“Homem de Ferro” será preservado pela Biblioteca do Congresso dos EUA
A Biblioteca do Congresso dos EUA divulgou sua lista anual de 25 filmes que vão fazer parte da Registro Nacional de Filmes (National Film Registry) para preservação permanente. Entre os filmes selecionados para a lista desse ano está “Homem de Ferro” (2008), primeira aventura cinematográfica do herói interpretado por Robert Downey Jr. “’Homem de Ferro’ foi o primeiro filme da Marvel Studios produzido de forma independente”, disse o presidente do estúdio, Kevin Feige, em comunicado após o anúncio. “Foi o primeiro filme em que tivemos todo o controle criativo e supervisão e foi realmente decisivo para o estúdio… O Film Registry nos diz que ele resistiu ao teste do tempo e que ainda é significativo para o público em todo o mundo”. A seleção da biblioteca leva em consideração a importância cultural, histórica ou estética de um filme e tem o intuito de preservar a herança cinematográfica dos EUA. A lista mais recente inclui uma diversidade de cineastas americanos, bem como obras marcantes em diferentes gêneros, com pelo menos 15 filmes dirigidos ou codirigidos por cineastas negros, mulheres e/ou LGBTQIA+. Entre os destaques desse ano estão a comédia romântica “Harry e Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), o terror “Carrie, a Estranha” (1976), a comédia “Uma Festa de Arromba” (1990), a animação “A Pequena Sereia” (1989), o clássico blackploitation “Super Fly” (1972), o drama indie “Pária” (2011) e a versão original de “”Hairspray” (1988). O ator Billy Crystal, protagonista de “Harry e Sally – Feitos Um para o Outro”, declarou que “o filme é lindo, simples e apropriado, e cada cena é perfeita. O timing, que está nas mãos de Rob [Reiner, o diretor] é, para este filme, um Billy Wilder moderno… e é Nova York, é o outono, é a música.” Já o diretor Reginald Hudlin, de “Uma Festa de Arromba”, contou que “o dia em que filmamos o grande número de dança em ‘Uma Festa de Arromba’ é facilmente um dos melhores dias da minha vida”. E Dee Rees, diretora de “Pária”, disse que “aqui está, você sabe, uma ideia de vida, uma ideia de personagem, que pode sobreviver a todos nós, espero”. A bibliotecária do Congresso Carla Hayden comentou que “os filmes se tornaram absolutamente centrais para a cultura americana, ajudando a contar nossa história nacional por mais de 125 anos. Estamos orgulhosos de adicionar mais 25 filmes de um grupo de cineastas vibrantes e diversificados ao Registro Nacional de Filmes, preservando nossa herança cinematográfica. Somos gratos a toda a comunidade cinematográfica por colaborar com a Biblioteca do Congresso para garantir que esses filmes sejam preservados para o futuro”. Ao todo, a National Film Registry conta com um total de 850 filmes em seu registro. Confira abaixo a lista com os 25 títulos mais recentes. “Mardi Gras Carnival” (1898) “Cab Calloway Home Movies” (1948-1951) “Cyrano de Bergerac” (1950) “Charada” (1963) “Scorpio Rising” (1963) “Behind Every Good Man” (1967) “Titicut Follies” (1967) “Mingus” (1968) “Manzanar” (1971) “Betty Tells Her Story” (1972) “Super Fly” (1972) “Attica” (1974) “Carrie, a Estranha” (1976) “Union Maids” (1976) “Word is Out: Stories of Our Lives” (1977) “Bush Mama” (1979) “A Balada de Gregório Cortez” (1982) “Itam Hakim, Hopiit” (1984) “Hairspray: E Éramos Todos Jovens” (1988) “A Pequena Sereia” (1989) “Tongues Untied” (1989) “Harry e Sally – Feitos Um para o Outro” (1989) “Uma Festa de Arromba” (1990) “Homem de Ferro” (2008) “Pária” (2011)
Diretora esclarece rumores sobre cancelamento de “Mulher-Maravilha 3”
A cineasta Patty Jenkins, diretora dos filmes da Mulher-Maravilha, resolveu abordar a notícia do cancelamento do terceiro filme em postagens no Twitter. Segundo Jenkins, seu objetivo ao tornar sua posição conhecida era impedir que “as imprecisões continuassem” e, em vez disso, apresentar os fatos. A diretora falou que umas das “imprecisões” que se espalharam logo que a notícia do cancelamento saiu foi a de que foi ela quem abandonou o projeto. “Isto simplesmente não é verdade. Eu nunca me afastei”, esclareceu ela. “Eu estava aberta a considerar qualquer coisa que me pedissem.” “[Mas] Meu entendimento foi que não havia nada que eu pudesse fazer para avançar qualquer coisa neste momento”, acrescentou. “A DC está obviamente enterrada nas mudanças que estão tendo que fazer, então entendo que essas [tomadas de] decisões são difíceis agora.” Ela continuou: “Não quero que uma bela jornada com a Mulher-Maravilha chegue a [o fim n] uma nota negativa. Eu amei e fiquei muito honrada por ser a pessoa que fez esses dois últimos filmes da Mulher-Maravilha. Ela é uma personagem incrível. Viver dentro e em torno dos seus valores me tornou uma pessoa melhor a cada dia. Desejo a ela e a seu legado um futuro incrível pela frente, com ou sem mim.” Jenkins também aproveitou para elogiar a atriz Lynda Carter, a Mulher-Maravilha original que apareceu brevemente em “Mulher-Maravilha 1984″, a quem ela chamou de “lenda absoluta”, e a atriz Gal Gadot, que ela considera “o maior presente que recebi em toda essa jornada. Uma amiga querida, uma inspiração e uma irmã”. “Não há palavras que eu possa usar para transmitir o quão mágica ela é”, continuou a cineasta. “Ela é a personificação ambulante da Mulher-Maravilha na vida real e uma pessoa melhor do que o mundo possa imaginar. Nunca, nos milhões de momentos que passei com ela, vi nada menos. Ela é um presente para este mundo e, mais ainda, para mim.” A cineasta também abordou outro projeto seu, o filme “Star Wars: Rogue Squadron”, que presumivelmente estava morto após a Lucasfilm tirá-lo de seus cronogramas de produção. Contrariando expectativas, Jenkins disse que o filme ainda está em desenvolvimento e que ela está trabalhando nele, embora não esteja claro se o projeto vai sair do papel ou não. O cineasta James Gunn (“O Esquadrão Suicida”), que assumiu o comando do recém-formado DC Studios ao lado do produtor Peter Safran – e que foi injustamente apontado como responsável pelo cancelamento de “Mulher-Maravilha 3” – respondeu ao tuíte de Jenkins dizendo que “posso atestar que todas as interações de Peter e minhas com você foram agradáveis e profissionais”. A declaração do diretor encerra o boato de que Jenkins teria abandonado uma reunião de forma abrupta com um pedido demissão após ver seu projeto recusado para “Mulher-Maravilha 3”. A propósito, quem disse não para o filme foram os presidentes da Warner Bros. Pictures, Michael De Luca e Pamela Abdy, antes de Gunn e Safran assumirem seus cargos. Os novos chefes do DC Studios só se reuniram com Jenkis após esta decisão, momento em que teriam pedido uma nova ideia para o filme. I can attest that all of Peter and my interactions with you were only pleasant and professional. — James Gunn (@JamesGunn) December 14, 2022
Pamela Anderson reage à série “Pam & Tommy” com documentário na Netflix
A Netflix oficializou a produção de um documentário sobre a vida da atriz Pamela Anderson (“S.O.S. Malibu”). Intitulado “Pamela Anderson – Uma História de Amor” (Pamela, A Love Story) e dirigido por Ryan White (“Good Night Oppy”), o filme deve abordar a vida pessoal, a carreira e os relacionamentos de Anderson, incluindo o vivido com o músico Tommy Lee. “Temos todo esse arquivo de Tommy e Pamela se apaixonando, e acho que nosso filme realmente os humanizará”, disse White, em entrevista à revista Vanity Fair. “Acho que eles costumam ser vistos como grandiosos… talvez até personagens cartunescos. Quando você assiste a essa filmagem deles se encontrando, é realmente lindo.” O romance de Anderson e Lee foi abordado de maneira ficcional na série “Pam & Tommy”, que narra a divulgação da infame sex tape dos dois. Durante a entrevista à Vanity Fair, Anderson falou sobre a série, que foi lançada enquanto ela estava filmando o documentário. “Ninguém sabia a verdade”, disse ela. “Nem mesmo eu não sei 100% do que aconteceu, mas acho que o mais importante é compartilhar meus sentimentos humanos e o quanto isso doeu e como isso inegavelmente definiu meu futuro – em minha carreira e meus relacionamentos”. Além de dar uma versão diferente daquela vista na série para o casamento de Anderson com Lee – e a eventual divulgação da sex tape dos dois – , o documentário abordará outros relacionamentos da atriz, como com o cantor Kid Rock. “Sou uma romântica e romance é uma tragédia”, disse Anderson. “Eu acredito em contos de fadas.” O documentário também vai oferecer um olhar íntimo sobre sua relação com os dois filhos, Brandon e Dylan, que a convenceram a “contar sua história em seus próprios termos”. A produção ainda vai cobrir as oito semanas em que Anderson estrelou a peça “Chicago”, na Broadway, um papel que ela recusou 10 anos antes para cuidar de seus filhos. Segundo White, foi essa experiência que abriu seus olhos para o talento e resiliência dela. “Você não pode descartar Pamela. Ela foi descontada a vida toda e se ergueu”, afirmou White. “O filme se chama ‘Pamela Anderson – Uma História de Amor’, e tem muitas histórias de amor dentro dele. Em última análise, acho que o final do filme é sobre ela colocar mais desse amor em si mesma.” “Eu estava muito hesitante, mas, olhando para trás, me sinto fortalecida”, disse ela sobre sua decisão de fazer o documentário. “E espero que [minha história] inspire as pessoas a se divertirem e não se preocuparem tanto.” “Pamela Anderson – Uma História de Amor” estreia em 31 de janeiro na Netflix. Além do documentário, Pamela Anderson também vai lançar um livro de memórias, intitulado “Love, Pamela”.
“Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” ganha primeiro trailer
A Sony divulgou o primeiro trailer de “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso”, continuação de “Homem-Aranha no Aranhaverso” (2018), que venceu o Oscar de Melhor Animação. A prévia destaca uma conversa sobre maturidade entre Miles Morales (novamente dublado por Shameik Moore) e sua mãe (Luna Lauren Velez), e também traz de volta a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld) e o Peter B. Parker depressivo (Jake Johnson) do primeiro filme. Miles, Gwen e Peter se juntam novamente numa aventura pelo Aranhaverso, onde encontram e enfrentam uma nova multidão de variantes do Homem-Aranha. O personagem escolhido para atormentar os heróis foi o Mancha (The Spot, em inglês), que será dublado por Jason Schwartzman (“Moonrise Kingdom”), e entre os diversos Homens-Aranhas da trama incluem-se o Punk-Aranha, com a voz do vencedor do Oscar Daniel Kaluuya (“Judas e o Messias Negro”), o Homem-Aranha 2099, dublado por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Jessica Drew, a Mulher-Aranha original, interpretada por Issa Rae (“Insecure”) – numa alteração racial em relação às publicações da Marvel Comics. O novo filme do “Aranhaverso” será dirigida por um trio formado por Kemp Powers (roteirista e co-diretor de “Soul”), o português Joaquim dos Santos (“Avatar: A Lenda de Korra”) e Justin K. Thompson (especialista em backgrounds que trabalhou em “Star Wars: Clone Wars”). Eles substituem o trio original vencedor do Oscar, formado por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman. Já o roteiro ficou a cargo dos produtores do primeiro longa, Phil Lord e Chris Miller, junto com David Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”). A estreia está marcada apenas para março de 2024. Veja o trailer abaixo em duas versões: legendada e dublada em português.
John Cena e Jason Momoa vão estrelar comédia de ação
Os atores John Cena (“Pacificador”) e Jason Momoa (“Aquaman”) vão estrelar a comédia de ação “Killer Vacation”, desenvolvida pelo estúdio Warner Bros. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, mas é possível supor, pelo título, que o filme vá mostrar uma viagem que dá muito errado. Fontes próximas ao projeto o definiram como uma aventura cômica no estilo do clássico “True Lies” (1994), que também foi estrelada por um ator fortão: Arnold Schwarzenegger. O roteiro foi escrito por Brian Gunn e Mark Gunn (“Brightburn: Filho das Trevas”), respectivamente o irmão e o primo do cineasta James Gunn (“Guardiões da Galáxia”). O filme contará com a produção de Peter Safran, que assumiu com Peter Grunn o comando do recém-formado DC Studios. Vale apontar que, embora só confirmado agora, o projeto de “Killer Vacation” é anterior à ascensão de Safran dentro da Warner/DC. O filme ainda não tem previsão de estreia. John Cena e Jason Momoa serão vistos juntos pela primeira vez em “Fast X”, final da franquia “Velozes & Furiosos” que estreia em maio de 2023. Fontes apontam que os dois gostaram tanto de trabalhar juntos que resolveram repetir a dose. Além disso, John Cena está envolvido em diversos projetos, entre eles o thriller de ação “Argylle”, novo trabalho do cineasta Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), ainda sem data de lançamento. Jason Momoa também está trabalhando em vários filmes, com destaque para “Aquaman e o Reino Perdido”, que chegará aos cinemas no Natal do ano que vem.
Filme do diretor de “Midsommar” com Joaquin Phoenix ganha pôster
O estúdio indie A24 divulgou o primeiro pôster do novo filme do cineasta Ari Aster (diretor dos terrores “Hereditário” e “Midsommar: O Mal Não Espera a Noite”). Conforme revelado na imagem, o filme, antes chamado de “Disappointment Blvd.”, agora se chama “Beau Is Afraid”. O cartaz mostra um sujeito que parece ser uma versão rejuvenescida do ator Joaquin Phoenix (“Coringa”), que será o protagonista do filme. O personagem veste um pijama com o nome Beau, o que sugere que ele é quem “está com medo”, conforme indicado pelo título. O elenco também conta com Parker Posey (“Perdidos no Espaço”), Amy Ryan (“Medo da Verdade”), Nathan Lane (“Only Murders in the Building”), Michael Gandolfini (“Os Muitos Santos de Newark”) e Kylie Rogers (“Yellowstone”). Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, mas em uma entrevista para o site IndieWire, o diretor revelou que seu novo filme é uma comédia de pesadelo com quatro horas de duração! Também adiantou que o filme será um “retrato íntimo de um dos empresários mais bem-sucedidos de todos os tempos” e que sua história se passará ao longo de várias décadas – e isso explicaria o fato de a arte mostrar uma versão mais jovem do protagonista. Porém, a definição do título abre as portas para algumas teorias. Afinal, em 2011, Aster dirigiu uma comédia de terror chamada “Beau”. O filme conta a história de um homem que passa por uma sinistra e assombrosa cadeia de eventos quando perde suas chaves a caminho de visitar sua mãe. Não ficou claro se o longa-metragem “Beau Is Afraid” teria alguma relação com o curta “Beau”. “Beau Is Afraidd” estreia em 2023.
Disney cancela pré-estreia de “Avatar 2” no Rio após “falha de segurança gravíssima”
A Disney cancelou a pré-estreia de “Avatar: O Caminho da Água” com famosos na noite de segunda (12/12) no Rio, quanto todos já estavam no cinema. O evento foi marcado para um cinema na Barra da Tijuca, com várias telas reservadas para a exibição. Em algumas sessões, o filme teria começado a ser exibido, mas em outras nem as luzes foram apagadas. Segundo relatos, com a demora os famosos começaram a gritar “começa!”, dando início a um pequeno alvoroço. Representantes da Disney interromperam o evento e informaram que a pré-estreia tinha sido cancelada, sem mais detalhes. Mas o tiktoker Matheus Esperon relatou em um vídeo que o motivo do cancelamento foi uma “falha de segurança gravíssima”. Aparentemente, alguém começou a gravar cenas do filme com celular. “Antes de entrar na sessão, você deixava seu celular num saquinho e pegava um número para retirar o celular depois. […] Ninguém me revistou. […] Tinha um cara do nosso lado com o celular dele”, disse Esperon. Até os jornalistas convidados precisavam assinar um termo se comprometendo a não fazer imagens do filme, mas nenhuma revista foi feita entre os convidados. Relatos de presentes indicam que convidados teriam feito, sem permissão, gravações da pré-estreia pelo celular, e por isso todas as sessões foram canceladas. Entre os famosos presentes, que acabaram sem ver o filme, estavam os atores Ícaro Silva, Karine Telles, Douglas Silva, Igor Rickli e Lucy Alves. @esperonquegoste Pré-estreia de Avatar 2 CANCELADA no Rio pela Disney 😨 #avatar #avatar2 #disney #cinema #disneybrasil ♬ som original – Matheus Esperon
Filha de Steven Spielberg vai estrear como cineasta
Destry Allyn Spielberg, filha do veterano cineasta Steven Spielberg (“Os Fabelmans”), está seguindo o caminho do pai. Ela foi contratada para dirigir seu primeiro longa-metragem. Intitulado “Four Assassins (And A Funeral)”, o filme foi escrito por Ryan Hooper e figurou na Black List, a lista informal dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, mas o filme é descrito como uma mistura entre de “Kingsman: Serviço Secreto” (2014), “Entre Facas e Segredos” (2019) e “Succession”. O título original também sugere uma conexão com a comédia clássica “Quatro Casamentos e Um Funeral” (1994), mas isso ainda não foi confirmado. Apesar da estreia em longa-metragem, Destry Allyn Spielberg já comandou os curtas “Rosie” (2019) e “Let Me Go the Right Way” (2022). O segundo venceu o City of Angels Women’s Film Festival neste ano. “Assistimos ao curta de Destry e ficamos impressionados – e depois de conhecê-la e ouvir que ela queria fazer filmes de ação, procuramos encontrar algo”, disse Erica Lee, da produtora Thunder Road, em comunicado. “’Four Assassins’ é o veículo perfeito para ela, e estamos empolgados com o que sua voz única trará para o projeto”. A jovem Spielberg, de 26 anos, disse no comunicado que está “emocionada e honrada por ter o privilégio de trabalhar com a Thunder Road para contar esta história sobre família, engano e assassinato”. “Four Assassins (And A Funeral)” começa a ser rodado no ano que vem, mas ainda não tem previsão de estreia. Além da sua carreira como diretora do curtas, Destry Allyn Spielberg também fez alguns trabalhos como atriz. Seu maior destaque foi no filme “Licorice Pizza” (2021).
Timothée Chalamet anuncia final das filmagens de “Duna: Parte 2”
O ator Timothée Chalamet anunciou em seu Instagram que a produção de “Duna: Parte 2” foi encerrada. O ator, que interpreta o protagonista Paul Atreides na continuação de ficção científica, compartilhou uma foto no deserto ao lado de seu pai, Marc Chalamet, comemorando o fim das filmagens “Duna 2 encerrado (com o pai do deserto!!)”, ele legendou. As filmagens aconteceram no deserto de Abu Dhabi, que mais uma vez servirá como cenário do planeta árido Arrakis, com direção de Denis Villeneuve. O filme também voltará a trazer Zendaya, Rebecca Ferguson, Javier Bardem, Stellan Skarsgård, Josh Brolin e Charlotte Rampling. Mas incluiu novidades em seu elenco, com destaque para Florence Pugh (“Viúva Negra”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Léa Seydoux (“007 – Sem Tempo Para Morrer”) e Austin Butler (o “Elvis”). A estreia está agendada para outubro de 2023. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Timothée Chalamet (@tchalamet)
Documentário da Amazônia disputa prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA
O Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA) divulgou a sua lista dos filmes indicados para o prêmio de Melhor Documentário. A lista contém algumas produções que ja vinham chamando atenção, além de guardar algumas surpresas. Ao todo, sete filmes foram indicados, incluindo “Nothing Compares” sobre a cantora irlandesa Sinéad O’Connor, primeiro longa-metragem da documentarista Kathryn Ferguson, e a co-produção brasileira “The Territory”, dirigido por Alex Pritz (“My Dear Kyrgyzstan”), sobre uma tribo amazônica. “The Territory” é coproduzido pela National Geographic, o diretor Darren Aronofsky (“Noé”) e cineastas indígenas brasileiros, e acompanha a luta do povo Uru-Eu-Wau-Wau contra agricultores e mineradores que invadiram sua área protegida na floresta tropical. A obra foi duplamente premiada no Festival de Sundance deste ano, com o Prêmio do Público e um Prêmio Especial do Júri na competição internacional do evento. A lista também destaca “All That Breathes”, documentário de Shaunak Sen (“Cities of Sleep”) sobre dois irmãos em Delhi, na Índia, que dedicaram suas vidas a reabilitar aves de rapina que foram vítimas dos céus poluídos da cidade. O filme já venceu o prêmio de Melhor Longa-Metragem no IDA Documentary Awards. Outro indicado forte é o novo filme do veterano Matthew Heineman (“A Primeira Onda”), “Afeganistão: A Retirada”, que lança um olhar visceral sobre os últimos meses da guerra dos EUA no Afeganistão e o que aconteceu com o Exército Nacional Afegão após a retirada dos EUA. As nomeações se completam com “Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft”, da diretora Sara Dosa (“The Seer and the Unseen”), sobre um casal francês cuja dedicação ao estudo dos vulcões lhes custou a vida; “O Último Navio Negreiro”, de Margaret Brown (“The Great Invisible”), filme muito falado a respeito dos descendentes de africanos escravizados que chegaram ao Alabama em 1860; e “Navalny”, dirigido por Daniel Roher (“Once Were Brothers: Robbie Robertson and The Band”), sobre o líder da oposição russa, Alexei Navalny, que quase foi morto em uma tentativa de envenenamento do Kremlin. A maior surpresa nessa lista foi a ausência de “All the Beauty and the Bloodshed”, documentário de Laura Poitras (“Cidadãoquatro”) sobre o artista Nan Goldin. O filme é um forte candidato ao Oscar e vem figurando em diversas listas de Melhores Ano. A inclusão do filme de Sinéad O’Connor também causou estranheza pela ausência notável de “Moonage Daydream”, filme de Brett Morgen sobre David Bowie, que é o documentário de maior bilheteria do ano e uma das produções mais elogiadas do gênero dos docs musicais em todos os tempos. Vale lembrar que os vencedores do PGA Awards normalmente se refletem no Oscar, como aconteceu com o vencedor mais recente, “Summer Of Soul (… Ou, Quando a Revolução Não Pode Ser Televisionada” (2021).
Fernando Meirelles produz documentário ambiental com Seu Jorge e o rapper RZA
O cineasta Fernando Meirelles (“Dois Papas”) vai produzir “Blue Carbon”, um documentário ambiental e musical que contará com canções de Seu Jorge (“Marighella”). “Blue Carbon” (ou Carbono Azul) é o termo dado a três ecossistemas costeiros – prados de ervas marinhas, manguezais e pântanos de maré – que margeiam a maioria dos continentes. Alguns desses ecossistemas podem sequestrar da atmosfera até quatro vezes mais carbono por hectare do que as florestas tropicais. O documentário será narrado pela DJ e bióloga marinha Jayda G enquanto ela mostra como estamos perdendo esses ecossistemas desconhecidos em um ritmo alarmante. Além disso, ela também vai explicar como podemos mitigar os efeitos das mudanças climáticas e proteger os frágeis ecossistemas de mais destruição. “O Carbono Azul é tão importante, mas as pessoas sabem tão pouco sobre ele – quero que seja tão conhecido quanto a floresta amazônica”, disse Jayda G, em comunicado. “Tem tanto potencial para nos ajudar a combater as mudanças climáticas, desde que ouçamos e aprendamos com as histórias de pessoas que trabalham para proteger o Carbono Azul. Isso me deixou esperançosa acerca do nosso futuro e me ajudou a me sentir mais conectada com a mãe natureza. Espero que, quando as pessoas assistirem a este filme, elas sintam o mesmo”. O projeto abrangerá as costas do Senegal, Vietnã, França, EUA (Flórida), Brasil e Colômbia. Porém, a abordagem do documentário será um pouco diferente. “Blue Carbon” vai combinar música e ciência, além de dança, cultura e arte, para falar sobre os problemas ambientais da atualidade. Além das canções de Seu Jorge, o documentário também será embalado por músicas do ator e rapper RZA (“Anônimo”), do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan. “O ar que respiramos e a água que bebemos são as duas coisas mais importantes para nossa sobrevivência. No entanto, continuamos consistentemente a abusar deles com produtos frívolos”, disse RZA. “Estou me juntando à equipe de criadores de ‘Blue Carbon’ para ajudar a trazer a conscientização necessária para essas questões. Espero que o filme nos inspire a fazer melhor.” O documentário será dirigido por Nicholas Brown (“Serengeti Rules”), que explicou que a opção de misturar documentário e música tem como objetivo “trazer uma nova esperança para novos públicos”. “Crucialmente, o filme levanta as vozes das pessoas – assim como dos ecossistemas – que estão na linha de frente da crise do clima e da biodiversidade. É hora de ouvir o que eles dizem”, afirmou ele. Com conclusão prevista para 2023, “Blue Carbon” ainda não tem lançamento marcado. Fernando Meirelles atualmente está envolvido na série “Sugar”, desenvolvida para a plataforma de streaming Apple TV+, e numa série derivada de “Cidade de Deus”, ambientada 20 anos depois do filme original. Esses projetos também não têm previsão de estreia. Seu Jorge, por sua vez, estará no filme “Cidade Asteróide”, novo trabalho do cineasta Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), que chega aos cinemas americanos em 13 de junho.
Atriz de “Wandinha” fará comédia de troca de corpos com Jennifer Garner
A atriz Emma Myers, que encantou os fãs de “Wandinha” como a personagem Enid Sinclair, entrou no elenco de “Family Leave”, nova comédia sobre troca de corpos estrelada por Jennifer Garner (“De Repente 30”). Inspirado no livro infantil “Bedtime for Mommy”, de Amy Krouse Rosenthal, o filme vai acompanhar um casal que está fazendo o possível para manter sua família conectada à medida que seus filhos crescem, tornam-se mais independentes e mais distantes. Certo dia, eles têm um encontro com um astrólogo que faz com que a família acorde e perceba que todos trocaram de corpos, justamente no dia mais importante de cada uma em suas vidas. Então, eles precisarão se unir para conseguirem um emprego, uma vaga na faculdade, um contrato com uma gravadora e entrar no time de futebol. Myers vai interpretar a filha adolescente da personagem de Garner. O elenco ainda conta com Ed Helms (“Se Beber, Não Case”) e Brady Noon (“Virando o Jogo dos Campeões”) no papel de pai e filho. Vale observar que o livro original não tem troca de corpos. Ou irmão. A publicação ilustrada para crianças acompanha um filha bem pequena que tenta colocar os pais relutantes – e workholics – para dormir. Embora Jennifer Garner já tenha experiência com trocas de corpos, visto que em “De Repente 30” interpretou uma garotinha que acordou no seu corpo adulto, a trama familiar de “Family Leave” parece aproximá-lo de outro filme clássico com essa temática: “Sexta-Feira Muito Louca” (2003), com Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan, em que mãe e filha trocam de corpos. O primeiro tratamento do roteiro foi escrito por Victoria Strouse (“Procurando Dory”) e a versão mais atual é de autoria de Adam Sztykiel (“Adão Negro”). Já a direção ficará por conta de McG (“A Babá”). “Family Leave” está sendo desenvolvido para a Netflix, mas ainda não há data de lançamento prevista. A jovem Emma Myers será vista em breve no drama musical “Southern Gospel”, também sem previsão de estreia.
“Tár” é eleito filme do ano pelos críticos de Los Angeles e Nova York
O drama “Tár”, estrelado por Cate Blanchett (“O Beco do Pesadelo”), encabeçou as listas de Melhores Filmes do Ano tanto da Associação dos Críticos de Cinema de Los Angeles (LAFCA, na sigla em inglês) quanto do Círculo de Críticos de Cinema de Nova York (NYFCC). Dirigido por Todd Field (“Pecados Íntimos”), o filme gira em torno de Lydia Tár (Blanchett), uma aclamada compositora que se torna a primeira maestrina feminina de uma orquestra alemã. A trama a acompanha durante sua vida cotidiana em Berlim, culminando na gravação de sua última sinfonia. Na lista dos críticos de Los Angeles, “Tár” dividiu o 1º lugar com a sci-fi indie “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”. Mas se destacou mais ao sair-se vitorioso também nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Roteiro. Além disso, a atriz Cate Blanchett foi premiada na categoria de Melhor Atuação, embora também tenha dividido o prêmio com Bill Nighy (por seu trabalho no drama “Living”). Esse foi o primeiro ano que a associação adotou o gênero neutro na sua premiação de atuação. Entretanto, o resultado com empates mostrou que nada mudou na prática, já que o prêmio de atuação coadjuvante também foi dividido entre um homem e uma mulher, desta vez entre Ke Huy Quan (“Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”) e Dolly De Leon (“Triângulo da Tristeza”). Já os críticos de Nova York, que consagraram “Tár” como Melhor Filme, também agraciaram Blanchett com o prêmio de Melhor Atriz e, numa categoria separada, Colin Farrell como Melhor Ator por dois trabalhos diferentes: “Depois de Yang” (2021) e “Os Banshees de Inisherin”. Fechando as categorias de atuação, a associação nova-iorquina reconheceu Ke Huy Quan (“Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”) e Keke Palmer (“Não! Não Olhe!”) como Melhores Coajuvantes. Para completar, o cineasta indiano S.S. Rajamouli venceu na categoria de Melhor Direção pelo épico “RRR: Revolta, Rebelião, Revolução”, enquanto o inglês Martin McDonagh levou a categoria de Melhor Roteiro com “Os Banshees de Inisherin”.











