Trailer legendado de Tempestade: Planeta em Fúria revela novo apocalipse do criador de Independence Day
A Warner Bros. divulgou o segundo trailer legendado de “Tempestade: Planeta em Fúria” (Geostorm). A prévia explica a premissa, em que uma rede de satélites criados para controlar o clima do planeta é hackeada e passa a desencadear tempestades pelo mundo inteiro, num efeito em cadeia que eventualmente levará à destruição da Terra. A destruição é colossal, com direito a tsunami arrasador no Rio de Janeiro. O elenco conta com Gerard Butler (“Invasão à Casa Branca”), Abbie Cornish (“Sucker Punch”), Ed Harris (série “Westworld”), Jim Sturgess (“Um Dia”), Katheryn Winnick (série “Vikings”) e Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”). O filme marca a estreia na direção do roteirista Dean Devlin, que escreveu “Independence Day” (1994), marco do cinema de catástrofe em escala apocalíptica. Ele também assina o roteiro, em parceria com Paul Guyot, escritor da série de fantasia “The Librarians” (produzida por Devlin). A estreia está prevista para 19 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Felicity Jones vai estrelar filme inspirado na história do balé Lago dos Cisnes
A atriz inglesa Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vai estrelar um filme inspirado na história do balé clássico “O Lago dos Cisnes”, do compositor russo Piotr Ilitch Tchaikovsky. Segundo o site da revista Variety, a produção será dirigida pelo italiano Luca Guadagnino (“Um Mergulho No Passado”). A adaptação não terá coreografias musicais. Em vez disso, vai se concentrar na trama de fábula encantada, sobre a princesa que é transformada num cisne pela maldição de um feiticeiro maligno. O roteiro está a cargo de Kristina Lauren Anderson (da vindoura cinebiografia da imperatriz Catarina, a Grande). A produção é da Mandeville Films, que negocia a distribuição com grandes estúdios – Paramount e Universal estariam interessados, ainda de acordo com a Variety. Bastante ativo, Luca Guadagnino lança seu novo drama, “Call Me by Your Name”, em novembro nos EUA, enquanto dá os retoques finais no remake do terror “Suspiria”, enquanto inicia a produção de “Rio”, que trará Jake Gyllenhaal ao Rio de Janeiro.
Diretor do premiado terror The Eyes of My Mother vai filmar reboot de O Grito
O diretor Nicolas Pesce, do premiado terror “The Eyes of My Mother”, vai reescrever e dirigir o reboot da franquia “O Grito” para a produtora Ghost House Pictures, de Sam Raimi. Segundo o site Deadline, o novo filme é baseado num roteiro de Jeff Buhler (“O Último Trem”) e deverá reiniciar a maldição da mulher e do menino fantasma, criados pelo cineasta Takashi Shimizu no original japonês (“Ju-on”, de 2002). “O Grito” foi o segundo remake de terror japonês a estourar nos EUA. Lançado dois anos após o original – e dois anos após o estouro de “O Chamado” – , faturou US$ 187 milhões em todo o mundo, dando um lucro absurdo, diante de seu orçamento de US$ 10 milhões. O sucesso da produção é considerado um ponto de virada na produção dos terrores baratos americanos, inspirando o surgimento de diversos projetos de baixo orçamento bem-sucedidos. Pesce está atualmente trabalhando na pós-produção de seu segundo longa, o thriller psicológico “Piercing”, estrelado por Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”). E, por coincidência, este filme é uma adaptação do romance de um autor bem conhecido dos fãs de J-horror: Ryû Murakami, escritor de “Audição” (1999), o filme mais comentado de Takashi Miike, e diretor de “Tokio em Decadência” (1992).
Paul Rudd é flagrado numa correria no set de Vingadores: Guerra Infinita
Os paparazzi do site Just Jared flagraram uma correria do ator Paul Rudd no set de “Vingadores: Guerra Infinita”. O intérprete de Scott Lang/Homem-Formiga foi fotografado entre destroços, nas ruas de Atlanta, nos Estados Unidos. “Vingadores: Guerra Infinita” pretende reunir todos os heróis do universo cinematográfico da Marvel, inclusive os Guardiões da Galáxia, e ainda lançar a Capitã Marvel. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), o filme estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel.
Cenas de beijos foram cortadas de Homem-Aranha: De Volta ao Lar
A atriz Laura Harrier revelou uma curiosidade sobre a produção de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Em entrevista ao site ComicBook, ela afirmou ter filmado várias cenas de beijo com Tom Holland. No filme, seus personagens, Liz Allan e Peter Parker, têm um relacionamento romântico. Mas nenhum beijo entrou na edição final. “Nós fizemos um monte de cenas de beijos diferentes e nenhuma delas está no filme. Eu não sei. É uma escolha interessante. Nós não sabíamos o que eles estavam tentando escolher, porque tínhamos todas essas opções diferentes de beijos do Homem-Aranha, mas no final não entrou nenhuma”, ela contou. O filme estreou nesta quinta-feira (6/7) em quase metade dos cinemas disponíveis no Brasil.
Homem-Aranha: De Volta ao Lar estreia em 1,4 mil cinemas no Brasil
Maior estreia da semana, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” ocupa quase metade dos cinemas disponíveis no Brasil, com uma distribuição em 1,4 mil salas. A estratégia é respaldada por críticas muito positivas – 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes – que alimentam o interesse pelo primeiro filme do herói no universo compartilhado da Marvel. Diferente dos anteriores, o Homem-Aranha vivido por Tom Holland não é um personagem traumatizado – esta versão não mostra a morte do Tio Ben – , mas um adolescente que se diverte ao usar seus superpoderes, ao mesmo tempo em que sofre a condescendência dos adultos – a figura paterna de Tony Stark, em particular. Robert Downey Jr. fará falta à Marvel, quando decidir deixar de viver o Homem de Ferro. Outro destaque é o vilão Abutre, que a interpretação de Michael Keaton (“Birdman”) torna um dos melhores antagonistas da Marvel desde Loki no primeiro “Thor”. Sua presença ameaçadora oferece uma contraposição sombria às cenas ensolaradas de Peter Parker no colegial, extraídas de comédias de John Hughes e preenchidas por adolescentes completamente diferentes de suas versões nos quadrinhos. Além do blockbuster, a semana reserva mais seis lançamentos, quatro deles nacionais. A animação “As Aventuras do Pequeno Colombo” visa as crianças com uma aventura inspirada por personagens históricos: os meninos Cris (o pequeno Cristóvão Colombo) e Leo (Leonardo Da Vinci), que embarcam com a amiga Lisa (a Mona Lisa) em busca de uma terra distante. No caminho, encontram piratas, sereias e um povo disposto a tudo para permanecer perdido. A trama entretém, até esbarrar em seu único personagem negro, um menino rebelde, cuja presença alude à escravidão e revela estereótipos pouco elogiáveis. Vale destacar a participação de José Wilker num de seus últimos trabalhos, dublando o líder dos Cavaleiros Templários. A melhor opção dramática é “Soundtrack”, estrelado por Selton Mello (“O Palhaço”) e passado num cenário desolado do Ártico, entre muita neve e horizontes brancos. Selton vive um fotógrafo que chega à estação polar com o objetivo de realizar um projeto artístico. Ele quer reproduzir em imagens as sensações causadas pelas músicas de uma playlist. Mas sua presença cria atrito com os cientistas, que não entendem o que ele realmente pretende fazer naquele fim de mundo. O filme inclui em seu elenco internacional Seu Jorge (“Tropa de Elite 2”), o inglês Ralph Ineson (“A Bruxa”), o dinamarquês Thomas Chaanhing (série “Marco Polo”) e o sueco Lukas Loughran (“Nina Frisk”), e marca a estreia na direção de longas da dupla Manitou Felipe e Bernardo Dutra (que assinam como “300ml”), após comandarem Selton e Seu Jorge num curta-metragem há mais de uma década: “Tarantino’s Mind” (2006). “Os Pobres Diabos” chega ao circuito comercial quatro anos após vencer o prêmio do público no Festival de Brasília de 2013. Dirigido pelo veterano Rosemberg Cariry (“Corisco e Dadá”), acompanha uma trupe circense pelo sertão, que tenta manter viva sua arte em meio à pobreza generalizada. Estão presentes todos os clichês do gênero, do palhaço ladrão de mulher ao leão falso, mas humanizados pelas dificuldades. Cansados, os personagens não demoraram a ter que decidir se continuam lutando ou se seguem caminhos separados. Último drama nacional, “Cada Vez Mais Longe” tem a história mais lenta e contemplativa de todas, mas também a maior beleza visual. A trama é mínima, basicamente uma metáfora, em que o pescador João, para sustentar a família, precisa ir cada vez mais longe no rio, estendendo sua ausência do lar ao longo dos anos, enquanto o meio ambiente se deteriora pela poluição. Estreia na direção de Oswaldo Lioi (diretor de arte de “A Família Dionti”) em parceria com Eveline Costa. A programação alternativa se completa com a comédia francesa “Perdidos em Paris”, novo trabalho da dupla de cineastas-atores Dominique Abel e Fiona Gordon (“Rumba”), exibido no Festival Varilux, e a produção chilena “Poesia sem Fim”, segundo filme em que o diretor Alejandro Jodorowsky lembra sua juventude, evocando imagens delirantes e deslumbrantes, que reforçam sua fama de mestre surreal. Clique nos títulos dos filmes para assistir aos trailers das estreias da semana.
Dunkirk ganha novo trailer repleto de tensão e desespero
A Warner Bros divulgou seis pôsteres e mais um trailer tenso de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). A prévia se concentram no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção mostra a ação em três planos distintos, entre soldados cercados em terra, bombardeados durante a fuga pelo mar e abatidos no combate aéreo. Tudo foi filmado em câmeras IMAX e o resultado promete imagens grandiosas, com direito a exibição limitada em cinemas equipados com os antigos projetores de 70mm. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o vídeo. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Após sucesso de bilheteria, Edgar Wright considera filmar sequência de Em Ritmo de Fuga
O sucesso de “Em Ritmo de Fuga” (Baby Driver) pode levar o diretor Edgar Wright a fazer algo que nunca fez antes na carreira: uma sequência. Em uma entrevista ao podcast da revista Empire, ele revelou que “o estúdio” já o sondou sobre a possibilidade de um novo filme com o motorista chamado Baby, vivido por Ansel Elgort. E ele está considerando a possibilidade. “Eu meio que tenho uma ideia de, se fizer outro, subverter seu envolvimento no crime, já que ele não é mais um aprendiz.” O filme surpreendeu as produtoras TriStar Pictures (do grupo Sony), MRC e Working Title por abrir em 2º lugar no feriadão do Independence Day americano, à frente de “Transformers: O Último Cavaleiro”. Com a estratégia de realizar um lançamento antecipado, o filme já soma US$ 39 milhões em uma semana no mercado doméstico. O personagem do título é um jovem motorista capaz de escapar de qualquer perseguição, utilizado por um chefão do crime para uma série de fugas espetaculares durante assaltos. O problema é que ele se mostra tão eficiente que o bandido decide não cumprir o acordo estabelecido para liberá-lo após um último golpe, ameaçando sua namoradinha para mantê-lo a seu serviço. O inevitável acontece. Afinal, que motorista de fuga que se preza não fugiria de quem o persegue? Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”) vive o motorista chamado Baby, Lily James (“Cinderela”) é sua namorada garçonete e Kevin Spacey (série “House of Cards”) o chefão. O elenco ainda inclui capangas vividos por Jamie Foxx (“Django Livre”), Jon Hamm (série “Mad Men”), Jon Bernthal (série “Demolidor”), Eiza González (série “Um Drink no Inferno/From Dusk Till Dawn”) e Flea (baixista do Red Hot Chili Peppers). Outra estrela pop, a cantora Sky Ferreira (vista em “Canibais”) também está no grandioso elenco, como mãe de Baby. A estreia está marcada apenas para 27 de julho no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
Andy Garcia viverá Ricardo Montalban no filme sobre o ator anão da Ilha da Fantasia
Andy Garcia irá viver o ator mexicano Ricardo Montalban no telefilme “My Dinner with Hervé”, produção da HBO sobre os últimos dias de Hervé Villechaize, intérprete de Tattoo na “Ilha da Fantasia” (1977-1983). Na série clássica, ele contracenava com Montalban, que vivia o anfitrião da ilha, o misterioso Sr. Roarke. “Ilha da Fantasia” foi um sucesso imenso, mas Villechaize teve dificuldades para encontrar emprego após o fim da série e se matou dez anos depois, em 1993. Ambientado neste período, o telefilme da HBO vai mostrar a improvável amizade desenvolvida ao longo de uma noite agitada entre Villechaize, interpretado por Peter Dinklage (série “Game of Thrones”), e um jornalista iniciante, vivido por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). O roteiro e a direção são de Sacha Gervasi (“Hitchcock”), que se inspirou em sua própria história com Villechaize – ele é o jornalista iniciante – para filmar “My Dinner with Hervé”. Gervasi entrevistou Villechaize em 1993, poucos dias antes do ator se matar aos 50 anos de idade. Na conversa, conheceu vários detalhes da vida tumultuada do pequeno astro da TV, que compõem o roteiro. Ainda não há previsão para a estreia de “My Dinner with Hervé”.
No dia do biquíni, confira 15 filmes que não seriam os mesmos sem ele
No dia mundial do biquíni, relembre 15 biquínis que marcaram a história do cinema, dos anos 1950 aos lançamentos mais recentes. Ou da idade das pedras a uma galáxia muito distante. Batizado com o nome do atol em que foi testada a bomba atômica, as duas peças explosivas foram lançadas em Paris por Louis Reard em 5 de julho de 1946, e não por acaso foram estourar no cinema na pele de uma francesa, Brigitte Bardot, que inaugurou a era das ninfetas caiçaras em 1952. Aos poucos, pranchas de surfe, facas e metralhadoras viraram acessórios icônicos das heroínas de biquíni. Mas o que um dia seduziu e escandalizou hoje já é tratado de forma tão comum quanto um uniforme de salva-vidas – veja-se “Baywatch”. Passe o mouse sobre as fotos para saber de que filmes são as fotos abaixo e clique nas imagens para ampliá-las em tela inteira.
Kristen Bell vai cantar música-tema de documentário ambientalista da Netflix
A atriz Kristen Bell (série “The Good Place”) gravou a música-tema do documentário “Chasing Coral”, produção da Netflix com direção de Jeff Orlowski (“Chasing Ice”). Intitulada “Tell Me How Long”, a música foi composta por Dan Romer (“Adorável Sonhadora”) e Teddy Geiger (série “Royal Pains”) e é descrita como um apelo entusiasmado para interromper a crise climática e seu fenômeno devastador nos recifes de coral em todo o mundo. “Eu fiquei emocionada e inspirada por ‘Chasing Coral’ e sua mensagem de esperança para o futuro do nosso planeta”, disse Bell, em comunicado. “Eu sinto a responsabilidade de cuidar da Terra da maneira que eu puder, e tive a honra de dar minha voz à música original. À medida que nos esforçamos para criar um mundo melhor para nossos filhos, espero que este filme inicie ações reais no avanço das soluções climáticas em nossa comunidade global”. Não será, claro, a primeira vez que a atriz gravará uma música para a trilha de um filme. Ela cantou muito como Anna na animação “Frozen – Uma Aventura Congelante”, da Disney, e deve repetir a dose na sequência, que vai começar a ser gravada em breve. Vale lembrar que a música temática do documentário anterior de Orlowski, “Chasing Ice” (2012), foi cantada por Scarlett Johansson (“Ghost in the Shell”) e indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. “Chasing Coral” estreia em 14 de julho na Netflix. Veja o trailer abaixo.
Dunkirk será o maior lançamento em 70mm dos últimos 25 anos
O diretor Christopher Nolan se juntou a Quentin Tarantino na defesa dos antigos projetores de cinema de 70mm. Após Tarantino conseguir convencer 100 cinemas dos Estados Unidos a exibir “Os Oito Odiados” na bitola clássica das telas gigantescas, Nolan vai levar a projeção de “Dunkirk” em 70mm para 125 salas. A exibição no formato clássico vai na contramão da tendência digital que ocasionou a aposentadoria dos projetores de filmes em praticamente todo o mundo. No Brasil, por exemplo, não existem mais cinemas operando estes projetores, que viveram seus dias de glória com a exibição de épicos como “Ben-Hur” (1959) e “Lawrence da Arábia” (1962). Os cinemas com telas gigantes também deram lugar a templos religiosos, numa mudança de hábitos gerada pela implementação dos multiplexes de shopping centers. “Dunkirk” representará o maior lançamento no formato nos últimos 25 anos, e reflete o esforço de alguns cineastas para salvar o filme – a película de celuloide. Em contraste com a paixão digital de George Lucas, até o final da nova trilogia “Star Wars” será filmado de verdade, em vez de gravado por câmeras digitais, com direção de Colin Trevorrow. A iniciativa tem incentivo da Kodak, que tenta se recuperar do impacto causado pela substituição das máquinas fotográficas por celulares e câmeras de cinema por equivalentes digitais. Os defensores do formato, que também incluem Paul Thomas Anderson, alegam que um filme em 70mm traz imagens mais nítidas e pictóricas, justamente por ser a maior de todas as bitolas cinematográficas (mais larga e com espaço para 6 pistas de som), ao passo que a gravação digital elimina profundidade e deixa a captação parecendo imagem de TV. Claro, o circuito IMAX é composto por salas com telas gigantes, entretanto sua exibição é digital. Por isso, até mesmo nos Estados Unidos, a quantidade de salas disponíveis para exibição de filmes de 70mm é muito restrita. A Kodak espera que o esforço de cineastas de prestígio ajude a criação de um circuito alternativo para o formato, similar ao IMAX, que culminaria com o lançamento de “Star Wars: Episódio IX” em 2019 As exibições especiais de “Dunkirk” vão acontecer a partir de 19 de julho, dois dias antes da estreia oficial na América do Norte. O lançamento no Brasil acontece na semana seguinte, em 27 de julho no circuito tradicional.
João Côrtes fica irreconhecível para viver traficante no cinema
Além de Nicolas Prattes, outro ator jovem de novelas ficou irreconhecível para filmar “O Segredo de Davi”. João Côrtes (o Peppino de “Sol Nascente”) trocou os cabelos ruivos por um visual platinado, completado por uma barba preta. A imagem pegou seus seguidores desprevenidos no Instagram. “Kd o ruivo?!”, perguntou um. “Iradooo”, resumiu outro. “Realmente cara nova, completamente diferente mas continua bonitão”, acrescentou uma terceira. “Arrasou”, elogiou mais uma. “O diretor [Diego Freitas] já tinha me avisado que ia ter uma mudança. Ele queria que eu aparecesse muito diferente, para que o público não me reconhecesse. Acho que a caracterização e o figurino fazem toda a diferença. Um personagem não é nada sem isso. Imagina o Jack Sparrow sem aquele figurino todo”, disse Côrtes em entrevista à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo. João Côrtes acrescentou que o processo para ficar “irreconhecível” foi bastante trabalhoso e cansativo. “Fiquei seis horas no salão. Foram cinco processos de tintura. Em certos momentos ardeu muito. Nunca tinha pintado os cabelos. Cheguei a pensar: ‘Será que depois vou voltar a ser ruivo?’”, explicou, ressaltando que não pretende manter o look após o filme. No filme, ele vai viver um traficante de drogas. Mas a trama gira em torno do personagem de Nicolas Prattes, o Davi do título, criado em um orfanato, que ao deixar o local passa a ter distúrbios mentais causados por um trauma na infância. O segredo de Davi é que ele é um serial killer. O elenco ainda inclui Giselle Prattes (mãe de Nicolas, também da novela “Rock Story”), Neusa Maria Faro (novela “Gabriela”), Eucir de Souza (“Comeback: Um Matador Nunca se Aposenta”) e Bianca Muller (“O Escaravelho do Diabo”), entre outros. Com roteiro e direção de Diego Freitas, que também estreia em longa-metragem, “O Segredo de Davi” só deve chegar nos cinemas em 2018. Personagem novo, cara nova. Amo minha profissão. "O Segredo de Davi" , 2018 nos cinemas. @osegredodedavi ?? Uma publicação compartilhada por João Côrtes (@joao_cortes) em Jul 5, 2017 às 5:44 PDT












