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Filme

Filme de “Jaspion” será gravado no Brasil

A Sato Company desenvolve longa do herói japonês com roteiro em análise pela Toei

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6 de julho de 2026
Filme

George Clooney receberá Leão de Ouro por carreira em Veneza

Festival italiano homenageará ator, diretor e produtor por sua trajetória no cinema

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6 de julho de 2026
Filme

“Minions & Monstros” lidera bilheteria com pior estreia da franquia

Animação ficou em 1º lugar no feriado de 4 de Julho, mas abriu abaixo de todos os filmes anteriores de “Meu Malvado Favorito”

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5 de julho de 2026
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    Ministro da Cultura pretende atrair investimento de Hollywood para o cinema brasileiro

    22 de outubro de 2017 /

    O ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão programou uma viagem para Hollywood no dia 30 de outubro para falar com produtores, diretores e investidores sobre o mercado de cinema do Brasil. Segundo informa a Folha de S. Paulo, Leitão também se reunirá com estúdios e emissoras de televisão. O ministro quer transformar o Brasil em um dos cinco maiores produtores de cinema do mundo. Vale lembrar que, enquanto esteve à frente RioFilme, Leitão fez a produtora atingir sua era de ouro, permitindo que o Rio de Janeiro voltasse a se tornar um dos principais polos produtores de audiovisual do país, além de atrair produções internacionais, como “A Saga Crepúsculo: Amanhecer” e “Velozes e Furiosos 5”. A indústria audiovisual gerou R$ 23 bilhões para a economia brasileira em 2016.

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    Elle Fanning é uma alienígena punk no trailer de Como Falar com Garotas em Festas

    22 de outubro de 2017 /

    O Studiocanal divulgou cinco fotos, o pôster e o primeiro trailer da adaptação de “Como Falar com Garotas em Festas” (How to Talk to Girls at Parties), adaptação do conto premiado de mesmo nome de Neil Gaiman (autor de “American Gods”), em que Elle Fanning (“Demônio de Neon”) vive uma alienígena. A história acompanha um grupo de jovens punks de Londres, em 1977, que vão parar numa festa estranha, e logo descobrem que as garotas do lugar são mais do que aparentam ser. A turista espacial vivida por Fanning resolve seguir com um dos adolescentes, escapando de seu grupo de excursão para explorar o lugar mais perigoso da galáxia, o subúrbio londrino de Croydon. A direção é de John Cameron Mithell (“Reencontrando a Felicidade”), que também assina o roteiro em parceria com Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”). O elenco inclui Alex Sharp (“O Mínimo para Viver”), Nicole Kidman (“O Estranho que Nós Amamos”), Ruth Wilson (série “The Affair”), Matt Lucas (série “Doctor Who”), Tom Brooke (série “Preacher”) e Abraham Lewis (série “Guerilla”). O filme está na programação do Festival do Rio e ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    Foto dos bastidores da Liga da Justiça mostra guerreiras amazonas no Batmóvel

    22 de outubro de 2017 /

    O diretor Zack Snyder divulgou no aplicativo Vero uma nova foto curiosa dos bastidores de “Liga da Justiça”, que mostra um grupo de guerreiras amazonas ao lado do Batmóvel (acima). Mas não há mais garantias que a cena deste encontro inusitado ainda esteja no filme. Snyder filmou a maior parte de “Liga da Justiça”, mas abandonou a produção em março, após o suicídio de sua filha, Autumn, aos 20 anos de idade. Para completar as filmagens, o estúdio chamou Joss Whedon, que refez boa parte da produção, acrescentando cenas que ele próprio escreveu e cortando uma parte significativa do material filmado por Snyder. Com experiência em filmes que juntam diversos super-heróis, o diretor de “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015) tinha recentemente trocado a Marvel pelo universo cinematográfico da DC Comics, contratado em março para filmar o longa-metragem da Batgirl. Mas ele será creditado apenas como roteirista em “Liga da Justiça”. A estreia está marcada para 16 de novembro no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.

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    Diretor anuncia final das filmagens de Aquaman

    22 de outubro de 2017 /

    O diretor James Wan (“Invocação do Mal”) anunciou o final das filmagens de “Aquaman” nas redes sociais. Ao lado de uma foto, em que posa à frente de uma baleia gigante cenográfica, segurando uma claquete onde se lê o codinome do filme (“Ahab”, numa referência a “Moby Dick”), ele aproveitou para agradecer ao “sensacional” elenco e equipe da produção. O filme traz Jason Momoa como Aquaman e Amber Heard como sua esposa, a Rainha Mera, além de Willem Dafoe (Vulko), Patrick Wilson (Mestre do Oceano/Orn), Nicole Kidman (Atlanna, a mãe de Aquaman), Temuera Morrison (Thomas Curry, o pai de Aquaman), Dolph Lundgren (Rei Nereus) e Yahya Abdul-Mateen II (Arraia Negra). A estreia está marcada para dezembro de 2018. Holy mackerel, you scampi serious — that’s finally a principal photography WRAP on Aquaman!! Thank You to an awesome cast & crew. pic.twitter.com/CqytboeaJJ — James Wan (@creepypuppet) October 21, 2017

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    Veja 10 comerciais da comédia Perfeita É a Mãe 2

    22 de outubro de 2017 /

    A STX divulgou nada menos que dez comerciais da continuação de “Perfeita É a Mãe” (Bad Moms), que desta vez tem temática natalina. A prévia explora a pressão que as mães sofrem para realizar o Natal perfeito para suas famílias. Mas Mila Kunis, Kristen Bell e Kathryn Hahn decidem que o estresse não vale a pena e resolvem relaxar. Isto é, até suas mães resolverem chegar de surpresa e cobrar um Natal de verdade. As vovós (mães das mães) são vividas por Christine Baranski (série “The Good Fight”), Susan Sarandon (série “Feud”) e Cheryl Hines (série “Curb Your Enthusiasm”). A sequência é novamente escrita e dirigida pela dupla Jon Lucas e Scott Moore (roteiristas de “Se Beber, Não Case!”), apenas um ano após o primeiro filme arrecadar US$ 180 milhões nas bilheterias e se tornar o maior sucesso do estúdio STX. “Perfeita É a Mãe 2” (o título original é “A Bad Moms Christmas”) tem estreia marcada para 7 de dezembro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos (em 3 de novembro).

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    Cena de Thor: Ragnarok aborda relacionamento conflituoso com Loki em tom de piada

    21 de outubro de 2017 /

    A Marvel divulgou mais um cena inédita de “Thor: Ragnarok”, que se concentra no relacionamento conflituoso entre os irmãos Thor (Chris Hemsworth) e Loki (Tom Hiddleston). O desfecho com uma piada indica o tom da produção, que é mais próximo da comicidade de “Guardiões da Galáxia” que dos filmes anteriores do herói. Dirigido pelo cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Ethan Hawke tem 24 horas de vida em trailer de filme de ação

    21 de outubro de 2017 /

    A Saban Films divulgou o trailer do filme de ação “24 Hours To Live”, protagonizado por Ethan Hawke (“Boyhood”). A prévia resume a trama, que lembra uma mistura de “Adrenalina” (2006) e “3 Dias Para Matar” (2014), com o mesmo ritmo intenso. Hawke interpreta um assassino que, após morrer, é trazido de volta a vida por seu empregador. O detalhe é que essa segunda vida tem tempo limitado. Um timer implantado em seu pulso revela que ele tem apenas 24 horas para viver. Mas se completar uma última missão, pode estender sua existência. Em vez disso, ele prefere aproveitar suas últimas horas para se vingar, deixando uma trilha de sangue e cadáveres pelo caminho. O filme tem direção do veterano coordenador de dublês Brian Smrz, que também trabalhou como diretor assistente em “Homem de Ferro 3” (2013) e “X-Men: Primeira Classe” (2011), e o elenco ainda inclui Xu Qing (“Looper: Assassinos do Futuro”), Liam Cunningham (série “Game of Thrones”), Rutger Hauer (série “True Blood”), Paul Anderson (“O Regresso”) e Nathalie Boltt (série “Riverdale”). A estreia está marcada para 26 de outubro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Al Pacino persegue serial killer em trailer de suspense

    21 de outubro de 2017 /

    A Saban Films divulgou o pôster e o trailer de “Hangman”, suspense estrelado por Al Pacino (“O Último Ato”). Na trama, ele vive um detetive policial aposentado, que é trazido para uma investigação ativa quando os crimes de um serial killer mostram relação com um caso de seu passado. Assim como os psicopatas de “Seven” (1995) e “Zodíaco” (2007), o assassino assina seus crimes e se comunicada com a política adotando um método temático – no caso, o jogo da Forca, que dá título ao filme. O elenco também inclui Carl Urban (“Star Trek: Sem Fronteiras”) e Brittany Snow (“A Escolha Perfeita”) como os policiais que perseguem o serial killer, além de Sarah Shahi (série “Person of Interest/Pessoa de Interesse”), Joe Anderson (série “Outsiders”) e Chelle Ramos (série “Valor”). A direção é do ex-dublê Johnny Martin (“Delirium”) e ainda não há previsão de estreia.

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    Trailer de dramédia indie de Louis C.K. aborda perversão de Hollywood

    21 de outubro de 2017 /

    A Orchard divulgou dois pôsteres e o trailer de “I Love You, Daddy”, dramédia indie escrita, dirigida e estrelada por Louis C.K. (série “Louie”), cujo tema não poderia ser mais atual. Rodado em preto e branco, o filme acompanha a relação de um roteirista e sua filha adolescente em meio ao ambiente hedonista de Hollywood, destacando em particular um cineasta pervertido, que gosta de atrizes bem jovens – para preocupação do pai-protagonista. Chlöe Grace Moretz (“A 5ª Onda”) vive a filha, John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) é o diretor papa-anjo, e o elenco ainda inclui Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Charlie Day (“Círculo de Fogo”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Edie Falco (série “Nurse Jackie”) e Helen Hunt (“Melhor É Impossível”). O filme teve première no Festival de Toronto, onde não impressionou, mas o timing de seu lançamento comercial redimensiona da trama, ao aproximá-la do escândalo sexual envolvendo Harvey Weinstein. “I Love You, Daddy” chega aos cinemas americanos em 17 de novembro e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Bom Comportamento eletrifica com suspense e realismo intensos

    21 de outubro de 2017 /

    Nada prepara o espectador para a explosão emocional de Bennie Safdie logo no primeiro plano-sequência de “Bom Comportamento” (Good Time). Nick, o personagem de Safdie, é um rapaz meio surdo e com problemas mentais numa sessão de terapia, se embananando com o bombardeio de perguntas do assistente social. A câmera se aproxima de seu rosto e as contradições entre o que diz e como se comporta se prolongam até o momento que um doloroso fio de lágrimas escorre de seus olhos. Lágrimas de raiva e dor, como se ele fosse um animal acossado num curral. A atuação de Bennie (que por sinal, é um dos diretores do filme, junto com o irmão Josh Safdie) é incrível e o filme segue essa mesma toada de emoção crua, exalando pelos poros. Na sequência, entra em cena Robert Pattinson para salvar o irmão daquele pesadelo terapêutico. Pattinson é Constatine (Connie) Nickas, um pequeno traficante, ansioso para solucionar um problema à beira de piorar. Não sobrou nada pra sustentar a família Nickas. Pai? Mãe? Sabe-se muito pouco do clã desestruturado. O sonho de Connie é arrumar uma bolada e fugir com o irmãozinho daquela cidade onde os arranha-céus parecem muros de uma prisão. Nova York nunca foi filmada assim. Mas há algo mais a ser vivido para além daquilo a que as circunstâncias ditam para novaiorquinos como Connie e Nick. Connie se atreve a desrespeitá-las, improvisando uma solução estúpida: assaltar um banco, levando o irmão problemático na rabeira. Óbvio, o inesperado acontece. O débil Nick fica pra trás e Connie, perplexo, não sabe se foge da polícia. De novo, temos a composição de uma cena patética, onde a gestualidade do personagem parece em curto circuito. Se entregar ou fugir? Por fim, ele covardemente escapa. Essa fuga, contudo, será cara para Connie. Pois é uma questão de honra consertar o estrago das circunstâncias. Um batalhão de polícia cerca as ruas. Nick é conduzido para a cadeia e enfrenta a barra pesada do cotidiano penitenciário, enquanto Connie planeja como tirar o coitado da prisão. O filme passa-se durante as 24 horas de um dia. Connie não dorme. Quando descobre que o irmão foi espancado no presídio e está num hospital, improvisa um plano para invadir o quarto e sequestrá-lo. O clima de tensão é crescente. O realismo causa desconforto. A direção de Bennie e seu irmão Josh Safdie propõe um novo tipo de investigação artesanal. O método de trabalho desses dois jovens da periferia de East Rivers, em Manhattan, busca o que eles chamam dos reflexos mais puros e verdadeiros de Nova York: a poça suja nas sarjetas. O humanismo que sobressai de seus filmes são retirados de ensaios cênicos numa garagem com seus amigos loosers, desempregados, desajustados e ex-viciados. Em uma década, eles aprimoraram a técnica, aprofundaram os sentidos e passaram de diretores de pequenos ensaios sobre o submundo, exibidos num canal do YouTube, a sensação no Festival de Cannes em maio último. “Bom Comportamento” é o terceiro longa deles. Antes, apenas “Amor, Drogas e Nova York” tinha sido exibido no Brasil. O magnetismo de ambos filmes é impressionante. Os tipos autodestrutivos desfilam em profusão na tela, só que em vez de causarem repulsa, apresentam um carisma cru do qual é realmente difícil se afastar. Robert Pattinson, que por seu desempenho como Connie, vem sendo cotado para o próximo Oscar como melhor ator do ano, na verdade nunca tinha visto um filme dos irmãos Safdie. Mas ao se deparar com um still de cena da ex-dependente química Arielle Holmes em “Amor, Drogas e Nova York”, se apressou em procurar os diretores. Juntaram-se para criar um filme que inicialmente não tinha planejamento nem estrutura. Começaram com uma idéia, o drama de relacionamento entre um jovem fracassado e seu irmão deficiente mental. Pattinson e Bennie foram instigados a criar seus personagens como se fossem duas folhas em branco, a história ganhou corpo. O fato de uma estrela de Hollywood se envolver no projeto trouxe os patrocinadores, e a produção ficou com um orçamento 30 vezes maior do que o último filme dos Safdie. Isso permitiu que avançassem para um plano inexplorado. A trama poderia ter resultado, com seus ritmos fortes e esquemáticos, numa peça de segunda-categoria, mas a direção dos Safdie tem uma intensidade pulsante perfeitamente complementada pelo balanço eletrônico da trilha de Oneohtrix Point Never. Não é pouco de se ver em um filme. No decorrer, “Bom Comportamento” produz uma sucessão deslumbrante e arrebatadora de humores. Os diretores exercitam seus prodigiosos talentos visuais com comedimento incomum e mantém alguns de seus desejos mais conflitantes em cheque. Como o filme é tão medido, tão melódico em suas explosões de invenção, o que poderia ser irritante soa eletrizante. Por fim, a forma como os laços entre os dois irmãos vão se afrouxando, até parecerem irremediavelmente distantes, é uma evocação tão agridoce e sincera da realidade, que sobra muito pouco a nutrir do sonho americano. Não estranhe se, por acaso. você sair do cinema com a sensação de ter visto o melhor filme norte-americano do ano.

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    Entre Irmãs beira o novelão, mas atrizes valorizam o melodrama

    21 de outubro de 2017 /

    Um dos méritos do cinema de Breno Silveira é a sua vontade desavergonhada de emocionar a audiência, não importando se isso resulte em um produto cafona. No entanto, nem sempre o cineasta consegue um bom equilíbrio, e às vezes pode acontecer de a história ter pouca substância ou de o roteiro não ser tão bem cuidado a ponto de prejudicar, como em “Entre Irmãs”, seu mais recente trabalho, que beira o novelão. O que acaba por contar pontos positivos no filme é justamente o fato de termos um bom diretor e um par de protagonistas ótimas, que garantem momentos de boa dramaturgia. Nanda Costa (de “Gonzaga: De Pai pra Filho”) e Marjorie Estiano (“Sob Pressão”), que interpretam as duas moças do sertão que são separadas de forma traumática e trilham caminhos bem distintos, são o que há de mais valioso em “Entre Irmãs”. Principalmente Marjorie, que tem se revelado cada vez mais uma atriz impressionante. Seu papel recente em uma série da Rede Globo, “Sob Pressão”, é admirável, e ela está extraordinária em “As Boas Maneiras”, o novo trabalho da dupla Marco Dutra e Juliana Rojas, que venceu o Festival do Rio. “Entre Irmãs”, ainda que seja mais irregular do que os trabalhos mais incensados de Silveira, é produto de sua passagem pelas locações em que trabalhou. Seu filme anterior, “Gonzaga – De Pai pra Filho” (2012), o apresentou ao sertão nordestino, e sua vontade de contar uma história da época do cangaço em uma produção épica foi o que o levou a adaptar o livro “A Costureira e o Cangaceiro”, de Frances de Pontes Peebles. Apesar de o título do livro enfatizar a história de amor entre uma das irmãs e o cangaceiro que a captura de sua família, Silveira preferiu contar as duas histórias em paralelo. No fim das contas, a história da outra irmã, Emília (Marjorie), tem mais força e desperta mais interesse do que a história de Luzia (Nanda), uma versão “genérica” da história de Lampião e Maria Bonita. O paralelismo entre as duas histórias é bem costurado em uma edição que ainda tem o mérito de transformar o filme de quase três horas de duração em uma narrativa que parece ter uma hora e meia. Assim, quando vemos a infelicidade de Emilia no campo sentimental, ao descobrir que o marido (Rômulo Estrela, da novela “Novo Mundo”) casou com ela por conveniência, vemos também o início de uma maior aproximação de Luzia com o líder dos cangaceiros, o Carcará (Júlio Machado, de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”). Há outro momento particularmente bonito, quando as duas jovens leem no mesmo jornal notícias sobre a irmã distante: uma na caatinga, vivendo como nômade e fora-da-lei, e a outra na alta sociedade do Recife. A história na capital, inclusive, ainda conta com a presença muito bem-vinda de Letícia Colin (“Ponte Aérea”), vivendo uma amiga de Emilia. Assim, por mais que Silveira não tenha conseguido atingir o grau de arrebatamento emocional de “2 Filhos de Francisco” (2005) e de “À Beira do Caminho” (2012), duas obras que o elevaram à categoria de mestre do melodrama, “Entre Irmãs” tem sim as suas qualidades e merece ser visto, principalmente por quem não se incomoda diante de uma narrativa bem clássica e antiquada.

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    Desenhista brasileiro dos quadrinhos da Liga da Justiça assina novo pôster do filme

    21 de outubro de 2017 /

    A Warner divulgou um novo pôster do filme “Liga da Justiça” desenhado pelo artista brasileiro de quadrinhos Ivan Reis. Ele trabalha na DC Comics desde 2004, tendo desenhado Superman, Lanterna Verde, Aquaman e a própria Liga da Justiça, substituindo o mestre Jim Lee – além de diversas minisséries, como “Multiversity”, escrita por Grant Morrison. Por curiosidade, a animação “Liga da Justiça: Trono de Atlântida” (2015) é baseada num arco de quadrinhos desenhado por Reis. O longa da “Liga da Justiça” vai reunir os principais personagens dos quadrinhos da editora: Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Flash (Ezra Miller), Aquaman (Jason Momoa), Ciborgue (Ray Fisher) e Superman (Henry Cavill). Dirigido por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e refeito por Joss Whedon (“Os Vingadores”), o filme estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Ron Howard solta fogos para comemorar final das filmagens de Han Solo: Uma História Star Wars

    21 de outubro de 2017 /

    O diretor Ron Howard postou uma foto da comemoração do final das filmagens do longa sobre a juventude de Han Solo. E com direito a fogos de artifício. No texto, compartilhado nas redes sociais, ele agradeceu a equipe pelo trabalho. “Este é o encerramento, pessoal. Obrigado ao elenco e equipe notáveis por essa experiência incrível”, escreveu. Howard já tinha anunciado o encerramento das filmagens na terça (17/10), quando postou um vídeo revelando o título oficial da produção, que vai se chamar “Han Solo: Uma História Star Wars” – seguindo a linha de “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), primeiro spin-off/prólogo da franquia. Apesar do clima festivo do encerramento, a produção não teve filmagens tranquilas. Originalmente, “Solo” estava sendo dirigido pela dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”), mas reclamações do roteirista Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) sobre o tom de comédia que eles estavam seguindo chamaram a atenção da presidente da Lucasfilm Kathleen Kennedy, que optou por demiti-los. Howard assumiu a direção após cinco meses de material filmado. Passada antes dos eventos de “Guerra nas Estrelas” (1977), o filme conta uma aventura do jovem Han Solo, vivido por Alden Ehrenreich (“Ave Cesar”), que assume o papel desempenhado por Harrison Ford em quatro filmes da saga espacial. O elenco também destaca Donald Glover (série “Atlanta”) como o jovem Lando Calrissian e Joonas Suotamo (“Star Wars: O Despertar da Força”) como Chewbacca, além de Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Paul Bettany (“Capitão América: Guerra Civil”) e Thandie Newton (série “Westworld”). A estreia está marcada para maio de 2018. #Solo that's a wrap folks. Thanx to a remarkable cast and crew for an amazing experience pic.twitter.com/trsZRVedHm — Ron Howard (@RealRonHoward) October 19, 2017

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