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Filme

Franquia “Venom” ganhará filme animado da Sony

Estúdio contrata diretores do terror "Premonição: Laços de Sangue" para comandar a primeira animação do anti-herói da Marvel nos cinemas

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Filme

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23 de fevereiro de 2026
Filme

Bafta premia “Uma Batalha Após a Outra” e impõe derrota ao Brasil

A premiação de cinema não rendeu vitórias para as produções nacionais neste fim de semana, mas as expectativas para a disputa do Oscar continuam em alta

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22 de fevereiro de 2026
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    Claudio De Passano, ator de “Argentina, 1985”, morre um dia após filme ser indicado a Oscar

    25 de janeiro de 2023 /

    O veterano ator argentino Claudio Da Passano morreu nesta quarta-feira (25), aos 65 anos, um dia após o filme “Argentina, 1985”, do qual ele participou, ter sido indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional. A causa da morte não foi divulgada. No longa dirigido por Santiago Mitre (de “Paulina”), o ator interpreta Carlos Somigliana, um dramaturgo que trabalhou nos tribunais e fez parte da equipe do promotor Julio Cesar Strassera, interpretado por Ricardo Darín, o protagonista da obra. O filme conta a história verídica dos promotores públicos Julio Strassera e Luis Moreno Ocampo que ousaram investigar e processar a ditadura militar mais sangrenta da Argentina. O filme foi premiado no Festival de Veneza, no Globo de Ouro e agora está indicado ao Goya e ao Oscar, consagrando-se como o filme argentino mais importante e mais premiado da temporada. Claudio da Passano veio de uma família de atores. Ele era filho de Maria Rosa Gallo e Camilo Da Passano, e irmão da também atriz Alejandra Da Passano. Um dos seus primeiros trabalhos – ainda na infância – foi ao lado da mãe, na novela “Dois na Cidade”. Em 1983, ele estreou no Teatro Nacional Cervantes e, dois anos depois, se filiou ao Sindicato dos Atores. Ele foi um dos fundadores do grupo “A Banda das Risadas”. No teatro, estrelou peças premiadas como “Hamlet” e “O hino”. No cinema, além de atuar em “Argentina, 1985”, ele integrou o elenco de vários filmes desde os anos 1980, incluindo “Chechechela, una Chica de Barrio” (1986), “Novo Mundo” (2006), “Barrefondo” (2018) e “Gauchito Gil” (2020). Na TV, participou do fenômeno argentino “Chiquititas” (1995–2001) e da adaptação de quadrinhos “Cybersix” (1995), entre outras. Cláudio era casado com a também atriz Malena Figó (“Minha Amiga do Parque”) com quem teve sua única filha Vic. Nas redes sociais, a Associação dos Atores do país emitiu uma nota de luto:”É com muita dor que nos despedimos do ator Claudio Da Passano, filiado ao nosso sindicato desde 1985. Realizou extensa e destacada atuação no teatro, cinema e TV. As nossas condolências à sua companheira, a atriz Malena Figó, família e amigos, abraçando-os neste difícil momento”, destaca o comunicado. Con gran dolor despedimos al actor Claudio Da Passano, afiliado a nuestro sindicato desde 1985. Llevó adelante una amplia y destacada labor en teatro, cine y TV. Nuestras condolencias a su compañera, la actriz Malena Figó, familiares y amistades, abrazándolos en este duro momento pic.twitter.com/1VSN6I6Kg7 — Asociación Argentina de Actores (@actoresprensa) January 25, 2023

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  • Filme

    Ethan Hawke vai dirigir sua filha, Maya Hawke

    25 de janeiro de 2023 /

    O ator Ethan Hawke (“Cavaleiro da Lua”) vai dirigir o filme “Wildcat”, cinebiografia da escritora Flannery O’Connor que será estrelado pela sua filha, Maya Hawke (“Stranger Things”). O filme vai narrar o início da carreira de O’Connor, enquanto ela lutava para publicar seu primeiro romance, “Sangue Sábio”. Católica devota da Geórgia, O’Connor foi convidada para participar de um Workshop de Escritores de Iowa, que deu início à sua carreira. Ela era conhecida por suas histórias grotescas e violentas com perspectiva sulista, misturando temáticas como raça, fé, gênero e deficiência. Aos 25 anos, O’Connor foi diagnosticada com lúpus e viveu grande parte de sua vida isolada até morrer aos 39 anos. Seus outros trabalhos famosos incluem “Um Homem Bom É Difícil de Encontrar” e “Everything That Rises Must Converge”. “Maya vem trabalhando duro há anos para montar este projeto e estamos gratos pela oportunidade de apresentar a genialidade de Flannery O’Connor a uma nova geração de espectadores”, disse Ethan Hawke ao site Variety. “Seu trabalho explora temas importantes para todos os artistas – a interseção entre criatividade e fé, a relação confusa entre imaginação e realidade.” O elenco ainda conta com Laura Linney (“Ozark”), Philip Ettinger (“Fé Corrompida”), Rafael Casal (“Blindspotting”), Steve Zahn (“The White Lotus”), Cooper Hoffman (“Licorice Pizza”), Willa Fitzgerald (“Reacher”), Alessandro Nivola (“Os Muitos Santos de Newark”) e Vincent D’Onofrio (“Demolidor”). O projeto marcará o retorno de Hamke à cadeira de diretor. Seus últimos trabalhos nessa função foram o filme “Blaze” (2018) e a série “As Últimas Estrelas do Cinema” (2022). “Wildcat” ainda não tem previsão de estreia. Essa não será a primeira vez que Ethan e Maya trabalham juntos. Anteriormente, a atriz participou de um episódio da série “The Good Lord Bird”, estrelada pelo seu pai. Ela também será vista em breve no filme “The Kill Room”, em que atua ao lado da sua mãe, a atriz Uma Thurman (“Super Pumped: The Battle for Uber”). Recentemente, filhos de artistas que conseguem espaço na indústria do entretenimento passaram a ser criticados por terem as portas abertas antes mesmo de nascerem. A mídia americana criou até um termo para descrevê-los: “Nepo baby”, abreviando a palavra nepotismo – o que irritou muito Jamie Lee Curtis, filha de Tony Curtis e Janet Leigh, com quase 50 anos de carreira. “Sinto que a única maneira de lidar com o nepotismo – que definitivamente lhe dá grandes vantagens nesta vida – é que você terá chances de graça, mas as chances não serão infinitas”, disse Maya Hawke à Rolling Stone. “Então você tem que continuar trabalhando e fazer um bom trabalho. Se você fizer um trabalho ruim, as chances vão acabar. Esse é o meu ethos.”

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  • Filme

    Diretora de “Till” reclama de esnobada no Oscar: “Misoginia com mulheres negras”

    24 de janeiro de 2023 /

    A cineasta Chinonye Chukwu, diretora do elogiado “Till – Busca por Justiça”, foi em suas redes sociais desabafar sobre a falta de indicações a seu filme no Oscar. Danielle Deadwyler, a protagonista da trama, era uma das grandes apostas para angariar uma indicação na categoria de Melhor Atriz, mas acabou ficando de fora da disputa. Segundo a diretora, a esnobada a seu filme na premiação é mais um episódio de “misoginia com mulheres negras”. “Nós vivemos em um mundo e trabalhamos em uma indústria que é muito comprometida em defender a branquitude”, desabafou Chinonye. Não é a primeira vez que um filme da diretora é ignorado pela Academia. Em 2019, “Clemência” – seu filme de estreia – era um dos mais cotados a conseguir uma indicação na categoria de Melhor Atriz para Alfre Woodard (de “Anabelle”), mas a indicação também acabou não acontecendo. Mesmo insatisfeita com a falta de reconhecimento da premiação, Chinonye fez questão de deixar uma mensagem positiva sobre o episódio em sua redes sociais: “Eu sempre terei o poder de cultivar minha própria felicidade. E é essa felicidade que continuará sendo minha maior forma de resistência”, disparou a artista. Whoopi Goldberg, atriz e produtora do filme, ecoou a reclamação da falta de indicações de “Till” durante o programa “The View”, que ela apresenta na TV americana. Além de “Till – Busca por Justiça”, outro filme com diretora e atrizes negras, “A Mulher Rei”, também foi esnobado pelo Oscar 2023. Premiada pela crítica, esperava-se que a obra da diretora Gina Prince-Bythewood figurasse entre os Melhores Filmes e que pelo menos Viola Davis fosse indicada como Melhor Atriz, já que ela está na disputa do prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Awards). Nenhuma mulher negra foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. E nenhuma mulher de qualquer cor apareceu na categoria de Melhor Direção, na lista de indicados revelada nesta terça (24/1) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. Entretanto, “A Mulher Rei” está indicado ao BAFTA Awards (o Oscar britânico) de Melhor Direção e Atriz, e “Till” ao BAFTA de Melhor Atriz.

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  • Filme

    Conheça a história do A24, estúdio com mais indicações ao Oscar 2023

    24 de janeiro de 2023 /

    As indicações ao Oscar 2023 representaram uma mudança de paradigma. Pela primeira vez desde a sua criação, o estúdio indie A24 teve um número maior de indicações que os grandes estúdios de Hollywood, sendo nomeado 18 vezes com um total de seis filmes na disputa. Fundado em 2012 por Daniel Katz, David Fenkel e John Hodges, o A24 rapidamente se estabeleceu como um estúdio especializado em produções diversificadas, como “Ginger & Rosa” (2013), “Spring Breakers” (2013) e “Sob a Pele” (2014). Mas bastou o sucesso de filmes como “A Bruxa” (2016), de Robert Eggers, e “Hereditário” (2018) e “Midsommar” (2019), de Ari Aster, para passar a ser percebido como lar do novo terror indie. Só que o estúdio é muito mais abrangente, ambicioso e premiado do que parece à primeira vista. Em 2015, o A24 entrou pela primeira vez no radar da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, com indicações para o drama “O Quarto de Jack”, a sci-fi “Ex Machina” e o documentário de “Amy”, todos premiados em uma categoria cada um. E, no ano seguinte, o estúdio venceu o prêmio principal com “Moonlight: Sob a Luz do Luar”. Desde então, o A24 esteve sempre presente, pelo menos com um indicado nos prêmios da Academia, destacando-se com produções como “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017), “Minari: Em Busca da Felicidade” (2020) e “A Tragédia de Macbeth” (2022). Até que, neste ano, o estúdio teve o maior número de indicações da sua curta história. Grande parte dessas indicações se dá pelo recordista da edição, “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, nomeado 11 vezes, incluindo para Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Atriz (para Michelle Yeoh) – o que também ajudou essa edição do Oscar a ter uma maior representatividade asiática. Outros filmes do A24 que também receberam indicações em 2023 foram “A Baleia”, concorrendo nas categorias de Melhor Ator (para Brendan Fraser), Melhor Atriz Coadjuvante (Hong Chau) e Melhor Maquiagem e Penteado, “Aftersun”, indicado ao prêmio de Melhor Ator (para Paul Mescal), “Passagem”, que garantiu a Brian Tyree Henry uma nomeação a Melhor Ator Coadjuvante, “Close” (indicado a Melhor Filme Internacional) e “Marcel the Shell With Shoes On” (Melhor Animação). “É extremamente gratificante ver um filme como ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ reconhecido de forma tão grande, nossas primeiras indicações nas categorias Internacional e Animação e os oito maravilhosos atores que receberam suas primeiras indicações ao Oscar”, disse o estúdio em comunicado. “Foi uma manhã muito emocionante e é uma prova do talento incrível com quem temos a sorte de trabalhar.” Vale destacar que a Disney está reivindicando a vitória como o estúdio com maior presença ao Oscar 2023, com 22 nomeações ao total. Mas essas indicações são diluídas entre as várias divisões do conglomerados, como Searchlight, 20th Century Studios, Marvel Studios e Pixar. A cerimônia do Oscar vai acontecer em 12 de março no Dolby Theatre, em Los Angeles, EUA, com apresentação de Jimmy Kimmel.

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    Cinebiografia de Madonna teria sido cancelada pela Universal

    24 de janeiro de 2023 /

    Tudo leva a crer que a biografia de Madonna para os cinemas foi cancelada. A Universal ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, mas o site The Hollywood Reporter confirmou com uma fonte que o projeto foi abandonado. Por isso, Madonna – que também é diretora do projeto – acabou de anunciar uma turnê mundial em celebração aos seus 40 anos de carreira e irá se apresentar em 35 cidades ao redor do mundo. A The Celebration Tour irá estrear no dia 15 de julho em Vancouver e irá passar por lugares como Detroit, Chicago, Nova York, Miami, Los Angeles, Boston, Cleveland, Denver e várias outras cidades americanas. Sem contar as onze cidades europeias nas quais a cantora irá se apresentar a partir de Outubro. Além de dirigir sua própria biografia , Madonna também tomou as rédeas do roteiro do projeto e – ao lado de outros roteiristas premiados – começou a criar o texto da obra. Ela dividiu o trabalho de escrita com Diablo Cody, que é vencedora do Oscar por “Juno”. Além dela, Erin Cressida Wilson – de “A Garota no Trem” – também colaborou com o projeto. A vencedora do Emmy Julia Garner (“Ozark”) foi a atriz escolhida pessoalmente por Madonna para vivê-la nas telas do cinema. A estrela arrematou o papel após intensos testes de voz e canto. Esse ano, a atriz também está comprometida com outros projetos: o thriller “The Royal Hotel” e o projeto da Paramount “Apartment 7A”. O desenvolvimento do projeto sempre foi uma luta entre a cantora e o estúdio. Nenhum dos muitos rascunhos dos roteiros apresentados teve menos de 180 páginas, de acordo com uma fonte do Hollywood Reporter. Isso levou a conversas sobre talvez dividir o filme em dois ou talvez transformá-lo em uma minissérie. “Você tem 40 anos de sucesso e é muito difícil colocar isso em um filme”, disse a fonte.

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    Thriller natalino “Noite Infeliz” vai ganhar continuação

    24 de janeiro de 2023 /

    O thriller “Noite Infeliz”, que traz David Harbour (“Stranger Thing”) como um Papai Noel violento, vai ganhar continuação. A informação foi confirmada pelo diretor Tommy Wirkola (“Onde Está Segunda?”), em entrevista ao site The Wrap. “Sim. Estamos conversando sobre isso e estamos fazendo os acordos e colocando tudo em ordem”, disse o diretor, que também revelou que o novo filme será novamente escrito pela dupla Pat Casey e Josh Miller (roteiristas de “Sonic: O Filme”). Ainda assim, a sequência deve demorar um pouco para sair do papel. “Temos tempo para realmente decifrar o roteiro e descobrir a história”, disse Wirkola. “E nós temos algumas ideias, eu, Pat, Josh e os produtores, conversamos sobre o caminho que queremos seguir e o que queremos ver”, disse ele. O primeiro filme começa quando uma equipe de mercenários de elite invade a casa de uma família na véspera de Natal, fazendo todos de reféns. Porém, eles são surpreendidos pela visita noturna de Papai Noel (Harbour), que ao ser recebido com violência decide mostrar o que ele faz com meninos malvados. Wirkola indicou que a continuação pode explorar outras temáticas e outros cenários. “Há coisas que deixamos para trás, como o Pólo Norte, a sra. Claus, os elfos”, disse o cineasta. “Mas, em termos de história, acho que temos uma ideia muito, muito legal que expande esse mundo e o alcance da produção, mas ainda mantém o tom que amamos no primeiro.” O elenco de “Noite Infeliz” também conta com John Leguizamo (“John Wick”), Beverly D’Angelo (“Entourage”), Alex Haskell (“Cowboy Bebop”), Alexis Louder (“Fogo Cruzado”), Edi Patterson (“The Righteous Gemstones”) e Cam Gigandet (“Crepúsculo”). “Noite Infeliz” rendeu US$ 75 milhões nas bilheterias mundiais, um valor três vezes maior do que o seu orçamento. O filme também teve aprovação da crítica especializada, atingindo 73% de avaliações positivas na contabilização feita pelo site Rotten Tomatoes. A continuação ainda não tem previsão de estreia.

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    Michelle Yeoh faz história e Oscar quebra recorde de representatividade asiática

    24 de janeiro de 2023 /

    As indicações para o Oscar 2023, divulgadas nessa terça-feira (24/1), apresentaram um feito histórico para artistas asiáticos e descentes. Impulsionado pelas 11 indicações recebidas pelo filme americano “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, o Oscar 2023 marcou a maior representatividade asiática de todos os tempos. A atriz Michelle Yeoh, nascida na Malásia, se tornou a primeira indicada asiática ao prêmio de Melhor Atriz pelo seu trabalho na produção indie. Além dela, o vietnamita Ke Huy Quan e a americana-asiática Stephanie Hsu concorrem a Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Atriz Coadjuvante – categoria que também conta com a tailandesa Hong Chau (por “A Baleia”). Vale destacar que a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante já premiou duas atrizes asiáticas antes: a japonesa Miyoshi Umeki (por “Sayonara”) e a sul-coreana Yuh-jung (“Minari: Em Busca da Felicidade”). Já o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante só foi vencido uma vez por um asiático: o cambojano Haing S. Ngor (por “Os Gritos do Silêncio”). Além dos atores, o americano de ascendência asiática Daniel Kwan, co-diretor de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” com Daniel Schneinert, concorre a Melhor Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Filme. Historicamente, a categoria de direção conta com quatro vencedores asiáticos: o taiwanês Ang Lee (duas vezes, por “O Segredo de Brokeback Mountain” e “As Aventuras de Pi”), o sul-coreano Bong-Joon Ho (“Parasita”) e a chinesa-americana Chloe Zhao (“Nomadland”). O produtor de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, Jonathan Wang, que é taiwanês-americano, também foi reconhecido entre os indicados da categoria de Melhor Filme. Mas a lista ainda tem mais artistas asiáticos ou descendentes, com destaque para diretora canadense Domee Shi (da animação “Red: Crescer é uma Fera”), a figurinista Shirley Kurata (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”), a maquiadora Judy Chin (“A Baleia”), o roteirista Kazuo Ishiguro (“Living”), além de dois dos membros da banda Son Lux, compositores de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, Rafiq Bhatia e Ian Chang, o produtor Aman Mann e o documentarista indianos Shaunak Sen (“All That Breathes”), os produtores indianos Guneet Monga e Kartiki Gonsalves (“The Elephant Whisperers”), o cantor japonês Mitski (co-autor da música “This Is a Life”) e os músicos indianos M.M. Keeravaani e letra de Chandrabose (autores da canção “Naatu Naatu”). Até então, a edição do Oscar com mais representantes asiáticos tinha sido a de 2020, que contou com seis indicações para “Parasita” e seis para “Minari: Em Busca da Felicidade”, totalizando 12 nomeações.

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    Argentina chega a sua 8ª indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional

    24 de janeiro de 2023 /

    O filme “Argentina, 1985”, de Santiago Mitre, emplacou nomeação na lista dos cinco finalistas de Melhor Filme Internacional do Oscar 2023. Com a indicação do filme premiado no Globo de Ouro 2023, a Argentina chega favorita à sua oitava disputa nessa categoria. O número também dá à Argentina o dobro exato de indicações conquistadas pelo Brasil na história da premiação. Mais que isso: a Argentina já levou para casa dois Oscars na categoria, que até recentemente era denominada de Melhor Filme em Língua Estrangeira, com “A História Oficial” em 1986 e com “O Segredo dos Seus Olhos” em 2010. O Brasil nunca venceu essa disputa. Os finalistas do Brasil foram “O Pagador de Promessas” (1962), “O Quatrilho (1995), “O que É Isso, Companheiro?” (1997) e “Central do Brasil” (1998). Já os argentinos se fizeram representar por “A Trégua” (1974), “Camila” (1984), “A História Oficial” (1985), “Tango” (1998), “O Filho da Noiva” (2001), “O Segredo dos Seus Olhos” (2009), “Relatos Selvagens” (2014) e agora “Argentina, 1985” (2022). Vale apontar que o ator Ricardo Darín estrela todos os quatro últimos indicados argentinos. A trama de “Argentina, 1985” é inspirada na luta real dos promotores Julio Strassera e Luis Moreno Ocampo, que ousaram investigar e processar a ditadura militar do país no ano de 1985. Sem se deixar intimidar pela influência dos militares, que continuava poderosa na nova democracia a ponto de amedrontar os profissionais do Ministério Público, os dois reuniram uma equipe jurídica de jovens, que, sem ter carreira para perder, viraram heróis improváveis na luta contra a impunidade. Sob constante ameaça a si mesmos e suas famílias, eles enfrentaram tudo até trazer justiça às vítimas da junta militar – ao contrário do que aconteceu no Brasil, onde não houve punições de assassinos e torturadores estatais. O elenco repleto de estrelas destaca Ricardo Darín e Peter Lanzani (“O Clã”) como Strassera e Ocampo. O filme de Santiago Mitre vai enfrentar na disputa pelo Oscar o alemão “Nada de Novo no Front”, o belga “Close”, o polonês “EO” e o irlandês “A Menina Silenciosa”. Dos títulos em competição, “Argentina, 1985” pode ser visto na Amazon Prime Video e “Nada de Novo no Front” na Netflix. Os demais ainda são inéditos no Brasil. A cerimônia do Oscar 2023 está marcada para 12 de março no Dolby Theater em Los Angeles, EUA.

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  • Filme

    Oscar 2023 minimiza cinema de arte em concessão aos maiores blockbusters dos últimos anos

    24 de janeiro de 2023 /

    Após anos dedicados ao cinema independente e artístico, o Oscar deu uma guinada significativa nesta terça (24/1), buscando equilibrar o espaço de valorização do cinema de arte com a consagração das grandes bilheterias. Cheia de blockbusters, a lista contem até ironia, já que um dos indicados como obra de festival é dirigido por Steven Spielberg, o cineasta responsável pelo conceito moderno de blockbusters no mercado dos EUA. “Os Fabelmans” venceu o Festival de Toronto, na única vez que o diretor de “Tubarão” e “E.T. – O Extraterrestre” disputou um evento internacional. Seus concorrentes incluem os dois filmes de maior bilheteria do mundo entre 2022 e 2023, “Avatar: O Caminho da Água” (mais de US$ 2 bilhões) e “Top Gun: Maverick” (US$ 1,4 bilhão). Embora não esteja na lista de Melhor Filme, outra das maiores bilheterias do período, “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” (US$ 840 milhões), também foi lembrada em cinco categorias de prestígio. Entre os candidatos a Melhor Filme, “Elvis” (US$ 287 milhões) é outro com grande apelo comercial. E até o longa com maior quantidade de indicações, “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (US$ 104 milhões), nomeado 11 vezes, é o título de maior bilheteria da história do estúdio indie A24. Ao todo, os 10 indicados a Melhor Filme arrecadaram US$ 1,574 bilhão em bilheteria doméstica (EUA e Canadá), superando os US$ 1,519 bilhão da classe de 2010 (que incluiu nada menos que o primeiro “Avatar”), de acordo com a contabilização da Comscore. Essas obras devem atrair o público de volta à transmissão do Oscar. Desde a vitória de “Moonlight” em 2017, a rede ABC (da Disney), que transmite a premiação para os EUA e o mundo, vive reclamado da falta de apelo popular dos filmes que concorrem ao prêmio, fator que seria responsável por baixas audiências. Até um filme sul-coreano (“Parasita”) andou vencendo a estatueta da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Quando “Titanic”, de James Cameron, ganhou o Oscar de Melhor Filme em 1998, mais de 55,3 milhões americanos sintonizaram a transmissãor. Já a vitória do indie “Nomadland” em 2021 estabeleceu o recorde negativo do evento, vista ao vivo por 9,85 milhões de telespectadores nos Estados Unidos. Por conta desse abismo entre o gosto do público e os filmes do Oscar, a Academia chegou até a cogitar, brevemente, a inclusão de uma categoria de Filme Popular na competição, mas abandonou as discussões após o tema se provar controverso entre seus membros. No ano passado, uma tentativa para contemplar o público pelo Twitter foi rapidamente dominada por bots e minions de Zack Snyder. Neste ano, porém, os filmes mais vistos estão na disputa. A expectativa, enfim, é de aumento de interesse e crescimento de audiência na transmissão. Claro, vale sempre lembrar que os favoritos da crítica são outros e podem estragar a festa preparada para agradar ao público. Há três produções europeias na lista, incluindo o vencedor do último Festival de Cannes, “Triângulo da Tristeza”, do sueco Ruben Östlund. E não dá para esconder que o amplo favoritismo está com a comédia irlandesa “Os Banshees de Inisherin”, de Martin McDonagh, consagrada com dois troféus no Festival de Veneza – enquanto o drama alemão de guerra “Nada de Novo no Front” apenas ocupa a vaga de representante solitário da Netflix na disputa pelo prêmio maior da Academia. Para completar, dois dramas independentes americanos parecem preencher cota: “Tár”, de Todd Field, e “Entre Mulheres”, de Sarah Polley – embora “Os Fabelmans”, de Spielberg, também jure pertencer a essa estirpe. O azarão absoluto da disputa é claramente “Entre Mulheres”, que apesar do desempenho elogiado de suas atrizes não emplacou uma delas sequer nas categorias de intepretação. Desprestigiada pela Academia, até Sarah Polley foi ignorada nas vagas de Melhor Direção. Isto é impressionante: no ano de “Mulher Rei”, injustamente ignorado, “Entre Mulheres”, “Till”, “Corsage” e “Aftersun”, nenhuma cineasta feminina foi lembrada para o prêmio de Melhor Direção. Claro que há talento envolvido na direção de “Top Gun: Maverick” e na equipe de efeitos de “Avatar: O Caminho da Água”, mas não há como negar que a seleção da Academia torna o Oscar 2023 um dos mais masculinos dos últimos anos. Um Oscar que parece privilegiar obras masculinas que deram muito dinheiro para a indústria cinematográfica. De fato, se apenas um filme da lista pudesse servir de exemplo para descrever a seleção dos indicados em 2023, seria claramente “Triângulo da Tristeza”. Ainda inédito no Brasil, o longa é uma sátira aos super-ricos. Milionários brancos abastados, que confundem dinheiro com classe.

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    John Williams se torna pessoa mais velha a disputar o Oscar com 90 anos

    24 de janeiro de 2023 /

    Aos 90 anos de idade, o compositor John Williams se tornou a pessoa mais velha indicada ao Oscar. Ele também recebeu a impressionante 53ª indicação de sua carreira nesta terça (24/1), pela trilha sonora de “Os Fabelmans”, reforçando o sucesso de sua longa parceria com o cineasta Steven Spielberg. Williams superou Christopher Plummer, que tinha 88 anos quando foi indicado como Melhor Ator Coadjuvante por “Todo o Dinheiro do Mundo” em 2018. A primeira indicação de Williams foi em 1968, com “O Vale das Bonecas”. Desde então, ele venceu cinco vezes, começando por “Um Violinista no Telhado” na cerimônia de 1972. O compositor também tem um Oscar pela famosa trilha de “Guerra nas Estrelas”, conquistado em 1978. Mas não há dúvidas que sua parceria com Spielberg rendeu suas obras mais celebradas, além de três das cinco vitórias de Williams na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood – os Oscars por “Tubarão” em 1976, “E.T.: O Extraterrestre” em 1983 e “A Lista de Schindler” em 1994. “Estou muito grato à Academia por seu gentil reconhecimento e imensamente grato a Steven Spielberg por me oferecer a oportunidade de compor a trilha sonora para este filme muito especial e pessoal”, disse Williams em um comunicado sobre a nova indicação. O veterano compositor também é a pessoa viva com mais indicações ao Oscar, e só perde na contabilidade geral para Walt Disney, que recebeu 59 nomeações (e teve 22 vitórias) no total. Atualmente, Williams está trabalhando na trilha de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”, que estreia em 29 de junho no Brasil.

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    Steven Spielberg se iguala a Martin Scorsese com nove indicações ao Oscar

    24 de janeiro de 2023 /

    O cineasta Steven Spielberg fez história no Oscar. Ao ser indicado ao prêmio de Melhor Direção no Oscar 2023 por seu filme autobiográfico “Os Fabelmans”, Spielberg se tornou o terceiro cineasta a ser nomeado em nove ocasiões diferentes. As outras indicações do diretor foram por “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1978), “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), “E.T. o Extraterrestre” (1982), “A Lista de Schindler” (1993), “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), “Munique” (2005), “Lincoln” (2012) e “West Side Story” (2021). Ele venceu apenas duas vezes, por “A Lista de Schindler” e “O Resgate do Soldado Ryan”. Com isso, Spielberg (que também é o único cineasta a concorrer a prêmios em seis décadas diferentes) se igualou ao colega Martin Scorsese (“O Irlandês”), que também tem nove indicações a Melhor Direção. Ainda assim, ambos estão atrás de William Wyler (“Ben Hur”), que concorreu a incríveis 12 estatuetas e venceu três. Spielberg, entretanto, também possui 12 indicações a Melhor Filme, como produtor, e este ano ainda obteve a primeira indicação da carreira ao Oscar de Melhor Roteiro Original. “Os Fabelmans” é uma dramatização das memórias de infância e adolescência do diretor, que se inspirou em sua própria vida para contar uma história de amor pela família e pelo próprio cinema. Além da indicações para Melhor Diretor, a obra também concorre a Melhor Filme, Melhor Atriz (para Michelle Williams), Melhor Ator Coadjuvante (para Judd Hirsch), Melhor Roteiro, Melhor Design de Produção e Melhor Trilha Sonora.

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    Angela Bassett vira primeira atriz indicada ao Oscar pela Marvel

    24 de janeiro de 2023 /

    Angela Bassett fez história nesta terça (24/1) ao se tornar a primeira atriz ou ator a conseguir uma indicação ao Oscar por seu papel em um filme da Marvel. Ela disputa a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante por “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, ela admitiu que não contava com essa conquista histórica. “Eu certamente não pensei nisso no primeiro dia de filmagem – comecei a ouvir a possiblidade disso há apenas algumas semanas atrás”, disse Bassett sobre o potencial de estabelecer um novo padrão para os atores da Marvel. “Outros mencionaram essa realidade, mas certamente não fui eu. Sou grata pelo papel e pela oportunidade de trabalhar com artistas incríveis, equipe incrível e artesãos dos bastidores.” “Nós passamos por tanta coisa – tanto quanto você pode passar na vida juntos, com a morte de nosso rei”, acrescentou, em referência a Chadwick Boseman, intérprete do Pantera Negra que morreu antes das filmagens. “Isso realmente serviu para nos unir ainda mais.” A indicação de Bassett é apenas uma das cinco recebidas por “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, que também foi reconhecido nas categorias de Figurino, Maquiagem e Penteado, Música e Efeitos Visuais. Ainda assim, o filme não repetiu a façanha de seu antecessor de 2018. “Pantera Negra” se tornou o primeiro lançamento do Marvel Studios a receber uma indicação de Melhor Filme, entre suas sete indicações. Além disso, levou para casa três Oscars: Trilha Sonora, Figurino e Design de Produção. A grande rival da Marvel, a DC, teve maiores conquistas, graças ao personagem Coringa, que rendeu Oscars para Heath Ledger, por “Cavaleiro das Trevas” (2008), e Joaquin Phoenix, por “Coringa” (2019). Por sinal, o filme mais recente de Todd Phillips somou 11 indicações ao Oscar, mais do que qualquer outra adaptação de quadrinhos.

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    Com mais indicações, “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” é favorito ao Oscar?

    24 de janeiro de 2023 /

    A revelação dos indicados ao Oscar 2022 destacou uma grande vantagem para “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, filme com maior número de nomeações, citado em 11 categorias. Mas será que isso faz diferença? Nos últimos dez anos, em apenas duas ocasiões – em 2014, com “Birdman”, e 2017, com “A Forma da Água” – o longa com maior número de nomeações conquistou o Oscar de Melhor Filme. O Oscar do ano passado é emblemático para encerrar de vez a comparação entre quantidade de indicações e favoritismo. Em 2022, “Ataque dos Cães” recebeu 12 indicações, mas só conquistou uma estatueta – Melhor Direção para Jane Campion. Vale observar que a comédia sci-fi do pequeno estúdio A24 já soma 259 vitórias em premiações nos EUA e esse número pode aumentar muito, porque encontra-se indicado a outra centena de prêmios. Mas também é importante diferenciar do que se trata essa avalanche de troféus. “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” não participou de nenhum festival internacional de renome, nem mesmo de Toronto, no Canadá. E suas vitórias são quase todas premiações da crítica – que não vota no Oscar – , incluindo associações regionais de críticos, dois Globos de Ouro e cinco Critics Choice.

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