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Filme

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Filme

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Filme

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30 de outubro de 2026
  • Filme

    “Sonic 3” é confirmado com Jim Carrey

    2 de fevereiro de 2024 /

    A Sony Pictures divulgou nesta sexta-feira (2/2) um vídeo para anunciar a produção de “Sonic 3 – O Filme”. O breve teaser, com apenas 20 segundos, revela o logo do filme acompanhado de uma risada sinistra, com uma voz conhecida. Em seguida, a Variety confirmou que Jim Carrey reprisará seu papel como o antagonista Robotnik, após os eventos dramáticos do filme anterior.   Pistas sobre a trama A legenda do teaser apresenta uma declaração enigmática: “Todos vocês pensaram que eu tinha desaparecido, mas eu só estava ‘enterrado’. O que você viu de mim é apenas uma ‘sombra’ das coisas que estão por vir…”. Essa mensagem sugere que Robotnik, que havia desaparecido, prepara seu retorno com planos ainda mais sinistros, com a participação do novo personagem Shadow (sombra, em inglês). No final de “Sonic 2”, Dr. Robotnik, interpretado por Jim Carrey, sofre uma queda que poderia ser fatal, deixando os espectadores acreditarem que ele poderia ter morrido. No entanto, a cena pós-créditos revela que o corpo de Robotnik não foi encontrado, abrindo espaço para seu retorno. O momento pós-créditos também introduz um personagem misterioso que muitos fãs já especulavam ser Shadow.   Quem é Shadow Nos jogos, Shadow the Hedgehog, que foi introduzido em “Sonic Adventure 2”, é conhecido como o “Ultimate Life Form” (Forma de Vida Suprema) e foi criado pelo avô de Robotnik, o Professor Gerald Robotnik, como parte de um projeto de pesquisa militar. Ele possui habilidades semelhantes às de Sonic, incluindo velocidade extrema e a capacidade de usar o poder das Esmeraldas do Caos. Apesar de suas origens como um antagonista, Shadow possui sua própria moral e frequentemente opera em uma zona cinzenta entre herói e vilão, dependendo de seus próprios objetivos e do contexto da história. A relação entre Robotnik e Shadow é complexa. Em alguns jogos, Robotnik tenta manipular ou controlar Shadow para usar suas habilidades únicas em seus próprios planos malignos. No entanto, Shadow tem sua própria agenda e não se submete facilmente à vontade de outros, incluindo Robotnik. A relação dinâmica entre os dois pode levar a uma série de confrontos e alianças temporárias. Shadow, buscando entender seu propósito e origem, pode inicialmente se alinhar com Robotnik, que poderia prometer respostas ou manipulá-lo para seus próprios fins. No entanto, ao longo do filme, Shadow pode perceber as verdadeiras intenções de Robotnik e mudar de lado, possivelmente se unindo a Sonic e seus amigos para deter Robotnik.   Franquia de sucesso A decisão da Sony de avançar com “Sonic 3” vem na esteira do sucesso dos dois filmes anteriores, que juntos acumularam uma receita global de US$ 870,8 milhões. Além do terceiro filme, a Paramount está desenvolvendo uma série spin-off sobre outro personagem, “Knuckles”, introduzido em “Sonic 2 – O Filme”, que será lançada na plataforma Paramount+, mostrando o compromisso em expandir o universo de “Sonic”. Jeff Fowler, diretor dos dois primeiros filmes, retorna para dirigir “Sonic 3”, que está programado para chegar aos cinemas em 20 de dezembro de 2024. You all thought I was gone, but I’ve just been underground. What you’ve seen from me is only a #shadow of things to come… pic.twitter.com/3W9Rh728Tt — Sonic the Hedgehog (@SonicMovie) February 2, 2024

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  • Filme,  Série

    Carl Weathers, astro de “Rocky” e “The Mandalorian”, morre aos 76 anos

    2 de fevereiro de 2024 /

    Carl Weathers, o intérprete de Apollo Creed nos quatro primeiros filmes da franquia “Rocky”, morreu na quinta-feira (1/2) aos 76 anos. Além de sua marcante contribuição para o cinema, Weathers teve uma atuação recente de destaque na série “The Mandalorian”, pela qual foi indicado ao Emmy. Nascido em 14 de janeiro de 1948, em Nova Orleans, Weathers teve uma carreira diversificada que incluiu desde esportes até atuações em mais de 75 filmes e séries. Antes de sua carreira no cinema, ele se destacou jogando futebol americano na Universidade Estadual de San Diego e, posteriormente, na NFL, liga profissional do esporte, jogando pelo Oakland Raiders. Weathers também foi diretor, com trabalhos em “The Mandalorian” e outras séries de TV. Sua transição para a atuação foi impulsionada por seu amor pelo teatro, uma paixão que ele cultivou enquanto perseguia suas ambições atléticas. Seu compromisso com a excelência e sua habilidade para capturar a humanidade de seus personagens fizeram dele uma figura respeitada e querida entre colegas e fãs.   Rocky e o papel de uma vida Depois de pequenos papéis em produções de blaxploitation e séries dos anos 1970, como “Justiça em Dobro” e “Kung Fu”, Weathers conseguiu seu primeiro papel de destaque: Apollo Creed em “Rocky – Um Lutador” (1976). Inspirado em Muhammad Ali, o personagem era o campeão invicto dos pesos pesados, que aceita enfrentar Rocky Balboa (o papel que consagrou Sylvester Stallone), um lutador desconhecido do clube, quando o desafiante número 1 se machuca e não consegue fazer uma partida comemorativa. O personagem de Weathers não era apenas o oponente do protagonista no ringue; Creed era carismático, confiante e um showman nato, cuja personalidade vibrante contrastava com a humildade de Balboa. Creed, claro, vence o sangrento e polêmico confronto do longa, vencedor do Oscar de Melhor Filme, mas Balboa tem sua revanche em “Rocky II” (1979). A complexidade de Creed, desenvolvida ao longo dos filmes, revelou um homem que valorizava a honra, o esporte e a amizade, elementos que Weathers soube interpretar com maestria. Em “Rocky II”, após outra luta épica, Creed e Balboa desenvolvem uma amizade que se aprofunda em “Rocky III” (1982), onde Creed torna-se mentor e treinador de Rocky, ajudando-o a redescobrir sua “fome” de lutar. No quarto filme de 1985, porém, mesmo com Rocky ao seu lado, ele é morto no ringue pelo boxeador soviético Ivan Drago (Dolph Lundgren). O personagem ainda inspirou o derivado “Creed” (2015), centrado em seu filho (interpretado por Michael B. Jordan).   Versatilidade e talento Weathers consolidou sua versatilidade em “Predador” (1987), onde interpretou o Coronel Al Dillon, um companheiro de armas do personagem de Arnold Schwarzenegger, e em “Um Maluco no Golfe” (1996), como o carismático e sábio mentor de golfe de Adam Sandler. A atuação em produções tão distintas destacou sua habilidade em transitar entre gêneros cinematográficos, deixando sua marca em filmes que ajudaram a definir suas épocas. Sua versatilidade também foi evidenciada ao emprestar sua voz a Combat Carl em “Toy Story 4” (2019) e ao interpretar uma versão fictícia de si mesmo em quatro episódios da série “Arrested Development” (entre 2004 e 2013). Na fase mais recente de sua trajetória, o ator conquistou um novo público com sua participação em “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars” disponível na Disney+. Interpretando Greef Karga, um líder de guilda de caçadores de recompensas que se torna aliado do protagonista, Weathers teve uma presença marcante e decisiva para a série. Além de sua atuação, assumiu a direção de episódios, mostrando habilidade também por trás das câmeras. Pelo desempenho, ele foi reconhecido com a única indicação ao Emmy da carreira.   Um lutador pela humanidade Fora das telas, Carl Weathers era conhecido por seu espírito generoso. Ele se envolveu em várias causas filantrópicas ao longo de sua vida, doando tempo e recursos financeiros para organizações como a Feeding America e o Los Angeles Regional Food Bank, ajudando a combater a fome e a insegurança alimentar. Além disso, trabalhou com programas voltados para a educação e mentoria de jovens, colaborando com entidades como Big Brothers Big Sisters e Boys & Girls Clubs of America, que oferecem suporte e orientação para jovens que podem não ter acesso a modelos positivos em suas vidas. Weathers também estendeu sua filantropia além das fronteiras dos Estados Unidos, engajando-se em iniciativas para melhorar o acesso à água potável e aos cuidados de saúde em países em desenvolvimento. Ele fez parcerias com organizações como Charity: Water e Médicos Sem Fronteiras, contribuindo para esforços que salvam vidas ao redor do mundo.

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  • Filme

    Morre Mark Gustafson, que co-dirigiu “Pinóquio por Guillermo Del Toro”

    2 de fevereiro de 2024 /

    Mark Gustafson, que co-dirigiu “Pinóquio por Guillermo Del Toro”, faleceu na quinta (1/2) aos 64 anos. A notícia foi confirmada por Guillermo del Toro, co-diretor do aclamado filme premiado com o Oscar de Melhor Animação, sem revelar a causa da morte. O cineasta expressou sua admiração e respeito por Gustafson, conhecido por sua expertise em animação stop-motion, em uma homenagem emocionante: “Eu admirava Mark Gustafson antes de mesmo de conhecê-lo. Um pilar da animação stop-motion, um verdadeiro arista. Uma lenda e um amigo que me inspirou e gerava esperança ao seu redor. Ele faleceu ontem. Hoje, o honramos e sentimos sua falta.”   Carreira relevante Com uma carreira se estendeu por várias décadas, Gustafson deixou sua marca em diversos projetos notáveis. Além de “Pinóquio”, sua filmografia inclui a direção de animação de “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), de Wes Anderson, e um papel crucial na animação de “Um Natal Muito Louco” (2011), onde liderou a criação de uma cena memorável em claymation. Ao refletir sobre o impacto de Gustafson na indústria, Del Toro destacou: “Ele deixa para trás um legado do tamanho do Titanic na animação que vai até a origem da animação com argila (claymotion) e ajudou a moldar incontáveis carreiras e trabalhos de animadores. Ele deixa para trás amigos e colegas com uma filmografia histórica.” A perda de Gustafson ressoou profundamente entre colegas e admiradores de seu trabalho. Del Toro, ao compartilhar suas condolências, enfatizou a importância das relações humanas na indústria criativa: “Eles dizem, ‘Nunca conheça seus heróis…’ Eu discordo. Você não pode se decepcionar por alguém ser humano… Estou tão feliz por ter conhecido Mark, o humano, quanto fui honrado por ter conhecido o artista. Como eu disse, eu o admirava antes mesmo de conhecê-lo. Amei ter tido a chance de compartilhar tempo e espaço com ele durante os altos e baixos. Sempre e para sempre.”

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    Filme sobre a cantora Amy Winehouse ganha primeiro trailer

    2 de fevereiro de 2024 /

    A Focus Features divulgou um novo pôster e o primeiro trailer de “Back to Black”, cinebiografia de Amy Winehouse. A prévia traz a atriz Marisa Abela (da série “Industry”) no papel da cantora britânica, em cenas do começo e do auge de sua carreira. Considerada uma das maiores artistas da história, Amy Winehouse vendeu mais de 30 milhões de discos em todo o mundo e até hoje gera mais de 80 milhões de streams por mês. Seu álbum “Back to Black” (2006), que dá nome ao filme, a levou ao estrelato, rendendo-lhe cinco Grammys. O filme vai se focar na genialidade, criatividade e fragilidade de Amy. A trama cobre a vida da cantora desde os pequenos palcos de Londres na década de 1990 até o seu sucesso global, com hits como “Rehab” e “Back to Black”, incluindo sua grande desilusão amorosa e seus vícios fatais em álcool e drogas, que a levaram a morrer sozinha em sua casa, aos 27 anos, no dia 23 de julho de 2011. O roteiro foi escrito por Matt Greenhalgh e a direção é de Sam Taylor-Johnson, que já trabalharam juntos em outra cinebiografia musical, “O Garoto de Liverpool” (2009), sobre a juventude de John Lennon. A estreia no Brasil está marcada para 9 de maio, duas semanas depois do lançamento no Reino Unido e uma semana antes dos Estados Unidos.

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    Helen Slater dá boas-vindas à nova Supergirl, Milly Alcock

    1 de fevereiro de 2024 /

    A atriz Helen Slater, primeira Supergirl do cinema, que estrelou o filme da heroína em 1984, deu as boas-vindas a Milly Alcock (“Game of Thrones”), escalada para interpretar a personagem em seu próximo longa, “Supergirl: Woman of Tomorrow”. Slater publicou uma montagem no Instagram falando em “passar a capa” adiante e lembrando todas as atrizes que viveram Supergirl nas telas, incluindo ela própria, Alcock, Laura Vandervoort (“Smallville”), Melissa Benoist (da série “Supergirl”) e Sasha Calle (“The Flash”). Na legenda, ela acrescentou: “Parabéns à luminosa Milly Alcock, a próxima Supergirl! O universo DC espera por você! Você vai ser incrível!”. Milly Alcock, que interpretou a versão jovem de Rhaenyra Targaryen nos primeiros capítulos da série “A Casa do Dragão”, foi apresentada como a nova Kara Zor-El, prima do Superman, na segunda-feira (29/1). Ela deve aparecer em “Superman: Legacy” antes de estrelar seu próprio filme. “Supergirl: Woman of Tomorrow” é parcialmente inspirado na minissérie de mesmo nome de Tom King. Gunn e Safran descreveram essa versão da personagem como algo que o público não está acostumado. Gunn explicou no ano passado: “Veremos a diferença entre o Superman, que foi enviado à Terra e criado por pais amorosos desde criança, e a Supergirl, criada em uma rocha, um pedaço de Krypton, e que viu todos ao seu redor morrerem e serem mortos de maneiras terríveis durante os primeiros 14 anos de sua vida, antes de vir para a Terra.”   Supergirl nos quadrinhos e nas telas Criada por Otto Binder e Al Plastino em 1959, a personagem conhecida como Kara Zor-El é prima de Kal-El, o Superman, e como ele é uma das poucas sobreviventes do planeta Krypton. A personagem foi considerada secundária por vários anos, aparecendo em histórias curtas e agindo em segredo, como “arma secreta” de Superman, até sua existência se tornar pública em 1962. Só no fim dos anos 1960 ela passou a ser protagonista de uma publicação da DC (“Adventure Comics”) e apenas em 1972 ganhou uma revista com seu nome. Entretanto, essa versão, cuja identidade secreta era Linda Lee Danvers, morreu durante o evento “Crise nas Infinitas Terras” em 1986. Desde então, a DC fez várias tentativas de ressuscitar Supergirl – uma delas era uma adolescente que se fundiu com uma versão artificial da heroína e um anjo, e acabou no inferno, e outra foi uma nova Kara Zor-El, que adotou a identidade de sobrinha de Lana Lang. Mais dois e tentativas depois, a personagem foi reintroduzida em “Supergirl, Woman of Tomorrow”, gibi com o mesmo nome do filme, lançado em 2021. “Supergirl, Woman of Tomorrow” será, na verdade, o segundo filme da personagem, que teve sua primeira produção, “Supergirl”, estrelada por Helen Slater em 1984. Mais recentemente, Sasha Calle viveu a heroína no filme “The Flash” (2023), enquanto Laura vandervoort e Melissa Benoist viveram a garota de aço na TV, respectivamente em 23 episódios de “Smallville”, entre 2009 e 2011, e como estrela da série “Supergirl” por seis temporadas, de 2015 a 2021. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Helen Slater (@helenrslater)

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    Brad Pitt vai estrelar último filme de Quentin Tarantino

    1 de fevereiro de 2024 /

    Quentin Tarantino vai voltar a dirigir Brad Pitt em seu último filme, intitulado “The Movie Critic”. Ainda não está claro se Pitt interpretará o personagem principal, mas especula-se que sim. Na última colaboração, Pitt conquistou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Era uma Vez em… Hollywood” de 2019. Os dois também trabalharam juntos em “Bastardos Inglórios” (2009). Tarantino tem sido reservado sobre seu último filme, mas revelou alguns detalhes durante o Festival de Cannes em maio passado. Segundo o cineasta, o filme se passa na Califórnia em 1977 e “é baseado em um homem que realmente existiu, mas nunca foi famoso. Ele escrevia críticas de cinema para uma revista pornográfica”. Tarantino se inspirou em uma experiência pessoal da adolescência, quando trabalhava abastecendo máquinas de venda com revistas pornográficas, e se encantava com as críticas de cinema. “Tudo o mais era muito baixo nível para ler, mas havia essa revista pornográfica que tinha uma página de cinema realmente interessante”, compartilhou. Havia um crítico em particular de quem Tarantino gostava, que escrevia de forma mordaz e inteligente. Desde então, Tarantino fez várias revisões no roteiro, então, espera-se surpresas. Especula-se até que o personagem de Pitt possa ser o mesmo de “Era uma Vez em… Hollywood”, transformando-se de dublê em crítico de cinema. Tarantino disse que se aposentaria do cinema depois de dez filmes, o que faria de “The Movie Critic” seu último filme. Atualmente, Brad Pitt está comprometido com um filme de corrida de Fórmula 1 do diretor Joseph Kosinski (“Top Gun: Maverick”), que lhe ocupará durante grande parte de 2024. Por conta disso, as filmagens de “The Movie Critic” só poderiam começar no final do ano ou no início de 2025.

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    Tim Burton fará remake da sci-fi clássica “A Mulher de 15 Metros”

    1 de fevereiro de 2024 /

    O diretor Tim Burton (“Wandinha”) e a roteirista Gillian Flynn (“Garota Exemplar”) estão colaborando em um remake do cultuado filme B “A Mulher de 15 Metros” para a Warner Bros. A história, que mescla ficção científica e horror, narra a trajetória de uma herdeira rica que, após um encontro alienígena, transforma-se em uma gigante e busca vingança contra seu marido infiel. Ainda não foi divulgado se a nova versão seguirá de perto o enredo do filme original de 1958, que teve Allison Hayes no papel principal e foi produzido com um orçamento de apenas US$ 88 mil. Pelos nomes envolvidos, espera-se que a produção conte com recursos financeiros bem maiores que o original e até que o remake anterior, “15 Metros de Mulher”, estrelado por Daryl Hannah em 1993, que foi feito para a televisão e saiu direto em vídeo no Brasil. Burton, que atualmente desenvolve a sequência de seu filme de 1988, “Beetlejuice”, também na Warner Bros., ainda está envolvido atualmente com a 2ª temporada de “Wandinha”. Já Flynn foi recentemente contratada para adaptar seu romance “Lugares Escuros” em uma minissérie da HBO – a história já rendeu um filme de 2015 com Charlize Theron.

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    Céline Dion compartilhará luta contra Síndrome da Pessoa Rígida em documentário

    1 de fevereiro de 2024 /

    A cantora Céline Dion abrirá as portas de sua vida pessoal em um novo documentário, onde abordará sua batalha contra a Síndrome da Pessoa Rígida (SPR), doença degenerativa que a acometeu em 2022. A SPR é caracterizada por rigidez intensa dos membros e espasmos involuntários, condição que levou Dion a pausar sua carreira. Em um comunicado em seu site oficial, Céline Dion expressou seu percurso árduo desde o diagnóstico: “Os últimos anos têm sido um grande desafio para mim, a jornada desde a descoberta da minha condição até aprender como conviver com ela e administrá-la, mas não deixar que ela me defina. À medida que o caminho para retomar minha carreira artística continua, percebi o quanto senti falta de poder ver meus fãs. Durante esta ausência, decidi que queria documentar esta parte da minha vida para tentar sensibilizar as pessoas para esta condição pouco conhecida, para ajudar outras pessoas que partilham este diagnóstico.” O documentário, intitulado “I Am: Celine Dion”, será disponibilizado na plataforma Prime Video, da Amazon, ainda sem uma data de lançamento definida. A produção promete ser um relato íntimo e revelador da jornada de Dion com a SPR, oferecendo um olhar mais profundo sobre os desafios enfrentados pela artista.   A luta contra a doença Claudette Dion, irmã da cantora, revelou em dezembro que Céline “não tem controle sobre os músculos” e “tem trabalhado muito” em busca de melhora. Atualmente, não existe cura para a SPR. Céline Dion segue um tratamento paliativo que inclui o uso de relaxantes musculares, imunomoduladores e corticoides, conforme orientação médica.

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    Estreias | Indicado a 11 Oscars, “Pobres Criaturas” chega aos cinemas

    1 de fevereiro de 2024 /

    A programação de estreias desta quinta (1/2) tem filmes premiados e com avaliações altamente positivas da crítica. Só que, entre os três lançamentos mais amplos, apenas “Pobres Criaturas” se encaixa nessa descrição. Favorito a colecionar estatuetas do Oscar (são 11 indicações), a fantasia com performance consagradora de Emma Stone divide espaço com a comédia de ação “Argylle – O Superespião”, destruída pela imprensa dos Estados Unidos, e a produção infantil nacional “Gato Galático e o Feitiço do Tempo”, mais um projeto de influencer digital em busca do público de cinema. Sem chances de gerar bilheterias blockbusters, os três chegam em circuito médio, com cerca de 200 telas cada. O circuito limitado ainda recebe dois lançamentos sul-americanos impactantes e avassaladores em seu terror – sobrenatural e baseado em fatos históricos. Confira a lista completa.   POBRES CRIATURAS   A fantasia gótica que volta a juntar Emma Stone e o diretor Yorgos Lanthimos após “A Favorita” (2018) é um “Frankenstein” feminista e sexual. Adaptação do romance de 1992 de Alasdair Gray, roteirizada por Tony McNamara (também de “A Favorita”), a trama desenrola-se num passado alternativo, rico em elementos góticos e steampunk da era vitoriana – com visual reminiscente de “Metrópolis” (1927) – e acompanha Bella Baxter, uma criatura renascida através dos experimentos de um cientista (Willem Dafoe, de “Aquaman”) com o corpo de uma mulher adulta recém-falecida, mas o cérebro de um bebê. À medida que Bella se adapta à sua nova existência, ela começa a aprender e a se desenvolver rapidamente, adquirindo linguagem e conhecimento sobre o mundo que a rodeia. É quando um advogado aventureiro, vivido por Mark Ruffalo (o Hulk de “Os Vingadores”), fica fascinado por sua existência e decide introduzi-la ao mundo exterior, guiando-a por diversas cidades europeias, onde ela vivencia uma série de experiências que moldam sua compreensão sobre a vida, a sexualidade e as interações humanas. Ao longo de sua jornada, Bella transforma-se em uma mulher autêntica, com desejos e ambições, ao mesmo tempo em que desafia as convenções sociais de sua época. A história não é nova, já tendo sido levada ao cinema em “A Prometida” (1985), uma revisão feminista de “A Noiva de Frankenstein” (1935). Mas a abordagem revigora o material com um visual impressionante – dos efeitos à paleta de cores – e uma performance audaciosa de Emma Stone, principalmente em seus aspectos físicos. A atriz usa seu corpo e expressões faciais para comunicar a evolução de Bella, e explorar seu despertar sexual com uma franqueza e uma intensidade raras. Pelo desempenho desinibido, ela já foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Veneza, Globo de Ouro e Critics Choice. Com uma proposta que entrelaça a absurdidade com questões existenciais, “Pobres Criaturas” está indicado a 11 Oscars, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro e Atriz.   ARGYLLE – O SUPERESPIÃO   A comédia de ação mantém a assinatura estilística do diretor Matthew Vaughn, que se especializou em pastiches de James Bond na franquia “Kingsman”. A trama segue Elly Conway, uma romancista interpretada por Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), conhecida por livros de espionagem, especificamente sua criação Agente Argylle, um espião bonitão imaginado como Henry Cavill (“O Homem de Aço”) com um penteado dos anos 1990. Os problemas começam quando a obra transcende a ficção e começa a se manifestar no mundo real. A premissa intrigante – mas que lembra outros filmes – gira em torno de como os enredos fictícios de Elly se alinham perigosamente com eventos do mundo real da espionagem, levando-a a uma aventura inesperada ao lado de Aidan, um espião de verdade vivido por Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), que é bem diferente de sua visão romanceada da profissão. O filme se desdobra com Elly sendo arrastada para um turbilhão de eventos que imitam suas próprias criações literárias, onde a fronteira entre ficção e realidade se torna cada vez mais tênue. Apesar de um elenco estelar, que ainda inclui Bryan Cranston (“Breaking Bad”) e Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”), “Argylle” é sobrecarregado por reviravoltas confusas e um estilo visual que, ao tentar impressionar, sucumbe ao exagero dos efeitos especiais. Cheio de clichês com a desculpa da “metalinguagem”, o filme não funciona como comédia e não se leva a série como thriller de ação. Resultado: apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes.   GATO GALÁCTICO E O FEITIÇO DO TEMPO   Seguindo os passos de Luccas Neto, o youtuber Ronaldo Souza também tenta fazer sua transição do digital para a película. Seu segundo filme como Gato Galáctico gira em torno de um relógio especial que o leva a Cronópolis, uma cidade sob a maldição do vilão Perpétuo, interpretado por Daniel Infantini. Na busca para desfazer o feitiço e salvar crianças desaparecidas, ele encontra aliados e descobre mais sobre seu passado. O filme explora temas como amizade, coragem e a importância das relações familiares, elementos comuns em produções voltadas para o público infantil. Dirigido por Rodrigo Zanforlin e com roteiro de André Brandt e Gui Cintra, o filme tenta transpor a popularidade de Gato Galáctico do ambiente digital para o cinema, um desafio que envolve capturar a essência do criador de conteúdo de uma maneira que ressoe tanto com seu público fiel quanto com novos espectadores. Apesar da proposta aventureira e do esforço em criar uma história com elementos fantásticos, como o relógio mágico e o cenário de Cronópolis, “Gato Galáctico e o Feitiço do Tempo” enfrenta desafios para convencer nos cinemas, especialmente no que tange à profundidade dos personagens e à coesão do enredo. A produção acaba sendo um compilado dos principais defeitos do cinema infantil brasileiro, com interpretação teatral (tudo é exagerado), diálogos recitados (falas não naturais) e muitos furos narrativos (não precisa aprofundar, porque é para crianças).   O MAL QUE NOS HABITA   O terror argentino mergulha o espectador em uma atmosfera rural carregada de tensão e medos ancestrais. Dirigido e roteirizado por Demián Rugna, que ganhou boa reputação no gênero com “Aterrorizados” (2017), o filme se passa em uma região isolada da Argentina, onde dois irmãos se deparam com sinais de uma presença maligna após escutarem disparos na calada da noite. Sem demora, eles encontram uma cena macabra que sinaliza o início de uma série de eventos sobrenaturais ligados a uma possessão demoníaca que assola a comunidade local. A história evolui a partir da descoberta de um jovem moribundo, conhecido como “podre”, vítima de uma entidade demoníaca que busca se manifestar fisicamente. Na tentativa de conter essa ameaça, os irmãos se veem enredados em uma trama de desespero e violência, onde cada decisão os leva a enfrentar consequências cada vez mais terríveis. O filme explora temas de exorcismo e influências malignas de forma inovadora, evitando clichês do gênero e construindo um enredo onde as crenças populares e os rituais de proteção se misturam com a urgência de combater um mal que se espalha como praga. Rugna cria uma atmosfera opressora, onde o medo e a paranoia se manifestam tanto nas paisagens desoladas quanto nos atos extremos de violência. “Quando o Mal Espreita” se destaca não apenas pela sua abordagem original da possessão demoníaca, mas também pelo modo como insere o espectador em um cenário onde o horror é palpável e a luta pela sobrevivência se entrelaça com a perda da inocência e da humanidade. Com sua narrativa ágil e momentos de tensão ininterrupta, trata-se de uma experiência marcante para os aficionados pelo gênero.   OS COLONOS   O “western” ambientado na Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul, é uma paulada, que retrata a brutalidade do colonialismo no início do século 20. A trama segue a missão sangrenta ordenada por um poderoso proprietário de terras, que busca estabelecer uma rota para seus rebanhos através do território, sem consideração pelas vidas indígenas. Ele recruta um ex-soldado escocês, um mercenário americano e um jovem mestiço de habilidades notáveis com armas para “limpar a ilha”, um eufemismo para a eliminação violenta dos povos nativos. A jornada dos personagens através das vastas e belas paisagens da região é marcada por conflitos e atrocidades, refletindo a crueldade e a ganância inerentes à expansão colonial. A natureza deslumbrante da região, com suas planícies gramadas, montanhas e florestas, contrasta agudamente com a violência dos homens, destacando a pequenez de suas ambições diante da magnitude da terra. O filme, que marca a estreia do diretor chileno Felipe Gálvez, desloca a narrativa para uma discussão política, quando um oficial do governo confronta o latifundiário sobre sua reputação e o tratamento dos indígenas, buscando uma narrativa unificadora para a nação, apesar do genocídio. Premiado pela crítica no Festival de Cannes, “Os Colonos” resulta numa poderosa condenação da identidade nacional construída à custa de atrocidades, desafiando a glorificação da conquista e a complexidade da história colonial da América do Sul.

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    Filme de “Star Trek” com Michelle Yeoh começa produção

    31 de janeiro de 2024 /

    A plataforma Paramount+ anunciou o começo das gravações de um novo filme de “Star Trek” estrelado por Michelle Yeoh, vencedora do Oscar 2023 por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. A informação foi acompanhada por uma foto da atriz segurando a claquete da produção, batizada de “Star Trek: Section 31”. O projeto é o primeiro filme da franquia desenvolvido para o streaming e trará a atriz de volta ao papel da Imperatriz Philippa Georgiou, da série “Star Trek: Discovery”. No filme, Georgiou vai se juntar a uma divisão secreta da Frota Estelar, que opera de forma clandestina para proteger a Federação Unida dos Planetas. A Seção 31 chegou a aparecer na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, e os envolvidos no novo projeto são veteranos daquela série – o roteiro e a direção estão a cargo, respectivamente, de Craig Sweeny e Olatunde Osunsanmi, ambos de “Star Trek: Discovery”.   Longa jornada com a estrela A produção de “Star Trek: Section 31” começou a ser negociada em 2018 e originalmente seria uma série centrada na divisão do serviço secreto da Frota Estelar, desde sempre com envolvimento de Yeoh. Entretanto, o projeto ficou um tempão sem atualizações e muitos acreditavam que a ideia tinha sido abandonada. Na verdade, os bastidores seguiram agitados com uma reformulação, fazendo a transição do conceito de série para filme. Em um comunicado do ano passado, o produtor executivo Alex Kurtzman lembrou o longo percurso do projeto: “Em 2017, antes mesmo da 1ª temporada de ‘Star Trek: Discovery’ ir ao ar, Michelle teve a ideia de fazer um spin-off para sua personagem, Philippa Georgiou. Ela abriu novos caminhos como uma das duas primeiras mulheres a aparecer no piloto que inaugurou uma nova era de ‘Star Trek’, e agora, seis anos depois, ‘Section 31’ finalmente chega logo após sua última vitória inovadora [no Oscar]. Todos nós no Team Trek não poderíamos estar mais entusiasmados por ter nossa lendária amiga voltando para casa enquanto expandimos nossa narrativa para cantos novos e desconhecidos do Trekverso. Viva a Imperatriz Georgiou; viva Michelle Yeoh!” A própria atriz se manifestou. “Estou muito emocionada por retornar à minha família Star Trek e ao papel que amei por tanto tempo. ‘Section 31’ é querida e está no meu coração desde que comecei a jornada de interpretar Philippa, desde o início desta nova era de ouro de ‘Star Trek’. Vê-la finalmente conseguir seu momento é um sonho realizado em um ano que me mostrou o poder incrível de nunca desistir de seus sonhos. Mal podemos esperar para compartilhar o que está reservado para vocês e, até então: vida longa e próspera (a menos que a imperatriz Georgiou decrete o contrário)!”, escreveu a atriz em comunicado à imprensa. Com produção do CBS Studios, “Star Trek: Section 31” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Star Trek on Paramount+ (@startrekonpplus)

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    James Gunn revela produção de dois novos projetos da DC em 2024 após Superman

    31 de janeiro de 2024 /

    O diretor James Gunn recorreu às redes sociais para compartilhar atualizações significativas sobre o desenvolvimento do novo Universo Cinematográfico da DC (DCU). O cineasta informou que, além da iminente produção de “Superman: Legacy”, que ele vai dirigir, dois outros projetos estão programados para entrar em produção ainda em 2024. Gunn também revelou que a série “Comando das Criaturas” está com seus episódios em fase final de produção e tem lançamento previsto para o final deste ano. E expressou gratidão pelo apoio dos fãs ao longo do último ano, desde que ele e Peter Safran apresentaram sua visão para a DC pela primeira vez. “Há um ano, Peter Safran e eu apresentamos nossa lista da DC pela primeira vez – obrigado a todos vocês pelo apoio que nos deram ao longo do ano”, ele começou, antes de detalhar os avanços dos projetos: “Hoje, ‘Superman: Legacy’ está prestes a iniciar a produção, episódios de ”Comando das Criaturas’ estão sendo finalizados e serão lançados ainda este ano, e pelo menos mais dois projetos estão se preparando para começar [a produção] nos próximos meses”. Anteriormente, ele revelou que estava terminando os roteiros da 2ª temporada de “Pacificador” e, com a escalação de Milly Alcock (“A Casa do Dragão”) como a nova Supergirl, o segundo projeto deve ser o longa “Supergirl: Woman of Tomorrow” O cineasta ainda enfatizou a qualidade do trabalho em progresso e o envolvimento de novos talentos: “Roteiros incríveis continuam chegando e talentos incríveis estão chegando a novos projetos, planejados e não planejados. Obrigado!”, concluiu, refletindo seu otimismo e entusiasmo pelos futuros lançamentos no DCU. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por James Gunn (@jamesgunn)

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    Sandra Milo, estrela de clássicos de Fellini, morre aos 90 anos

    30 de janeiro de 2024 /

    A atriz italiana Sandra Milo, conhecida por papéis memoráveis em “8½” (1963) e “Julieta dos Espíritos” (1965) de Federico Fellini, bem como seu trabalho com Roberto Rossellini, faleceu na segunda-feira (29/1) em sua casa em Roma. Ela tinha 90 anos. A vice-ministra da Cultura italiana, Lucia Borgonzoni, lamentou o falecimento de Milo como a perda de uma “protagonista do cinema italiano… uma grande artista talentosa com um carisma avassalador” e “a musa de grandes diretores como Federico Fellini, que conquistou os corações de milhões de italianos.” Milo, cujo trabalho abrangeu vários gêneros, fez sua estreia no cinema em 1955 ao lado do popular ator cômico Alberto Sordi em “O Solteirão”, de Antonio Pietrangeli. Outras comédias se seguiram, entre elas “Totò na Lua” (1958), parceria com o icônico comediante italiano conhecido como Totò. Em 1959, Milo conseguiu um papel em “De Crápula a Herói” (1959) de Roberto Rossellini e continuou sua colaboração com o diretor interpretando uma jovem aristocrata romana no drama “Vanina Vanini” (1961). O encontro de Milo com Fellini em 1963 marcou um grande salto em sua carreira graças ao status atingido por “8½” (1963), no qual ela interpretou Carla, a amante do diretor Guido Anselmi, interpretado por Marcello Mastroianni. O longa venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional. Posteriormente, Milo voltou a trabalhar com o diretor em “Julieta dos Espíritos” (1965), no qual interpretou uma femme fatale desinibida. Ela também estrelou muitos filmes franceses, incluindo “O Espelho tem Duas Faces” (1958), de André Cayette, o policial “Como Fera Encurralada” (1960), ao lado de Jean-Paul Belmondo, e “O Irresistível Gozador” (1964), em que contracenou com Catherine Deneuve. E foi uma das musas das comédias sexuais italianas do período, protagonizando filmes dos principais diretores do gênero, como “Ádua e Suas Companheiras” (1960) e “A Visita” (1963), de Antonio Pietrangeli, “Alguns Preferem… à Francesa” (1964), de Luigi Zampa, “Os Castrados” (1964), de Pasquale Festa Campanile e Massimo Franciosa, “Férias à Italiana” (1965), de Dino Risi, e “Como Aprendi a Amar as Mulheres” (1966), de Luciano Salce. Do final da década de 1960 em diante, Milo quase parou de fazer filmes e trabalhou principalmente na televisão. Ela só retornou de vez às telonas em “Um Coração para Sonhar”, de Pupi Avati, que foi lançado no Festival de Cannes em 2003. Mais recentemente, Milo teve papéis em “Estranhos Normais” (2010) de Gabriele Salvatores e “Aqui em Casa Tudo Bem” (2018) de Gabriele Muccino, que foram sucessos locais, despedindo-se das telas na série da Prime Video “Gigolô per Caso”, no ano passado. Em 2021, Milo recebeu o Prêmio David di Donatello pelo Conjunto da Obra, a maior honraria do cinema do país.

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    Atriz de “A Casa do Dragão” será a nova Supergirl do cinema

    29 de janeiro de 2024 /

    O DC Studios definiu sua nova Supergirl. A atriz Milly Alcock, que interpretou a versão jovem de Rhaenyra Targaryen nos primeiros capítulos da série “A Casa do Dragão”, vai voar para os cinemas de capa e cabelos loiros. Ela estrelará o longa “Supergirl: Woman of Tomorrow” como Kara Zor-El, prima do Superman. James Gunn confirmou a escalação nas redes sociais, dizendo que “Milly é uma jovem atriz fantasticamente talentosa”. Alcock fez testes de tela na semana passada para os chefes do DC Studios, James Gunn e Peter Safran, junto com Meg Donnelly (da série “Os Winchesters” e dubladora da heroína nos desenhos da DC), que estava na disputa pelo papel. A atriz Emilia Jones (protagonista do filme vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração”) também entrou no páreo, mas não participou dos testes finais. Boatos sobre sua exclusão variam desde recusa a participar dos testes até a necessidade de definir seus próximos trabalhos diante da incerteza de conseguir o papel. A escalação antecipada cria a expectativa de uma aparição de Supergirl no novo filme de Superman, “Superman: Legacy”, que Gunn começa a filmar no próximo trimestre. “Supergirl: Woman of Tomorrow” será rodado em seguida, provavelmente no final do ano. O filme é parcialmente inspirado na minissérie de mesmo nome de Tom King. Gunn e Safran descreveram essa abordagem como algo que o público da Supergirl não está acostumado. Ela contrastará com seu primo, Superman. Gunn explicou no ano passado: “Veremos a diferença entre o Superman, que foi enviado à Terra e criado por pais amorosos desde criança, e a Supergirl, criada em uma rocha, um pedaço de Krypton, e que viu todos ao seu redor morrerem e serem mortos de maneiras terríveis durante os primeiros 14 anos de sua vida, antes de vir para a Terra.”   Supergirl nos quadrinhos e nas telas Criada por Otto Binder e Al Plastino em 1959, a personagem conhecida como Kara Zor-El é prima de Kal-El, o Superman, e como ele é uma das poucas sobreviventes do planeta Krypton. A personagem foi considerada secundária por vários anos, aparecendo em histórias curtas e agindo em segredo, como “arma secreta” de Superman, até sua existência se tornar pública em 1962. Só no fim dos anos 1960 ela passou a ser protagonista de uma publicação da DC (“Adventure Comics”) e apenas em 1972 ganhou uma revista com seu nome. Entretanto, essa versão, cuja identidade secreta era Linda Lee Danvers, morreu durante o evento “Crise nas Infinitas Terras” em 1986. Desde então, a DC fez várias tentativas de ressuscitar Supergirl – uma delas era uma adolescente que se fundiu com uma versão artificial da heroína e um anjo, e acabou no inferno, e outra foi uma nova Kara Zor-El, que adotou a identidade de sobrinha de Lana Lang. Mais dois e tentativas depois, a personagem foi reintroduzida em “Supergirl, Woman of Tomorrow”, gibi com o mesmo nome do filme, lançado em 2021. “Supergirl, Woman of Tomorrow” será, na verdade, o segundo filme da personagem, que teve sua própria produção estrelada por Helen Slater em 1984. Mais recentemente, Sasha Calle viveu a heroína no filme “The Flash” (2023), enquanto Laura vandervoort e Melissa Benoist viveram a garota de aço na TV, respectivamente em 23 episódios de “Smallville”, entre 2009 e 2011, e como estrela da série “Supergirl” por seis temporadas, de 2015 a 2021.

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