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Filme

Filme de “Jaspion” será gravado no Brasil

A Sato Company desenvolve longa do herói japonês com roteiro em análise pela Toei

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George Clooney receberá Leão de Ouro por carreira em Veneza

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“Minions & Monstros” lidera bilheteria com pior estreia da franquia

Animação ficou em 1º lugar no feriado de 4 de Julho, mas abriu abaixo de todos os filmes anteriores de “Meu Malvado Favorito”

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5 de julho de 2026
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    Roteirista de Seven vai escrever adaptação americana do mangá Lobo Solitário

    21 de outubro de 2017 /

    A adaptação do mangá “Lobo Solitário” definiu seu roteirista. Segundo o Hollywood Reporter, Andrew Kevin Walker, o roteirista de “Seven” (1995) e “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999), vai escrever a versão americana do clássico de Kazuo Koike e Goseki Kojima. A produção está sendo desenvolvida na Paramount pelo diretor Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”), que desde 2011 tenta tirar o projeto do papel. Lançado em 1970, “Lobo Solitário” se tornou um dos mangás mais influentes de todos os tempos. Fez tanto sucesso que já rendeu uma franquia cinematográfica, peças de teatro e uma série de TV no Japão. A trama é uma história clássica de samurai, honra e vingança. Os quadrinhos contam a história do samurai Itto Ogami, que é acusado injustamente de traição e foge com o filho recém-nascido, após a execução de sua mulher e parte de sua família. Ele passa, então, a trabalhar como assassino profissional, oferecendo seus serviços enquanto busca limpar seu nome, ao mesmo tempo em que é perseguido pela guarda imperial e por caçadores de recompensa, sempre carregando o bebê a tiracolo.

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    Pressionado por críticas negativas, diretor confessa não ter filmado todo o roteiro de Boneco de Neve

    20 de outubro de 2017 /

    O thriller “Boneco de Neve”, que estreou nesta sexta (20/10) nos Estados Unidos, está sendo considerado uma das grandes decepções do ano, com míseros 10% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Pressionado pela rejeição, o diretor Tomas Alfredson resolveu contar numa entrevista porque o filme é tão ruim: ele que não conseguiu filmar o roteiro inteiro e tentou “dar um jeito” na edição. A culpa, segundo ele, foi do cronograma de filmagens. “Nosso período de filmagens na Noruega foi muito curto. Não tínhamos ainda toda a história com a gente e quando começamos a editar percebemos que muita coisa ficou faltando. É como quando você está montando um quebra-cabeça e algumas peças estão faltando, então não dá para ver toda a imagem. A decisão de filmar aconteceu muito abruptamente – de repente tivemos a notícia de que tínhamos o dinheiro e poderíamos começar a filmar”, ele contou, em entrevista ao canal norueguês NRK. Segundo as estimativas de Alfredson, faltou filmar cerca de 15% do roteiro. “Boneco de Neve” ainda estava em desenvolvimento quando Alfredson entrou a bordo e o roteiro não estava pronto no começo das filmagens. Entretanto, o projeto era antigo no estúdio Universal e quase foi dirigido por Martin Scorsese, após “A Invenção de Hugo Cabret” (2011). O roteiro original tinha sido escrito por Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”), mas foi descartado por uma nova versão de Hossein Amini (“Drive”), Peter Straughan (que trabalhou com o diretor em “O Espião que Sabia Demais”) e Søren Sveistrup (criador da série “Forbrydelsen”, que rendeu o remake “The Killing”). Pelo que diz Alfredson, o trabalho dos roteiristas não tinha acabado quando os produtores decidiram iniciar as filmagens, provavelmente priorizando a agenda dos atores. Para complicar, também foram tomadas decisões controvertidas, como filmar cenas em locais que não batem com a geografia real – por exemplo, estradas diferentes das citadas de forma explícita na história. O filme é uma adaptação do romance homônimo de Jo Nesbø (“Headhunters”), considerado o grande mestre do suspense nórdico. Trata-se da sétima história de uma série literária dedicada ao detetive Harry Hole, papel interpretado por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Na trama, ele investiga o desaparecimento da mãe de um menino, que acaba revelando a atividade mórbida de um serial killer obcecado por degolar mulheres e usá-las em bonecos de neve mórbidos. Curiosamente, a Universal tinha optado por um cineasta escandinavo para dar maior credibilidade ao projeto. O sueco Tomas Alfredson vinha de produções elogiadíssimas, como “Deixa Ela Entrar” (2008) e “O Espião que Sabia Demais” (2011). Além dele, a principal personagem feminina também é vivida por uma atriz sueca, Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Nação Secreta”). Sem esquecer que entre os coadjuvantes está a estrela da série nórdica “Bron/Broen”, a sueca Sofia Helin. O elenco ainda inclui Val Kilmer (“Tom Sawyer & Huckleberry Finn”), Chloë Sevigny (série “Bloodline”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Jamie Clayton (série “Sense8”), a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) e os ingleses James D’Arcy (série “Agent Carter”) e Toby Jones (série “Wayward Pines”). A estreia está marcada apenas para dezembro no Brasil.

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    Danielle Darrieux (1917 – 2017)

    20 de outubro de 2017 /

    A atriz francesa Danielle Darrieux morreu na terça-feira (17/10) aos 100 anos, depois de participar de mais de uma centena de filmes, com frequência interpretando personagens muito elegantes. Seu estado de saúde “havia deteriorado um pouco recentemente após uma queda”, afirmou à agência France Presse (AFP) seu companheiro, Jacques Jenvrin, e ela faleceu em casa, no noroeste da França. Uma das atrizes mais belas de sua geração, Danielle Darrieux teve um início de carreira precoce, estreando no cinema aos 14 anos. Ela trabalhou em Hollywood e na Broadway nos anos 1930 e entre seus primeiros filmes estão os clássicos “Semente do Mal” (1934), do diretor Billy Wilder, “Mayerling” (1936), de Anatole Litvak, pelo qual venceu prêmios da crítica americana, e “A Sensação de Paris” (1938), de Henry Koster, que lhe rendeu aclamação. Sua beleza deu vida a amantes históricas, como “Katia, A Tzarina Sem Coroa” (1938), mas também mulheres modernas de sexualidade exuberante. Os títulos de seus filmes eram reveladores de como o cinema francês a considerava sedutora, trazendo adjetivos como “sensação”, “proibida”, “bonita”, “pecadora”, etc. Não demorou a ter cineastas a seus pés, formando uma parceria duradoura na frente e atrás das câmeras com o diretor Henri Decoin. Os dois se casaram e compartilharam duas décadas de cinema, entre “Mulher Mascarada” (1935) e “As Pecadoras de Paris” (1955). Mas sua filmografia se tornou ainda mais impressionante quando encontrou outro parceiro artístico, estrelando três clássicos de Max Ophuls, “Conflitos de Amor” (1950), “O Prazer” (1952) e “Desejos Proibidos” (1953), ao mesmo tempo em que brilhava em Hollywood com a comédia “Rica, Bonita e Solteira” (1951), de Norman Taurog, o noir “5 Dedos” (1952), de Joseph L. Mankiewicz, e o épico “Alexandre Magno” (1956), de Robert Rossen. Sua carreira permaneceu vital durante as décadas seguintes, sendo abraçada por uma nova geração de cineastas, como Claude Chabrol (“A Verdadeira História do Barba Azul”, 1963) e Jacques Demis (“Duas Garotas Românticas”, 1967). E embora tenha enveredado pela TV a partir dos anos 1970, continuou a aparecer em filmes importantes, em especial “Um Quarto na Cidade” (1982), de Demis, e “A Cena do Crime” (1986), de André Téchiné, que lhe renderam indicações ao César (o Oscar francês). Apesar de sua popularidade, Danielle nunca venceu um César, mas recebeu um prêmio da Academia Francesa por sua carreira, em 1985. Ela foi indicada mais duas vezes depois disso. Mais recentemente, ela estrelou “8 Mulheres” (2002), de François Ozon, sua última indicação ao César, e dublou a animação “Persepolis” (2007), de Marjane Satrapi, que disputou o Oscar, como a voz da vovó da protagonista.

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    Morgan Freeman vai estrelar cinebiografia do ex-secretário de Defesa dos EUA Colin Powell

    19 de outubro de 2017 /

    O ator Morgan Freeman (“Despedida em Grande Estilo”) vai interpretar o ex-secretário da Defesa dos Estados Unidos Colin Powell em uma cinebiografia, focada em sua atuação no governo de George W. Bush. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o filme será chamado de “Powell” e terá direção de Reginald Hudlin (“O Príncipe das Mulheres”). Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA durante a presidência de George Bush pai, Powell se tornou o primeiro negro a assumir a chefia da diplomacia americana em 2001, no governo do filho de Bush, período em que os Estados Unidos sofreram seu pior atentado terrorista, com a queda das Torres Gêmeas de Nova York, e entraram em guerra contra o Afeganistão e o Iraque. Considerado um dos heróis da primeira Guerra do Golfo, Powell inicialmente se opôs à invasão americana no Iraque, já que duvidava que Saddam Hussein possuísse armas de destruição em massa. No entanto, mudou de ideia com uma famosa alegação por escrito no Conselho de Segurança da ONU. Essa decisão foi descrita por ele, anos depois, como um dos piores momentos de sua carreira política. Os EUA nunca encontraram os supostos armamentos que justificaram a invasão ao Iraque. O filme focará os motivos que levaram Powell a mudar de ideia sobre a invasão. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Flash é destaque de novo vídeo legendado da Liga da Justiça

    19 de outubro de 2017 /

    Depois do vídeo focado em Aquaman (Jason Momoa), a Warner divulgou um pôster e uma apresentação do herói Flash (Ezra Miller) em “Liga da Justiça”. O vídeo recicla imagens do trailer oficial e acrescenta trechos de uma mesa redonda com os demais intérpretes dos heróis da DC Comics. Além dos citados, o grupo de justiceiros ainda inclui Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Ciborgue (Ray Fisher) e o sempre esquecido Superman (Henry Cavill). Dirigido por Zack Snyder (de “Batman vs. Superman”) e refeito por Joss Whedon (“Os Vingadores”), “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ezra Miller as #TheFlash. He's electric.⚡️ #JusticeLeague pic.twitter.com/AH47PdmbDe — Justice League Movie (@justiceleaguewb) October 17, 2017

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    Corra! lidera indicações ao Gotham Awards, que abre temporada de premiações do cinema americano

    19 de outubro de 2017 /

    A organização do Gotham Awards, que premia os melhores filmes e talentos do cinema independente dos Estados Unidos, anunciou os indicados a sua edição de 2017. O troféu tradicionalmente abre a temporada de premiações da indústria cinematográfica americana e serve para apontar os primeiros favoritos aos prêmios mais cobiçados, entre eles o Oscar. Nos três últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015) e “Moonlight” (2016), que também venceram o Oscar de Melhor Filme. A lista de indicados divulgada nesta quinta-feira (19/10) destaca o terror “Corra!”, que foi lembrado em quatro categorias: Melhor Filme, Diretor Revelação (Jordan Peele), Roteiro (também de Peele) e Ator (Daniel Kaluuya). Além disso, também disputa o Prêmio do Público. Três filmes aparecem em 2º lugar: “Me Chame pelo Seu Nome”, “Lady Bird” e “Projeto Florida”, com três indicações cada. Destes, apenas “Lady Bird” não disputa como Melhor Filme. Mas a atriz Greta Gerwing, responsável por “Lady Bird”, consagrou-se ao lado de Jordan Peele como quem mais recebeu indicações individuais. Empatados com duas indicações, os dois vão disputar as mesmas categorias: Diretor Revelação e Roteiro. Para completar, a disputa de Melhor Filme inclui ainda “Bom Comportamento” e “I, Tonya”, que também foram nomeados, respectivamente, nas categorias de Ator e Atriz pelo desempenho de seus protagonistas. A competição mais acirrada promete ser a categoria de Melhor Ator, em que até o falecido Harry Dean Staton foi lembrado. Ele aparece no páreo por seu último papel, no filme “Lucky”, e enfrentará Willem Dafoe (por “Projeto Florida”), James Franco (“Artista do Desastre”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Adam Sandler (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”) e Daniel Kaluuya (“Corra!”). Entre as Atrizes, a disputa envolve Margot Robbie (“I, Tonya”), Saoirse Ronan (“Lady Bird”), Melanie Lynskey (“Já Não Me Sinto Em Casa Nesse Mundo”), Haley Lu Richardson (“Columbus”) e Lois Smith (“Marjorie Prime”). O evento também entregará um troféu especial para “Mudbound”, de Dee Rees, dedicado à performance coletiva de seu elenco – composto por Carey Mulligan, Garrett Hedlund, Jason Clarke, Jason Mitchell, Rob Morgan e Jonathan Banks. A cerimônia do Gotham Awards 2017 será realizada no dia 27 de novembro em Los Angeles. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Indicados ao Gotham Awards 2017 Melhor Filme “Me Chame pelo Seu Nome” “Projeto Florida” “Corra!” “Bom Comportamento” “I, Tonya” Diretor Revelação Maggie Betts, por “Novitiate” Greta Gerwig, por “Lady Bird” Kogonada, por “Columbus” Jordan Peele, por “Corra!” Joshua Z Weinstein, por “Menashe” Melhor Roteiro “Doentes de Amor” “O Estado das Coisas” “Me Chame pelo Seu Nome” “Columbus” “Corra!” “Lady Bird” Melhor Ator Willem Dafoe, por “Projeto Florida” James Franco, por “Artista do Desastre” Daniel Kaluuya, por “Corra!” Robert Pattinson, por “Bom Comportamento” Adam Sandler, por “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe” Harry Dean Stanton, por “Lucky” Melhor Atriz Melanie Lynskey, por “Já Não Me Sinto Em Casa Nesse Mundo” Haley Lu Richardson, por “Columbus” Margot Robbie, por “I, Tonya” Saoirse Ronan, por “Lady Bird” Lois Smith, por “Marjorie Prime” Ator Revelação Mary J. Blige, por “Mudbound” Timothée Chalamet, por “Me Chame pelo Seu Nome” Harris Dickinson, por “Beach Rats” Kelvin Harrison, Jr., por “Ao Cair da Noite” Brooklynn Prince, por “Projeto Florida” Melhor Documentário “Ex Libris – The New York Public Library” “Rat Film” “Strong Island” “Whose Streets?” “The Work” Série Revelação “Atlanta” “Dear White People” “Fleabag”

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    Channing Tatum cancela filme de abuso sexual que seria produzido pela The Weinstein Company

    19 de outubro de 2017 /

    O ator Channing Tatum anunciou ter cancelado o projeto do filme “Forgive Me Leonard Peacock”, sobre um garoto que sofreu abuso sexual, porque ele seria produzido pela Weinstein Company, empresa fundada por Harvey Weinstein. O produtor enfrenta um escândalo gigantesco, acusado de ter assediado, abusado e estuprado atrizes durante décadas. “As mulheres corajosas que tiveram a coragem para falar a verdade sobre Harvey Weinstein são verdadeiras heroínas para nós. Elas estão levantando os tijolos pesados para construir um mundo igual que todos nós merecemos viver”, escreveu o ator em comunicado compartilhado nas redes sociais. “Nosso projeto em desenvolvimento com a produtora The Weinstein Company – o livro brilhante de Matthew Quick, “Forgive Me Leonard Peacock” – é uma história sobre um garoto cuja vida caiu em pedaços após um abuso sexual. Apesar de não desenvolvermos mais qualquer coisa com a TWC, nos lembramos de sua poderosa mensagem de cura na sequência de uma tragédia”, acrescentou. “Esta é uma oportunidade gigante para uma verdadeira mudança positiva, com a qual nos comprometemos orgulhosamente. A verdade está revelada. Vamos terminar o que nossas incríveis colegas começaram e eliminar o abuso da nossa cultura de uma vez por todas”, completou. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica, além do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Ele também deve enfrentar um processo criminal.

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    Cena inédita e comerciais de Jogos Mortais: Jigsaw destacam as novas torturas da franquia

    19 de outubro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou uma cena inédita e mais três comerciais de “Jogos Mortais: Jigsaw”, que destacam as novas torturas da franquia. Segundo a sinopse, a investigação de uma nova série de assassinatos brutais revela os mesmos requintes de sadismo associados ao serial killer John Kramer. O problema é que o homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década, como os fãs da franquia puderam testemunhar. O roteiro foi escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger, dupla de “Pacto Secreto” (2009) e “Piranha 3D” (2010), e a direção está a cargo dos irmãos gêmeos Michael e Peter Spierig, da elogiada sci-fi “O Predestinado” (2014). Já o elenco destaca a atriz Laura Vandervoort (série “Bitten”), Hannah Anderson (série “Shoot the Messenger”), Callum Keith Rennie (série “Battlestar Galactica”) e Mandela Van Peebles (minissérie “Raízes”), além de, claro, Tobin Bell como Kramer/Jigsaw. O primeiro “Jogos Mortais” se tornou famoso não apenas por popularizar o subgênero do terror conhecido como “torture porn”, mas por lançar a carreira do jovem cineasta malaio James Wan, que criou a franquia com o australiano Leigh Whannell, iniciando uma filmografia que o consagraria como o mais bem-sucedido diretor de terror do século 21. Wan e Whannell continuam envolvidos com “Jigsaw”, atuando como produtores executivos. A estreia do filme no Brasil está marcada para o dia 2 de novembro, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos (em 27 de outubro).

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    Chris Hemsworth vai à guerra no primeiro trailer de 12 Strong

    19 de outubro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou o pôster e o primeiro trailer de “12 Strong”, filme de guerra estrelado por Chris Hemsworth (“Thor: Ragnarok”) e Michael Shannon (“O Homem de Aço”). Baseado no livro “Horse Soldiers” de Doug Stanton, o longa conta a história real da primeira equipe das Forças Especiais enviada ao Afeganistão após o ataque de 11 de setembro de 2001. A trama acompanha os 12 soldados americanos que tomaram a frente da guerra para derrubar o regime talibã, tendo que aprender a montar a cavalo para avançar pelas montanhas, onde suas montarias pouco adiantam contra tiros de tanques. O filme tem roteiro de Peter Craig (“Jogos Vorazes: A Esperança”) e direção do dinamarquês Nicolai Fuglsig, que estreia no cinema após uma carreira premiada como fotógrafo de guerra e diretor de comerciais. O elenco ainda inclui Elsa Pataky (franquia “Velozes e Furiosos”), que é casada na vida real em Hemsworth, Michael Peña (“Homem-Formiga”), Austin Stowell (“Colossal”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Geoff Stults (série “Enlisted”), Rob Riggle (“Anjos da Lei”) e o ator e cineasta Taylor Sheridan (“A Qualquer Custo”). “12 Strong” estreia no dia 19 de janeiro nos cinemas americanos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Margot Robbie estrela primeiro teaser de I, Tonya

    19 de outubro de 2017 /

    A Neon divulgou o primeiro teaser de “I, Tonya”, em que Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) vive a patinadora Tonya Harding. A prévia traz narração da atriz e sugere o tom de comédia de humor negro da produção, que ficou em 2º lugar no Festival de Toronto e pode conquistar indicações ao Oscar. A cinebiografia é baseada no livro de memórias da patinadora, que apesar de ter disputado os Jogos Olímpicos e conquistado a Medalha de Prata no Campeonato Mundial de Patinação de 1991, ficou conhecida por se envolver num ataque, planejado por seu marido, contra a rival Nancy Kerrigan, durante o treinamento para o Campeonato dos Estados Unidos de 1994. Visando tirar sua principal oponente do caminho para ficar com uma vaga olímpica, Harding conseguiu o oposto: foi banida do esporte por toda a vida. Mas seu destino podia ter sido muito pior. Transformada em vilã popular, ela aproveitou para fazer dinheiro vendendo uma sex tape de sua noite de núpcias e participando de lutas de boxe. “I, Tonya” foi escrito por Steven Rogers (“O Natal dos Coopers”), dirigido por Craig Gillespie (“Horas Decisivas”) e o elenco também inclui Sebastian Stan (“Capitão América: Guerra Civil”) e Allison Janney (série “Mom”). A estreia está marcada para 8 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Jim e Andy: Trailer de documentário revela bastidores surreais do clássico O Mundo de Andy

    19 de outubro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer do documentário “Jim e Andy”, dedicada aos bastidores do filme “O Mundo de Andy”. No longa de 1999, Jim Carrey interpretou seu ídolo Andy Kaufman, pioneiro do stand-up e astro da série “Taxi” (1978–1983), falecido em 1984. E assim como Andy fazia com seus personagens na vida real, Jim Carrey virou Andy Kaufman durante todo o período da produção, sem deixar de vivê-lo nem quando as câmeras se desligavam. As cenas dos bastidores ficaram guardadas por quase 20 anos e só agora revelam toda a experiência surreal, acompanhadas por uma entrevista atual de Jim Carrey – irreconhecível, sob a barba espessa – e a música tema do longa original, “Man on the Moon”, composta pela banda R.E.M.. “O Mundo de Andy” rendeu a Jim Carrey o troféu Globo de Ouro. O filme também conquistou o Urso de Prata no Festival de Berlim pela direção de Milos Forman. O documentário tem direção de Chris Smith (“The Yes Men”) e estreia em 17 de novembro.

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    Jacob Tremblay e Julia Roberts emocionam em novo trailer de Extraordinário

    19 de outubro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou o pôster final e um novo trailer do drama “Extraordinário” (Wonder), sobre um garoto com deformidade facial que precisa se adaptar à escola e enfrentar todo o tipo de preconceito. Narrada pelo menino, a prévia vai fundo nas emoções, mostrando as dificuldades de relacionamento da criança, que encontra apoio de seus pais. A trama leva às telas o best-seller infantil homônimo de RJ Palacio sobre Auggie Pullman, que nasceu com uma deformidade facial e estudou em casa por toda a vida, até que, pela primeira vez, é matriculado numa escola regular e passa a conviver com outras crianças da sua idade. O filme é estrelado por Jacob Tremblay, o menino de “O Quarto de Jack” (2015), que aparece irreconhecível sob a maquiagem da produção. Ele vive o filho deformado de Julia Roberts (“Jogo do Dinheiro”) e Owen Wilson (“Zoolander”), e neto da brasileira Sonia Braga (“Aquarius”), que ainda não apareceu nos vídeos divulgados. O elenco ainda inclui Mandy Patinkin (série “Homeland”), Izabela Vidovic (série “The Fosters”), Ali Liebert (série “Strange Empire”), Millie Davis (série “Orphan Black”) e Bryce Gheisar (série “Walk the Prank”). O roteiro foi escrito por Jack Thorne (criador da série “White Panthers”) e Steve Conrad (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), e a direção é de de Stephen Chbosky (“As Vantagens de Ser Invisível”). Originalmente previsto para novembro, o lançamento foi adiado para 7 de dezembro no Brasil, 20 dias após chegar aos cinemas dos Estados Unidos.

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    Hela destroi Mjölnir em cena estendida de Thor: Ragnarok

    19 de outubro de 2017 /

    A Marvel divulgou um cena inédita de “Thor: Ragnarok”, que estende um dos momentos mais comentados do trailer. A prévia mostra a vilã Hela, vivida por Cate Blanchett (“Carol”), destruindo Mjölnir, o martelo místico de Thor (Chris Hemsworth). A primeira supervilã dos filmes da Marvel é tão poderosa que, para enfrentá-la, Thor vai precisar se juntar ao Hulk (Mark Ruffalo), Valquíria (Tessa Thompson) e até mesmo Loki (Tom Hiddleston). Dirigido pelo cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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