moris Prêmio Especial: Direção de Arte de Jeff Calmet, “La Pampa” Melhor Ator: Enzo Vogrincic, “9” Melhor Atriz: Anajosé Aldrete, “El Camino Del Sol” Melhor Fotografia: Sergio Armstrong, “Inmersión” Melhor Roteiro: Agustin Toscano, Moisés Sepúlveda e Nicolás Postiglione, “Inmersión” LONGAS GAÚCHOS Melhor Direção: Bruno Gularte Barreto, “5 Casas” Menção Honrosa: Clemente Viscaíno, Por “Despedida”, e Filme “Campo Grande É o Céu” Melhor Longa (Júri Popular): “5 Casas”, de Bruno Gularte Barreto Melhor Ator: Hugo Noguera, “Casa Vazia” Melhor Atriz: Anaís Grala Wegner, “Despedida” Melhor Fotografia: Ivo Lopes Araújo, “Casa Vazia” Melhor Roteiro: Giovani Borba, “Casa Vazia” Melhor Montagem: Vicente Moreno, “5 Casas” Melhor Direção de Arte: Gabriela Burk, “Despedida” Melhor Trilha Musical: Renan Franzen, “Casa Vazia” Melhor Desenho de Som: Marcos Lopes e Tiago Bello, “Casa Vazia” CURTAS BRASILEIROS Melhor Curta (Júri do Festival): “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli Melhor Curta (Júri da Crítica): “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli Melhor Direção: Leonardo Martinelli, “Fantasma Neon” Melhor Curta (Júri Popular): “Elemento Tinta”, de Luiz Maudonnet e Iuri Sales Prêmio Canal Brasil: “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli Menção Honrosa: “Imã de Geladeira”, de Carolen Meneses e Sidjonathas Araújo Prêmio Especial: “Serrão”, de Marcelo Lin Melhor Ator: Dennis Pinheiro, “Fantasma Neon” Melhor Atriz: Jéssica Ellen, “Último Domingo” Melhor Fotografia: Fernando Macedo, “Último Domingo” Melhor Roteiro: Fernando Domingos, “O Pato” Melhor Montagem: Danilo Arenas e Luiz Maudonnet, “O Elemento Tinta” Melhor Direção de Arte: Joana Claude, “Último Domingo” Melhor Trilha Musical: ‘Nhanderekoa Ka´Aguy Porã’, de Coral Araí Ovy e Conjunto Musical La Digna Rabia, “Um Tempo Pra Mim” Melhor Desenho de Som: Alexandre Rogoski, “O Fim da Imagem”
“Curtindo a Vida Adoidado” vai ganhar spin-off dos criadores de “Cobra Kai”
Um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde, “Curtindo a Vida Adoidado” (1986) vai ganhar um spin-off. Intitulado “Sam and Victor’s Day Off”, o projeto está sendo desenvolvido pelos criadores de “Cobra Kai” – o trio Jon Hurwitz, Hayden Schlossberg e Josh Heald. De acordo com o site Deadline, a trama vai acontecer no mesmo dia em que Ferris Bueller (Matthew Broderick) curtiu a vida adoidado com seus amigos Cameron (Alan Ruck) e Sloane (Mia Sara) e se concentrar no que aconteceu quando dois valetes resolveram passear com a Ferrari de Cameron no longa original. A cena foi uma pequena parte da história, uma piada que nem rendeu nome aos personagens, apenas agora identificados como Sam e Victor. No filme, eles foram interpretados pelos figurantes Richard Edson e Larry Jenkins. O último já é falecido. Isto indica que o filme vai reescalar os personagens. Mas não está claro se foram descartadas participações de Broderick, Ruck e Sara. Vale lembrar que a ideia de pegar personagens secundários de uma obra famosa e transformá-los em protagonistas de uma nova história não é novidade. O dramaturgo Tom Stoppard obteve grande êxito com “Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos”, peça de 1966 sobre dois figurantes de “Hamlet”, que ele também adaptou num filme de 1990. O roteirista Bill Posley, que assinou 10 episódios de “Cobra Kai”, será o encarregado de escrever o spin-off de “Curtindo a Vida Adoidado”, enquanto Hurwitz, Schlossberg e Heald supervisionarão o projeto como produtores executivos. Com uma premissa simples, “Curtindo a Vida Adoidado” marcou época ao acompanhar Ferris Bueller, um jovem que arma um esquema elaborado para passar um dia de folga da escola com sua namorada e seu melhor amigo. A mentira de sua suposta doença escala ao ponto de uma campanha beneficente por sua vida ser criada (Save Ferris), enquanto ele é perseguido pelo diretor da escola (Jeffrey Jones) disposto a desmascará-lo. O elenco ainda destacava nada menos que Jennifer Grey e Charlie Sheen. A produção acabou se tornando um dos maiores sucessos comerciais da carreira do diretor-roteirista John Hughes (1950–2009) e catapultou Matthew Broderick ao estrelato. O impacto cultural foi tanto que até inspirou o nome de uma banda de ska, Save Ferris, nos anos 1990. Aproveite e relembre o trailer.
“Top Gun: Maverick” supera “Vingadores: Guerra Infinita” nas bilheterias dos EUA
O sucesso de “Top Gun: Maverick” continua inabalável no mercado norte-americano. O filme estrelado por Tom Cruise superou na sexta (19/8) a arrecadação de “Vingadores: Guerra Infinita” e passou a ser a 6ª maior bilheteria de todos os tempos nos EUA e Canadá. Há praticamente dois meses em cartaz, a continuação tardia de “Top Gun” (1986) nunca saiu do Top 5 das maiores bilheterias, o que a levou a somar US$ 679 milhões no mercado doméstico, superando os US$ 678 milhões dos super-heróis da Marvel. Acima dele, estão apenas “Pantera Negra” (US$ 700 milhões), “Avatar” (US$ 760 milhões), “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (US$ 804 milhões), “Vingadores: Ultimato” (US$ 858 milhões) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 935 milhões). A produção da Paramount tem chances de chegar pelo menos em “Pantera Negra” e entrar no Top 5 de todos os tempos, contando com a falta de grandes lançamentos nas próximas semanas. A próxima grande estreia é, curiosamente, “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, previsto para estrear apenas em novembro. Mas para impulsionar este lançamento, a Disney planeja reexibir o primeiro “Pantera Negra” nos cinemas, o que pode impedir a ultrapassagem de “Top Gun: Maverick”. Em todo o mundo, “Top Gun: Maverick” soma US$ 1,38 milhões de faturamento global, qualificando-se como a 13ª maior bilheteria mundial de todos os tempos.
Roteirista de “Grey’s Anatomy” vai reviver “Ally McBeal”
Falaram tanto que “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” lembrava “Ally McBeal” que se tornou inevitável. Exatamente duas décadas após a final da comédia romântica de advogados, a rede americana ABC, que faz parte do conglomerado Disney, começou a desenvolver um revival da atração. O projeto está sendo escrito por Karin Gist (roteirista de “Revenge” e “Grey’s Anatomy”) e, segundo o site Deadline, terá uma nova protagonista: uma jovem negra que se junta ao escritório de advocacia da série original após se formar na faculdade de Direito. O site acredita que a jovem seja filha da colega de quarto de Ally McBeal, Renée Raddick, que foi interpretada por Lisa Nicole Carson na série dos anos 1990. A atriz Calista Flockhart, que viveu a personagem-título de 1997 a 2002, período em que foi indicada a três prêmios Emmy, estaria negociando seu retorno em pequenas participações, além de um papel como produtora da nova série. Mas o criador de “Ally MacBeal”, o prolífico produtor David E. Kelley, não terá envolvimento ativo na nova atração, tanto por estar com a agenda cheia de projetos – “Big Star”, “O Poder e a Lei”, “Nove Desconhecidos”, etc – como por decisão própria, para dar mais espaço para Gist explorar os aspectos raciais da nova versão. Os executivos da 20th TV vinham procurando uma forma de trazer “Ally McBeal” de volta há anos, e os esforços foram intensificados após a aquisição dos ativos da Fox pela Disney em 2019 – incluindo a 20th TV – , tendo em vista a forma como a rede ABC prioriza atrações com personagens femininas. Ally McBeal era uma advogada que trabalhava num escritório de advocacia junto com seu ex-amante e a esposa dele, e defendia diferentes casos enquanto procurava por amor e realização profissional. O foco principal da série era a vida romântica e pessoal dos personagens principais, muitas vezes usando os processos judiciais apenas para facilitar encontros no enredo. A atração ganhou o Emmy de Melhor Série de Comédia em 1999. Além de Flockhart e Lisa Nicole Carson, o ótimo elenco da produção incluía Courtney Thorne-Smith, Greg Germann, Jane Krakowski, Peter MacNicol, Gil Bellows, Lucy Liu, Portia de Rossi, a compositora Vonda Shepard, e participações recorrentes de Christina Ricci, da recém-falecida Anne Heche e até Robert Downey Jr. num dos primeiros papéis após seus problemas legais na década de 1990 – e bem antes de seu retorno à carreira de sucesso em “Homem de Ferro”. Ally McBeal transcendeu a televisão para se tornar um fenômeno da cultura pop e gerar memes antes que os memes existissem, graças a seu infame bebê dançante. A série usava fantasia para narrar suas histórias, gerando cenas como flechas disparadas contra a protagonista ao partir seu coração. E continua influente duas décadas após seu fim, com se pode ver por “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”. A equipe criativa da atração da Marvel assumiu que usou o programa como uma de suas inspirações. Lembre o trailer da 1ª temporada da série original abaixo.
Ryan Gosling negocia participar de novo “Onze Homens e um Segredo”
Ken e Barbie podem ter um segredo. O ator Ryan Gosling abriu negociações para reeditar sua parceria do filme da “Barbie” com Margot Robbie. Se tudo der certo, o casal vai se reencontrar num novo longa da franquia “Onze Homens e um Segredo”. A nova produção da Warner Bros. não terá relação com os filmes anteriores nem com o spin-off “Oito Mulheres e um Segredo”. A trama será um prólogo passado na Europa durante os anos 1960. Mais detalhes não foram revelados. O roteiro é de Carrie Solomon (“The Good Fight”) e a direção está a cargo de Jay Roach, que dirigiu Robbie em “O Escândalo” – a atriz recebeu sua segunda indicação ao Oscar por este filme em 2020. Além de estrelar, Robbie é uma das produtoras do longa, via sua empresa LuckyChap, dividindo as decisões com os diretores Roach e Gary Ross. O último assume a cadeira de produtor após dirigir “Oito Mulheres e um Segredo” em 2018. A franquia começou em 2001 num filme que juntou George Clooney, Brad Pitt, Julia Roberts, Matt Damon e muitos outros, e desde então se tornou associada à reuniões de astros famosos – como Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway e Rihanna na produção mais recente. Por conta disso, imagina-se que Robbie vá reunir um novo grupo de estrelas famosas para acompanhá-la em sua aventura. Ainda há bastante tempo para Gosling negociar seu ingresso na produção. O projeto está em estágios iniciais e não deve começar a ser filmado antes de 2023. Por coincidência, a primeira parceria de Gosling e Robbie, o filme da “Barbie”, tem estreia marcada justamente para 2023.
Carla Diaz compartilha filmagens de “vocês sabem o quê”
A atriz Carla Diaz compartilhou em seu Instagram uma foto do começo das filmagens de seu novo longa, provocando os fãs com a legenda: “Gravando. E vocês sabem o quê?” Aparentemente, os fãs sabem. Todas as especulações apontam para o terceiro longa sobre o Caso Richthofen, que já rendeu a sessão dupla “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus pais”, ambos dirigidos por Maurício Eça e lançados em 2021. Carla interpreta a assassina Suzane von Richthofen nas produções. O post deu as dicas ao marcar a produtora Santa Rita Filmes e a Galeria Distribuidora, que foram parceiras em “A Menina” e “O Menino”. Devido à pandemia, os longas acabaram negociados com o streaming e, em vez de chegar aos cinemas, saíram direto na Amazon Prime Video em setembro do ano passado, onde se tornaram grande sucessos. O roteiro da continuação está pronto, conforme revelou o próprio autor, Raphael Montes, em seu Instagram. Além disso, no mês passado, a atriz Gabi Lopes – que interpretou Carol, namorada de Cristian Cravinhos – confirmou que todo o elenco tinha sido recontratado para o terceiro longa. “Vai ter o terceiro filme de Suzane. Vai ser um único e mais forte. Vai mostrar uma parte que os primeiros não mostraram e vai misturar as versões [de Suzane e Daniel]. Tem um novo nome, novo conceito. Nós, do elenco, fomos todos recontratados, tudo igual. Tem umas pessoas novas, a mais, vai ser um ‘bafo’. Vai ser bem forte”, disse a atriz ao podcast Poddelas. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento. Além de Carla Diaz como Suzane von Richtofen, o elenco original também destaca Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os dois filmes contaram como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes trouxe o ponto de vista de um dos condenados. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento, mas os produtores ainda não fizeram um anúncio oficial. Por conta disso, não há maiores detalhes sobre o projeto. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz)












