Alone at Night: Pamela Anderson e Paris Hilton se juntam em trailer de terror
A Vertical Entertainment divulgou o primeiro trailer de “Alone at Night”, terror de baixo orçamento (e aparente baixa qualidade) estrelado por Pamela Anderson (“S.O.S. Malibu”) e Paris Hilton (“A Casa de Cera”). A prévia mostra um assassino atacando os habitantes de uma cidadezinha coberta pela neve. O filme acompanha Vicky (Ashley Benson, de “Pretty Little Liars”), uma jovem que terminou um relacionamento abusivo e decide passar um tempo em uma cabana remota enquanto trabalha como camgirl. Porém, durante a noite, ela passa a ser perseguida por um assassino mascarado empunhando um pé de cabra. Pamela Anderson interpreta a xerife da cidade e Paris Hilton vive uma versão ficcional dela mesma. O elenco ainda conta com Luis Guzmán (“Wandinha”), Lindsey Pelas (“Operação Resgate”), John Robinson (“Os Assassinatos de Amityville”) e a cantora Sky Ferreira (“Uma Mulher Americana”), além da modelo Winnie Harlow, do músico G-Eazy e do rapper A$AP Nast. Dirigido por Jimmy Giannopoulos (“The Birthday Cake”), “Alone at Night” será lançado nos cinemas americanos e em VOD (video on demand) no dia 20 de janeiro, mas não tem previsão de lançamento no Brasil.
Mike Hodges, diretor de “Flash Gordon”, morre aos 90 anos
O cineasta britânico Mike Hodges, diretor de filmes como “Carter, o Vingador” (1971) e “Flash Gordon” (1980), morreu no último sábado (17/12), aos 90 anos. A notícia da sua morte foi divulgada pelo amigo e produtor Mike Kaplan, que trabalhou com o diretor em “Vingança Final” (2003). Michael Tommy Hodges nasceu em 29 de julho de 1932, em Bristol, na Inglaterra. Ele estudou para ser contador e depois serviu na marinha britânica por dois anos. Sua carreira no show business começou quando conseguiu um trabalho como operador de teleprompter para a televisão britânica. Hodges aprendeu a linguagem audiovisual observando o trabalho na TV e, depois de um tempo, começou a escrever roteiros para o teleteatro “Armchair Theatre”, do canal britânico ITV, o que lhe permitiu largar o emprego de técnico. Em 1969, escreveu e dirigiu dois episódios de outro teleteatro do canal, “ITV Playhouse”, e a repercussão foi tão positiva que lhe rendeu o convite para escrever e dirigir “Carter, o Vingador”, filme que marcaria sua estreia no cinema. Hodges adaptou “Carter, o Vingador” de um romance de Ted Lewis. No filme, Michael Caine interpreta um gângster londrino em busca de vingança depois que seu irmão é morto. Foi um sucesso tão marcante que acabou revisitado por um remake americano no ano 2000, intitulado “O Implacável”, com Sylvester Stallone no papel principal. Ele repetiu a parceria com Caine em seu filme seguinte, “Diário de um Gângster” (1972), sobre um escritor convidado a escrever as memórias de uma celebridade misteriosa. Nos anos seguintes, Hodges se aventurou por produções do gênero fantástico, dirigindo “O Homem Terminal” (1974) e “Flash Gordon” (1980), que foi o filme de maior repercussão de sua carreira. A superprodução baseada nos quadrinhos de Alex Raymond tinha trilha sonora da banda Queen e veio no embalo de “Guerra nas Estralas” (Star Wars), conquistando grande bilheteria. Sua relação com a banda Queen ainda rendeu clipes (“Flash” e “Body Language”), e esse sucesso também lhe vingou da maior frustração de sua carreira. Antes de “Flash Gordon”, Hodges começou a trabalhar no terror “A Profecia II” (1978), mas acabou se desentendendo com os produtores e demitido por “diferenças criativas”, ficando sem créditos em seu lançamento. Sua filmografia continuou se alterando em produções de temas sci-fi e criminais até o fim, incluindo a comédia “Corra! Os ETs Chegaram” (1985), sobre três alienígenas que se tornam celebridades após caírem na Terra, o policial “Prece para um Condenado” (1987), que narra a relação entre um assassino (Mickey Rourke) e um padre (Bob Hoskins), e “Arco-Íris Negro” (1989), sobre uma médium (Rosanna Arquette) que tem a visão de um assassinato e passa a ser perseguida pelo assassino. Na virada do século, Hodges dirigiu dois filmes estrelados por Clive Owen: “Crupiê: A Vida em Jogo” (1998), sobre um aspirante a escritor que é contratado como crupiê em um cassino, e “Vingança Final” (2003), que mostra um ex-gangster retornando ao mundo do crime após a morte do seu irmão. Seu último longa foi o documentário “Murder by Numbers” (2004), co-dirigido por Paul Carlin, que abordou a popularidade dos filmes sobre serial killers nas últimas décadas. Hodges também escreveu peças de teatro como “Soft Shoe Shuffle” (1985) e “Shooting Stars and Other Heavenly Pursuits” (2000) – que foi adaptada para a rádio BBC – e publicou o romance “Watching the Wheels Come Off”, em 2010. Veja abaixo o trailer da nova versão restaurada de “Flash Gordon”
“Adão Negro 2” não está nos planos da DC, diz Dwayne Johnson
A possível continuação do filme “Adão Negro” (2022), estrelado por Dwayne Johnson, foi escanteada. A informação foi revelada pelo próprio ator, por meio de uma postagem no Twitter. No texto, Johnson explicou que “Adão Negro 2” não faz parte dos planos iniciais do recém-criado DC Studios, comandado pelo cineasta James Gunn e pelo produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”). “James Gunn e eu nos conectamos, e ‘Adão Negro’ não estará em seu primeiro capítulo da narrativa”, escreveu Johnson. “No entanto, a DC e a [produtora] Seven Bucks concordaram em continuar explorando as maneiras mais valiosas de usar Adão Negro em futuros capítulos do multiverso da DC.” A notícia chega pouco tempo depois que James Gunn e Peter Safran cancelaram outros grandes projetos da DC, como a continuação de “O Homem de Aço” (2013), que seria estrelado por Henry Cavill, e “Mulher-Maravilha 3”, que seria dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot. “Adão Negro” era um projeto pessoal para Johnson, que desenvolveu o filme ao longo de pelo menos 15 anos. Nesse meio tempo, ele se tornou o maior astro de Hollywood e, em 2017, convenceu a DC a usar o personagem em um filme-solo, e não como um vilão de “Shazam!”, como nos quadrinhos. Não só isso, Johnson usou sua influência pessoal para trazer o ator Henry Cavill de volta ao papel de Superman para uma participação especial no filme. E já estava planejando uma continuação que mostrasse o confronto entre Adão Negro e Superman. Isso, inclusive, resultou em um momento embaraçoso, que levou Cavill a fazer uma postagem nas suas redes sociais orgulhosamente anunciando o seu retorno ao papel. Pouco mais de mês depois, precisou publicar outro texto dizendo que não ia mais interpretar o personagem. Mas Johnson estava confiante de que, apesar das mudanças no comando da divisão da DC no cinema, a sua presença permaneceria determinante para o futuro da companhia. Durante a divulgação do seu filme, ele sempre usava uma frase que se tornou um slogan da produção: “A hierarquia de poder no Universo DC está prestes a mudar”. Porém, a participação de Johnson não foi suficiente para garantir o sucesso de “Adão Negro”. O filme teve um orçamento inflado de cerca de US$ 260 milhões e estimativas recentes apontam que deve dar um prejuízo milionário para a Warner. Essas estimativas foram contestadas pelo estúdio, mas é inegável que o rendimento do longa-metragem ficou muito abaixo do esperado. Nos últimos dias, surgiram rumores sobre uma briga entre Johnson e o estúdio. Esses rumores foram alimentados pela falta de comentários do ator sobre a contratação de Gunn e Safran, mas em sua nova postagem Johnson fez questão de dizer que tem uma boa relação com o diretor de “O Esquadrão Suicida”. “James e eu nos conhecemos há anos e sempre torcemos para que o outro tenha sucesso”, disse ele. “Não é diferente agora, e sempre torcerei para a DC (e para a Marvel) vencer e VENCER MUITO.” Black Adam⚡️ pic.twitter.com/b7ZbCJZxBw — Dwayne Johnson (@TheRock) December 20, 2022
James Cameron revela planos para novo “Exterminador do Futuro”
O cineasta James Cameron (“Avatar”) não descarta fazer um novo filme da franquia “O Exterminador do Futuro”. Embora admita que não haja nada oficializado, ele revelou ao podcast “Smartless” que existem planos e negociações para um possível filme. “Se eu fizesse outro filme do ‘Exterminador do Futuro’ e talvez tentasse lançar aquela franquia novamente, o que está em discussão, mas nada foi decidido, eu faria muito mais sobre o lado da IA [Inteligência Artificial] do que dos robôs malvados enlouquecidos”, disse ele. Cameron dirigiu o primeiro e o segundo filme da franquia, lançados em 1984 e 1991, respectivamente. Ambos foram grandes sucessos de público e de crítica. Desde então, porém, a franquia entrou em franca decadência. O filme mais recente, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” (2019), foi dirigido por Tim Miller (“Deadpool”) com base numa história concebida por Cameron e tinha o intuito de reviver a franquia, após Cameron recuperar os direitos sobre a produção, trazendo de volta seus dois principais protagonistas: Linda Hamilton e Arnold Schwarzenegger. Porém, o resultado ficou aquém do esperado. O filme só rendeu US$ 261 milhões nas bilheterias. Cameron disse recentemente, durante sua turnê de divulgação de “Avatar: O Caminho da Água”, que tinha ficado “razoavelmente feliz” com o resultado de “Destino Sombrio”, mas afirmou que trazer de volta as estrelas originais foi um erro. A presença da dupla de atores foi um ponto de discórdia entre Cameron e Miller, com Cameron se recusando a fazer o filme sem Schwarzenegger e Miller argumentando que queria apenas Hamilton de volta. “Acho que o filme poderia ter sobrevivido com Linda nele”, disse Cameron. “Eu acho que poderia ter sobrevivido com Arnold nele, mas quando você coloca Linda e Arnold nele… você sabe, ela tem 60 e poucos anos, ele tem 70 e poucos anos, de repente não era o seu filme de ‘Exterminador do Futuro’, não era nem o filme de ‘Exterminador do Futuro’ do seu pai, era o filme de ‘Exterminador do Futuro’ do seu avô. E nós não antecipamos isso.” O diretor ainda acrescentou: “Nós adoramos, achamos que foi muito legal”. James Cameron atualmente está envolvido na divulgação do filme “Avatar: O Caminho da Água”. E, caso esse filme faça o sucesso esperado, ele deve se manter ocupado por vários anos nas suas continuações. Portanto, qualquer projeto de um possível novo “Exterminador do Futuro” terá que ser tocado por outra pessoa, o que não deu muito certo no passado.
Trailers mostram excessos de “Babilônia”, novo filme de Brad Pitt e Margot Robbie
A Paramount divulgou dois novos trailers de “Babilônia”, que volta a reunir os astros Brad Pitt e Margot Robbie após “Era uma Vez em… Hollywood”, e novamente numa história sobre a velha Hollywood. Os vídeos foram diferenciados com rótulos, que os apresentam como versões “comportada” e “safada”, mas ambos mostram situações extremas. A diferença é que a prévia “safada” vai muito mais longe no mergulho de sexo, drogas e jazz em sua recriação da Era de Ouro da indústria cinematográfica americana. A maioria dos personagens do filme é fictícia, mas inspirada em pessoas reais. Depois de viver Sharon Tate no filme de Quentin Tarantino, Robbie interpreta uma versão cocainômana de Clara Bow, símbolo sexual da transição do cinema mudo para o falado, enquanto o personagem Pitt é baseado em grandes atores dos anos 1920, como John Gilbert, que teve dificuldades de se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. O filme tem roteiro e direção de Damien Chazelle, diretor dos premiados “Whiplash” e “La La Land”, e seu elenco grandioso ainda inclui Tobey Maguire (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Olivia Wilde (“O Caso Richard Jewell”), Jovan Adepo (“Watchmen”), Li Jun Li (“Evil”), Jean Smart (“Hacks”), P.J. Byrne (“The Boys”), Lukas Haas (“O Regresso”), Olivia Hamilton (“La La Land”), Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”), Rory Scovel (“Physical”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Eric Roberts (“Vício Inerente”), Ethan Suplee (“Dog – A Aventura de Uma Vida”), Phoebe Tonkin (“The Originals”), Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”) e o baixista Flea (“Queen & Slim”), da banda Red Hot Chili Peppers. O lançamento nos EUA está marcado para sexta-feira (23/12), visando abocanhar indicações ao Oscar 2023. No Brasil, porém, a estreia ficou para 19 de janeiro.
Disney faturou mais de US$ 4 bilhões em bilheteria em 2022
A Disney ultrapassou a marca de US$ 4 bilhões em faturamento com bilheteria em 2022, tornando-se o estúdio que mais faturou nesse ano. A conquista foi impulsionada pelo sucesso recente de “Avatar: O Caminho da Água”, que já arrecadou quase meio bilhão nas bilheterias em menos de uma semana em cartaz. Até o momento, a Disney acumulou US$ 4,049 bilhões, divididos em US$ 1,7 bilhão no mercado interno e US$ 2,3 bilhões no internacional. Embora o aparente lucro no mercado internacional tenha sido maior, é importante destacar que a porcertagem da bilheteria repassada aos estúdios no exterior é menor. Os principais lançamentos do estúdio foram “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (que faturou US$ 955 milhões), “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” (US$ 789 milhões até o momento), “Thor Amor e Trovão” (US$ 761 milhões) e “Avatar: O Caminho da Água” (US$ 497 milhões até o momento). Com isso, a Disney lidera mais uma vez o ranking global dos estúdios, assim como o fez em 2021. Este é o oitavo ano em que a Disney atinge a marca de US$ 4 bilhões, mas a bilheteria desse ano é ainda mais significativa porque aponta um grande crescimento em relação ao ano passado, quando o estúdio lucrou “apenas” US$ 2,9 bilhões sob o impacto da pandemia. Ou seja, o aumento no faturamento significa que o público está retornando aos cinemas. E, ao que tudo indica, a Disney não deve ter muita dificuldade manter bilheteria superior a US$ 4 bilhões em 2023, considerando potenciais sucessos como “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” e “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, eleito o filme mais aguardado do ano pelo site Fandango.
“Guardiões da Galáxia 3” é o filme mais aguardado de 2023
O maior site de venda de ingressos de cinema dos EUA, Fandango, divulgou sua habitual lista com os filmes mais aguardados do ano novo. E a produção da Marvel “Guardiões da Galáxia Vol. 3” ficou em 1º lugar. A pesquisa foi feita com mais de 5 mil usuários do site. Outros filmes de super-heróis se destacaram na lista: “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” (em 2º lugar), “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” (em 3º) e “Aquaman e o Reino Perdido” (em 6º). Além da predominância de adaptações de histórias em quadrinhos, outro dado importante levantado pelo Fandango foi que nove entre os 10 filmes mais aguardados do ano fazem parte de franquias já estabelecidas – são continuações ou prólogos. Da lista, apenas “Super Mario Bros. O Filme” não é derivado de um filme anterior – embora também seja uma franquia conhecida de games. A pesquisa ainda apurou que 99% das pessoas preferem ver os novos filmes nas salas de cinema, 97% disseram que pretendem ir ao cinema com mais frequência no próximo ano, e 82% afirmaram que a experiência cinematográfica não pode ser recriada em casa. Esses dados são importantes porque apontam para a retomada da experiência cinematográfica após o período mais grave da pandemia de covid-19. “Com mais de uma centena de novos lançamentos chegando aos cinemas, os fãs estão ansiosos para ver os filmes de volta na tela grande, onde eles pertencem”, disse o diretor administrativo da Fandango, Erik Davis, em comunicado. “O novo ano promete um aumento significativo de filmes que as pessoas querem ver nos cinemas”. Confira abaixo o Top 10 da Fandango para os filmes mais esperados de 2023. 1. “Guardiões da Galáxia 3” 2. “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” 3. “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” 4. “John Wick 4: Baba Yaga” 5. “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” 6. “Aquaman e o Reino Perdido” 7. “Missão: Impossível – Acerto De Contas Parte 1” 8. “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” 9. “Creed III” 10. “Super Mario Bros. O Filme”
James Cameron faz documentário para provar que Jack não podia ser salvo em “Titanic”
O cineasta James Cameron (“Avatar”) fez um documentário com o intuito de derrubar uma teoria bastante famosa na internet: que Jack e Rose, protagonistas de “Titanic” (1997), poderiam ter dividido a porta flutuante no final do filme. Enorme sucesso de bilheteria, “Titanic” contou a história da maior naufrágio do século passado por meio de história de amor entre um jovem pobre (Leonardo DiCaprio) e uma mulher rica (Kate Winslet). O filme tem uma conclusão trágica, com o protagonista optando por morrer congelado no mar para que a personagem de Winslet sobreviva boiando em uma porta quebrada. Desde o lançamento do filme, fãs protestam contra este final, afirmando que Jack e Rose poderiam sobreviver juntos em cima da porta, e que ele não precisava se sacrificar. Para acabar com essas teorias “de uma vez por todas”, Cameron encomendou um estudo científico para comprovar que nenhum dos dois sobreviveria se tivessem dividido aquele pedaço de madeira no mar congelante. “Fizemos um estudo científico para colocar tudo isso de lado e enfiar uma estaca no coração [da tese] de uma vez por todas”, disse Cameron ao canal Postmedia. O tal estudo científico empregou um especialista em hipotermia e uma “análise forense”, além de duas pessoas com “a mesma massa corporal de Kate e Leo” em uma reprodução precisa da porta apresentada no filme. “Colocamos sensores sobre eles e dentro deles, e os colocamos em água gelada e testamos para ver se eles poderiam ter sobrevivido por meio de uma variedade de métodos e a resposta foi: não havia como os dois terem sobrevivido”, disse Cameron. “Apenas um poderia sobreviver.” A experiência foi gravada para um documentário, que vai ao ar em fevereiro no canal pago National Geographic. E o intuito de Cameron com essa produção é claro: “Talvez, depois de 25 anos, eu não tenha que lidar mais com isso”. James Cameron atualmente está promovendo seu novo filme, “Avatar: O Caminho da Água”, que atualmente está lotando os cinemas do mundo inteiro.
“Avatar 2” foi responsável por 90% do público de cinema do Brasil no fim de semana
A estreia de “Avatar: O Caminho da Água” ajudou os cinemas brasileiros a registrarem sua terceira melhor bilheteria de 2022. Ao todo, 1,88 milhão de pessoas compareceram às salas nacionais entre quinta-feira e domingo (18/12), o que, segundo dados do Comscore, resultou num faturamento de R$ 43,4 milhões. Exibido em 2,6 mil telas, numa das maiores distribuições já vistas no país, o filme dirigido por James Cameron foi responsável por 90% de todo esse movimento, atraindo 1,71 milhão de espectadores para um faturamento de R$ 40 milhões. Para completar a comemoração da Disney, os 10% restantes do público prestigiaram outros lançamentos do estúdio, como “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, que ficou em 2º lugar após liderar as bilheterias por cinco semanas, e a animação “Mundo Estranho”, em 3º lugar. Antes do domínio de “Avatar 2” no fim de semana passado, os melhores números dos cinemas no ano haviam sido reportados em maio (R$ 67,94 milhões) e julho (R$ 54,18 milhões), época em que Disney também monopolizou as telas com os lançamentos de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” e “Thor: Amor e Trovão”, respectivamente.
Um Filho: Drama com Hugh Jackman ganha trailer nacional
A Diamond Films Brasil divulgou o trailer nacional de “Um Filho” (The Son), drama estrelado por Hugh Jackman (“Logan”), que vai chegar aos cinemas brasileiros em 16 de fevereiro. “Um Filho” é o novo longa do diretor Florian Zeller, que venceu o Oscar por “Meu Pai” no ano passado. Após lidar com a demência na Terceira Idade em “Meu Pai”, a nova produção explora a depressão na adolescência. Ambos os filmes são baseados em peças do cineasta. A trama gira em torno de um executivo chamado Peter, que tem sua vida com a nova parceira Emma e seu bebê recém-nascido abalada pela reaparição da ex-esposa com seu filho adolescente. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. Além de Jackman no papel de pai, o elenco da produção conta com Laura Dern (“História de um Casamento”), Vanessa Kirby (“Pieces of a Woman”), Zen McGrath (“Marcas do Passado”) e Anthony Hopkins, que venceu o Oscar por “O Pai” e retoma a parceria com o diretor francês num personagem criado especialmente para ele no filme – isto é, que não existia no roteiro teatral. Os filmes do pai e do filho formam uma trilogia escrita por Zeller para o teatro. O terceiro, “The Mother”, ainda não tem adaptação cinematográfica prevista. “Um Filho” teve première mundial no Festival de Veneza, mas não empolgou a crítica como o filme anterior. O lançamento comercial aconteceu em 11 de novembro nos EUA, quando atingiu apenas 42% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, afastando qualquer ambição na temporada de premiações desse fim de ano.
Trajetória da banda indie Pavement vai virar filme
A banda americana de rock indie Pavement vai virar filme. O diretor Alex Ross Perry, responsável pelo drama de rock “Her Smell” (2018), está desenvolvendo o projeto, que será baseado num espetáculo musical que ele produziu sobre a banda, lançado no circuito off-Broadway de Nova York no começo deste mês. Os roqueiros liderados por Stephen Malkmus marcaram época nos anos 1990 com uma versão aparentemente desleixada dos estilos de Neil Young e Television, com arranjos dissonantes e vocais frágeis, que soavam calculadamente desafinados. E mesmo contra todas as possibilidades conseguiram até emplacar um hit na MTV, “Cut Your Hair”, em 1994. Recentemente, eles voltaram a se juntar num turnê de reencontro pelos EUA. Em entrevista à revista The New Yorker, Perry disse que o longa-metragem será uma mistura de filme biográfico, documentário de turnê e trechos do musical, fazendo a pergunta: “E se o Pavement, o grupo de rock que nunca teve um disco de platina, fosse a banda mais importante de todos os tempos?”. No teatro, o espetáculo “Slanted! Enchanted! A Pavement Musical” é estrelado por Michael Esper (“The Outsider”), Zoe Lister-Jones (“Perto do Apocalipse”) e Kathryn Gallagher (“Você”). Lembre abaixo três músicas do Pavement.
Vídeo destaca façanhas arriscadas de Tom Cruise no novo “Missão: Impossível”
A Paramount divulgou um novo vídeo mostrando os bastidores das filmagens de ““Missão: Impossível – Acerto de Contas”. Com quase 10 minutos, o vídeo traz entrevistas com o astro Tom Cruise (“Top Gun: Maverick”) e o diretor Christopher McQuarrie, além de mostrar as cenas perigosas que foram rodadas para o filme. Entre as cenas mostradas ao longo do vídeo, o destaque fica por conta do salto de motocicleta em um penhasco enorme, que termina com o ator caindo de paraquedas em um vale remoto na Noruega. Como é de costume, Cruise fez toda a cena sem usar nenhum dublê. É possível ver a felicidade de todos os envolvidos quando percebem que a cena saiu exatamente como planejado. E o resultado parece ser fantástico. Outra sequência explorada ao longo do vídeo é um momento em que Cruise salta de paraquedas. As entrevistas com a equipe técnica detalham as dificuldades em se filmar em queda livre, ainda mais quando envolve movimentos de câmera em que o operador precisa dar voltas em torno de Cruise durante a queda. Além de Tom Cruise, “Missão: Impossível – Acerto de Contas” também contará com os retornos de Rebecca Ferguson (intérprete da personagem Ilsa Faust), Ving Rhames (Luther Stickell), Simon Pegg (Benji Dunn) e Henry Czerny (que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível no primeiro longa). Já as novidades incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”), Esai Morales (“Titãs”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rob Delaney (“Catastrophe”), Charles Parnell (“The Last Ship”) e Mark Gatiss (“Sherlock”). Novamente escrito e dirigido por Christopher McQuarrie, responsável pelos dois filmes anteriores da franquia, “Missão: Impossível – Acerto de Contas” será dividido em duas partes, com lançamentos agendados para julho de 2023 e junho de 2024.
“Till – A Busca por Justiça” é premiado pelo sindicato dos produtores dos EUA
A Associação dos Produtores dos Estados Unidos (PGA, siga em inglês) anunciou nessa segunda (19/12) que premiará o filme “Till – A Busca por Justiça” com o Stanley Kramer Award 2023. O troféu especial é uma homenagem anual da associação a “produções, produtores ou outros indivíduos cuja conquista ou contribuição iluminam e aumentam a conscientização do público sobre importantes questões sociais”. No caso de “Till”, o sindicato dos produtores reconheceu que “esta equipe lutou por anos para ver a história de Mamie Till-Mobley contada na tela grande, venerando seu legado e o amor duradouro que ela tinha por seu filho, Emmett”, em comunicado assinado pelos presidentes da PGA, Stephanie Allain e Donald De Line. “Estamos honrados e emocionados em conceder este prêmio a um filme que retrata com compaixão os eventos e o vínculo entre mãe-filho que desencadearam o Movimento dos Direitos Civis. ‘Till’ inspira todos nós a trabalhar para realizar o propósito de Mamie, trazer justiça para seu filho Emmett e para todos aqueles que foram prejudicados pelo ódio e preconceito”, completaram eles. Dirigido por Chinonye Chukwu, o filme conta a história de Mamie Till-Mobley (Danielle Deadwyler, de “Recomeço”), a mãe de Emmett Till (Jalyn Hall, de “All American”), um menino de 14 anos que foi sequestrado, torturado e assassinado por homens brancos em 1955 enquanto visitava primos no Mississippi. Sua morte e a busca implacável de Till-Mobley por justiça galvanizaram o Movimento dos Direitos Civis nos EUA. “Somos muito gratos ao Sindicato dos Produtores por honrar nosso filme ‘Till – A Busca por Justiça’ com este prêmio de prestígio, pois Stanley Kramer foi um cineasta visionário cujos filmes e vida nos inspiraram a todos”, disseram os produtores do longa, entre eles a atriz Whoopi Goldberg (“The Stand”). “Nosso filme homenageia o legado de Mamie Till-Mobley e seu filho Emmett, e todos aqueles que vieram antes e depois deles e que lutam por justiça aqui nos Estados Unidos e ao redor do mundo.” “Till – A Busca por Justiça” é baseado na pesquisa conduzida pelo documentarista Keith Beauchamp (“The Untold Story of Emmett Louis Till”), que teve um relacionamento com Till-Mobley e o primo de Emmett, Simeon Wright, uma testemunha ocular do sequestro. Simeon serviu como consultor do filme antes de sua morte em 2017. O trabalho de Beauchamp acabou ajudando o Departamento de Justiça dos EUA a reabrir o caso em torno do assassinato de Emmett em 2004. O Stanley Kramer Award será entregue durante a cerimônia de premiação do Prêmio do Sindicato de Produtores da América (o PGA Awards), que vai acontecer em 25 de fevereiro no hotel The Beverly Hilton, em Los Angeles. O filme “Till – A Busca por Justiça” só chegará aos cinemas brasileiros em 9 de fevereiro, mas já é um dos destaques da temporada de premiações dos EUA. Confira abaixo o trailer.











